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DF Legal interdita 20 estabelecimentos no combate à Covid-19

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Ácool gel

Intensificação das ações fiscais visa garantir o cumprimento das medidas e protocolos sanitários

Em três dias de novas diretrizes, com o aumento na rigidez na fiscalização dos protocolos sanitários de combate à Covid-19, a Secretária DF Legal vistoriou 84 estabelecimentos e interditou 20 deles, por descumprimento de regras ou falta de autorização para o funcionamento.

Nos locais interditados, não estava sendo obedecido o distanciamento social, o uso de máscaras pelos clientes quando não estivessem se alimentando e havia falta de insumos (como o álcool gel), entre outros protocolos previstos nos decretos de combate ao novo coronavirus.

A intensificação das ações fiscais da DF Legal, em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública e forças de segurança, visa garantir a observância das medidas e protocolos sanitários.

“O objetivo principal é coibir o excesso de lotação (aglomerações) em bares e restaurantes do DF, alertar sobre o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns desses estabelecimentos, quando não fazendo consumo de bebidas e alimentos, e a necessidade de aferição de temperatura e da disponibilização de álcool gel”, destaca o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira.

Além das interdições, 13 estabelecemos foram notificados para que se adequem a regras diversas. Outros sete autos de infração foram lavrados por falta de cumprimento a  protocolos de segurança e mais três por falta de licença de funcionamento.

GDF sai na frente para enfrentar possível segunda onda do coronavírus

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O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, disse, em entrevista coletiva, que um inquérito epidemiológico, com mais de 100 profissionais de saúde, será aplicado nas 34 RAs a partir desta quarta-feira (2) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Da acordo com Secretaria de Saúde, testes de detecção de Covid-19 e inquérito epidemiológico vão ser realizados por todo o Distrito Federal

O Governo do Distrito Federal (GDF) já está organizado para o enfrentamento de uma possível segunda onda do novo coronavírus Sars-CoV-2. Durante coletiva de imprensa virtual, na manhã desta segunda-feira (30), o secretário de saúde Osnei Okumoto afirmou que um inquérito epidemiológico, envolvendo mais de 100 profissionais de saúde, será aplicado nas 34 regiões administrativas a partir desta quarta-feira (2).

“O DF apresentou um aumento, não tão acentuado, do índice de transmissão do coronavírus. Estávamos com índice abaixo de 1 e agora estamos registrando a marca de 1,3 . O inquérito epidemiológico vai nos trazer dados mais precisos sobre a chegada de uma possível segunda onda de Covid-19. Mas nós estamos aqui para demonstrar que o GDF está preparado para fazer este enfrentamento”, garantiu o secretário de saúde.

Osnei Okumoto aproveitou a oportunidade para pedir a mobilização da população. “É importante que a sociedade faça a sua parte respeitando o distanciamento social, mantendo o uso de máscara e, caso tenha sido testado positivo, respeitar o isolamento de 14 dias”, declarou o secretário de Saúde.

O secretário adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez, expôs os números de leitos a serem disponibilizados no DF para o tratamento de pacientes com coronavírus. “Em 8 de agosto, o DF registrou o auge de 532 pacientes internados em leitos de UCI e UTI. A nossa meta é disponibilizar esse mesmo quantitativo de cobertura. Isso é possível porque temos a capacidade de converter leitos não-Covid para leitos de Covid”, explicou.

Petrus Sanches disse ainda que “o novo Hospital de Ceilândia logo será equipado com 60 leitos que estavam no hospital de campanha Mané Garrincha. Tudo isso é para garantir todo o atendimento necessário à população”, pontuou.

O presidente do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF), Paulo Ricardo Silva, falou sobre os atendimentos nas UPAs e nos hospitais de Base e de Santa Maria. “Estamos articulando um plano em parceria com a Secretaria de Saúde. Estamos à disposição da secretaria como retaguarda, usando as unidades básicas de saúde como porta de entrada de pacientes com coronavírus e, havendo necessidade, forneceremos atendimentos em nossos hospitais”, afirmou Paulo Ricardo Silva.

