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Atenção, motoristas: interdições durante o fim de semana

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Condutores devem estar atentos a intervenções que serão feitas no Sudoeste e no SIA a partir da manhã deste sábado (19)

Em razão de obras de reparo realizadas pela Novacap no pavimento da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) fechará o acesso à Avenida das Jaqueiras, próximo à CLSW 105, das 5h deste sábado (19) até as 17h30 de domingo (20). Os condutores poderão utilizar como rota alternativa o acesso pela Octogonal.

Na manhã de sábado (19), entre as 9h e as 12h, o trânsito de veículos será interditado nas vias de acesso ao cruzamento ferroviário do SIA Trecho 5, próximo à Anvisa.

O fechamento será necessário para a ação educativa da Semana Nacional de Trânsito 2020, que contará com a simulação de colisão entre carro e trem naquele local.

Os agentes vão interditar o acesso de veículos desde a rotatória do Trecho 17 até o Trecho 5, na rua de acesso à Anvisa. As rotas alternativas sugeridas são o Trecho 4 e a via Estrutural.

Acompanhe, pelas ilustrações abaixo, o esquema de circulação de veículos nas imediações dos locais a serem interditados.

Meta do programa GDF Presente é zerar buracos do Distrito Federal

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Riacho Fundo ganhou serviço de capinagem e roçagem. Foto: divulgação

Programa marca presença em várias RAs para cuidar da limpeza de ruas e equipamentos públicos; moradores reconhecem trabalho e agradecem

GDF Presente encerra a semana de trabalhos no Riacho Fundo com extensa lista de serviços executados e moradores satisfeitos com os cuidados dedicados à cidade. A meta da administração é diminuir ao máximo a quantidade de buracos pelas ruas.

Assim, desde o início de Agosto, a equipe da Divisão de Obras da Administração Regional do Riacho Fundo, com apoio do GDF Presente, intensificou a recuperação das vias na região administrativa. No total, foram tapados 187 buracos, com a utilização de 25,7 toneladas de massa asfáltica.

Segundo a administradora, Ana Lúcia Melo, até a tarde de sexta-feira (18), nenhum buraco era registrado em toda a região administrativa. “Com o GDF Presente conseguimos atender de forma rápida as demandas em nossa cidade. Os moradores participam da nossa gestão registrando pedidos na Ouvidoria e informando sobre esses problemas em suas ruas” afirma. “Melhorar a segurança e a qualidade de vida de nossos cidadãos em nossa cidade é a nossa missão”, acrescenta ela.

Além das operações tapa-buracos, as equipes do Polo Sul do programa recolheram inservíveis, como móveis velhos, e entulhos nas ruas da cidade, fizeram a manutenção em estradas rurais, irrigação dos canteiros da cidade, limpeza das áreas verdes e serviços de roçagem e capinagem. Também desobstruíram bueiros, recuperaram calçadas, instalaram meios-fios e fizeram podas preventivas na Avenida Sucupira.

A comunidade reconhece as melhorias. “Eu estava até comentando com o pessoal do trabalho como a cidade melhorou. Estão sempre limpando, recolhendo o lixo, melhorando o asfalto”, elogia o ajudante de pedreiro Rodrigo dos Santos Rodrigues, 29 anos. Ele mora há quatro anos na QS 14 e diz que o Riacho Fundo parece outra cidade. “Nem compara”, afirma.

Fercal

Na Fercal houve retirada de entulhos jogados em áreas irregulares. Foto: divulgação

O Polo Área Norte trabalha desde terça-feira (15) na Fercal, onde o foco até agora tem sido a retirada de lixo e limpeza da cidade. Já saíram quatro caminhões, com capacidade de 12 toneladas cada, de entulho do Campo da Ascof, na comunidade do Bananal, uma área usada irregularmente por carroceiros e pela própria comunidade para despejo de restos de construção.

A Fercal tem três “lixões irregulares”, áreas públicas usadas para o transbordo irregular de entulho, que são constantemente limpas pelo GDF Presente. Além do Campo da Ascof, a maior delas, há acúmulo de dejetos em uma área conhecida como Loubeiral e em outra chamada de Curvas, na DF-150, antes da entrada da cidade.

As equipes do programa do governo também recolheram galhos de árvores deixados no meio da rua na comunidade Boa Vista e lavaram praças e pontos de encontro comunitários (PECs), que estavam cheios de poeira. Simultaneamente com as ações na Fercal, máquinas do polo colaboram nas operações de tapa-buraco em Sobradinho II e parte da equipe trabalha nas ações do programa emergencial de limpeza de bocas de lobo em Planaltina.

