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Em Rio Verde, governador reinaugura Cepi Cunha Bastos e autoriza reforma de outras unidades educacionais

Comunidade aguardava há 12 anos pela reabertura de Centro de Ensino em Período Integral, cuja reforma começou em 2008 e acabou paralisada pela gestão anterior

Depois de 12 anos de espera, o governador Ronaldo Caiado reinaugurou e entregou à comunidade escolar, nesta segunda-feira (31/08), em Rio Verde, o Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Cunha Bastos totalmente reformado. Os recursos que viabilizaram a obra, mais de R$ 1 milhão, são do Tesouro Estadual. Na oportunidade, ele assinou ordens de serviços para o início de mais benfeitorias em outros dois colégios, além da Coordenação Regional de Educação (CRE) que fica no município, no valor de R$ 523 mil.

“A população de Goiás foi, durante muito tempo, iludida com promessas de obras e o que temos, hoje, são centenas delas inacabadas. É dinheiro do povo”, recordou o governador. Ele explicou que, em sua gestão, o objetivo é entregar os benefícios à população e recuperar a credibilidade também da política no Estado. “Tudo aquilo que vamos fazer é com transparência e responsabilidade”, assegurou citando a entrega desta segunda-feira: “Transformamos essa obra, parada há 12 anos, em realidade, em apenas oito meses”.

Desde o início da gestão, em janeiro de 2019, já foram investidos cerca de R$ 16 milhões no sistema de ensino, apenas em Rio Verde. “Estamos aqui para alavancar o que eu mais acredito como sendo um fator que revoluciona, modifica e dignifica as pessoas, que é a educação. Isso também abre a possibilidade de nossas crianças concorrerem neste mundo tão competitivo”, afirmou, em discurso, o governador. “Nós buscamos o que for necessário para a escola ser de tempo integral. E não é faz de conta, temos um currículo para qualificar os estudantes”, completou.

A gratidão e o carinho de pais, alunos e professores já puderam ser sentidos pelo governador ainda no aeroporto da cidade. Crianças e jovens foram recepcionar Caiado com faixas de agradecimento pela retomada da obra, que ficou por mais de uma década paralisada pelo governo anterior. “Estamos muito emocionados. São 12 anos de espera, de luta, aflições e abandono. Até o momento que um homem assume o Governo de Goiás, e esse homem se preocupa até com os vasos de flores dentro do banheiro para que o ambiente seja bom para os nossos alunos”, disse a coordenadora regional, Karen Proto.

Com a reabertura do Cepi, mais de 200 alunos, entre o 6º e o 9º ano do Ensino Fundamental, serão beneficiados. A titular da Secretaria Estadual da Educação (Seduc), Fátima Gavioli, que acompanhou o governador na agenda, também frisou a importância da iniciativa. “Essa escola é ‘padrão Caiado’, onde todos os detalhes e qualidade são observados, desde a cozinha, o banheiro, até a grama, que tem que ser esmeralda”, observou Gavioli.

A secretária acrescentou que o Governo de Goiás oferece aos goianos o máximo de qualidade no ensino-aprendizagem, com a garantia de excelente corpo administrativo e docente, além de infraestrutura adequada. “Temos aqui [em Goiás] os melhores servidores da Educação do País. Essa semana mesmo, o Tribunal de Contas da União (TCU) elogiou o trabalho que vem sendo desenvolvido em Goiás em apenas um ano”, ressaltou.

“O senhor entregou um sonho, devolveu a Rio Verde um pouquinho da sua história, está proporcionando a meus filhos e a 200 alunos, um ensino digno e de qualidade”, resumiu Taís Rodrigues, mãe do aluno Gustavo e que falou em nome da comunidade durante a abertura do Cepi Cunha Bastos.

Representantes da Assembleia Legislativa na reabertura do Cepi, o presidente da Casa, Lissauer Vieira, e o deputado Chico KGL, enfatizaram o dia histórico vivido pela população de Rio Verde nesta segunda-feira. “Hoje se prova, mais uma vez, que quando o governo usa o recurso público para o bem da população, os resultados acontecem”, disse Lissauer. “Vemos o retorno ao contribuinte em forma de benfeitoria. É uma escola de qualidade, por isso, deixo meu agradecimento especial ao governador”, assinalou KGL.

