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Delmasso: “Nova Câmara Legislativa é um exemplo para o País”

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O vice-presidente da Câmara Legislativa, Rodrigo Delmasso (Republicanos), garantiu nesta quinta-feira (19) a jornalistas da ABBP que o Poder Legislativo do Distrito Federal sairá do passado com a implantação das novas tecnologias que o transformará em uma Câmara do futuro.

Por Toni Duarte

A Câmara Legislativa, criada em 1988, pela primeira vez, está passando por uma transformação capaz de colocá-la no mesmo patamar da maioria dos legislativos brasileiros.

Um painel eletrônico está sendo montado no plenário. A partir de fevereiro de 2020, quando reinicia os trabalhos legislativos, os 24 deputados distritais usarão as digitais e os tabletes de suas bancadas e não mais o grito para votar ou a folha de assinaturas para marcar  presença.

As “saidinhas a francesa” estão com seus dias contados.

Nenhum parlamentar usará o velho formato artesanal para fazer um requerimento ou projetos de lei já que pode fazer tudo isso eletronicamente.

Todo esse processo de mudanças, para melhor, está sob o comando do vice-presidente Rodrigo Delmasso, que em sintonia com o presidente Rafael Prudente (MDB), está tirando o poder legislativo da era jurássica para o maravilhoso mundo digital.

O toque de modernidade iniciou-se no dia 1 de novembro com a implantação do SEI (Sistema Eletrônico de Informações), cujo resultado prático já está dando agilidade aos procedimentos internos da Casa.

Desde a implantação do novo sistema cerca de 14 mil tramitações foram feitas eletronicamente.

“Antes, o servidor tinha que sair de sua sala, levar em mãos os documentos e entregar a outros setores. Hoje, apenas com um toque, em um teclado, esse mesmo documento chega em frações de segundos ao destinatário”, disse Delmasso.

O distrital explicou que o SEI é um instrumento que existe deste 2013, utilizado pelo Ministério da Economia, cujo software do governo federal atualmente vem sendo cedido aos Estados e Municípios e que só agora chegou a Câmara Legislativa.

Por tanta modernidade que introduziu a CLDF no mundo digital, segundo Delmasso, a Casa conduziu um processo licitatório que muita gente acreditava não ser vitorioso.

Para Delmasso, foi uma grande vitória desse primeiro passo sobre a completa informatização do Poder Legislativo do Distrito Federal.

Ele disse que pela primeira vez um edital foi feito por meio de uma audiência pública, o que evitou qualquer tipo de questionamento do Tribunal de Contas ou do Ministério Público de Contas, já que os representantes dessas duas instituições participaram das discussões.

“O procurador-chefe do Ministério Público de Contas fez as suas considerações. Cerca de 25 empresas participaram do certame, aberto inicialmente com R$2.5 milhões e o contrato foi finalizado com R$ 1 milhão 948 mil; ou seja, uma economia de 600 mil reais dentro do processo licitatório”, destacou o deputado.

O vice-presidente afirmou ainda que a Câmara Legislativa do Distrito Federal finalmente chegou a modernidade e que 2020 será o grande marco para o inicio de uma nova história.

Concurso de vagas para escrivão na Polícia Civil do DF começa em janeiro

Edital foi divulgado no começo de dezembro de 2019

A partir de janeiro de 2020 será possível fazer a inscrição no concurso público para escrivão na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O edital foi publicado no começo de dezembro e prevê 300 vagas para o cargo, com salários de R$ 8.698,78 e jornada de 40 horas semanais.

A taxa de inscrição para fazer parte do processo é de R$ 199, e o pedido de isenção deve ser feito ainda em dezembro de 2019, do dia 20 ao 26. Entre os que podem fazer a solicitação estão aqueles inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), doadores de medula, prestadores de serviço à Justiça Eleitoral, entre outros.

A inscrição deve ser realizada entre 22 de janeiro de 2020 e 10 de fevereiro, no site da banca organizadora, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). É possível conferir o edital completo também no site do Cebraspe.

Processo de seleção

A seleção do concurso na PCDF será dividida em duas etapas. A primeira fase ocorrerá no dia 15 de março, no período da tarde, quando os candidatos farão a prova objetiva e discursiva com conhecimentos básicos e específicos em relação a algumas áreas, incluindo questões sobre o funcionamento público. Também nessa etapa será feita uma prova prática de digitação, assim como um teste de capacidade física e avaliação psicológica, sendo que todas as provas são eliminatórias. Na segunda etapa, os candidatos restantes farão um curso de formação profissional, com carga horária de 180 horas, no qual serão pontuados. O concurso prevê 300 vagas, 225 para ampla concorrência, 15 para pessoas com deficiência e 60 para negros.

De acordo com o edital, o candidato precisa ter diploma de conclusão de curso de graduação em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

O escrivão fica responsável pela formalização e documentação de inquéritos, além da guarda de objetos, armas e papelada atrelada a esses processos. Ele também é responsável por elaborar o boletim de ocorrência quando uma pessoa chega à delegacia para fazer alguma denúncia.

Paula Belmonte articula investimento de R$ 10 milhões para educação e saúde

Foto: Alexandre Motta

Em articulação com o Ministério da Educação, a deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) conseguiu liberar R$ 10 milhões em recursos extraorçamentários para as áreas de educação e saúde. As verbas beneficiarão 15 unidades de saúde e servirão para adquirir 24 ônibus escolares para a rede pública. Como são quantias remanescentes do orçamento de 2019, a previsão é de execução rápida.

