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Governo de Goiás retoma obras para concluir pavimentação e restauração de 540 quilômetros de rodovias em todo o Estado

Investimentos na infraestrutura rodoviária estadual totalizam R$ 270 milhões. Ações incluem construção de cinco pontes de concreto em regiões estratégicas. Qualidade dos serviços executados será monitorada

Com a meta de incrementar obras estruturantes, o Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), acaba de lançar um pacote de obras rodoviárias que vai levar benefícios a todas as regiões do Estado.

Os investimentos totalizam R$ 270 milhões e representam a retomada de obras de implantação e reconstrução de cerca de 540 quilômetros de rodovias pavimentadas. Também estão contemplados projetos e construção de novas pontes.

No Norte e Nordeste goianos, a Goinfra dá passos importantes para recuperar as condições das estradas estaduais da região. As frentes de serviços já realizam a pavimentação da GO-439, entre Pilar de Goiás e Guarinos, para a conclusão de 7,3 quilômetros entre os municípios.

Em breve, também serão retomadas as obras da GO-132, que vai de Colinas do Sul até Minaçu. É um trecho de 20,2 quilômetros que já está com 48,5% da obra executada. Já na GO-239, a Goinfra vai pavimentar 25 quilômetros do trecho entre o entroncamento da GO-164 e o povoado de Bandeirantes, na divisa de Goiás com Mato Grosso.

As frentes de serviço também irão concluir a GO-347, entre Nova Iguaçu de Goiás e Santa Terezinha de Goiás. No total, serão pavimentados 38,1 quilômetros de rodovia.

“Pegamos a Goinfra com um quadro preocupante, sendo que o último governo não adotou as melhores práticas e rotinas para garantir a melhor qualidade possível da obra pública”, afirma o presidente da Goinfra, Pedro Sales.

Região Oeste

Na região Oeste, a Goinfra irá concluir a pavimentação da GO-174, entre Diorama e Montes Claros de Goiás. Com 32,9 quilômetros de extensão, a obra já está com 51% executada.

O trecho de Firminópolis a Iporá está em reconstrução na GO-060. Importante via de escoamento na região, homens trabalham para concluir a obra até o final do ano. São 111,5 quilômetros de pavimentação, com um orçamento de R$ 74 milhões, advindo do Tesouro Estadual.

Na GO-173, entre Israelândia e Jaupaci, as máquinas vão retornar para completar a restauração de 18,4 quilômetros.

Na mesma região, as máquinas vão retornar à GO-326/418, de Fazenda Nova até o entroncamento da GO-060, para revitalizar 43,4 quilômetros de rodovia. Estão sendo restaurados, ainda, 16 quilômetros da GO-326, entre Sanclerlândia e Buriti de Goiás.

Por fim, também na GO-326, entre Claudinápolis e Anicuns, estão sendo reconstruídos outros 26 quilômetros de pavimentos.

Demais regiões

A Goinfra vai retomar as obras de duplicação da GO-070, que liga Goiânia a região do Rio Araguaia, para concluir 14,5 quilômetros do trecho entre Mossâmedes e a cidade de Goiás. Os investimentos de R$ 7 milhões serão bancados pelo governo estadual.

Na GO-080 a Goinfra concluirá a duplicação de Nerópolis até o entroncamento da BR-153, que está com 92,6% das obras prontas.

Também haverá máquinas trabalhando na GO-184, entre Jataí e o entroncamento da GO-220. No local, conhecido por estrada velha de Caiapônia, serão pavimentados 53,9 quilômetros. A obra está orçada em R$ 20,5 milhões e também será bancada pelo Tesouro Estadual.

Na região Sul, projeto está sendo readequado para as obras de pavimentação da GO-206, no perímetro urbano de Itumbiara (Avenida Modesto de Carvalho). São 11,2 quilômetros de asfalto com investimentos vindos dos cofres do Governo do Estado.

No Entorno do Distrito Federal, será feita a pavimentação asfáltica da GO-230, entre Água Fria e Mimoso de Goiás. A rodovia possui 53 quilômetros. O total dos investimentos chega a R$ 81 milhões, recursos do próprio Estado.

Pontes

A Goinfra coloca também em prática a execução de importantes projetos de travessias, com a construção de pontes que vão beneficiar todas as regiões goianas.

É o caso da ponte sobre o Rio Verdão, na GO-409, em Maurilândia, com extensão de 177 metros. As obras no local estão aceleradas e os investimentos chegam a R$ 3 milhões.

Na região Nordeste, na GO-236, está sendo construída a ponte sobre o Rio Santa Maria, no trecho que fica entre Alvorada do Norte e Flores de Goiás. A extensão é de 72 metros, com orçamento de 2,4 milhões.

