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BRB doa R$ 7,5 milhões para combate ao coronavírus

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Dinheiro foi usado para compra de 150 bombas de infusão e 150 monitores para equipar UTIs no Distrito Federal

O BRB, por meio de seu instituto, entidade sem fins lucrativos, doou R$ 7,5 milhões  para a Supera-DF – campanha de arrecadação de recursos para o combate à pandemia da Covid-19. Com o valor, o BRB adquiriu 150 bombas de infusão e 150 monitores para equipar UTIs no Distrito Federal.

O movimento foi lançado no último dia 4, e pretende arrecadar R$ 25 milhões para a compra de insumos e respiradores no enfrentamento da pandemia.

O movimento conta com a participação de todas as empresas do Conglomerado BRB, e tem o apoio do GDF.

Nesta terça(21), Brasília completa 60 anos. Que tal presentear a cidade com uma ação de solidariedade?

Você pode doar qualquer valor, por depósito, boleto bancário ou cartão de crédito. Acesse aqui e participe.

Caixa abre 775 agências para serviços essenciais neste feriado

Agências ficarão abertas até as 12h

A Caixa abre 775 agências neste feriado, das 8h às 12h. O banco esclarece que o objetivo não é fazer atendimentos relacionados ao auxílio emergencial da pandemia do novo coronavírus, mas atender exclusivamente serviços sociais à população.

>> Confira a lista das agências que abrem nesta terça-feira (21).

As seguintes operações poderão ser realizadas: saque INSS sem cartão; saque de Seguro Desemprego/Defeso sem cartão e senha; saque Bolsa Família e outros benefícios sociais sem cartão e senha; pagamento de Abono Salarial e FGTS sem cartão e senha; saque de conta salário sem cartão e senha; e desbloqueio de cartão e senha de contas.

O auxílio emergencial, por sua vez, pode ser movimentado por meio da internet, destaca a Caixa. Por meio do aplicativo Caixa Tem, é possível pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como fazer transferências para outros bancos, sendo desnecessário o saque nesses casos.

Acesso

O banco informou que o fluxo de clientes está sendo controlado para manter distância de no mínimo um metro entre as pessoas. O acesso aos caixas eletrônicos também é limitado e a área externa das agências foram sinalizadas para garantir o distanciamento social.

Devido à liberação do auxílio emergencial, foram registradas na última semana grandes filas e aglomerações em frente a agências da Caixa em estados como Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

A Caixa diz ter reforçado o protocolo de limpeza das agências, priorizando superfícies de contato humano, como portas, maçanetas e vidros do entorno, teclados dos caixas eletrônicos, balcões de caixa e banheiros, que são limpos ao menos seis vezes ao dia.

Delmasso pede ao governador a nomeação de fisioterapeutas para ajudar no combate ao coronavírus

O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), encaminhou o ofício 103/2020 ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, solicitando a nomeação de fisioterapeutas para ajudar no combate ao COVID- 19 (coronavírus). O distrital aguarda a resposta do governador.

A comissão de aprovados para o cargo de fisioterapeuta do concurso de 2014 realizado pela Secretaria de Saúde do DF procurou o deputado com o intuito de buscar alternativas que viabilizem as nomeações. Em resposta ao requerimento da Comissão dos Aprovados de 2014, a chefia do Núcleo de Fisioterapia, com base em planilha enviada pela Secretaria de Saúde, informou que realizou diagnóstico situacional da rede e constatou a necessidade de 990 servidores para cobertura completa da rede pública de saúde.

Delmasso afirmou que a presença do profissional de fisioterapia é muito importante no tratamento do paciente com coronavírus. “O fisioterapeuta atua, entre outras formas, na evolução do paciente que necessita de ventilação mecânica com o objetivo de melhorar a capacidade funcional dos infectados, prestando assistência respiratória e reanimação cardiopulmonar”. disse.

“Brasília não foi desenhada para todos”, diz ex-presidente da Codeplan

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Processo migratório foi muito superior ao previsto na década de 1960

Por Gilberto Costa

A inauguração de Brasília, há 60 anos, foi um marco no processo de interiorização do país, que contou com um conjunto de fatores favoráveis – entre eles, a vontade política de Juscelino Kubistchek apoiada na racionalidade de planejadores que conceberam e construíram a cidade.

