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Orquestra Sinfônica exalta a força do Hino Nacional Brasileiro

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Sob regência do maestro Claudio Cohen, a OSTNCS gravou o Hino Nacional para a Semana da Pátria | Foto: Arquivo/Agência Brasília

Músicos revelam os detalhes da gravação da obra, cheia de sutilezas melódicas

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), que neste domingo (6) participa das comemorações de abertura da Semana da Pátria, fez a gravação especial do Hino Nacional Brasileiro (1831, Joaquim Osório Duque-Estrada e Francisco Manuel da Silva), disponível em seu canal no YouTube. A gravação também será exibida no 7 de Setembro, na programação especial da TV Brasil.

“O Hino Brasileiro está entre os mais belos”, afirma o maestro da OSTNCS, Claudio Cohen. “Tem uma introdução ornamentada, o que é de extrema dificuldade na execução para os músicos”. A marcha que serve de símbolo nacional é, segundo Cohen, comparável ao hino da França, La Marseillaise (1792, Claude Joseph Rouget de Lisle). Ambos, explica, são hinos de caráter marcial e heroico. “Na verdade, A Marselhesa foi muito tocada no século 19 como hino de independência em solenidades; houve até a sugestão de adotá-lo oficialmente”, relata Cohen.

Instrumentistas celebram

A gravação ocorreu de forma remota, com cada instrumentista em sua residência, sob a batuta do maestro Claudio Cohen. Trompetista da OSTNC desde 1985, Gedeão Lopes Oliveira revela o papel de seu instrumento no desempenho do Hino: “O trompete é, por sua natureza marcial e de grande projeção sonora, o instrumento musical que conclama para o campo de batalha e anuncia grandes eventos”. Essa solenidade também tem ecos religiosos, remetendo aos toques de anjos em passagens bíblicas.

A primeira flautista da Sinfônica, Mechthild Bier, explica que seu instrumento é o que toca a melodia principal, papel geralmente desempenhado pela flauta em orquestras e bandas. Bacharel e mestre pela Escola Superior de Música Franz Liszt, de Weimar, na Alemanha, com pós-graduação no Conservatório Nacional de Strasbourg, na França, Mechthild é membro da OSTNCS desde 2018.

Percussionista da orquestra desde 1986 e professor aposentado da Escola de Música de Brasília, Wellington Vidal comanda a percussão indispensável ao andamento do Hino. Ele toca a caixa clara, instrumento que remonta à Idade Média. “Tem a função de dar ao corpo sinfônico a marcação rítmica e também texturas e coloração orquestrais, juntamente com o bombo e os pratos”, esclarece.

Setembro em concerto

Este mês, a OSTNCS segue com concertos em seu no canal do YouTube, todas as terças-feiras. Acompanhe, abaixo, a programação.

Dia 8
Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras n.° 1
Ralph Vaughan Williams – Fantasia sobre um Tema de Thomas Tallis

Dia 15
Jacques Ibert – Concerto para Flauta e Orquestra
Solista: Mechthild Bier
Carl Nielsen – Sinfonia n.° 1

Dia 22
Lançamento do Selo da ECT comemorativo aos 250 anos do nascimento de Beethoven
Ludwig van Beethoven – Sinfonia n.° 7 em Lá Maior Op. 92

Dia 29
Maurice Ravel – Ma Mère l’Oye Suite
Richard Strauss – Don Juan

Com fase de grupos mais extensa, Série D já inicia com mata-mata

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Torneio reúne 68 times, alguns deles tradicionais no futebol nacional. Brasiliense estreia neste domingo contra o Tocantinópolis (TO)

Das quatro divisões do Campeonato Brasileiro, a Série D é a mais nacional. Os 26 estados e o Distrito Federal estão representados pelos 68 clubes que iniciam a competição. A bola começa a rolar neste domingo (6), com os jogos de ida da etapa preliminar, que reúne oito equipes.

A edição 2020 da Série D terá 10 datas a mais que no ano passado. O formato também mudou, com os 64 times da fase de grupos divididos em chaves de oito, garantindo, pelo menos, 14 partidas às equipes participantes, contra apenas seis em 2019. A extensão do calendário atende a uma demanda de clubes e, principalmente, atletas. Antes, a primeira fase da competição terminava ainda no primeiro semestre e muitos jogadores chegavam ao meio da temporada desempregados.

