Presidente Jair Bolsonaro assina MP que destina 20 bilhões para compra de vacina contra o Corona Virus na cerimônia de Posse do senhor Gilson Machado, Ministro de Estado do Turismo
Vacinação será gratuita e voluntária, disse Bolsonaro ao assinar MP
O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (17) uma Medida Provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 20 bilhões, em favor do Ministério da Saúde, para a vacinação da população contra a covid-19. O ato ocorreu durante a cerimônia de posse do novo ministro do Turismo, Gilson Machado, no Palácio do Planalto.
“Tão logo tenhamos uma vacina certificada pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], ela estará a disposição de todos no Brasil, de forma gratuita e voluntária”, disse Bolsonaro. A MP deve ser publicada ainda nesta quinta-feira em edição extra do Diário Oficial da União.
Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que o valor cobrirá as despesas com a compra das doses de vacina, seringas, agulhas, logística, comunicação e todas as despesas que sejam necessárias para vacinar a população. O montante, ainda segundo a pasta, não é destinado a nenhuma vacina específica e poderá ser utilizado conforme o planejamento e as necessidades do Ministério da Saúde.
“A medida permitirá que as autoridades de saúde brasileiras fiquem em condições de adquirir as primeiras vacinas que tenham o seu uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que apresentem possibilidade de rápida disponibilização à população brasileira”, diz a nota.
De acordo com o governo federal, o valor será financiado com o uso de superávit financeiro de exercícios anteriores e, como se trata de um crédito extraordinário, ele não depende da aprovação da Lei Orçamentária de 2021. “Embora a medida em tela seja enviada ao Legislativo para posterior confirmação, os recursos já ficarão disponíveis imediatamente e poderão ser utilizados desde já pelo Ministério da Saúde. A medida é mais uma das ações empreendidas pelo governo federal visando diminuir os graves impactos econômicos pela pandemia do covid-19”, explicou a Secretaria-Geral.
De acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19, apresentado esta semana pelo Ministério da Saúde, o governo federal já disponibilizou R$ 1,9 bilhão de encomenda tecnológica associada à aquisição de 100,4 milhões de doses de vacina pela AstraZeneca/Fiocruz e R$ 2,5 bilhões para adesão ao Consórcio Covax Facitity, associado à aquisição de 42 milhões de doses de vacinas.
Além disso, há outros R$ 177,6 milhões para custeio e investimento na Rede de Frio, na modernização dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs), no fortalecimento e ampliação da vigilância de síndromes respiratórias. Também outros R$ 62 milhões foram investidos para aquisição de mais 300 milhões de seringas e agulhas.
Instituição financeira cresce 441% de valor; se consolida como banco de fomento; e, torna-se uma aliada no enfrentamento ao novo coronavírus
Há quase dois anos, o Banco de Brasília (BRB) constrói uma nova história, que já reflete no mercado financeiro. Em 2020, a instituição passou a valer R$ 6,5 bilhões – o que representa um crescimento de 441% em relação ao início de 2019.
O cenário superpositivo é resultado de um forte reposicionamento estratégico, seguido da revisão de taxas, reaproximação dos clientes além das novas parcerias com o setor produtivo.
O reposicionamento no mercado financeiro foi acompanhado pela forte presença social. O Banco de Brasília foi um dos principais parceiros do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento da crise provocada pela Covid-19, operando uma série de benefícios que foram oferecidos a mais de 135 mil famílias em todo o DF.
O banco fez ainda mais: disponibilizou um ambiente tecnológico para adesões e credenciamentos do plano de saúde do servidor, liberou inúmeras linhas de crédito e comandou ações durante a pandemia do novo coronavírus.
O BrB também passou a administrar um dos pontos turísticos mais famosos da cidade: a praça da Torre de TV, incluindo a própria torre, as fontes e a feira de artesanato.
“A parceria estratégica com o Flamengo foi um passo importante para o BRB diversificar seus negócios e aumentar sua base de clientes”, disse o presidente do BRB
Menos de um mês depois de ter entrado em operação, o NaçãoBRBFlamengo – banco digital lançado pela instituição na parceria inovadora com o Flamengo – chegou à marca de 25 mil contas abertas. O aplicativo foi lançado oficialmente em 24 de julho apenas para sócios-torcedores do clube carioca e convidados.
Em 9 de agosto, foi a vez do público em geral. Até este mês, a marca de 78 mil contas abertas já havia sido batida, virando case bancário de sucesso no mercado.
