O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, durante cerimônia de posse do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.
Presidente da Câmara apresenta sintomas brandos e trata-se em casa
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), teve resultado positivo no teste para covid-19. De acordo com a assessoria da presidência da Casa, Maia manifestou sintomas brandos da doença e está isolado na residência oficial.
“O presidente Rodrigo Maia testou positivo para a covid-19 nesta quarta-feira. Ele manifestou sintomas brandos da doença e está se tratando na residência oficial da Câmara dos Deputados, onde seguirá em isolamento, respeitando as recomendações médicas”, diz a nota encaminhada pela assessoria.
Na manhã de hoje (6), Maia cancelou, sem dar explicações, uma reunião com representantes de entregadores da aplicativos e os deputados paulistas Sâmia Bonfim e Ivan Valente, ambos do PSOL, e Henrique Fontana (PT-RS). Segundo a assessoria da deputada, os entregadores, que vieram de 12 estados e do Distrito Federal, reivindicam melhores condições de trabalho.
Os trabalhadores pedem a aprovação do Projeto de Lei (PL) 1.665/20, que garante proteção aos entregadores durante a pandemia do novo coronavírus e prevê melhores condições de trabalho e segurança para a categoria.
Em julho, os entregadores de aplicativos entrarem em greve pedindo garantia de direitos, medidas de proteção contra o novo coronavírus e mais transparência das plataformas de aplicativos. Na ocasião, um grupo de representantes de entregadores participou de uma reunião com Rodrigo Maia para apresentar a pauta da categoria.
Posse no STF
Na quinta-feira passada (10), Rodrigo Mais compareceu à cerimônia de posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), que também teve resultado positivo em teste para o novo coronavírus.
Os ministros Luís Felipe Salomão e Antônio Saldanha Palheiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também estiveram na posse de Fux, tiveram diagnóstico positivo para a covid-19.
Homenagem faz parte das celebrações em comemoração aos 64 anos da companhia. A via interna de acesso, por exemplo, agora se chama Avenida JK
A partir de agora, quem chega à Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) inicia o percurso pela Avenida JK (foto). A principal via interna da empresa recebeu simbolicamente o apelido do ex-presidente responsável pela construção da nova capital do Brasil. A homenagem ocorreu na manhã desta quarta-feira (16) e faz parte dos eventos de celebração dos 64 anos da companhia, a ser lembrado no sábado (19).
Primeiro diretor-presidente da companhia, Israel Pinheiro passa a dar nome ao prédio principal. Oscar Niemeyer e Lucio Costa estão simbolizados, respectivamente, nos prédios da Diretoria de Edificações e Diretoria de Urbanização. “É uma forma de exaltarmos as raízes de Brasília e do Distrito Federal. Os nomes foram escolhidos com muito carinho e muito respeito a esses pioneiros que tanto fizeram por essa empresa e por toda nossa região”, destaca o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite.
Por fim, o Caic, que ficam logo à direita da entrada principal onde funciona parte dos serviços operacionais e administrativos, ganha o nome de Bernardo Sayão. Todos trabalharam na Novacap durante a construção.
Outra honraria foi entregue à trabalhadora Maria da Glória Rincon Ferreira. Ela recebeu uma placa representando aqueles que completam, este ano, três décadas de serviço na companhia.
Exposição de arte Ainda dentro do programa de comemorações, a exposição Brasília em Digital, de Salveci dos Santos, fotógrafo, artista plástico e colaborador da Novacap.
“Brasília foi criada com concreto e tentei lançar um olhar diferenciado para cada um dos nossos monumentos. Nossa cidade representa todas as cores de todos os estados”, define o autor das obras. “A ideia é mostrar esses espaços em cores vivas”, completa.
Brasília em Digital utiliza a técnica de equalização local. De acordo com o artista, trata-se de um trabalho no qual as têmperas das cores são deixadas as mais vivas e mais fortes.
Por medida de segurança, o público em geral que quiser conhecer a exposição precisa a visita por e-mail.