No Guará, as equipes do Polo Central também fecharam a semana recolhendo galhos na praça da QI 2 do Guará I, nas quadras pares do Guará I e ímpares do Guará II. Eles também retiraram entulhos da rua 21 na QE 40, ao lado do fórum da cidade, e na área verde atrás da feira do Guará. Mais de 51 toneladas de restos de obra foram recolhidos das ruas em apenas um dia.

Mais cuidados

Novacap retira árvore morta no Lago Sul. Foto: divulgação

GDF Presente esteve no Lago Sul e, com o apoio do Departamento de Trânsito (Detran), as equipes fizeram nova sinalização vertical no estacionamento da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, na QI 1, e servidores da Companhia de Urbanização da Nova Capital (Novacap) retiraram uma mangueira do canteiro central da Estrada Parque Dom Bosco, na altura da QL 2. A árvore estava morta e corria o risco de cair e atrapalhar o trânsito.

O Polo Central Adjacente I também deu continuidade à limpeza e manutenção das bocas de lobo no Noroeste. São mais 32 bocas de lobo com manutenção em dia e preparadas para as próximas chuvas. Nove toneladas de barro seco, descartáveis e lixo em geral foram retiradas dos bueiros e todas as bocas de lobo que receberam os cuidados do programa foram lavadas com jatos do caminhão pipa.

“Eu acho que esse é um procedimento importante para que não tenhamos tantas enchentes quando as chuvas vierem”, diz Laís da Silveira, moradora da SQNW 307 do Noroeste.

Hospital Regional da Asa Norte recebe doação de três aparelhos de hemodiálise

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Máquinas entregues pelos acionistas da Brasal vão aumentar em 50% a capacidade de diálise no setor da UTI

O Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência no atendimento a casos de Covid-19 na rede pública de saúde do DF, conseguirá salvar mais vidas graças a três aparelhos de hemodiálise doados pelos acionistas da Brasal.

“O grupo Brasal tem sido um grande parceiro no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Esses aparelhos são essenciais porque muitos pacientes graves precisam realizar diálise. A direção do Hran está totalmente grata e feliz com essa grande contribuição. A doação não deixa de ser  só um reconhecimento, mas um prêmio que possibilitará salvar ainda mais vidas”, afirma o chefe da Unidade de Pneumologia, Paulo Feitosa.

Dos três equipamentos, dois ficarão no 5º andar, no setor de diálise e um na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Com a doação, será possível aumentar em 50% a capacidade dialítica instalada no setor.

“Como muitos pacientes renais crônicos em diálise não puderam realizar isolamento, eles se contaminaram com Covid-19. Com isso, cerca de 50% dos pacientes com Covid-19 da nossa UTI, necessitam de diálise”, explica Fábio Ferraz, responsável técnico do setor de diálise do Hran.

Osório Adriano Neto, acionista e vice-presidente das empresas Brasal, falou sobre a ligação do grupo com a cidade: “Brasília e os brasilienses são parte da história da Brasal. Assim, para nós, é um privilégio podermos contribuir para vencermos esse desafio”

Hospital de campanha do DF integrará grupo de pesquisa internacional sobre a covid-19

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Unidade do Mané Garrincha compõe seleto grupo de seis centros médicos brasileiros que participarão de estudos clínicos multicêntricos

Contratado pela Secretaria de Saúde, o Hospital de Campanha do Mané Garrincha é palco para uma série de pesquisas para avaliar possíveis medicamentos que sejam mais eficazes no combate ao coronavírus. Ao todo, a unidade participará de dez estudos clínicos multicêntricos internacionais para o tratamento da Covid-19, incluindo testagem de vacinas. A pesquisa já está em andamento, pois já recebeu aprovação dos conselhos de ética em pesquisa.

Mais de 1,5 milaltas hospitalares já foram alcançadas na unidade

Para este primeiro projeto foram selecionados seis hospitais no Brasil. Ao todo serão oito países participantes – Brasil, EUA, Bélgica, Egito, Ucrânia, Moldova, Romênia e África do Sul. A oportunidade de integrar o seleto grupo pode ser traduzida em números: como a Agência Brasília mostrou em 7 de setembro, há cerca de dez dias a unidade do Mané Garrincha já havia conquistado a marca de mais de 1,5 mil altas hospitalares.

“Iniciamos tudo pelo Hospital Regional de Taguatinga há cerca de dois meses, selecionando pacientes com infecção por Covid-19 de leve a moderada. Quando vimos que os pacientes eram direcionados para outros hospitais – e isso dificultava o seu seguimento pelo estudo – fomos em busca de parceria com o hospital de campanha para conseguirmos mais pacientes, e que estes não fossem transferidos para outro hospital”, explica a infectologista e pesquisadora principal, Heloisa Ravagnani.