“A parceria estratégica com o Flamengo foi um passo importante para o BRB diversificar seus negócios e aumentar sua base de clientes. O acordo inovador no mercado faz parte do planejamento estratégico de expansão do banco para todo o território nacional. Tudo sem deixar de lado o papel de banco público, protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano do DF”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
O BRB também adotou uma série de medidas de fortalecimento da instituição, o que também refletiu na valorização do banco. Aumentou a capacidade de geração de crédito, passou a ofertar novos produtos e serviços, tornou-se referência em financiamento imobiliário na capital e na estruturação de projetos inovadores, além da expansão regional e execução de políticas de desenvolvimento.
“Alcançamos a meta de aumentar o valor do mercado mais rápido do que esperávamos. Estamos trabalhando para que o BRB tenha outro tamanho e porte. Ficamos contentes com esse resultado, mas ainda temos muitos desafios pela frente, como reforma e modernização das nossas agências e da experiência dos nossos clientes”, adianta o presidente ao falar sobre os objetivos para 2021.
Os resultados do banco, apresentados em meio às adversidades da pandemia, são motivo de comemoração. “Estamos felizes em ver que o BRB está, finalmente, se tornando uma instituição de fomento e financiamento do progresso de toda a região. Saímos das páginas policiais para ganhar um espaço de prestígio e respeito do mercado financeiro”, avalia o governador Ibaneis Rocha.
Crédito ajuda empresas a enfrentar a crise
Com o intuito de amenizar os impactos financeiros provocados pela pandemia do novo coronavírus na vida dos moradores da capital, o Banco de Brasília liberou crédito para apoiar empresas, lançou pacote emergencial para clientes no exterior que estavam impossibilitados de retornar ao Brasil, ampliou o acesso à linha de crédito para os setores de turismo, cultura, e outros setores, além de oferecer benefícios para pagamentos do crédito imobiliário e demais operações parceladas.
As ações foram tomadas pelo programa Supera-DF. Previsto inicialmente para liberar R$ 1 bilhão e durar 90 dias, o programa movimentou R$ 4 bilhões e atendeu mais de 8,5 mil empresas e 36 mil clientes.
A movimentação, quatro vezes maior do que a programada, se deu pelos novos contratos ou de repactuação, ou seja, suspensão do pagamento de empréstimos anteriormente contratados, e adimplentes até 18 de março, por até 180 dias.
Com seu instituto, entidade sem fins lucrativos, o BRB também doou R$ 7,5 milhões para o Supera-DF. Com o valor, a instituição adquiriu 150 bombas de infusão e 150 monitores para equipar as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no DF, além de doar 18 mil equipamentos de infusão (espécie de mangueirinhas ligadas às bombas e inseridas nos pacientes).
“Para combater o coronavírus trabalhamos em várias frentes. Cuidamos na saúde dos nossos empregados e clientes, criamos o teletrabalho, evoluímos para uma revisão completa dos protocolos de limpeza das agências e orientações para o uso dos canais digitais”, lembra Paulo Henrique Costa. “Também entendemos que era preciso estar junto da população, arrecadamos recursos e fazendo doações, como a de máscaras e equipamentos”, comenta.
Presença forte em programas sociais
Assim que as aulas presenciais foram suspensas, o governo transformou o Cartão Material Escolar no Cartão Alimentação Escolar, concedendo às famílias de crianças dos ensinos Fundamental e Médio e beneficiárias do Bolsa Família recursos para que eles pudessem ter alimentos. Para aqueles que não eram cadastrados em programas do poder Executivo local, foi lançado o Renda Emergencial. O valor de R$ 408 serviu para suprir as necessidades básicas dessas pessoas.
BRB e Secretaria de Saúde firmaram parceria para continuar distribuindo os medicamentos na pandemia | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde
Também foi criado o programa Pão e Leite – cartão com valor da cesta básica e mais uma quantia para o café da manhã diário – e o da Farmácia de Alto Custo, distribuindo os medicamentos a quem precisava com uma central de atendimento. Dessa forma, idosos e pacientes crônicos não precisaram se deslocar num momento de tantas incertezas, se expondo a Covid-19. O BRB participou ativamente dos projetos em parceria com as secretarias. No caso dos cartões sociais, atuou como agente financeiro.
“Os programas beneficiaram cerca de 135 mil famílias no DF e creditaram cerca de R$ 159 milhões aos beneficiários. Foram importantes ações tomadas pelo GDF, e que tiveram impacto na vida de tantas pessoas, e que o BRB pode colaborar”, relembra Paulo Henrique Costa. Na Farmácia de Alto Custo, a instituição foi responsável pela operacionalização da entrega dos medicamentos.
