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Vacinação para quem tem 62 e 63 anos começa às 13h desta sexta-feira

A expectativa é vacinar 45.021 pessoas nessas duas faixas etárias, conforme estimativa da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) | Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF

No sábado e domingo haverá imunização das 9h às 17h. O atendimento será no drive-thru e também para pedestres

A campanha de vacinação contra a covid-19 avança mais uma etapa no Distrito Federal contemplando, a partir das 13h desta sexta-feira (23), os idosos com 62 e 63 anos. Para vacinar esse público, 52 pontos de vacinação estarão abertos até as 17h. A expectativa é vacinar 45.021 pessoas nessas duas faixas etárias, conforme estimativa da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan).

“Houve um grande empenho para que a vacinação fosse antecipada em um dia e isso deve ser reconhecido”secretário de Saúde, Osnei Okumoto

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, afirma que o planejamento inicial era vacinar esse público no sábado (24), no entanto, o comitê de operacionalização da vacinação contra a covid-19 decidiu antecipar.

“As doses chegaram ao DF às 2h e, desde a chegada até a Rede de Frio, a equipe trabalhou durante a madrugada conferindo a remessa e dividindo o quantitativo para ser enviado para cada Região de Saúde. No início da manhã, as doses foram distribuídas para os núcleos regionais para envio aos pontos de vacinação”, explica.

Okumoto ressaltou o trabalho da equipe da Vigilância Epidemiológica desde a chegada dos imunizantes. “Houve um grande empenho para que a vacinação fosse antecipada em um dia e isso deve ser reconhecido”, parabeniza.

Também nesta sexta-feira, os idosos que receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca, em fevereiro, começarão a receber o reforço. Os 52 pontos de vacinação existentes estarão abertos para esse público completar o esquema vacinal, conforme indica o cartão de vacina. A expectativa é vacinar com o reforço cerca de 34 mil pessoas apenas hoje.

Sábado e domingo

No sábado e no domingo haverá vacinação contra a covid-19 das 9h às 17h. A abertura dos pontos de vacinação neste final de semana conta com apoio do laboratório Sabin e do Serviço Social do Comércio (Sesc). O atendimento será nas modalidades drive-thru e para pedestres.

Confira onde haverá vacinação no sábado

Confira onde haverá vacinação no domingo

A Secretaria de Saúde divulga diariamente os dados da campanha de vacinação no Distrito Federal. As informações estão disponíveis na página Vacinômetro e indicam, até o momento, 566.412 vacinas aplicadas, sendo que 375.706 pessoas receberam a primeira dose e 190.706 receberam a segunda dose.

Semanalmente, a pasta divulga o boletim da vacinação, também na página Vacinômetro. No entanto, os dados do último boletim trazem 277.087 D1 aplicadas e 98.722 D2. O informativo deixa claro, na página 3, que ainda há registros de vacinação para serem digitalizados no sistema e-SUS Notifica, do SI-PNI, do Ministério da Saúde. Desta forma, há 98.619 doses D1 já aplicadas pendentes de serem inseridas no sistema do MS e 91.173 D2.

Esses números de registros pendentes de inserção no SI-PNI não devem ser somados aos números gerais divulgados diariamente.

Doses recebidas

A vacinação contra a Covid-19, no Distrito Federal, começou no dia 19 de janeiro. Até o momento, o DF já recebeu treze remessas de vacinas, sendo 548.360 doses da vacina CoronaVac – produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac -, e 210.500 doses da vacina AstraZeneca – desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford em parceria com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca, e também produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz. Ao todo foram recebidas 758.860 doses de imunizantes.

Do total de doses recebidas, até o momento, 446.400 foram destinadas para primeira aplicação e 274.410 para a segunda.

Cerca de 10% das doses das vacinas são reservadas tecnicamente para repor eventuais perdas. A Secretaria de Saúde esclarece que o número de doses da reserva técnica leva em consideração o número de doses disponíveis e não o número de doses recebidas durante a campanha.

Hoje, a Rede de Frio Central possui 2.980 doses para D1 e 35.070 (28.330 CoronaVac e 6.740 AstraZeneca) doses para D2, considerando a reserva técnica.

Entrevista | “Vamos recuperar mil km de vias dentro do DF”

Em entrevista à Agência Brasília, o secretário de Governo anuncia orçamento de R$ 126 milhões para obras de pavimentação e apresenta resultados do GDF

Mais de mil trabalhadores e 500 equipamentos estão todos os dias nas ruas do Distrito Federal para executar todo tipo de serviço. Este é o resultado das recentes mudanças feitas no programa GDF Presente, coordenador pela Secretaria de Governo do Distrito Federal (Segov). À frente da pasta, José Humberto Pires afirma à Agência Brasília que agora são 11 polos de atuação que cobrem todas as regiões do DF com agilidade para prestar os serviços.

“O que queremos é uma capital renovada em que todos se sintam bem em viver nela. O espírito é geral. O governo todo trabalha com essa visão: entregar uma cidade muito melhor do que aquela que foi encontrada quando o governador Ibaneis Rocha tomou posse”, destaca o secretário.

Pires também mostra o que o governo tem feito para combater a pandemia do novo coronavírus ao mesmo tempo em que mantém a economia funcionando. “Fazemos a nossa parte na medida liberando as obras e gerando empregos. Hoje, temos em torno de 1.400 obras sendo executadas, de pequeno, médio e grande porte – essas últimas são cerca de 200. São 30 mil pessoas trabalhando direta e indiretamente no DF. O investimento é de R$ 2,6 bilhões”, informa.