A hegemonia do desenvolvimentismo de JK não se estabeleceu sem resistência e sem crítica. Uma delas é a de que a concepção de Brasília foi falha e, apesar de idealizada como um projeto moderno, é uma grande cidade tipicamente brasileira, que padece de problemas agravados pela desigualdade social, como a dificuldade de acesso aos serviços de saúde pública e ao transporte coletivo. Brasília não é uma “ilha da fantasia” em comparação ao Brasil.

Para falar desses assuntos, a Agência Brasil entrevistou o diretor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), Lucio Remuzat Rennó Junior.

Com doutorado na Universidade de Pittsburgh (EUA) e pós-doutorado em estudos latino-americanos no German Institute for Global and Area Studies, em Hamburgo (Alemanha), Lucio Rennó foi presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), entre 2015 e 2018, onde chefiou diversas pesquisas sobre a população e a qualidade de vida em Brasília.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista.

O projeto de trazer a cidade para o interior do país é bastante antigo, por que só foi se concretizar em 1960?
Tem muito a ver com o momento histórico, com a fase que o Brasil se encontrava. Era uma fase de expansão econômica, de expansão de sua presença no continente e como potência regional. O espírito do tempo era desbravador. Era um momento pós-Segunda Guerra Mundial e de estabilização das economias da América Latina. Uma janela de oportunidades que foi aproveitada por uma liderança política extremamente ambiciosa e pouco acomodada. Foi uma convergência desses fatores, também aproveitados por planejadores, que mudaram em parte a geografia humana no Brasil, que tinha à época a população mais concentrada na faixa litorânea.

Juscelino Kubistchek escreveu, em um artigo publicado no ano de sua morte (1976) que somente em 1970 cessaram as ideias de retornar a capital para o Rio de Janeiro. O escritor e cartunista Millôr Fernandes dizia que Brasília era “o desnecessário se tornando irreversível”. Por que a transferência da capital foi recebida com antipatia por alguns setores da sociedade e da política?
Era um problema mais acentuado para as elites políticas, culturais e econômicas que estavam situadas no Rio de Janeiro ou que tinham o Rio como sua base. É óbvio que enxergavam a transferência da capital como perda de influência e de peso político. A resistência tem a ver com a disputa de poder regional, com a preocupação legítima da população do Rio com a perda de status de capital e dos benefícios decorrentes. Toda mudança no que tange a administração pública é acompanhada de resistência. Não existe mudança consensual quando afeta o status quo. A vinda para Brasília interferiu também na vida pessoal de quem trabalhava na administração pública. Essas pessoas teriam que vir para um lugar pouco desenvolvido, que não tinha o charme do Rio de Janeiro, uma cidade muito ativa culturalmente e cheia de alternativas de lazer e entretenimento.

É comum se ouvir que Brasília é uma “ilha da fantasia”. Mas os indicadores de desigualdade socioeconômica e problemas como os de transporte público, comuns em outros lugares do país, assinalam que não é bem assim. Em quem sentido somos, ou já fomos, uma ilha da fantasia? Em que sentido somos uma autêntica capital do Brasil?
O conjunto do Distrito Federal e as adjacências não têm nada de ilha da fantasia, pelo contrário. Porém, se pensar exclusivamente na qualidade de vida da região administrativa do Plano Piloto, Lago Sul, Lago Norte, Sudoeste e Noroeste, há, de fato, uma situação muito privilegiada. Temos, portanto, uma ilha da fantasia dentro do Distrito Federal, comparando essas áreas com outras regiões administrativas. Esse círculo, que corresponde ao centro da capital, é muito afluente e é comparável a países desenvolvidos. O DF é caracterizado por essa concentração de riqueza, de atividade econômica e dos melhores empregos. O outro lado da moeda mostra que somos muito desiguais. Nos círculos que vão se distanciando da área central, há um nível de renda mais baixo e de qualidade de vida muito inferior. O Distrito Federal é uma das unidades da Federação mais desiguais por causa desses atributos. Se a gente coloca nessa conta a região metropolitana, que fica em Goiás e chamamos de Entorno do DF, especialmente nos municípios ao sul e sudeste do Distrito Federal, aí a situação é muito mais grave. Nas saídas para Goiânia, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, há um adensamento populacional enorme com oferta insuficiente de serviços, e que faz com que as pessoas que moram nesses lugares tenham que ter um movimento pendular para trabalho e para uso dos serviços públicos e privados. Isso torna os problemas de mobilidade e de transporte público ainda mais acentuados.

