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Exoneração de Regina Duarte é publicada

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Decreto está no Diário Oficial de hoje (10)

O presidente Jair Bolsonaro exonerou hoje (10) Regina Duarte do cargo de secretária especial da Cultura do Ministério do Turismo. O decreto foi publicado no Diário Oficial da UniãoA atriz tomou posse na secretaria em 4 de março.

saída de Regina foi anunciada no dia 20 de maio, mas formalizada apenas nesta quarta-feira (10). Naquela ocasião, Bolsonaro informou que ela assumiria o comando da Cinemateca Brasileira, em São Paulo, mas ainda não houve nomeação oficial. A instituição, ligada à Secretaria Especial da Cultura, é responsável pela preservação da produção audiovisual do país.

Merenda escolar: GDF assina contrato com agricultores familiares

Assinatura dá pontapé inicial à mudança no modelo de gestão da alimentação nas escolas

O novo modelo de gestão da alimentação escolar começa a ser desenhado pelo Governo do Distrito Federal. Na tarde desta terça-feira (9), um ato no Palácio do Buriti, formalizou a assinatura de 17 contratos que vão garantir frutas e hortaliças na merenda dos alunos das escolas públicas do DF.

Com um investimento de R$ 25 milhões, o GDF está beneficiando 3 mil produtores da agricultura familiar e garantindo alimentação saudável aos estudantes da capital.

Até então, os fornecedores de produtos oriundos da agricultura familiar do DF eram agraciados com contratos em torno de R$ 12 milhões – recursos garantidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Em audiência pública realizada em março deste ano pelo GDF, a promessa do governo foi de usar toda a verba do programa – mais de R$ 40 milhões – em benefício dos agricultores. O que começou a se cumprir com a assinatura dos primeiros contratos. “Um fomento à cadeia produtiva, à geração de emprego e renda, em um momento tão delicado e necessário”, frisou o subsecretário de Infraestrutura e Apoio Educacional (SIAE), Cláudio Nelson.

Uma segunda leva de contratos serão assinados, até o próximo mês, com produtores de laticínios e ovos. O governo já deu andamento no chamamento público, que é o trâmite inicial para chegar ao ato de assinatura dos documentos. Serão investidos neste setor cerca de R$ 20 milhões, totalizando, assim, o total doss recursos do PNAE a serem usados para a alimentação escolar dos estudantes do DF. “Um grande benefício para a agricultura familiar e para a merenda dos alunos”, garantiu a presidente do Sindicato dos Floricultores, Fruticultores e Horticultores do DF (Sindifhort), Sandra Vitoriano.

De acordo com o vice-governador Paco Britto, que comandou o ato de assinatura dos contratos, o novo modelo do programa de alimentação escolar do DF será totalmente implantado até o final de 2022. Mas, a primeira das grandes mudanças realizadas teve início com a garantia de 100% dos recursos do PNAE à agricultura familiar. “Essa política pública favorece os produtores que serão beneficiados com um volume maior de compra e, como havia sido prometido, eles [os agricultores] continuarão a receber diretamente do governo, sem intermediação”, assegurou.

Para Sandra Vitorino, mais um acerto do GDF, já que o novo modelo de gestão da merenda escolar prevê a diminuição dos contratos vigentes hoje com a Secretaria de Educação – cerca de 70. “A agricultura familiar ficou de fora da mudança, que é benéfico e não coloca os agricultores como reféns de pagamento de empresas”, pontuou.

Segundo o secretário de Agricultura, Luciano Mendes, a ação do governo é “simbólica e concreta”. “Beneficia não apenas trabalhadores do campo do DF, mas é o DF investindo diretamente em produtores de toda a RIDE [Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno]”, disse. Ele lembrou que o DF é a única Unidade da Federação a superar o repasse mínimo de 30% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da educação (FNDE) para o PNAE.

Paco destacou, ainda, que a assinatura dos contratos mostra o respeito e compromisso do governo com o produtor do Distrito Federal. E que, a mudança na gestão da alimentação escolar já será sentida pelos estudantes da rede pública assim que as aulas forem retomadas. “O compromisso nesta tarde é com os estudantes, que terão garantido no prato uma refeição de qualidade e nunca mais teremos notícias de aluno que desmaiou de fome em escola ou merenda que sirva bolachinha”, afirmou. “Nossas crianças e jovens terão refeição digna de estudantes da capital do país”.

