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Respirador de baixo custo vai ampliar atendimento a pacientes com Covid-19

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Fundação de Apoio à Pesquisa do DF investe R$ 1,1 milhão em projeto de pesquisador da UnB

Criar respiradores mecânicos baratos para ampliar o acesso de pacientes com Covid-19 em leitos de UTI. Esse é o objetivo do projeto apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), instituição vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), e coordenado pelo pesquisador Sanderson César Macêdo Barbalho.

O cronograma do projeto é de 120 dias a partir da assinatura do Termo de Outorga e Aceitação (TOA) junto à FAP-DF, o que foi feito no início do mês de junho. Ao final deste período, a expectativa do pesquisador e sua equipe é de ter 30 unidades prontas para uso.

O projeto recebeu investimento de R$ 1,1 milhão. O valor foi repassado pela Secti/FAP-DF no âmbito do Convênio 03/2020, que conta com orçamento global de R$ 30 milhões para apoiar projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à Covid-19.

“Nosso objetivo inicial é desenvolver um respirador de baixo custo, mas que atenda às normas de segurança médica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa], validar o produto e certificá-lo de acordo com os padrões simplificados da agência para a pandemia, para que possamos entregar um lote-piloto”, explica o coordenador do projeto, que também é professor adjunto do Departamento de Engenharia de Produção (EPR) da Universidade de Brasília (UnB).

“Estamos organizados em grupos divididos por área tecnológica – eletrônica e software, mecânica, testes médicos e logística de aquisições e fabricação. Cada grupo se reúne e planeja suas atividades semanalmente. Usamos metodologia ágil baseada em softwares de uso livre para registrar as atividades. Fazemos uma reunião semanal toda sexta-feira para consolidar o avanço do projeto, e assim por diante. Serão 17 semanas de trabalho nesse ritmo para atingir a nossa meta”, acrescenta Sanderson.

Ele destaca ainda a importância do fomento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e em Pesquisa Desenvolvimento (P&D) para que projetos como esse saiam do papel e, assim, possam efetivamente ajudar a população do DF, bem como os profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate à pandemia. “Sem o fomento o projeto não aconteceria. Tivemos contato com investidores de Brasília, os quais infelizmente não se prontificaram em contribuir minimamente com a proposta. E, com recursos próprios, conseguiríamos no máximo fazer um protótipo de bancada, não muito diferente do que encher um balão de festas”, arremata.

Campanha solidária da Caesb continua ajudando população vulnerável do DF

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Caesb já doou cerca de 10 mil itens de higiene pessoal

Em continuidade às ações solidárias lançadas pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) durante a pandemia do novo coronavírus, a Empresa fez duas doações de sabonetes para instituições de Ceilândia e do Itapoã. Foram 1.350 itens doados para ajudar no combate da Covid-19. As entregas fazem parte da campanha solidária lançada pela Caesb em maio e que segue ajudando famílias em situação de vulnerabilidade social.

Na última semana, a Caesb doou 1.200 sabonetes para a creche RN Sol Nascente, que atende aproximadamente 400 famílias de Ceilândia, e 150 sabonetes para o Grupo Agradecer, que desenvolve projetos com famílias carentes do Itapoã, no Paranoá e do Entorno do DF. Com essas doações, a Caesb já doou cerca de 10 mil itens de higiene pessoal.

Responsável pela creche RN Sol Nascente, Cláudia Damiana da Silva Teixeira reforçou que a doação vai permitir mais dignidade às famílias, já que estavam usando sabão de soda na higienização das crianças e dos adultos. A instituição atende crianças vulneráveis com aulas de pedagogia e contribui com as famílias do bairro doando produtos de higiene e alimentação.

“Relatos como esse que vivenciamos na RN Sol Nascente nos fazem perceber como essa ação é importante e significativa para a sociedade. É por esse motivo que a Caesb decidiu manter a campanha e, com o apoio de quem pode doar, continuar ajudando as famílias que mais precisam”, destacou Nívia Pedrosa de Oliveira, gerente de Qualidade de Vida e Responsabilidade Social da Caesb.

A ação solidária da Caesb foi lançada em 5 de maio e duraria um mês. O objetivo inicial era ajudar as famílias de 450 crianças e adolescentes atendidos pelo Golfinho, um Projeto Social da Caesb. Mas a Empresa decidiu continuar arrecadando e distribuindo os itens também para instituições sem fins lucrativos até o fim da pandemia de Covid-19.

Os produtos de higiene arrecadados já foram doados para famílias de Ceilândia, Itapoã e Paranoá atendidas no Golfinho, além do Instituto Solidário de Ceilândia, Lar dos Velhinhos, instituto El Shadai, Grupo Agradecer e Creche RN Sol Nascente.

Entre os doadores, desde o início da campanha, estão os próprios empregados e aposentados da Caesb, associados da Caesb Esportiva e Social (Caeso), equipes do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) e da Secretaria de Comunicação do Governo do Distrito Federal (Secom) – que se uniram à campanha e viraram pontos de coleta dos itens –, as empresárias Heloísa Helena e Pollyana Prudente, a Drogaria Brasil, o servidor do TJDFT, Michael Xavier, a Mirante Incorporações – que iniciou a campanha doando 2 mil sabonetes, o Shopping DF Plaza, a Rede D’Or, que doou 3,6 mil sabonetes, psicólogos e neurocientistas da HeartBrain, o Instituto Plástica Oclusal-IPO Palmieri, a ótica Audrey Brants, além de advogados de Brasília e pessoas anônimas da comunidade que estão deixando suas doações nos pontos de coleta.

Os itens de higiene pessoal continuam sendo recebidos nas portarias das unidades Sede e SIA da Caesb, na sede do Biotic e na ótica Audrey Brants, na Asa Sul.

 

Bispo Renato é o novo administrador de Taguatinga

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Ele deixa a articulação com a Câmara Legislativa para fortalecer ações do executivo na cidade, onde também é morador há 45 anos

O secretário de Relações de Parlamentares do DF, Bispo Renato Andrade, deixa a pasta para assumir a Administração Regional de Taguatinga. O anúncio da troca de cadeiras foi confirmando em edição extra do Diário Oficial do DF desta sexta-feira (4). Ele assume a gestão da terceira maior cidade do Distrito Federal com a missão de cuidar da infraestrutura urbana e reforçar ações voltadas à geração de emprego.

“Esse será o nosso foco. Na semana que vem vou sentar com o governador Ibaneis para juntos traçarmos os caminhos”, afirma Andrade. Nascido em Patos de Minas, o advogado por formação e pastor evangélico chegou ao Distrito Federal aos 12 anos de idade e foi morar em Taguatinga. “Tenho um carinho especial por Taguatinga. Estou aqui há mais de 45 anos e, agora, estou tendo a oportunidade de cuidar dela”, comemora.

Em visita a batalhão, Caiado afirma: “Guardiã do povo goiano, Rotam inibe criminalidade e também corrupção”

Governador cita avanços na segurança pública, como índice zero de roubo a bancos em 18 meses. “Quando encerrar meu mandato, poderei mostrar que cada centavo foi corretamente aplicado e que cada um que se meteu a desviar dinheiro do Estado terá punição à altura”, reitera

“Hoje, vocês combatem a criminalidade e também a corrupção”, destacou o governador Ronaldo Caiado às forças policiais, durante visita ao Batalhão das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), em Goiânia, na manhã desta sexta-feira (04/09). Ele se referiu à instituição como “guardiã do povo goiano” e garantiu “apoio e respaldo de toda estrutura de governo” às ações realizadas. “Quando encerrar meu mandato, poderei mostrar que cada centavo foi corretamente aplicado e que cada um que se meteu a desviar dinheiro do Estado terá punição à altura”, reiterou.