230 pessoasem cada região administrativa serão sorteados para fazerem exames e identificar se estão com anticorpos, ou não

Inquérito epidemiológico

O inquérito será realizado por meio de amostragem e sorteio, com busca ativa das pessoas para fazer os testes. Serão sorteados 230 pessoas em cada região administrativa para fazerem exames e identificar se estão com anticorpos, ou não.

A Secretaria de Saúde conta com o apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio-DF) que fez a doação de 10 mil testes para serem usados nesta investigação. Foram solicitados 34 profissionais da Atenção Primária e 34 bombeiros e viaturas, além de 34 profissionais do Serviço Social do Comércio (Sesc). Os exames iniciam por Ceilândia, com previsão de conclusão para o dia 20 dezembro.

Dados Covid-19

No último domingo (29), foram registrados 627 casos novos de Covid-19 e cinco óbitos. A taxa de transmissão R(t) do DF, calculada na semana encerrada em 27/10 está em 1,3. Foram registradas 30 RAs com R(t) acima de 1 (conforme tabela) correspondendo a 88% das RAs do DF com aumento. Isso indica a expansão da transmissão da doença no DF. Os dados foram captados do Lacen, laboratórios privados e sistemas oficiais do Ministério da Saúde.

Leitos de internação

A rede pública possui leitos de UTI e enfermaria reservados para atender pessoas acometidas com o novo coronavírus. São 205 leitos de UTI Covid em nove hospitais. Desses, segundo dados registrados na noite de domingo (29), 124 estão vagos.

Também existem leitos de UCI e Ucin, que possuem suporte para ventilação mecânica. São 112 de UCI e Ucin, em dez hospitais. Destes, 66 estão vagos. Leitos de enfermaria são 293 no total, com 129 vagos. De enfermaria são 290 leitos em 3 hospitais, mais o Hospital de Campanha da PM. Hoje, são 130 leitos vagos.

Hospital de Ceilândia

A obra do Hospital de Campanha de Ceilândia foi entregue na sexta-feira (27) após avaliação da Subsecretaria de Infraestrutura. Estão sendo tomadas as providências para equipar o hospital e contratar as empresas prestadoras de serviços que ficarão responsáveis pela limpeza e segurança da unidade.

Todos os equipamentos que serão instalados no Hospital de Campanha de Ceilândia são oriundos do Hospital de Campanha do Mané Garrincha. O hospital terá 60 leitos, sendo 20 de suporte respiratório e 40 de enfermaria. O investimento foi de R$ 10,4 milhões.

A unidade receberá somente casos de pacientes com Covid-19. Em contrapartida, o Hospital Acoplado ao HRC será desativado e após uma ação de limpeza e desinfecção de, pelo menos dois dias, será utilizado para ampliar o atendimento aos pacientes da emergência da Clínica Médica do HRC.

Nomeações

A Secretaria de Saúde nomeou neste ano, até novembro, 3.796 servidores para reforçar os atendimentos à população durante a pandemia do novo coronavírus. Ao todo, foram chamados 1.199 profissionais de saúde efetivos e 2.597 temporários.

A partir desta terça-feira (1º), estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado Emergencial para contratação temporária de 52 médicos, de forma imediata, e formação de cadastro reserva, de outros 26. As inscrições serão na página do Instituto AOCP. As vagas são para o Samu, e hospitais da Asa Norte e Brazlândia.

Outra nomeação ocorrerá até a próxima sexta-feira (4). Serão nomeados 187 profissionais, sendo 147 médicos, dez farmacêuticos, quatro fonoaudiólogos, 12 enfermeiros da família, quatro enfermeiros obstetras e dez técnicos de hematologia e hemoterapia.

Testagem

As UBSs do Distrito Federal estão abastecidas com testes rápidos ou RT-PCR para detecção da Covid-19. Na semana passada, 50 UBSs receberam 145,5 mil testes rápidos oriundos de uma doação do Ministério da Saúde. Além deles, essas unidades também receberam 50 microleitores – aparelhos que melhoram a visualização do teste rápido em caso de dúvida na interpretação do resultado. As UBS também estão abastecidas com testes do tipo PCR-RT.

