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Grupo Aconchego realiza campanha para incentivar o acolhimento temporário

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Serviço Família Acolhedora, realizado há dois anos no DF, com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF), busca novas famílias interessadas em participar da iniciativa

Nesta terça-feira (15) o Grupo Aconchego lança a campanha “Acolhimento temporário, transformação pra vida inteira”, com o intuito de celebrar os dois anos do Serviço Família Acolhedora e, além disso, mobilizar novas famílias voluntárias que queiram se candidatar a fazerem parte da iniciativa.

“Nosso objetivo é promover a guarda familiar temporária de crianças que estão afastadas de suas famílias de origem. Agora, em comemoração aos dois anos, achamos necessário promover esta campanha para tocar mais corações. Esta sensibilização é muito importante. Sempre sonhamos em investir em uma divulgação mais ampla, capaz de atingir várias pessoas. Estamos felizes com o desenvolvimento desta ação”, comemora a psicóloga e coordenadora do programa no Aconchego, Julia Salvagni.

Previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o acolhimento familiar é uma das medidas de proteção previstas em caso de direitos violados ou ameaçados, tanto por ação ou omissão do Estado, dos pais ou responsáveis ou pela própria conduta. Diferente da adoção, possui caráter provisório e excepcional, devendo visar a reintegração familiar ou o encaminhamento para família substituta.

No entanto, apesar de ser internacionalmente reconhecido como a forma de acolhimento mais adequada, em contraponto aos modelos institucionais – uma vez que evita sequelas afetivas e comportamentais relacionadas a esses processos -, os serviços de acolhimento familiar ainda representam parte pequena da rede de acolhimento no Brasil. Segundo Censo do Sistema Único de Assistência Social, em 2016, apenas 167 das 2.998 unidades que promoviam o acolhimento o realizavam em modalidade familiar.

No DF, a realidade é ainda mais complexa: de acordo com dados de 2017 do Cadastro de Crianças Acolhidas, das 465 vagas da política de acolhimento para crianças e adolescente – com aproximadamente 52 crianças de zero a três anos de idade e 44 crianças entre quatro e seis anos – nenhuma oferta a modalidade familiar.

Nesse contexto desafiador, o programa Família Acolhedora, fruto de Termo de Apoio entre o Grupo Aconchego e o GDF, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF), surgiu, em 2018, como uma importante garantia do direito à convivência familiar e comunitária na primeira e na segunda infância.

Acolhimento não é adoção – Vale destacar que o programa não pode ser confundido com adoção e nem encarado como um “treinamento” para tal. Durante todo o período do acolhimento tanto a criança quanto a família selecionada precisam entender seus papeis.

Para isso, contarão com o acompanhamento dos profissionais e dos voluntários do Grupo Aconchego, também responsável pela seleção, pela capacitação e pelo cadastramento das famílias interessadas. “Na impossibilidade de preservação e a reconstrução do vínculo com a família de origem, encaminharemos à Vara da Infância e da Juventude sugestão de cadastramento da criança para adoção”, esclarece a psicóloga e presidente do Aconchego, Soraya Pereira.

Quem pode acolher – Para se cadastrar no programa, as famílias precisam atender ao seguintes pré-requisitos: o responsável ter mais de 25 anos, haver concordância de todos os membros do núcleo familiar; não estar cadastrado no Cadastro Nacional de Adoção; não possuir antecedentes criminais; ter condições de habitabilidade para receber a criança; e comprovação de renda.

Entretanto, além desses requisitos, as famílias passarão por um processo de capacitação e também por estudo psicossocial feito pelo Grupo Aconchego. Essas etapas irão avaliar as motivações, disposição, desejo e habilidades do núcleo familiar para acolher. As inscrições dos interessados devem ocorrer a partir de dezembro, em data a ser confirmada. Serão 60 vagas, para seleção final de 30 famílias.