Também será construída uma nova ponte sobre o Rio Mangabeira, na GO-230, entre Mimoso de Goiás e Água Fria, na região do Entorno do Distrito Federal. A obra tem 60 metros de extensão e recebeu investimentos de R$ 2,5 milhões.

Na GO-324, entre Jussara e Jacilândia, será feita a construção de ponte sobre os córregos da Divisa e Marreca. A extensão é de 45 metros e o valor investido soma R$ 2,1 milhões.

As frentes de serviço irão promover, ainda, a construção da ponte sobre o Rio Paranã, na GO-116, na rodovia conhecida como “Estrada de João Cara Limpa”. A extensão será de 72 metros, e envolve recursos de R$ 2,4 milhões.

Há ainda projetos em desenvolvimento para a GO-336, entre Crixás e Nova Crixás, pontes sobre o Rio Tesoura e Ribeirão Taquaral, e ponte sobre o Rio do Peixe.

Qualidade do asfalto

A Goinfra mantém uma equipe exclusiva para monitorar a qualidade dos serviços executados nas obras rodoviárias em Goiás. Estes testes são fundamentais para o controle de qualidade do asfalto das rodovias.

“São estes ensaios laboratoriais de compactação de solo, concreto e capa asfáltica que garantem a boa trafegabilidade das rodovias no Estado”, afirma o presidente Pedro Sales.

De acordo com ele, na gestão passada, a qualidade do asfalto e as medições não eram submetidas a nenhum controle. “As medições eram trazidas para recebimento pelas próprias empresas, sem a devida conferência ou auditorias, e durante muito tempo não havia sequer a obrigação da contratada em apresentar à agência os ensaios laboratoriais do pavimento implantado”, afirma.

Segundo Sales, essa realidade mudou. Hoje, a Goinfra possui parâmetros de fiscalização equiparados ao do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT). “O laboratório foi revigorado e voltou a atuar e suas obras são necessariamente acompanhadas por empresas supervisoras que certificam a qualidade delas” disse.

Eleições 2020: onze partidos estão aptos para receber Fundo Eleitoral

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Valor destinado a essas legendas totaliza R$ 797,6 milhões

Apenas 11 dos 33 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cumpriram, até o momento, todas as exigências previstas na legislação e foram habilitados a receber recursos do Fundo Eleitoral para as Eleições de 2020. Dos R$ 2,03 bilhões que serão disponibilizados pelo Tesouro Nacional para este fim, R$ 797,6 milhões terão como destino essas legendas, o que corresponde a 39,2% do valor total.

De acordo com o TSE os partidos que já foram autorizados a receber os recursos são PSL (R$ 199,4 milhões); PSD (R$ 138,8 milhões); PSDB (R$ 130,4 milhões); PL (R$ 117,6 milhões); PTB (R$ 46,6 milhões); Solidariedade R$ 46 milhões); Patriota (R$ 35,1 milhões); PSC (R$ 33,2 milhões); Rede (R$ 28,4 milhões); PV (R$ 20,4 milhões); e PMB (R$ 1,2 milhão). O partido Novo e o PRTB, que teriam direito a receber R$ 36,5 milhões e R$ 1,2 milhão, respectivamente, abriram mão das verbas do Fundo para as Eleições Municipais de 2020 por decisão interna das legendas.

Segundo o TSE, os recursos do fundo são liberados às legendas somente “após a definição dos critérios para a sua distribuição, que devem ser aprovados pela maioria absoluta dos membros dos diretórios nacionais de cada agremiação e, posteriormente, informados e certificados pelo Tribunal”.

Ainda estão em fase de diligência os documentos encaminhados por PP (R$ 140,6 milhões), Republicanos (R$ 100,6 milhões), DEM (R$ 120,8 milhões), e DC (R$ 4 milhões). Após o envio dos documentos, cabe à Presidência da Corte certificar que as petições dos partidos contêm todos os requisitos exigidos para a liberação do fundo, determinar a transferência dos recursos às contas bancárias informadas pelas legendas e publicar os critérios fixados pelos partidos, informou o TSE.

Entre os critérios de distribuição do fundo está a obrigação de aplicação mínima de 30% do total recebido para o custeio da campanha eleitoral das candidatas do partido ou da coligação. Os valores absolutos e os percentuais desse custeio devem ser amplamente divulgados pelos partidos, de forma a permitir o controle da Justiça Eleitoral.

Seca põe DF em estado de atenção; saiba o que fazer

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Defesa Civil alerta: umidade do ar varia abaixo dos 30% e exige medidas que minimizem o impacto ao corpo

Há 87 dias sem chuva, o Distrito Federal permanece em estado de atenção, com umidade relativa do ar variando abaixo de 30%, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), que prevê também picos de baixa umidade, a partir de setembro.

