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Governador Ibaneis Rocha autoriza liberação do comércio em Ceilândia

Estabelecimentos poderão reabrir a partir de segunda-feira (20), cumprindo todos os protocolos de segurança. Fiscalização será rigorosa

Em decreto publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (17), o governo local revogou a decisão que proibia o funcionamento do comércio não essencial em Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. A partir da próxima semana, todos os estabelecimentos poderão reabrir, adotando os protocolos de segurança estabelecidos pelos órgãos de saúde pública como prevenção à proliferação do novo coronavírus.

Conforme o texto do Decreto nº40.995, “ficam permitidas as atividades econômicas nas regiões administrativas de Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol, respeitadas as restrições, protocolos e medidas de segurança estabelecidos pelo Decreto nº 40.939, de 2 de julho de 2020, e suas alterações”.

Rigor na fiscalização

Para garantir que as medidas protetivas sejam adotadas, o governo seguirá com a fiscalização em todos os pontos do DF. Diariamente, mais de 300 agentes de 13 órgãos do governo estão nas ruas. Coordenados pelo DF Legal, os servidores integram Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Brasília Ambiental, Detran, DER, Secretaria de Governo e administrações regionais, além de uma das frentes da Vigilância Sanitária.

A participação popular também é importante nesse processo. O secretário do DF Legal, Cristiano Mangueira, lembra que as denúncias sobre o descumprimento das normas podem ser feitas por meio da Ouvidoria-Geral (162, opção 2) ou pelo canal da Vigilância Sanitária, que atende no telefone 160.

Entre as medidas de segurança estabelecidas, estão distância mínima de dois metros entre as pessoas, obrigatoriedade de utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs), organização de escalas de revezamento nos estabelecimentos comerciais, disponibilização de álcool gel e aferição de temperatura.

Solo Fértil recebe neste sábado a Banda Pleno com cachê solidário

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O projeto SOLO FÉRTIL, uma parceria da Rádio Federal Web e da Solo Produções, é transmitido ao vivo pelos canais do YouTube da Solo Music e da Rádio Federal Web

O projeto SOLO FÉRTIL deste sábado (18), das 16h às 18h, vai receber a banda brasiliense Pleno, formada em 2015 e que traz uma mistura poética do rap com a melodia do rock. Em 2018, a banda lançou o seu primeiro trabalho oficial Intitulado de “Redenção Vol. 1 – A Luz”, pela GRV Música, Media e Entretenimento.

O projeto vai estrear também neste sábado o “Cachê Solidário” com o super chat no canal da Solo Music, braço da Solo Produções. No super chat, os internautas podem contribuir com valores sugeridos e ajudar os artistas que participam do programa.

O programa conta ainda com o quadro “Só Notícia Boa”, com o jornalista Rinaldo de Oliveira, e com o espaço “Solo Fértil Solidário”, que vai falar, mais uma vez, do trabalho realizado pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (ABRACE), que está com a campanha “O CÂNCER NÃO FAZ QUARENTENA”.

O projeto SOLO FÉRTIL, uma parceria da Rádio Federal Web e da Solo Produções, é transmitido ao vivo pelos canais do YouTube da Solo Music e da Rádio Federal Web. A apresentação é do jornalista e radialista Luciano Lima. A produção é de Idovan Araújo, César Panta e Luciano Lima.

Link da Solo Music https://www.youtube.com/c/SoloMusicSolo

Link da Rádio Federal Web https://www.youtube.com/user/radiofederalweb

GDF Presente reforçou, nessa semana, limpeza em algumas regiões

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Sobradinho e Varjão receberam reforço no recolhimento de lixo e prevenção a alagamentos, respectivamente

Em menos de um mês, o Polo Norte do GDF Presente retornou ao Polo de Cinema, localizado em Sobradinho, para limpar novamente a área. Em apenas um dia de trabalho foram recolhidas 150 toneladas de entulhos. “As pessoas não respeitam o Meio Ambiente e acham que não são responsáveis pelos seus resíduos. Mas o governo já está trabalhando na solução”, afirmou o coordenador do Polo, Ronaldo Alves.

