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Procura por teleconsulta nas UPAs cresce e já soma 21 mil atendimentos

Videochamada tem ampliado a cobertura, liberando as equipes para casos mais graves

Com o aumento de casos de gripe, tosse, febre e dor de garganta, cresce também a procura por atendimento nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF. Para reduzir a espera e dar mais rapidez ao atendimento, o Instituto de Gestão Estratégica  de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) tem ampliado o uso da teleconsulta para pacientes com quadros leves.

Na prática, pacientes sem sinais de urgência, classificados com pulseira verde, podem ser atendidos por vídeo dentro da própria unidade, com apoio da equipe de enfermagem. A medida agiliza a orientação médica e permite que os profissionais presenciais concentrem  esforços nos casos mais graves.

Todas as 13 UPAs do DF já contam com teleconsulta,  e quatro delas — Sobradinho, Ceilândia 1, Recanto das Emas e São Sebastião — têm o atendimento por vídeo chamada também em pediatria.

Desde a implantação, em maio de 2025, até o início deste mês, já foram prestados 21.467 atendimentos por teleconsulta nas UPAs do DF. Desse total, 364 foram pediátricos, cuja teleconsulta só começou no final de janeiro deste ano, evidenciando a ampliação progressiva do serviço também para o público infantil.

Como funciona a teleconsulta

Após a triagem e a classificação de risco, pacientes com menor gravidade podem optar pela teleconsulta. Antes do atendimento, é apresentado um termo de consentimento ao paciente ou responsável.

Em seguida, a pessoa é encaminhada para uma sala específica dentro da própria UPA, onde é realizada a consulta por vídeo com o médico. Durante todo o processo, a equipe de enfermagem permanece no local para dar suporte e auxiliar no encaminhamento, quando necessário.

O modelo tem se mostrado resolutivo. Já foram emitidas 12.614 prescrições de medicamentos, além de 6.569 solicitações de exames laboratoriais e 2.893 de exames de imagem por meio da teleconsulta.

“Com a teleconsulta, conseguimos dar mais agilidade aos casos de menor gravidade e garantir prioridade aos pacientes mais urgentes, com segurança e qualidade assistencial”

Cleber Monteiro, presidente do IgesDF

Apenas 12,1% dos atendimentos precisaram ser convertidos para consulta presencial, geralmente quando havia necessidade de exame físico, com retaguarda médica disponível na própria unidade.

Eficiência ampliada

“Ao direcionar os casos leves para um atendimento mais rápido, conseguimos liberar as equipes para focar nos pacientes com maior gravidade, tornando a assistência mais eficiente como um todo”, explica o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves.

As UPAs que somam maior volume de teleconsultas são as do Gama (4.877 atendimentos), Ceilândia II (4.724) e Vicente Pires (4.322). Entre os principais motivos da procura estão síndromes respiratórias, diarreia, gastroenterite e febre — quadros comuns de baixa gravidade, mas que aumentam a demanda nas unidades, especialmente em períodos de mudança de clima.

“A teleconsulta é uma estratégia importante para organizar o atendimento nas UPAs, especialmente em períodos de maior procura”, reforça o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. “Com ela, conseguimos dar mais agilidade aos casos de menor gravidade e garantir prioridade aos pacientes mais urgentes, com segurança e qualidade assistencial.”

Atendimento nas UPAs do DF

As UPAs funcionam 24 horas por dia e atendem casos de urgência e emergência de média complexidade. O acesso é feito por meio da classificação de risco, que define a prioridade conforme a gravidade do paciente, e não pela ordem de chegada.

Com a teleconsulta, parte dos casos leves passa a seguir um caminho mais rápido, o que ajuda a reduzir o tempo de espera e torna o atendimento mais eficiente para toda a população.

Barragem de Santa Maria volta a transbordar após quatro anos

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Reservatório atinge capacidade máxima e indica recuperação consistente do sistema de abastecimento

A Barragem de Santa Maria voltou a transbordar nesta semana, após quatro anos, e marca um momento positivo para a segurança hídrica do Distrito Federal. O transbordamento — quando o reservatório atinge sua capacidade máxima e o excedente de água ultrapassa o limite — não ocorria desde abril de 2022, e indica a recuperação consistente do manancial.

