Início Site Página 1795

Ter um filho com Down é “enxergar o mundo de outras perspectivas”

0
Henri Zylberstajn e o filho Pedro

Empresário cria projeto de acolhimento a famílias

Enxergar o mundo através de outras perspectivas. É dessa forma que o empresário Henri Zylberstajn se refere, hoje, à experiência de ter um filho com Síndrome de Down. Na avaliação dele, é uma “oportunidade de vida” que acabou modificando para sempre a sua forma de enxergar a paternidade, a inclusão social e, até mesmo, o voluntariado.

Há três anos, quando seu filho caçula, Pedro, nasceu, ele não tinha ideia do que era essa síndrome. “Eu e minha esposa, Marina, fomos pegos de surpresa, já que a informação da síndrome só nos foi dada um dia depois do nascimento. E, por pura falta de informação e falta de oportunidade prévia de convívio com pessoas com condições análogas à do Pedro, eu, inicialmente, achei que era uma coisa ruim”, relembra o empresário.

Pedro nasceu prematuro e ficou 21 dias na UTI. Durante esse período, Zylberstajn lembra que começou a receber muitas informações e se sentiu menos desamparado. “Pude perceber que tê-lo ao meu lado não era um castigo, não era algo ruim. Pelo contrário, era uma oportunidade de vida, de enxergar o mundo através de outras perspectivas”, destacou.

Do susto à aceitação, veio a promessa: ninguém ia olhar seu filho com os mesmos pré-conceitos que ele teve um dia.

Foi assim que Zylberstajn começou a se envolver na luta de pessoas com necessidades diferenciadas. Para dividir um pouco da jornada da família que, além de Pedro, contava com duas crianças um pouco mais velhas, eles criaram o perfil @pepozylber, no Instagram.

“A partir de então, eu comecei a ter contato com o terceiro setor, virei voluntário de instituições que atuavam com inclusão e acabei, pelo meu envolvimento, pelo alcance do Instagram, e pela vontade que as pessoas também tinham, fundando uma organização não governamental (ONG) que se chama Instituto Serendipidade.”

O nome significa descobertas afortunadas feitas, aparentemente, por acaso.

Inclusão e acolhimento

O propósito do instituto é transformar o olhar da sociedade e torná-lo mais empático ao tema inclusão. Entre iniciativas próprias do instituto está o Projeto Laços, cujo objetivo é fazer a ponte entre quem precisa de ajuda e quem já passou pela experiência de ter um filho atípico e tem muito a ensinar. O projeto capacita pais e mães em um método sistemático de acolhimento, que possa ser medido e repetido, sem deixar de respeitar as individualidades de cada família.

Henri  Zylberstajn lembra que Pedro nasceu em um hospital de referência em São Paulo e, com isso, a família teve chances de conversar com vários especialistas, entre médicos, enfermeiros e psicólogos. Mas eles só se sentiram realmente acolhidos e conseguiram “virar a chave daquela notícia inesperada”, quando passaram a conversar com pais e mães de crianças com Síndrome de Down e que já tinham passado pela mesma situação.

Henri Zylberstajn e do filho Pedro
Henri Zylberstajn e do filho Pedro (foto Rafael Brilhante)
“O Laços nasceu de uma experiência pessoal, de como é importante receber esse acolhimento de pais de crianças com Síndrome de Down”, disse, destacando a preocupação com famílias em situação de vulnerabilidade social.

O projeto teve início em 2019. O trabalho de acolhimento, que pode durar até um ano, é feito por uma rede de voluntários, conduzida pelas psicólogas Marina Zylberstajn e Claudia Sartori Zaclis e coordenada por Deise Campos e Fernanda Rodrigues.

“O método é o mesmo, tem diretrizes iguais para todos. Agora, cada acolhedor aplica essa metodologia com ajustes necessários à realidade e individualidade de cada família.”

Todos os voluntários são pais e mães de filhos com Síndrome de Down, e o grupo busca a diversidade entre os integrantes reunindo pessoas de todas as regiões do Brasil, de todas as classes sociais, raças e religiões.