A Secretaria de Educação poderá adquirir 24 ônibus escolares, ao custo total de R$ 5,9 milhões. A verba tem origem no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e faz parte do programa Caminho da Escola.

Para a saúde, serão liberados R$ 4 milhões do Fundo Nacional de Saúde destinados a unidades do Distrito Federal. Os recursos serão alocados nos hospitais regionais de Ceilândia, Brazlândia, Gama, Guará, Santa Maria, Planaltina, Samambaia, Sobradinho, Taguatinga, Região Leste (antigo Paranoá)e Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). As unidades básicas de saúde de Ceilândia, Estrutural, Paranoá e Planaltina e a Casa de Parto de São Sebastião também serão destinos desse montante.

Emendas

A deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) já havia enviado emendas parlamentares para serem executadas em 2020 para educação e saúde. Com recursos da deputada será comprado o primeiro aparelho de ressonância magnética de toda a rede hospitalar, a ser instalado no Hospital Regional de Santa Maria. Nesse repasse serão investidos R$ 4 milhões.

A parlamentar incluiu em suas emendas um investimento de R$ 36 milhões, para a construção de creches em oito cidades do Distrito Federal. Uma unidade básica de saúde será construída no Núcleo Rural Café sem Troco, gastando R$ 1,5 milhão.

Convocados 85 militares aprovados no concurso da PM

Os oitenta e cinco militares que passaram no concurso de 2017 começarão, em fevereiro de 2020, o curso de formação de oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal. O ato convocatório foi realizado, na manhã desta quinta-feira (19), durante cerimônia presidida pelo vice-governador Paco Britto, no Salão Branco do Palácio do Buriti.

Entre os convocados, no evento, estava Frederico Crillanovick, 31 anos. “Posso falar, pelos meus colegas, dessa satisfação em estarmos aqui. Nós esperamos por três anos este dia. É um alívio. Passamos por várias fases (no concurso), com níveis altos de dificuldade. Estou feliz e realizado”, frisou.

Representando o governador Ibaneis Rocha, o vice-governador Paco Britto falou sobre os esforços do Governo do Distrito Federal (GDF), para a implementação de uma política de valorização institucional da PM. Ele parabenizou a atuação do secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, presente ao evento, pelo trabalho eficiente na união das forças das polícias do DF (PM, Civil e Corpo de Bombeiros) e voltou a dizer que “é a melhor polícia militar do país”.

“Isso é refletido em diversas ações, como nos investimentos realizados na área de logística e renovação da corporação, uma vez que, nesse curto período de tempo, já foram adquiridas 220 viaturas, mais de 300 motos, seis ambulâncias e quatro guinchos”, relembrou Paco.

A deputada federa, Celina Leão (PP/DF), citada diversas vezes nos discursos das autoridades presentes, por sua atuação em defesa das polícias do Distrito Federal, afirmou que continuará a sua batalha até todos do concurso sejam convocados.

“Essa convocação reafirma o nosso compromisso, principalmente com a segurança do DF, que visa a recomposição do quadro de funcionários, já que a atual gestão herdou um déficit de mais de oito mil homens na corporação. Esses foram apenas os primeiros passos.”, afirmou Celina.

TCDF autoriza continuidade da obra do túnel de Taguatinga

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O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) autorizou a continuidade da execução do contrato firmado entre a Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (Sinesp) e o Consórcio Novo Túnel, responsável pela elaboração do projeto e pela implantação do túnel rodoviário sob a Avenida Central de Taguatinga, que dará acesso ininterrupto da EPTG à Avenida Elmo Serejo.
A execução contratual foi suspensa após recebimento de representação que questionava a habilitação do Consórcio Novo Túnel na licitação. O documento relatava que uma das participantes do Consórcio — a empresa WVG Construções e Infraestrutura Ltda. –, era subsidiária integral da Construtora Beter S/A, que havia sido declarada inidônea para licitar e contratar com a Administração Pública. O processo no TCDF discutia se a penalidade imposta à Construtora Beter poderia ser estendida à WVG Construções, o que implicaria a desclassificação do consórcio na licitação.
Após a suspensão cautelar da licitação, o Tribunal de Contas havia determinado ainda o sobrestamento do exame de mérito do processo, para aguardar a conclusão de uma ação judicial que tramitava na 9.ª Vara Federal Cível de São Paulo e que tinha como objeto o mesmo questionamento da representação analisada pela Corte.
Recentemente, a Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF e o Consórcio Novo Túnel noticiaram ao TCDF que a composição do Consórcio Novo Túnel foi alterada, com a exclusão da empresa WVG Construções e Infraestrutura Ltda., fato que teve manifestação favorável da Procuradoria-Geral do DF – PGDF. Além disso, informaram sobre a desistência de um recurso apresentado no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ), referente à ação judicial.
Com essa alteração, o Tribunal de Contas entendeu que o questionamento feito na representação inicial perdeu a razão de existir. Assim, retomou o julgamento do processo sobre a licitação e decidiu pela continuidade da execução contratual.
Veja abaixo a íntegra da decisão:
PROCESSO Nº 15640/2014
DECISÃO Nº 4354/2019 O Tribunal, por unanimidade, de acordo com o voto do Relator, com o qual concorda o Revisor, Conselheiro INÁCIO MAGALHÃES FILHO, decidiu: I – tomar conhecimento: a) do Ofício SEI-GDF nº 1.601/2019 – SODF/GAB/ASSESP (fls. 1.653/1.658, Peça 199) e do documento encaminhado pelo Consórcio Novo Túnel, representado pela empresa líder, Trier Engenharia S.A. (fls. 1.594/1.651, Peça 196); b) do expediente de fl. 1745, esclarecendo ao Consórcio Novo Túnel que as cópia requeridas poderão ser obtidas diretamente na Sala de Atendimento ao Público, a teor do art. 3º da Portaria n.º 128/2012; II – levantar o sobrestamento dos autos, determinado pelo item III da Decisão n.º 6393/16; III – deliberar pela perda de objeto da representação conhecida pelo Tribunal por meio da Decisão n.º 2375/19, haja vista a exclusão da empresa WVG Construções e Infraestrutura Ltda. da composição do Consórcio Novo Túnel; IV – autorizar: a) o prosseguimento da execução do Contrato n.º 004/2016 – SINESP; b) o envio de cópia desta decisão à Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, à Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal – SODF e ao Consórcio Novo Túnel; c) o retorno dos autos à Secretaria de Fiscalização Especializada – SESPE, para os devidos fins. Presidiu a sessão a Presidente, Conselheira ANILCÉIA MACHADO. Votaram os Conselheiros MANOEL DE ANDRADE, INÁCIO MAGALHÃES FILHO, PAULO TADEU, PAIVA MARTINS e MÁRCIO MICHEL. Participou o representante do MPjTCDF, Procurador-Geral MARCOS FELIPE PINHEIRO LIMA. Ausente o Conselheiro RENATO RAINHA.