“O cidadão está vendo que não tem espaço para corrupção e, se tiver, vai cair exatamente na mão de vocês”, disse Caiado ao se dirigir à tropa. Acompanhado pela coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado, o governador fez um balanço dos resultados positivos alcançados pela Polícia Militar (PM-GO), com destaque para a eliminação de assaltos a bancos nos 18 meses de gestão.

“Vocês me deram governabilidade, e vamos devolver Goiás aos goianos”, disse Caiado. Isso não é apenas uma frase de retórica, é fazer com que o dinheiro público seja corretamente aplicado na saúde, na educação, nos programas sociais”, pontuou. “Esse é o compromisso de vida e com meu Estado”, completou.

O desenvolvimento regional também fez parte do discurso do governador na manhã desta sexta-feira, quando Caiado anunciou a abertura do Curso Operacional da Rotam (COR) em Luziânia, na região do Entorno do Distrito Federal.

“Sempre foi meta nossa dar mais tranquilidade àquela população”, observou Caiado. “É uma região preocupante, mas onde já existe um avanço muito grande nas ações de segurança pública”, reforçou. O treinamento tem a duração de três a quatro meses e é dividido em parte teórica e estágio operacional, necessários para o ingresso na Batalhão especializado.

600 dias
Secretário de Segurança Pública, Rodney Miranda também elogiou a atuação das forças policiais, que obtêm êxito no combate à criminalidade, diariamente, em razão do respaldo dado pela gestão estadual. “A gente não alcançaria esses resultados se não tivesse, primeiro, governador, o seu apoio incondicional. E, segundo, a liberdade que temos para agir, com nossos profissionais de excelência”, destacou. Rodney Miranda ainda citou o trabalho em conjunto realizado pelas Polícias Militar e Civil. “Essa integração é um dos pilares da gestão Ronaldo Caiado”, assegurou.

Para o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Renato Brum, a participação ativa do governador Ronaldo Caiado no dia a dia das forças de segurança do Estado foi imprescindível para os resultados alcançados. “Com estes homens e sob a liderança forte do senhor, que tem presença e veio fazer a diferença, há tanta coisa que já fizemos em 600 dias de governo que parece que já tem mais de quatro anos. Realmente estamos batendo recordes históricos, e vamos superar cada dia mais”, pontuou.

Anfritrião do dia, o comandante da Rotam, coronel Benito Franco Santos, explicou como funciona o trabalho no Batalhão e convidou o governador Ronaldo Caiado para assistir à saída do comboio que faz a segurança da população nas ruas da Capital. “A família Caiado sempre esteve do lado da ordem, hoje queremos convidar o senhor para acompanhar o comboio, que sai todos dos dias pela manhã e volta à tarde. Sai para demonstrar energia e força, e coibir possíveis ações criminosas”, salientou coronel Franco.

Ao final da solenidade, o governador foi presenteado com uma placa entregue pelos policiais militares e civis, da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), que trabalham de forma integrada no Batalhão da Rotam.

Também participaram da visita à Rotam os secretários de Estado Ismael Alexandrino (Saúde) e coronel Luiz Carlos Alencar (Casa Militar); o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Esmeraldino Jacinto de Lemos; o chefe de Estado-Maior Estratégico da PMGO, coronel Delso do Prado Mesquita Júnior; o comandante do Policiamento da Capital (CPC), Edson Ferreira Moura; além de oficiais e praças da Polícia Militar.

Produtoras de etanol anunciam R$ 25 milhões de investimentos em Vila Boa, no Nordeste de Goiás

Na foto, os empresários Alberto Coury (CBB) e Maicom Manica (CPEA); o secretário Adonídio Neto; os advogados Marcos Martins e Moacyr Ribeiro; e o superintendente de Prospecção de Investimentos da SIC, Leonardo Meneses, em reunião sobre os investimentos em Vila Boa, no Nordeste de Goiás

Graças a incentivos diferenciados do Governo do Estado, empresas vão expandir negócios e gerar 570 empregos diretos e indiretos no município, que é considerado prioritário, segundo Índice Multidimensional de Carência das Famílias (IMCF). “Programa é o mais competitivo do Brasil. Investidor tem carga tributária reduzida de 98%, em contrapartida, gera empregos e movimenta economia local”, diz Adonídio Neto, titular da SIC

Em resposta ao incentivo do Governo de Goiás para atrair empresas aos municípios goianos mais vulneráveis, a Companhia Bioenergética Brasileira e o Centro de Produção de Energia e Alimentos anunciaram, nesta quarta-feira (02/09), que devem ampliar as suas atividades na usina de produção de etanol, que fica na cidade de Vila Boa, no Nordeste do Estado. O Centro de Produção irá investir R$ 25 milhões e, com isso, gerar mais 420 empregos indiretos e outros 150 indiretos, números que se somam aos 1.500 já existentes na unidade.

“Trabalhamos com o direcionamento de incentivos para buscar igualdades e reduzir essa defasagem histórica de condições de vida entre a região Sul e Nordeste do Estado de Goiás”, explicita o governador Ronaldo Caiado. O objetivo, ressalta, é que os goianos possam, até o final do governo, “dizer que nós melhoramos a vida do cidadão, levamos saúde, dignidade, renda, oportunidade de emprego a todos eles”.

Com objetivo de regionalizar o desenvolvimento econômico, o programa estadual prevê a concessão de benefícios fiscais diferenciados para a instalação de indústrias e empresas nos municípios mais vulneráveis, segundo o Índice Multidimensional de Carência das Famílias de Goiás (IMCF). Fazem parte do programa, cidades do Norte e Nordeste goianos, além do Entorno do Distrito Federal. “Esse benefício é, certamente, o mais competitivo do Brasil. A empresa tem uma carga tributária reduzida de 98% e, em contrapartida, gera empregos e incentiva a economia local”, declara o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Adonídio Neto Vieira Júnior.

É o caso da parceria que se desenha entre o Governo de Goiás e as duas indústrias. Nesta quarta-feira, os empresários Maicom Manica, do Centro de Produção de Energia e Alimentos, e Alberto Coury, da Companhia Bioenergética Brasileira, estiveram com o secretário Adonídio Neto para se informarem sobre o programa. Explicaram ao secretário que, hoje, a usina fica ociosa durante oito meses, durante a entressafra da cana-de-açúcar.

Com o aporte de R$ 25 milhões realizado pela CPEA, a unidade passará a produzir etanol durante todo o ano, já que o projeto prevê o processamento anual de 138 mil toneladas de milho, cereal que também será transformado em etanol. Maicom Manica prevê que essa matéria prima seja, ainda, manufaturada para gerar outros tipos de produtos, como óleo, alimento para gado e até mesmo energia.

Os empresários revelam que a expectativa que o processamento do milho se inicie ainda em novembro desse ano. A geração de empregos em Vila Boa promete ser um diferencial no município e região, já que a empresa vai estimular a produção de milho nos municípios vizinhos, especialmente em Formosa.