Em relação às ordens de serviço assinadas durante o evento em Rio Verde, R$ 180 mil serão destinados ao projeto de reforma e ampliação do Colégio Estadual Frederico Jayme; R$ 231 mil têm como endereço o Colégio Estadual Alvino Pereira Rocha e R$ 112 mil possibilitarão a construção da sede da regional de Educação no município.

Retomada das obras

A inauguração da unidade em Rio Verde é uma antiga demanda da população local, que se viu obrigada a acompanhar o abandono das obras, pela gestão estadual passada, por 12 anos. Iniciada em 2008, a construção precisou ser demolida pouco tempo depois, porque apresentou problemas estruturais graves: erros de projeto se somaram a tijolos quebrados e falta de areia.

Em dezembro do ano passado, Caiado quitou a dívida deixada pela administração anterior, no valor de mais de R$ 350 mil, e negociou a retomada do serviço. Mais R$ 670 mil foram aplicados pelo Governo de Goiás para concluir o empreendimento, totalizando mais de R$ 1 milhão investidos.

O novo prédio do Cepi Cunha Bastos conta com área total de 1,5 milhão metros quadrados, e com 787 metros quadrados de espaço construído. A unidade está equipada com mobiliário, carteiras, mesas, armários, internet e todos os materiais necessários para seu funcionamento.

O projeto arquitetônico traçado inclui cinco salas de aula, bloco administrativo – onde estão a coordenação e as salas multiuso e de professores, direção, secretaria, banheiros, almoxarifado, cozinha com despensa, depósito de material para limpeza, área de serviço, biblioteca, espaço para o recreio e laboratório de informática.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, a unidade continua com o funcionamento por meio de aulas virtuais.

História

A escola, que funcionou nos primórdios como uma associação de pais, foi fundada em 1948 pelo ex-deputado federal César da Cunha Bastos, falecido em 1992. Diretora da unidade, Rizzia Fernandes diz que o intuito do “doutor Cunha Bastos” era auxiliar as famílias que viviam na zona rural de Rio Verde. “Posteriormente, ele doou o terreno onde funcionava a associação para o Estado, que instituiu a escola pública”.

De lá pra cá, a história da unidade foi cheia de desafios, incluindo o abandono governamental. “As gestões passadas, antes do governador Ronaldo Caiado, deixaram a escola quase acabar”, destaca a gestora Rizzia Fernandes.

Só neste ano, o Governo de Goiás investiu R$ 85 milhões para reformas médias e ampliações, atendendo a mais de 221 unidades, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PPDE). Já o Programa Reformar possibilitou obras de pintura e reparos em 909 escolas, com investimentos de R$ 27 milhões. Foram liberados, ainda, R$ 15,7 milhões do Proescola para que as unidades realizassem pequenos reparos necessários à estrutura já existente.

Também marcaram presença no evento o presidente do Departamento Estadual de Trânsito Goiás (Detran-GP), Marcos Roberto Silva; o chefe de Gabinete Luiz Carlos Pasquim, representando o prefeito Paulo do Vale; os superintendentes da Seduc Rita de Cássia, Pedro Aurélio e Rodolfo Afonso; além de representantes das polícias Civil e Militar, e de gerentes, gestores, coordenadores, professores, servidores e alunos da rede estadual.

Ciretrans em Goiás passarão a ter novo modelo de qualidade

Primeira unidade com parâmetros determinados pelo governador Ronaldo Caiado, de baixo custo operacional e atendimento de excelência, será inaugurada, em Rio Verde, na próxima semana

O governador Ronaldo Caiado aproveitou a ida à Rio Verde para visitar as obras em andamento da nova Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) do município, cuja inauguração está prevista para a semana que vem. As instalações foram projetadas para oferecer mais conforto e comodidade à população que busca serviços nas áreas de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e veículos no local.

“A população terá atendimento digno por parte da estrutura do governo”, afirmou Caiado. “Aqui é um local estratégico, de boa estrutura para receber, e que também dará retorno aos pequenos empresários do shopping, já que haverá um maior fluxo de pessoas”, completou.

O presidente do Departamento Estadual de Trânsito Goiás (Detran-GO), Marcos Roberto Silva, ressaltou que um dos méritos da unidade é aliar o custo baixo à sede mais moderna. “Estamos dentro da qualidade exigida pelo governador. Esse modelo será levado para todo o Estado”, informou.

Situada no Ponto Shopping, a Ciretran passará a contar com estacionamento, espaço adequado para vistorias de competência do Detran-GO e localização privilegiada, já que fica no Centro de Rio Verde.