Os problemas ocasionados por esses lixões irregulares são inúmeros: desde proliferação de animais peçonhentos até criadouros do mosquito Aedes Aegypti – que pode transmitir dengue, chikungunya, febre amarela e Zika. O coordenador de uma comunidade terapêutica próximo ao Polo de Cinema Darley César de Jesus Cantilo, 49 anos, conta que a administração limpa a área mas, no outro dia, o lixo volta. “É um problema, as pessoas jogam mesmo.”, afirmou.

“Vamos fechar a área e resolver definitivamente o problema. Nossa área técnica, Novacap e GDF Presente estão estudando a melhor forma de transformar a área”, informou capitão Nascimento, administrador da região.

Faxina no Varjão 

O Polo Central Adjacente 1 chegou ao Varjão nesta sexta-feira (17). No cronograma de atividades estão: desobstrução de boca de lobo, limpeza nas vias e áreas públicas, tapa-buracos, podas de árvores e pintura das faixas de pedestre pelo Detran-DF. Também haverá trabalho preventivo: remoção diária da sujeira das canaletas de águas pluviais, mesmo faltando ainda cerca de dois meses ou mais para o próximo período chuvoso no DF.

Segundo o diretor de Obras da administração, Lúcio Ramella Cezza, o Varjão está localizado na base de um morro e quando chove as águas escorrem aumentando o risco de alagamento é grande se as canaletas e bocas de lobo estiverem sujas. “Infelizmente o que mais encontramos nesse trabalho, delicado e manual, é o lixo que a população insiste em jogar na rua”, afirmou o diretor de Obras.

Mais de 190 toneladas de lixo foram recolhidos das ruas nas últimas três semanas e com a presença do polo na cidade a expectativa é aumentar essa quantidade. O administrador da cidade, Lúcio Rogério Gomes, informou que todos estão atentos as necessidades da população e trabalham antecipadamente para evitar transtornos.

“Estamos fazendo nossa parte. Indo além, de forma educativa em conjunto com os líderes comunitários, mudaremos a cultura da população no Varjão com relação ao lixo. Vamos conscientizar sobre a maneira adequada de descartar”, afirmou o gestor.

Até a próxima 

Ao completar 15 anos nesta semana, o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) está de cara nova depois da passagem das equipes do GDF Presente pela cidade. Mais limpa, sinalizada, com árvores podadas e mais segura após instalação de iluminação de LED e câmeras de monitoramento.

Foram usadas oito toneladas de asfalto na operação tapa-buraco, 31 metros lineares de recuperação de meios-fios e mais 2.150 metros de pintura, instalação de placas de sinalização vertical na Feira dos Importados, desinfecção de 21 abrigos, poda de árvores e sinalização horizontal de estacionamentos do Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte e, também, o balão na entrada da cidade ganhou muda de flores da Novacap para dar boas-vindas aos visitantes.

“Conseguimos atender toda as demandas que planejamos. O Polo e a parceria com Detran-DF, Novacap e SLU foram essenciais”, comemorou a administradora do SIA, Luana Machado.

Polícia do DF deflagra operação contra tráfico de animais

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Cobra naja de 1,5 metro que picou um estudante de veterinária em Brasília e está no Zoológico da capital federal (Foto Ivan Mattos/Zoológico de Brasília)

Ação ocorre após esrudante ser picado por cobra que criava em casa

Policiais civis do Distrito Federal (DF) e agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) cumpriram hoje (16) quatro mandados de busca e apreensão com o objetivo de recolher provas contra um grupo investigado por suposto envolvimento com crimes ambientais – incluindo possível tráfico de animais.

A ação faz parte da segunda fase da chamada Operação Snake, deflagrada após o estudante de veterinária Pedro Henrique Lehmkul, de 22 anos, ter sido picado por uma naja – espécie de cobra originária da Ásia, cujo veneno pode matar.

Embora o Brasil proíba a criação desses animais, Lehmkul mantinha uma naja de cerca de 1,5 metro em sua casa, no Guará II. Picado pela cobra no último dia 7, ele socorrido às pressas e passou quase uma semana internado em um hospital particular do Gama (região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília), em coma induzido.