O Governo do Distrito Federal encaminhou nesta terça-feira (15) a Proposta de Lei Orçamentária (Ploa) de 2021 para a Câmara Legislativa (CLDF), com um orçamento total de R$ 44,19 bilhões
Do total previsto na proposta, R$ 28,41 bilhões são provenientes do orçamento local e R$ 15,77 bilhões do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), que são recursos da União. O setor de segurança pública ficará com R$ 8,64 bilhões, enquanto a saúde terá R$ 8,29 bilhões e educação, R$ 9,93 bilhões – gastos gerais, incluindo verba local e o FCDF.
O Fundo Constitucional teve pequena variação, em decorrência da grave pandemia de Covid-19, que afetou as finanças do Governo Federal. Entre as consequências está a redução da Receita Corrente Líquida (RCL), que é a base de cálculo do FCDF.
As projeções para 2021, apesar de realistas, apontam para a preservação da economia local, mesmo com a crise gerada pela pandemia. A segurança orçamentária é amparada na política fiscal distrital, que atrai investimentos privados e mantém o gasto público como elemento essencial da economia.
“Estamos apresentando um orçamento realista, capaz de viabilizar o atendimento das necessidades públicas e lastreado na responsabilidade fiscal”, explica o secretário de Economia, André Clemente.
Acima da média
O crescimento do PIB-DF projetado para 2021 é de 3,9% – portanto, acima da média nacional. Já a despesa de pessoal projetada é 3,41% maior que a de 2020.
Mas a de custeio – gasto necessário para a manutenção da máquina – é de menos 4,7%, uma variação negativa que comprova a eficiência na gestão. Para as obras, a Ploa fixa R$ 1,3 bilhão em investimentos.
Em 2021, a austeridade no gasto público e o ambiente desenvolvimentista, necessários para geração de emprego, renda e arrecadação, serão mantidos como a tônica do orçamento distrital.
Nesta quarta-feira (16), sistema contava com 53,69% de taxa de ocupação e 301 leitos vagos, ante os 230 disponíveis em 1º de setembro
A taxa de ocupação de leitos na rede pública de saúde para o tratamento do novo coronavírus (Covid-19) tem reduzido gradualmente, o que confirma o planejamento feito pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no início do ano, antes da pandemia se instalar no país. Dados desta quarta-feira (16) apontam para 301 leitos vagos e uma taxa de ocupação de 53,69%.
Enquanto nesta quarta-feira há 301 leitos vagos, em 4 de setembro 222 estavam disponíveis. Um pouco mais atrás, em 1º de setembro, eram 230 leitos vagos e uma taxa de ocupação de 66,42%. Ou seja, a tendência de queda na ocupação de camas para o tratamento da doença está, de fato, ocorrendo. A diminuição na ocupação em 15 dias foi de quase 13% e, dos 720 leitos reservados para o tratamento da doença na rede pública, 41,80% estão desocupados.
Esses números eram esperados pelos gestores e seguem as ações programadas desde o início da pandemia, inclusive a de não faltar leitos. Com a redução dos casos no DF, o governo vai desativar leitos, obedecendo um cronograma rígido e controlado por técnicos de saúde e estatísticos.
“A tendência é essa de queda. Diminuímos os testes em decorrência da procura, que caiu pela metade. Sobre a estimativa de novos casos, tivemos um feriado recentemente e vamos contar 14 dias para observar como foi o comportamento das pessoas e o tipo de contato e transmissão que elas tiveram”, observa o secretário interino de Saúde, Osnei Okumoto.
Tantos números e percentuais ajudam a entender o que de fato muda no atendimento. No Hospital Regional da Asa Norte, por exemplo, eles representam a diminuição de tomografias e serviços laboratoriais, a queda no número de pacientes que passam pela triagem e também provocou a discussão sobre a reabertura de pequenas cirurgias, inclusive as de câncer.
Ou seja, os estabelecimentos de saúde vão, aos poucos, retomando os atendimentos que deixaram de fazer pela urgência da pandemia.
“Desde a segunda quinzena de agosto e agora em setembro este número [de ocupação de leitos] tem diminuído. Chegamos a ter 95% de ocupação e agora estamos em 68%”, aponta Pedro Zancanaro, diretor de Atenção Secundária da Região Central e um dos membros do gabinete de crise montado no Hran.
Desde o início da pandemia até terça-feira (15), o DF já recuperou 92,46% dos casos de Covid-19 – hoje, são 165.276 mil pessoas que venceram a doença. O número de óbitos, por sua vez, é de 2.970 casos.