 

SALA DAS SESSÕES, 12 de Dezembro de 2019.

Mais de dez artistas fazem show beneficente neste sábado

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Marcelo Mira, Guga Camafeu, Adriana Samartini, Meolly e convidados recebem doações para o Instituto Ajax e o Viva Vida Kardec

O cantor Marcelo Mira e grandes artistas locais se uniram em prol da solidariedade. No sábado,  21 de dezembro, o bar Blitz BSB (904 Sul) será palco de shows com nomes, como Meolly, Guga Camafeu e Adriana Samartini. As atrações começam às 22h, com entradas a R$ 30 mais 1kg de alimento ou brinquedo em bom estado. Parte do valor e as doações arrecadadas vão para instituições que ajudam pessoas em situação de vulnerabilidade social .

Para animar a noite, Meolly, integrante do bloco Eduardo e Mônica; Renato Azambuja, da banda Surf Sessions; o finalista do programa Iluminados do Domingão do Faustão Guga Camafeu, e o fenômeno do YouTube Sergio Dall Orto.

Thiago Jamelão, Pedro Rocan, Duoroots, a Dj Paula Torelly, Adriana Samartini, Layla Moreno e Marvyn também integram o time de apresentações que cantam os mais variados estilos musicais.                     

A proposta do evento e integrá-lo na agenda cultural de Brasília “O intuito é realizá-lo uma vez ao ano como forma de gratidão a vida e em apoio a todos que estão de braços abertos para ajudar ao próximo”, afirma Marcelo Mira, um dos organizadores.

Além das doações, parte do valor arrecadado com os ingressos serão destinados a duas instituições brasilienses que atuam auxiliando pessoas em estado de vulnerabilidade social, que são: o Instituto Ajax e o Viva Vida Kardec.


Jam do Noel

Local: Blitz Bar

Data: 21 de dezembro de 2019

Horário: A partir das 22h

Ingresso: A partir de R$30 + 1kg alimento não perecível ou um brinquedo

Link:https://www.sympla.com.br/jam-do-noel—-show-solidario—marcelo-mira-alma-djem-e-convidados-especiais__733201

Instagram: @jam_do_noel

Hplus Hotelaria bate recordes em 2019

Empresa genuinamente de Brasília, maior rede de hotéis do Centro-Oeste teve desempenho superior ao do mercado

A Hplus Hotelaria, maior rede de hotéis do Centro-Oeste, bateu inúmeros recordes em 2019 e fecha o ano com resultados bem acima dos projetados. Mesmo diante da cautela que marcou o cenário econômico ao longo do ano, a Hplus registrou em 2019 crescimento significativo em seus principais indicadores em relação aos números do ano anterior. Além disso, a performance da Hplus ficou muito acima dos números apresentados pela média tanto do mercado hoteleiro como do de hospedagem.

As receitas totais da empresa no ano, ainda faltando o fechamento do mês de dezembro, já superaram os R$ 134,26 milhões, com um aumento de mais de R$ 11 milhões em comparação com os R$ 123,14 milhões obtidos em 2018. Com sede em Brasília, a Hplus atua fortemente em três segmento: diárias hoteleiras, long stay e gestão condominial.

O balanço do ano também apresenta boas notícias para os investidores. Pelo segundo ano consecutivo, os hotéis da Hplus lideraram o ranking de rentabilidade em seus respectivos segmentos. O empreendimento que mais distribuiu rentabilidade para os investidores no ano, ocupando a primeira posição, foi novamente o Athos Bulcão Hplus Executive, seguido na vice-liderança pelo Vision Hplus Express+, que subiu para a segunda posição em 2019.