Nesta segunda-feira (13), o estudante recebeu alta médica. Seu tratamento exigiu que o Instituto Butantan remetesse de São Paulo para Brasília o soro antiofídico que tinha armazenado para o caso de um de seus pesquisadores que estudam a naja fosse picado.

Após o incidente, agentes do Batalhão da Polícia Militar Ambiental encontraram a naja dentro de uma caixa abandonada na região central de Brasília. O animal foi então entregue ao Ibama, que o repassou para o Zoológico de Brasília.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar como o animal foi trazido ao Brasil, onde era mantido ilegalmente. O estudante é aguardado para prestar depoimento. Os mandados de busca e apreensão cumpridos hoje tinham como alvo endereços ligados a Pedro Henrique e a amigos do jovem. O coronel da Polícia Militar Eduardo Condi, padrasto do estudante, é um dos alvos da investigação, suspeito de ter ajudado o enteado a ocultar provas.

Outras descobertas

Dois dias após o caso do estudante vir a público, o Batalhão de Polícia Militar Ambiental encontrou 16 serpentes escondidas em caixas encontradas em uma área rural de Planaltina, a cerca de 40 quilômetros (km) de Brasília. A própria corporação concluiu que os dois casos têm ligação.

Os policiais militares chegaram até o local graças a uma denúncia anônima. O dono da chácara onde as serpentes foram encontradas informou que não sabe como os animais foram parar ali.

Na sexta-feira (10), a Polícia Civil descobriu mais sete serpentes em uma chácara da região administrativa de Samambaia, no DF. A ação foi decorrente da Operação Squamata, que visou combater crimes contra a fauna e manutenção ilegal de répteis.

No sábado (11), a Polícia Civil apreendeu a segunda cobra pertencente a Pedro Henrique. Segundo a polícia, a jiboia arco-íris foi encontrada no apartamento de um suposto amigo de Pedro Henrique, também no Guará.

 

Izalci busca solução para evitar cobrança de multa e juros por atraso no pagamento do FGTS

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O senador levou o assunto para a reunião de líderes do Senado e disse que esteve pessoalmente na Caixa para buscar ajuda

O senador Izalci Lucas (PSDB/DF) fez um apelo em plenário, nesta quarta-feira (15), em favor dos escritórios de contabilidade de todo o país que não conseguiram recolher a primeira parcela do FGTS que venceu no último dia 7. Em função da pandemia, o governo estendeu o prazo para o pagamento das obrigações referentes aos meses de março, abril e maio de 2020. Esses valores devem ser pagos à Caixa Econômica Federal em até seis parcelas mensais, que vencem no dia 7 de cada mês, a partir de julho.
Segundo Izalci, vários problemas no acesso ao site da Caixa impediram a realização do pagamento e os contadores terão que pagar multa e juros. O senador levou o assunto para a reunião de líderes do Senado e disse que esteve pessoalmente na Caixa para buscar ajuda.
“Nós precisamos achar alguma solução para esse impasse, ressalvar de multa e juros essa primeira parcela do fundo de garantia, para não cometermos injustiça com os contadores, principalmente”, avaliou.
Na sessão remota, Izalci disse ainda que também levou o assunto ao Ministério da Economia e pediu apoio ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM/AP), e ao líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) para resolver a questão.

ARTIGO | Ibaneis Rocha, duro na queda

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O governador tem apostado as suas fichas na execução de obras e soluções criativas para garantir um reforço ao desenvolvimento econômico, diante do quadro de crise

Por Hudson Cunha, do Portal 84 Notícias

Desde o início da pandemia do novo coronavírus Sars-CoV-2, declarada em março de 2020, o governador Ibaneis Rocha têm tomado atitudes que vão desde a realização do controle de tráfego de pessoas até a disposição de dinheiro para as empresas.

É notório que a luta contra a epidemia do coronavírus não está sendo fácil em nenhum lugar do mundo. Neste sentido, Ibaneis é duro na queda e está dando um exemplo ao Brasil na condução da crise provocada pela Covid-19.