 

Governo do DF propõe auxílio de R$ 1.200 para motoristas de transporte escolar e turístico

Benefício emergencial atenderá a cerca de 1.700 permissionários durante os próximos dois meses; projeto será encaminhado para a CLDF nesta quarta (10)

O governador Ibaneis Rocha anunciou, na noite desta terça (9), um auxílio emergencial de R$ 1.200,00 para motoristas de transporte escolar e de turistas do DF. O investimento, de cerca de R$ 6 milhões, atenderá a cerca de 1.700 permissionários que, segundo a categoria, estão aptos a receber a quantia. O GDF irá encaminhar o projeto na manhã desta quarta (10) para aprovação da Câmara Legislativa do DF.

A condução do cadastro dos permissionários e concessionários e a liberação dos recursos será feita pelo BRB. A medida foi anunciada após um dia de reuniões entre representantes de sindicatos, associações e cooperativas da categoria com o governador Ibaneis Rocha, com o vice-governador, Paco Britto, e com o secretário de Atendimento à Comunidade, Severino Cajazeiras.

Três representantes da categoria estiveram presentes na cerimônia e se emocionaram muito com o anúncio da concessão do auxílio emergencial. Após o ato, eles se dirigiram à Praça do Buriti, onde centenas de motoristas estavam concentrados desde o início da manhã desta quarta (9) aguardando o desfecho das reuniões, e o anúncio do benefício também gerou festa.

“Nós sabemos da dificuldade financeira pela qual passa o Distrito Federal. Isso aqui é um trabalho conjunto que vai gerar a possibilidade da gente cuidar dessas pessoas. Tenho certeza, com o apoio de todos, a gente vai conseguir ao menos minimizar a dificuldade que vocês estão passando”, afirmou Ibaneis aos representantes da categoria.

“Hoje o senhor está honrando o seu compromisso de governar para os mais pobres”, enalteceu Mazon Simões, presidente do Sindicato dos Transportes Escolares do Distrito Federal. “Quero agradecer de coração porque desde o primeiro momento que nós viemos pedir socorro aos senhores, nós fomos bem recebidos e podemos testemunhar o quanto a sua equipe é competente e honrada. Não temos palavras para agradecer”.

O presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Rafael Prudente, destacou o trabalho realizado pelo Executivo na condução das conversas e negociações e o momento de união em torno das dificuldades geradas pela pandemia. “Nós estamos juntos, governo e Câmara Legislativa, no mesmo barco chamado DF, e temos que, juntos, defender essas pessoas. Encaminhando esse projeto até amanhã de manhã, nós votaremos amanhã mesmo, em primeiro e segundo turno”, ressaltou o parlamentar.

O deputado distrital Valdelino Barcelos também agradeceu o GDF pela concessão do benefício aos motoristas de transporte escolar e de turistas: “Isso veio na hora certa. Nós temos outros transportes que a gente tem que controlar, mas a situação de vocês é a pior de todas”.

Pirâmides, clubes de bitcoins e os aspectos criminais dos golpes financeiros

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Jorge Calazans*

Os crimes e golpes financeiros no Brasil estão num viés crescente nos últimos anos. As chamadas pirâmides são utilizadas por criminosos para “fisgar” vítimas sob a promessa de retorno expressivo de dinheiro em um curto espaço de tempo. E as moedas digitais são as novas ferramentas utilizadas por estelionatários. O país é considerado o maior mercado de criptomoedas de toda a América Latina. No ano de 2019, foram aproximadamente 10 bilhões de negociações em bitcoins. É a primeira vez que a marca é ultrapassada, o recorde anterior era de R$ 8 bilhões em 2017, ano em que a moeda virtual teve sua maior popularidade e valor de mercado.

A popularização desse mercado exponencial é uma excelente oportunidade para golpistas. Os criminosos criam supostos fundos/clubes de investimentos e prometem ganhos espetaculares para quem decide aderir à velha pratica da pirâmide financeira.