 Capacitação – Para a realização do Família Acolhedora, o Aconchego capacitará profissionais e voluntários que atuarão tanto no acompanhamento das crianças quanto das famílias. Todo o trabalho será pautado pelos princípios e orientações do ECA, das Orientações Técnicas de Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes, da Tipificação Nacional dos Serviços Sócio Assistenciais e das diretrizes internacionais de reintegração Familiar de crianças e adolescentes. “Além disso, nos referenciamos em estudos acadêmicos e em experiências bem-sucedidas do Família Acolhedora em outros estados”, finaliza a presidente do Aconchego.

Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento institucional.

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Novacap presenteia Brasília com 37 máquinas para asfaltar o DF

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As novas máquinas compactadoras suecas vão garantir asfalto com durabilidade de novo em todas as 33 regiões administrativas do Distrito Federal | Foto: Vinícius de Melo

Equipamentos serão usados em todas as regiões em comemoração ao aniversário da empresa

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) completa, nesta semana, 64 anos. Criada para construir a nova Capital Federal, mas mantida como braço direito do Governo do Distrito Federal (GDF) para a manutenção e conservação da cidade, a empresa deu início às comemorações nesta segunda-feira (14). E começou dando um presente para a cidade: 35 máquinas compactadoras e duas fresadoras. Os equipamentos vão garantir asfalto com mais qualidade em todo o DF.

As máquinas compactadoras são suecas e custaram, ao todo, cerca de R$ 7 milhões de reais. Já a partir desta terça-feira (15), elas seguirão para as cidades do DF, num sistema rotativo, desta forma, garantindo serviço em todas as 33 regiões administrativas.

De acordo com o vice-governador Paco Britto, as máquinas vão permitir ao Distrito Federal um asfalto muito melhor. “Um benefício para os veículos e para o cidadão, que vai ver, nas ruas, onde está sendo investido seu dinheiro”, disse. Paco lembrou ainda que com as compactadoras e fresadoras, será possível acabar com as eternas operações de tapar buracos e partir para o recapeamento completo das vias.

“Demonstramos, com ações simples como esta, que é a compra de equipamentos, que o governo está fazendo tudo que é seu dever. Um gesto que garante uma Brasília cuidada, moderna e bonita, como nasceu para ser”, enfatizou o diretor presidente da companhia, Fernando Leite. “Isso demonstra o carinho que temos tanto com a cidade, quanto com o dinheiro público”, completou o secretário de Governo, José Humberto Pires. “Muitos benefícios para a população”, arrematou o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Comemorações

UBS 11, na Expansão de Samambaia

Pela manhã, a Novacap começou as comemorações da data com a entrega da Unidade Básica de Saúde (UBS) 11 na Expansão de Samambaia. Com investimento de R$ 3,2 milhões, cerca de 14 mil pessoas de quadras próximas à unidade, além da área rural e morro dos Macacos e do Sabão, serão beneficiadas com atendimento médico e odontológico.

No início da tarde, pouco antes do ato de entrega das novas máquinas, o presidente da empresa participou de um culto ecumênico celebrado pelo padre Edilson Santos da Costa e pelo pastor Leonardo Félix. “Não podemos comemorar com toda a família Novacap devido ao momento de pandemia, mas nossa gratidão a todos os servidores e colaboradores da empresa estão aqui representados”, disse Leite.

Os líderes religiosos fizeram orações e lembraram que a Novacap foi a base para a construção de Brasília. “Nada funciona sem a base, sem o alicerce”, comparou o pastor evangélico. Já o padre católico enfatizou que “assim como Deus é a esperança do povo que Nele crê, a Novacap vem garantindo a esperança dos moradores de Brasília em uma cidade dos sonhos”. Fernando Leite arrematou as lições das pregações afirmando que “a missão da construção foi grande, assim como é a de preservar”.