O secretário Adonídio Neto fez uma explanação dos programas de incentivo fiscal aos empresários e destacou a importância deles promoverem o investimentos na Região Nordeste do Estado, cujo incentivo é maior.

“A orientação do governador Ronaldo Caiado é de levarmos a industrialização com os empregos que ela representa para as regiões mais carentes, como Nordeste, Norte e Entorno do Distrito Federal. Então hoje temos uma excelente notícia para a cidade de Vila Boa que, além de não perder os empregos já existentes na usina, vai ganhar novas vagas com a ampliação das atividades dessa indústria”, comemora o secretário.

Conheça o plano de ocupação do Biotic, onde se pode trabalhar, viver e curtir

GDF homologa o projeto de ocupação do Parque Tecnológico, que terá 794 empresas, hotéis e até área residencial e vai gerar 7,6 mil empregos diretos

A criação do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) teve um marco histórico nesta semana: o Governo do Distrito Federal conseguiu, quase duas décadas após sua idealização, elaborar, aprovar e homologar seu Plano de Uso e Ocupação. Além de abrir espaço para 794 empresas e gerar 7,6 mil empregos diretos, o projeto baseado no conceito de uso misto vai abrigar também residências, escritórios, praças e parques urbanos.

O plano que traça parâmetros para urbanização e para as edificações (veja imagem acima) já havia sido discutido e aprovado por unanimidade pelo Conselho de Planejamento Territorial do DF (Conplan) em março deste ano. Agora, foi homologado pelo decreto nº 41.162, publicado no Diário Oficial do DF. Isso abre espaço para a Terracap, por intermédio do Biotic, dê continuidade à implantação do empreendimento a partir da captação de recursos com a iniciativa privada.

“É uma cidade da inovação, que vai ter empresas, comércio e hotelaria para que as pessoas possam viver, trabalhar e se divertir sem precisar sair dali”, define o presidente da Biotic, Gustavo Dias Henrique. Em uma área de 958,8 mil metros quadrados, na Granja do Torto, surgirá uma zona viva, tecnológica e sustentável.

É um novo “bairro” multifuncional com nove mil moradores, escritórios, universidades, comércios, residências e espaços públicos inclusivos, com integração do ambiente para diferentes usos. O projeto homologado engloba setores de distritos (de serviço, da universidade distrital, de escritórios, de inovação, de biotecnologia, de agricultura) e de vilas (para estudantes, trabalhadores, pesquisadores etc).


Confira, aqui, todos os detalhes do projeto.


E haja possibilidades: eventos abertos, trabalho ao ar livre, lazer e atividades esportivas, parquinhos para crianças, áreas de descanso, caminhos com sombra e valorização da natureza. Tudo isso em superquadras acessíveis a pé, de bicicleta ou transporte público, com estruturação do BRT Norte.

“A aprovação do Parque Tecnológico é resultado de um trabalho árduo e possibilita que esse projeto venha trazer mais desenvolvimento urbano, econômico e social para o DF” afirma o titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Mateus Oliveira. O projeto foi desenvolvido pelo corpo técnico do governo em parceria com o arquiteto italiano Carlo Ratti.

Marco de desenvolvimento

Presidente do Biotic, Gustavo Dias Henrique lembra que a lei que idealizou o Parque Tecnológico é de 2001, com posterior destinação da área e regulamentação em 2018. “Mas, até agora, não existia um plano de ocupação aprovado. Este é um grande marco desta gestão, depois de quase 20 anos.”

Hoje, no local, há um edifício de governança com dezenas de empresas, startups e associações, os datacenters do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e uma unidade do SebraeLab. Agora, o projeto é pela ocupação no conceito de morar, viver e trabalhar no mesmo lugar, com um corredor ecológico, com sustentabilidade e economicamente correto.

Gustavo e Izídio: mudança de conceito 

“Estamos dando todo apoio com áreas técnicas para deixar em condições de captar recursos para implantar o parque tecnológico. Conseguimos avanços importantes em imbróglios históricos, como aqueles relacionados à área ambiental e o próprio plano de uso e ocupação, além da criação do fundo de investimento junto ao BRB que vai possibilitar a captação de recursos para implantação”, esclarece o presidente da Terracap, Izídio Santos.

Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gilvan Maximo considera um “sonho realizado” o lugar sair da ideia e ser aberto à população – seja para se usar como local trabalho ou de diversão. “Brasília ganha todos os incentivos com o Parque Tecnológico, para que ele desponte no cenário nacional e internacional”, diz.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) também prevê mais desenvolvimento. Presidente da entidade, Francisco Maia acredita que a aprovação do plano é importante para dar andamento ao projeto.

“Até hoje as empresas não ocuparam porque não têm onde ficar. Para passar a ser um centro de tecnologia, é preciso ter cuidado para não desvirtuar, sendo rigoroso o critério para instalação de irradiadoras de tecnologia – que, com incentivo do governo, vão gerar emprego e desenvolvimento”, avalia.

Deputados se arrependem por uso político e devem enterrar a CPI da Pandemia da CLDF

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A CPI da Pandemia pode se transformar em palanque político eleitoreiro. Esse seria o motivo que está levando parte dos distritais a desistir das reuniões iniciais para debater o assunto

A disputa política eleitoral antecipada das eleições de 2022, pode levar a CPI da Pandemia da Câmara Legislativa, nascer desacreditada aos olhos da população ou morrer no nascedouro. 

Por Toni Duarte, do portal Radar DF

Pelo menos é isso que pensa a maioria dos distritais, mesmo alguns dos 13 que assinaram o requerimento de instalação.

A declarada pressão de forças politicas, estranhas ao poder legislativo local, pode ser  a principal  causa da CPI da Pandemia não decolar como torce  a oposição e alguns candidatos ao Buriti nas futuras eleições.

Para grande parte dos distritais, por trás do objetivo da CPI, que seria o de apurar as denúncias de supostas fraudes em contratos da compra de testes rápidos, pela Secretaria de Saúde, estaria  como  pano de fundo o interesse politico eleitoreiro.

O deputado Reginaldo  Veras (PDT)  jurou  de pés juntos e dedos cruzados nas costas, durante uma sessão remota da CLDF, ocorrida  nesta  quarta-feira (02), que não é verdade.

A oposição que sapateia batendo contra quem fala assim é a mesma que no passado fez de tudo para que outra CPI da Saúde instalada em 2017, não acontecesse.

Os que mais gritam agora  são os que silenciaram, se esconderam  ou  se recusaram em assinar o requerimento de criação da CPI para investigar o esquema nebuloso da compra de próteses e órteses que afanou milhões de reais dos cofres públicos.

Na época, os que não assinaram  alegavam questão de “foro íntimo” com o governo socialista.

Entre eles, Reginaldo Veras (PDT), Roosevelt Vilela (PSB) e o ex-deputado Chico Leite da Rede, partido do distrital Leandro Grass, autor do requerimento da CPI de agora.

O hoje deputado federal Professor Israel (PV) que faz pressão para os distritais instalarem a CPI, no passado se recusou assinar o requerimento abaixo.

Confira aqui.

A politicagem em torno de uma CPI em plena pandemia do novo coronavírus é tão evidente, que alguns parlamentares  já se arrependem de ter assinado o documento para a sua criação.

Nas duas últimas  tentativas de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, faltou quorum. Mesmo assim,  o presidente da Casa, Rafael Prudente,  levará o requerimento com as 13 assinaturas a apreciação do plenário virtual na próxima terça-feira (08).