Um banco para valorizar a cidade
A Torre de TV passou por uma reforma e é, agora, gerenciado pelo BRB | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília
Além de ser um símbolo turístico de Brasília, a Torre de TV sempre esteve presente na rotina da população como um destino recomendado para programas de família, principalmente nos fins de semana. A visitação ao famoso mirante do local esteve suspensa nos últimos três anos, mas desde outubro voltou a fazer parte do cronograma dos visitantes e turistas, beneficiando todo o complexo ao redor do cartão-postal.
O local passou por uma reforma e, agora, é gerenciado pelo BRB. A visitação é gratuita e ocorre de quinta-feira a domingo, das 12h às 18h. “Recentemente, assumimos outros papéis, como a recuperação de acervos e instalações públicas. Queremos, de fato, estar presentes na vida dos brasilienses, valorizar a nossa cidade”, comenta o presidente.
Servidores
O Banco de Brasília também reforçou seu quadro de servidores efetivos com a realização de concurso público. Em janeiro deste ano, foram chamados 41 aprovados, sendo 20 escriturários, 12 analistas de Tecnologia da Informação (TI), oito advogados e um engenheiro de trabalho. No mês seguinte, mais 50 servidores foram convocados. A terceira turma de selecionados, com 53 pessoas, foi notificada em agosto – atingindo todas as vagas previstas no edital.
“Enquanto a maioria dos certames foi suspensa, continuamos chamando as pessoas e cumprimos o nosso compromisso. Eu sou concursado e sei o que significa a satisfação de receber esse tipo de notícia”, comenta Paulo Henrique Costa, responsável pela instituição financeira da capital.
Presidente da Câmara Legislativa, Rafael Pudente (Foto: Figueiredo/CLDF)
Presidente da CLDF, Rafael Prudente observa que a economia é fruto da redução de despesas em vários setores. “Houve uma economia de 75% nas verbas indenizatórias. Da contenção de gastos com publicidade, economizamos R$ 12 milhões, e no plano de saúde dos servidores, outros R$ 3 milhões”
Sem que a produtividade do Poder Legislativo do Distrito Federal, ao longo de 2020, fosse reduzida, a Câmara Legislativa devolverá mais R$ 60 milhões ao Poder Executivo. O Ato da Mesa Diretora nº 138/2020, assinado nesta quarta-feira (16), autoriza o cancelamento deste valor do seu orçamento anual. O montante se somará a outros R$ 10,4 milhões transferidos anteriormente. E, ainda, há previsão de uma nova devolução até o final do ano. Tomando o biênio 2019-2020, a CLDF já devolveu um total de R$ 127,4 milhões.
“Ao assumir a Mesa Diretora, recebemos a missão de dar transparência às atividades parlamentares e reduzir os custos do Legislativo, e nós fizemos isso. Agora, na próxima gestão, continuaremos o mesmo processo. A Câmara Legislativa vai votar mais, decidir mais e economizar mais”, afirmou o presidente da Casa, deputado Rafael Prudente (MDB), avaliando a medida de economia aos cofres públicos.
Prudente observou que a decisão é resultado da redução de despesas em vários setores. “Houve uma economia de 75% nas verbas indenizatórias. Da contenção de gastos com publicidade, economizamos R$ 12 milhões, e no plano de saúde dos servidores, outros R$ 3 milhões”, listou. Também foi registrada queda nas despesas com pessoal, conservação da sede da CLDF e serviços gerais, entre outras.
O ato da Mesa Diretora – que será publicado nesta quinta-feira (17) no Diário da Câmara Legislativa – traz a terceira transferência da CLDF ao Poder Executivo neste ano. A primeira, em de 30 de junho, no valor de R$ 6,2 milhões, foi realizada por ocasião da aprovação de proposta que garantiu o benefício emergencial a trabalhadores do setor de transporte. Depois, em 15 de setembro, houve a devolução de outros R$ 4,2 milhões.
Em 24 horas foram recolhidas 96 toneladas de entulho só em Ceilândia. Reforço na limpeza das cidades é uma das ações preventivas contra a dengue
Uma limpeza cuidadosa por todos os cantos do Distrito Federal e o combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, estão na lista das principais tarefas do GDF Presente. Nesta semana, as cidades de Ceilândia, cidade mais populosa do DF, e de Sobradinho receberam os serviços do programa, que tem caráter preventivo e educativo.
Uma equipe da Administração Regional de Ceilândia se somou aos trabalhadores do programa em um mutirão de limpeza em áreas e terrenos públicos da cidade. São prioridade o recolhimento de entulhos e a retirada de objetos que acumulam água, potenciais criadouros do mosquito, além do combate a insetos peçonhentos como escorpiões e roedores.