“Somente centros médicos respeitados e de excelência técnica são qualificados para atuar em estudos clínicos. Estamos honrados e felizes com a parceria técnico-científica, que só foi possível devido à excelência do hospital”Anna Ribeiro, diretora-executiva da Chronos Pesquisa Clínica

Os estudos clínicos são a chave para o desenvolvimento de novos métodos para tratar a Covid-19 e, assim, mitigar o impacto da pandemia. Por meio de estudos clínicos, pesquisadores podem determinar se novos tratamentos são seguros, eficazes e efetivos.

“No primeiro estudo ativo no Hospital Mané Garrincha atuaremos como coordenador nacional. Somente centros médicos respeitados e de excelência técnica são qualificados para atuar em estudos clínicos. Estamos honrados e felizes com a parceria técnico-científica, que só foi possível devido à excelência física, processual e estrutural do hospital. E da adesão da Secretaria de Saúde, que não mediu esforços em nos apoiar de forma rápida e desburocratizada, fazendo com que o paciente seja tratado como prioridade”, informa a diretora-executiva da Chronos Pesquisa Clínica, Anna Ribeiro – empresa que faz, no Brasil, uma espécie de intercâmbio entre as indústrias farmacêuticas e os hospitais.

Heloisa Ravagnani: “Quando vimos que pacientes eram direcionados para outros hospitais, fomos em busca de parceria com o hospital de campanha para conseguirmos mais pacientes” | Foto: Agência Saúde

As pesquisas seguem tempos diferentes entre elas. Em geral, para os estudos sobre Covid-19, a duração delas gira em torno de dois meses, incluindo neste período o seguimento dos pacientes. Após a alta, o acompanhamento é domiciliar.

Após as aprovações éticas nacionais e internacionais o paciente será convidado a participar do estudo. Em seguida será aplicado um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido com todas as informações sobre sua participação.

Após a confirmação, o voluntário passará por exames de monitoramento, procedimentos, coleta de sangue, entrevistas, avaliação médica e de enfermagem. Depois receberá o medicamento em testes e seguirá monitorado de acordo com o projeto ao qual ele foi alocado. Todos os exames e avaliações serão 100% gratuitos.

Segurança

Pesquisas envolvendo seres humanos devem ser submetidas à apreciação de um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e conduzidas de acordo com as Boas Práticas Clínicas (BPC). Tais precauções asseguram a proteção de direitos, integridade e confidencialidade dos participantes da pesquisa, bem como a credibilidade e a precisão de dados e resultados relatados.

O participante é sempre uma prioridade. Ele é protegido e resguardado pelo processo de consentimento livre e esclarecido, um documento que esclarece ao paciente sobre todo o processo da pesquisa. Somente após ler e consentir sua participação o paciente será considerado um participante do estudo.

Quase 2 mil pacientes de Covi-19 já receberam alta do hospital | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

No transcorrer do estudo há um monitoramento dos dados clínicos e de segurança por meio de unidades do Conselho de Monitoramento de Dados e Segurança Internacionais, CEP, Conep e Anvisa. Além disso os profissionais de saúde envolvidos na pesquisa clínica estarão disponíveis integralmente ao paciente, que terá um acesso direto ao médico 24 horas por dia.

Custos da pesquisa

Os custos relacionados ao tratamento em um ensaio clínico são cobertos pelo patrocinador do estudo (indústria farmacêutica), por exemplo: medicamento em estudo; exames de laboratório realizados exclusivamente para fins de investigação; radiografias e outros exames de imagem aplicáveis; e consultas médicas extras, que não seriam feitas no tratamento padrão. Tais visitas extras podem adicionar custos de transporte e alimentação a ser cobertos pelo patrocinador.

Seleção

O Hospital de Campanha do Mané Garrincha passou por uma série de avaliações prévias que o qualificaram para ser um hospital apto a atuar entre os mais renomados centros de pesquisa do mundo. Dentre estes diferenciais destaca-se o engajamento da direção do hospital; equipamentos adequados para condução do estudo; corpo clínico de altíssima qualidade; e processos técnicos e administrativos bem definidos. Além do mais importante: é um centro de referência para o tratamento exclusivo de pacientes acometidos pela Covid-19.

A parceria entre a Secretaria de Saúde, o Hospital de Campanha do Mané Garrincha e a Chronos Pesquisa Clínica tornou possível a participação de Brasília como importante centro no cenário nacional e internacional para tratamento do coronavírus.