A criação da fase preliminar é consequência da mudança de formato. Ela reúne os vice-campeões de 2019 nos oito estados pior colocados no ranking de federações da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ou, no caso do Espírito Santo, o campeão da copa estadual. Os jogos de ida, neste domingo, são os seguintes, no horário de Brasília:

15h – Real Noroeste (ES) x Aquidauanense (MS)

16h – Ji-Paraná (RO) x Nacional (AM)

16h – Tocantinópolis (TO) x Brasiliense (DF)

17h – Baré (RR) x Ypiranga (AP)

As partidas de volta serão no próximo dia 13 de setembro, definindo as equipes que se unirão aos que se encontram na fase de grupos, com início em 19 de setembro. As chaves são regionalizadas e podem ser conferidas AQUI. Os quatro melhores de cada grupo avançam para o mata-mata. Os quatro semifinalistas garantem acesso à Série C. A previsão é que a competição termine em 7 de fevereiro do ano que vem.

Impacto da pandemia

Em condições normais, a Série D começaria em 3 de maio, mas a pandemia do novo coronavírus (covid-19) adiou o início em mais de quatro meses. Em abril, os capitães das equipes da divisão recorreram à CBF pedindo apoio financeiro, justificando que os clubes têm baixa arrecadação e que o período de inatividade acarretaria dificuldades para arcarem com os vencimentos e empregos. A entidade direcionou R$ 120 mil aos times, o equivalente a dois meses da folha salarial média.

Mesmo assim, afetados financeiramente, três clubes declinaram do torneio. O Crac, de Catalão (GO), foi substituído pela Aparecidense, quarta colocada no Campeonato Goiano do ano passado. Já Patrocinense (MG) e Luverdense (MT) deram lugar a Villa Nova e Sinop, terceiros colocados, respectivamente, nos Campeonatos Mineiro e Mato-grossense de 2019. O São Caetano chegou até a enviar um ofício à Federação Paulista de Futebol (FPF) abrindo mão da vaga na Série D, mas voltou atrás.

Assim como nas Séries A, B e C, atletas e clubes deverão obedecer a um protocolo de saúde definido pela CBF. Os jogos não terão presença de público e todos os jogadores inscritos deverão ser submetidos a testes de covid-19. Os resultados de exames de times mandantes deverão ser divulgados 24 horas antes da partida. No caso de visitantes, o prazo é 12 horas antes das viagens. As equipes podem optar por exames em laboratórios locais, ao invés do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, que é o parceiro da confederação.

Pesos pesados

Entre os 68 participantes, o Joinville é o clube que está há menos tempo longe da elite. A última participação dos catarinenses na Série A foi em 2015. O Nacional (AM), por sua vez, é o time da atual Série D que em mais ocasiões disputou a primeira divisão: 16, seguido pelos rivais potiguares América-RN (15) e ABC (14). Este último, aliás, é o maior campeão estadual do futebol brasileiro, com 55 títulos.

Considerando o momento, Gama e Salgueiro são os que chegam mais embalados à Série D. O Verdão conquistou o título candango ao superar na decisão o rival Brasiliense, enquanto o Carcará se tornou o primeiro time fora de Recife a vencer o Campeonato Pernambucano, derrotando o Santa Cruz na final. Apesar do vice estadual, Caxias e Atlético de Alagoinhas deram trabalho a Grêmio e Bahia, respectivamente, e também merecem atenção.

Bangu, São Caetano e Brasiliense, por sua vez, são os representantes da divisão que mais chegaram perto de títulos nacionais de primeiro escalão. O time fluminense foi vice-campeão nacional em 1985, perdendo para o Coritiba. O Azulão caiu nas decisões de 2000 e 2001 para Vasco e Athletico-PR, respectivamente, além de ter alcançado a final da Libertadores de 2002, tropeçando no Olímpia (Paraguai). Já o clube do Distrito Federal bateu na trave na Copa do Brasil de 2002. O Corinthians levou a taça.