O faturamento com diárias de hospedagem da rede composta pelos hotéis Cullinan Hplus Premium, Athos Bulcão Hplus Executive, Vision Hplus Express+, Fusion Hplus Express+, Saint Moritz Hplus Express e João Pessoa Hplus Beach cresceu 12%, passando de R$ 60,60 milhões para R$ 67,78 milhões em 2019. Vale ressaltar que este desempenho foi obtido principalmente com ganhos de eficiência e de mercado, uma vez que o valor da diária média teve evolução de apenas 4,3%, indo de R$ 244 para R$ 254 no mesmo período.

Um novo hóspede a cada três minutos e meio

Além da rede de hotéis, também fazem parte do portfólio da Hplus Hotelaria nove empreendimentos de apart hotéis, o que garante uma ampla e diferenciada oferta de flats. A empresa atende mais de 2 mil investidores e representa cerca de 30% da oferta do mercado hoteleiro na Capital Federal. No decorrer de 2019, o número de pessoas que deu entrada em algum empreendimento com a bandeira Hplus superou 160 mil. Esta frequência significa que ao longo do ano, em média, a cada 3 minutos e meio um hóspede chegou a um empreendimento empresa.

O movimento levou a Hplus a conquistar outro dado expressivo em 2019. A taxa de ocupação da rede administrada pela empresa cresceu quase dez pontos, passando dos 62% de 2018 para 70% até novembro deste ano. Estes números comprovam a excelência e o reconhecimento que a Hplus tem recebido pela qualidade, conforto e bem-estar dos serviços prestados aos clientes.

Hoteleira mantém rotina de capacitação de colaboradores

Outra característica da Hplus é realizar grandes investimentos em treinamento e qualificação da equipe. A excelência no atendimento é uma obsessão e é uma das responsáveis pelo sucesso da Hplus. Em 2019, a empresa alcançou a marca de 709 colaboradores, abrindo novas possibilidades no mercado de trabalho de Brasília para centenas de pessoas.

Para a Hplus, os bons resultados de 2019 são um indicativo sólido de que a base para números ainda melhores em 2020 foi construída. A estimativa para o próximo ano é fortalecer e ampliar ainda mais um novo ciclo de remuneração e valorização do patrimônio dos seus investidores. A bandeira da Hplus se estabeleceu como um selo de qualidade e rentabilidade em todos os empreendimentos que administra. Em 2020 a empresa manterá a determinação em aperfeiçoar, inovar e surpreender positivamente a todos os seus clientes, tanto hóspedes como investidores e condôminos.

Uma das metas da empresa para o próximo ano é acelerar o desenvolvimento de novos hotéis em outras capitais do país e avançar na expansão da rede. Outra novidade da Hplus para 2020 será o lançamento de um plano de fidelidade contemplando toda a rede que premiará os clientes com benefícios e recompensas diferenciados para enriquecer ainda mais a experiência da estadia em um empreendimento da empresa.

Hplus inaugura seu primeiro hotel em Palmas (TO)

Dentro da estratégia de ampliação da rede, no início de 2020 será inaugurado na capital do Tocantins o Hplus Premium Palmas, um empreendimento upper mid-scale da bandeira Premium da rede. O Hplus Premium Palmas está instalado em um imponente edifício com localização privilegiada. São 178 apartamentos com duas categorias superior e luxo, de 35 e 37 metros quadrados, com sofisticação e atendimento diferenciado. A estrutura oferecerá uma ampla área de lazer com piscina e fitness center, restaurante, seis lojas comerciais, além de serviço de check-out express, room service 24h e mensageiro.

Como cortesia, o hóspede poderá usufruir de um delicioso e completo café da manhã, internet wi-fi de alta velocidade e estacionamento. O espaço para eventos sociais e corporativos com capacidade para até 120 pessoas é mais um diferencial do Hplus Premium Palmas. O empreendimento inicia a operação em soft open no dia 06 de janeiro. A inauguração oficial está marcada para março de 2020.

Saiba quais são os principais concursos jurídicos para 2020

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Expectativa para criação do TRF 6 e edital do TRF1 são os mais aguardados

Recém-formados, profissionais, pessoas que buscam estabilidade ou que sonham com uma carreira na área jurídica devem ficar atentos às oportunidades provenientes da administração pública no Brasil e nos concursos 2020. Tanto o TRF1 deve divulgar edital para juízes e técnicos, quanto há a expectativa para a criação de novo tribunal regional federal, o da 6 região.

 

Confira abaixo a previsão dos principais concursos da área jurídica para 2020

TRF 1

O Tribunal tem jurisdição no Distrito Federal e nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí, Roraima e Tocantins.

De acordo com o site Folha Dirigida, é possível que o edital saia no início de 2020, com oferta de vagas imediatas e formação de cadastro reserva.

Para concorrer é necessário ter diploma de graduação em Direito há pelo menos três anos, além de comprovar três anos de atividade jurídica, exercida após a obtenção do grau de bacharel em Direito.

O último concurso realizado pelo TRF1 foi em 2015 e tinha como remuneração inicial o valor de R$ 23.997. Já o valor para juízes substitutos ainda não foi confirmado.