Por isso, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF), reforça a importância da população continuar com medidas que minimizem os impactos à saúde.

Foto: Agência Brasília/Arquivo

As principais recomendações são evitar a prática de atividades ao ar livre no período de 10h às 17h, banhos prolongados com água quente e muito sabonete e uso excessivo de aparelhos de ar-condicionado. E, o mais importante, aumentar a ingestão de líquidos. Crianças e idosos devem ter atenção especial, pois são os mais afetados.

O médico da Defesa Civil José Evoide alerta para este período do ano, em que as condições climáticas contribuem para maior circulação de vírus respiratórios. “É importante estar atento e se certificar de que o desconforto respiratório está atribuído à baixa umidade e não à infecção causada por esses vírus” ressalta ele.

Evoide também reforça a necessidade de a população buscar orientação médica nos casos de dúvidas se a dificuldade de respirar não for causada pelo novo coronavírus ou por outros vírus respiratórios.


Orientações importantes 

➯  Lave as mãos com frequência e evite colocá-las na boca e no nariz;

➯ Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;

➯  Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;

➯  Evite a prática de exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 17h;

➯  Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e na hora de deitar;

➯  Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;

➯  Aproveite o vapor produzido pela água durante o banho para lubrificar as narinas

➯  Coloque toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos quartos de dormir;

➯  Evite aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechados ou com ar condicionado, pois o ressecamento das mucosas aumenta o risco de infecções das vias aéreas;

➯  Mantenha a casa sempre limpa e arejada. O tempo seco aumenta a concentração de ácaros, fungos e da poeira em móveis cortinas e carpetes;

➯  Procure não usar vassouras que levantam o pó por onde passam. Dê preferência para aspiradores ou panos úmidos;

➯  Ligue ventiladores de teto no modo “exaustor”, com ar direcionado para cima. Ligados para baixo, no modo “ventilação”, levantam a poeira que se mistura no ar;

➯  Não queime lixo nem provoque queimadas por descuido ou desatenção

Entenda os números de novos casos e óbitos da Covid-19 no Distrito Federal

Em coletiva, secretários de governo esclarecem e analisam a evolução e os impactos da pandemia

O Governo do Distrito Federal vai tornar ainda mais clara a divulgação dos dados relacionados à Covid-19, separando todos os óbitos diários conforme registros em cartório. A medida permitirá melhor análise da evolução da pandemia no território distrital, que tem um dos menores índices de letalidade pela doença do Brasil. Segundo a Secretaria de Saúde, não faltam leitos para tratamento e adequações ocorrem sempre que necessário.

“A letalidade do DF é uma das menores do país e isto precisa ficar claro”, garantiu o secretário de Saúde, Francisco Araújo, durante entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (19), no Palácio do Buriti. Conforme os dados da pasta, o maior número de óbitos em um mesmo dia ocorreu em 9 de julho, no pico da pandemia, quando 41 vidas foram perdidas por causa da doença.

Na segunda-feira passada (17), no entanto, apenas uma morte em virtude da doença ocorreu na capital. A partir de agora, o governo vai divulgar o número diário de óbitos, além de contabilizar os registros realizados nos cartórios.

O Subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Hage ressaltou que o problema de sub-notificação de óbitos é muito menor no DF que em outros estados: somente 3,9% dos óbitos não são testados com exame PCR para detecção do vírus causador da Covid-19. Nesses casos, são usadas alternativas como tomografias computadorizadas compatíveis.

Confirmação de casos

Os casos confirmados só entram na estatística após investigação epidemiológica. As notificações partem de todas as unidades de saúde do DF, públicas e privadas, e são enviadas para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que verifica e consolida as informações para evitar erros e duplicações.

São fontes os dados enviados pelos laboratórios que realizam o teste RT-PCR e os exames realizados nas unidades básicas de saúde (UBS), unidades de pronto atendimento (UPA), hospitais e demais locais que realizam os testes. Com base em tudo isso são produzidos boletins diários.

Leitos de UTI

No início da pandemia, a Secretaria de Saúde fez três projeções de aberturas de leitos, que variaram de 700 a mil pontos públicos e privados. Com isso, trabalhou-se em ampliação e, segundo os gestores da pasta, as estimativas se confirmaram. Hoje, são 730 leitos de UTI Covid na rede pública, além de 230 no setor privado, com 68% de ocupação.

Recentemente também entregues 84 leitos no hospital da Polícia Militar e novos serão inaugurados. No hospital no Complexo Penitenciário da Papuda, serão mais 40 leitos. No Hospital de Campanha de Ceilândia, outros 20 com suporte respiratório. “Enquanto durar a pandemia a secretaria estará abrindo leitos fazendo adequações nas unidades”, avisou o secretário.