E por falar no Brasiliense, o clube é o principal reduto de jogadores experientes, os chamados medalhões, nesta Série D. O goleiro Fernando Henrique, o volante Radamés (ambos ex-Fluminense), o meia Douglas (ex-Grêmio e Corinthians) e os atacantes Marcos Aurélio e Zé Love (ambos ex-Santos), todos acima dos 32 anos, integram o elenco que busca o acesso.

Duas apostas vão dividir o prêmio de R$ 94,3 milhões da Mega-Sena

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As dezenas sorteadas foram as seguintes: 01-06-21-29-36-59

Duas apostas, uma de Campinas, em São Paulo, e outra feita pela internet, acertaram as seis dezenas da Mega-Sena, e vão dividir o prêmio de R$ 94.320.893,96. Cada apostador vai receber R$ 47.160.446,98.

O sorteio foi realizado nesse sábado (5), a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As dezenas sorteadas no concurso 2.296 foram as seguintes: 01-06-21-29-36-59

A quina teve 166 apostas vencedoras, cada apostador vai receber um prêmio de R$ 39.028,74. A quadra registrou 8.642 ganhadores. Eles vão receber cada um R$ 1.070,97.

De acordo com a Caixa, a estimativa para o próximo concurso, na quarta-feira (9), é R$ 2,5 milhões.

Vice-governador Paco Britto visita população de Ceilândia

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O vice-governador Paco Britto esteve, nesta sexta-feira (4), em Ceilândia. Em passagem pela cidade, acompanhado da sua esposa, Ana Paula Hoff, o casal visitou diversas instituições.

Paco e Ana Paula estiveram na Associação Casa de Apoio à Comunidade de Ceilândia (Acac), na QNM 17, onde foram recebidos por Joana D’arc, responsável pela entidade. “Estar em Ceilândia e ser recebidos com tanto carinho nos dá mais forças para trabalharmos mais d mais pela cidade”, destacou o vice-governador.

O casal também foi recebido pela dona Heleninha, na Associação dos Idosos, localizada na QNR de Ceilândia. “O trabalho realizado por essas instituições junto à comunidade é grandioso. São entidades que desempenham um papel social muito importante”, frisou o vice-governador que visitou mais outras instituições de Ceilândia.

Paco aproveitou a estadia na cidade para visitar, ainda, a Rádio Comunidade DF (98,1 FM), comandada pelo jornalista Francisco Monteiro, que também está a frente do jornal Mundo de Notícias.

“É imprescindível estar nas cidades do DF, perto das pessoas, ouvindo o que cada morador tem a dizer. É o povo quem conhece de perto as demandas e que ditará, para nós, quais as prioridades das cidades onde moram”, enfatizou Paco Britto.

Pista principal de Congonhas volta receber aviões de grande porte

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, visita as obras de recuperação da pista principal do Aeroporto de Congonhas

Bolsonaro visitou o aeroporto paulista neste sábado

A pista principal do aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, voltará a receber pousos e decolagens de aeronaves de grande porte neste domingo (6). Na manhã deste sábado (5), o presidente Jair Bolsonaro participou da entrega da obra de reforma da pista. Ao todo, foram investidos R$ 11,5 milhões na obra.

De acordo com Palácio do Planalto, o presidente retornou para Brasília após a visita ao aeroporto.

“Estamos entregando mais uma obra importante, que traz mais segurança para as operações, para os tripulantes e passageiros, neste que é o segundo aeroporto mais movimentado do país”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que vistoriou o local ao lado do presidente Bolsonaro e do presidente da Infraero, brigadeiro Hélio Paes de Barros.

Segundo o ministério, as obras foram concluídas em 32 dias e deverão proporcionar melhoria da capacidade de drenagem, aumento da aderência do pneu da aeronave ao pavimento, e redução da possibilidade de aquaplanagem (derrapagem em razão de água no solo).

A pista recebeu um revestimento de alta tecnologia, chamado de camada superficial porosa de atrito (CPA), fresagem do revestimento asfáltico existente, e uma camada estrutural de concreto asfáltico com grooving (ranhuras) na área das cabeceiras.