“Só seria possível conduzir este volume de projetos aliando a vontade política da Secretaria de Saúde em beneficiar a população do DF, a excelente estrutura do Hospital de Campanha do Mané Garrincha e a experiência da Chronos Pesquisa Clínica na captação e na condução de estudos clínicos”, conclui Anna.

Em parceria com GDF, empresário ‘adota’ praça no Paranoá

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Termo de cooperação foi assinado hoje. Região Administrativa também vai receber novos conjuntos de Ponto de Encontro Comunitário (PEC)

O amor pela cidade onde mora e mantém seus negócios levou o empresário Milton Mourão a adotar uma praça e entregá-la, totalmente revitalizada, à população. A assinatura do Termo de Cooperação com o Governo do Distrito Federal (GDF) aconteceu na manhã desta sexta-feira (18), no espaço poliesportivo da Quadra 21 do Paranoá – que, em cerca de 30 dias, estará de cara nova.

Mourão mudou-se para o Paranoá aos 16 anos. Lá cria seus quatro filhos e administra três empresas: uma imobiliária, uma construtora e uma loja de materiais de construção. Como mora na rua em frente à praça, decidiu aderir ao projeto do GDF Adote uma Praça, que torna parceiro do governo qualquer cidadão interessado em promover benfeitorias em espaços públicos. Ele ficará responsável por cuidar da praça pelo prazo de 12 meses – tempo de vigência do contrato assinado.

As reformas

“Pretendo fazer um trabalho diferenciado. Quero mudar a calçada e vou transformar esse piso. Ficará irreconhecível”, garantiu Mourão, que usará equipe própria de suas empresas como mão de obra para o serviço e afirmou que investirá o “possível e necessário” para entregar as benfeitorias para os vizinhos. O primeiro dos reparos já está pronto para começar: a troca de tela e pintura do alambrado que cerca a praça. O orçamento inicial desse material para o início dos trabalhos é de R$ 7 mil.

“Os espaços públicos são extensões das nossas casas, é preciso que cuidem”, ressaltou o vice-governador Paco Britto, durante a assinatura do Termo de Cooperação. “Peço a todos que tenham essa consciência. Este projeto conseguiu trazer o cidadão para junto do governo para ajudar a dar cara nova a esse local. É uma parceria muito valiosa.”

O discurso foi endossado pelo secretário de Governo, José Humberto Pires, que ressaltou a importância da participação do cidadão junto no resgate dos equipamentos públicos. “Muitas vezes, o governo sozinho não é capaz de fazer tudo o que a comunidade precisa, por isso essa parceria é muito importante. São pequenas intervenções que trazem grandes resultados”, avaliou.

 

“Muitas vezes, o governo sozinho não é capaz de fazer tudo o que a comunidade precisa, por isso essa parceria é muito importante”José Humberto Pires, secretário de Governo

Se depender de dona Edite Pereira da Cunha, de 72 anos e moradora das proximidades da praça, não vai haver mais depredação por ali. “Eu me comprometo a cuidar e vigiar para que ninguém estrague. Todos já me conhecem, porque brigo mesmo se vejo alguém quebrando as coisas”, contou. Ao empresário da cidade responsável pela revitalização da praça, ela fez questão de agradecer em nome de todos os moradores do Paranoá: “É muito importante isso que está sendo feito aqui. Os seus filhos vão ter orgulho de você quando passarem e virem a praça toda novinha”.

O primeiro reparo será a troca de tela e pintura do alambrado que cerca a praça | Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília

Mais obras

Durante o ato de assinatura do Termo de Cooperação, o administrador do Paranoá, Sérgio Damaceno, aproveitou para anunciar aos moradores outras benfeitorias que serão realizadas na cidade. Com um caminhão cheio de equipamentos de ginástica, ele atendeu pedidos de moradores idosos e vai entregar um Ponto de Encontro Comunitário (PEC) na mesma Quadra 21 e outro na quadra 28. Empolgados com os discursos que enfatizaram a importância da parceria cidadão-governo, moradores prometeram arcar com os custos das calçadas ao redor do novo PEC.

A Praça dos Pioneiros, outro ponto importante da cidade, também ganhará cara nova com ajuda de empresários do Shopping do Paranoá. E, na próxima segunda-feira (21), a quadra esportiva da quadra 6 já começará a ser revitalizada pela própria administração. “Estamos aqui para resolver os problemas da cidade, atendendo a uma determinação do governador Ibaneis Rocha”, afirmou o administrador. “Precisamos, agora, trazer mais parceiros, não apenas grandes empresários”.