A configuração dessa desigualdade acompanhou o processo de ocupação do DF. Mas o projeto de Brasília previa que dois terços da massa de imigrantes que veio para cá construir a cidade seria absorvida no futuro, mesmo com baixa escolaridade e qualificação, pela administração pública, pelo comércio local ou pela indústria ou lavoura incipientes. O planejamento também acreditava que um terço retornaria às suas regiões de origem, de onde saíram para terem oportunidades melhores. Em sua concepção, Brasília já era elitista?
Brasília foi pensada para ser única e exclusivamente sede de governo. Para abrigar as pessoas que viriam para cá para trabalhar no Estado e, secundariamente, para as atividades de apoio e de sustento à população dedicada à burocracia. A cidade não foi desenhada para todos. Tinha um setor específico da sociedade em mente. Nesse sentido, de um propósito para ser construída, pode-se dizer que Brasília já era elitista. É possível dizer que houve equívocos ou problemas na construção de cenários e de simulações sobre como ocorreria o processo de ocupação do território. Tudo isso foi feito prevendo que o fluxo migratório não teria o volume que acabou tendo. Apesar de saber que um dos motivos para a transferência era justamente povoar uma área considerada deserta e diminuir a pressão populacional nas cidades litorâneas. É meio contrassenso: planejou-se criar o fluxo migratório, mas, de certa forma, não se esperava que esse processo tivesse tanto sucesso. A área metropolitana, que envolve o DF e o Entorno, tem hoje 4 milhões de pessoas. O processo migratório posterior aos anos 1960 foi muito acentuado, em especial nos anos 1980 e 1990. Isso estimulado por políticas habitacionais e a criação de novas regiões administrativas, as antigas cidades satélites. Não sei se a gente pode culpar os planejadores. O crescimento e o adensamento populacional foram muito superiores ao que era previsto. Isso gerou problemas de gestão dos equipamentos públicos e de qualidade dos serviços públicos na cidade.

Como esse adensamento repercutiu na qualidade de vida do DF?
Esse adensamento foi provocado pela ocupação ilegal do território, com grilagem de terra. A usurpação da terra pública teve um efeito devastador na qualidade de vida em Brasília. A grilagem aconteceu tanto para os ricos quanto para os pobres. Não houve só invasão em periferias, mas em áreas como os condomínios. Esse processo foi coordenado, não foi espontâneo. Tinha gente vendendo terra ilegalmente, que é muito cara no DF. Essas pessoas cercavam áreas públicas e vendiam. Não vamos romantizar a disputa de espaço na periferia. Ela aconteceu de maneira criminosa como se deu em áreas que foram ocupadas pelas elites. Esses atos foram prejudiciais para a cidade como um todo e benéfico apenas para os criminosos que fizeram grilagem de terra. Durante muito tempo, o Estado foi conivente com esses processos. Fez vista grossa. Hoje, a situação está consolidada e não têm mais reversão. Essas áreas afetam a sobrecarga que comprometem a oferta de serviços públicos. Na saúde, isso é um problema gritante. Na mobilidade, também é um problema enorme. Isso não foi culpa dos planejadores da cidade, mas de gestões posteriores que adotaram políticas que estimularam a oferta de habitação descontrolada e foram tolerantes com elementos de corrupção associados com os processos de especulação e grilagem que ocorreram ao longo da nossa trajetória. Temos que ter isso em mente para entender os desafios que a cidade tem hoje.

O senhor é um pesquisador acadêmico e durante algum tempo esteve à frente da Codeplan. O que mais o surpreendeu positivamente e negativamente sobre a cidade nesse período que foi gestor
O período que eu estive à frente da Codeplan coincidiu com a mais grave crise econômica do país. Os anos de 2015, 2016 e 2017 foram muito difíceis com aumento de desemprego, de perda de renda das famílias. Um período ruim para a população do DF e para toda a população brasileira. O lado ruim foi a magnitude da crise sobre as pessoas mais pobres, que sofreram perda de renda e, assim, aumentaram as desigualdades. No final quem paga a conta são os pobres. Isso não tem a ver só com Brasília, as crises econômicas transformam as pessoas que são pobres em pessoas miseráveis e sem condições de comer. Por outro lado, aprendi coisas interessantes e positivas sobre o Distrito Federal. Uma delas, que é o outro lado da moeda, é que por causa do alto poder aquisitivo há grau de prosperidade perene que atenua as crises. Consumimos em nível elevado. Alguns setores da economia local tiveram resultados positivos de crescimento durante aquela crise econômica. Por exemplo, o setor de saúde privada, que é importante dado o envelhecimento da população. As áreas de entretimento, lazer e cultura também são muito pujantes no DF. Tudo isso está relacionado à nossa capacidade de consumo. Isso nos dá alento no sentido de tentar ampliar a diversidade da nossa economia, o que é um desafio que precisa ser superado.