A pista principal do Aeroporto de Congonhas tem 1.940 metros de comprimento, 45 metros de largura e suporta aviões até categoria 4C, que engloba as principais aeronaves usadas pelas companhias aéreas brasileiras, como Boeing 737-800, Airbus A320 e Embraer E195.

A primeira operação programada é a chegada do voo 3009, da Latam. Saindo de Belo Horizonte amanhã às 8:45, a aeronave deve pousar em Congonhas às 10h05.

Durante o período em que a pista principal esteve em obras, Congonhas seguiu recebendo pousos e decolagens na pista auxiliar. De acordo com a Infraero, a manutenção das obras entre os meses de agosto e setembro considerou a baixa incidência de chuvas na capital paulista para o período dos trabalhos.

Cálix Propaganda proporciona recall inédito na publicidade brasileira

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A campanha ‘Pro Rio Voltar a Sorrir’, desenvolvida pela agência Cálix Propaganda para a Prefeitura do Rio de Janeiro, sobre a Covid 19, proporcionou recall inédito na história da publicidade brasileira.

Os dados foram revelados por uma pesquisa realizada pela  Bridge Research, empresa pertencente à holding independente HSR Specialist Researchers.

A campanha ‘Pro Rio Voltar a Sorrir’, desenvolvida pela agência Cálix Propaganda para a Prefeitura do Rio de Janeiro, sobre a Covid 19, proporcionou recall inédito na história da publicidade brasileira.

Os dados foram revelados por uma pesquisa realizada pela  Bridge Research, empresa pertencente à holding independente HSR Specialist Researchers.

“Nosso objetivo foi trazer uma mensagem de esperança e, ao mesmo tempo, mostrar as entregas e ações da prefeitura para combater a doença”, explicou Idelbo Oliveira, diretor de Criação da Cálix Propaganda.

Ele afirmou ainda que a campanha teve veiculação em mídia impressa, OOH, rádio e digital.

“A peça publicitária mostrava que, embora a pandemia do coronavírus tenha deixado a vida do carioca mais triste, a Prefeitura estava fazendo a parte dela para o carioca poder voltar a sorrir”, explicou Idelbo Oliveira,

O estudo quantitativo encomendado pela Prefeitura do Rio de Janeiro à Bridge, aponta que 64% dos moradores da cidade se lembraram da propaganda.

Além disso, 86% da amostra pesquisada gostou muito do conjunto das peças publicitárias. Segundo os pesquisadores que conduziram o levantamento, a média do ‘Padrão Brasil’ para recall é de 44%,

Segundo os resultados da pesquisa, 88% da população considerou as mensagens relevantes e 98% destacaram a facilidade em entender as informações transmitidas.

Adicionalmente, a música teve participação importante na comunicação porque trouxe o sentimento de esperança, tão pertinente ao momento.

Não à toa, 49% dos impactados pelas peças mencionam que a imagem da Prefeitura do Rio de Janeiro melhorou.

“Estamos extremamente felizes porque o padrão atingido pela comunicação tem patamar maior que o de setores como eletro, petróleo, varejo e outros. A empresa responsável pela pesquisa considera o resultado uma marca recorde para a comunicação pública, que nem sempre é bem recebida pela maioria da população”, comemora Marcello Lopes, CEO da Cálix.

O estudo quantitativo para avaliar o recall da campanha foi realizado por meio de questionário utilizando painel online. Todas as entrevistas foram feitas entre 30 de junho e 6 de julho, com moradores da cidade do Rio de Janeiro, maiores de 18 anos, das classes sociais A, B, C, D e E, em todas as regiões do município.

Presidente do Banco Central diz que deve autorizar pagamento pelo Whatsapp

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Campos Neto concedeu entrevista a rede de TV norte-americana

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a instituição deverá autorizar o funcionamento do recurso de pagamentos e transferências pelo Whatsapp.

“Projetos como estes devem passar por um processo de aprovação. Quando o Whatsapp propôs o arranjo, entendemos que era um arranjo grande. Dissemos que como era grande e tinha várias dimensões, pedimos que entrassem no rito de aprovação como ocorre normalmente. E será aprovado”, afirmou o presidente do BC, em entrevista à rede de TV estadunidense Bloomberg.