Também participaram do evento o deputado distrital João Cardoso (Avante), o secretário de Desenvolvimento Econômico, Eduardo Pereira, e o secretário-executivo da Secretaria de Projetos Especiais, Roberto Andrade, representando o secretário Everardo Gueiros.

O programa

Coordenado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepes), o Adote uma Praça tem como objetivo incentivar parcerias com empresários e moradores da capital com o GDF.

“É um programa muito bem elaborado e que resgata a função social de uma cidade, desenvolvendo o conceito de responsabilidade social por meio da ética urbana, proteção do ambiente e promoção da qualidade de vida da população”, explica o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros.

A ideia não é gerar lucro para os adotantes, mas melhorar a cidade, resgatando sua função social. O momento é de contenção de recursos em todo o país. Os estados não têm dinheiro para investir, e o Adote ajuda a dividir essa responsabilidade com quem quer e pode ajudar. O alvo do programa são praças, estacionamentos, parques infantis, balões rodoviários, canteiros/jardins e até monumentos, entre outros.

Desde que foi instituído, em fevereiro de 2019, o programa já recebeu 66 pedidos de adoção de moradores de várias regiões do DF. O primeiro termo assinado foi o do estacionamento do Hospital Brasília. Desde então, são 36 termos assinados 17 projetos entregues, 18 em fase final de entrega e 21 ainda em análise. A proposta já abrangeu 18 regiões. O primeiro termo assinado foi o do estacionamento do Hospital Brasília.

Eleições 2020: 72 parlamentares vão entrar na disputa por prefeituras

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Número segue a tendência das eleições de 2016

A disputa por prefeituras nas eleições deste ano terá 72 congressistas: dois senadores, Jean Paul Prates (PT-RN), em Natal, e Vanderlan Cardoso (PSD-GO), em Goiânia e 70 deputados. O número de parlamentares candidatos a uma vaga municipal mantém a tendência de 2016, quando o número de candidaturas entre senadores foi o mesmo. Naquele mesmo pleito, o número de deputados federais candidatos teve um registro a mais que este ano.

Desde ontem (17) até o dia 29 de novembro, emissoras de rádio e televisão deverão observar uma série de restrições ao conteúdo que transmitem sobre candidatos, partidos políticos e coligações ou que revele a posição política de eleitores. As restrições estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e fazem parte do calendário eleitoral 2020. O não cumprimento das regras pode acarretar a cassação do registro da candidatura, ou do diploma de eleito, por uso indevido dos meios de comunicação.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, durante a vigência do período eleitoral, as emissoras estão livres para organizar debates políticos ou citar candidatos, partidos ou coligações em programas jornalísticos. Mas a exibição de qualquer conteúdo que os mencione ou favoreça – como peças de propaganda política ou novelas, filmes e séries, por exemplo – não é permitida.

Os programas de rádio ou TV que tenham o nome de um candidato ou façam menção a ele não poderão mais ser transmitidos até depois do segundo turno das eleições. Desde o dia 11 de agosto os próprios candidatos que atuavam como apresentadores já estão afastados dos programas. Até a data do segundo turno de votação, as emissoras de rádio e televisão também não podem exibir imagens de realização de pesquisa ou consulta eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado, ou que haja algum tipo de manipulação de dados.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a data do primeiro e do segundo turnos das eleições municipais de 2020 foram alteradas para os dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. A mudança foi feita por meio da aprovação de uma emenda constitucional por deputados e senadores.

Filme do DF “Por que você não chora?” abre Festival de Gramado

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O longa-metragem, de Cibele Amaral, com copatrocínio de 400 mil do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), briga pelo cobiçado Kikito

O delicado universo feminino da saúde mental abre a 48ª edição do Festival de Cinema de Gramado (de 18 a 26.09). O longa-metragem “Por que você não chora?”, de Cibele Amaral, com copatrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC),  briga pelo cobiçado Kikito na disputa de Melhor Filme Brasileiro.

Um dos mais tradicionais eventos do cinema brasileiro ainda traz um outro representante brasiliense: o curta “Wander Vi”, dirigido pela dupla Nathalya Brum e Augusto Borges, que concorre em Curtas Brasileiros. Juntas, as duas produções levam a força do audiovisual do Distrito Federal para um dos mais importantes eventos do gênero do país. Neste ano, o formato não será presencial por conta da pandemia da Covid-19. A transmissão será realizada pelo Canal Brasil (TV por assinatura) e pela internet.

“É sensacional levar o nome do Distrito Federal a festivais nacionais e internacionais, porque, além de reconhecimento para todos os integrantes da cadeia audiovisual do DF, é uma oportunidade de mostrar o que é feito com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC)”, comemorou a subsecretária da Secec, Érica Lewis, que organiza a próxima edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a ser realizada, em formato híbrido, em dezembro deste ano.