Com acesso facilitado para os 241 mil habitantes, a unidade atende, ainda, usuários de outros dois municípios – Montividiu e Santo Antônio da Barra. O horário, agendado para evitar aglomeração, deve ser marcado por meio do site www.detran.go.gov.br. Por dia são realizados cerca de 400 atendimentos nas áreas de veículos de habilitação.

Também estiveram presentes na vistoria às obras, representando a Assembleia Legislativa, os deputados estaduais Lissauer Vieira (presidente da Casa) e Chico KGL. “Esse é um lugar que vai atender com qualidade e onde as pessoas vão trabalhar com conforto”, pontuou Chico KGL. “O Governo do Estado, mais uma vez, cumpre com seu compromisso de dar mais comodidade e um local digno para os nossos contribuintes”, acrescentou Vieira.

Contribuintes do Distrito Federal devem regularizar débitos para sorteio do Nota Legal

Participantes do programa têm até 7 de setembro para acertar dívidas

Os participantes do programa Nota Legal, do governo do Distrito Federal (GDF), que desejam participar do sorteio de prêmios do programa têm até o dia 7 de setembro para regularizarem seus débitos. O sorteio do Nota Legal está marcado para o dia 27 de outubro.

Este ano 12,6 mil bilhetes serão premiados, distribuídos da seguinte forma: 12 mil prêmios de R$ 100; 500 de R$ 200; 50 de R$ 1 mil; 30 de R$ 5 mil; dez de R$ 10 mil; quatro de R$ 50 mil; três de R$ 100 mil; dois de R$ 200 mil; e o grande prêmio de R$ 500 mil.

Participam do sorteio documentos fiscais emitidos de 1º de maio de 2019 a 30 de abril de 2020 que tenham registro de CPF inscrito no programa. Um documento fiscal equivale a um bilhete no concurso, independentemente do valor. Cada pessoa pode participar com até 200 bilhetes por mês.

Para concorrer aos prêmios, além de estar cadastrado no Nota Legal, o contribuinte não pode ter dívida com o GDF nem ser ligado a empresas contratadas para serviços de desenvolvimento e manutenção dos sistemas tributários da Secretaria de Economia, que coordena o programa.

O acerto dos débitos pode ser feito por meio da quitação ou do parcelamento. A fase de habilitação no sorteio teve início no dia 21 de agosto. Aqueles que desejarem contestar a não habilitação também têm até 7 de setembro para fazer o pedido na página da Receita do DF.

“Os premiados em 27 de outubro terão até 25 de abril do ano que vem para indicar os dados bancários para recebimento do valor. Os recursos não resgatados retornarão ao Tesouro do DF. Os depósitos serão feitos em três lotes, a critério da Secretaria de Economia, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira”, informou o governo.

Até o momento, há 93 milhões de bilhetes válidos. A média geral é de 111 unidades por consumidor cadastrado. O GDF informou ainda que o programa possui 1.314.328 pessoas cadastradas, das quais 300.159 têm débitos. Toda a dívida somada representa R$ 5 bilhões.

Codeplan inicia período de adesão dos funcionários ao PDV

A partir desta terça-feira (1º/9), empregados interessados poderão aderir ao programa

O período de adesão ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV) da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) começa nesta terça-feira (1º/9), com prazo de 90 dias para apresentar o requerimento. O PDV oferece aos empregados interessados na adesão a oportunidade de desligamento voluntário da empresa mediante acordo e com o recebimento de incentivos sociais e financeiros. O objetivo do programa é atender a uma demanda dos próprios empregados e promover a economia das contas públicas. O último programa da Companhia foi lançado em 2016.

O público-alvo do programa são os empregados com, no mínimo, 50 anos de idade e 18 anos de exercício efetivo na empresa. Aqueles cujo desligamento possa prejudicar o desempenho operacional da Companhia ou traga prejuízos à prestação dos serviços públicos estão impedidos de participar do programa. Os empregados que estiverem participando de projetos especiais e prioritários para a empresa terão sua adesão suspensa até a conclusão dos trabalhos.

Entre os impedimentos para adesão, não podem participar do programa as empregadas gestantes, as que estão sob licença-maternidade e os empregados que façam jus à estabilidade provisória, a não ser que renunciem ao direito de estabilidade provisória, mediante anuência expressa da entidade sindical profissional e os empregados que estiverem em licença previdenciária ou com o contrato de trabalho suspenso ou interrompido, cuja adesão estará condicionada ao retorno do empregado ao trabalho, após a aprovação do seu requerimento de adesão.