Mesmo com uma melhora no quadro do DF, as autoridades de saúde permanecem atentas ao comportamento do vírus.
“É importante termos agilidade no uso dos leitos para onde as demandas são reprimidas, mas manter os olhos atentos para a pandemia. Depois de um quadro de queda, temos observado em outros países que existe, sim, uma 2º ou 3º onda da pandemia. Portanto, estaremos a postos caso isso venha ocorrer e dar uma resposta a altura”, acrescenta Pedro Zancanaro.
Taxa de letalidade
Segundo o mais recente boletim semanal da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o DF ocupou a 23ª posição no ranking da taxa de letalidade entre os estados em 13 de setembro, com 1,64% dos casos confirmados vindo a óbito, atrás apenas de Amapá (1,48%), Tocantins (1,35%), Roraima (1,31%) e Santa Catarina(1,28%); A taxa de letalidade dá a noção da gravidade da doença e corresponde ao número de óbitos confirmados de Covid-19 em relação ao total de casos confirmados.
Planejamento e reforço
Foto: Renato Alves/Agência Brasília
O primeiro caso da doença no DF foi confirmado em 7 de março. Naquela época, o Hran foi a unidade habilitada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratar da ocorrência do vírus e já dispunha de um andar inteiro do hospital para combater a doença.
Desde então, as unidades e os leitos se multiplicaram. Do Hran, a “corrente do bem” para salvar vidas logo se espalhou em toda a rede.
Foram construídos os hospitais de campanha do Mané Garrincha (197 leitos) e da Polícia Militar do DF (80 leitos de UTI) e outros hospitais regionais, quatro UPAs e a rede privada passaram a somar esforços nesta luta, chegando a 27 unidades com leitos públicos em todo o DF. A lista completa dos hospitais, a quantidade de vagas e outras informações você pode acessar neste link.
Para se ter uma ideia do planejamento, lá em março, no início da pandemia, a Secretaria de Saúde fez três projeções de aberturas de leitos. Elas variaram de 700 a mil suportes públicos e privados. Assim, logo passou a trabalhar e concretizar a ampliação da oferta dos leitos.
Os hospitais de campanha do Mané Garrincha e da PMDF estão em funcionamento, mas há mais por vir. O GDF trabalha para entregar uma unidade em Ceilândia, com 60 leitos.
E, ao contrário do que está ocorrendo em outros estados brasileiros, em que são construídos hospitais de campanha apenas para suprir a necessidade imediata dos pacientes contaminados pelo novo coronavírus, o GDF pensou além da pandemia.
A Secretaria de Saúde realizou contrato emergencial de serviço de gestão integrada, em que a empresa contratada oferece toda a estrutura de equipamentos e recursos humanos necessária para atendimento de pacientes com a Covid-19 nos hospitais de campanha criados no DF.
O contrato prevê a locação de equipamentos, gerenciamento técnico, assistência médica e multiprofissional, de forma ininterrupta, com manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos, incluindo computadores e impressoras, e atendimento dos pacientes com medicamentos, insumos e alimentação.
Observação: os dados utilizados para a reportagem foram consultados às 10h10 desta quarta-feira (16) na Sala de Situação e no Painel Covid-19
A ampla, geral e irrestrita CPI da Saúde, de autoria do deputado Roosevelt Vilella (PSB), para investigar os governos Agnelo Queiroz, Rodrigo Rollemberg e Ibaneis Rocha, segue rejeitada pela maioria dos deputados. Apenas 8 parlamentares assinaram o requerimento de criação. Para o bloco oposicionista, não interessa investigar o tumor da corrupção enraizado desde 2011 na saúde do DF
Por Toni Duarte, do Radar DF
Ainda que contasse com a vontade de todos os 24 deputados da Câmara Legislativa do Distrito Federal, a CPI da Saúde não poderia furar a fila. O mesmo serve para a CPI da Pandemia, de autoria do Deputado Leandro Grass.
O paragrafo sétimo do Artigo 72 do Regimento Interno da Câmara legislativa do Distrito Federal é claro:
“§ 7 º As comissões parlamentares de inquérito serão instaladas respeitada a ordem cronológica do protocolo, salvo deliberação diversa do Colégio de Líderes. (Parágrafo acrescido pela Resolução nº 227, de 30/5/2007.)