O secretário de Saúde orienta que “as pessoas que apresentarem os sinais e sintomas de febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, perda do olfato ou do paladar devem procurar as UBSs”, disse Osnei Okumoto.

Também participaram da coletiva de imprensa o diretor de Vigilância Epidemiológica, Cássio Peterka, e o assessor da Subsecretaria de logística Gilson Ribeiro.

BRB se consolida entre os grandes bancos do País

Paulo Henrique Costa

Banco de Brasília é hoje um dos que mais crescem e aumenta o leque de atendimento, expandido Brasil afora

Por Ricardo Callado

Os bancos públicos regionais foram muitos importantes durante muitas décadas. Eram agentes de fomento e atuava para contribuir no desenvolvimento dos Estados. Com administrações desastrosas, denúncias de corrupção e engolidos pelos maiores bancos que atuam no País, muitos foram vendidos ou simplesmente faliram.

Dos poucos que ficaram, o destaque é o Banco de Brasília. O BRB conseguiu sobreviver aos escândalos de administrações anteriores e hoje vive o seu melhor momento desde a fundação.

A virada veio com a posse de Paulo Henrique Costa, funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, onde exercia até então a função de Vice-Presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital.

O BRB atua hoje como banco público sólido, ágil, moderno, eficiente e rentável, protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano, da geração do emprego e renda e da melhoria da qualidade de vida regional, alinhado às melhores práticas de governança e gestão, e aos princípios e valores éticos.

Segundo Paulo Henrique Costa, a primeira razão é o crescimento na carteira de crédito. O BRB se firma como importante agente de crédito no DF, ampliando o relacionamento com os clientes e crescendo nas principais linhas de negócios. “Então, essa é a primeira razão, mas também há a ampliação do relacionamento com os clientes, com crescimento muito significativo na receita com a venda de seguros e nos cartões com ampliação de novos negócios. O terceiro pilar foi o controle dos gastos, e o último pilar é a qualidade da nossa carteira, a nossa inadimplência é a metade da média do mercado”, explica Costa.

Logo que assumiu, Paulo Henrique Costa adotou como valores do BRB a ética, integridade e transparência. Para o presidente da instituições, são fatores são inegociáveis e norteiam as asd ações em todos os níveis.

Todo esse trabalho começa na visão do governador Ibaneis Rocha de que o BRB é um banco estratégico para o desenvolvimento do DF e do Centro-Oeste. “Quando ele define que o trabalho será técnico e permite que a gente monte uma equipe, faça um planejamento estratégico e tenha liberdade para conduzir dessa maneira. De maneira objetiva, acredito que as razões para esses resultados são a natureza técnica da gestão e o apoio institucional do nosso maior acionista, que é o GDF”.

Além disso, explica Paulo Henrique Costa, temos definição clara de planejamento estratégico e disciplina na entrega dos resultados. Os clientes são fiéis, bons, de renda elevada, pela característica da nossa região, e o setor produtivo recebeu o BRB de braços abertos. “Também temos uma equipe qualificada e com vontade de fazer o BRB dar certo. O engajamento dos nossos empregados e a compreensão da importância do banco para o DF é fundamental”, destaca.

O Supera-DF foi uma grande ação que fortalece o BRB no Distrito Federal, mostrando que o DF tem um banco que atua rápido em vários eixos. O papel do BRB vai além de um banco tradicional. O Supera é um programa que trata da questão da saúde, da economia, e do social.

Pensa-se sempre muito na economia, mas a atual diretoria do banco não esquece dos outros eixos. No social, os cinco programas que foram lançados, bolsas alimentação (escolar e creche), pequenos reparos, farmácia de alto custo, renda emergencial e prato cheio são muito importantes neste momento. O BRB fez parceria com o GDF e entidades para produção e doação de máscaras, além da campanha de arrecadação em que foram doados R$ 7,5 milhões e arrecadamos mais R$ 4 milhões.