Localizada no Parque Nacional de Brasília, a barragem é um dos principais reservatórios do DF e se destaca pela alta qualidade da água. O retorno do transbordamento reflete não apenas o aumento dos níveis de armazenamento, mas também maior estabilidade no abastecimento para a população.

O resultado é fruto da combinação entre a recuperação dos volumes de chuva e as ações estruturantes adotadas pela Caesb nos últimos anos, como a integração dos sistemas de abastecimento, o aumento da capacidade de produção de água e a redução de perdas na distribuição.

Essas medidas permitiram preservar o reservatório e conduzi-lo novamente à condição de transbordamento. “Santa Maria funciona como o nosso cofrinho. É uma brincadeira que a gente faz, porque o deixamos bastante cheio. A água do reservatório de Santa Maria é muito clara, muito limpa. Ele está no meio do Parque Nacional, onde não há uso humano no entorno, o que ajuda a preservar o reservatório e aumentar a resiliência do Distrito Federal”, afirma o presidente da Caesb, Luis Antonio Reis.

Mesmo com volume expressivo — cerca de 61 bilhões de litros, equivalente a aproximadamente 25 mil piscinas olímpicas —, o Santa Maria possui uma bacia hidrográfica menor que a do Descoberto, o que torna sua recuperação naturalmente mais lenta. Ainda assim, o transbordamento demonstra a efetividade da gestão hídrica adotada no DF.

Caravana Nacional da Cooperação Judiciária sobre combate à litigância abusiva chega à 12ª edição em São Paulo

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O evento será realizado no dia 7 de maio, na Escola Paulista da Magistratura. O projeto da Revista Justiça & Cidadania visitará outras cidades em 2026

A Revista Justiça & Cidadania promove, com o apoio do Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde (Fonajus) e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), no dia 7 de maio, a 12ª edição da Caravana Nacional da Cooperação Judiciária, com início às 9h, na sede da Escola Paulista da Magistratura (EPM), em São Paulo. O evento contará com a participação, entre outras autoridades, do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux; do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques; do presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), desembargador Francisco Eduardo Loureiro; da corregedora-geral de Justiça do TJSP, desembargadora Silvia Rocha; do diretor da EPM, desembargador Ricardo Cunha Chimenti; e da juíza auxiliar da Vice-Presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Daniela Madeira, coordenadora acadêmica da Caravana.

Com duração prevista de quatro horas, o evento oferecerá certificado de participação aos inscritos, que poderá ser utilizado para fins de comprovação de atividades acadêmicas e complementares. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do link disponível ao final deste texto.

Sobre a Caravana

A Caravana é uma iniciativa voltada à sensibilização de magistrados, chefes de gabinete e assessores jurídicos que atuam nos diversos tribunais do país acerca dos efeitos negativos da litigância abusiva na sociedade. Com foco no Direito do Consumidor e nos setores mais afetados , instituições financeiras, operadoras de telecomunicações, planos de saúde e empresas aéreas , a proposta é discutir os desafios relacionados a essa prática, como a duração excessiva dos processos, os custos operacionais do Judiciário e os impactos na credibilidade do sistema de Justiça.

A Caravana retomou suas atividades em abril de 2026, com evento realizado em Salvador (BA), na sede do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia. Em 2025, o projeto percorreu dez capitais brasileiras — Belém (PA), Recife (PE), Curitiba (PR), Maceió (AL), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Vitória (ES), Manaus (AM), Florianópolis (SC) e Fortaleza (CE).

Para o presidente da Revista Justiça & Cidadania, Tiago Santos Salles, esta nova etapa dá continuidade e aprofunda o trabalho desenvolvido nas edições anteriores. “Ouvimos magistrados, operadores do Direito e representantes dos setores mais impactados pela litigância abusiva em diferentes regiões. Esse intercâmbio tem permitido identificar boas práticas e apontar caminhos possíveis para enfrentar o problema. A cada edição, buscamos ampliar esse espaço de diálogo e cooperação institucional, contribuindo para soluções mais eficientes na gestão das demandas abusivas e para o aprimoramento da prestação jurisdicional.”