Francisco Araújo esclareceu que só o médico pode direcionar um paciente dentro da rede. “Muitas vezes, na maioria delas, o paciente não é direcionado para um leito de UTI porque não tem condições clínicas disso. Não faltam leitos”, cravou.

Ainda assim, os cuidados devem continuar. “A população tem que ter cuidado com o maior bem, a vida. O pior momento da pandemia é quando o cidadão acha que está tudo bem”, aconselhou o secretário de Saúde.

No Distrito Federal, apenas 1,45% dos casos de Covid terminam em morte

Estudo da Codeplan mostra que a proliferação da doença se mantem estável. No comparativo nacional, o DF está entre os três estados em melhor situação

A 18ª edição semanal do Boletim Codeplan Covid divulgado nesta semana aponta que a taxa de letalidade da doença no DF é a 25ª mais baixa entre as 27 unidades da federação.

Desde o começo da pandemia, o DF ocupa as três últimas posições do país na taxa que compara o percentual de óbitos causados por Covid-19 em relação ao número de casos confirmados.

A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) analisou os dados sobre a infecção pelo coronavírus até o último dia 16. De acordo com o boletim, o DF tinha 136.467 casos e 1.976 óbitos. Só perde para Roraima, com taxa de 1,43, e Tocantins (1,38%).

A média do Brasil é de 3,2%, mas o índice chega a 7,5% no Rio de Janeiro e a 6,36% em Pernambuco. “Desde que começamos o Boletim Covid-19 em abril, a taxa de letalidade do DF sempre manteve-se entre as melhores do país, sendo a antepenúltima na análise da semana passada.” afirma Jean Lima, presidente da Codeplan.

A taxa de letalidade do DF tem variado entre 1,2 e 1,5 desde o começo da pandemia. “Os outros estados têm variado muito. A nossa se mantém estável. Ontem excepcionalmente chegou 1,6 porque a gente consolida esses dados às 18h e alguns laboratórios privados mandaram dados de casos confirmados depois desse horário”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Haje.

Para ele, a taxa de letalidade é o melhor indicador para se avaliar a eficiência da rede de saúde pública e privada nas ações de enfrentamento ao coronavírus. “A taxa de letalidade daqui é uma das menores do país graças ao atendimento dado aos pacientes. Tem estudos que mostram que 90% das pessoas que chegam a precisar de leitos de UTI, morrem se não tiverem acesso a um tratamento adequado”, diz.

“Se fosse esse desastre como às vezes se supõe, nós não teríamos uma taxa de letalidade tão baixa”, ressalta. De acordo com o secretário de Saúde, Francisco Araújo, o GDF, no início da pandemia, fez três projeções de abertura de leitos de UTI. No último dos cenários, seria preciso ofertar mil leitos de UTI na rede pública e privada.

“Hoje, somando os 730 leitos UTI Covid com 240 no privado, nós chegamos próximos a mil leitos”, afirma. “Enquanto durar a pandemia a Secretaria de Saúde vai abrir leitos, não em grande número como antes”, completa.

Reestruturação da rede

Em seis meses de pandemia, a Secretaria de Saúde estruturou no Distrito Federal uma rede totalmente preparada para receber e atender os casos relacionados ao coronavírus.

Hoje, são 739 leitos com suporte de ventilação mecânica aos pacientes mais graves da Covid-19, com dificuldade respiratória. Entre eles, os de Unidade de Terapia Intensiva (535), de Cuidado Intermediário (196) e Cuidado Intermediário Neonatal (8).

Isso foi possível depois de um esforço de gestão para entregar em poucos meses estruturas adaptadas e preparadas para receber esses pacientes. A mais recente foi a do Hospital de Campanha do Centro Médico da Polícia Militar. A nova unidade disponibiliza, desde o início de agosto, 80 novos leitos de UTI à população e 20 de enfermaria. Com isso, contribuiu para reduzir a taxa de ocupação total de leitos no DF para 69%, até o momento.

Além disso, a pasta tem 533 leitos de enfermaria para os casos menos graves, disponíveis em cinco unidades hospitalares. A maior quantidade está no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), uma das referências no DF para tratamento da Covid-19, com 233 leitos. Também estão nessa lista os hospitais de campanha do Mané Garrincha e da Polícia Militar, com 177 e 20 leitos de enfermaria, respectivamente, além dos hospitais de Ceilândia (95) e do Guará (8).