Segundo ele, a análise do banco envolve a identificação de eventuais problemas que a operação possa trazer em sua implantação no país, tanto no aspecto concorrencial quanto nos direitos dos usuários.

“As duas dimensões que estamos focando é promover competição e proteger os dados dos cidadãos. Queremos competição, queremos que todas as big techs [nome em inglês dado às grandes empresas de tecnologia] entrem no Brasil. Você pode ter um sistema que comece competitivo, mas no fim acabe não tendo esta característica”, alertou na entrevista.

Em seu anúncio, realizado em junho, a empresa declarou que o novo recurso permitiria transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo de mensagens, com a proteção da plataforma Facebook Pay.

No dia 23 de junho, o Banco Central suspendeu o início do projeto argumentando que teria de estimar os riscos. De acordo com o órgão, sem uma avaliação, o serviço poderia trazer prejuízos ao mercado brasileiro.

Em nota à Agência Brasil, o Whatsapp afirmou que está em diálogo com o BC. Quando o recurso for autorizado, os usuários que desejarem deverão ativar o Facebook Pay no smartphone, informando o cartão de crédito e débito e definindo uma senha (um PIN). Para enviar o dinheiro, será preciso clicar em um contato e acionar a ferramenta “anexar”. A transação será uma das alternativas de anexo.

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O uso do meio de pagamento foi anunciado no dia 15 de junho. No primeiro momento, a novidade estaria disponível para clientes do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi que têm cartão de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard. As transações seriam processadas pela Cielo e não preveem custos para consumidores e pessoas físicas. Já as empresas terão de arcar com uma taxa por transação recebida. As pequenas empresas são um dos principais focos do lançamento. Foi então que o Banco Central travou o lançamento da empreitada.

“Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap a essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento”, diz o comunicado do Whatsapp.

Mais de R$ 5,7 milhões investidos para evitar desperdício de água tratada

Trabalho, que entra na reta final, prevê a instalação de trechos de rede de água, macromedidores e válvulas redutoras de pressão | Fotos: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Projeto de setorização das redes pluviais no Paranoá e no Itapoã vai para a última etapa, beneficiando 110 mil moradores

O Governo do Distrito Federal trabalha para evitar o desperdício de água tratada. Nas próximas semanas, a Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) vai dar início à última etapa da obra de setorização das redes do Paranoá e do Itapoã. Além de gerar dezenas de empregos, o projeto, que abrange as duas regiões, demanda investimento de R$ 5,760 milhões e vai beneficiar 110 mil moradores ao reduzir vazamentos, rupturas e interrupções de fornecimento.

Com recursos provenientes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o projeto prevê a instalação de trechos de rede de água, macromedidores e válvulas redutoras de pressão. Na prática, quando o projeto for concluído, a rede de águas do Paranoá terá sido dividida em cinco setores, com instalação de Distritos de Medição e Controle (DMC) que permitem controle específico das áreas.

“Cada um desses setores pode ser tratado de forma independente. Isso permite encontrar um vazamento mais rápido – às vezes antes de aparecer na superfície e comprometer o asfalto”, esclarece o fiscal da obra da Caesb, André Cherulli. De acordo com ele, esses equipamentos ainda permitirão, de forma individual, o controle a distância da operação do sistema, adequando a pressão na rede e identificando possíveis vazamentos de forma virtual.

A companhia calcula que cerca de 34% da água tratada no DF seja desperdiçada. Isso quer dizer que, a cada 100 litros, 34 litros se perdem por furtos, ligações clandestinas, erros de medição e vazamentos. O administrador regional do Paranoá, Sérgio Damaceno, diz que a demanda foi identificada com constantes casos de rompimento da rede em virtude da alta pressão.

34%Percentual de água tratada que desperdiçada no DF, segundo a Caesb. Perdas também incluem furtos e ligações clandestinas

“Temos a mesma rede desde a inauguração da cidade, em 1989”, conta o administrador. “Se há um problema, o desligamento precisa ser geral, que impacta muitas pessoas. Agora, com a setorização, será possível suspender de forma localizada, só na área afetada. Além do desperdício de água, isso ainda impacta em prejuízos com reparos no asfalto, apesar de termos buraco zero.”