“A gente acredita que, quanto maior o nível de identificação da situação e do nível socioeconômico, maior a possibilidade de a gente conseguir, por meio do acolhimento, se colocar no lugar daquela família e oferecer o serviço de uma maneira mais adequada”, disse Zylberstajn.

Mãe de Marina, de quase 2 anos, Érika Ramos afirma que participar do projeto deu a ela uma outra dimensão sobre a vida e os próximos passos. “Foi um divisor de águas para mim. No primeiro atendimento, fiquei três horas com a minha acolhedora ao telefone. Eu estava muito confusa e ela me ajudou bastante”, afirmou.

Segundo a voluntária Hadla Issa, que já deu suporte a três famílias, o atendimento varia, mas a vontade de acolher, não. “Umas [mães] me perguntam sobre assuntos práticos, outras me ligam quando estão tristes. Sou uma pessoa que sabe ouvi-las. Afinal, estamos na mesma”, declarou.

Hoje, o Projeto Laços tem uma equipe de 31 pais e mães voluntários no Brasil inteiro, que atendeu, ao longo dos últimos 18 meses, mais de 150 famílias brasileiras e do mundo. “Como os atendimentos hoje são todos online, a gente tem famílias do Canadá, da Austrália, da Espanha.”

Outras síndromes

Há cinco meses, o escopo do projeto foi ampliado e os voluntários passaram a atender famílias cujos filhos foram diagnosticados com outras síndromes e, até mesmo, com doenças raras. Na lista de casos atendidos estão a Síndrome de Williams, Síndrome de Prader Willi, Síndrome de Cornélia de Lange, paralisia cerebral, entre outras.

Uma das pessoas a receber o atendimento do projeto foi Fabíola Brandt Arrais de Sá, moradora de Recife, cujo filho, Miguel, foi diagnosticado com Síndrome de Williams [que tem impacto no desenvolvimento comportamental, cognitivo e motor] aos quatro meses.

“Descobri que era uma condição muito rara, só há registro de 1.200 casos no Brasil. Me senti perdida, mas o Projeto Laços me permitiu conhecer outra mãe que já tinha enfrentado tudo isso. No primeiro acolhimento, ela me contou sua experiência e não me senti mais só. Pude ver que a vida é cheia de possibilidades. Ela me ajudou a enxergar que meu bebê vai ter limitações, mas que há um caminho possível”, disse Fabíola  que recebeu o acolhimento de uma mãe de São Paulo.

Mãe de Isabela, uma jovem de 19 anos que nasceu com Síndrome de Rubinstein, a paulistana Flávia Piza decidiu se tornar uma voluntária do projeto. Ela espera dar a outras famílias o acolhimento que não recebeu. “Acho que passarei uma experiência mais empática para os pais que tiverem uma criança com a mesma síndrome. Eu sei exatamente o que o outro está sentindo. Os médicos, por melhor que sejam, não têm a mesma conexão”, afirmou.

Para se tornar voluntário do Projeto Laços, é preciso passar por um treinamento de três dias. O objetivo da capacitação de pais acolhedores é multiplicar o conhecimento e tornar os voluntários aptos para a escuta.

Os interessados podem entrar em contato por meio do site do Instituto Serendipidade. O Projeto Laços é gratuito e conta com o apoio do hospital Israelita Albert Einstein.

Distrito Federal começa a vacinar nesta segunda idosos com 69, 70 e 71 anos

Imunização acontece em 47 postos, dos quais 14 são drive-thru

O Distrito Federal começa a vacinar amanhã (22) idosos com 69, 70 e 71 anos contra a covid-19. De acordo com a secretaria de Saúde, a partir das 13h, o grupo pode procurar os 47 pontos de vacinação que estarão disponíveis pela cidade. Do total de postos, 14 operam na modalidade drive-thru, na qual não é necessário sair do carro para ser atendido.