Governo de Goiás e OVG promovem atendimento psicológico online a idosos

Psicóloga Waléria Paixão em atendimento virtual na Vila Vida

Serviço é destinado aos frequentadores de unidades de apoio à terceira idade. Objetivo é amenizar impactos emocionais provocados pelo isolamento social, medida importante para o combate à pandemia da Covid-19

Uma preocupação constante do Governo de Goiás, principalmente com os idosos, é cuidar para garantir melhor qualidade de vida durante o período de distanciamento social. Nesse sentido, a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) desenvolve um trabalho para levar carinho e a atenção aos frequentadores do Centro de Idosos Vila Vida e dos espaços Bem Viver I e II, que, atualmente, em razão da pandemia da Covid-19, permanecem em casa.

O Serviço de Psicologia da OVG realiza atendimentos on-line para promover o cuidado da saúde emocional por meio do acolhimento, oferta de suporte psicológico e o favorecimento de estratégias de enfrentamento. Desde o início da pandemia, cerca de 150 idosos são beneficiados com a atividade.

A psicóloga Waléria Paixão explica que os idosos são muito ativos e costumavam sair todos os dias para ir ao supermercado, banco, farmácia, fazer exercícios físicos, encontrar amigos. “Eles vinham para as nossas unidades e faziam muitas atividades. Isso era sinônimo de liberdade, utilidade e vida com sentido”, diz Waléria.

Segundo ela, os idosos têm total consciência de que ficar em casa é importante, só que foi de uma hora para outra e muitos deles estão sofrendo, deprimidos, com medo de doenças e agoniados por não poder sair. É justamente daí que vem a importância desse suporte oferecido pelo Serviço de Psicologia da OVG.

Por meio de ligações telefônicas e chamadas de vídeo, alguns em grupo, os idosos compartilham seus sentimentos, contam como estão lidando com a solidão, com a angústia de ficar em casa.

“Nesses momentos, tentamos fazer com que enxerguem que é preciso transformar a solidão em coisa boa”, conta Waléria.

Ela informa que foram criados vários grupos de conversa no WhatsApp. “Eles são estimulados a dançar, a pegar o telefone e a ligar para um amigo, a assistir aos vídeos postados pelas equipes da OVG, no YouTube, com dicas que vão desde cuidados com o corpo a receitas”, comenta Waléria.

Força, amor e carinho

A dona de casa Divina Ferreira da Silva, 67 anos, conta que a solidão aumentou de forma “drástica” com a pandemia. Ela mora com o marido, João Diogo Sobrinho, que tem 83 anos e vive momentos de total esquecimento de tudo devido ao Alzheimer. “A nossa diversão era participar das atividades oferecidas pelo Espaço Bem Viver II, o que trazia uma melhor qualidade de vida para o meu marido”, fala.

Agora, em casa, ela conta que, se não fosse o atendimento psicológico on-line da organização, não teria ânimo e força para enfrentar o dia a dia. “Meus filhos moram longe. Minha companhia é a equipe da OVG. É esse serviço que me tem feito ter força e coragem para viver tanto por mim, quanto pelo meu marido. Recebo orientações de até mesmo como lidar com os momentos em que ele não sabe quem eu sou. Agradeço, de coração, esse acompanhamento”, diz Divina.

A diretora-geral da OVG, Adryanna Melo Caiado, ressalta que as videochamadas permitem uma interação, uma visita que demonstra amor e zelo. “Como o vírus, a dor da alma também gera problemas de saúde. É a dor da solidão, do descaso, do abandono. A nossa preocupação é não deixar que essa dor atinja os nossos idosos”, diz.

Segundo Adryanna, relatos indicam que 100% deles querem voltar a frequentar as unidades da OVG. “Como isso ainda não é possível, levamos amor e cuidado de forma on-line”, fala.

A presidente de honra da OVG e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado, conta ter recebido do governador Ronaldo Caiado um pedido especial para que a organização levasse amparo aos idosos, principalmente nestes tempos de pandemia do novo coronavírus.

“Nosso olhar está voltado para esses idosos que estão no grupo de risco e podem desenvolver diversos sentimentos e reações frente à pandemia. O propósito do nosso trabalho é dar continuidade ao acompanhamento à terceira idade, em suas casas, seja levando orientação, dicas e conversas, de forma a preservar a saúde mental da nossa população idosa”, pontua Gracinha Caiado.

“Peço que cada cidadão se sinta dono do Estado”, diz Caiado ao dialogar com moradores

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“Não somos de fazer promessas, mas de chegar, resolver as bandalheiras, as corrupções que existiam, acabar com elas e entregar para a população aquilo que lhe é direito”, afirma governador ao conversar com famílias durante entrega de 93 moradias da 2ª etapa do Residencial João Paulo II. Ele garante governar “sem populismo irresponsável e demagogia”

“O que peço a vocês é que cada cidadão se sinta dono do Estado. É o compromisso que tenho: devolver Goiás aos goianos. Vamos fazer devagar, sem promessa demagógica, sem populismo irresponsável, mas, sim, com trabalho e honestidade.” Esta foi a mensagem transmitida pelo governador Ronaldo Caiado ao conversar com moradores, na manhã desta quarta-feira (19/08), durante a entrega de 93 moradias da segunda etapa do Residencial João Paulo II, localizado na região Norte de Goiânia, próximo à rodovia BR-153, ao lado do Vale dos Sonhos.