Para Paco Britto – que ao lado de sua esposa, Ana Paula Hoff, participou do culto, na sede da empresa -, ao longo dos 64 anos de existência da Novacap, que serão completados no próximo dia 19 de setembro, muitos nomes importantes passaram por lá. “Sob o comando de Israel Pinheiro, a Novacap teve em sua folha de pagamento pessoas importantes como Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Athos Bulcão e Burle Marx. Porém, tão importante como eles, são todos os atuais 2 mil servidores e outros tantos que passaram por aqui”, afirmou o vice-governador.

“A Novacap é a ponta, é o sentir da população que o governo está atuando. E isso acontece graças ao trabalhador, que garante a reforma, a revitalização, a obra. Que honra a empresa e resgata a memória do DF”, finalizou Paco Britto.

Começam hoje inscrições para bolsas remanescentes do Prouni

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Inscrições podem ser feitas até o dia 30

Começam hoje (15) as inscrições para o processo seletivo de bolsas remanescentes do Programa Universidade para Todos (Prouni), para o segundo semestre deste ano. Ao todo, serão ofertadas cerca de 90 mil bolsas que não foram ocupadas no decorrer do processo seletivo regular.

A disponibilidade dessas bolsas ocorre por desistência dos candidatos pré-selecionados ou falta de documentação, por exemplo. O prazo para inscrição termina em 30 de setembro e o estudante interessado deve acessar a página do Prouni na internet [http://prouniportal.mec.gov.br/#principal].

De acordo com o Ministério da Educação, nesta edição, o prazo de inscrição será único, tanto para candidatos não matriculados na instituição de ensino superior para a qual desejam se inscrever para disputar uma bolsa, como para candidatos já matriculados na mesma instituição para a qual querem fazer a inscrição.

O Prouni é o programa do governo federal que oferece bolsas de estudo, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Eduardo Pazuello será efetivado como ministro da Saúde

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Cerimônia de posse ocorrerá na próxima quarta-feira

Depois de quatro meses como ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello será efetivado no cargo. A cerimônia de posse ocorrerá na quarta-feira (16). 

Pazuello assumiu interinamente o comando da pasta em 16 de maio, em meio à pandemia do novo coronavírus no Brasil. Ele substituiu Nelson Teich que ficou um mês no cargo, tendo substituído Luiz Henrique Mandetta.

Nesses quatro meses, Pazuello defendeu o tratamento precoce de covid-19 e a autonomia de estados e municípios na adoção de políticas de isolamento social. Com ele à frente da pasta, o Ministério da Saúde estabeleceu uma nova diretriz com orientações para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves. Ao mesmo tempo, o ministro destacou que não vê nada de errado em questionar o uso do fármaco para esse fim.

General do Exército, Pazuello é especialista em logística. O militar foi coordenador logístico das tropas do Exército durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, além de ter coordenado as operações da Operação Acolhida, que presta assistência aos imigrantes venezuelanos que chegam a Roraima fugindo da crise política e econômica no país vizinho.

Agências do trabalhador do DF oferecem 220 vagas de emprego

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Salário mais alto, no valor de R$ 3 mil, é oferecido para gerente de serviços de oficina

A profissão de técnico em automação industrial é a que oferece o maior número de vagas nas agências do trabalhador do Distrito Federal, nesta terça-feira (15). São 30, com salário de R$ 1.869,28, mais benefícios. Para concorrer a uma delas, é preciso ter experiência e ensino médio completo.

Também com números expressivos de vagas, auxiliares técnico-eletrônico (26) e tratoristas operadores de roçadeira (20) estão sendo procurados pelo mercado de trabalho. As remunerações oferecidas são, respectivamente, R$ 1.060 e R$ 1.539,54, mais benefícios. Não é preciso experiência, mas, para auxiliar, é necessário ensino médio completo. Tratorista basta ter nível fundamental de escolaridade.

Continua em alta a busca por profissionais que possam atuar em lanchonetes, padarias, restaurantes e similares. São 69 vagas, assim distribuídas: atendente de lanchonete (12), cozinheiro de restaurante (10), auxiliar de cozinha (10), garçom (10), atendente de padaria (5), chapista de lanchonete (5), churrasqueiro (5), cumim (5), sushiman (2), ajudante de confeiteiro (1), chefe de cozinha (1), padeiro (1), pizzaiolo (1) e salgadeiro (1). Os salários oferecidos variam entre R$ 1,1 mil e R$ 1,5 mil, mais benefícios.