A ampliação da vacinação do grupo prioritário foi decidida ontem (20) pelo comitê local de vacinação, após a chegada de um novo lote de vacinas. A estimativa é imunizar 42,9 mil pessoas nesta nova etapa. Não será necessário fazer agendamento prévio para receber o imunizante.

Segundo a secretaria de Saúde, ainda nesta semana, serão vacinados profissionais de saúde da rede privada. Neste caso, a partir de quinta-feira (25), será necessário fazer o agendamento pelo site. A aplicação das doses começará na sexta-feira (26).

Terão prioridade para receber o imunizante médicos, médicos veterinários, biomédicos, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, psicólogos, fonoaudiólogos, odontólogos e assistentes sociais.

Os locais de vacinação podem ser consultados no site da secretaria.

Governo de Goiás começa a vacinar idosos de 70 anos com 129 mil novas doses recebidas neste sábado

Governador Ronaldo Caiado e secretário estadual da Saúde, Ismael Alexandrino, recebem novo lote de vacinas contra Covid-19: repasse aos Estados será semanal, a partir de agora (Foto: André Saddi)

Carregamento com 115,6 mil imunizantes da CoronaVac e 13,5 mil da Oxford/Astrazeneca chegou ao Estado neste sábado. No interior, pessoas a partir de 65 anos têm grandes chances de serem imunizadas

O governador Ronaldo Caiado recebeu, neste sábado (20/03), mais um lote de vacinas contra a Covid-19. No total, 129,1 mil doses chegaram à Central Estadual de Rede de Frio, unidade ligada à Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO), em Goiânia. Com o compromisso assumido pelo novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de repasse semanal às unidades federativas a partir de agora, Caiado anunciou que a quantidade desta remessa possibilitará o avanço da imunização no Estado, com a inclusão de pessoas com 70 anos no grupo prioritário.

“Com essa autorização [do governo federal] para que possamos usar 100% das doses, porque eles garantem o envio do próximo lote no decorrer da semana e, consequentemente, a segunda aplicação, nós recebemos a remessa com maior volume para o D1 [dia 1 da vacinação]”, explicou Caiado.

O governador listou também as vantagens de vacinar mais pessoas ao mesmo tempo, principalmente os grupos vulneráveis, como os idosos. “Isso faz com que, nos próximos dias, essas pessoas já comecem a produzir imunidade e também tenham uma capacidade melhor de resistir, caso venham a se contaminar”, exemplificou.

Segundo o secretário estadual da Saúde, Ismael Alexandrino, o atual lote vai propiciar a imunização de idosos de 70 anos, podendo chegar a 68 anos, na capital; e de cidadãos a partir de 65 anos, no interior. “Quanto mais pessoas desta idade vacinadas, maior será a possibilidade de agravamento dos casos”, ressaltou.

Esta foi a nona remessa encaminhada pelo Ministério da Saúde, por meio do Plano Nacional de Imunização (PNI), ao Estado de Goiás.  Do total de vacinas, 115,6 mil doses são da CoronaVac, fabricadas pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, e 13,5 mil do consórcio Oxford/AstraZeneca, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Balanço

Com mais esse carregamento, Goiás acumula 847.780 doses de vacinas recebidas contra a Covid-19. São 715,2 mil da CoronaVac e 132,5 mil da AstraZeneca. Levantamento oficial e preliminar realizado pela SES-GO apurou que, referente à primeira dose, já foram aplicados 324.481 imunizantes em todo o Estado. Em relação à segunda dose, foram vacinadas 103.742 pessoas.

Detran suspende a realização de bancas teóricas, práticas e de biometria

0

A medida deve ficar em vigor até 29 de março e busca resguardar a saúde de candidatos à Carteira Nacional de Habilitação, instrutores e examinadores

A partir desta segunda-feira (22), estão suspensas as bancas examinadoras de trânsito teóricas e práticas de direção veicular. Mesmo com todo o protocolo de segurança adotado pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal, durante a realização dos exames, nesse sábado (20), verificou-se que, nas áreas externas, muitos candidatos e familiares não respeitaram o distanciamento social.