“Infelizmente, nesta época do ano, as pessoas tendem a descartar esses inservíveis de forma incorreta. Então, estamos tomando uma importante medida contra a dengue”Marcelo Piauí, administrador de Ceilândia
Somente em um dia, cerca de 96 toneladas de lixo e inservíveis foram retiradas das ruas da região administrativa. Objetos como pneus, móveis e utensílios domésticos em desuso, resto de obras e embalagens plásticas compunham a maior parte do lixo retirado. Terrenos da QNM 27, em Ceilândia Norte, da Área Especial da QNP 11, e a Via P2, no Setor P Norte foram os alvos.
“Infelizmente, nesta época do ano, as pessoas tendem a descartar esses inservíveis de forma incorreta. Então, estamos tomando uma importante medida contra a dengue”, aponta o administrador regional de Ceilândia, Marcelo Piauí.
Quantidade de entulho em Ceilândia dá uma ideia do trabalho encarado pelas equipes do GDF | Foto: GDF Presente
A moradora do P Norte, Irany de Souza, 41 anos, compartilha da mesma opinião. Lembra que o Natal é um momento em que muitas pessoas trocam os móveis de suas casas por novos. Mas o descarte, infelizmente, é feito em qualquer canto.
“Quando deixamos os sofás, televisões e armários em algum terreno esse material vai atrair sujeira e doenças como a dengue. Tem gente que larga na esquina de casa. A responsabilidade é de cada morador”, alerta a ceilandense.
Paradas de Sobradinho
Em Sobradinho, a ação é mais direcionada. As paradas de ônibus da cidade, em especial o teto desses abrigos, estão sendo limpos. Uma grande quantidade de água também é retirada das estruturas. Trata-se de demanda da administração regional, que alertou para o fato de que os locais se tornaram propícios para a reprodução do mosquito.
Cume das paradas de ônibus costuma acumular muita água neste período do ano | Foto: GDF Presente
Vinte e duas lajes de paradas de ônibus nas quadras 2,4,6,8 11 e 12, situadas na Rua 1 da região administrativa, já foram completamente limpas. Na Quadra 11/13, por sinal, uma grande “piscina” se formou no teto do abrigo. Para completar, as equipes desobstruíram de canaletas e tubulações de escoamento de água.
Segundo o administrador de Sobradinho, Eufrásio da Silva, a estrutura das paradas não ajuda. “São abrigos muito antigos, onde o escoamento da água não acontece como deveria. E ainda há a queda de muitas folhas no teto das paradas. A água se acumula, o que é perigoso para a propagação do Aedes aegypti”, explica.
“Por se tratar de um lugar com grande circulação de pessoas, são importantíssimas essas medidas de prevenção”, complementa Eufrásio, para quem a estimativa é de que três mil pessoas usam o transporte coletivo, diariamente, em Sobradinho.
A equipe está aparelhada com um caminhão-pipa e um caminhão-toco, usado para recolhimento da sujeira. A limpeza geral segue até o final desta semana.
O Polo Norte do GDF Presente também efetuou a retirada de dois caminhões de entulho em Sobradinho, em frente ao Condomínio RK. A equipe do programa também iniciou o patrolamento da rodovia DF-330, localizada no bairro Nova Colina.
Unidade já possui o primeiro nível de acreditação da ONA, passa por nova avaliação e resultado pode elevar nível de excelência
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), que faz parte da rede pública, vai receber o resultado de avaliação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nesta quinta-feira (17). O anúncio será feito durante o Prêmio da Qualidade HCB – evento que reconhece e estimula a adesão dos funcionários às boas práticas hospitalares. O resultado é fruto de processo de certificação realizado em novembro e reforça o compromisso da Instituição de promover um serviço com qualidade e segurança.
O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, afirma que está feliz em anunciar esse reconhecimento a uma instituição que faz parte da rede pública de saúde. “Tive a honra de renovar o contrato da Hospital da Criança com a SES, no ano passado, por determinação do governador Ibaneis Rocha, porque sempre acreditamos na excelência dos serviços realizados e na perfeita sintonia com a proposta do governo de bem servir a população do Distrito Federal, principalmente às crianças que demandam maiores cuidados na recuperação da saúde”.
A acreditação conferida pela ONA a serviços de saúde se divide em três classificações. O nível “Acreditado” significa que todos os processos da instituição atendem ao princípio de segurança. Já o nível “Acreditado Pleno” é o reconhecimento de que a instituição mantém as características do nível anterior e conta com sistema focado na gestão integrada. E o nível “Acreditado com Excelência”, que avalia que os serviços atingem padrões elevados de segurança, qualidade e gestão integrada, além de considerar que a cultura organizacional busca a melhora contínua.