Com isso, foi possível ter mais 150 monitores e 150 bombas de infusão para UTIs. No aspecto econômico, são mais de R$ 2 bilhões em novas linhas e operações repactuadas que beneficiam tanto clientes do setor produtivo quanto pessoas físicas.

Para conseguir chegar a esse ponto de sucesso, Paulo Henrique Costa afirma que as pessoas fazem a diferença. “Respeitamos as nossas equipes, valorizamos a diversidade e estimulamos a criação de um ambiente saudável e colaborativo, em que cada um produza o seu melhor”.

 

BRB EM NÚMEROS

O BRB detém as seguintes participações acionárias:

69,7% da empresa Cartão BRB S.A.;

100% da empresa BRB – Crédito, Financiamento e Investimentos S.A.;

99% da empresa BRB DTVM – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.;

3,1% da empresa Companhia Brasileira de Securitização – CIBRASEC, na condição de sócio-fundador.

Possui ainda participação indireta, por intermédio da Cartão BRB S.A., na Corretora Seguros BRB e na BSB Ativos.

O BRB conta com um quadro de 3.280 empregados, além disso, conta com o apoio de 450 estagiários, 120 aprendizes e 705 terceirizados, gerando assim mais de 4.500 postos de trabalho.

O BRB dispõe de 122 pontos de atendimento, sendo: 116 agências (101 no Distrito Federal , cinco localizadas em outras capitais: Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo; uma em Unaí e nove no interior do Estado de Goiás), além de seis PAs do Distrito Federal.

A estrutura do BRB apresenta 797 terminais de autoatendimento próprios, estrategicamente localizados, com o intuito de oferecer maior comodidade aos seus clientes, que dispõem ainda de mais de 45 mil terminais de autoatendimento distribuídos pelo Brasil, compartilhados por meio da rede Banco do Brasil e TECBAN.

A rede de Correspondentes do BRB, chamada BRB Conveniência, conta com 134 unidades ativas em todo DF e entorno.

Cena Contemporânea faz 25 anos e começa na terça

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Com recursos do FAC, a 21ª edição do festival comemora 25 anos e tem sua primeira parte em formato on-line. A continuação é em 2021

O 21º Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília – vem aí. A despeito da pandemia, o Cena emplaca sua 21ª edição com dois módulos; um entre 1º e 11 de dezembro, no formato on-line, e outro no ano que vem, de maio a junho, misturando espetáculos que podem acontecer ao vivo, em espaços abertos, e outros criados para o ambiente virtual.

O festival conta com aporte de R$ 400 mil do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), na linha Áreas Culturais, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

O primeiro módulo do Cena, que completa 25 anos em 2020, vem com exibições gratuitas no site e no canal do YouTube do Festival. Cada espetáculo poderá ser visto por três dias depois de sua estreia. Apresenta trabalhos de vários países – França, Espanha, Estados Unidos, Moçambique, Inglaterra, Alemanha e México –, que dividem a programação com obras de diferentes partes do Brasil, incluindo artistas e grupos do DF.

“Nós estamos pensando em realizar o segundo módulo ainda no primeiro semestre de 2021. Espero que já possamos ter algumas experiências presenciais, nem que elas sejam realizadas fora das salas de espetáculo, em ambientes abertos, como parques, praças etc. Certamente, ainda, teremos a participação desses trabalhos transmídia, que passeiam pelas diferentes linguagens”, conta a atriz, curadora e jornalista Carmem Moretzsohn.

Nós estamos pensando em realizar o segundo módulo ainda no primeiro semestre de 2021. Espero que já possamos ter algumas experiências presenciais, nem que elas sejam realizadas fora das salas de espetáculo, em ambientes abertos, como parques, praças etcCarmem Moretzsohn

Memórias e celebrações

O diretor Francis Wilder, do DF, que assina o trabalho “Aquilo que Não Podem Demolir Enquanto Eu Puder Falar” em parceria com o diretor de cinema Marcelo Díaz e a dramaturga Lígia Souza, diz que está “muito feliz” com a realização do festival.