Tem deputados em dúvidas se a CPI é para investigar ou é apenas para  ser um palanque político fara de época.

Outra desmotivação dos distritais  é a quase nenhuma informação sobre as investigações que estão sendo feitas pelo Ministério Público do Distrito Federal  no âmbito da 3ª fase da operação “Falso Negativo”.

A Câmara Legislativa não tem instrumentos para se aprofundar nas investigações, além do que tem feito o MPDFT  e nem tem poderes para investigar recursos destinados pela União para o combate a pandemia.

É tempo e dinheiro público jogado fora para investigações meramente políticas.

A CPI da Pandemia, se vingar, será apenas para jogar luz em cima de uma penca de  doidos pelo poder. Só isso!

Entrevista | “BRB hoje é competitivo, evoluiu e se posiciona no mundo digital de uma maneira agressiva, rápida e eficaz”

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Paulo Henrique Costa: “O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal.” Foto: Divulgação / Agência Brasília

Presidente da instituição, Paulo Henrique Costa fala sobre acordo com Flamengo, estratégias do banco e reforma da Torre de TV, entre outras ações

No Distrito Federal, o Banco de Brasília (BRB) está no meio de onde há boa notícia. Desde 2019, a instituição entrou numa crescente nos números e gestos e chegou a patamares que poucos poderiam acreditar. Neste ano, fez um acordo surpreendente com o Flamengo, liderou ações sociais e econômicas na pandemia e passou a valer R$ 7,2 bilhões. O que representa um crescimento de 500%. O BRB entrou em outras searas e está se fortalecendo digitalmente. A marca também será levada ao alto da cidade, na Torre de TV, administrada pela instituição financeira.

É difícil pensar algum bom gesto e ação em Brasília em que o BRB não esteja envolvido. Quer ver só? Então confira a entrevista que a Agência Brasília fez com o presidente da instituição, Paulo Henrique Costa.

Na atual gestão, o Banco de Brasília tem tomado o noticiário de forma muito positiva. Embora estejamos vivendo a pandemia, gostaria que o senhor falasse de ações do BRB neste sentido, como os programas Prato Cheio e Renda Emergencial…

O governador Ibaneis Rocha tem uma visão e uma clareza estratégica muito importante que está na raiz de tudo o que está acontecendo no BRB e no papel que o banco assumiu diante da nossa cidade. A clareza de saber da importância de um banco e como ele pode ser um instrumento propulsionador do desenvolvimento econômico, social e humano, além da decisão de permitir que o banco tenha uma gestão técnica. São elementos centrais de tudo que a gente tem visto de resultados.

Nós atuamos em três frentes diferentes por meio do Supera DF, um programa com o objetivo de aliviar os impactos econômicos e sociais da pandemia e criar um sentimento de confiança, de esperança em relação ao futuro.

A primeira frente foi voltada à saúde. Cuidando da saúde, dos nossos empregados e cuidando da saúde dos nossos clientes e apoiando a sociedade naquilo que ela precisava. As iniciativas começaram ainda no início da pandemia com a suspensão de reuniões, treinamentos presenciais e viagens. Criamos o teletrabalho e colocamos uma parcela importante dos nossos empregados nessa modalidade. Também evoluímos para uma revisão completa dos protocolos de limpeza das agências, orientação aos clientes para que usassem os canais digitais e evitassem a utilização das agências e isso evoluiu no tempo para que a gente tivesse todo um protocolo interno de monitoramento, de acompanhamento das nossas pessoas.

Nesse contexto de cuidado de saúde também o BRB entendeu que precisava estar junto da sociedade em outras dimensões. Fizemos uma campanha de arrecadação de recursos e doamos 150 bombas de infusão, monitores de funções vitais, visando apoiar e fortalecer o sistema público de saúde. Arrecadamos doações e também avançamos com a doação de dois milhões de máscaras.

Força que se mostrou no eixo econômico também…

Num segundo eixo a gente tratou de estimular a atividade econômica. Ou seja, no momento de incerteza em que muitos setores tiveram queda relevante no faturamento, nos apresentamos e nos colocamos à disposição do setor produtivo, com taxas diferenciadas, com prazos diferenciados e com uma revisão enorme de processos visando simplificar o processo de concessão de crédito e fazendo com que o dinheiro chegasse à economia. Nesse período, desde 18 de março, alocamos em linhas de crédito R$ 3,6 bilhões, tanto em novas linhas de crédito quanto em reestruturação das linhas de crédito que os clientes que já tinham com a gente, seja pessoa física ou jurídica, incluindo suspensão de prazos de pagamento.

Por meio desse programa beneficiamos mais de sete mil empresas e mais de 29 mil pessoas com ações direcionadas ao crédito, à concessão de um fôlego, seja para as empresas ou para as famílias. Somos o primeiro banco do país a conceder uma suspensão do pagamento de crédito consignado.

Mudamos para uma nova sede, o BRB cresceu, lançamos um banco digital que chegou a 35 mil contas em menos de 40 dias, ou seja, abrimos quatro vezes mais contas em 40 dias do que um banco tradicional no segundo semestre. Ou seja, em 60 dias completos. O BRB também se posicionou estrategicamente neste mundo digital.

E o terceiro pilar?

O terceiro pilar foi o da proteção social. Não bastava a gente cuidar de quem é empregado do banco e cuidar do setor produtivo ou dos servidores. A gente também, como banco público, precisava ter um olhar para a sociedade. E o GDF foi muito rápido, usando uma expressão que o governador Ibaneis Rocha costuma usar muito de que governo é para pobre, rico basta não atrapalhar. Ele teve a sabedoria e o olhar de perceber essas situações e criar programas específicos.

Assim que as escolas públicas foram fechadas, a gente conseguiu transformar o Cartão Material Escolar no Cartão Alimentação Escolar. Ou seja, concedendo às famílias de crianças dos ensinos Fundamental e Médio e famílias beneficiárias do Bolsa Família recursos para que eles pudessem ter alimentação.

Ao perceber que no cadastro social do Distrito Federal existiam muitas famílias que não eram beneficiárias em nenhum outro programa do DF ou do governo federal, foi lançado o Renda Emergencial. O valor de R$ 408 foi para suprir as necessidades básicas dessas famílias que tinham renda per capita abaixo de meio salário mínimo e não eram beneficiadas por nenhum outro programa.

O quarto programa foi o Pão e Leite. Um compromisso que o governador assumiu perante a população e que a gente substituiu a dinâmica de distribuição de cesta básica por dignidade. E porque a gente chama de dignidade? Porque as pessoas passaram a ter um cartão com o valor da cesta básica e mais um valor garantido para o café da manhã diário, e que com esse cartão ela poderia ir a qualquer comércio de alimento e comprar o que ela queria. Então, em vez de simplesmente receber uma cesta básica padrão, a pessoa pode olhar para a situação da sua família, entender quais eram os gêneros alimentícios de maior necessidade e usar o cartão como qualquer outro cidadão no comércio.

Tudo isso como se fosse um cartão de crédito…

E que trouxe uma eficiência operacional muito grande. Porque um programa de cesta básica chegava a levar 90 dias para que ela chegasse de fato ao beneficiário e com custo extremamente elevado, próximo de R$ 50 para distribuir cada uma. Ou seja, em uma cesta básica que custava R$ 150, o valor de R$50 era de custo operacional. Com o cartão esse valor caiu para R$ 6.

Também teve ação na área da Saúde, correto?