Ao longo de 2026, a Caravana deverá passar por outras cidades do país, estimulando o intercâmbio de experiências e estratégias voltadas ao enfrentamento da litigância abusiva e ao aperfeiçoamento da atuação do Judiciário diante do uso indevido da máquina judiciária.

Outras informações

Também participam da programação a desembargadora Marcia Dalla Déa Barone, do TJSP, e o professor doutor de Direito Econômico Luciano Timm, também ex-secretário nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O painel de debate abordará o tema “Identificação e Monitoramento da Litigância Abusiva”. Para acompanhar as atualizações, siga as redes sociais da Revista Justiça & Cidadania.

Serviço

12ª Caravana Nacional da Cooperação Judiciária
Escola Paulista da Magistratura – Auditório Desembargador Geraldo Amaral Arruda – Térreo (Rua da Consolação, 1483, São Paulo-SP)
7 de maio, de 9h às 13h
Certificação: 4 horas de atividades complementares
Inscrições: https://lnk.bio/s/jc_revista/CaravanaSP_7maio

Quarta do Cidadão oferta serviços à população em situação de vulnerabilidade

Iniciativa da Defensoria Pública será das 8h às 14h, em frente à Biblioteca Nacional, na Esplanada dos Ministérios

Promovida pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), a 18ª edição da Quarta do Cidadão contemplará a população em situação de vulnerabilidade nesta quarta-feira (29), das 8h às 14h, em frente à Biblioteca Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Serão oferecidos serviços de saúde, assistência jurídica gratuita, exames de DNA, corte de cabelos, orientações bancárias e outros.

 A ação ocorre na última quarta-feira de cada mês e oferece diversos serviços. Embora o foco seja o público masculino, a Quarta do Cidadão é inclusiva e garante que outros grupos também sejam beneficiados pelas assistências prestadas. Desde a primeira edição, em agosto de 2024, a iniciativa já registrou mais de 10,2 mil atendimentos.

Para o Defensor Público-Geral, Reinaldo Rossano, a Quarta do Cidadão consolida um modelo de atuação que aproxima a Defensoria Pública da população, levando serviços essenciais diretamente a quem mais precisa. “A iniciativa fortalece o acesso à Justiça e reafirma o compromisso institucional com a promoção da cidadania e da dignidade”, defendeu.

“A cada edição, ampliamos o alcance da ação e fortalecemos a rede de parceiros, garantindo respostas concretas às demandas apresentadas”, ressalta a subdefensora pública-geral, Nathália Sant’Ana de Rosa, que coordena o projeto..

Veja, abaixo, os serviços oferecidos por meio das parcerias firmadas com a DPDF.

Defensoria Pública do DF
. Assistência jurídica
. Atendimento psicossocial
. Exames de DNA gratuitos

Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
. Serviços do Na Hora

Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)
. Vagas de emprego
. Cesta do Trabalhador
. Atendimento ao empregador
. CTPS Digital
. Inscrições e orientações para cursos ofertados pela secretaria
. Programa Prospera (microcrédito)
. Seguro-desemprego
. Orientação profissional

Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)
. Emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN)

Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
. Serviços socioassistenciais (Cras), com senhas limitadas.

Escola de Barbeiros Roberto Ramos
. Corte de cabelo
. Corte de barba

Caesb
. Distribuição de água potável para a população

Secretaria de Saúde (SES-DF)
. Vacinação: antitetânica-DT, hepatite B, tríplice viral, covid-19, febre amarela. Levar cartão de vacinação ou apresentar o aplicativo Meu SUS Digital

Instituto de Cultura, Cidadania e Desenvolvimento Social (Incide) – Projeto Visão para Todos
. Exames de vista

Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)
. Massagem relaxante
. Terapia para dor
. Massagem capilar

Secretaria de Turismo (Setur-DF)
. Emissão de carteiras do artesão e manualistas.