Apesar da regra estabelecida pelo regimento, que determina como a CLDF deve funcionar, o que mais se ouve nos últimos dias é o discurso fake da enganação.
Deputados como Júlia Lucy (NOVO), Leandro Crass (PV), Chico Vigilante(PT), Arlete Sampaio(PT) , Fábio Felix (PSOL) e Reginaldo Veras (PDT) sabem das regras, mas jogam para plateia.
A CPI do Feminicídio continua em operação. Pela ordem cronológica, imposta pelo regimento interno da Casa, depois da CPI dos Maus-tratos a Animais, aparecem a CPI das Fake News, CPI da Pandemia, CPI para apurar sonegação dos bancos e uma CPI da Saúde mais ampla para investigar os governos Agnelo Queiroz, Rodrigo Rollemberg e Ibaneis Rocha.
Depois de muita discussão sobre a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, o presidente da Câmara Legislativa, deputado Rafael Prudente (MDB), decidiu que seguirá a ordem cronológica de apresentação dos requerimentos de criação das CPIs. A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da Casa.
Desta forma, a próxima comissão a ser instalada será a que investigará maus-tratos a animais, que tem como primeiro signatário o deputado Delmasso (Republicanos). O requerimento de criação da CPI da Pandemia é o terceiro da fila, já que antes tem a CPI das Fake News.
Só há uma saída para a turma da oposição matar uma CPI e fazer a fila correr: deixar de indicar seus membros para a CPI dos Maus-Tratos a Animais. Dessa forma ela será arquivada. Essa é a regra!
Com mais esta etapa, o Metrô-DF passa a contar com 24 trens e 27 estações operacionais numa extensão de 42,38Km
Nesta quarta-feira (16), às 10h, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) entrega à população do Distrito Federal duas novas estações: 106 Sul e 110 Sul. Elas vão beneficiar um número estimado de 6 mil passageiros por dia. As instalações são semelhantes às demais estações da Asa Sul e compreendem as passagens subterrâneas para os Eixos W e L.
Foram investidos R$ 35,8 milhões na conclusão das obras das estações e na implantação dos demais sistemas, como telefonia e sistema de transmissão de dados. As obras duraram 25 meses.
As estações 106 e 110 Sul funcionarão no mesmo horário das demais: de segunda a sábado, de 5h30 às 23h30, e aos domingos e feriados, de 7h às 19h. Não haverá alteração no intervalo entre os trens. Cada uma das estações têm 15 lojas e uma sala comercial. A ocupação dos espaços comerciais ainda está em negociação.
Em enquete para a população, igreja recebeu quase 1.400 votos e foi escolhida símbolo da cidade. Agora, deve entrar na rota do turismo religioso do DF
Não é só mais uma simples igreja. E, sim, uma referência no imaginário dos moradores de Samambaia. Desde 1996, a Paróquia Santa Luzia – ou a “Igreja da Barca” – se tornou um templo de fé, mas também um ponto de referência da cidade. Essa semana a população local lhe rendeu mais um título: elegeu a paróquia o cartão postal de Samambaia.
No dia 31 de agosto, a Administração Regional abriu uma votação para escolher o ícone que representa a região e seus cerca de 300 mil moradores. Por meio de um formulário na internet e pelas redes sociais, foi possível escolher entre sete monumentos que simbolizam Samambaia. Com quase 40% dos votos, deu a paróquia na cabeça.
“Existiam sete opções de possíveis cartões postais. Mas desde o início, nos grupos de moradores, víamos muitos comentários sobre a igreja. Podemos dizer que Samambaia ganha uma identidade, a de ter um monumento único como a Igreja da Barca”, afirma o administrador Gustavo Aires.
Dentre 4.103 votos, a paróquia foi escolhida por 1.396 pessoas.Ela superou espaços esportivos como o Centro Olímpico e o Estádio de futebol Rorizão. Além do Chafariz, o Complexo Cultural, o Parque Três Meninas e o disputado Restaurante Comunitário.
Construída no formato de um navio, com janelas no casco que remetem à uma embarcação, o novo cartão postal de Samambaia logo ganhou o apelido de barca. Por dentro, estas janelas têm representações de santos. Alguns moradores ainda não rezaram por ali, mas sempre usam a Igreja da Barca quando querem apontar um local próximo.