“Tenho um carinho imenso pelo Cena. É um evento muito importante para as trocas de experiências no teatro e tem um papel formativo”, afirma. Na peça, ele trabalha o conceito de memória como “dispositivo central” da criação.

Fernando Yamamoto, na direção e dramaturgia de “Clã_destina@: uma viagem cênico-cibernética”, comemora a realização do festival ao mesmo tempo que seu grupo Clowns de Shakespeare, celebra 27 anos. “É um encontro feliz de aniversários”, define.

A peça traz reflexões sobre a América Latina, abordando o teatro e o momento atual de pandemia. O grupo desenvolve uma investigação com foco na construção da presença cênica do ator, na musicalidade da cena e do corpo, teatro popular e comédia, sempre sob uma perspectiva colaborativa.

“Tem sido um momento de novas descobertas nesse teatro possível durante a pandemia, muito aprendizado”, diz Fernando entre os ensaios. “Apesar da tristeza de não podermos estar presencialmente no Cena, também há muita felicidade. É um marco na história do festival, que sempre proporciona encontros bonitos com o público candango”, complementa.

Atividades paralelas

Estão programados, ainda, encontros e oficinas nesta edição. O artista multidisciplinar argentino Matías Umpierrez vai ministrar a oficina “Clínica de Obsessão”, que propõe a reflexão sobre a obra dos artistas participantes e sua passagem para outros dispositivos. E na oficina “Uploading the Rhythm”, Idio Chichava promete trabalhar a fisicalidade e a imaginação até o limite, mantendo contato com influências das danças tradicionais moçambicanas. Por se tratarem de processos imersivos, as oficinas possuem vagas limitadas e inscrição prévia para a participação.

Encontros do cena

Espaço Internacional de Intercâmbio e Cooperação Cultural, atividade regular do festival, em sua 10ª edição, propõem uma reflexão aprofundada sobre a criação artística, estimulando o diálogo entre criadores, redes, festivais e instituições, em tempos de incertezas e insegurança para todo o setor das artes cênicas. Serão discutidos temas como a criação em tempos de virtualidade, o desafio que se apresenta para a curadoria dos festivais, o papel da arte como espaço de reflexão no futuro pós-pandêmico e as expressões poéticas do corpo negro e sua representação na arte contemporânea.

CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO E A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DO FESTIVAL

Cinco perguntas – Carmem Moretzsohn

Qual sua expectativa com o formato on-line do Cena?

Gostaríamos de oferecer um festival de teatro calcado no encontro e na celebração. Mas é o que podemos fazer na situação atual, que exige distanciamento social. O primeiro trabalho que vamos exibir faz uma reflexão exatamente sobre esse questionamento que temos visto muito: o teatro híbrido. Esse teatro virtual é teatro? O teatro não exigiria a presença física? Não é essa uma distinção do teatro, o fato de estarmos todos, artistas e público, juntos no mesmo espaço?

“Teatro virtual é teatro!

Um teatro diferente,

adaptado a esses

tempos pandêmicos,

mas é teatro!”

Que parcerias você destaca nessa edição?

O formato virtual do festival está nos possibilitando algumas parcerias impensáveis. Por exemplo, com a Akram Khan Company. Essa é uma das mais importantes companhias de dança contemporânea do mundo hoje. Nós fizemos um convite e eles fizeram especialmente pra nós uma edição do vídeo que celebra os 20 anos da companhia, explicando o processo de trabalho, o conceito por trás de cada decisão. Isso seria impensável numa situação normal, sem pandemia!

“Akram Khan

Company

apresenta-se nos

maiores teatros,

para milhares

de pessoas”

Pode destacar outros diálogos internacionais?

Começamos uma parceria com produtores norte-americanos que nos proporcionou trazer um trabalho como “Cage Shuffle: a digital duet”, que tem três importantes figuras dos palcos dos EUA. Exibiremos um recorte dessa obra também especialmente feito para nós.

“Há um sentimento

de solidariedade

que perpassa

a classe artística

no mundo”

Como fica a questão da dança confinada ao ambiente virtual?