“Por que você não chora?” recebeu R$ 400 mil do FAC e R$ 800 mil da Ancine. Neste momento, a secretaria está com inscrições abertas para o edital Visual Periférico, que vai contemplar, no mínimo, 102 projetos num total de R$ 9.040.000,00, percorrendo 13 linhas da cadeia produtiva desse segmento: do desenvolvimento de roteiro à criação de telefilmes ou obras seriadas. Os projetos culturais deverão ser enviados até 15 de outubro de 2020 até as 18h, por meio de sistema eletrônico de inscrição.

Produção realizada, parcialmente, com verba do FAC e toda ambientada no DF, em locais como a UnB, Parque da Cidade e Riacho Fundo, o longa “Por que você não chora?”, de Cibele Amaral, dramatiza as experiências da diretora como psicóloga estagiária no Instituto de Saúde Mental (ISM). “Esse projeto nasceu do desejo de falar sobre a saúde mental”, revela a diretora, também roteirista do filme.

“Sem o fomento do estado, a cultura regional não tem fôlego”, observa a cineasta, que, com este projeto, entre FAC e Ancine, gerou 200 empregos durante cinco semanas de novembro e dezembro de 2017. Flertando com o universo da psicanálise, o longa é um retrato visceral sobre esse tema delicado que é a depressão feminina e suas nuances soturnas.

No meio do caminho, um assunto espinhoso: o suicídio. Para compor esse painel tenso entre os desvãos da alma e do inconsciente da mulher, o filme conta com elenco de tirar o fôlego. Além da poetisa Elisa Lucinda, faz parte do cast, dentre outros, Bárbara Paz, Carolina Monte Rosa, Cristiana Oliveira e Maria Paula, assim como a cineasta e psicóloga.

“A partir dessa experiência e de outras histórias reais, construí uma história que me permitiu trazer muitas questões para o debate”, conta Cibele. “Ali atendi muitas mulheres e vi o quão presente é a ideação suicida na vida de muitas mães, esposas, trabalhadoras. Pessoas que vão tocando a vida sem ter com quem falar sobre suas questões afetivas, psicológicas”, lamenta.

Premiada quatro vezes em Gramado, em 2004, com o divertido curta, “Momento Trágico” – entre eles com o Kikito de Melhor Direção – e convidada duas vezes como jurada da mostra, a diretora fala sobre a relevância do evento.  “Eu amo o Festival de Gramado. É um festival que tem muito prestígio de público e da imprensa”, avalia. “Traz um reconhecimento para o nosso trabalho. E isso é importante demais para continuar persistindo nessa carreira”, pondera.

Cine Ceilândia

Os diretores Nathalya Brum e Augusto Borges

Cineastas de Ceilândia e admiradores do trabalho de outro nome de peso das artes da cidade – o premiadíssimo diretor, Adirley Queirós, Nathalya Brum e Augusto Borges acreditam que estar em Gramado é uma vitória dos artistas que estão à margem do sistema. O trabalho que os dois realizaram concorre a oito categorias, entre elas Melhor Curta, Direção e Roteiro. Não é pouca coisa.

“É um festival historicamente elitizado. Ter um filme de periferia, feito por pessoas da periferia, com uma equipe reduzida, totalmente independente, é imensurável”, vibra Borges.

“Serve para mostrar para o pessoal que está começando, principalmente os que são de periferia, que é um sonho possível, o pessoal de periferia está fazendo audiovisual”, reforça Nathalya.

E a premissa de “Wander Vi” não poderia ser mais outsider. Com pouco menos de 20 minutos, narra a trajetória desse jovem talento da cidade de

Ceilândia que se desdobra entre as diabruras da vida real e o sonho de ser artista. Batalhador, Wanderson descobriu o dom para artes na escola, com uma professora de teatro. Dali para a música, uma paixão genuína, foi um piscar de olhos. Assim, das 21h às 6h, tira o sustento do lar como auditor de mercadorias num grande atacadista. Durante o dia, com muita tenacidade, vai bicando para sair do ovo, luta por um lugar ao sol, praticando dança, teatro e fazendo música.

“É magnífico estar no palco, sentir a arte”, não titubeia. “A gente sempre acompanhou muito o Wanderson, sempre soubemos que ele é um ótimo artista, a motivação para esse trabalho é saber que ele é essa pessoa incrível, um jovem com força de vontade e determinação”, elogia o diretor Augusto Borges.