Por fim, o quinto programa é o da Farmácia de Alto Custo. Identificando que o isolamento social era o principal elemento de proteção da população a gente criou junto com o governo uma estrutura logística capaz de distribuir os medicamentos a quem precisava com uma central de atendimento, evitando que essas pessoas, em geral idosos e pacientes crônicos, precisassem se deslocar num momento de tantas incertezas, se expondo ao Covid-19.

E mesmo em meio à pandemia o banco cresceu bastante, inclusive digitalmente…

Fechamos o semestre com resultado de R$ 205 milhões, um crescimento de 27,7% em relação ao primeiro semestre do ano passado. No meio de uma crise, de uma incerteza desse tamanho na economia é muito importante você também cuidar dos negócios do banco, manter o banco no curso normal do mercado.

Mudamos para uma nova sede, o BRB cresceu, lançamos um banco digital que chegou a 35 mil contas em menos de 40 dias, ou seja, abrimos quatro vezes mais contas em 40 dias do que um banco tradicional no segundo semestre. Ou seja, em 60 dias completos. O BRB também se posicionou estrategicamente neste mundo digital. Quando começamos a transição e definimos as prioridades um dos desafios que o banco tinha era a tecnologia. E a gente mostra que o BRB hoje é competitivo, conseguiu evoluir e se posiciona nesse mundo digital de uma maneira bastante agressiva, rápida e eficaz.

A pandemia interferiu, sim, na dinâmica de todos nós, no funcionamento, no jeito como a gente olha o mundo, mas a gente conseguiu manter o rumo, a clareza e os objetivos e hoje estamos entregando os resultados que nos orgulham muito.

O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal. A gente hoje tem a melhor e a menor taxa do país de 6,49% ao ano e um processo que também, muitas vezes, é o mais rápido do mercado.

No primeiro trimestre de 2020 o BRB liderou a concessão de crédito imobiliário. Como estão esses números hoje?

Nós crescemos a nossa carteira de crédito imobiliário em 63% em 12 meses. O BRB tinha uma carteira de R$ 891 milhões no segundo trimestre do ano passado, ou seja, em junho, e, em junho deste ano a gente fechou com R$ 1,452 bilhão, crescendo a contratação do crédito imobiliário em 650%.

O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal. A gente hoje tem a melhor e a menor taxa do país de 6,49% ao ano e um processo que também, muitas vezes, é o mais rápido do mercado.

A gente está acostumado a ter essa referência de ter a casa própria. E é uma conquista para a classe média, para o servidor e mesmo para as famílias mais carentes realizar esse sonho.

O BRB estar presente neste momento junto dessa clientela é fundamental, ela gera relação de confiança, um vínculo entre o cliente e o banco, um relacionamento de longo prazo. No fundo a mensagem que a gente quer passar para a sociedade é que o brasiliense pode contar com o BRB.

Existe uma grande expectativa em torno da reabertura da Torre de TV, que está sob gestão do BRB. Como está esse processo?

Assumimos recentemente outros papéis, inclusive de recuperação de acervos ou de instalações públicas. O equipamento que todo mundo conhece mais é a Torre de TV, que está em obras. A gente vai começar uma sequência de entregas em relação a isso. Muita gente já deve ter passado por lá de noite e visto testes da iluminação nova.

Estamos reformando a Torre e algumas entregas já foram feitas. A iluminação do térreo no espaço que vai até a fonte, se você olhar, já temos os postes que foram todos substituídos e o térreo da torre já está liberado. Começamos uma reforma na feira, uma coisa simples de pintura, de recapeamento, e temos um cronograma de entregas em que o ponto alto a gente quer que seja a devolução da Torre para a população no aniversário de 61 anos de Brasília.

Vai ter mudanças no paisagismo também?

Tudo será redesenhado, trata-se de um Corredor Cultural que vai da Rodoviária até a Feira da Torre de TV. Do ponto de vista de iluminação, paisagismo e disponibilização de Wi-Fi, se a gente considerar que ali vai ser um grande boulevard ao ar livre e é isso que queremos devolver para o cidadão de Brasília. Tem alguns marcos, a Torre é o principal deles, ou seja, a reabertura do mezanino com um museu digital que vai contar a história de Brasília.

Como está a situação do mirante da Torre?

Teremos a reabertura do mirante, ele já está pronto para ser reaberto. Na sequência, a gente vai tratar da fonte. Algumas pessoas já devem ter visto a fonte funcionando e iluminada. A gente vai criar uma espécie de coreto. Ou seja, a gente vai lançar um edital de cultura para selecionar artistas locais para fazer shows aos domingos naquele espaço para que a população possa ir. E também vamos reformar o espelho d’água. Ele é, talvez, o maior dos nossos desafios pela quantidade de anos que estava abandonado. Toda estrutura ali foi deteriorada, inclusive nos surpreendeu o tamanho do problema. Existem vazamentos dos mais diversos dentro do espelho d’água e ele não tem a menor condição de ser devolvido. Por isso das obras ele é o que vai levar mais tempo para ser recuperado.

Há um cronograma para essas inaugurações?

Em outubro, concluímos a reforma da feira, a pintura, sinalização e uma praça de alimentação. Em dezembro, a gente reinaugura a fonte luminosa usando uma tela de projeção, ela tem uma capacidade de fazer um ecrã de água ali e vamos começar a utilizar isso, a gente vai fazer uma exposição de fotografia interativa. O Natal e a festa de final de ano como a gente já fez no ano passado será em parceria com a Fecomércio. E também em dezembro a gente conclui o paisagismo da Torre. Em abril de 2021, a gente abre o mirante, reformado e de um jeito diferente. Também inauguramos o museu digital e a nossa agência-conceito. Essa será a entrega do aniversário de Brasília, em 21 de abril. E em setembro a gente conclui a questão do espelho da água do Jardim Burle Marx.

Passando da cultura para o esporte, o maior time do país, o Flamengo, hoje estampa a marca do BRB. Mas essa parceria é muito maior pelo visto…

Fizemos um acordo comercial estratégico que envolve um conjunto de contrapartidas que vão muito além de exploração da marca. O principal elemento é a oferta de produtos bancários em canais digitais para os torcedores do Flamengo, ou seja, os 42 milhões de torcedores do Flamengo, definidos como a maior torcida do mundo.

Lançamos o banco digital em 24 de julho e em 40 dias já abrimos mais de 35 mil contas digitais. Ou seja, já abrimos quatro vezes mais contas no banco digital do que no banco tradicional nesse mesmo período. O que a gente espera é que essa parceria permita ao BRB se posicionar no mundo digital, ganhar uma exposição de marca no país inteiro e essa exposição sustentar o nosso crescimento tanto no mundo digital quanto no mundo físico.

A gente acredita que, de fato, ao longo desses cinco anos, a gente vai conseguir alcançar o objetivo de gerar 1,5 milhão de clientes, que é praticamente três vezes a base de clientes que a gente tem hoje, posicionar a marca do banco no mundo digital.

R$ 7,2 bilhõespassou a valer o banco em junho

Em junho, o BRB passou a valer R$ 7,2 bilhões, apresentando um crescimento de 500%. Vocês esperavam uma valorização tão rápida?

O aumento do valor de mercado do BRB é um objetivo de gestão. Foi algo pactuado com  o governador Ibaneis ainda no período de transição. Nós olhávamos para o banco, a responsabilidade com Brasília e o potencial de renda da cidade de quem mora aqui e víamos que o BRB tinha um espaço de crescimento e de aumento do seu resultado e de crescimento do seu valor de mercado.