Antes da solenidade, Caiado fez questão de dialogar com famílias que buscavam informações sobre as próximas etapas de entrega de moradias. Ele esclareceu sobre os problemas gerados com a construção na gestão passada e tranquilizou o grupo sobre a conclusão das obras. “Vocês precisam ter confiança no Estado agora. Não somos de fazer promessas. Somos de chegar, resolver as bandalheiras, as corrupções que existiam, acabar com elas e entregar para a população aquilo que lhe é direito”, disse o governador. “Vamos acabar com esses ratos e ratazanas que viviam no governo”, reafirmou.

Caiado explicou às famílias que a entrega das casas é aguardada desde 2014. “Nosso governo, em 18 meses, já entrega 93 unidades. É lógico que tem outras etapas que vamos inaugurar também, mas gradualmente”, pontuou.

“Nossa gestão está alicerçada em pilares como honestidade e transparência com o gasto público. Alcançamos avanços significativos em diversas áreas”, disse Caiado ao assegurar que não será diferente em sua política para redução do déficit habitacional no Estado.

“O governante não governa para seu interesse nem projeto de poder pessoal, muito menos enriquecimento com a máquina pública. É fazer com que haja uma equipe competente e trabalhando com esse objetivo”, disse Caiado. “O governador sozinho não consegue tudo, mas se todos os servidores, mais a população, acreditarem nesse momento, vamos fazer mudanças substantivas no Estado de Goiás”, concluiu.

A construção de 230 moradias da segunda etapa do residencial estavam paralisadas há três anos e meio e foi retomada pela atual gestão. As 137 habitações restantes devem ser entregues em setembro (34 unidades) e outubro (103 unidades), à medida em que a infraestrutura fique pronta. O Governo de Goiás investiu mais de R$ 10 milhões na construção das moradias, que teve aporte de outros R$ 15,6 milhões da Caixa Econômica Federal (CEF).

Quase cem partos foram feitos no Hran desde o início da pandemia

Hospital é referência no atendimento a pessoas com a Covid-19

A insegurança e as incertezas de entrar em trabalho de parto durante o período de pandemia está sendo a realidade de muitas mulheres. Encarar uma doença nova como a Covid-19, que exige muitos cuidados, faz com que a ansiedade das gestantes aumente ainda mais no momento tão esperado da maternidade.

Ao todo, foram atendidas 1.027 gestantes suspeitas e confirmadas no pronto socorro da Ginecologia e Obstetrícia do Hospital da Asa Norte (Hran), referência para as gestantes com a doença no Distrito Federal. Dessas, 272 foram internadas para tratamento clínico por pneumonia e/ou trabalho de parto.

“Acredito que o Hran prestou um grande atendimento para essas mulheres. Nossa incidência de mortalidade é baixíssima e a grande maioria evoluiu muito bem”, avalia o médico ginecologista e chefe da unidade de Ginecologia e Obstetrícia do Hran, Marco Antônio Resende Sampaio. Os números mostram o sucesso do hospital nesse tipo de atendimento. Desde o início da pandemia, em março, foram feitos 95 partos, sendo dois partos de gemelares. Houve apenas três óbitos maternos e dois casos de bebês natimortos.

Acho que o Hran prestou um grande atendimento para essas mulheres. Nossa incidência de mortalidade é baixíssima e a grande maioria evoluiu muito bemMarco Sampaio, chefe da unidade de Ginecologia e Obstetrícia do Hran

Com suspeita de estar com a Covid-19, Yorrane Bruna Santos da Silva, de 26 anos, teve a sua primeira filha no último dia 10 de agosto. Com 36 semanas de gestação, a moradora de Samambaia teve pré-eclâmpsia e buscou atendimento no Hospital Regional de Taguatinga, referência para esse tipo de atendimento na Região de Saúde Sudoeste. Neste hospital, e com a suspeita da doença, Yorrane foi encaminhada para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

“Depois que cheguei ao Hran fiquei bem mais calma. Desde o início, no primeiro atendimento, não tenho do que reclamar. Todos os funcionários estão de parabéns”, agradece a paciente que aguarda a alta médica dela e da bebê. “Estou com minha filha no quarto, amamentando, mas com todo cuidado, máscara, álcool em gel, pegar só na hora que precisa mesmo”, conta.