“Foi também na época do filme Titanic. O órgão público que seria a referência de endereço era o fórum, mas só se lembra da Igreja da Barca”, conta o membro da Pastoral da igreja, Leandro Alves .
“Se tornar cartão-postal é um orgulho pra nós paroquianos. Uma igreja longe do centro de Brasília, frequentada por gente mais simples, sendo reconhecida. Ficamos felizes”, complementa ele, que presenciou a fundação do templo há 24 anos.
Turismo religioso
Os arredores da paróquia têm recebido a atenção da administração, até mesmo pela intensa movimentação. “O local é bem urbanizado, passa por limpeza e manutenção constantes. Fizemos, recentemente, a troca de um abrigo de passageiros, com acessibilidade e baia recuada em frente à igreja”, explica o administrador.
E o reconhecimento chama a atenção para que a Santa Luzia possa entrar de vez na rota do turismo religioso do DF. “Muito legal esse reconhecimento a um monumento importante da cidade. É a valorização da cultura e da história de Samambaia. Dentro do turismo religioso, estamos definindo um roteiro de procissões que seguirão do Plano Piloto para as RAs e vamos incluir a Paróquia Santa Luzia”, destaca a secretária de Turismo Vanessa Mendonça.
| Foto: Acácio Pinheiro
A igreja
A Santa Luzia foi criada no dia 19 de março de 1996. Antes de se tornar uma paróquia, era apenas uma pequena capela de “madeirite” na QS 304, em Samambaia. Possui 53 metros de comprimento e 24 metros de largura e missas todos os dias da semana. Tem capacidade para 960 pessoas sentadas.
Segundo o padre italiano Alberto Trombini, idealizador do projeto, a igreja é uma metáfora da Arca de Noé, construída para resgatar a alma das pessoas.
O interior da paróquia segue a mesma linha arquitetônica nas janelas, na sacristia, na casa do padre, e seu altar é uma réplica da igreja esculpida em mármore. A torre da igreja tem uma visão privilegiada de Samambaia e das cidades vizinhas.
Além do templo religioso, a creche Santa Luzia também foi construída no local e atende crianças em situação de vulnerabilidade.
Nova campanha da agência reguladora, que será maciça nas redes sociais, vai orientar o usuário para a adoção das boas práticas de consumo
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) vai aproveitar este período de forte estiagem no Distrito Federal, com mais de 110 dias sem chuvas, termômetros registrando mais de 30 graus e umidade abaixo de 20%, para fazer uma campanha de orientação ao usuário sobre a importância do uso racional da água.
O serviço de monitoramento dos reservatórios tem indicado volumes satisfatórios, acima do previsto nas curvas de referência para o período, mas as mudanças climáticas sinalizam cautela.
Experiências recentes demonstraram que o desperdício deve ser evitado e que cada gota d’água importa, diariamente, não só para saciar a sede, gerar energia e produzir alimentos. Neste tempo de pandemia da Covid-19, a água tem sido fundamental na ação preventiva para evitar a contaminação.
É nesse contexto que a Adasa pretende orientar o usuário, no sentido de incentivar as boas práticas de consumo e reforçar a importância de pequenas atitudes para melhorar a qualidade de vida não só individual, mas coletiva: “Cada gota Importa. Água salva vidas e garante a saúde da população. Não desperdice”.
Além de cards nas redes sociais, as mensagens serão divulgadas em hotsite, em frontlight nas vias públicas e Metrô e em outdoor social.
Na lista, apartamentos, vagas de garagens, lotes, fazendas e prédios comerciais. Descontos chegam a 32%
O BRB começou a venda direta e virtual de imóveis com taxas especiais. São cerca de 400 unidades, todas de propriedade do banco – entre locações residenciais, comerciais e rurais. Elas estão localizadas no DF, em São Romão (MG) e em Goiânia, Anápolis, Valparaíso, Planaltina, Luziânia, Água Fria e Flores de Goiás – todas em Goiás.
Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Entre os bens colocados à venda, é possível encontrar apartamentos, salas, vagas de garagem, lojas, lotes, casas, fazendas, galpões, chácaras e prédios comerciais, com descontos que podem chegar a até 32% sobre o valor de mercado.