Os empregados afastados para realização de cursos de pós graduação ou pós-doutorado e os que tenham participado de capacitação com duração igual ou superior a 360 h/a patrocinada parcial ou integralmente pela empresa e concluída nos últimos dois anos, salvo quando houver ressarcimento integral das despesas incorridas com a capacitação ofertada, também estão impedidos de participar do PDV. Aqueles que estiverem respondendo a processo de natureza disciplinar somente poderão aderir ao programa em caso de não aplicação da pena de demissão e na hipótese de aplicação de outra penalidade, após o seu cumprimento.

Os aderentes receberão incentivos financeiros e sociais, como o pagamento de 60% da remuneração bruta por 60 meses e a continuidade do Plano de Assistência Médico-Hospitalar da Companhia nas mesmas condições estabelecidas no Acordo Coletivo de Trabalho por 24 meses, além das verbas rescisórias que os empregados fazem jus ao se desligarem da empresa.

Para aderir ao PDV, o empregado deverá formalizar seu pedido mediante protocolo de requerimento de adesão, no Sistema Eletrônico de Informação (SEI). A Gerência de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (GEPES) será a responsável por analisar os pedidos, verificar a admissibilidade do requerimento e dar andamento ao processo, que também passará por avaliação da diretoria de lotação do interessado e pela presidência da Companhia.

Para saber mais sobre os critérios de adesão, solicitação e benefícios, clique aqui.

Operação Candombá: Semad multa em quase R$ 2 milhões loteamentos irregulares na região da Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso

Trabalho realizado pelos fiscais e agentes da Dema conta com apoio da população da região que deseja manter a preservação do local. Informações são repassadas a todo momento, inclusive, de outros pontos que não estavam entre os 31 alvos da Operação Candombá

Em uma semana, uma operação conjunta da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil, resultou na aplicação de multas que somam R$ 1.948.000,00 na região da Chapada dos Veadeiros. Entre os crimes ambientais vistoriados pelas equipes o foco são os loteamentos irregulares na APA de Pouso Alto, no município de Alto Paraíso de Goiás.

As ações no local, que tiveram início na última terça-feira (24/8), seguem até a próxima sexta-feira (4/9). A operação, batizada ‘Candombá’, leva o nome de uma vegetação típica do Cerrado, também conhecida como Planta do Fogo, com forte ocorrência na região, tem como foco a fiscalização contra a especulação imobiliária na Unidade de Conservação (UC) estadual.

Os fiscais observam, entre outros fatores, a abertura de parcelamentos irregulares do solo para fim urbano dentro de áreas destinadas apenas para uso rural; loteamento de solo abaixo da fração permitida para áreas rurais; supressão de vegetação nativa do cerrado para abertura de arruamentos e lotes, captação de água sem outorga, dentre outros usos ilegais que já foram apurados como uso de fogo em vegetação nativa e pastagens. Junto a isso, também estão sendo checados alvos recentes de desmatamento levantados via imagens de satélite.

De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Andréa Vulcanis, esse tipo de ação irregular em uma das áreas mais preservadas do Cerrado goiano gera um “impacto ambiental muito expressivo, seja pela própria ampliação desordenada da área urbana, seja por suas consequências diretas, como impermeabilização de solo e redução da disponibilidade hídrica, afetando, assim, os corredores ecológicos que existem de fauna e flora no local”, explica.

De acordo com o superintendente de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, Robson Dizarz, além das autuações e aplicação de multas, as equipes realizam o embargo das terras para que as irregularidades encontradas sejam cessadas imediatamente. Ainda, são apreendidos equipamentos utilizados no desmatamento irregular, a exemplo de tratores e motosserras.

Ele conta que até o final da Operação Candombá todos os 31 alvos identificados serão abordados. “O trabalho vai além da fiscalização, uma vez que temos de descobrir quais foram as pessoas que fracionaram o terreno e conseguir documentos comprobatórios do crime ambiental, por exemplo”, conta o superintendente.

Apoio da população

Robson Dizarz, que acompanha as equipes em campo, confidencia ainda que, o trabalho dos fiscais e agentes da Dema conta com apoio da população da região que deseja manter a preservação do local. “Recebemos informações a todo momento, inclusive, de outros pontos que não estavam entre os 31 alvos desta operação”, esclarece.