Possibilidade de complicações

Essa preocupação de Yorrane não é em vão. Uma vez infectada pelo novo coronavírus, a gestante precisa de cuidados redobrados pois há mais possibilidade de complicações. “A gente observou que estas gestantes tiveram sofrimento fetal com mais frequência, são pacientes que passam a ter risco de mortalidade neonatal, e por isso a vigilância tem que ser bem maior”, explica o médico Marco  Sampaio.

95partos, sendo dois gemelares, foram feitos no Hran desde o início da pandemia

Os cuidados começam na chegada das pacientes, que são separadas entre aquelas que estão com suspeitas e as que já confirmaram a Covid-19. Todas passam por tomografia para verificar a situação dos pulmões.

Durante o tempo de internação são realizados exames para verificar a vitalidade fetal com mais frequência, para evitar ou diagnosticar o sofrimento fetal, como a ecografia e a cardiotocografia. “A Covid-19 também provoca alteração renal, alteração hepática, então é uma paciente que precisa receber um cuidado maior”, relata o médico.

Intubação

Foi criada, no Centro Obstétrico, uma sala com respirador e equipamentos para intubação das pacientes. Quando a paciente passa por esse procedimento, ela é encaminhada para o box de emergência ou para um leito de Unidade de Terapia Intensiva para receber os cuidados necessários, sendo encaminhada para a maternidade após melhora e alta dessas unidades. No Hran existe, hoje, um grupo só para realizar o procedimento de intubação, que é acionado diante de qualquer intercorrência e o atendimento é imediato.

| Foto: Divulgação

Dentro da maternidade as puérperas também ficam separadas em suspeitas e confirmadas com Covid-19. Quando o exame apresenta resultado negativo, a paciente retorna para a região de saúde de origem. As pacientes que tiveram resultado positivo continuam sendo atendidas no ambulatório específico e, na medida em que elas vão evoluindo, voltam para as unidades básicas mais próximas.

Equipe

Se para as mães está sendo um momento tenso, para os profissionais da saúde também. Com o novo coronavírus as equipes precisaram aumentar os cuidados com a assepsia, especialmente com o processo respiratório, passar por muitos treinamentos, mudanças de rotina, fluxos e protocolos.

“A gente leva muito tempo se paramentar e desparamentar, sempre tendo o cuidado para a nossa equipe também não se contaminar. Ao mesmo tempo, é preciso lidar com a fragilidade das nossas pacientes, que já chegam aqui com medo, ficam receosas”, relata a supervisora de enfermagem da maternidade, Juliana do Nascimento Simão.

Sendo o único hospital do DF a realizar os partos de pacientes com o coronavírus, as equipes precisaram superar o medo inicial de uma doença desconhecida para prestar um serviço de excelência. “Não tem sido fácil, mas a equipe superou a minha expectativa em relação ao engajamento, em relação ao entrosamento e tem havido uma integração muito grande entre a obstetrícia e as outras clínicas do hospital”, relata o chefe da Ginecologia e Obstetrícia, Marco Sampaio. “Esse entrosamento das equipes é que levou ao sucesso no atendimento também”, conclui.

Governo do DF avança as obras do Hospital de Campanha de Ceilândia

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Com a parte de fundação concluída, a estrutura metálica começa a ser montada e as primeiras paredes de vedação a serem erguidas. Foto: Divulgação / Secretaria de Saúde

Unidade disponibilizará mais 60 leitos para o tratamento de pacientes com a Covid-19

Com toda parte de concreto concluída, suportes metálicos instalados e as primeiras paredes de alvenaria subindo, o Hospital de Campanha de Ceilândia vai tomando forma dentro do prazo esperado. A obra teve início em 13 de julho e, ao final, vai comportar 60 leitos. Essa unidade, após a pandemia, será transformada no Hospital Materno Infantil de Ceilândia.

“A parte mais demorada já foi concluída e estamos com 50% da obra em andamento. A expectativa é de que, daqui para frente, o hospital tome forma muito mais rápido”, informou o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Sócrates Alves.

Com a parte de fundação concluída, a estrutura metálica começa a ser montada e as primeiras paredes de vedação a serem erguidas. As próximas etapas serão execução das paredes de vedação, execução da laje e paredes internas, seguidas das instalações elétricas e hidráulicas.

A obra foi orçada em R$ 10,4 milhões e ocupará uma área de 22.900 metros quadrados. A unidade terá 20 leitos com suporte ventilatório e 40 leitos de enfermaria para, no período de pandemia, atender aos pacientes acometidos pela Covid-19.

“As paredes internas permitem adequações, assim quando findada a pandemia a edificação poderá se tornar em uma unidade de saúde para atendimento às necessidades da região ”, revela o subsecretário.