Tudo no ambiente virtual significa distanciamento. Por mais que a gente tente se aproximar por meio das telas, falta o contato humano. Mas eu tenho visto vários trabalhos de dança realizados durante esse período, com os bailarinos isolados, cada um em seu espaço, mas dançando em “conjunto”. Eu não gosto dessa noção de que estamos vivendo “o novo normal”. Não acredito nisso. O teatro e a dança já passaram por muitos revezes, já tiveram que se adaptar muitas vezes.

“Quando nasceu

o cinema,

decretaram

que o teatro

morreria.

vai ser assim

depois da

Covid-19″

Qual é o aprendizado desse momento?

Estamos transformando os obstáculos em oportunidades, navegando bem nesse formato. Com muita esperança de tempos melhores, quando teremos novamente o prazer de estar num teatro, de nos confraternizarmos, mas nos adaptando ao que temos hoje.

Mais luz para as escolas e quase 7 mil lâmpadas trocadas

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O Guará é cidade que teve o maior número de postes com luzes trocadas: 1.552| Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

GDF já substituiu iluminação pública que circunda unidades de ensino de 13 regiões administrativas do DF pelas modernas lâmpadas de LED

Mais visibilidade e maior segurança no perímetro escolar. Pensando nisso, a Companhia Energética de Brasília (CEB) concluiu a troca da iluminação pública que circunda escolas de 13 regiões administrativas (RAs) do DF. Uma medida contra a criminalidade e que representa uma significativa redução de gastos com energia.

O investimento do governo é de R$ 3,99 milhões na troca de 6.459 luminárias nas áreas escolares. Tudo dentro do programa Luz que Protege, que faz a substituição de lâmpadas convencionais, de vapor de sódio, pelas modernas, de LED. E que só trazem vantagens: maior luminosidade, gasto de 40 % a menos de energia e, ainda, durabilidade duas vezes maior que as antigas.

Um dos colégios mais tradicionais do Guará, o Centro de Ensino Médio 1 (CEM 1), também chamado de “GG”, está na lista dos beneficiados. A cidade, por sinal, é a que teve o maior número de postes com luzes trocadas: 1.552. Toda a verba investida é proveniente da Contribuição de Iluminação Pública (CIP) e de emendas parlamentares.

Ainda que as aulas presenciais estejam interrompidas pela pandemia, as atividades noturnas seguem no CEM 1. E, agora, mais claridade e sensação de segurança são a novidade no local. “Já tivemos muitos assaltos e arrombamento de carros, principalmente no estacionamento. Portanto, sempre pedimos por mais segurança e esse é um passo importante”, acredita a diretora da escola, Cynara Martins.

 

Sabemos como é importante para os alunos, que representam as nossas futuras gerações, terem a segurança de caminhar até a escola com uma iluminação pública de qualidade, como as luminárias de LED fornecemEdison Garcia, presidente da CEB

“Trazer mais claridade, as pessoas circularem com mais tranquilidade, tudo isso é excelente”, complementa. As aulas de capoeira, futsal e o programa Ginástica nas Quadras já retornaram normalmente no GG. E a escola, que teve as dependências reformadas em junho, ganha de brinde também uma nova iluminação na pública em seu território. Cerca de 1,3 mil alunos estudam no local.

O Luz que Protege mapeia em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública áreas sensíveis aos maiores índices de criminalidade e tráfego de pessoas. A partir daí,  as melhorias na iluminação são implantadas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Eficientização na iluminação

Segundo o presidente da CEB, o Luz que Protege mapeia em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública áreas sensíveis aos maiores índices de criminalidade e tráfego de pessoas. E, a partir daí, emplaca as melhorias. “Sabemos como é importante para os alunos, que representam as nossas futuras gerações, terem a segurança de caminhar até a escola com uma iluminação pública de qualidade, como as luminárias de LED fornecem”, lembra Edison Garcia.

De acordo com Garcia, os investimentos giram em torno de R$ 10 milhões em 2020 nesse projeto, voltado para eficientização da iluminação pública. Áreas próximas a UPAs, hospitais públicos, feiras e praças também vêm sendo contemplados.