Testagem para Covid-19 na população começa nesta terça-feira

Postos de atendimento funcionarão no Plano Piloto e em Águas Claras nesta primeira fase da ação. Cerca de 100 mil testes serão aplicados inicialmente

A Secretaria de Saúde vai iniciar, nesta terça-feira (21), a testagem para Covid-19 na população do Distrito Federal por meio do serviço de drive thru. Essa modalidade de teste tem como objetivo evitar aglomerações e, consequentemente, reduzir a transmissão do coronavírus. Serão cerca de 100 mil testes aplicados inicialmente.

QUEM DEVE FAZER O TESTE

A primeira fase da iniciativa será voltada às áreas do Plano Piloto e de Águas Claras, porque são as regiões com mais registros da doença.

O grupo prioritário para testagem será das pessoas com sintomas de gripes, entre eles febre. É importante que essas pessoas estejam com sintomas há sete dias, no mínimo, de acordo com especificações técnicas dos fabricantes dos testes.

Todos os usuários devem levar documento de identificação e comprovante de residência.

Os atendimentos serão feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, em pontos específicos das duas regiões administrativas.

CONHEÇA OS LOCAIS DE TESTAGEM

– Unieuro Águas Claras
– Uniplan Águas Claras
– Residência Oficial do Governador
– Estádio Nacional de Brasília Mané Garricha
– Estacionamentos do Parque da Cidade

A previsão é de que mais pontos de testagem sejam abertos nos próximos dias.

COMO FUNCIONARÁ A TESTAGEM

Todos serão cadastrados na entrada do drive thru e passarão por triagem de temperatura, por meio de câmera térmica, feita pelo Corpo de Bombeiros. Aqueles que não apresentarem sintomas não farão a testagem.

O atendimento será por ordem de chegada, dentro do veículo, em que é proibido descer sem orientação da equipe de saúde. Também é recomendado que a população utilize máscaras faciais já na saída do domicílio, e que cada carro tenha, no máximo, quatro pessoas.

Todos os profissionais de saúde e de apoio utilizarão equipamentos de proteção individual (EPIs) em todas as etapas do atendimento de drive thru.

Será de responsabilidade exclusiva dos profissionais de saúde, devidamente identificados, a aplicação dos testes.

A Secretaria de Saúde montou equipes com o apoio de técnicos de enfermagem e enfermeiros do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF).

SERÃO DOIS TIPOS DE TESTES

Todos os testes utilizados nesta ação são para detecção, exclusiva, do coronavírus. No entanto, são diferentes na hora de colher o material.

Teste sanguíneo: coleta-se uma gota de sangue, a exemplo da medição de glicemia (taxa de açúcar no sangue). A partir desta gota de sangue é possível detectar a presença de anticorpos (IgG e IgM), que são defesas produzidas pelo corpo humano contra o vírus que causa a Covid-19. O resultado sai em até 30 minutos e será fornecido ao usuário após a coleta.

Teste swab: coleta-se material da garganta e do nariz do paciente, por meio de um cotonete (swab) analisado em laboratório. O resultado sai em até 48 horas, liberados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF).

Todos os casos confirmados devem ser notificados.

 

GDF finaliza a revitalização das tesourinhas

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Primeiro lote é entregue a população

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) finalizou, nesta segunda-feira (20), as obras de revitalização no conjunto de tesourinhas localizadas nas  quadras 15/16 Norte. No local, que já está aberto para circulação de veículos, foram efetuados reforços na parte estrutural dos viadutos, que nunca sofreram intervenção nesses 60 anos, além de sinalização, pintura e aumento na rede pluvial.

Outros dois conjuntos de tesourinhas que também estão em  reforma, localizados nas quadras 7/8 Norte e 3/4 Sul terão sua parte estrutural concluída nesta segunda-feira e, a partir desta quarta-feira (22), seguem para obras de urbanização, com previsão para serem entregues à população na próxima quinta-feira (23).