 

TRF6

Outro concurso que pode ser aberto é para o TRF6, já que a instalação deste tribunal em Minas Gerais já está com o projeto nas mãos do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Caso seja aprovada, será um novo tribunal federal que absorver 40% da carga processual do TRF1.

 

TRF1 (servidores)

O último concurso para servidores do TRF1 foi realizado em 2017 e é válido até abril de 2020. Caso seja prorrogado, a validade será em abril de 2022.

Em 2017 foi oferecidas 20 vagas imediatas e formação de cadastro reserva de cargos técnicos e analistas. A remuneração inicial para técnicos foi de R$ 7.260,41 e para analistas de R$ 11.345,00

 

TRF 3

O Tribunal Regional da 3 Região possui jurisdição em São Paulo e Mato Grosso do Sul e apresentou o resultado do último concurso neste ano, sendo válido até novembro de 2021, e podendo ser prorrogado até novembro de 2023.

Já o concurso para servidores ainda está em andamento, com vagas imediatas para o cargo de analista judiciário nas áreas de informática e jurídica.

 

TRF5

O Tribunal da 5 região tem concurso válido para juízes e servidores. O tribunal abrange Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe.

O concurso homologado em 2017 ofereceu 20 vagas imediatas para juízes substitutos, sendo uma para deficiente e quatro para negros. A remuneração inicial era de R$ 27.500,00.

Para a área de servidores foram ofertadas 14 vagas imediatas, para analistas, técnicos e área administrativa.

ENTREVISTA | Ibaneis Rocha faz balanço do primeiro ano da gestão

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O primeiro governador nascido na capital faz avaliação positiva dos primeiros 12 meses à frente do Palácio do Buriti e anuncia pacote de licitações para 2020

Em 1º janeiro de 2020 o governador Ibaneis Rocha completa um ano à frente da gestão do Distrito Federal. Estreante na política, o chefe do Executivo da capital do país entende que foram necessárias medidas e atitudes enérgicas, firmes e, principalmente, criativas diante de um cenário de orçamento apertado. Apoiado pela equipe formada para gerir, ele enfrentou grandes desafios e teve que equilibrar as contas para impulsionar investimentos econômicos na capital. Em contrapartida, o primeiro gestor brasiliense da história destaca o aprendizado nos doze meses no Palácio do Buriti.

Em entrevista à Agência Brasília, Ibaneis Rocha ressalta os principais temas que cercaram a capital nesse primeiro ano de gestão, como os projetos aprovados na Câmara Legislativa (CLDF), a criação e soluções apresentadas pelo GDF Presente, na árdua missão de transformar a saúde do DF, no elogiado projeto de gestão das escolas compartilhadas e na redução de tributos que colaboraram para o crescimento econômico acima da média do país.

O senhor estreou na política já ocupando o maior cargo do Executivo. Em um ano como governador, o que encontrou de maior dificuldade que não imaginava existir?

Foi um ano muito feliz para mim. Eu sou nascido em Brasília e posso trabalhar pela cidade, pela população, para melhorar a vida das pessoas, principalmente dos mais pobres, que a gente precisa ajudar. É o que eu costumo dizer: para o rico, basta o governo não atrapalhar. E acho que foi um ano bom para a cidade também. Conseguimos muitos avanços, mesmo trabalhando com um orçamento deixado pelo governo passado e que não contemplou muitas áreas que queríamos ter tido mais atenção. Mas não foi fácil. Nos primeiros seis meses as dificuldades foram muito grandes, havia muitos entraves, não conseguimos avançar na velocidade que eu imaginava porque não encontrei nenhum projeto, havia muitas contas a pagar. Era uma situação de paralisia total do estado; mas, aos poucos, a gente foi avançando, imprimindo um novo ritmo e conseguimos chegar ao fim do ano com muitas realizações para mostrar, principalmente na recuperação física da cidade – que tinha até viaduto no chão, é bom lembrar – e na preparação para um 2020 de muitas realizações.

A economia do DF cresceu 1,8%, acima da média do país. Quais ações o senhor apontaria como as principais responsáveis por esse crescimento e o que a população pode esperar em 2020 na área econômica?

Desde a transição, todo nosso esforço foi para destravar a economia, oferecer segurança jurídica aos empresários e impulsionar ações do governo que pudessem gerar empregos e fazer o dinheiro girar. Reduzimos impostos, criamos oportunidades, fizemos parcerias e a resposta dos empresários foi imediata. Retomamos obras paradas, criamos novos postos de trabalho para recuperar a cidade que estava abandonada, movimentamos todas as áreas da economia e o resultado já pode ser sentido. Acredito que vem para valer em 2020, quando teremos um orçamento criado por nós mesmos, projetos para obras, ações para atrair empresas e muita movimentação. Será certamente um ano de grandes realizações.

Da relação com a Câmara Legislativa, o que tira de mais proveitoso nesse primeiro ano? Quais pautas e projetos considera essenciais e prioritários para 2020?

A Câmara Legislativa tem sido um aliado importante, só tenho a agradecer. Mesmo nos momentos em que tivemos que negociar, houve melhoria nas propostas. Há poucos dias mesmo tive uma conversa muito proveitosa com os deputados da oposição; mesmo não alinhados com o governo, eles não têm se furtado a reconhecer as boas políticas públicas para o Distrito Federal e nos obrigam a ser melhores. Temos aprovado os projetos de interesse da sociedade, como aconteceu no agora no final do ano, com uma série de ações importantes, como a liberação da construção de mais sete UPAs [Unidades de Pronto Atendimento] que vão ajudar a melhorar a saúde pública. É preciso registrar também a parceria que temos tido do Tribunal de Contas do DF [TCDF], que tem procurado ser um facilitador para o governo, contribuindo para que os projetos sejam melhores.