E além da fórmula “mais eficiência-menos consumo”, a luminosidade também é melhor para quem dirige. “A claridade é muito superior para aquele que procura um endereço, ou uma referência dentro do veículo. Não dá para comparar”, explica o diretor técnico de iluminação da CEB Holding, Fabiano Cardoso. “O objetivo é retomar em janeiro e estender às áreas escolares das outras RAs ainda não-atendidas”, finaliza o diretor.

Goiânia: com Maguito Vilela internado, vice comemora vitória

Prefeito eleito está internado devido à covid-19

O vice-prefeito eleito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos), dedicou a vitória ao prefeito eleito, Maguito Vilela, que está internado desde o dia 27 de outubro devido a covid-19.

Nas redes sociais, Maguito agradeceu aos eleitores.

O candidato Maguito Vilela (MDB) venceu o segundo turno das eleições na Goiânia com 52,60% dos votos válidosO candidato Vanderlan, do PSD, teve 47,40%.

 

Mourão participará de abertura do Fórum de Desenvolvimento do Semiárido 2020

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O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, estará em Mossoró (RN), no dia 3 de dezembro, para a abertura do Fórum de Desenvolvimento do Semiárido 2020. O evento será realizado de 3 a 5 de dezembro e propiciará a apresentação e o debate de propostas que subsidiarão a atualização do Plano de Desenvolvimento do Semiárido (PDS), que tem como objetivo aproveitar as possibilidades econômicas da região e alcançar as metas socioeconômicas, hídricas e ambientais. Serão 2 dias de debates e discussões sobre os 13 Eixos Temáticos. O evento é uma iniciativa da Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido, com organização da Codevasf e realização do Instituto Sagres.

Serviço

Fórum de Desenvolvimento do Semiárido abre inscrições para edição de 2020
Onde: Teatro Municipal Dix-Huit Rosado Maia e Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) – Mossoró (RN)
Quando: De 3 a 5 de dezembro de 2020
Para ter acesso a programação e fazer a inscrição acesse: www.semiaridobrasil.com.br

DF Legal fecha ou interdita 15 estabelecimentos

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A intensificação das ações fiscais da DF Legal, em conjunto com a Secretária de Segurança Pública e forças de segurança, tem o objetivo de garantir o cumprimento das medidas e protocolos sanitários | Foto: Divulgação/DF Legal

Entre sexta (27) e sábado (28), secretaria intensificou fiscalização para garantir cumprimento das medidas sanitárias de combate à Covid-19

Apenas entre a noite de sexta-feira (27) e a madrugada deste sábado (28), a Secretaria DF Legal interditou ou fechou 15 estabelecimentos comerciais. Entre os motivos, aglomeração e descumprimento de normas Sanitárias de combate à Covid-19. As regiões administrativas fiscalizadas foram a Asa Sul, Riacho Fundo I e II, Taguatinga, Planaltina e Samambaia.

A intensificação das ações fiscais da DF Legal, em conjunto com a Secretária de Segurança Pública e forças de segurança, visa garantir o cumprimento das medidas e protocolos sanitários. O objetivo principal é coibir o excesso de lotação (aglomerações) em bares e restaurantes do DF, alertar sobre o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns desses estabelecimentos, quando não fazendo consumo de bebidas e alimentos, e a necessidade de aferição de temperatura e disponibilização de álcool gel.

Da parte da Segurança Pública, o foco é coibir e reduzir os índices de criminalidade. “Vimos uma crescente inobservância dos protocolos sanitários e a ocorrência de aglomerações em bares e restaurantes, além do número de contágios nas últimas semanas. Por isso, a intensificação das ações”, destaca o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira.

Balanço

Ao todo, foram vistoriados 36 comércios pelo Distrito Federal. Além das 15 interdições e fechamento dos estabelecimentos, a DF Legal multou cinco comércios por descumprimento de normas sanitárias. Outros cinco estabelecimentos foram notificados para que se adequem às normas de combate à Covid-19.