O salário mais alto do dia é para gerente de serviços de oficina: R$ 3 mil, mais benefícios. São duas vagas e não é preciso experiência, basta ter nível fundamental incompleto de escolaridade.

Ainda para quem deseja trabalhar com automóveis, tem seis vagas para motorista carreteiro, com remuneração de R$ 1.724,54, uma para mecânico, que paga R$ 1.300 mensais, e mais uma para lavador de carros, que poderá receber R$ 1,2 mil todo mês, mais benefícios. As três áreas pedem experiência, mas não exigem escolaridade.

Para se candidatar a qualquer uma das vagas é preciso estar dentro do perfil solicitado. Os interessados devem procurar uma das agências do trabalhador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Confira aqui as vagas disponíveis.

 

Visitas Visitas presenciais a presos serão retomadas na próxima quarta

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Decisão é da Vara de Execuções Penais do DF em conjunto com a Secretaria de Administração Penitenciária

As visitas presenciais aos reeducandos do sistema penitenciário do Distrito Federal, suspensas desde o dia 12 de março, serão retomadas na próxima quarta-feira (16). A decisão é da Vara de Execuções Penais (VEP-DF) e terá que seguir uma série de regras impostas pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

Além das visitas presenciais, suspensas devido à pandemia de Covid-19, também foram autorizadas as saídas para trabalho externo, saídas temporárias e saídas quinzenais – as chamadas “saidinhas” – para todos os apenados que têm direito a tais benefícios.

A retomada dessas atividades será feita de forma gradativa, a partir desta segunda-feira (14).

Ainda de acordo com a decisão da VEP, continuarão suspensas as visitas e as pesquisas acadêmicas, bem como o acesso de profissionais de imprensa, enquanto durar a pandemia.

“A nossa missão sempre foi zelar pela segurança dos servidores, sentenciados e seus familiares. Desta forma, procuramos construir o melhor formato para que as visitas presenciais pudessem ser retomadas, minimizando os riscos e priorizando a saúde de todos”, esclareceu o secretário de Administração Penitenciária, o delegado Agnaldo Novato Curado Filho.

Visitas virtuais

Com o retorno das visitas presencias, a visita virtual, implementada de forma pioneira na Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF) em 17 de junho, apenas será mantida para as pessoas que cumprem pena em celas individuais, como aquelas recolhidas à Ala de Tratamento Psiquiátrico (ATP) e às alas de Pavilhão de Segurança Máxima (PSM).

O mesmo procedimento valerá para pessoas com privação de liberdade e, atualmente, internadas em alas hospitalares, para presos cujos visitantes cadastrados estejam impedidos de fazer visita. A medida é necessária por se tratar de integrantes de grupos de risco e também vale para apenados com comorbidades.

A acumulação de visitas presencial e virtual está proibida.

Novas regras para visitação

A emissão de senha para a visita presencial estará disponível um dia antes da data da visita, por meio do link http://visita.sesipe.df.gov.br/, com os seguintes horários:

⇒ CDP às 12h

⇒ CIR às 13h

⇒ PDF1 às 14h

⇒ PDF2 às 15h

⇒ PFDF às 16h

✔ Será autorizada a retirada de senha de apenas um visitante por reeducando;

✔ Visitantes que façam parte dos grupos de risco, ou seja, pessoas acima de sessenta anos, menores de doze anos, gestantes, lactantes e pessoas com  comorbidades, bem como aquelas que estejam com sintomas de gripe, continuam proibidas de entrar nas unidades prisionais;

✔ A distância mínima será de 1,5 metro entre apenados e de 2 metros entre presos e visitantes nos locais de visita. Será obrigatório o uso de máscara, pelo visitante e pelo reeducando, de cor branca, durante toda a visitação;