Na semana passada as equipes identificaram loteamentos que estão sendo vendidos por uma imobiliária de Alto Paraíso de Goiás com terreno abaixo da parcela mínima permitida para áreas rurais. “Pessoas estão comprando lotes que estão sendo vendidos no valor de R$ 300 mil, muito menores que a fração permitida, que são quatro hectares”, aponta a secretária Andréa Vulcanis, que acompanhou pessoalmente parte do trabalho dos fiscais da Semad e da Polícia Civil em campo na semana passada.

Operação Tapa Buraco é realizada em Ceilândia

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Mais de 13 toneladas de massa asfáltica foram usadas na manutenção de ruas e avenidas. Equipes da Administração também realizaram serviços de limpeza de áreas públicas e recuperação de boca de lobo

A maior região do Distrito Federal é contemplada com mutirão de melhoria na infraestrutura. Ruas e avenidas de Ceilândia receberam, nesta segunda-feira (31), serviços da operação tapa-buracos, retirada de lixo e entulho de áreas públicas, além de desobstrução de boca de lobo, recuperação de estrada rural e manutenção de calçadas.

A quadra na QNN 04, em Ceilândia Norte, foi contemplada com a recuperação asfáltica, a operação irá continuar nos próximos dias. A operação além de atender ruas e avenidas segue a seguinte ordem: vias principais e secundárias. Além disso, a ação conta com equipes de trabalhadores da Administração Regional, da Novacap e terceirizadas que atuam em diversas frentes da região, além de dois caminhões com capacidade de armazenar, cada um, de 10 a 15 toneladas de massa asfáltica, e máquinas, como um rolo compressor.

Segundo o administrador de Ceilândia, Marcelo Piauí, o mutirão na região é para dar mais celeridade e respostas mais rápidas às demandas da comunidade, além de manter as melhorias na infraestrutura da cidade. “Estamos cuidando da nossa Ceilândia! Os serviços são diários e atende as mais diversas áreas tanto urbana como rural. Nossa meta é melhorar trechos comprometidos do asfalto, dando condições de tráfego para motoristas e pedestres”, frisa Marcelo Piauí.

Confira o que foi realizado:

Remoção de entulho na EQNP 14/18 e 22/26, P Sul;

Remoção de entulhos na EQNM 19/21, Ceilândia Sul;

Reparos na calçada da QNN 17/AV,  Hélio Prates;

Manutenção asfáltica Qnn 04;

Limpeza e recuperação de boca de lobo no estacionamento da Via P3/QNP 3O, P Sul;

Recuperação de estrada vicinal no núcleo Rural Lajes da Jiboia.

Sua Vida Vale Muito Itinerante realiza cerca de 200 atendimentos no primeiro local a receber o programa

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O Programa Sua Vida Vale Muito Itinerante, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), realizou 188 atendimentos no CEU das Artes da QNR 2 de Ceilândia, entre os dias 21 e 28 de agosto. Este foi o primeiro local a receber a ação, que atendeu a população com uma equipe de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, massoterapeutas e educadores físicos. Esta semana a ação continua na Ceilândia, mas em outro espaço. A Sejus estará de volta a esta Região Administrativa a partir da próxima quinta-feira (3/9) na Praça dos Direitos, na QNN13. Serão três dias de atendimentos: quinta, sexta e sábado.

“Durante a pandemia da Covid-19, os cuidados com a saúde devem ser redobrados. Por isso, decidimos levar para as Regiões Administrativas esses atendimentos e serviços que podem auxiliar a população, especialmente os idosos e seus familiares, a se protegerem desse vírus”, reforçou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, estão sendo adotados todos os protocolos recomendados pelas autoridades sanitárias. Entre as medidas de segurança estão: a testagem prévia dos servidores, a desinfecção do local, o uso de máscaras e álcool em gel 70% e o distanciamento social.

Segunda fase

A ação itinerante é a segunda fase do Programa Sua Vida Vale Muito. A primeira foi a Hotelaria Solidária, que hospedou 300 idosos no Brasília Palace Hotel durante 90 dias, entre abril e julho. Nesse período, eles aprenderam a se proteger contra a Covid-19 e a importância de adquirir hábitos saudáveis no seu cotidiano.
Agora, além de acompanhá-los virtualmente por meio de grupos de WhatsApp, a Sejus pode oferecer em suas cidades serviços semelhantes aos que recebiam no hotel, contribuindo para volta à rotina desses idosos, que deixaram o hotel no dia 22 de julho.