Pirâmides financeiras são proibidas no Brasil e configuram crime contra a economia popular (Lei 1.521/51). Com promessas de retorno expressivo em pouco tempo, essas e outras modalidades são consideradas ilegais porque só são vantajosas enquanto atraem novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso.

Especialistas contabilizam mais de 100 casos suspeitos em atividade no Brasil. Recentemente em Santos, no litoral de São Paulo, milhares de pessoas foram supostamente lesadas em um esquema de metodologia “Madoff”, assim denominado em virtude da sua forma ser inspirada nos golpes de Bernard Madoff, operador renomado de Wall Street e fundador da Bernard L. Madoff Investment Securities LLC, que foi condenado a 150 anos de prisão no dia 29 de julho de 2009, acusado de estar por trás de um esquema multibilionário e fraudulento conhecido como Ponzi.

Como as pirâmides, o esquema “Ponzi” que infelizmente é muito comum, oferece um rendimento muito acima do mercado e necessita de cada vez mais investidores para se tornar sustentável e pagar os mais antigos. O denominado Madoff é um subtipo do esquema Ponzi, sendo menos comum no Brasil, pois diferentemente dos golpes convencionais, este tipo de ação oferece rendimentos que são plausíveis aos olhos de investidores mais informados, geralmente oscilando entre 1 a 5% de ao mês. Além de projeções de rendimento tentadoras, as propostas de investimento geralmente vêm acompanhadas da expressão “retorno garantido”.

Outro caso recente aconteceu na cidade de Lorena, interior de São Paulo, no qual cerca de 7 mil investidores da SFO Holding, que tiveram a promessa de que ao emprestar seu dinheiro à empresa teriam lucros de no mínimo, 7% de juros ao mês, valor muito acima de outros investimentos no mercado.

Importante destacar que em todos esses casos os ganhos prometidos estão muito acima do mercado. O investidor deve desconfiar de qualquer empresa que prometa investimento em bitcoin com “retorno garantido”. O bitcoin é uma moeda virtual e como qualquer moeda, está sujeita a oscilações, para cima e para baixo. No caso da empresa sediada em Santos, o investimento mínimo era de R$ 30.000,00 e retorno inicial a partir de 3% ao mês. A empresa alegava que os ganhos eram gerados a partir de operações de arbitragem na compra e venda de moedas virtuais nas principais plataformas de negociação em todo o mundo.

O resultado é que milhares de brasileiros estão sendo vítimas destes golpes e, muitas vezes, perdendo todo o rendimento financeiro conquistado durante toda a vida. Recrutamento de grandes e renomados investidores para dar mais credibilidade ao seu negócio, bem como ausência de transparência sobre o mecanismo que permite os lucros acima do mercado, ou histórico que comprove a veracidade das operações, são usuais nessa modalidade de crime previsto no artigo 2º da Lei nº 1.521 de 26 de Dezembro de 1951, que prevê pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.

Além do crime mencionado, uma série de outros delitos pode ser atribuído aos golpistas de pirâmides e esquemas Ponzi travestidos de clubes /grupos de investimento em criptomoedas, dentre eles o crime previsto do artigo 27 E da Lei de Mercado de Capitais (Lei 6385/1976), que penaliza com detenção de seis meses a dois anos quem exerce ainda que a título gratuito, no mercado de valores mobiliários, a atividade de administrador de carteira, agente autônomo de investimento, auditor independente, analista de valores mobiliários, agente fiduciário ou qualquer outro cargo, profissão, atividade ou função, sem estar, para esse fim, autorizado ou registrado na autoridade administrativa competente, quando exigido por lei ou regulamento.

Também pode recair em crimes contra a ordem econômica, previstos na Lei 8137/1990, bem como no crime de estelionato previsto no artigo 171 do Código Penal, com pena de reclusão prevista de um a cinco anos.

No tocante a esfera federal, os acusados poderão vir a responder pelos crimes previstos no art. 4º (gestão fraudulenta), no art. 7º, II e IV (negociação de valores mobiliários sem autorização ou registro prévio), art. 16 (fazer funcionar instituição financeira sem autorização legal), todos da Lei 7.492/86, art. 288 do Código Penal (associação criminosa) e lavagem de dinheiro.