Desta forma, a medida drástica de suspensão foi necessária a fim de evitar aglomerações nas áreas adjacentes aos exames e conter a propagação da covid-19.

“Apesar dos cuidados adotados para a continuidade do serviço, em alguns locais verificou-se o desrespeito à recomendação de não levarem acompanhantes nos dias de exames. Não podemos arriscar a vida de muitos com a falta responsabilidade de alguns. Devemos preservar a saúde de todos os envolvidos no processo: examinadores, instrutores e candidatos”, afirma o diretor-geral do Detran-DF, Zélio Maia.

A princípio, a suspensão durará até o próximo dia 29, mas o prazo pode ser estendido conforme avaliação da direção-geral. Os candidatos que estão com provas agendadas para o período em que haverá suspensão do serviço poderão remarcá-las sem ônus. Ou seja, não haverá prejuízos para a população.

Desde outubro do ano passado, as bancas práticas vinham respeitando os protocolos de segurança estabelecidos pelas autoridades sanitárias, como o uso de máscara, álcool 70%, higienização dos veículos, limitação de candidatos, redução do número de vagas.

Outras suspensões

Os atendimentos para coleta biométrica também estão suspensos, assim como os cursos teóricos oferecidos pela Escola Pública de Trânsito, da Diretoria de Educação de Trânsito, por exemplo, Reciclagem para Condutor Infrator, Atualização e Renovação de Carteira Nacional de Habilitação, Atualização para Instrutor e entre outros.

21 de março: Dia internacional da síndrome de down

0
É possível obter atendimento nos CERs de Taguatinga, do Hospital de Apoio, da Asa Norte (CEAL) e no Ambulatório de Saúde Funcional Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

DF possui um dos centros de referência no acompanhamento de Down, criado em 2013, no Hran

Neste domingo, 21 de março, é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down, uma alteração genética ocorrida ainda na fase de formação fetal, que pode resultar em comprometimento intelectual e motor além de algumas características peculiares aos pacientes da doença, como olhos oblíquos, rosto arredondado.

 

A rede de Cuidado da Pessoa com Deficiência do DF também conta com o Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown), que assiste bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos, e faz o acompanhamento dos casos com maior complexidade

A data faz alusão a síndrome que é causado quando há uma divisão celular anormal que resulta em material genético extra, ou seja, em um terceiro alelo do cromossomo 21. Na estrutura da Secretaria de Saúde, a pessoa com síndrome de Down é assistida primeiramente na Atenção Primária.

Após o acolhimento e acompanhamento realizado na Unidade Básica de Saúde (UBS), o quadro do paciente é avaliado pela equipe de saúde e, se necessário, é encaminhado para a atenção secundária, onde recebe atendimento em reabilitação, nos Ambulatórios de Saúde Funcional e os Centro Especializado em Reabilitação (CER).

A rede de Cuidado da Pessoa com Deficiência do DF também conta com o Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown), que assiste bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos, e faz o acompanhamento dos casos com maior complexidade.

A Referência Técnica Distrital (RTD) de Terapia Ocupacional, Angela Sacramento, explica o processo de reabilitação se estrutura na metodologia de atendimento e acompanhamento desta população nas demandas e necessidades funcionais, cognitivas e sociais. “Trabalhamos com uma perspectiva de estimular o desenvolvimento do paciente de Down, proporcionando a estimulação do domínio cognitivo das crianças, dos aspectos motores, da linguagem e da socialização do paciente, aproveitando as janelas de oportunidades de desenvolvimento presentes em cada fase da infância e juventude”, esclarece.

CrisDown no Hran

 

O CrisDown foi criado em março de 2013, no Hran. Os atendimentos no centro contam com equipes interdisciplinares compostas por terapeuta ocupacionais, fonoaudiólogos e fisioterapeutas

O CrisDown foi criado em março de 2013, no Hran. Os atendimentos no centro contam com equipes interdisciplinares compostas por terapeuta ocupacionais, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Em um cenário anterior à pandemia do novo coronavírus, cerca de 400 atendimentos eram realizados por semana.