O movimento aconteceu mais rápido do que a gente esperava. A gente tinha um plano de trabalho de quatro anos. O que a gente de fato espera, ao longo do período de gestão do mandato do governador Ibaneis, é entregar um banco de outro tamanho, de outro porte e com outro valor de mercado.

A gente fica feliz de ter acontecido mais rápido do que imaginado inicialmente, mas a gente tem consciência clara de que tem um desafio grande a ser cumprido. Entramos numa fase agora de reforma das nossas agências e modernização do nosso atendimento, de melhora da experiência dos nossos clientes e do varejo. Então, a população vai começar a perceber agências mais modernas, abertura de novas unidades aonde for necessário, uma atuação também mais digital do banco para que tudo isso que a gente tem conversado e os avanços que a gente já comentou se consolidem e cheguem de fato a quem mais interessa que é o nosso cliente.

Em 2019, o BRB promoveu três concursos públicos. Como estão essas nomeações?

Passar em concurso público é um sonho para muita gente. Eu sou concursado e sei o que significa a satisfação de receber a notícia. Nós abrimos um concurso para 113 vagas entre escriturários, técnicos de tecnologia, advogados, médicos do trabalho. Nós já chamamos até agora 151 pessoas. Ou seja, numa quantidade maior do que a quantidade originalmente prevista no concurso.

Olhando o momento de crescimento do banco, naturalmente a gente fez um cadastro de reserva para que, à medida em que o banco cresça, as pessoas sejam chamadas. O que não pode acontecer é o que está acontecendo agora, ou seja, uma inversão, em que as pessoas tentam ser contratadas a qualquer custo, mesmo colocando em risco a sustentabilidade do banco. A gente entende a ansiedade, o impacto que a pandemia causa nas pessoas, mas a gente precisa entender que a lógica é de construção, de sustentabilidade do banco e, a partir dessa necessidade, chamar as pessoas. Nós, se olharmos tudo o que aconteceu na pandemia, o movimento que tem sido observado na economia é de demissão. Há vários bancos que demitiram empregados. Então, a gente tem muito orgulho de ter chamado essas 151 pessoas.

Enquanto que todos os concursos públicos foram suspensos ou, pelo menos, a maioria dos concursos públicos, o BRB continuou chamando as pessoas e cumpriu o seu compromisso que era de chamar dentro dessas 113 vagas até o final do ano. Já passamos disso.

Mudando um pouco de assunto. Desde que o BRB assumiu o sistema de bilhetagem do transporte público não se ouve mais reclamações. Como isso foi possível?

Nós temos muito orgulho do trabalho que foi conduzido em relação ao planejamento e implementação do sistema de bilhetagem, uma atuação coordenada entre a Secretaria de Mobilidade e Transporte (Semob), liderada pelo secretário Valter Casimiro, e toda a equipe do BRB.

Uma visão estratégica do governador Ibaneis Rocha de que bilhetagem é essencialmente meio de pagamento. Portanto, algo muito próximo de uma instituição financeira. A resposta foi bastante simples. Planejamento e atuação coordenada das equipes em diversas áreas de governo e do BRB, utilização de tecnologia intensiva na melhora dos controles e o resultado está aí.

Desde o ano passado, o BRB tem escrito novas páginas no noticiário, seja econômico, esportivo e cultural. Quais páginas o banco ainda quer escrever?

Nós somos muito gratos ao governador pela oportunidade de conduzir, de participar desse processo de transformação de Brasília. É um processo que não envolve somente o BRB, envolve todo o GDF. Acho que merece um destaque especial neste capítulo também a participação das pessoas que trabalham no banco. Todos os resultados só são possíveis porque essas pessoas veem a importância do BRB, gostam de ver o BRB maior, entendem que é responsabilidade delas conduzir essa transformação.

Novas páginas continuarão a ser escritas, naturalmente. A página da expansão do BRB no resto do país, a página da modernização e digitalização do banco, se tornando de fato um banco digital competitivo, e ganhando terreno nesta arena bastante disputada. Uma página da inovação, ou seja, o BRB sendo um polo indutor de inovação dentro do DF, atuando em conjunto com o Biotic, atuando em conjunto com a Secretaria de Inovação. Uma página de redesenho de toda a nossa operação do Varejo. E, por fim, uma última página, um capítulo especial, que é de cumprir esse papel social, papel de banco que atua próximo do governo, sendo mais que um banco tradicional, fazendo programas sociais, estando presente na vida da população, fazendo com que a população perceba a presença e a importância do BRB no seu dia a dia.

Olhando agora para as páginas já escritas. São 17 meses de gestão, qual foi o maior desafio até então?

Foi o de entrar num banco que tinha sido alvo de uma operação policial. A incerteza, o medo das pessoas dentro do banco, o risco de estar em uma instituição passando por esses desafios naquele momento foi muito grande. Eu já tinha tido oportunidade de participar de outros processos de reconstrução, de entrar depois de outras operações policiais em outras situações de fraude, em outras empresas e dar sentido, dar a tranquilidade, a clareza e a confiança para todos aqueles que fazem parte do BRB ou da sociedade que confia no BRB, de que a gente superaria esse desafio e seria de fato o banco que a gente tem o potencial de ser, certamente foi o maior desafio.

Quando as pessoas entenderam, confiaram e tiveram um impacto positivo na autoestima, foi gerada essa força, essa energia que é o que explica todos os outros desafios. Mas, aqui no BRB, os desafios vêm o tempo inteiro. Se esse foi o maior, ao mesmo tempo reposicionar o negócio de crédito imobiliário tem sido desafiador, aumentar a nossa participação e relevância no agro tem sido desafiador, entrar no mundo digital, de fato, é desafiador, e o que a gente tem feito é construir. Talvez seja o último capítulo que eu não mencionei, uma estrutura de governança, integridade, controle e transparência que permita de fato garantir que o BRB não viverá episódios como os que viveu no passado.

Hoje o BRB está no patamar desejado pelo governo de banco de fomento e desenvolvimento de Brasília? Como ampliar essa atuação?

Nunca estará. Quando a gente chegar no patamar que a gente quer a gente empurra o patamar um pouquinho mais para frente. É um caminho de desenvolvimento, de aprendizado e construção contínuo. Veja, nós mais que dobramos a concessão de crédito do BRB neste período de governo, na verdade quando a gente compara já o primeiro semestre deste ano com o primeiro semestre do ano passado. Se a gente compara com períodos anteriores, por exemplo, só a produção de crédito imobiliário no segundo trimestre foi maior do que a produção somada dos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018. Ou seja, em três meses a gente produziu o equivalente a quatro anos. É enorme a transformação que está acontecendo.

Nós criamos linhas novas, programas novos. nós criamos uma diretoria de governo e atacado que de fato vai focar na questão do fomento. Vai ser muito comum ouvir o BRB apoiando obras de infraestrutura, implementando novos programas sociais, atuando em frentes ligadas à educação, ao empreendedorismo, ao empoderamento e independência econômica feminina, ou seja, esse caminho está longe, está construção está longe de ser encerrada, é um desafio constante. O que a população pode esperar é mais modernidade, mais facilidade, mais presença do banco e uma complementação de toda a nossa atuação nesse campo de governo.