O HCB possui, desde 2018, o certificado de Acreditado, sendo o primeiro hospital público do Distrito Federal e primeiro hospital pediátrico da região Centro-Oeste a alcançar esta classificação. O processo de avaliação é contínuo e as visitas para avaliação são periódicas, com objetivo de verificar se as instituições mantiveram seus processos em conformidade, evoluíram ou até mesmo deixaram de cumprir os requisitos necessários para manter a credibilidade.
Para o superintendente executivo do HCB, Renilson Rehem, a certificação é mais um passo na melhoria constante da Instituição. “O importante não é o reconhecimento: o que queremos é que o Hospital mantenha a qualidade na assistência, com bom ambiente de trabalho e bons resultados. Isso não vem de um processo de dois dias, é para sempre – a acreditação nos motiva a sempre melhorar”, afirma.
Segundo a diretora de Estratégia e Inovação do HCB, Erika Bomer, uma família que traz uma criança para tratamento em um hospital Acreditado “pode esperar um serviço que se preocupa com o bem-estar e segurança do paciente, constantemente buscando a melhoria”. Bomer explica que a certificação da ONA se refere a todos os processos realizados pelo Hospital – e que nem sempre são vistos pelos usuários.
“É claro que a qualidade é percebida no atendimento e na melhoria que se tem durante o tratamento, mas há um trabalho muito grande por trás disso, uma estrutura de gestão organizada, que preza pela transparência e eficácia. É essa estrutura que oferece ao paciente segurança e qualidade”, afirma a diretora.
A acreditação não é o único selo de qualidade do Hospital da Criança de Brasília. Em 2020, o HCB recebeu o Certificado de Qualidade do Ambiente de Trabalho. Conferida pela Fundação Instituto de Administração (FIA), a certificação foi baseada nos resultados obtidos em pesquisa de experiência do funcionário e reconhece o esforço da gestão em promover um ambiente profissional harmonioso e agradável para sua equipe.
A família deve demonstrar aptidão técnica para o desenvolvimento das atividades pedagógicas ou contratar profissionais capacitados, de acordo com as exigências da Secretaria de Educação | Foto: Renato Alves / Agência Brasília
Texto foi assinado pelo governador e entra em vigor em 45 dias após publicação no Diário Oficial do Distrito Federal
O governador Ibaneis Rocha sancionou, nesta quarta-feira (16), a lei que regulariza a educação domiciliar no Distrito Federal. A norma – de autoria do poder Executivo local e dos deputados distritais Eduardo Pedrosa, João Cardoso, Júlia Lucy e Rodrigo Delmasso – estabelece que a opção pela metodologia é exclusiva dos pais ou responsáveis pelo estudante. Será necessário registro direto na Secretaria de Educação, entidade de apoio à Educação Domiciliar (EAED) ou em instituição privada de ensino que esteja em regular funcionamento .
A lei passa a vigorar em 45 dias e o poder Executivo local tem 90 dias para regulamentar a aplicação dela. Segundo o texto, a educação domiciliar visa o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes, além de seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. “É uma alternativa de estudo, com qualidade e comprometimento. No início, como tudo que é novo, vamos passar por um processo de adaptação”, comenta o chefe do poder Executivo local, Ibaneis Rocha.
Na avaliação do secretário de Educação, Leandro Cruz, devido a pandemia do novo coronavírus, a educação enfrenta desafios. “O ensino domiciliar é mais uma possibilidade nessa resposta à crise. Agora não podemos perder de vista o papel essencial da escola, do professor, da convivência com outras crianças, da socialização e do compartilhamento de vivências e aprendizados”, reforça.
O deputado João Cardoso explica que o modelo de educação em casa é adotado por mais de 200 famílias na capital. “Eu e minha esposa somos professores e meus oito filhos foram educados em escolas públicas, mas quando esses pais me procuraram fiquei admirado com o amor que eles têm pela educação de seus filhos. Agora, temos educação pública, privada e a domiciliar”, destaca.
Para a deputada Júlia Lucy, as medidas que o GDF têm adotado na área da educação são corajosas. “O governador Ibaneis Rocha está entrando para a história. Tenho acompanhado de perto a gestão compartilhada nas escolas, por exemplo, e os resultados são extremamente positivos. No momento certo, o projeto de educação domiciliar foi acolhido pelo governo local”, comemorou a parlamentar.
Entenda
A família deve demonstrar aptidão técnica para o desenvolvimento das atividades pedagógicas ou contratar profissionais capacitados, de acordo com as exigências da Secretaria de Educação. Posteriormente, os alunos serão supervisionados pelo conselho tutelar e participarão – periodicamente – de avaliações, além de receberem diploma de conclusão da fase em que estiverem.