Com modos usuais, as pirâmides financeiras e esquemas “Ponzi” costumam ter fases comuns que inicia com uma euforia quando o número de investidores está crescendo, e os mais antigos estão sacando, passando por um momento onde os investimentos se estabilizam e a empresa começa a atrasar os saques. Uma terceira fase ocorre, quando não consegue pagar os resgates e cria justificativas, como problemas operacionais e até ataques de hackers ou desvios de recursos. Já numa quarta fase, vai enrolando os investidores, afirmando que os valores serão pagos, mas os problemas operacionais não permitem, e pede mais uma semana, um mês ou alguns dias, desembocando em uma fase final. É quando existe uma admissão de quebra e oferece um contrato de confissão de dívida para o investidor, dando a ilusão que ele terá uma garantia de que receberá.

Na esfera criminal, medidas devem ser tomadas visando assegurar futura indenização das vítimas da infração penal. O fito precípuo de tais medidas é o de, em sentido amplo, garantir a satisfação, em caso de condenação, de eventual pena de multa, custas processuais, ressarcimento dos danos causados pela perpetração delitiva, bem como conferir eficácia às decisões que refreiam a sofisticação dos atos de mascaramento de organizações criminosas. O sequestro, o arresto e a hipoteca legal são os tipos de medida assecuratória que estão normatizados no Código de Processo Penal, do art. 125 ao 144-A.

Dentre os efeitos da condenação dos acusados, o primeiro é a obrigação de reparar o dano, contido no inciso I do artigo 91 do Código Penal, assim como no inciso do artigo 515, inciso VI do Código de Processo Civil em vigor (antigo artigo 475-N do Código de Processo Civil revogado). A esfera penal encerra salutar medida de economia processual, pois livra a vítima e/ou seus sucessores da obrigação de buscarem, na esfera civil, um novo reconhecimento do dever do condenado de indenizar o ilícito praticado.

*Jorge Calazans é advogado especialista na área criminal, conselheiro estadual da ANACRIM e sócio do escritório Calazans & Vieira Dias Advogados

Caesb faz nova doação e entrega 100 máscaras estilo “face shield” para instituições da cidade

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Itens foram doados para o Hospital São Vicente de Paulo, o Lar dos Velhinhos Maria Madalena, o Hospital de Apoio de Brasília e à Central Única das Favelas do DF (Cufa-DF)

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) continua com o seu trabalho solidário durante a crise do novo coronavírus. Depois de doar 140 máscaras estilo “face shield” para o Hospital Universitário de Brasília (HUB), a Empresa fez uma nova doação de mais 100 itens para instituições da cidade.

A entrega aconteceu na tarde desta terça-feira (9) e foi feita da seguinte forma: 40 unidades para o Hospital São Vicente de Paulo; 30 para o Hospital de Apoio de Brasília; 15 para o Lar dos Velhinhos Maria Madalena; e 15 para a Central Única das Favelas do DF (Cufa-DF) que vão buscar os equipamentos nesta quarta (10). Os equipamentos reforçam a proteção e os cuidados com os profissionais que estão trabalhando em serviços essenciais e atendendo pessoas do grupo de risco.

Os equipamentos foram produzidos na Companhia e são compostos por uma viseira transparente – feita com folha de acetato – e um suporte para a cabeça produzido na impressora 3D. Toda a matéria prima utilizada na produção das máscaras foi doada à Caesb pelos próprios empregados e aposentados da Empresa.

Ao agradecer a doação, o diretor administrativo do Hospital São Vicente de Paulo, José Elias da Rocha, informou que as máscaras vão reforçar a proteção dos servidores que atuam diretamente no atendimento aos pacientes. “Estamos passando por um momento muito difícil e tudo isso vai nos fazer aprender a lidar com tantas situações. A Caesb presta um serviço muito importante e, com essa doação, mostra a preocupação com o social”, disse José Elias.

“As máscaras vão ser usadas para o servidor fazer os nossos atendimentos. Com essa proteção, estamos preservando os profissionais da saúde e também aos pacientes. A ajuda é muito importante para a nossa equipe”, completou o diretor administrativo substituto do Hospital de Apoio, Railson Júnior Silva.