 

Nova saúde pública para a Ceilândia

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A cidade ganhará uma nova UPA, o primeiro Hospital Materno Infantil da região e mais uma UBS

Assim que a pandemia da covid-19 estiver controlada, Ceilândia vai herdar melhorias que vão mudar completamente a cara da saúde pública da maior cidade do Distrito Federal. Na manhã desta sábado (29), o secretário de Saúde do DF, Osney Okumoto, e o presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Gestão (IGES-DF), Sérgio Costa, estiveram na cidade para acompanhar obras e ações que estão em andamento.

Acompanhados pelo administrador regional, Marcelo Piaui, e pela superintendente de saúde da região oeste, Lucilene Florêncio de Queirós, eles foram conferir de perto o andamento das obras da nova UPA, no Setor O, e do Hospital de Campanha na QNN 27, Ceilândia Norte, que se tornará o primeiro Hospital Materno Infantil do DF fora do Plano Piloto. São benfeitorias que vão permanecer para reforçar o sistema de saúde pública de toda a região, beneficiando cerca de um milhão de pessoas.

O administrador Marcelo Piauí acredita que a construção das novas instituições, em Ceilândia – aliada a outras ações e obras, como a ala anexa ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), com mais de 60 leitos – será um divisor de águas para a saúde da cidade.

“São edificações que seguem os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, o que habilita a atender milhares de pacientes quando as obras forem entregues. Por mês nascem mais de 600 crianças na cidade, o que justifica a presença de um hospital especializado para atender as mães e fazer todo acompanhamento necessário. Todas essas benfeitorias ficarão como legado na saúde para toda comunidade!”, enfatiza Piauí.

O administrador também ressalta que a estruturação da saúde em Ceilândia tem sido intensa e por meio de parcerias. ” Ceilândia ganhou o novo hospital Modular, a ala anexa ao HRC, que está em pleno funcionamento e que depois que passar essa pandemia irá reforçar a oferta de atendimento do Hospital de Ceilândia. Uma das nossas prioridades é desenvolver e oferecer uma saúde pública de qualidade para à população”, esclarece Marcelo Piauí.

O secretario de Saúde, Osney Okumoto, disse que as obras vêm reforçar o sistema como um todo. “Já ampliamos enormemente o programa Saúde da Família, que hoje tem a maior cobertura do Brasil, e vai prover a população da fase mais importante, que é a saúde preventiva. Importante ressaltar que todo o investimento feito para o combate da covid-19 fica na rede, reforçando muito a nossa capacidade de atendimento”, explicou.

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que está sendo construída na cidade é uma das oito unidades que serão entregues até o final do ano. As obras estão adiantadas e o presidente do IGES, Sérgio Costa, afirma que entram em funcionamento rapidamente. “Já estamos providenciando todo o mobiliário e pessoal necessários para que as UPAs entrem em operação assim que as obras físicas forem concluídas”, afirmou.

Ceilândia também vai ganhar uma nova Unidade Básica de Saúde, que tem mais de 10% da obra pronta e deve ser inaugurada ainda este ano.

Prisão do médico Ricardo Tavares, pela Falso Negativo, divide opiniões no DF

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A prisão do médico Ricardo Tavares Mendes, na terça-feira (25), pela operação “Falso Negativo” do Ministério Público do Distrito Federal, que prendeu a alta cúpula da Secretaria de Saúde, ganhou forte repercussão e gera opiniões divergentes no Distrito Federal

Por Toni Duarte, do Radar DF

Desde a sua exoneração do cargo de secretário-adjunto de Assistência à Saúde do DF, ocorrida em junho  passado, que o médico Ricardo Tavares, servidor de carreira da Secretaria de Saúde, ocupava a direção-geral do Hospital Regional de Planaltina.

Ele foi pego de surpresa,  em casa,  na terça-feira da semana passada,  pela Operação Falso Negativo deflagrada pelo Ministério Público do Distrito Federal.

Desde a prisão de Tavares, que se encontra na carceragem da Polícia Civil do DF, podendo ser transferido para a Papuda com os demais  envolvidos no caso, que inúmeras manifestações de solidariedade e  defesa do médico vêm ocupando os grupos de WhatsApp que reúnem personalidades do mundo jurídico, da saúde e da administração pública.

Tanta solidariedade, segundo as pessoas que o conhece,  se dá em razão de ser ele “exemplo de retidão entre seus pares”, escrevem os amigos nas redes sociais.