O chefe de estado tem apostado as suas fichas na execução de obras e soluções criativas para garantir um reforço ao desenvolvimento econômico, diante do quadro de crise. Já existe até um pacote no valor de R$ 300 milhões, que será aplicado na construção de viadutos, reformas de tesourinhas e reforma da via Estrutural. Além disso, o gestor tem cobrado das empresas e secretarias agilidade para que as licitações ocorram o mais rápido possível.

Hoje, em todo o mundo, um dos setores mais prejudicados pela crise da Covid-19 é o empresarial. Para fazer com que as empresas possam ter capital de giro e se sustentar durante essa crise, Ibaneis determinou que Banco de Brasília disponibiliza-se uma linha de crédito especial para os empresários, principalmente para micro, pequenos e médios por meio do programa Supera-DF.

O governador também investiu R$ 35 milhões na construção de Sete novas UPA´s nas cidades de Brazlândia, Paranoá, Gama, Riacho Fundo II, Ceilândia, Planaltina e Vicente Pires. Sendo assim, mesmo com os investimentos em saúde, vamos reforçar que é preciso cautela e a colaboração de todos para que sigam as orientações determinadas pelos órgãos oficiais de saúde.

Com isso, podemos ver que o governo tem feito a sua parte para manter a economia funcionando e preservar os empregos.

Programas sociais injetam R$ 75 milhões na economia do Distrito Federal

Os benefícios ofertados nesta pandemia garantem dignidade à população carente e sobrevida aos negócios dos micro e pequenos empresários

As consequências da pandemia do novo coronavírus foram sentidas tanto pelo sistema de saúde quanto pela economia do Distrito Federal. Diante da incerteza e da instabilidade do cenário, os benefícios sociais distribuídos pelo governo conseguiram mitigar o impacto provocado nos últimos meses. Até 31 de junho, o GDF já havia repassado R$ 75,5 milhões para mais de 130 mil cartões de quatro programas de assistência social. Esse dinheiro, que beneficiou a população mais carente, circulou principalmente por pequenos e médios comércios e, paralelamente ajudou os micro e pequenos empresários das regiões administrativas (RAs).

Dois destes benefícios, o Cartão Prato Cheio e o Renda Emergencial, foram criados durante a pandemia e são vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Social. Os outros dois, o Bolsa Alimentação e o Bolsa Alimentação Creche, usam a base cadastral de programas assistenciais da Secretaria de Educação (SEE): o Cartão Material Escolar e o Cartão Creche, respectivamente.

A emissão dos cartões por meio dos quais os beneficiados recebem esses valores foi feita pelo Banco de Brasília (BRB). A forma de uso é variada: os benefícios voltados à alimentação (Prato Cheio, Bolsa Alimentação e Bolsa Alimentação Creche) só podem ser utilizados em estabelecimentos do ramo alimentício, como mercados, supermercados e padarias, e os cartões estão habilitados para uso apenas na função débito.

Já os beneficiários do Renda Emergencial podem realizar tanto saques na rede do BRB e Banco 24 Horas quanto utilizar o cartão na função débito em qualquer estabelecimento comercial. Este mês, o GDF também começa a pagar os benefícios do programa Mobilidade Cidadã, que vai destinar R$ 4,3 milhões a cerca de 1,8 mil donos de ônibus e micro-ônibus ou outros veículos do transporte coletivo escolar e de turismo.

A dona de casa Maria de Fátima Ferreira Coelho é uma das beneficiadas com o Cartão Prato Cheio. Diabética, ela integra o grupo de risco da Covid-19 e está em quarentena desde março. Mora em Samambaia Norte com duas filhas e uma neta. E reconhece: os R$ 500 que recebeu até o momento do GDF foram essenciais para o sustento de sua família. “Infelizmente, minhas duas filhas ficaram desempregadas; eu não posso sair de casa, então está ajudando muito. Pudemos comprar leite, biscoito, pão. Melhor ter esse dinheiro na mão do que nenhum voando”, relata.