Em atendimento principalmente às pessoas em situação de vulnerabilidade social, a Cufa também tem atuado na linha de frente durante a pandemia. “Nossas lideranças sempre estão expostas ajudando quem mais precisa. Todo cuidado é essencial. A doação dessas máscaras é importantíssima para a proteção da nossa equipe e dos moradores das periferias que, neste momento, não podem ficar em casa”, ressaltou Bruno Kesseler, integrante da Cufa-DF.

Ao fazer a entrega das máscaras, ao lado do presidente da Caesb, Daniel Rossiter, e da secretária-geral, Claudia Marques, o diretor de Operação e Manutenção, Carlos Eduardo Pereira, destacou que a impressora usada para a fabricação das máscaras é destinada à produção de diversas peças da Companhia. “Neste momento de pandemia, decidimos utilizar a impressora também para produzir as máscaras e seguir ajudando outros profissionais que desenvolvem trabalhos essenciais como nós na Caesb. Começamos essa fabricação a partir da nossa necessidade, de atender aos próprios empregados, e vimos que poderíamos ir além e ajudar outras instituições”, detalhou o diretor.

Produção

O trabalho de produção das máscaras foi coordenado pelos engenheiros mecânicos da Caesb, Marcos Barboza, gerente de Engenharia e Desenvolvimento, e Eduardo Burgos, coordenador de Desenvolvimento da Manutenção.

Até chegar no modelo atual, os engenheiros testaram outras opções. “Esse modelo final é o quarto. Chegamos até ele depois de muitos testes e estudos. Foi a máscara que saiu com o preço mais acessível e seguindo as recomendações de segurança e prevenção”, reforçou Marcos Barboza.

Sobre as instituições

A Cufa-DF é conhecida por promover aos jovens das favelas oportunidades nas áreas de educação, esportes, moda, lazer e cultura. Há mais de 5 anos, a equipe da Cufa-DF trabalha para criar chances e abrir portas para a profissionalização, aprendizado e conhecimento desses jovens, sempre preservando a cultura e focando na ampliação de alcance da liberdade de expressão e de potência que é a favela.

Fundado em 1980, o Lar dos Velhinhos Maria Madalena é uma das Instituições sem fins lucrativos mais antigas do Distrito Federal. A instituição tem como missão o acolhimento digno e fraterno de idosos de ambos os sexos em situação de vulnerabilidade social, dando atendimento integral nas áreas de saúde, higiene, alimentação, medicamentos e habitação.

Com especialidade em tratamentos psiquiátricos, o Hospital São Vicente de Paulo é referência na área. Com estrutura de ambulatório, hospital dia, internação e pronto socorro 24 horas, o local funciona em Taguatinga. O Hospital de Apoio de Brasília oferece atendimento nas áreas de cuidados paliativos oncológicos, reabilitação física, além de ser um dos únicos no país a ter leitos de cuidados paliativos geriátricos, entre outros serviços.

SALA DE IMPRENSA ABBP | Valdir Oliveira Filho: “Só uma intervenção do estado para salvar os pequenos negócios”

Superintendente do Sebrae no DF, Antônio Valdir Filho, lamenta que os bilhões de reais anunciados pelo governo não irão para os micro empresários

Por Ricardo Callado

Se as águas de um rio não mais abastecem os córregos, a vida ali morre. Assim é a economia. Se os recursos financeiros não chegam nas comunidade, os pequenos negócios morrem. Famílias irão passar fome. Para o superintendente do Sebrae no Distrito Federal, Antônio Valdir Oliveira Filho, é preciso de uma intervenção para salvar os pequenos negócios. “E só quem tem condições de fazer isso é o governo federal. Precisamos colocar dinheiro nas comunidades, em Samambaia, no Sol Nascente”, aponta Valdir.

A economia será a pauta do momento pós-pandemia. É um tema que tem preocupado muito. Brasília, segundo o superintendente do Sebrae, vai sofrer a mais grave crise de sua história. Com sequelas enormes. “E já estamos sentindo isso. O desemprego já está ai. Vamos precisar muita calma, inteligência e saúde. É preciso que se preservem as famílias, as pessoas e depois pensar na economia. Nossos CNPJ estão precisando de respiradores”, alerta.