Atualmente, os atendimentos grupais dos ambulatórios de saúde funcional, CER e CrisDown estão suspensos e os atendimentos restritos aos casos mais críticos. Os profissionais de saúde realizam um acompanhamento semanal, monitoramento por telefone aos pacientes para evitar desassistência. O CrisDown também atende mulheres com diagnóstico da trissomia do cromossomo 21 durante a gestação.

Expectativa de Vida

Ao longo dos anos, alguns avanços tecnológicos e terapêuticos têm possibilitado o aumento da expectativa de vida de pessoas com síndrome de Down, o que direciona novas estratégias e serviços voltados à melhoria das condições de vida desta população, como explica a terapeuta ocupacional, Deidmaia Lima Silva.

“Essas estratégias são traçadas levando-se em conta a necessidade de estimular cognição, percepção, linguagem, autonomia, independência nas atividades de vida diária e instrumentais do cotidiano, bem como a socialização. Fator esse observado com declínio importante, devido uma baixa diversidade de contextos sociais do adulto com SD e a sua dependência em relação a seus pais”.

 

É possível obter atendimento nos CERs de Taguatinga, do Hospital de Apoio, da Asa Norte (CEAL) e no Ambulatório de Saúde Funcional

Embora seja uma referência no acompanhamento à síndrome, o CrisDown do Hran não é a única unidade de atendimento aos pacientes  com  Down na rede de cuidado da pessoa com deficiência. É possível obter atendimento nos CERs de Taguatinga, do Hospital de Apoio, da Asa Norte (CEAL) e no Ambulatório de Saúde Funcional.

Em relação aos ambulatórios de saúde funcional  que  apresentam reabilitação infantil para pessoas com Síndrome de Down são:  Ambulatório de Saúde Funcional de  Ceilândia, de Samambaia, de Sobradinho e do Paranoá.

Artigo | Pandemia “entuba” oposição de Ibaneis Rocha no Distrito Federal

0

Pesquisa do Instituto Exata OP mostra que 64% da população acredita que as ações de Ibaneis diante da crise sanitária estão corretas

Por Hamilton Silva, do DF Mobilidade

Definitivamente o Brasil não é para amadores e a pandemia do novo coronavírus está deixando muita coisa fora de ordem, mas tantas em ordem.

Seria a mão divina? Seria um castigo para aqueles que surrupiaram parte da riqueza do tão sofrido povo brasiliense?

Fato é que a oposição do governo aqui no DF bate cabeça a torto e a direita.  Os canhotos se perdem com tanta informação e sem palanque.

Querem desqualificar o Ibaneis pelo que ele fala, mas não conseguem, pois o advogado só fala o essencial e cirurgicamente não deixa arestas para os que politizam a tragédia sanitária.

Os canhotos defendem o lockdown e neste ponto convergem com o governador, se divergem das medidas restritivas concordam com o Bozo. Situação difícil a deles…”coitados”.

Os mesmos canhotos passam o dia inteiro tentando lacrar nas redes sociais e em seus “blogues revolucionários” fundamentando suas teses contra os “facínoras” que tentam administrar,  da melhor maneira, a maior catástrofe do século.

Pesquisa do Instituto Exata OP mostra que 64% da população acredita que as ações de Ibaneis diante da crise sanitária estão corretas.  A pá de cal.

O que lhes sobram? Trabalhar pela terra arrasada. Pelo quanto pior melhor.

A pior oposição talvez não seja a esquerda propriamente dita, mas os falsos aliados travestidos de independentes propositivos. Aqueles parlamentares que manipulam orçamento ou mesmo aqueles que orbitam o Buriti.

Esses são, sem dúvida nenhuma, os maiores genocidas do Brasil.