✔ As visitas ocorrerão em blocos de horário: das 9h às 10h, das 11h às 12h, das 13h às 14h e das 15h às 16h. A distribuição de senha ocorrerá apenas para o início de cada bloco de horário para atendimento do visitante;

✔ É proibido qualquer tipo de contato físico entre visitante e interno;

✔ Serão retirados para o pátio, em cada bloco de horário, apenas os reeducandos que receberão visita;

✔ Cantinas permanecerão fechadas e não será permitido acesso aos banheiros durante as vistas;

✔ Durante as visitas, os pontos de água do pátio ficarão interditados devido ao risco de contaminação. Os pátios serão desinfectados entre os intervalos de visitação;

✔ Tapetes com água sanitária, álcool em gel e álcool líquido serão disponibilizados para higienização de pés e mãos na entrada e saída das unidades prisionais;

✔ Cabe à unidade prisional a orientação dos visitantes sobre os protocolos de ingresso e permanência no pátio de banho de sol durante a visita presencial, inclusive com orientações gerais sobre biossegurança;

✔  O protocolo de recebimento, armazenagem e entrega de sacolas, bem como a quantia em dinheiro, medicação e roupas que o reeducando tem direito será mantido. Os itens serão recebidos na recepção da visita presencial, observado o horário da senha;

✔ A presença de ambulantes na área externa das unidades prisionais continua proibida;

✔ As visitas serão realizadas nos mesmos dias em que ocorriam antes
da pandemia, inclusive visitas ordinárias e especiais;

✔ O planejamento da quantidade de pessoas em cada bloco levou em consideração as vagas disponíveis nos locais cobertos dos pátios, mantendo o distanciamento social entre apenados e visitantes.

Quinto Mandamento: quase 500 abordagens no final de semana

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Ação da SSP-DF fiscalizou e orientou pessoas e comércios em Ceilândia, Taguatinga, Recanto das Emas, Samambaia, Gama e Santa Maria

Com foco na redução dos crimes contra a vida, a operação Quinto Mandamento sai às ruas há pouco mais de um mês em diferentes regiões do Distrito Federal. No último final de semana foram 490 abordagens pessoais e cerca de 142 veículos fiscalizados em Ceilândia, Taguatinga, Recanto das Emas, Samambaia, Gama e Santa Maria.

A operação é coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Mas, realizada de forma integrada, reúne as forças de segurança – polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) – e outros órgãos parceiros, como a Secretaria DF Legal e Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF).

“O comprometimento dos participantes e a coordenação da Subsecretaria de Operações Integradas [Sopi] têm contribuído para o sucesso da operação, que tem como objetivo manter a redução de crimes contra a vida conquistados no primeiro semestre. Além disso, a presença do Estado nessas regiões tem um impacto bastante positivo na sensação de segurança da população”, argumenta o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres.

Os dias e horários das ações são determinados por meio de levantamentos das subsecretarias de Inteligência (SI) e de Gestão da Informação (SGI), ambas da SSP/DF. O foco das ações é a prevenção dos crimes relacionados aos homicídios, como afirma o subsecretário de Operações Integradas, coronel Márcio Vasconcelos.

“Atuamos na repressão ao tráfico de drogas e ao porte ilegal de arma, por exemplo, que estão diretamente ligados aos crimes violentos contra a vida, que englobam ainda latrocínios e lesões corporais seguidas de morte”, reforça o militar.

Cento e cinquenta servidores participaram da operação. As abordagens da PMDF, em parceria com a PCDF, resultaram na abordagem de 490 pessoas, que tiveram os antecedentes criminais consultados. Trinta e cinco veículos foram abordados pelos policiais.