Antônio Valdir Filho lamenta o que ele classifica como uma “festa do crédito, a “espetacularização dos créditos”, pois esses bilhões de reais anunciados não irão chegar aos pequenos negócios.

E, segundo ele, não se deve culpar os bancos. As instituições financeiras trabalham com risco e limite, cadastro compatível. E as empresas pequenas não possuem cadastro para serem alcançados nessas linhas de crédito. “Se num momento de paz os bancos não consegue atender, imagina no momento de guerra, numa pós-pandemia. A estrutura dos bancos não consegue atender”, afirma.

No Distrito Federal, existem 250 mil pequenas empresas que faturam até R$ 350 mil/ano. Essas empresas não terão acesso a esses créditos. “É uma pena ouvir falar em bilhões anunciados, que os pequenos não terão condições de conseguir ser enquadrados. Isso está sendo cruel. Lamentavelmente a maioria não vai ter acesso”, declara Valdir Filho.

O administrador do Sebrae aponta como saída a criação de um programa de renda mínima emergencial para os pequenos empresários. Valdir explica que trata-se de uma subversão econômica e apenas o governo federal pode fazer isso. Do contrário, a alegria de muitos sonhos acabará na tristeza de mortes de CNPJs.

Brasília é convidada a fazer parte da campanha “Meu Destino é Brasil”

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Secretaria de Turismo do DF participou com o Fornatur de reunião de apresentação da ação nacional

Na tarde desta segunda-feira (8), os secretários e dirigentes estaduais de turismo que compõe o Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) se reuniram, via videoconferência, com o Grupo BBG Brasil para conhecerem a campanha nacional “Meu Destino é Brasil”. A campanha tem como foco a promoção e o apoio à comercialização do Brasil através de uma rede solidária para a retomada do setor diante da crise causada pela pandemia do Covid-19.

A campanha é focada na integração ainda maior entre os destinos turísticos para firmar um posicionamento unificado que fortaleça o processo de retomada das atividades assim que houver uma flexibilização das medidas em vigor. “Resolvemos dar uma contribuição ao setor. O turismo está sendo muito afetado. Decidimos usar a nossa inteligência e esperemos ajudar de alguma forma. A nossa união vai fazer a diferença”, disse Vitor Bauab, presidente da BBG.

Nesse cenário, o turismo doméstico vai ser a principal força na retomada, segundo a avaliação de especialistas do setor. Para Vanessa Mendonça, secretária de Turismo do DF, Brasília está agora, mais do que nunca, voltada para acelerar a retomada do turismo interno. “Brasília demonstra ser um destino seguro por meio das medidas desde o início adotadas pelo nosso governo, e a promoção é uma ferramenta essencial para a fortalecimento do turismo interno em todo o país”, avalia a secretária de Turismo.

Segundo dados apresentados por Vitor Bauab, 45% das pessoas sentem falta de viajar durante o período de isolamento. Dessa forma, primeiro as viagens domésticas serão retomadas, para depois as viagens nacionais ganharem espaço. O percentual está alinhado com os dados apresentados pela consultoria Cap Amazon e pelo portal Mercado & Eventos, que avaliou as perspectivas de mais de 400 agentes de viagem das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba.

Para 55% dos entrevistados, a retomada do turismo será mais rápida no mercado doméstico. A procura por destinos nacionais também foi apontada como uma tendência, assim como o turismo de saúde e destinos menos frequentados.

O estudo também constata uma possível mudança no perfil dos turistas brasileiros. Após o confinamento, agências esperam uma maior demanda de clientes em busca de viagens a lazer e para visitar amigos e familiares. Destinos e serviços que proporcionem bem-estar e contato com a natureza são citados, pela maior parte dos consultados, como segmentos em alta na retomada do turismo.