“Cultura pra Quê?” reúne 700 pessoas, 4 continentes e projeta futuros possíveis

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Debates, mostras e intervenções reuniram nomes do Brasil e do mundo em uma programação que reforça a cultura como espaço de pensamento crítico e transformação social

O Seminário Internacional “Cultura pra Quê? — Centros de arte, decolonialidade e futuros possíveis”, realizado pelo Sesc-DF, marcou a cena cultural do Distrito Federal ao abrir espaço para múltiplos olhares que reivindicam a cultura como prática de transformação social e caminho para um mundo mais democrático, plural e diverso.

“Foram quatro dias de intensa troca de conhecimento, reunindo importantes nomes do Brasil, do mundo e do Distrito Federal. É o Sesc reafirmando seu papel de democratizar o acesso ao saber e promover o compartilhamento de ideias como base para uma sociedade mais justa e igualitária. Esse é, fundamentalmente, o papel da cultura, e o Sesc é parceiro constante nessa caminhada”, afirma o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.

De 22 a 25 de abril, cerca de 700 pessoas participaram de debates, mostras audiovisuais, intervenções artísticas e exposições. Realizado no prédio onde funcionará o Sesc Cultural, na 511 Norte do Plano Piloto, o evento recebeu também mais de 160 estudantes de escolas públicas do DF e da Universidade de Brasília (UnB).

Foram 26 palestrantes da América Latina, África, Oriente Médio e Europa. Estiveram presentes nomes de referência do pensamento contemporâneo, como Ailton Krenak, Suely Rolnik, Rosane Borges, Leda Maria Martins, Verónica Gago, Olivier Marboeuf, Fatima El-Tayeb, Marco Baravalle, Ana Longoni entre outros. A curadoria foi assinada por Manuel Borja-Ville, o Manolo, ex-diretor do Museu Reina Sofia – o museu nacional de arte moderna e contemporânea da Espanha, em Madrid (2008-2023), e também do Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA) (1998-2007).

Os debates atravessaram temas como transformações sociais, políticas e subjetivas do capitalismo e resistências; corpo, território e memória; saberes e memórias vivas de povos diaspóricos e originários; decolonialidade e outros debates que contribuíram para refletir sobre como museus e centros culturais, historicamente atrelados a estruturas coloniais, podem se reinventar.

“Não podemos pensar a cultura para dividir a sociedade. A sociedade merece cultura e lazer, que são ferramentas de transformação social, caminho para um futuro mais justo e plural”, avalia o presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire.

Todos os debates realizados no seminário “Cultura pra Quê?” serão convertidos em artigos que darão origem à edição zero da revista do Sesc Cultural. Além disso, os debates e reflexões darão eixo à própria forma de gestão do espaço. A ideia é, a partir disso, fortalecer a democratização do acesso à arte e à cultura para todas as pessoas do DF, consolidando esse direito como instrumento de transformação social.

Coluna do Fluminense | Vitória, mas postura vergonhosa

POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense recebeu o lanterna do campeonato e com uma escalação equivocada de zubeldia.

Serna entrou em campo e como nas últimas partidas nada fez, a não ser atrapalhar as jogadas ofensivas.

Poderia ter entrado com Ganso num 4-4-2 que seria muito melhor.

O Fluminense levava perigo nas jogadas pelo lado direito com guga e Canóbio, mas os atacantes desperdiçavam as oportunidades criadas.

Foi um primeiro tempo de ataque contra defesa, mas o Fluminense não conseguiu transformar o domínio em gols.

Voltamos com Soteldo no lugar de Serna(ufa).

Na primeira jogada de Soteldo, falta perigosa contra a chapecoense.

Aos 7 minutos pênalti que Savarino converteu.

Com a vantagem no placar, erradamente o Fluminense recua e dá espaços pro adversário.(filme velho com final conhecido).

Administrar o jogo no nosso campo defensivo é mais que um erro básico no futebol, é burrice mesmo, mas nosso time insiste em errar.

A entrada de Soteldo no lugar de Serna deu mais opções de criação de jogadas ofensivas, mas é necessário mexer no meio (ganso/bernal), e no ataque (JK/castillo).