Historicamente, a saúde é o grande gargalo do cidadão de Brasília. Onde o senhor identifica estar o entrave desse atendimento e o que fazer para quebrá-lo?

É preciso reconhecer que a saúde pública avançou bastante neste ano. Investimos muito, mudamos parâmetros, criamos novos procedimentos, fizemos obras de recuperação, renovamos equipamentos e abastecemos as farmácias. A saúde foi o setor que mais investimos no governo, seja pagando débitos passados ou investindo em melhorias e contratações. Já são quatro mil novos servidores, várias unidades reformadas, centenas de leitos a mais. Mas este é um trabalho permanente, feito pouco a pouco, e que vai merecer ainda mais investimentos, principalmente nas equipes do Saúde da Família e nas Unidades Básicas de Saúde [UBS], para desafogar as emergências de hospitais e UPAs. Ainda há muita gente que tem uma dor de cabeça e não procura uma UBS, vai direto para um hospital. Mas há muito mais a ser feito; eu não vou desistir de oferecer uma saúde pública de qualidade para nosso povo.

Pensando hoje, quais seriam três grandes obras capazes de impulsionar o desenvolvimento da cidade e que o senhor espera deixar como legado desses quatro anos de governo?

Estamos trabalhando em grandes projetos, inclusive em parcerias público-privadas, como a Avenida das Cidades, que vai começar ali na altura do Setor Policial Sul, até Samambaia, passando por várias regiões, aproveitando o leito onde hoje está o linhão de Furnas. Só na obra devemos gerar mais de 80 mil empregos, além de criar um corredor de desenvolvimento extraordinário para o DF. Outro projeto que vai dar frutos rapidamente são as Áreas de Desenvolvimento Econômico [ADE], que estão recebendo investimentos de mais de R$ 200 milhões em obras de infraestrutura para que possam abrigar empresas de grande porte, que mudem a realidade econômica do DF. Muitas empresas já estão chegando, inclusive uma montadora de carros e centros de distribuição de grandes atacadistas. Mais difícil e desafiador será transformar o imenso descampado localizado atrás da Rodoferroviária numa extensão do Eixo Monumental, criando novas áreas para lazer, moradia e comércio e expandindo a cidade de forma organizada. Mas há muito mais a ser feito para melhorar o trânsito, como os viadutos do Sudoeste, de Itapoã-Paranoá, que será uma obra lindíssima, e do Riacho Fundo, melhorar a saúde e a educação, além de investir em uma segurança pública ainda mais inteligente e preventiva, com a instalação de câmeras, formando uma espécie de cerco eletrônico.

Desde os primeiros meses foi possível colher resultados positivos da implementação da gestão compartilhada em escolas públicas. Qual é o balanço que o senhor faz sobre este projeto, que é um dos principais da sua gestão?

O projeto é amplamente vitorioso. Você notou que praticamente não há mais oposição? Em qualquer lugar que eu vá, recebo o pedido de aumentar o número de escolas compartilhadas, que agora serão parte de um projeto nacional. Em todas as escolas que adotaram este regime o índice de violência e instabilidade caiu na mesma proporção em que subiram os índices de aproveitamento escolar. É importante dizer que este é um dos modelos de educação pública, e que sempre haverá opções para quem preferir outro. Não estamos impondo nada, apenas oferecendo uma opção diferente para pais e alunos que procurem um ambiente mais disciplinado.

O senhor conseguiu reduzir em meio ponto percentual as alíquotas do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no primeiro ano de mandato e quanto ao Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU), há alguma previsão? Se sim, de quanto será a redução?

Esta foi uma promessa que eu fiz e que estou cumprindo. O objetivo é reduzir ao máximo os impostos para que a gente possa impulsionar a economia, desonerando o cidadão. Já tínhamos reduzido o ITBI e outros impostos num trabalho que não vai parar. Será uma ação permanente de revisão de tributos e nosso próximo alvo é exatamente o IPTU, mas ainda não podemos fazer previsões sobre o total da redução, o que depende dos cálculos que os técnicos da Secretaria de Economia estão fazendo, já que é uma ação que exige muita responsabilidade.

O Distrito Federal tem uma grande força e apoio no funcionalismo público. Por outro lado, são necessárias medidas para diversificar a economia e renda. O Desenvolve-DF e as Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADE) são as principais apostas nesse sentido? Como atrair mais empresas e indústrias para o DF. O que será feito nesse sentido no próximo ano?

O DF já é uma região metropolitana, é a terceira maior conurbação do país, ou seja, deixou de ser dependente do funcionalismo há muito tempo e precisa diversificar sua economia, o que não é fácil por causa da pequena extensão territorial. Mas nós temos nossos atrativos e precisamos aproveitá-los. A localização privilegiada nos dá uma grande vantagem na logística de distribuição para a América Latina, temos sede de mais de 100 embaixadas e organismos internacionais que facilitam negócios com o exterior, temos uma qualidade de vida excelente, ou seja, tudo para atrair empresas e empreender. O que estamos fazendo é deixar essas qualidades ainda melhores, oferecendo segurança jurídica aos empresários, mostrando que aqui os contratos são cumpridos, que o governo é um parceiro. Os contatos que fizemos vão gerar frutos a partir de 2020, mas é o início de um trabalho que vai mudar a matriz econômica do DF para sempre.