Veja que o banco, antes do início desse governo, a área de governo do BRB cuidava essencialmente de processar a folha de pagamento. Hoje a gente lista o conjunto de programas sociais, a nossa atuação coordenada com várias secretarias para estimular a atividade econômica em vários setores, vai da cultura, turismo, passando por inovação, transporte público, educação, também na defesa social em conjunto com a secretária Mayara Noronha Rocha, que liderou a implementação desses programas.

E fazendo tudo isso sendo um banco listado em bolsa, cujo valor cresceu mais de 500% neste período. Ou seja, o governador Ibaneis Rocha teve a sabedoria e ousadia de propor uma abordagem diferente para um banco público, reconhecendo que ele podia ter um impacto social relevante e o que nós estamos fazendo é transformando essa visão em realidade junto com os 4.500 empregados que também acreditam nisso e que também zelam por esse BRB cada vez mais forte.

O banco acabou de completar 54 anos. Qual a mensagem o senhor gostaria de deixar para os colaboradores e a população do DF?

Primeiro a gente tem que reconhecer a bela história que o BRB tem de apoio ao desenvolvimento de Brasília. Quando a gente conversa com a população, com o empresariado, eles sempre têm boas lembranças de como o BRB ajudou-os a construir alguma coisa, tanto que o mote que escolhemos para o aniversário é: essa é a minha melhor história, ou seja, várias pessoas contando como o BRB transformou a sua vida.

Olhando para a frente o que a gente espera é um banco mais moderno, mais forte, mais presente no dia a dia do brasiliense e ganhando escala, espaço em outros estados e todo o território nacional, incluindo no campo digital. O BRB continuará apoiando o brasiliense a realizar seus sonhos e objetivos de vida no campo pessoal e profissional e ajudando a transformação e melhoria do ambiente econômico e social no DF. A mensagem é: contem com o BRB pelos próximos 54 anos. Nós estaremos aqui fortes e à disposição de transformar a vida do cidadão do Distrito Federal.

De cerveja artesanal a passeio a cavalo, turismo rural no DF tem roteiros para crianças e adultos

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Paisagem de cerrado, ótimo ambiente para relaxar, boa gastronomia e muitas atividades. Esses são alguns dos atrativos do campo, que já fazem parte do turismo rural na capital. Para crianças, é uma oportunidade de conhecer bichos que compõem o mundo da roça, andar a cavalo, fazer rapel e conhecer plantas típicas da região. Para adultos, momento de relaxar, apreciar a paisagem, descansar a mente e curtir o que de melhor existe no ambiente rural, que inclui comidas de sabor sem igual.

Com a pandemia, esses lugares fecharam, mas, aos poucos, têm aberto as portas com segurança, atendendo às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).  Questões como higiene pessoal e do espaço, redução no número de visitantes e atendimento exclusivo à membros da mesma família passaram a compor as regras dos locais.

Aprender sobre a cultura do campo, curtir a natureza, descansar, respirar ar puro e recarregar as energias são vantagens que as rotas rurais oferecem. Aliando conforto, bem-estar e diversão, a Emater-DF preparou uma lista com lugares para todos os gostos.

Confira abaixo o que cada um oferece, como estão atendendo diante da pandemia, onde estão localizados e também os contatos.

Cervejaria Dona Maria

Primeira microcervejaria artesanal do Distrito Federal com registro no Ministério da Agricultura, a Cervejaria Dona Maria oferece cinco tipos de cerveja: Blonde Ale (feita com capim-santo), a American Ipa (com rapadura), a Hop Lager (aromática, que remete a cítricos), WitBier (coentro e casca de laranja) e a Stout (toques de café e chocolate amargo).

“São cervejas diferentes, produzidas com insumos locais. A Blonde Ale, por exemplo, não tem outra no mercado. É feita com capim-santo orgânico, produzido aqui mesmo na chácara”, conta o proprietário, Aninho Mucundramo Irachande.

Na cervejaria são produzidos aproximadamente mil litros de cerveja por mês, que são embaladas em garrafas e em barris de chope. A cerveja é vendida para alguns bares da cidade. No entanto, diante da pandemia, os proprietários estão se reinventando e oferecendo experiências para interessados em saber como se faz uma cerveja e como é o processo do envase. Além disso, o visitante tem a experiência de tomar a cerveja diretamente do local onde é fabricada.

As visitas estão sendo previamente agendadas. O valor cobrado por pessoa inclui a experiência do aprendizado sobre o processo de produção, um tira-gosto e a degustação de cada uma das cervejas. Demais petiscos e consumos de cervejas fora do pacote são cobrados à parte. A recepção e o consumo no sítio, onde a cerveja é produzida, são realizados com medidas de segurança contra o coronavírus. Além disso, é importante lembrar que o visitante que participar da degustação das cervejas deve ter um acompanhante que não tenha bebido para dirigir após o tour.

Endereço: Sítio Cervejaria Dona Maria, entre Sobradinho e Planaltina, na BR 020, km 16, Núcleo Rural Córrego do Arrozal.

Agendamentos: Grupos de 15 a 20 pessoas.

Valor: R$ 45 para quem consome cerveja e R$ 30 para quem não consome cerveja.
Valor inclui uma tábua de petiscos, uma cesta de chips e uma régua de degustação com cada uma das cervejas (copo de 150 ml). Demais cervejas e petiscos consumidos são cobrados à parte.
Chope de 400 ml: R$ 10;
Garrafa de cerveja 600 ml: R$ 15 (preço de fábrica).

Contatos: Aninho: (61) 99638-9993 ou Rosangela: (61) 99821-9574
Instagram: @cervejariadonamaria
Facebook: donamariacervejaria
Twitter: @cervejariadonam

Rancho Canabrava

Passeio a cavalo por hora, cavalgadas para grupos, arvorismo e rapel infantil, trilha na mata, passeio pela fazendinha de animais e um bufê com delícias da gastronomia mineira. Essas são algumas das opções oferecidas pelo Rancho Canabrava. Devido à pandemia, passeio de charrete e touro mecânico estão suspensos da programação.

A criançada vai adorar o passeio pela fazendinha de animais, onde vai ver de perto ovelha, pônei, minivaca, porco, galinhas e coelhos. O arvorismo infantil permite às crianças de 5 a 11 anos de idade e com no máximo 1,5 m de altura e 60 kg de peso, passarem por várias pistas, cada uma com características próprias, que exploram o equilíbrio, a coordenação motora e a tomada de decisão, além de provocarem desafio físico.

No local são fornecidos aos participantes equipamentos de segurança como cadeirinhas, solteiras de segurança e capacete. Para cada programação, o tempo estimado é de 20 a 30 minutos.

Como medida de segurança, no restaurante, as carnes são servidas na mesa. Já as guarnições e saladas são servidas em bufê, mas com uso de luvas e entrada de quatro em quatro pessoas. Algumas mesas são distribuídas ao ar livre, embaixo das árvores.

Endereço: Chácara 46, Núcleo Rural Sobradinho I, a 25 km da Rodoviária do Plano Piloto – Rancho Canabrava – Rota do Cavalo/Sobradinho.

Agendamentos: o Rancho Canabrava trabalha com a capacidade máxima de 130 pessoas. Antes da pandemia, a capacidade era de 260 pessoas. Cavalgadas e atrações com crianças devem ser agendadas para que a higienização possa ser realizada entre uma pessoa e outra.