Cláudio Nelson Brandão, diretor de edificações da Novacap, explica que todas as tesourinhas  passaram por reforço e que a demora na entrega desses primeiros conjuntos, inicialmente prevista para março, é devida a deterioração das estruturas, que, na Asa Sul eram revestidas, o que escondia a real condição das mesmas. Ele ressalta que, em razão das péssimas condições internas, o  conjunto de tesourinhas localizado nas quadras 15/16 Sul será liberado somente no início de maio.

“A priorização dos primeiros conjuntos a  receberem  reforma,  respeitou um relatório feito pelo Tribunal de Contas do DF, que apontava maior periculosidade em algumas estruturas. Mas, quando começamos a retirar os revestimentos nos surpreendemos com a deterioração dessas obras-de arte. Algumas ofereciam risco real à segurança dos transeuntes”, assegurou o diretor de edificações.
                                                                                                                                                                                                                                Próxima Fase                                                                                

Com a entrega dos primeiros lotes de tesourinhas, onde se concentram 16 passagens, a Novacap passa  para a segunda fase do projeto, onde serão reformados mais quatro conjuntos.  Os viadutos 5/6 e 11/12 Norte já estão interditados, as obras  tiveram início hoje. Na Asa Sul  a reforma será nas passagens  13/14 e 7/8, e  começam na próxima semana.

Todas as 96 passagens sob o Eixão Rodoviário e os eixinhos (L e W) passarão por reforço estrutural, revitalização e pintura, ao custo total de R$ 7.337.888,95. As ações serão simultâneas em quatro entrequadras por vez, duas na Asa Sul e duas na Asa Norte.

 

Estruturas do Iges-DF atendem 10,7 mil pacientes

Gestores de saúde inspecionam novos leitos no Hospital Regional de Santa Maria: DF reforça estrutura para enfrentar a Covid-19 | Fotos Breno Esaki / SES

Do total, foram confirmados 5.055 casos. Unidades funcionam ao lado do Hospital de Santa Maria (HRSM) e de seis UPAs

De 17 de fevereiro a 19 de março, as estruturas especiais montadas pelo Instituto de de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) atenderam mais de 10,7 mil pessoas com suspeita de dengue. Do total, 5.055 casos foram confirmados.

O diretor–presidente do Iges-DF, Sergio Costa, destacou que é importante a contribuição da comunidade para combater à dengue. “Essa também é uma responsabilidade da população. Precisamos da contribuição das pessoas, limpando as residências e eliminando a água parada”, disse.

As unidades que atendem pacientes com suspeita de dengue estão funcionando ao lado do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – sendo que, no Núcleo Bandeirante, a estrutura deixou de atender casos de dengue e passou a atender exclusivamente, desde 23/3, casos suspeitos da Covid-19.

Recorte mensal
No mês de fevereiro, do dia 17 ao dia 29, mês em que apenas duas estruturas tinham sido montadas ao lado das UPAs de Ceilândia e Sobradinho, foram 1.069 atendimentos, sendo 454 positivos.

A tenda que mais atendeu nesse período foi a montada ao lado da UPA de Ceilândia, onde foram realizados 570 atendimentos, sendo pelo menos 285 casos confirmados. Na tenda ao lado da UPA de Sobradinho, foram 499, sendo 169 positivos.

No mês de março, do dia 1º ao dia 31, quando mais cinco estruturas foram erguidas ao lado das UPAs do Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e no Hospital Regional de Santa Maria, foram realizados 5.268 atendimentos – sendo 2.407 casos confirmados. Em março, a tenda que mais atendeu foi a de Ceilândia, com 1.563 consultas e 586 casos confirmados.

Em abril, de 1 a 20, foram 4.439, sendo 2.194 casos confirmados.

Salas de triagem
O modelo de atendimento é similar em todas as tendas montadas pelo Iges-DF. São 50 metros quadrados e as estruturas contam com sala de triagem, consultório médico, 10 leitos de hidratação venosa e sistema de ar condicionado. Nos locais, é possível fazer o diagnóstico clínico, teste rápido e teste laboratorial e hidratação dos pacientes.

As tendas contam com médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros, técnicos de laboratório, analistas de laboratório, auxiliares de atendimento e auxiliares de serviços gerais para fazer a limpeza.

O funcionamento é das 7h às 19h, todos os dias e, se necessário, o horário pode ser estendido para 24h por dia.