De acordo com as afirmações de muitos servidores, Ricardo Tavares tem um histórico  sem antecedentes criminais ou administrativos seja como gestor ou como servidor nestes 18 anos que atua na Secretaria de Saúde do DF.

O cirurgião também é  aclamado pela comunidade médica do DF.

Como  gestor, passou pelo Hospital de  Planaltina e depois foi superintendente. Com o destaque foi o alçado à condição de Subsecretário de Atenção Integral à Saúde. Em seguida, secretário-adjunto de Assistência à Saúde  do Governo Ibaneis.

Amigos do médico preso, divulgam em grupos de WhatsApp as mensagens postadas no grupo do “Comitê Distrital pela Saúde”, na data de sua exoneração do cargo de secretário-adjunto ocorrida no dia  10 de julho  passado.

O  Comitê Distrital de Saúde do Distrito Federal é composto por magistrados, defensores públicos, membros do Ministério Público, gestores da Secretaria de Estado de Saúde do DF e representante do Conselheiro Regional de Medicina do DF, entre outros participantes.

No grupo de whatssap do Comitê de Saúde  muitos  lamentaram a saída de Tavares da secretaria-adjunta da Saúde.

Na ocasião, membros do  Comitê Distrital, que atuam diretamente com a saúde pública, teceram vários elogios à conduta do cirurgião, sendo inclusive convidado pelo desembargador Roberto Freitas  a permanecer informalmente colaborando com o Comitê.

Em outras mensagens dos  grupos de WhatsApp que reúne médicos,  se referem a Ricardo Tavares  como “uma unanimidade de competência e bom caratismo”.

De acordo com análises jurídicas, feitas por advogados que acompanham o caso,  “a narrativa da denúncia estão embasados de forma rasa e calcadas nas atribuições regimentais de um gestor que assina documentos após passar por pareceres jurídicos”.

A prisão dos gestores da Saúde abriu outra discussão no meio dos servidores públicos do DF.  Quem  vai querer ser gestor na saúde se não tem a mínima segurança para praticar os atos?

GDF entrega novas unidades de saúde para a Ceilândia

Uma nova UPA, o primeiro Hospital Materno Infantil da região e mais uma UBS. Ceilândia avança no combate a pandemia

Assim que a pandemia da covid-19 estiver controlada, Ceilândia vai herdar melhorias que vão mudar completamente a cara da saúde pública da maior cidade do Distrito Federal.

Osney Okumoto

Na manhã desta sábado (29), o secretário de Saúde do DF, Osney Okumoto, e o presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Gestão (IGES-DF), Sérgio Costa, estiveram na cidade para acompanhar obras e ações que estão em andamento.

Marcelo Piauí, adm. de Ceilândia/foto: sosbrasília

Acompanhados pelo administrador regional, Marcelo Piaui, e pela superintendente de saúde da região oeste, Lucilene Florêncio de Queirós, eles foram conferir de perto o andamento das obras da nova UPA, no Setor O, e do Hospital de Campanha na QNN 27, Ceilândia Norte,  que se tornará o primeiro Hospital Materno Infantil do DF fora do Plano Piloto. São benfeitorias que vão permanecer para reforçar o sistema de saúde pública de toda a região, beneficiando cerca de um milhão de pessoas.

O administrador Marcelo Piauí acredita que a construção das novas instituições, em Ceilândia – aliada a outras ações e obras, como a ala anexa ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), com mais de 60 leitos – será um divisor de águas para a saúde da cidade . “São edificações que seguem os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, o que habilita a atender milhares de pacientes quando as obras forem entregues. Por mês nascem mais de 600 crianças na cidade, o que justifica a presença de um hospital especializado para atender as mães e fazer todo acompanhamento necessário. Todas essas benfeitorias ficarão como legado na saúde para toda comunidade!”, enfatiza Piauí.

O administrador também ressalta que a estruturação da saúde em Ceilândia tem sido  intensa  e por meio de parcerias. ” Ceilândia ganhou o novo hospital Modular, a ala anexa ao HRC, que está em pleno funcionamento e que depois que passar essa pandemia irá reforçar a oferta de atendimento do Hospital de Ceilândia. Uma das nossas prioridades é desenvolver e oferecer uma saúde pública de qualidade para à população”, esclarece Marcelo Piauí.