Ao invés de procurar matar o jogo, ao recuar o Fluminense permite que a chapecoense avance suas linhas e leve perigo.

O castigo não demorou e num lance que Bernal( que deveria ter saído no intervalo) não fez a falta tática, o meio abriu e o adversário acertou um chute de longa distância empatando a partida, aos 34 minutos.

Só aí zubeldia coloca JK, Alisson e Ganso, saindo Canobio, Hércules e Bernal.

No desespero, Soteldo faz grande jogada, toca para JK que faz 2×1.

Aos 46 minutos entra Ignácio, saindo Guga (machucado).

Somou 3 pontos, foi mais uma vitória, mas é vergonhoso que o time não aprenda algo básico no futebol: ao recuar você chama o adversário pro seu campo defensivo, e como nosso sistema defensivo não é nenhuma Brastemp, levar o gol é questão de tempo.

Além disso, os erros de finalização são imperdoáveis, pois é inadmissível que atacantes não saibam chutar e fazer gols, e o primeiro tempo foi exemplo disso, quando se desperdiçou inúmeras oportunidades.

Mas o mais grave é a mentalidade apequenada do time que parece não conhecer a grandiosidade do tamanho do Fluminense, que obrigatoriamente tem que entrar em campo SEMPRE prá vencer e convencer.

E esse problema não será resolvido pela diretoria composta de infiltrados entreguistas, mas por Zubeldia, pois é o emprego dele que está em jogo.

Seria bom que ex jogadores que conhecem a grandeza do Fluminense, inclusive ajudaram a construí-la como Felipe Melo, Fred, Gil, Marcelo e outros invadissem as laranjeiras e ensinassem a todos o que significa vestir a camisa tricolor.

Somamos mais 3 pontos, mas o time não demonstra em campo, nem a diretoria de infiltrados nos bastidores, que ACREDITAM poder disputar o título, parecendo acreditar que é um time pequeno.

Não se pode enfrentar o lanterna da competição, em casa, e sofrer com uma vitória apertada como aconteceu no jogo de hoje; ao contrário, era para se impor do início ao fim da partida, goleando com um placar elástico, até porque saldo de gols é critério de desempate.

Espero, sem muita esperança que essa mentalidade mude e na próxima quinta-feira às 19 horas, no alto do morro o time pense grande e vença o Bolívar para continuar sonhando com a classificação na libertadores.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Roosevelt Vilela detona Lula da Silva por ataque às escolas militares

Durante o programa Vozes da Comunidade, o distrital conservador criticou Lula e saiu em defesa das escolas cívico-militares do DF. “O presidente demonstra que não conhece o nosso país e está mais interessado em implementar ideologia nas escolas do que capacitar esses jovens para o futuro”

O deputado distrital Roosevelt Vilela criticou as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as escolas cívico-militares e saiu em defesa da continuidade do modelo no Distrito Federal.

A manifestação ocorreu durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade, no sábado (25).

Segundo o parlamentar, a proposta tem apresentado resultados positivos na rede pública local, com melhora no desempenho escolar e maior organização no ambiente educacional.

Roosevelt afirmou que as unidades que adotaram a gestão compartilhada avançaram em indicadores oficiais e passaram a integrar o grupo das melhores escolas públicas da capital.

Em tom crítico ao governo federal, o deputado disse que a posição de Lula desconsidera a realidade enfrentada por alunos, professores e famílias.

“O presidente demonstra que não conhece o nosso país e está mais interessado em implementar ideologia nas escolas do que capacitar esses jovens para o futuro”, declarou.

Roosevelt também destacou a alta procura por vagas nas escolas cívico-militares do DF e afirmou que há pedidos da população para ampliar o modelo em outras regiões administrativas.

Para ele, o debate sobre educação deve priorizar resultados concretos, segurança e qualidade de ensino, em vez de disputas ideológicas.

DF inicia semana com 713 vagas de emprego disponíveis nesta segunda

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Oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência; salários chegam a R$ 2,5 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana, nesta segunda-feira (27), com 713 vagas disponíveis para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 2,5 mil.