Como está a questão do reajuste dos servidores para o próximo ano. O que será possível conceder em termos de benefício?

Primeiro, eu gostaria de agradecer aos servidores públicos por todo o trabalho que estamos desenvolvendo. Sem o empenho do servidor, nada do que está sendo feito seria possível. Todos estão acompanhando de perto o esforço que está sendo feito para melhorar o caixa do GDF e vamos negociar com as categorias com as cartas abertas. Temos que resolver a questão da terceira parcela, é uma responsabilidade que assumimos, mas tudo será feito com transparência e responsabilidade.

O GDF Presente é o governo em sua essência, resolvendo demandas emergenciais da comunidade como pintura de meio-fio, tapa-buraco e poda de árvores. Nesse sentido, de proximidade do cidadão, o que o governo espera para 2020. Ampliar o programa? Interligar as regiões administrativas? O que terá de novidade?

O programa ainda é recente, mas os resultados podem ser sentidos, principalmente nessa época de temporais e ventos fortes. Com a instalação de oito polos avançados de serviços, o atendimento é muito mais rápido. Num dos primeiros temporais, por exemplo, a W3 Norte ficou cheia de água na altura da 10/11 e, logo em seguida, a equipe da Novacap foi para o local e limpou tudo teve dezenas de árvores arrancadas, que ficaram caídas sobre as ruas, mas prontamente as equipes foram acionadas e resolveram o problema de forma emergencial. Também fomos bem com a operação tapa-buracos, que atende muito mais prontamente ao cidadão. O próximo passo é deixar o GDF Presente nas mãos do cidadão; por meio de um aplicativo de celular será ele a pedir o reparo ou uma poda, de forma direta. Vai tirar uma foto, que será georreferenciada, e enviar para uma central, para que o serviço seja feito o mais rapidamente possível. No final do processo, o cidadão recebe uma foto de volta mostrando o serviço feito.

Muitas áreas precisavam de reparos, entre elas o patrimônio e o bem público. O GDF está reformando as tesourinhas, iniciou a revitalização da W3, entregou o viaduto da Galeria dos Estados entre outros. O que podemos esperar mais nessa questão no zelo com a cidade?

Estamos num trabalho permanente de recuperação da cidade. Os viadutos já estão sendo revitalizados, inclusive na parte estrutural, para que a gente não tenha problemas como aconteceu no Eixão Sul, mas vamos além disso, entregando o Eixão inteiramente recuperado, melhorando as principais vias e também os monumentos da capital, como o Teatro Nacional, que vamos começar a reformar, o Museu de Arte, que já está em recuperação, e outros espaços, buscando parcerias com o governo federal, empresas e entidades empresariais. O objetivo é renovar o Distrito Federal.

O GDF vai ocupar o Centrad [Centro Administrativo], possui um grande projeto para a Avenida Hélio Prates, tem projeto de túnel em Taguatinga e vai entregar o viaduto na mesma região administrativa. Na sua gestão, a cidade vai passar por uma transformação na mobilidade e econômica. Poderia listar as grandes ações previstas para Taguatinga?

Taguatinga, aliás, toda a região – incluindo Ceilândia, Samambaia e Sol Nascente/Pôr do Sol –, não recebia investimentos significativos há muito tempo. Vamos inverter essa lógica. A ocupação do Centrad, que será feita a partir dos primeiros meses de 2020, vai transformar aquela região no que ela sempre mereceu ser, porque ali está o maior número de habitantes do DF. A presença dos órgãos de governo no local vai servir de indutor de desenvolvimento. Também faremos essas grandes intervenções viárias para acabar com o engarrafamento no centro de Taguatinga, criando uma área que vai dar orgulho aos moradores, servindo para impulsionar o comércio. Tenho certeza que teremos uma nova cidade a partir dessas obras.

O governo tem investido em parcerias público-privadas para gerenciar espaços públicos da capital. Quais são as prioridades de PPP para 2020? Financeiramente, quais os impactos de priorizar as parcerias aos cofres públicos?

Nós temos pelo menos sete grandes projetos de parcerias público-privadas prontos para serem implementados a partir de 2020. São investimentos vultosos que certamente vão impulsionar a economia como um todo, a partir das obras de implantação do grande boulevard da Arena. O estado não tem dinheiro para investir em obras como uma Avenida das Cidades, por exemplo, que deve custar em torno de R$ 8 bilhões; daí, a necessidade de buscar financiamento de grandes investidores, deixando os cofres do GDF para pagar as prioridades, que são saúde, educação e segurança.

Os índices criminais, de modo geral, tiveram redução significativa neste ano. A exceção é em relação ao feminicídio. De que forma o governo pensa em combater esse tipo de crime?