O administrador do Paranoá, Sérgio Damaceno, atenta: “Temos a mesma rede desde a inauguração da cidade, em 1989”

O contrato do projeto nas duas regiões administrativas é executado há dez meses, com 60 empregos diretos e indiretos, e deve ser concluído em novembro. “Estamos em vias de finalização”, explica André Cherulli. “Já fizemos todas as outras interligações de menor impacto e agora precisamos chegar à avenida principal do Paranoá. A ideia é que melhore o abastecimento e a distribuição nas duas cidades, reduzindo a pressão na rede para não ter rompimento e perdas de água tratada”.

Agora, as intervenções serão na Avenida Paranoá, a principal da cidade com o mesmo nome. A pista foi dividida em quatro setores, que vão receber as intervenções individualmente. Segundo a Caesb, o primeiro ponto de obras será no início da pista, próximo ao cruzamento com a Estrada Parque Tamanduá (BR-479). Depois, os  serviços seguem para a altura das quadras 29/30 e para a Entrequadra 13/14, até chegarem ao ponto entre as quadras 21/22, no cruzamento com a Avenida Transversal.

Intervenções no trânsito

Para a execução do trabalho, serão necessários bloqueios e desvios na avenida, a serem divulgados em breve pelo Departamento de Trânsito (Detran). “É impactante, mas necessário”, pontua André Cherulli. “A Caesb buscou outras formas de fazer [o serviço] sem impacto no tráfego, mas não conseguimos dar outra solução técnica”.

A dona de casa Antônia Gomes, 38 anos,  pondera a respeito: “Vai ser difícil ter a principal avenida da cidade com pontos bloqueados, mas sabemos que é para melhorar a cidade”. Nascida e criada no Paranoá, ela já presenciou casos de recorrentes de vazamentos nas ruas da cidade. “É um transtorno, e espero que, com essa série de obras, a situação melhore”, conclui.

Governo Ibaneis reforça segurança na Rodoviária do Plano Piloto

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A estrutura tem dez telas que recebem imagens, em tempo real, das 45 câmeras de videomonitoramento instaladas nas plataformas superior e inferior da Rodoviária, Conic e Conjunto Nacional | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Foram instaladas nas plataformas superior e inferior do terminal, 45 câmeras ajudam o monitoramento feito por policiais militares

No marco zero de Brasília, o centro da plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto, uma estrutura recém-chegada se distingue dos ônibus que circulam diariamente por ali. Desde 24 de agosto, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) instalou no local um Centro Integrado de Comando e Controle Móvel, que auxilia no monitoramento e já mostra eficiência: nos dez primeiros dias de operação, sforam registrado apenas um furto na região e três apreensões de facas.

A estrutura, a parte traseira de uma carreta adaptada, possui dez telas que recebem imagens, em tempo real, das 45 câmeras de videomonitoramento instaladas nas plataformas superior e inferior da Rodoviária, Conic e Conjunto Nacional. São duas salas, refrigeração, gerador próprio, banheiro e cozinha para os quatro policiais que atuam ali, dois para monitorar as telas e dois para lavrar  termos circunstanciados, em turnos de 12 horas diárias.

A chegada do centro integrado faz parte do projeto de videomonitoramento da Secretaria de Segurança Pública (SSP), com a participação da PMDF e da Administração da Rodoviária, para restaurar a ordem pública no local, um dos pontos mais movimentados do DF. Com o auxílio das imagens em alta definição captadas nas câmeras de videomonitoramento, os policiais conseguem identificar esconderijos de armas e entorpecentes, além de coibir o tráfico, o comércio ilegal e o transporte irregular de passageiros.