“Os benefícios de transferência de renda acabam sendo um suporte para as famílias em situação de vulnerabilidade social ou de insegurança alimentar, em especial as que possuem crianças e idosos. É um auxílio que evita, principalmente em um período de pandemia como esse, que várias pessoas possam ter a situação de pobreza agravada e até mesmo se envolvam na criminalidade. É uma forma de amenizar as diferenças socioeconômicas”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.

Auxílio providencial

Segundo o economista e gestor público José Luiz Pagnussat, o auxílio financeiro que o GDF vem repassando serve como uma injeção venosa na economia local. “O dinheiro é gasto e não guardado. Com isso, se tem mais demanda, mais produção, mais emprego, mais gente comprando. É um efeito multiplicador de grande efeito, o impacto é o melhor possível”, avalia.

Além de direcionar esforços para a população mais carente, o GDF, segundo Pagnussat, tem papel fundamental no cenário pós-pandemia na economia local: “Há que se implementar tanto uma sustentação da demanda, gerando renda para as pessoas, quanto também linhas de financiamento a juros baixos para os pequenos empreendedores, reativando o sistema produtivo”.

Pagnussat reconhece que muitos empregos se perderam e que pequenos negócios não conseguiram se sustentar. “E, para isso ser reativado rapidamente, é preciso ajuda do governo com microcrédito e políticas públicas”, pontua. “O GDF já está implementando algumas ações nesse sentido.”

Esforço consciente

A estratégia do GDF com a implementação dos programas de assistência financeira durante a pandemia do coronavírus possui três eixos principais: o social, o de enfrentamento à Covid-19 e o econômico.

O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédiosAndré Clemente, secretário de Economia

“O GDF viu que era preciso permitir à população a manutenção de suas necessidades básicas, como a compra de alimentos e remédios. Por isso, as áreas sociais do governo fizeram uma série de ações de transferência de renda, seja para pessoas em vulnerabilidade, seja para pequenos empreendedores”, explica o secretário de Economia, André Clemente.

Ciente do impacto dos R$ 75 milhões injetados na economia local (até 31 de junho, fora o que circulou desde o início deste mês), o secretário destaca o desafio de continuar ajudando a população com os repasses e manter a estabilidade do orçamento do Executivo local. “Tem sido feito um grande esforço para economizar recursos a fim de garantir as verbas necessárias e, ao mesmo tempo, manter o equilíbrio das contas públicas e os pagamentos em dia”, ressalta. “O GDF vai continuar atento às necessidades da população e agindo responsavelmente de acordo com as demandas e a capacidade do Estado”.

O que vem depois?

A condição presente que a economia local vive é desafiadora e demanda muita atenção, mas o GDF também já está olhando para o futuro e analisando os cenários pós-pandemia. “Os prognósticos econômicos para 2020 e 2021 não são animadores. Toda ajuda, seja de ordem financeira ou assistencial, colabora de forma considerável, e o governo não medirá esforços para atenuar ao máximo os impactos da crise”, afirma a secretária de Empreendedorismo, Fabiana di Lúcia.

Um dos planos que o GDF pretende colocar em prática para auxiliar a retomada após o fim da crise é o investimento em infraestrutura, principalmente na construção civil. “Vamos gerar emprego e renda para que possamos voltar a crescer, e esse é um setor que pode responder rapidamente à retomada econômica. Por isso, o governador determinou a desburocratização e simplificação na aprovação de projetos”, explica André Clemente. “O desafio é grande, mas com o apoio da população e a clara vontade dos setores organizados em contribuir nesse momento, vamos cuidadosamente voltar à normalidade”.


Quem tem direito aos benefícios


Cartão Prato Cheio

Estão na lista para receber o auxílio famílias que já solicitaram a cesta de alimentos em alguma unidade de assistência social, como as do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) – desde que o requerimento esteja registrado no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e atenda os critérios e perfil de acesso do programa.

Têm direito ao benefício famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita –, residentes no Distrito Federal e que declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. Entre as famílias com esse perfil, serão priorizadas aquelas que são monoparentais–  chefiadas por mulheres, com crianças de zero a 6 anos –, bem como as que possuem em sua composiçao pessoas com deficiência e idosas.