O secretario de Saúde, Osney Okumoto, disse que as obras vêm reforçar o sistema como um todo. “Já ampliamos enormemente o programa Saúde da Família, que hoje tem a maior cobertura do Brasil, e vai prover a população da fase mais importante, que é a saúde preventiva. Importante ressaltar que todo o investimento feito para o combate da covid-19 fica na rede, reforçando muito a nossa capacidade de atendimento”, explicou.

Sergio Costa, Presidente do IGES/DF

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que está sendo construída na cidade é uma das oito unidades que serão entregues até o final do ano. As obras estão adiantadas e o presidente do IGES, Sérgio Costa, afirma que entram em funcionamento rapidamente. “Já estamos providenciando todo o mobiliário e pessoal necessários para que as UPAs entrem em operação assim que as obras físicas forem concluídas”, afirmou.

Ceilândia também vai ganhar uma nova Unidade Básica de Saúde, que tem mais de 10% da obra pronta e deve ser inaugurada ainda este ano.

Fonte: radardf.com.br

Mais de 27,7 mil famílias recebem o crédito do Cartão Prato Cheio

O pagamento do benefício de agosto, que demanda recursos de quase R$ 7 milhões, será efetuado nesta segunda-feira (31)

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) libera, nesta segunda-feira (31), o crédito do programa Cartão Prato Cheio. No total, 27.748 beneficiários, que efetuaram o desbloqueio do cartão até o dia 1º deste mês, receberão R$ 250. O valor se destina à aquisição de itens da cesta de alimentos e de pão e leite, como forma de garantir alimentação às famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional no DF, principalmente durante o período de pandemia da Covid-19.

Foram investidos R$ 6.937 milhões para concessão do benefício no mês de agosto. A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Rocha, explica que o auxílio precisa ser utilizado dentro do prazo de 30 dias, a contar da data do pagamento. “É importante que os beneficiários saibam que o crédito do Prato Cheio não é cumulativo”, orienta. “Por isso, os R$ 250 devem ser utilizados para a aquisição dos itens da cesta de alimentos de forma que não fique saldo no cartão de um mês para o outro”.

Mais beneficiários

Nas áreas econômica e social do GDF, seguem firmes os trabalhos para tornar disponíveis novas concessões do Cartão Prato Cheio para os próximos meses. “Hoje estamos com mais de 28 mil famílias recebendo o benefício”, contabiliza a secretária. “São mães que estão conseguindo colocar o alimento na mesa para seus filhos. Lembro que, no início da pandemia, apenas oito mil pessoas recebiam a cesta de alimentos in natura em suas casas. Tivemos um aumento de 256,25% no número de beneficiários. Isso mostra o quanto a nossa equipe tem trabalhado, incansavelmente”.

256,25%Percentual de aumento do número de beneficiários do programa

O benefício já foi entregue para 28,5 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional no DF. Porém, após reavaliação socioeconômica, 781 beneficiários tiveram o auxílio cancelado por estarem foram do critério de renda – que, conforme prevê o decreto,  deve ser igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita.

“A pessoa, quando entra em contato com a equipe do Cras [Centro de Referência de Assistência Social], informa a sua renda atual e se declara impossibilitada de comprar os alimentos para sua família, mas é importante que essa pessoa informe qualquer mudança que ocorra no seu perfil de renda, já que é o agente social que analisa o risco social em que se encontra a família e, assim, concede o benefício”, destaca a secretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes , Karla Lisboa. “Em alguns casos, ela terá que passar por um novo atendimento para reavaliar, se for o caso, o seu atual contexto socioassistencial e de segurança alimentar”.

Como funciona

O programa Cartão Prato Cheio é um auxílio que permite a transferência de crédito para aquisição de itens da cesta de alimentos e de pão e leite, como forma de garantir alimentação às famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional no DF. O valor do benefício é de R$ 250, com uso restrito em estabelecimentos alimentícios. O cartão do Prato Cheio não está habilitado para a função saque.

O auxílio é destinado às famílias que já solicitaram a cesta de alimentos em alguma unidade do Centro de Referência da Assistência Social (Cras), do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) ou pelo teleatendimento realizado durante o período da pandemia do novo coronavírus. Essas famílias já tiveram o requerimento registrado no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids) da Sedes, conforme os critérios e perfil de acesso ao programa.

Podem receber o benefício as famílias residentes no DF com renda per capita igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) e que se declarem em situação de insegurança alimentar. O cartão poderá ser concedido juntamente a outros benefícios socioassistenciais, como o Bolsa Família e o DF sem Miséria, desde que atenda os critérios de elegibilidade.