Os estudantes cadastrados no órgão terão todos os direitos relativos aos serviços públicos de educação, o passe livre estudantil no serviço de transporte público, documento de identificação que sirva como instrumento de comprovação de regularidade escolar, entre outros. Além de realizar o cadastro das famílias que optarem por essa modalidade de ensino, a Secretaria de Educação também deve disponibilizar serviço de consultoria digital ou presencial aos pais ou responsáveis para esclarecer dúvidas quanto aos conteúdos programáticos e outras atividades de aprendizagem.
Jonatas Dias, 36 anos, é diretor parlamentar da Associação de Famílias Educadoras do DF e pai de três filhos. Desde 2019, as crianças estudam em casa. “Ninguém conhece tanto os próprios alunos como seus pais. Nossos estudantes são os nossos filhos. Sabemos quais as potencialidades que eles têm e podemos colocar foco nas principais habilidades. Também há uma grande liberdade e flexibilidade de ensino”, afirma.
“O Distrito Federal sai na frente ao sancionar esta lei. Não somos contra a escola, sabemos que não é uma opção para todos. A maioria das pessoas que adotam esse sistema, um dos pais precisa abrir mão de trabalhar para se dedicar integralmente aos filhos. Agora temos esse direito reconhecido, temos segurança jurídica”, comemora Jonatas.
Casos de ansiedade e depressão aumentam nesta temporada
Dezembro chegou e com ele vêm também as reflexões e balanços sobre as ações realizadas e ocorridas durante todo o ano. É quase que um processo natural, utilizar o último mês de uma temporada para fechar um ciclo e pensar no próximo. Contudo, especialistas ressaltam a importância de se atentar ao período para não desenvolver a “Síndrome do Fim do Ano” ou “dezembrite”, fenômeno atribuído ao aumento dos casos de ansiedade e depressão e, por consequência, problemas relacionados ao coração.
Uma pesquisa feita pela International Stress Management Association Brasil (ISMA-BR), revelou que 80% da população consultada teve um nível de estresse maior no final do ano. A pesquisa analisou homens e mulheres de 25 a 55 anos e mostrou que, enquanto o “espírito festivo” das confraternizações, seja com a família ou com os colegas de trabalho, deixa uma parte da população mais feliz, outra parte é tomada por sentimentos como angústia, ansiedade, tristeza e melancolia.
Para o cardiologista eletrofisiologista do corpo clínico do ICTCor, Henrique Maia, o responsável por isso é o hormônio que estes sentimentos liberam no organismo. “Estados emocionais como esses liberam cortisol no sangue. Níveis elevados deste hormônio causam aumento da frequência cardíaca e do nível de açúcar no sangue, diminuição da produção de insulina e constrição dos vasos sanguíneos. Isso pode trazer problemas como diabetes, hipertensão, infarto e derrames”, explica.
O médico reforça ainda que as emoções do ser humano precisam de cuidados e, por este motivo, é importante também manter a saúde mental e emocional em dia.
“Os pacientes reagem às doenças cardíacas de formas diferentes. É comum que apareçam mecanismos de defesa como negação, descontentamento ou agressividade. O acompanhamento psicológico é de grande ajuda, tanto no processo de aceitação do problema de saúde, tanto na melhora da adesão ao tratamento, que nem sempre é simples”, pontua.
Por que a “dezembrite” acontece?
Atipicamente, o ano de 2020 fez com que os sentimentos, de modo geral, ficassem à flor da pele. O ano marcado pela pandemia causada pelo novo coronavírus e cheio de mudanças e incertezas, foi também o responsável por trazer as emoções de forma mais acelerada e descontrolada. Para a psicóloga do corpo clínico do ICTCor, Marianna Cruz, a explicação para algumas pessoas terem reações tão negativas em um período que, para a maioria, traz sentimentos alegres e esperançosos, se dá pelo simbolismo de fechamento de ciclo, que traz reflexões do desempenho e aproveitamento que cada pessoa fez do seu tempo e de sua satisfação em seus relacionamentos interpessoais.
“Se a pessoa não viveu dentro de seu propósito de realizações, é comum que ela entre em um ciclo de autocobrança intensa. A autocobrança gera insatisfação, o que provoca prejuízo na autoconfiança e autoestima das pessoas. Esse processo costuma acontecer também em vésperas de aniversário”, relata a especialista.