“Em 19 meses, aumentamos o número de equipamentos instalados em 47%. Em janeiro de 2019, o Distrito Federal contava com 584 câmeras. Até o fim de julho, já tínhamos 859 câmeras instaladas”Anderson Torres, secretário de Segurança Pública

O secretário de Segurança Pública,  Anderson Torres, destaca que o uso da tecnologia é uma das principais estratégias da pasta para o enfrentamento à criminalidade no DF. “Em 19 meses, aumentamos o número de equipamentos instalados em 47%. Em janeiro de 2019, o Distrito Federal contava com 584 câmeras. Até o fim de julho, já tínhamos 859 câmeras instaladas”, disse. Torres destacou ainda que a ampliação do monitoramento na Rodoviária faz parte de uma série de ações do GDF para revitalizar toda a área central de Brasília.

À frente do 1º Comando de Policiamento Regional, responsável pela região da Rodoviária do Plano, o coronel Fábio Augusto lembra que a integração entre o centro e os policiais na rua torna o trabalho mais efetivo. “A Rodoviária é muito dinâmica, e ter o auxílio das câmeras é um fator a mais na identificação de possíveis pontos de desordem. Nada substitui o policial no terreno, mas o monitoramento contribuiu para a atuação preventiva e repressiva”, ressalta.

Carlos Lopes trabalha em uma loja na plataforma inferior da Rodoviária e conta que já foi coagido por um vendedor ambulante com uma faca por tentar denunciar a atividade ilegal em frente ao seu estabelecimento. “A gente ainda anda com receio por aqui, mas ver o policiamento traz mais segurança. Só de ter a presença policial, rodando em maior quantidade, melhorou bastante”, afirma.

O trabalho da PMDF na Rodoviária vai além das patrulhas e monitoramento para a prevenção de crimes e delitos. Nessa quarta-feira (2), os policiais auxiliaram os agentes do DF Legal em uma grande operação para coibir o comércio ilegal e a presença de vendedores ambulantes em ambas as plataformas.

Atualmente, entre 20 e 40 policiais trabalham 24h por dia na Rodoviária, e não só no policiamento: “Vamos atuar no zelo do bem público, fazendo ronda nos banheiros e checando se está tudo limpo, avisando a administração de uma lâmpada queimada ou outro tipo de problema na estrutura. O ambiente degradado acaba propiciando uma desordem maior, e estamos na fase de restabelecimento da ordem pública aqui”, explica o coronel Fábio Augusto.

O administrador da Rodoviária do Plano Piloto, Josué Martins, agradece a presença e o auxílio da PMDF na manutenção do espaço e ressalta a importância deste trabalho conjunto. “Sentimos que a população está feliz”, avalia. “Na recepção da Administração, já recebemos elogios de algumas pessoas, e a associação dos comerciantes mandou uma carta para a gente parabenizando as ações que estamos realizando aqui, junto com a PMDF e todo o staff do governo”.

Governo Federal retira pedido de urgência da reforma tributária

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Texto em análise trata da unificação de impostos federais e estaduais

O presidente Jair Bolsonaro retirou o pedido de urgência de tramitação da proposta de reforma tributária, que foi entregue ao Congresso Nacional em julho. A mensagem foi publicada hoje (4) em edição extra do Diário Oficial da União.

“A urgência da CBS [Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços] trancaria a pauta e causaria pressão desnecessária na discussão sobre o tema, que continua prioritário, mas segue ritmo próprio na Comissão Mista da Reforma Tributária”, explicou a Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia, em nota.

O tipo de encaminhamento das proposições determina o tempo de tramitação nas diversas comissões. Podem ser urgentes, de tramitação com prioridade e de tramitação ordinária.

Pela Constituição Federal, quando o presidente solicita urgência para análise de projetos de sua iniciativa, a Câmara e o Senado têm 45 dias, cada Casa, para apreciar a matéria. Caso isso não aconteça, o projeto passa a trancar a pauta e as demais votações ficam interrompidas, até que o texto seja votado. No caso da reforma tributária, o prazo terminaria amanhã (5).

O texto entregue ao Congresso é a primeira parte da proposta do governo e trata apenas da unificação de impostos federais e estaduais num futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.

O novo imposto prevê a unificação de diversos tributos em dois: um federal e outro regional. Em tese, tributos como os impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) e sobre Operações Financeiras (IOF) poderiam ser unificados, mas, no nível federal, a proposta é que o IVA fundirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).