Hospital Modular de Ceilândia tem quase 90% de índice de recuperação

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Com apenas dois meses de funcionamento, unidade já atendeu 479 pessoas infectadas, das quais apenas 59 continuam internadas

Dois meses de muitas vidas salvas. O Hospital Modular de Ceilândia comemora os índices de recuperação desde a inauguração da unidade, em 13 de julho. Destinada ao tratamento exclusivo de pacientes com Covid-19, a unidade admitiu 479 enfermos desde então, dos quais 415 receberam alta e dois vieram a óbito. O índice de recuperação chega a 86,6%, enquanto o de morte está bem abaixo da média distrital, 0,4%.

“Fiquei sete dias aqui. As condições são excelentes e o tratamento que recebi foi sempre no sentido de melhorar minha autoestima. Foi nota 10”Geraldo dos Reis, motorista de aplicativo

Atualmente, 57 pessoas estão internadas no local, recebendo os devidos cuidados dos profissionais de saúde. A unidade modular está anexada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e foi construída em tempo recorde, reforçando o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) de combater o coronavírus de forma responsável. O hospital de 1.015 metros quadrados foi erguido em 33 dias e logo entrou na rede de atendimento à Covid-19 no DF.

Com capacidade para 63 leitos, o hospital recebeu 148 servidores temporários. Foram lotados 18 clínicos gerais, 30 enfermeiros e 100 técnicos de enfermagem. A estrutura – de saltar aos olhos – ainda de dispõe de farmácia, três postos de enfermagem, dois depósitos de materiais, área para lavagem de material, sanitários adaptados e copa para funcionários.

Estrutura que surpreende o motorista de aplicativo, Geraldo dos Reis Ferreira, de 63 anos, internado no hospital. “Fiquei sete dias aqui. As condições são excelentes e o tratamento que recebi foi sempre no sentido de melhorar minha autoestima. Foi nota 10”, disse.

Geraldo, que tem diabetes e é hipertenso, teve 35% do pulmão comprometido pela doença, mas venceu a batalha na sexta-feira (11). Ele se preparava para receber alta enquanto conversava com a reportagem da Agência Brasília.

Supervisora da unidade, Maria Lopes é servidora da Saúde há 30 anos | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Assim como ele, o aposentado Francisco das Chagas Lima, de 75 anos, preparava-se para deixar o hospital na sexta-feira. “Faço hemodiálise e os cuidados aqui sempre foram muito bons. Eles me levam na clínica para fazer a diálise e me acompanham o tempo todo. Aqui é um hospital muito bom e hoje eu sinto que nasci de novo”, relata.

Tal retorno dos pacientes enche os olhos de quem está na linha de frente no combate à Covid-19, como o médico Daniel Bonfim. “A gente fica comovido e não deixa de agradecer o carinho dos pacientes. O que temos visto aqui, nas últimas três semanas, é uma queda nos casos mais graves. Isso nos anima, também”, comemora.

“Trabalhar em um lugar assim traz tranquilidade para seguir nosso trabalho e prestar nossa assistência sem nos expor”Daniel Bonfim, médico do hospital modular

Daniel conta que, no início da pandemia, o trabalho foi mais complicado em razão da novidade que o coronavírus representava, além da apreensão gerada pela doença. Ele também relata que ter uma estrutura adequada para trabalhar, como a que o hospital modular oferece, motiva os profissionais. “Trabalhar em um lugar assim traz tranquilidade para seguir nosso trabalho e prestar nossa assistência sem nos expor”, afirma.

Ainda segundo o médico, a pandemia trouxe um senso de coletividade entre os profissionais e até de reaproximação com antigos colegas. “Estamos sempre trocando informações, lendo artigos. Até meus grupos com amigos da faculdade voltaram a se movimentar, trocar mensagens”, arremata.

Futuro pós-pandemia: unidade modular deve ser transformada em clínica médica | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília
Esse senso de coletividade também é observado pela supervisora do hospital modular, Maria Lopes. Servidora da Secretaria de Saúde há 30 anos, Maria conta que nunca tinha visto nada parecido na profissão, em um contexto de desafios em série provocados pela Covid-19.