Renda Emergencial

Têm direito ao benefício as famílias de baixa renda –  com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita – que residem no Distrito Federal e declaram se encontrar em situação de insegurança alimentar. O beneficiário apto para receber o auxílio precisa já ter passado ou estar passando pelo atendimento em alguma unidade socioassistencial do DF, estando, assim, cadastrado no Sids.

O beneficiário não pode estar inscrito em nenhum outro programa de transferência de renda, como o Bolsa Família, DF sem Miséria, Bolsa Alfa, BPC ou o Auxílio Emergencial do governo federal. O Renda Emergencial foi instituído como enfrentamento da emergência de saúde pública, de importância internacional, decorrente do coronavírus.


Bolsa Alimentação

O programa é destinado a famílias beneficiárias do Cartão Material Escolar (CME), elaborado para estudantes devidamente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal cujas famílias façam parte do Programa Bolsa Família.


Bolsa Alimentação Creche 

O programa é destinado a famílias com de todas as crianças de zero a 5 anos atendidas nas creches e instituições parceiras da rede pública de ensino do Distrito Federal.

 

“Dê uma Força Para Goiás”: Caiado sancionada lei que incentiva consumo de produtos locais

A política estadual sugerida pelo Poder Legislativo deverá vigorar enquanto durar o estado de calamidade

O governador Ronaldo Caiado sancionou e foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (16/07), a lei nº 20.809/20 que institui a política estadual “Dê uma Força Para Goiás”. O objetivo da nova lei, de autoria do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Lissauer Vieira, é criar mecanismos que incentivem a população ao consumo de produtos e serviços goianos como mais uma forma de minimizar os efeitos da crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

No escopo da política pública estão o estímulo ao desenvolvimento do empreendedorismo e a promoção da cooperação entre as diferentes esferas do Poder Público, setor empresarial e demais segmentos da sociedade civil para fomentar o comércio local, incluindo a divulgação dos produtos. Muitas destas são ações o Governo de Goiás já tem trabalhado, de forma ainda mais intensa desde o início da pandemia da Covid-19, a exemplo da facilitação do acesso a linhas de crédito e o estímulo à inclusão social e econômica, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) e da GoiásFomento.

A lei “Dê uma Força Para Goiás” prevê que todos os órgãos e instituições públicas estaduais vinculadas à administração pública direta e indireta devem aderir à política e utilizarem os instrumentos legais de política de fomento. Para levantar mais sugestões que fortaleçam o comércio local, a norma determina, quando necessário, a realização de audiências públicas para debater o tema, colher propostas, planejar ações e encaminhar relatórios à Assembleia Legislativa.

O projeto de lei para a criação da política estadual foi aprovado, em segunda e última votação, do dia 18 de junho de 2020. Na data, o presidente Lissauer Vieira ressaltou que se faz necessário e urgente um projeto com “fim específico de estimular a compra do comércio local”. O “Dê Uma Força Para Goiás” irá vigorar enquanto durar o estado de calamidade, também aprovado pelo poder legislativo goiano.

Com a queda contínua da Selic, haverá um grande aumento em investimentos de renda variável?

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Por Gustavo Vaz, assessor de renda variável na Atrio investimentos

O mundo de investimentos é formado por tomadas de decisões. Um balanço entre a racionalidade e o sentimentalismo baseado nas necessidades de cada indivíduo. Investir não é só um meio para a realização de sonhos, mas também uma obrigação, caso uma pessoa queira se proteger contra eventualidades da vida, como necessidades médicas, o conserto do carro ou uma mudança repentina de emprego. Mas com tantos produtos financeiros existentes, dúvidas são criadas sobre qual seria a melhor maneira de alocar os seus recursos. E para entender um pouco sobre isto é necessário conhecer os quatro pilares que formam a fundação dos investimentos.