O trabalho da Secretaria de Segurança merece toda nossa admiração. O secretário Anderson Torres conseguiu colocar todas as forças no combate à criminalidade e os resultados foram espetaculares. Isso vai melhorar ainda mais com os investimentos que estamos fazendo em inteligência, instalando e interligando câmeras, reforçando o policiamento em áreas vulneráveis e iluminando melhor os pontos mais perigosos. Quanto ao feminicídio, é o tipo de delito que exige a participação de toda a sociedade, porque normalmente é um crime que acontece dentro dos lares. Fizemos campanhas incentivando delações dos amigos e vizinhos que vêm alguma coisa de errado com algum casal, mostrando a covardia das situações; neste caso a polícia precisa de ajuda para prevenir. Para 2020 queremos ter funcionando o botão do pânico, para que as mulheres tenham uma proteção mais efetiva no caso de agressão.

Cidades como Barcelona, Paris, Roma e Lisboa têm o turismo estruturado na valorização do Patrimônio Histórico, museus e atividades culturais. Brasília, prestes a completar 60 anos, tem grande potencial no setor. Qual a política de governo que agregue educação patrimonial voltada para o turismo?

Estamos encarando a cultura como negócio. É por isso que estamos nos aproximando das empresas de aviação, para trazer mais voos internacionais chegando e saindo de Brasília; estamos em contato com os estados da região, para ampliar a oferta de atrações para que o turista fique mais tempo; estamos recuperando espaços público para preservar o encantamento que a nossa capital provoca nos visitantes; e buscando sempre novidades. Uma dessas é o Museu do Futuro, que a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) está trazendo para a nossa capital. É um investimento muito alto, mas o retorno também será grande. E vamos investir cada vez mais no turismo cívico; a cerimônia da troca da bandeira já virou um grande evento mensal, vamos ampliá-lo, melhorá-lo, fazer dele uma celebração ao nosso país.

O que a população pode esperar de 2020?

Muito mais trabalho e realizações. Agora teremos o orçamento que foi planejado de acordo com as nossas necessidades, já temos projetos para obras e ações – em janeiro mesmo vamos lançar uma série de licitações – e a cidade vai ser surpreendida. Vamos concluir as obras de Vicente Pires, que causaram tanta comoção, resolvendo definitivamente o problema da cidade, que também está sendo regularizada, vamos concluir a infraestrutura do Sol Nascente/Pôr do Sol, entregar milhares de moradias, construir seis novos restaurantes comunitários, abrir mais sete UPAs. Teremos obras em todas as regiões do DF. Muitas obras.

Pedido da AGU para uniformizar jurisprudência sobre benefícios do INSS é admitido

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Pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para que a jurisprudência sobre a readequação de benefícios previdenciários concedidos pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) antes da promulgação da Constituição de 1988 foi admitido pela Terceira Seção do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).

Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) foi proposto pela AGU com o objetivo de solucionar controvérsias que se multiplicam sobre o tema no âmbito da 3º Região da Justiça Federal (que abrange os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul). A discussão gira em torno da aplicação dos tetos instituídos pelas emendas constitucionais 20/1998 e 41/2003 aos benefícios concedidos antes de 1988.

A Terceira Seção do TRF3 decidiu por unanimidade que os requisitos de admissibilidade do incidente estavam presentes e que a ausência de padronização oferece risco de ofensa à isonomia e à segurança jurídica, uma vez que casos semelhantes têm sido julgados de formas diferentes nas turmas. Os magistrados também determinaram a suspensão dos processos que tramitam na Justiça Federal da 3ª Região até que o mérito do IRDR seja julgado.

Tese

No pedido de IRDR, a AGU defende a fixação da tese de que entendimento consagrado pelo Supremo Tribunal Federal durante o julgamento do Recurso Extraordinário nº 564.354 – que tratou da possibilidade de readequação do teto – não alcança os casos anteriores à CF/88 e não autoriza a alteração da metodologia de cálculo dos benefícios concedidos antes da promulgação da Constituição.

A discussão tem potencial para atingir mais de 1,5 milhão de benefícios concedidos pelo INSS antes da Constituição Federal de 1988 – 633 mil aposentadorias e 848 mil pensões.

“A atuação é importante para evitar que o entendimento fixado pelo STF em um determinado contexto jurídico-normativo seja importado equivocadamente para outro contexto e possa abranger benefícios anteriores a 1988. O INSS entende que a pretensão formulada nesse número gigantesco de ações não merece ser acolhida e a melhor forma de resolver essa questão de uma maneira racional, isonômica e segura é por meio do incidente”, explica o procurador federal Fábio Monnerat, que atua no caso.

Iniciativa

O incidente foi proposto pela AGU como parte do projeto IRDR Proativo – inserido no Programa de Resposta Imediatas em Ações Previdenciárias (PRIAP) – da Procuradoria-Geral Federal, que tem como objetivo mapear as questões previdenciárias repetitivas, analisar a conveniência e oportunidade de propositura de IRDRs e definir um modelo de operação com procedimentos de preparação, atuação e elaboração.

“Esse modelo de operação proposto será muito útil o trato da eventual litigiosidade repetitiva que venha a surgir a partir da entrada em vigor das regras da nova previdência”, pondera Monnerat. 

Na fase inicial de efetivação do modelo, o projeto mapeou os principais temas repetitivos em matéria previdenciária, elegendo seis temas para execução a título de projeto piloto.  Para chegar aos temas foi feita uma análise junto a todos os órgãos de tribunais (de 2º grau e superiores). O IRDR admitido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região será o primeiro a ser analisado a partir da iniciativa.