O novo hospital fica ao lado da Unidade de Pronto Atendimento de Ceilândia, localizada na QNN 27, Área Especial D.

Secretaria de Educação adia retorno de aulas presenciais na rede pública do Distrito Federal

Decisão visa dar mais segurança a estudantes e servidores. Reformas nas escolas prosseguem

A retomada do calendário escolar presencial da rede pública do Distrito Federal está adiada. Com data de referência para 31 de agosto, o retorno gradual dos alunos para as salas de aula vai ficar para depois. A decisão foi tomada como forma de precaução, para evitar o aumento de contaminações pela Covid-19 a partir do convívio de crianças, adolescentes e adultos no ambiente escolar. A nova data será definida de forma que garanta a segurança de todos.

A informação foi divulgada na tarde desta quarta-feira (19) em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti. “A decisão é fruto de grande debate com escolas, comunidade escolar e com observação científica da evolução da curva da pandemia. A data era de referência, mas neste momento, apesar de as escolas estarem prontas para o retorno, isso será adiado pela vida e saúde de todos”, declarou o secretário de Educação, Leandro Cruz, que se reuniu virtualmente com gestores de 686 colégios na manhã desta quarta.

De acordo com ele, o comportamento da pandemia seguirá em acompanhamento para que as providências de retorno às aulas presenciais sejam tomadas de forma segura. Ainda não há data definida para o retorno presencial.  Continua em vigor o Decreto 40.939, de 2 de julho de 2020, que autorizou a retomada a partir de 3 de agosto, deixando a organização do calendário a critério da Secretaria de Educação. “Mesmo o decreto possibilitando a volta, só faremos quando estivermos em condições epidemiológica perfeitas para isso”, avisou o titular da Educação.

Protocolos e preparativos

Os preparativos para a retomada das atividades presenciais vão prosseguir. Nesta semana, a operação para desinfecção e higienização das escolas da rede pública chegou a 91,2% das unidades. Das 686 escolas, 626 receberam as equipes do Sanear DF desde que começou, em 27 de julho.

Os protocolos para retorno ainda prevêem distanciamento, disponibilização de álcool em gel, uso de máscaras de proteção facial e aferição de temperatura, tapetes de desinfecção na entrada das salas. A testagem dos profissionais da educação que atuam nas escolas será feita pela Secretaria de Saúde, em data a ser divulgada oportunamente.

Em entrevista à Agência Brasília na última semana, o secretário de Educação, Leandro Cruz, já havia dito que as aulas presenciais só seriam retomadas se houvesse todas as condições de segurança de saúde e controle da curva da pandemia para que não colocasse em risco a saúde de estudantes, de professores, dos demais servidores que atuam nas escolas e das pessoas que precisam ir às unidades de ensino, como os pais e responsáveis.

Ensino remoto

O ensino remoto será mantido. O programa Escola em Casa DF, com a plataforma Google Sala de Aula, tem cadastrados 470 mil estudantes e 72 mil profissionais da educação. De 13 de julho até 17 de agosto, ocorreram 4.384.917 acessos de estudantes e 798.302 por parte de professores. “Como o ensino remoto está funcionando, conseguimos manter, assim, a segurança de todos, evitando que estudantes sejam vetor de circulação de vírus nas suas famílias”, explicou Leandro Cruz.

A Secretaria de Educação está em processo para retomar as teleaulas, trabalhando nos preparativos para o processo de contratação dos canais de televisão. Além disso, o edital de chamamento público às operadoras de internet móvel foi publicado. A pasta pagará o custo para incluir aqueles que não têm condições, assim que as empresas se cadastrarem.

Enquanto as aulas presenciais estiverem suspensas, o governo continuará pagando os auxílios mensais da Bolsa Alimentação e Bolsa Alimentação Creche, criadas para garantir a segurança alimentar e nutricional dos estudantes. Muitos têm na merenda escolar suas principais refeições.

E as melhorar nas instalações também não vão parar. Nas contas da Secretaria de Educação, foram investidos R$ 87 milhões em reformas e manutenções de 204 unidades de ensino — 80 somente no período de pandemia.

“Vamos aproveitar esse período para entregar espaços com melhor qualidade no retorno. Agora, com revisão do retorno ao ensino presencial, vamos começar nova rodada”, avisa o secretário.

Além do secretário de Educação, Leandro Cruz, participaram do evento os titulares da Casa Civil, Gustavo Rocha; de Governo, José Humberto Pires; de Saúde, Francisco Araújo; e de Economia, André Clemente. Também esteve presente o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Hage.

Rede privada 

O GDF não vai interferir no calendário de retorno das escolas privadas. Atualmente, as aulas nas instituições particulares da capital estão suspensas por força judicial.