“Tem sido um grande aprendizado. As equipes se sincronizaram ainda mais, estão comunicando melhor. Esse hospital é um grande ganho para Ceilândia. Nos organizamos como pudemos para esse momento e tenho visto o empenho de todos, formando uma grande corrente do bem”, destaca.

A expectativa do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) para o pós-pandemia é transformar a unidade modular em clínica médica, que é uma grande demanda da população de Ceilândia e região. Com ou sem pandemia, fica o legado da estrutura para a população da cidade e todos os que buscam atendimento por lá.

Responsabilidade social

A empresa JBS, por meio do programa Fazer o Bem Faz Bem, doou R$ 11 milhões para o enfrentamento do coronavírus no Distrito Federal, incluindo o valor a construção do hospital modular. Além da nova unidade em Ceilândia, o DF tem recebido da empresa equipamentos de proteção individual (EPIs), itens de higiene e limpeza e cestas básicas para instituições sociais, benefícios que devem impactar mais de 2,5 milhões de pessoas.

As doações integram um esforço nacional da JBS de enfrentamento à Covid-19. Ao todo, a empresa pretende doar R$ 400 milhões a 19 unidades da Federação e a mais de 200 cidades.

CPI da Pandemia chega no PT, no ex-governador Agnelo Queiroz

Roubar da saúde é imoral. E a pena, ser alta. Crime hediondo. O que fazer. Investigar. A Câmara Legislativa esta fazendo zelando.

Integrante do chamado centrão da Câmara Legislativa, deputado Roosevelt Vilella (PSB) preparou um requerimento de CPI mais amplo do que o apresentado pelo deputado Leandro Grass (Rede) destinado a investigar irregularidades, fraudes e corrupção na saúde do Distrito Federal.

Roosevelt propõe apurar suspeitas de corrupção apontadas pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) a partir de primeiro de janeiro de 2011, passando pelos governos de Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB), até os dias atuais na administração de Ibaneis Rocha.

Roosevelt justifica: “O tema da Operação Falso Negativo está contemplado na CPI, mas, para evitar afirmações de que seria uma investigação política contra o governador Ibaneis Rocha, vamos apurar fatos de outros governos, de Agnelo e de Rollemberg, do qual fiz parte”.

O requerimento de Roosevelt que já foi disponibilizado para todos os distritais se refere a denúncias de irregularidades divulgadas pela imprensa, tendo como fatos determinantes as prisões de agentes públicos e mandados de busca e apreensão de documentos e outras provas de operações deflagradas pelo MPDFT, denominadas “Gotemburgo”, “Falso Negativo”, “In Rem Suam” e “Alto Escalão”, envolvendo a gestão da saúde no Distrito Federal.

O requerimento conta com oito assinaturas, número suficiente para a CPI ser instalada, desde que haja gestão política do presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente (MDB).

Mas existe uma fila com ordem cronológica de CPIs que precisa ser respeitada, segundo esta estabelece o regimento interno da Casa. “Se conseguirmos mais assinaturas, poderemos instalar a nossa”, afirma Roosevelt.

A CPI mais ampla tem como propósito matar a investigação focada exclusivamente nas denúncias de fraude na compra de kits para testes de covid-19, relacionadas à administração do secretário afastado de Saúde, Francisco Araújo Filho.

A CPI da Pandemia, proposta por Grass, conta com 13 assinaturas. Mas Roosevelt espera angariar apoios para o requerimento de sua autoria entre deputados que assinaram o requerimento de Grass. O distrital do PSB garante que não vai retirar a assinatura do requerimento para CPI da Pandemia.

Se a nova CPI vencer, a oposição perderá o protagonismo na CPI e, principalmente os distritais do PT, enfrentarão desgastes com investigações sobre contratos da gestão de Rafael Barbosa.

Na semana passada, os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagraram duas operações relacionadas a supostas fraudes importadas para o DF do governo Sergio Cabral, durante a gestão de Agnelo.

Assinam esse requerimento deputados contemplados com cargos no governo. Roosevelt indicou o comandante do Corpo de Bombeiros do DF, o coronel William Augusto Ferreira Bonfim.