Valores:
Passeio a cavalo: R$ 25.
Arvorismo: R$ 30.
Tirolesa: R$ 25 (são 15 metros de altura e 100 metros de descida).
Cavalgada: R$ 80, sendo uma hora de cavalgada (sábados, domingos e feriados de manhã, também com agendamento prévio).

Contatos:
Rancho Canabrava – (61) 98147-0201
Instagram: @ranchocanabrava
E-mail: ranchocanabrava@gmai.com
Site: www.ranchocanabrava.com.br

Trilha do Calango

A Trilha do Calango faz parte do roteiro de turismo rural Viva Lago Oeste. Atualmente, por conta da pandemia, oferece hospedagem para uma família. Em um chalé com quarto, banheiro e cozinha, é possível aproveitar a piscina, contemplar a natureza e relaxar na paz do ambiente. Ao lado do chalé, em praia de areia, dá para colocar mais duas barracas (da mesma família).

Dentro da propriedade, é possível fazer mil metros de trilha, com parada nos mirantes, local contemplativo com linda vista para a Área de Proteção Ambiental de Cafuringa. Na trilha, as árvores são identificadas com plaquetas contendo nomes científico e popular. A Trilha do Calango também oferece o “Banho de Cerrado”, uma experiência sensorial com degustação de mel, frutos do cerrado e caminhada explicativa sobre o cerrado.

O grupo deve ser de até seis pessoas. A alimentação tem que ser levada pelos participantes. O chalé tem fogão, utensílios de cozinha, pratos e panelas. Devido à pandemia causada pelo novo coronavírus, como medida de segurança, as roupas de banho e de cama, bem como travesseiros, devem ser levados pelos  visitantes. No local, antes de o grupo chegar, é realizada sanitização dos ambientes e são disponibilizados álcool líquido, álcool em gel e hipoclorito.

Em breve será realizada a reabertura da parte da sede da Trilha do Calango, com redário, deque e uma parte da cabana com pegada mais ecológica e rústica – uma bioconstrução feita com bambú. No local, também é oferecido cursos de introdução à criação de abelhas e agroflorestas. No entanto, com a pandemia, os cursos estão suspensos.

Endereço: Rua 4, Travessa 5, Chácara 12 – Núcleo Rural Lago Oeste – Sobradinho-DF.

Valores:
Casal no chalé: R$ 250 a diária do casal.
Casal por barraca: R$ 180 (acampados na barraca devem ser do mesmo grupo do chalé).
Banho do Cerrado (passeio de uma hora no cerrado): R$ 80

Grupo previamente agendado

Contatos:
Telefone: (61) 99803-5085
trilhadocalangodf@gmail.com
https://www.trilhadocalango.com.br/
https://www.instagram.com/trilhadocalango/
https://www.facebook.com/trilhadocalango

Sol Orquidário

Localizado no Circuito Rajadinha, em Planaltina (DF), o orquidário está sendo aberto à população interessada em orquídeas com apresentação das formas de cultivo e cuidados necessários para cada espécie, respeitando o interesse do grupo. Todo segundo sábado do mês é aberto para visitação gratuitamente. Nos demais dias, também há programação, mas com agendamento prévio.

No local, foi criado um espaço para espera e um redário. Conforme as pessoas chegam, são formados grupos de cinco pessoas por vez para visitação nas estufas. Chá, água e café são servidos aos visitantes como cortesia. A partir da segunda quinzena de setembro, serão oferecidos opções de biscoitos para venda, todos embalados individualmente e preparados por produtores da região.

No redário, ficam à disposição 50% das redes. À medida em que são utilizadas, vão sendo substituídas por novas redes limpas e higienizadas. No espaço, tudo é higienizado com hipoclorito de sódio a cada duas horas.

Endereço: Rodovia DF-130, Km 15,5 (sentido Unaí, à esquerda na bifurcação com DF 455), Rajadinha I – Planaltina (DF).

Valores:
Segundo sábado do mês com visitações gratuitas (próximos sábados: 12/09, 10/10 e 7/11).
Para agendamento de grupos em dias diferentes aos de visitação é cobrada taxa de R$ 50 (valor é revertido em consumo dentro das estufas).

Contatos:
Telefone: (61) 99690-9993.
Instagram: https://www.instagram.com/sol_orquidario/
Site: https://sol-orquidario.negocio.site/

Villa Triacca Eco Pousada

Situada em um complexo isolado de edifícios em torno de dois lagos, a hospedagem na Villa é rústica e informal, cercada por campos e florestas, com  um deque sobre o lago, onde se pode apreciar lindos peixes e uma bela vista. O empreendimento é uma mescla de uma charmosa pousada, que remete à beira-mar, com atrativos e ares do campo. No local, a paz, descanso e conforto dos hóspedes são diferenciais.

Entre as atrações, o local oferece a Trilha do Macaco Prego, piscina aquecida, mergulho no lago, playground e quadra de areia para prática de futebol, vôlei, futevôlei, entre outras atividades. No parque kids ecológico, as crianças podem se divertir em um playgroud com diversos brinquedos e atividades, como pula-pula, miniarvorismo, casinha da árvore e balanço.

Ao todo, o local tem 18 apartamentos que ficam de frente para dois lagos de águas azuis e cristalinas. O restaurante da Villa oferece um farto café da manhã, almoço e um saboroso jantar. No local, também tem wifi disponível. Os quartos são limpos diariamente.

De acordo com Ronaldo Triacca, proprietário da Villa, diante da pandemia, os cuidados e limpeza diários foram redobrados. “O lugar é amplo e arejado. Estamos atendendo com todos os cuidados, como detector de temperatura na entrada, sanitização constantes e reduzimos a quantidade da taxa de ocupação”, ressalta.

Endereço: BR-251, km 6, PAD-DF

Hospedagem com agendamento prévio

Valores:
Hospedagem em quartos Suíte Luxo, Suíte com Mezanino e Bangalô.
Suíte Luxo (2 diárias – sexta a domingo): R$ 755.
Bangalô (2 diárias – sexta a domingo): R$ 1.040.
Crianças até 4 anos não pagam.

*Consultar com a pousada valores de diárias para feriados e valores para dias da semana.

Observações: A Villa não trabalha com DayUse (passar o dia). As dependências são exclusividade dos hóspedes.

Contatos:
(61) 4103-2792 ou (61) 98463-1939
E-mail:  villatriacca@villatriacca.com.br
https://www.instagram.com/villatriaccaecopousada/
https://www.facebook.com/villatriacca

Dhi Ribeiro é a atração deste sábado do Projeto Solo Fértil

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Neste sábado, 5 de setembro, das 16h às 18h, o projeto SOLO FÉRTIL vai receber a sambista DHI RIBEIRO. A transmissão acontece ao vivo pelo canal do Youtube da Solo Music
Dhi Ribeiro vai apresentar o espetáculo “Uma voz e sete cordas” acompanhada do músico Félix Júnior, considerado um dos melhores violonistas do Brasil.
O projeto SOLO FÉRTIL, uma parceria da Rádio Federal e da Solo Produções, é transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da Solo Music. A apresentação é do jornalista e radialista Luciano Lima. A produção é de Idovan Araújo, César Panta e Luciano Lima. Apoio técnico de Marcus Oliveira e Ian Mendes
Para assistir o programa ao vivo é só acessar o link ( ative o sininho):
Colabore também com o Cachê Solidário acessando o link já aberto. Ajude os músicos de Brasília