As vendas ocorrem pelo hotsite de venda de imóveis do BRB. Nesse endereço, os interessados podem acessar o edital, consultar as ofertas, fazer simulações, tirar dúvidas e realizar suas propostas, por meio de formulário eletrônico. É possível, ainda, agendar visitas aos imóveis.
O pagamento pode ser efetuado à vista (com recursos próprios ou utilizando FGTS) ou por meio de financiamento/carta de crédito. Para essa última opção, o BRB oferece condições especiais de crédito imobiliário, com taxa a partir de 5,99% a.a. + TR ou a partir de 3,40%a.a. + IPCA, a menor do país; financiamento de até 90% do imóvel, no período de até 420 meses – além da desburocratização da documentação necessária para a contratação do crédito.
“Desde o ano passado, o BRB tem se destacado por oferecer as melhores taxas e condições de crédito imobiliário. “Não é à toa que temos crescido nesse segmento. Além de oferecer taxas atrativas, melhoramos nossos processos para atender sem burocracia e com maior rapidez nossos clientes. A realização dessa ação é mais uma ótima oportunidade para adquirir um imóvel com condições diferenciadas”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
Desde o governo Roriz, e lá se vão mais de 20 anos, pipocam notícias sobre irregularidades na saúde do DF.
Por Raimundo Ribeiro
Parece filme repetido. Será?
Façamos um exercício superficial do que pode motivar essas situações:
Ao longo das duas últimas décadas, dezenas de pessoas passaram pelo comando da saúde, responderam à sindicâncias, inquéritos e denúncias; algumas foram condenadas, outras absolvidas; algumas foram presas antecipadamente (antes de condenação), outras não, mas TODAS foram acusadas de alguma coisa;
Como não é crível que TODOS os gestores que passaram pela saúde nos últimos 20 anos sejam desonestos, necessário analisar outros fatores;
A pretexto de emprestar transparência à área de saúde, nos últimos 20 anos foram surgindo normativos infralegais que elaborados reativamente e não sistematizados, criaram mais confusão que solução; e pior, muitos destes atos elaborados por órgãos externos de controle que, não integrando o sistema de saúde, naturalmente desconhecem a realidade da área de saúde.
Claro que essa interferência não corria o risco de dar certo.
Melhor fariam se exercessem suas ações fiscalizatórias no tocante à legalidade dos atos administrativos e não se intrometessem na execução.
Como se diz no Piauí, “parem de meter sua colher enferrujada onde não sabem”;
Por oportuno, imperioso perquirir o que faziam esses órgãos de fiscalização enquanto ocorriam supostas irregularidades?
Inacreditável que investigações durem décadas para serem apresentadas a sociedade, como inacreditável também que até a presente data (completando 05 anos), não se tenha notícia de investigação das sérias denúncias formuladas pela presidente do Sindisaude, inclusive com farto material gravado onde governantes confessam pagamentos de propinas no governo Rollemberg;
Convenhamos que essas denúncias seriam muito mais fáceis de comprovar pois as provas são fartas nas gravações entregues aos órgãos de fiscalização.
Como se pode inferir, os problemas da saúde no DF não estão apenas na Secretaria de Saúde, mas num emaranhado de normatizações (feitas de propósito, ou não) bem como nos ditos órgãos de fiscalização que não podem
” escolher” o que investigar, pois sua obrigação é investigar tudo, mas principalmente o que lhe é entregue como o farto material entregue pela presidente do Sindisaude.
Certo é que se os órgãos de controle tivessem cumprido seu dever em tempo hábil e de modo legal, diverso de metodologias draconianas ultrapassadas, a população do DF não teria que conviver com novos escândalos e quem sabe, outros personagens amigos de infância sairiam das trevas e seriam expostos à luz.
De toda sorte, independentemente do que aconteceu e do que foi omitido, imperioso que a sociedade se debruce urgentemente sobre a questão em comento, e dessa reflexão surjam propostas para corrigir o sistema de saúde do DF, pois enquanto as mudanças não acontecerem o sistema de saúde do DF continuará sendo uma fábrica de mortes tanto dos pacientes quanto dos seus gestores.
Confiamos que num dia próximo, a Saúde do DF pare de matar e se transforme num instrumento de cura e salvação.