Os pilares são: o primeiro montante, os valores de aportes – mensais, bimestrais ou esporádicos –, o tempo e o risco. Eles não só compõem a tomada de decisão de qualquer alocação de recursos, como também são fundamentais para a liberdade financeira. Os três primeiros pilares são de certa forma intuitivos, mas o risco já é um conceito mais subjetivo. Este último pilar é muitas vezes visto como apenas uma oscilação de bolsa, mas na verdade ele é muito mais do que isso.

Os riscos podem ser caracterizados pela incapacidade de resgate de um investimento e sua posterior transformação em caixa – o que podemos chamar de liquidez –, ou a imprevisibilidade de uma crise pandêmica como a de hoje, ou até mesmo, os custos de um investimento que não traz tanto retorno se comparado a uma outra oportunidade que lhe foi apresentada.

Mesmo entendendo estes conceitos, muitas vezes é difícil para o investidor perceber o risco. Em algumas situações, ele é totalmente imperceptível. No entanto, uma coisa que sabemos intuitivamente é que se existe um risco, é necessário um retorno à altura para compensá-lo. A taxa de juros que conhecemos como Selic é uma das maneiras para se entender este retorno.

A taxa de juros Selic é em resumo, a remuneração mínima pelo risco corrido aqui no Brasil, e desta maneira pode ser usada como ponto de partida para a tomada de decisão em investimentos.

Em um passado não muito distante, essa taxa quase atingiu os 14% ao ano, e hoje ela se encontra em 2,25% ao ano. Mas o que isso significa? Como o grau de complexidade para responder a essa pergunta é de uma dimensão bastante grande, podemos inferir de maneira simples, que a remuneração pelo risco corrido no Brasil diminuiu bastante, e que antes, quando um investidor buscava por um investimento, ele poderia ser bem remunerado tanto em renda variável na bolsa de valores quanto na renda fixa em investimentos mais seguros.

Mas como foi explicado no início deste artigo, a tomada de decisão possui um lado racional, que geralmente, faz com que as pessoas busquem por maiores rendimentos, que ofereçam níveis de riscos compatíveis com as suas realidades. Dessa maneira, vivemos historicamente em um país de rentistas, pois não fazia muito sentido um investidor se aventurar na bolsa de valores, já que podia ser bem remunerado com um risco muito menor ao investir em renda fixa.

Entretanto, esta história agora mudou. As rendas fixas que seguem a taxa Selic como parâmetro de remuneração, não conseguem mais pagar altos juros para os seus compradores. Isso acaba abrindo um enorme espaço para a diversificação de portfólios e adoção de ativos mais arriscados e com melhores rendimentos.

Hoje, mais de 50% da população dos Estados Unidos possui investimentos em renda variável – dados que podem ser encontrados em uma pesquisa realizada pela empresa de pesquisa de opinião, Gallup, nos meses de março e abril. No Brasil, cerca de apenas 2% da população, investe neste tipo de risco. Isto demonstra o quanto este mercado ainda é subdesenvolvido por aqui, mas ao mesmo tempo, também evidencia o seu enorme potencial de crescimento, pois um incremento de mais 2% na participação da população, já seria um aumento de 100% do que já existe hoje.

Com todos estes fatores, considerando as possíveis reformas tributárias e administrativas, que ainda podem ocorrer durante o governo atual, não só é possível esperar pelo aumento de investidores em renda variável, mas é fato que essa elevação já está ocorrendo substancialmente em nosso país.

Ministro Ramos entra para reserva remunerada do Exército

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Decreto foi publicado hoje no Diário Oficial

O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, foi transferido para a reserva remunerada do Exército. O decreto de transferência, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi publicado hoje (16) no Diário Oficial da União e tem validade a partir de 15 de julho.

No mês passado, o ministro já havia anunciado que anteciparia o fim do serviço ativo no Exército e passaria para a reserva. O general serve às Forças Armadas desde 1973, quando entrou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Mas desde 4 de julho do ano passado, quando assumiu a Secretaria de Governo, já estava afastado do Alto Comando do Exército.

Quando foi convidado por Bolsonaro para fazer parte do governo, o general estava à frente do Comando Militar do Sudeste.