*Por Hamilton Silva – Jornalista e economista

Primeira repórter com Down diz que sonha em entrevistar o rei Roberto

0
A repórter da TV Brasil Fernanda Honorato

Bate-papo com a cantora Ivete Sangalo também está nos planos

Primeira repórter com síndrome de Down do Brasil, Fernanda Honorato se orgulha de estar à frente das câmeras há 15 anos e afirma que seu papel é levar informação de qualidade para pessoas com deficiência.

“Eu me orgulho muito de apresentar e trazer informações para pessoas com várias deficiências”, afirma Fernanda, que é repórter do Programa Especial, da TV Brasil, e já teve sua história contada na Itália. “Aquilo me marcou muito.”

Fernanda lembra que foi convidada para fazer um teste como repórter do programa depois de ter entrevistado, meio que por brincadeira, pais de jovens com alguma deficiência durante uma noite em que ela se divertia com amigos.

À época, Fernanda era rainha de bateria da organização não governamental (ONG) Projeto de Samba Mestre Robson para pessoas especiais. “Naquele dia, eu nem quis sambar. Já peguei o microfone e saí entrevistando pais de alguns amigos meus. Eu me dei tão bem que eles me contrataram para fazer a repórter”. O teste ficou guardado na TV Brasil e só foi ao ar no segundo programa.

Atualmente, Fernanda Honorato é rainha de bateria da organização social Embaixadores da Alegria, a primeira escola de samba voltada a pessoas com deficiência, que desfila no Sambódromo do Rio abrindo o grupo especial. “Essa escola é totalmente inclusiva.”

Sonho

Acostumada aos holofotes e a conversar com celebridades, Fernanda afirma que seu grande sonho é entrevistar o “rei” Roberto Carlos. “Eu tenho tanto para te falar, mas com palavras, não sei dizer, como é grande o meu amor por você”, cantarolou, durante a entrevista à Agência Brasil, destacando que sabe decoradas as canções de que mais gosta do ídolo.

Também na lista de desejos, está um bate-papo com a cantora Ivete Sangalo – “aquela baiana arretada, que eu adoro de paixão também”, definiu Fernanda.

Entrevistas marcantes

Durante os 15 anos como repórter, Fernanda afirma que a entrevista mais marcante da carreira foi com a cantora Maria Bethânia. “A Bethânia é um amor de pessoa.”

Ela destaca também as entrevistas que fez com Chico Buarque, Zezé de Camargo e Luciano, Daniel e o sambista Diogo Nogueira. “Eu estou sempre com ele na minha Portela”, afirmou, referindo-se a Diogo e ao Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela.

“Chefa”

Fernanda conta que tem um carinho especial por sua “chefa” na televisão, a diretora do Programa Especial Ângela Patrícia Reiniger. “Ela acreditou no meu potencial e no meu ponto de vista. Ela sabe tirar o melhor de mim.”

A nova temporada do Programa Especial estreou ontem (20) destacando, no primeiro episódio, a carreira de Fernanda, suas entrevistas e coberturas especiais, como a das Paralimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Na edição, a repórter conversa também com a psicopedagoga Alessandra Almeida, autora do livro Downadinha, inspirado na história da filha, Clarice, que tem síndrome de Down.

De acordo com a diretora Angela Reiniger, a temporada trará uma nova série de entrevistas de Fernanda sobre atividades artísticas. O Programa Especial é dedicado à inclusão das pessoas com deficiência e vai ao ar todos os sábados, às 9h30, na TV Brasil (veja como sintonizar).

O Dia Internacional da síndrome de Down foi proposto pela Down Syndrom International e é celebrado no dia 21 de março desde 2006. A data (21/03 ou 3-21) foi escolhida como alusão à trissomia 21. A síndrome de Down é um distúrbio genético causado quando uma divisão celular anormal resulta em material genético extra do cromossomo 21.

Proibição de reajuste de salário para servidores até o fim do ano é constitucional, avalia STF

Alguns partidos políticos questionaram dispositivo aprovado pelo Congresso Nacional na lei que criou o programa de combate ao coronavírus

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a proibição de reajuste salarial a servidores públicos prevista no programa de combate ao coronavírus é constitucional. Todos os integrantes da Corte seguiram o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes. Assim, os entes da federação não podem aumentar a remuneração de funcionários públicos até 31 de dezembro deste ano.