INSS cria serviço para ajustar marcação de perícia médica

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A medida tem por objetivo garantir o atendimento aos segurados

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) criou um serviço para que os segurados façam acertos na marcação de perícia médica. A medida tem por objetivo garantir o atendimento aos segurados.

Nesse sentido, o INSS publicou portaria no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20), que trata do assunto.

O serviço está disponibilizado exclusivamente para requerimento pela Central 135 a fim de que possa ser realizado filtro prévio antes da criação da demanda.

Caesb fará interligação de tubulações em Taguatinga

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Em função desse serviço, que demanda recursos de mais de R$ 19,7 milhões, fornecimento de água será suspenso das 22h de quinta-feira (23) às 6h de sexta (24)

A Caesb fará, nesta semana, a interligação de tubulações da obra de setorização em Taguatinga. Mesmo durante a pandemia, os trabalhos não podem parar. A ação será empreendida no período das 22h de quinta-feira (23) às 6h de sexta-feira (24), para não gerar nenhum incômodo à população.

Confira, abaixo, as localidades contempladas com o serviço.

  • QND 01 a 60 (todas as quadras, entrequadras e comércio local)
  • QNE 01 a 35 (todas as quadras, entrequadras e comércio local)
  • Quartel da PM
  • QNG 01 a 38 (todas as quadras, entrequadras e comércio local)
  • CND 01 a 06
  • QNJ 01 a 56
  • QNL 02 a 12 (pares – todas as todas as quadras, entrequadras e comércio local)
  • QNL 01 a 23 (ímpares – todas as quadras, entrequadras e comércio local)
  • QNM 34 a 42 (pares – todas as quadras, entrequadras e comércio local)
  • Setor de Oficinas de Taguatinga Norte
  • QNH (todas as quadras, entrequadras e comércio local)
  • Setor Gráfico de Taguatinga
  • Detran-DF (Unidade de Taguatinga)
  • Delegacia da Polícia Civil da QNL
  • Setor de Indústria de Taguatinga
  • QI (todas as quadras)

As obras de setorização, informa a companhia, são de extrema relevância para o DF, como uma estratégia para reduzir perdas de água tratada. Em Taguatinga, o sistema será implantado em parte da cidade, beneficiando 160 mil pessoas. O investimento é de R$ 19.750.954,17, recursos provenientes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

160 milTotal de pessoas beneficiadas com as obras de setorização

Operação automatizada

O projeto de setorização prevê a instalação de trechos de rede de água, macromedidores e válvulas redutoras de pressão. Esses equipamentos permitirão o controle a distância da operação do sistema, adequando a pressão na rede e identificando, pelo sistema on-line, possíveis vazamentos. Essa operação automatizada diminuirá as perdas na rede de água.

Haverá ainda a substituição de redes, proporcionando melhorias na qualidade da água entregue. A obra contempla 12 setores de medição e controle, além da construção de 140km de redes de distribuição de água para setorização, variando entre os diâmetros de 60mm e 500mm. Também está prevista a substituição de 78,4km de rede.

Reservas dos usuários

A Caesb lembra, ainda, que o artigo 50 da Resolução n° 14 da Adasa, de 27 de outubro de 2011, estabelece que os usuários devem contar com reserva de volume mínimo correspondente ao consumo médio diário. A resolução trata das condições da prestação e utilização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Distrito Federal. Com isso, os usuários não são afetados por interrupção no fornecimento de água.

Segundo a resolução da Adasa, o usuário é responsável também pela limpeza e desinfecção da instalação predial de água e do reservatório predial antes da ligação definitiva, bem como, posteriormente, pela limpeza e desinfecção semestral do reservatório predial.

Feliz aniversário, Brasília!!!

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A beleza que resiste a qualquer tempo difícil | Foto: Secom / Reprodução de vídeo

Secretaria de Comunicação divulga campanha de aniversário de Brasília

A festa vai ficar para depois. Mas os 60 anos de Brasília merecem ser comemorados por cada um de nós que nasceu, vive e ama esta cidade linda, cheia de oportunidades, repleta de brasileiros de todos os cantos, mas que já tem até sotaque próprio. São tempos difíceis, em que até os abraços e beijos devem ser evitados, mas que mostram a solidariedade da nossa gente. É por causa dessa força que a gente pode dizer de peito aberto: parabéns, Brasília.

https://youtu.be/cXz6xcrBpy8