“Meu nome é Wanderson, tenho 22 anos, sou negro, gay, moro na Ceilândia, sou pobre… e sou feliz”. É assim, de forma direta e sincera, que se apresenta um jovem talento da periferia do Distrito Federal. Para viabilizar seu projeto de ficar famoso e colocar a carreira de artista nos trilhos da fama, o resiliente  Wanderson/Wander Vi não para.

Estúdio Social

Desde o ano passado faz parte do projeto Estúdio Social, iniciativa que conta com apoio de Termo de Fomento no valor de quase R$ 500 mil, celebrado pela Secec.

O projeto, idealizado pela Organização da Sociedade Civil, Instituto Blaise Pascal (IBP), tem como objetivo incentivar cantores autores da cidade a não só registrar em gravações e vídeos seus talentos, mas também a seguir nessa carreira.

“É um grande presente para todos participantes”, constata Wanderson. “Abriu meus olhos para o mercado musical, para a questão dos direitos autorais, mostra ao artista como ele deve se comportar diante do mercado, dá essa base para quem está começando”, explica.

48º Festival de Cinema de Gramado

de 18 a 26 de setembro

Exibição dos filmes da mostra competitiva  pelo Canal Brasil e redes sociais

“Por que você não chora?”, 18/9, às 20h30

“Wander Vi”,  21/9, às 20h

Confira a programação completa (clique aqui)

 

Festival Buraco do Jazz terá edição online

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Programação celebra os 60 anos de Brasília e traz dez bandas, feira virtual de economia criativa e concurso de cangas

Pegue sua canga, almofada, separe os petiscos e a bebida que mais agradar, pois, entre os dias 24 e 25 de setembro, o 60 anos – BSB Jazz Festival vai levar, em gigabytes, muita música boa pela web. O projeto faz parte da Ocupação da Praça dos Três Poderes e os shows ocorrerão das 19h às 00h, sem acesso ao público, com cercamento e segurança para evitar aglomeração. Ao todo, dez bandas passarão pelo palco do evento, que terá transmissão ao vivo pelo canal do projeto no YouTube. Três grupos foram escolhidos pelo público, por meio de enquete nas redes sociais.

É a primeira vez que o Buraco do Jazz é realizado na Praça dos Três Poderes, no formato de festival de dois dias. Entretanto, a programação teve que ser remodelada para atender as recomendações das autoridades sanitárias de evitar aglomerações para conter a pandemia de Covid-19. Mas o clima do festival de música ao ar livre continua e a organização realizará o já tradicional concurso de cangas e a feira de economia criativa com artesãos da cidade, tudo de forma online, nas redes sociais do evento.

No line-up, Sabor de Cuba, Brasília Samba Jazz, Dos Brothers, Clara Telles, Briadixie Band e Gambirazio Trio. As bandas Jazz na Carta, Rosback Jazz Trio e Trio Fusion foram as escolhidas pelo público para completar as atrações do Festival Buraco do Jazz – Brasília 60.

O festival estava programado para ocorrer em abril, como parte das comemorações do aniversário de Brasília. De acordo com Gustavo Frade, idealizador do Buraco do Jazz, com o novo coronavírus, tudo teve que ser suspenso e repensado. Agora, as apresentações serão realizadas sem público e seguindo estritamente as medidas de segurança, mas respeitando a proposta da iniciativa, que é levar arte e cultura de forma gratuita. “A questão nesta edição é que, embora os empecilhos ocorram na nossa vida, a cultura nunca vai morrer. Ela sobrevive de uma forma ou de outra. Inclusive, foi o que salvou a pandemia”, avalia.

O projeto, elaborado pela Agenda Cultural Brasília, é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Economia Criativa. O Festival também contará com audiodescrição e acessibilidade no site com o aplicativo V-Libras.

Sobre – Criado em 2016 como uma ocupação de espaço público, o Buraco do Jazz já foi eleito como um dos melhores eventos culturais da cidade. Com uma proposta de música ao ar livre, o Buraco do jazz iniciou sua trajetória no gramado do “eixão” da 214 Sul e, conquistando cada vez mais público, foi sendo transferido para espaços maiores, como o Parque da Cidade. Em mais de 100 edições, o evento reuniu 70 bandas, sendo 90% delas formadas por artistas de Brasília. No palco do tradicional projeto, também já passaram atrações internacionais como o cubano “Aniel Jazz”, um grupo Flamenco vindo direto da Espanha, e o “Sabor de Cuba”, formado por músicos cubanos e brasileiros.