Marianna recomenda o desenvolvimento de uma postura mais respeitosa e compreensiva consigo mesmo. “É importante entender que a autocobrança não é uma qualidade. Pelo gasto de energia emocional, ela prejudica a disponibilidade para realizar mudanças em aspectos que não nos agrada e, principalmente, impede que tenhamos clareza mental para reconhecer o que temos de bom, nossas potencialidades, qualidades e conquistas”, afirma a psicóloga.
Respeitar suas próprias limitações é fundamental para que a auto análise seja menos agressiva ou negativa. Mas cultivar hábitos de autocuidado, em diversos aspectos do ser humano é essencial nesse processo de fortalecimento emocional. Contudo, a pessoa precisa compreender que ter uma ajuda profissional pode vir a ser necessária, principalmente em casos em que a pessoa não consegue ter esta autogestão sozinha.
“Passar por momentos emocionalmente difíceis pode agravar bastante quadros de doenças cardíacas, mesmo naqueles pacientes que mantêm hábitos saudáveis. Sendo assim, é fundamental que as pessoas também busquem e invistam em seu desenvolvimento pessoal, o que engloba, a satisfação em seus relacionamentos interpessoais, autoconhecimento, autoestima, e a melhoria da administração das suas emoções. Por isso, principalmente neste momento em que vivemos de pandemia, a psicoterapia é extremamente indicada”, destaca Marianna.
A segurança residencial é uma preocupação constante dos moradores das grandes cidades brasileiras. Devido aos crescentes índices de arrombamentos de casas e condomínios, principalmente no período de férias, os gastos com dispositivos de segurança tendem a aumentar. No Distrito Federal, segundo as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), em abril de 2020, os roubos a residências apresentaram o maior índice de casos do primeiro quadrimestre do ano. Foram 59 ocorrências registradas.
Para a equipe de segurança do Estado, os criminosos observam e estudam a rotinas dos moradores antes de executar o crime. Nesse sentido, a automação residencial e/ou em edificações auxilia com mecanismos para dificultar essa percepção para as más intenções, conforme explica o diretor da Seype Engenharia, Júlio Seype.
“A automação atua junto a várias vertentes: conforto, praticidade, segurança, entre outras. Com automação é possível, por exemplo, realizar programações para simular presença de pessoas, mesmo na ausência. Utilizar sensores em portas e janelas para identificar presenças de movimento. também pode-se fazer funcionar iluminação, ligar som, TV, tudo como se a edificação estivesse ocupada. Além disso, é possível integrar o sistema de alarme à automação para o caso de ter uma residência invadida”, detalha o engenheiro.
O mercado de segurança residencial conta com diversas oportunidades de serviços para melhor atender a quem procura utilizar a tecnologia. Segundo a Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial – AURESIDE, o setor cresce, uma média, de 10% ao ano e as empresas de automação residencial estão cada dia mais completas, com soluções que trabalham todos os princípios da tecnologia.
Ainda segundo Júlio, outro ponto forte do serviço é atribuído ao conforto e praticidade no dia a dia. Ele defende que a automação residencial é uma nova vertente da engenharia civil onde a tecnologia é utilizada para facilitar o dia a dia e as tarefas que uma pessoa faz em sua rotina e torná-las automáticas.
Como inserir a automação em uma edificação?
O especialista Júlio Seype, ressalta que o projeto de automação pode ser feito de duas maneiras: a primeira delas é incorporar os aparelhos necessários na casa durante o período de construção. A outra é converter uma casa já pronta. Para o especialista, a automação residencial é essencial na economia de energia, na praticidade e também na valorização dos imóveis.
“A integração entre os diversos dispositivos que temos hoje como celular, relógios inteligentes, assistentes de voz já nos permite uma maior comodidade. A automação residencial é tudo isso e um pouco mais. Ao agregar essa tecnologia em casa ainda é possível realizar a redução de consumo de energia. Caminhamos para um futuro em que será difícil ter um lar sem automação. Essa já é uma realidade dos prédios corporativos. Esse é o caminho”, finaliza o engenheiro.
O relator da proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2021 (PLN 9/2020), senador Irajá (PSD/TO), acatou emenda que possibilita ampliação de batalhões da Polícia Militar no Distrito Federal. Além da PM, o texto também abrange aumento de quartéis e delegacias do Corpo de Bombeiros e Polícia Civil, respectivamente.
Ao todo, a emenda, de autoria do deputado federal Luis Miranda (DEM/DF), indica um número de 50 projetos para a área de segurança pública. Isso significa que seria um orçamento para reforma ou até ampliação em batalhões da PM, Corpo de Bombeiros, delegacias, além dos equipamentos.