O deputado Reginaldo Sardinha (Avante) é o padrinho político do secretário de Assuntos Penitenciários (Sesipe) e os administradores do Cruzeiro e do Sudoeste/Octogonal.

Também assinam o requerimento os deputados Robério Negreiros (PSD), Daniel Donizet (PL), Hermeto (MDB), Iolando (PSC), José Gomes (PSB) e Valdelino Barcelos (PP).

 

Com informações de Ana Maria

Senador do DF quer canal exclusivo para receber denúncias de violência contra os idosos

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Projeto de iniciativa do senador Izalci Lucas cria o “SOS: maus-tratos contra idosos“ para reforçar a proteção daqueles que sofrem agressões

Um canal exclusivo para denúncias ou suspeitas de maus-tratos contra idosos. Essa é a proposta do senador Izalci Lucas (PSDB/DF) para ajudar a combater o crescente aumento no número de casos de violência contra os idosos no Brasil. O novo serviço de atendimento será chamado “SOS: maus-tratos contra idosos” e funcionará nos mesmos moldes do Disque 100, criado para proteger crianças e adolescentes, com foco em violência sexual, e o Disque 180, que atende casos de violência contra a mulher.

“Com esse direcionamento específico, esperamos proteger mais nossos idosos, dando maior rapidez no atendimento e acelerando a investigação dos fatos referentes a maus tratos contra essa frágil parcela da população”, destacou Izalci.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil tem mais de 30 milhões de idosos. Segundo relatou o senador em seu projeto, em 2018, o Disque 100 recebeu mais de 37 mil denúncias de violações contra a pessoa idosa. O balanço constatou ainda que quase 53% dos casos de agressões foram cometidos pelos filhos e netos.

“É estarrecedor nos depararmos com dados tão alarmantes de maus tratos a idosos. Considerando que a população brasileira está envelhecendo, as pessoas com mais de 60 anos merecem ser cuidadas, ter seus direitos respeitados e ampliados e o projeto atua nesse sentido”, salientou o senador.

Como vai funcionar

O Projeto de Lei n° 4537/2020 estabelece que o registro de denúncias ou suspeitas poderá ser feito por telefone, fax, correio eletrônico (e-mail), correspondência postal e outros meios semelhantes. Para fins de registro, serão considerados maus-tratos o estabelecido pelo Estatuto do Idoso e pela legislação penal brasileira, ou seja, ato ou omissão praticado contra a pessoa com idade maior ou igual a 60 anos, que coloque em risco sua integridade física ou seu bem-estar emocional, que implique violência, assédio moral, castigo físico, desamparo, negligência no cuidar, ameaça ou outra ação que possa acarretar-lhe dano.

Para que possa cumprir e atingir seu objetivo, o projeto também determina que o “SOS: maus-tratos contra idosos” esteja conectado com os órgãos de Segurança Pública, Saúde Pública, Ação e Desenvolvimento Social, Proteção aos Direitos Humanos, além do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Poder Judiciário entre outros.

Segundo o texto, os autores das agressões ou omissões serão encaminhados às autoridades competentes para fins de investigação e aplicação de penalidades nos termos das legislações de amparam o idoso.

Multas

Ainda há previsão de multa para quem descumprir as regras. O responsável que deixar de colher ou encaminhar a informação prestada ao “SOS: maus tratos contra idosos”, pagará multa no valor correspondente a 100 unidades fiscais do estado ou município onde ocorrer o fato, além das penalidades administrativas, penais e civis aplicáveis.

Divulgação

Para que seja amplamente conhecido, a proposta ainda prevê que o novo canal seja divulgado à sociedade, pelos meios de comunicação, em repartições públicas, hospitais, escolas, estações rodoviárias e ferroviárias, nos terminais de transporte metropolitano e locais de grande circulação de pessoas.

Saiba mais sobre o projeto acessando o link abaixo.  Deixe sua opinião sobre essa iniciativa.

https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144655