Obra do Hospital de Campanha de Ceilândia é entregue à Secretaria de Saúde

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Local receberá equipamentos que eram do Hospital de Campanha do Mané Garrincha

r o hospital e contratar as empresas prestadoras de serviços que ficarão responsáveis pela limpeza e segurança da unidade.

“Todos os equipamentos que serão instalados no Hospital de Campanha de Ceilândia são oriundos do Hospital de Campanha do Mané Garrincha. Estes equipamentos, inclusive, já estão sob a responsabilidade da Superintendência da Região Oeste”, afirmou o secretário adjunto de Assistência, Petrus Sanchez.

Leitos

O hospital foi erguido na QNN 27 e vai comportar 60 leitos, sendo 20 de suporte respiratório e 40 de enfermaria. O valor total investido na construção do Hospital de Campanha de Ceilândia foi de R$ 10,4 milhões. “A obra foi entregue conforme o solicitado e sem alteração no projeto. O atraso na entrega ocorreu porque a empresa teve dificuldades na compra de materiais de construção por causa da pandemia”, explica o subsecretário substituto de Infraestrutura, Alan Oliveira dos Santos.

A nova unidade hospitalar está em uma área de aproximadamente 22.900 metros quadrados e fica ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia. A previsão é que o novo hospital seja equipado até o dia 15 de dezembro.

Remanejamento

Depois que o Hospital de Campanha de Ceilândia for inaugurado, receberá somente casos de pacientes com Covid-19. Em contrapartida, o Hospital Acoplado ao HRC será desativado e após uma ação de limpeza e desinfecção de, pelo menos dois dias, será utilizado para ampliar o atendimento aos pacientes da emergência da Clínica Médica do Hospital Regional de Ceilândia.

GDF inicia fiscalização para veículos com placas final 6, 7 e 8 inicia na terça

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De acordo com um levantamento do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), até essa quarta-feira (25), 866.647 veículos foram licenciados no DF, o correspondente a 46% da frota, que é de 1.880.138 veículos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Será exigido dos donos de veículos o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV 2020)

A partir da próxima terça-feira (1°/12), será exigido dos proprietários de veículos com placas terminadas em 6, 7 e 8, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV 2020). Já para os veículos com finais 9 e 0 a obrigatoriedade começará em 1° de janeiro de 2021. Para obter o licenciamento 2020, o proprietário deverá pagar o IPVA (imposto cobrado pela Secretaria de Economia do DF), o DPVAT (seguro obrigatório recolhido pela Seguradora Líder), a taxa de Licenciamento (do Detran-DF) e as multas pendentes.

A obrigatoriedade do licenciamento 2020, no âmbito do Distrito Federal, segue um cronograma conforme o final da placa de identificação dos veículos. Em 1° de outubro, a fiscalização passou a exigir o documento dos veículos cujas placas terminam em 1 e 2 e, em 31 de outubro, daqueles com finais 3, 4 e 5. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, conduzir veículo que não esteja licenciado é uma infração gravíssima, que acarreta multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e o recolhimento do veículo.

O proprietário pode acessar o Portal de Serviços do Detran-DF ou o aplicativo Detran Digital e emitir os boletos. Quem efetuou o pagamento de todos os débitos pode acessar esses canais e baixar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio eletrônico (CRLV-e). O documento também pode ser acessado no aplicativo Carteira Digital, do Denatran.

Licenciamento

De acordo com um levantamento do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), até essa quarta-feira (25), 866.647 veículos foram licenciados no DF, o correspondente a 46% da frota, que é de 1.880.138 veículos.

De acordo com a Resolução 788, de 18 de junho de 2020, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), para circular com o veículo no território nacional, o condutor pode portar o CRLV-e, em meio digital ou impresso. A impressão do CRLV-e pode ser realizada em papel comum e deverá ser legível, o que possibilitará aos agentes de fiscalização de trânsito a leitura do código de barras bidimensionais dinâmico (Quick Response Code – QRCode), que consta no documento. Para transitar com o veículo em outro país, o condutor deverá portar obrigatoriamente a versão impressa do CRLV-e.