Serviço:
60 anos – BSB Jazz Festival – Buraco do Jazz
Quando: 24 e 25 de setembro. Quinta e sexta-feira, das 19h às 00h.
Quanto: gratuito.
Onde: Online pelo canal Buraco do Jazz no YouTube: http://bit.ly/buraco-jazz
Mais informações: (61) 983.296.320

Programação:

Quinta-feira (24/09)

19h – Rosback
20h – Joshua
21h – Dos Brothers
22h – Clara Teles
23h – Bradixie Band

 

Sexta-feira (25/09)

19h – Gambirarazio
20h – Jazz na Carta
21h – Sabor de Cuba
22h – Trio Fusion
23h – Brasília Samba Jazz

Auxílio emergencial: Caixa abre 770 agências neste sábado das 8h às 12h

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Serão atendidos beneficiários do auxílio e do saque do FGTS

A Caixa abrirá 770 agências amanhã (19), das 8h às 12h, em todo o país, para atendimento a 9 milhões de beneficiários do auxílio emergencial e do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). 

Os beneficiários nascidos em janeiro – 3,9 milhões de pessoas – poderão sacar o auxílio emergencial em dinheiro e os trabalhadores nascidos em maio – 5,1 milhões de pessoas – poderão retirar em espécie os valores referentes ao saque emergencial do FGTS. Ao todo, os benefícios somam R$ 5,8 bilhões. A relação de agências que estarão abertas pode ser conferida no site do banco.

Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o funcionamento das agências serão atendidas. Não é preciso chegar antes do horário de abertura.

Auxílio Emergencial

Ao todo, neste sábado (19), terão sido pagos R$ 200,5 bilhões do auxílio emergencial para 67,2 milhões de brasileiros, num total de 288,3 milhões de pagamentos.

Os ciclos de crédito em conta e saques em espécie seguem até dezembro para o pagamento das cinco parcelas definidas pelo governo federal para o público do Cadastro Único (CadÚnico) e para quem se cadastrou pelo aplicativo App Caixa | Auxílio Emergencial ou pelo site.

Saque Emergencial do FGTS

O Saque Emergencial do FGTS já atendeu 55 milhões trabalhadores, com valor global de R$ 34,7 bilhões. E, a partir deste sábado, os trabalhadores nascidos em maio que tiveram o crédito do saque emergencial do FGTS e que não movimentaram a conta Poupança Social Digital ou que tenham saldo remanescente poderão sacar o benefício em dinheiro. Também será possível transferir os valores, via aplicativo Caixa Tem, para outra conta, da Caixa ou de outras instituições financeiras.

Continua disponível ao trabalhador a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços.

Já na próxima segunda-feira (21), a Caixa credita o saque emergencial do FGTS na conta poupança social digital de aproximadamente 4,9 milhões de trabalhadores nascidos em dezembro. Nessa etapa, os recursos liberados somam cerca de R$ 3 bilhões.

Relator e secretário de Segurança Pública reforçam rejeição de emendas em MP

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Membros das forças de segurança do Distrito Federal estão em contagem regressiva para o vencimento da Medida Provisória 971, que concede reajuste às corporações. A MP caduca no próximo dia 22, terça-feira. Até lá, o texto precisa ser votado na Câmara e no Senado Federal.
Para emplacar a MP, o relator deputado federal Luis Miranda precisa solucionar um jogo de xadrez: aprovar o texto sem nenhuma emenda. E é neste caso que ele vem se empenhando nos últimos dias com reuniões e articulações. Nesta sexta-feira (18), o parlamentar se reuniu mais uma vez com o secretário de Segurança do DF, Anderson Torres, e representantes das polícias civil, militar e Corpo de Bombeiros. Ficou acertado que haverá um reforço junto a bancada do DF para que sejam evitadas emendas ao texto. Assim, a medida ganha a celeridade necessária.
Anteontem (16), ao relator, o ministro da Secretaria do Governo, Jorge Oliveira, se comprometeu a entregar, no ato da sanção da MP 971, um projeto de lei contendo todas as emendas parlamentares que não causem impacto financeiro e que ficaram de fora da MP. O senador Davi Alcolumbre (DEM/AP) também participou da reunião.
Há alguns pontos de muita discussão, que seriam incluídas como emendas na MP, mas serão descartadas para o momento. Uma delas é a criação de um Fundo de Saúde para a Polícia Civil do DF. A outra seria uma medida que possibilitasse uma progressão de carreira dentro da PMDF e Corpo de Bombeiros, acabando com concurso interno e utilizando a meritocracia. Para isso, o deputado vai discutir com o secretário Anderson Torres formas para se chegar a esses benefícios.
“Todos saíram alinhados neste sentido de não ter emendas. Precisamos de um texto seco, mas que garanta sua aprovação e o reajuste dos nossos guerreiros da segurança pública”, explicou o relator Luis Miranda.