O posto com maior remuneração é o de tosador, no Guará II. Há uma vaga aberta e os interessados precisam ter ensino médio completo e experiência prévia na função.

Outros cargos destacam-se pela quantidade de vagas disponíveis, com 40, cada. Entre eles, o de açougueiro, sem local de trabalho fixo. É preciso ter fundamental completo, mas não há exigência de experiência. O salário é de R$ 1,7 mil.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

GDF amplia apoio a microempresas com crédito e menos burocracia

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Programas impulsionam MEIs e facilitam abertura de negócios no DF

Brasília, 25 de abril de 2026 — O Governo do Distrito Federal tem intensificado ações para fortalecer micro e pequenos negócios por meio da ampliação do crédito e da simplificação de processos. Dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal indicam crescimento no número de microempreendedores individuais (MEIs), que passou de 56.323 registros em 2024 para 69.783 no ano seguinte. Apenas no primeiro trimestre deste ano, já foram contabilizados 22.227 novos cadastros.

Atualmente, o DF possui 247.878 microempresas ativas, concentradas principalmente nos setores de serviços, comércio e indústria. Esses empreendimentos desempenham papel fundamental na geração de emprego e renda, contribuindo para o desenvolvimento econômico local.

Entre as iniciativas de apoio está o programa Prospera, que oferece linhas de crédito com juros reduzidos e acompanhamento técnico. Em 2025, a ação liberou R$ 10 milhões para 419 negócios. Já nos três primeiros meses deste ano, foram destinados R$ 1,9 milhão para 88 empreendimentos, contemplando desde trabalhadores autônomos até cooperativas e produtores rurais.

O Na Hora Empresarial já registrou mais de 15,5 mil atendimentos desde que foi inaugurado, no Venâncio Shopping | Foto: Divulgação/Sejus

Outra estratégia é o Na Hora Empresarial, espaço que reúne diversos serviços em um único local para facilitar a abertura e regularização de empresas. A unidade já soma mais de 15,5 mil atendimentos desde a inauguração, com média superior a 300 por dia útil.

O local oferece suporte de diferentes órgãos públicos, incluindo a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal e a Polícia Federal do Brasil, garantindo mais agilidade e praticidade aos empreendedores.

As medidas visam reduzir entraves burocráticos, ampliar o acesso ao crédito e incentivar a formalização de negócios, fortalecendo a economia e criando novas oportunidades no Distrito Federal.

UPAs do DF ganham espaços lúdicos para atendimento infantil

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Ambientes humanizados tornam espera mais acolhedora para crianças e famílias

Brasília, 25 de abril de 2026 — As unidades de pronto atendimento do Distrito Federal passaram a contar com espaços voltados ao acolhimento infantil, com o objetivo de tornar mais confortável a experiência de crianças durante o atendimento. A iniciativa foi implantada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal por meio do programa Humanizar Kids.

Os ambientes estão presentes nas UPAs de Ceilândia, Sobradinho, Recanto das Emas e São Sebastião, todas com atendimento pediátrico. Os espaços foram planejados para oferecer um ambiente mais leve, com decoração temática, brinquedos e atividades lúdicas que ajudam a reduzir a ansiedade das crianças durante o período de espera.

Os espaços têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter as crianças | Foto: Divulgação/IgesDF

Além de beneficiar os pacientes, a iniciativa também impacta positivamente os acompanhantes, proporcionando maior conforto e uma percepção mais acolhedora do atendimento. A implementação dos espaços ocorreu por meio de parcerias com a iniciativa privada, sem uso de recursos próprios do instituto.

Os primeiros ambientes foram inaugurados em outubro do ano passado, marcando o início da expansão da proposta nas unidades de saúde. Desde então, já foram observados efeitos como maior tranquilidade das crianças e melhor avaliação do serviço por parte das famílias.

A ação integra estratégias de humanização do atendimento e busca alinhar o cuidado à necessidade do público infantil, tornando o ambiente hospitalar mais receptivo e menos estressante.