“Nós acrescentamos algo que não estava disponível para a área de segurança pública. Não iríamos ter condições de ampliar batalhões de polícia no ano de 2021”, destaca o deputado. Segundo ele, no texto da PLDO não havia essa indicação de obras. Ele então, encaminhou uma “emenda de meta”, que serve para indicar uma meta específica dentro do orçamento.
Atualmente, a população do DF conta com 38 delegacias de polícia (DPs), além de 8 delegacias especializadas; 43 batalhões da Polícia Militar e de Trânsito e 28 quarteis do Corpo de Bombeiros do DF.
Ressalta-se que muitas unidades precisam de reformas urgentes. Poucos dias atrás, o Governo do DF reinaugurou a 17ª Delegacia de Polícia Civil, em Taguatinga. Foram investidos mais de R$ 3 milhões na reformulação completa da unidade, construída há 38 anos. Muito tempo.
Diretores, presidentes de sindicatos, empresários e colaboradores celebraram o aniversário de 50 anos da Fecomércio-DF em almoço realizado nesta quarta-feira (16), na sede do Sesc, em Ceilândia. Durante a cerimônia, o presidente da Federação, Francisco Maia, destacou algumas novidades para o Sistema Comércio da capital do País: foi assinado um documento de aquisição da nova sede do Senac, na Asa Norte, e anunciada a construção de uma nova sede do Sesc, no Lago Sul, próximo à ponte JK – será construído um polo de lazer, cultura, educação e saúde, com inauguração prevista para o dia 5 de dezembro de 2021.
A nova sede do Senac terá mais espaço, mais vagas e um ambiente muito mais moderno. As instalações possuem alto padrão. Ainda durante a cerimônia de aniversário da Federação, Francisco Maia lembrou do fundador da entidade, Newton Rossi, e da sua paixão por Brasília. Ele também agradeceu ao empenho dos funcionários e destacou o trabalho realizado por sua gestão, que teve início em 2019, com grandes realizações, dando protagonismo aos sindicatos filiados e associados à Federação, com muito mais espaço nas tomadas de decisões e nas estruturas do Sesc e do Senac.
“Os anos passam e cada um deles deve ser celebrado e festejado pelos ensinamentos. Estamos completando 50 anos de conquistas com a Fecomércio. Os filhos da federação: Sesc e Senac também estão em festa neste dia. Já foram meio século de belas histórias para contar”, destacou Francisco Maia. Sobre Newton Rossi, ele contou um pouco da história de como conheceu o fundador da Federação do Comércio e de suas conquistas como um apaixonado por Brasília. “Conheci Newton Rossi quando trabalhava no Correio Braziliense. Quando sai de lá, ele me acolheu na Federação, onde tive o prazer de poder trabalhar com ele”, destacou.
“Rossi chegou a Brasília no final da década de 1950, se empenhou na construção da cidade e alguns anos depois, em 1970, inaugurou a Federação, que surgia com apenas cinco sindicatos. Hoje temos 28, que representam diretamente o comércio, os serviços e o turismo. 50 anos se passaram e todos nós carregamos esse espírito empreendedor de Newton Rossi”, ressaltou Francisco Maia.
O presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, enviou um vídeo, que foi apresentado para todos os presentes. Ele elogiou o trabalho realizado pela Federação em todo o Distrito Federal e parabenizou a entidade pelo seu aniversário. “Meio século de desenvolvimento econômico no DF. São 50 anos procurando minimizar a desigualdade social e elevar o padrão educacional da população. Gostaria de louvar a gestão e administração do presidente Francisco Maia. Ele fez uma revolução em pouco tempo de gestão e tem sido um grande exemplo de sucesso e de trabalho honesto”, salientou Tadros.
O diretor regional do Sesc-DF, Marco Tulio Chaparro, e o diretor regional do Senac-DF, Antonio Tadeu Peron, também estiveram presentes e falaram sobre o trabalho realizado pelas duas instituições. Marco Tulio destacou números do Sesc durante 2020, ano em que a entidade trabalhou incansavelmente para atender a sociedade brasiliense. “Hoje temos mais de 250 mil pessoas com credencial do Sesc. Estamos trabalhando como nunca: só esse ano foram mais de 40 mil atendimentos médicos; 1,7 mil exames; 3 mil consultas psicológicas; 335 lives e 87 mil cestas básicas arrecadadas. Ano que vem vamos ampliar ainda mais”, disse Marco Tulio. Sobre o Senac, Antonio Tadeu Peron falou da capacidade da equipe e de novos desafios para 2021. “O Senac teve muitas novidades neste ano, uma delas foi a chegada de uma nova equipe na área de educação. Também teremos ainda a inauguração da nova Faculdade Senac, mais moderna e acessível. É um trabalho do fruto da administração do Francisco Maia”, disse.