As ações que questionavam a proibição do reajuste foram ajuizadas por partidos políticos, que argumentaram que tal mudança não deve ser prerrogativa do Congresso Nacional, mas sim do presidente da República. As regras validadas pelo STF foram aprovadas por meio da Lei Complementar 173/2020, que estabeleceu o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus.

Entre outras coisas a lei prevê a suspensão do pagamento das dívidas dos estados, Distrito Federal e municípios com a União, o repasse de auxílio financeiro federal, a autorização para renegociar dívidas contraídas junto a instituições financeiras e a proibição de aumentos para servidores até o fim deste ano, entre outras alterações.

Fonte: Brasil 61

Senado deve ouvir novo ministro da Saúde no dia 25 sobre vacinas

Além de Marcelo Queiroga, o colegiado quer ouvir nas próximas reuniões representantes da Fiocruz e do Instituto Butantan

A comissão temporária da covid-19 quer ouvir o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em uma sessão de debates temáticos sobre o enfrentamento à pandemia no plenário da Casa, que deve ocorrer na próxima quinta-feira (25).

Os parlamentares querem ouvir do novo ministro como fica a aquisição de vacinas, a disponibilização de leitos e oxigênio frente à pasta. Queiroga é médico, com área de atuação em hemodinâmica e cardiologia intervencionista, além de presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Ele foi anunciado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, na última segunda-feira (15) como novo ministro da Saúde, no lugar de Eduardo Pazuello.

Além de Marcelo Queiroga, o colegiado quer ouvir nas próximas reuniões representantes da Fiocruz e do Instituto Butantan sobre a produção de vacinas, com a Anvisa e distribuidoras de oxigênio e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para prestar informações sobre ações do ministério para obtenção de vacinas.

Fonte: Brasil 61

Nascidos em abril podem atualizar dados no Caixa Tem

Procedimento pode ser feito totalmente pelo celular

Às vésperas de retomar o pagamento do auxílio emergencial, a Caixa Econômica Federal convida os usuários do Caixa Tem a atualizar os dados cadastrais no aplicativo. Clientes nascidos em abril podem fazer o procedimento a partir de hoje (20).

A atualização é feita inteiramente pelo celular, bastando o usuário seguir as instruções do aplicativo, usado para movimentar as contas poupança digitais. Segundo a Caixa, o procedimento pretende trazer mais segurança para o recebimento de benefícios e prevenir fraudes.

Ao entrar no aplicativo, o usuário deve acessar a conversa “Atualize seu cadastro”. Em seguida, é necessário enviar uma foto (selfie) e os documentos pessoais (identidade, CPF e comprovante de endereço).

O calendário de atualização seguirá um cronograma escalonado, conforme o mês de nascimento dos clientes. O cronograma começou no último domingo (14) para os nascidos em janeiro e encerrará em 31 de março, para os nascidos em dezembro.

Confira o cronograma completo abaixo:

Mês de nascimento Data de atualização
Janeiro 14/3 (domingo)
Fevereiro 16/3 (terça)
Março 18/3 (quinta)
Abril 20/3 (sábado)
Maio 22/3 (segunda)
Junho 23/3 (terça)
Julho 24/3 (quarta)
Agosto 25/3 (quinta)
Setembro 26/3 (sexta)
Outubro 29/3 (segunda)
Novembro 30/3 (terça)
Dezembro 31/3 (quarta)

No ano passado, a Caixa abriu mais de 105 milhões de contas poupança digitais, das quais 35 milhões para brasileiros que nunca tiveram contas em banco. Além do auxílio emergencial, o Caixa Tem foi usado para o pagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda.

Uma lei sancionada no fim de outubro autorizou a ampliação do uso das contas poupança digitais para o pagamento de outros benefícios sociais e previdenciários. Desde dezembro, os beneficiários do Bolsa Família e do abono salarial passaram a receber por essa modalidade.