GDF pode endurecer contra comerciantes de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Estrutural por ignorar medida

Centenas de casas comerciais impedidas de funcionar por um prazo de três dias  por força do decreto governamental nº 40. 872, foram flagradas pela fiscalização feitas por órgãos do GDF no primeiro dia de fechamentos dos estabelecimentos nessas cidades 

O Decreto do Governo do Distrito Federal determina suspensão das atividades por três dias para tentar conter o avanço do coronavírus na região mais afetada pela doença por falta de cuidados por parte da população que insiste transitar sem máscaras em locais públicos e formar enormes aglomerações.

A Secretaria de Saúde contabiliza os infectados no Sol Nascente e Pôr do Sol junto aos números de Ceilândia. Ontem, segundo os números da Secretaria de Saúde, Ceilândia somava 1.968 pessoas diagnosticadas com coronavírus e 42 mortes. Já a Estrutural tinha 361 casos e 4 mortes até a noite de domingo (7).

A fiscalização feitas por equipes da Polícia Civil do Distrito Federal, do DF Legal, do Corpo de Bombeiros, além do Procom, será intensificada para obrigar o comércio a cumprir a lei.

O decreto determinou o fechamento de parques, igrejas e comércio, por 72 horas, na região. Quem ignorar as medidas pode pagar multas ou até mesmo perder o alvará de funcionamento pela reincidência, avisa o DF-Legal.

Decreto do governador Ibaneis autoriza retorno do Na Hora e Conselhos Tutelares

Decreto autoriza atendimento presencial, mas horário de funcionamento pode variar

A partir desta terça-feira (9), os Conselhos Tutelares, o Centro Integrado 18 de Maio e os postos do Na Hora poderão retomar o atendimento presencial em suas unidades. A medida foi determinada pelo decreto nº 40.873, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na noite desta segunda (8).

O novo texto altera trechos do Decreto nº 40.456, de 20 de março de 2020, que determina o teletrabalho para órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional do DF, salvo serviços essenciais.

De acordo com o decreto, a entrega de senhas nos postos do Na Hora ocorrerá de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h30. No entanto, as unidades do serviço que funcionem em shoppings centers ou centros comerciais devem cumprir os horários estabelecidos para os mesmos – caso dos postos de Ceilândia, Gama e Riacho Fundo.

Os Conselhos Tutelares e o Centro Integrado 18 de Maio, vinculados à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), vão funcionar de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h.

Proteção para população em situação de rua

Outra medida foi adotada pelo GDF em relação à população em situação de rua durante a pandemia: na última quinta-feira (4), o governador Ibaneis Rocha sancionou o projeto de lei nº 6.616, de autoria do deputado distrital Fábio Felix, que dispõe sobre medidas para assegurar os direitos dessa população durante situação de emergência ou estado de calamidade pública.

Entre as providências prescritas na lei, o GDF irá assegurar para a população em situação de rua acesso a medicamentos essenciais, atendimento nos postos de atenção à saúde e emergencial pelo Samu, além de internação hospitalar, quando necessário; e também providenciar abrigo ou moradia digna a moradores de rua, podendo inclusive disponibilizar, em caráter de urgência, imóveis públicos que possuam a infraestrutura adequada para servir como habitação.

Nota de Pesar pela morte da enfermeira Vilza Santos de Alencar

Governador Ibaneis Rocha decreta luto oficial por três dias a partir desta terça

O Governo do Distrito Federal informa com muito pesar o falecimento, por suspeita de coronavírus, da servidora Vilza Santos de Alencar, ocorrido no último sábado (6). Vilza era técnica de Enfermagem e trabalhava na Unidade Básica de Saúde 7, de Taguatinga. Profissional competente e aplicada, Vilza não mediu sacrifício no enfrentamento ao coronavírus.

Aos seus familiares, a solidariedade nesse momento de dor profunda por essa perda irreparável. Aos servidores da saúde que, a exemplo de Vilza, têm colocado em risco suas próprias vidas em defesa da população do Distrito Federal, o merecido respeito de todos.

O GDF informa ainda que, de acordo com o Decreto n° 40.874, o Distrito Federal está de luto por três dias, a partir de amanhã, e que a bandeira do DF ficará hasteada somente a meio-mastro em homenagem e respeito à memória da servidora da Saúde, Vilza Santos de Alencar.