O secretário adianta ainda que o governo lança em breve um programa específico de revitalização de vias, a ser realizado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e Novacap. “O governador já liberou um lote de R$ 26 milhões para o DER e outro de R$ 100 milhões para a Novacap. Vamos recuperar mil quilômetros de vias dentro do DF nesses próximos anos desta gestão”, destaca.

Confira a íntegra da entrevista

Em fevereiro deste ano, o governo anunciou a criação de três novos polos de atuação do GDF Presente. Qual o motivo da mudança?

Quando fizemos o planejamento para implantar o programa, identificamos que sete polos urbanos e um rural eram suficientes. Após um ano de funcionamento, verificamos que a medida foi assertiva com resultados bons. Para melhorar ainda mais, principalmente nas cidades mais populosas, optamos por aumentar para dez polos urbanos. Foi um trabalho baseado nas demandas da população.

Algum polo foi desativado?

Não. Não prejudicamos os polos que já existiam para criar esses. Ampliamos a estrutura tanto de maquinário quanto de material. Essa foi uma decisão tomada em conjunto com a Novacap [Companhia Urbanizadora da Nova Capital], as administrações regionais e os outros órgãos que participam do polo. Já são três meses com essa nova estrutura e estamos fazendo avaliação de desempenho mensal das atividades, assim como pesquisas para verificar como estão sendo as respostas de demandas via ouvidoria.

A pandemia influenciou de alguma forma na atuação do programa?

Com o esforço dos coordenadores de polo, das equipes que estão na rua e de todos os órgãos que participam do programa, o resultado tem sido muito bom, apesar da pandemia do coronavírus. O DF está limpo e organizado. Um detalhe importante e que mostra o acerto das medidas é a redução dos casos de dengue em mais de 80% porque o governo recolheu toneladas de lixo e entulho, reduzindo drasticamente os focos do mosquito.

Atualmente, o GDF Presente conta com quantos trabalhadores e quantas máquinas?

O número é muito grande. Temos mais de 500 equipamentos e mais de mil pessoas trabalhando nas ruas. São órgãos que participam e ajudam na solução dos problemas, como Novacap, SLU [Serviço de Limpeza Urbano], Caesb [Companhia de Saneamento Ambiental], CEB [Companhia Energética de Brasília], Detran [Departamento de Trânsito], DER [Departamento de Estradas de Rodagem], Funap [Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso] com o programa Mãos Dadas, que é fundamental para gente. Toda essa estrutura está a serviço do GDF Presente.

Qual a importância desse programa?

GDF Presente não é um programa da Secretaria de Governo, mas sim do Governo do Distrito Federal. Foi pensado pelo governador Ibaneis Rocha na transição. Ele começou a campanha dele pela periferia e por lá viu que o governo funcionava razoavelmente no Plano Piloto e as pontas das cidades estavam muito enfraquecidas em termos de serviço para a população. A grande sacada dele foi fortalecer as administrações regionais e todas as cidades para terem condições de prestar um serviço à altura para o cidadão. O programa veio como instrumento de fortalecimento das cidades, da administração regional, que recebe a demanda do cidadão e representa o governo naquele local. A parceria com os gestores das secretarias e de todos os outros órgãos do GDF é muito importante. São eles que de fato realizam as obras.

Quando o programa Renova-DF, da Secretaria de Trabalho, vai conseguir colocar os mil aprendizes para ajudar no GDF Presente?

Tenho conversado muito com o secretário de Trabalho, Thales Mendes. Temos uma previsão para o final deste mês. Não colocamos antes porque estamos vivendo uma pandemia. Essas pessoas vão para a rua e farão o complemento dos trabalhos nas cidades. A ideia é criar condições para uma intervenção mais duradoura naquela região. Normalmente, o GDF Presente passa de uma a duas semanas em uma cidade. Não é possível reformar uma quadra, um parquinho em toda a extensão que é necessária.

O que é o programa?

Renova-DF nasce com essa capacidade de levar o pedreiro, servente, eletricista, serralheiro para fazer esse conjunto de recuperação dos equipamentos públicos da maneira que é necessária. O governador pediu para que esse programa fosse desenhado como uma forma de trazer uma atividade e qualificação para essas pessoas enquanto estão prestando serviço para o GDF.

GDF Presente tem tido uma atuação grande na área rural, principalmente com a manutenção das estradas de terra. Qual a importância dessa ação para a produção agrícola?

Quando falamos em área rural, temos que pensar em vários envolvidos. O cidadão que está na área rural está produzindo, sendo empregado ou dono e tem família, filhos na escola, precisa se abastecer no mercado, ir ao posto de saúde. Essas vias, que chamamos de vicinais e estão espalhadas em todo DF, sofrem demais com a chuva. Anualmente, gera uma demanda muito grande de melhoria. É um trabalho fundamental para dar condições de vida para aquelas pessoas que moram nessa região.

Esse trabalho já é sentido pela população?

Ele ajuda no escoamento da produção – fazendo com que o produto chegue melhor e mais rápido – na mobilidade das crianças que precisam ir para a escola e em casos de emergência, como algum problema de saúde. O polo rural está sendo reforçado com equipamentos da Codevasf [Companhia dos Vales do São Francisco e do Parnaíba]. O governador assinou termo de cooperação que destina R$ 6 milhões em equipamentos para a área da agricultura. Quem opera esses equipamentos é o DER e fazemos essa parceria interna com o GDF Presente.

GDF Presente é um programa que veio para ficar? Ou o governo já vislumbra um novo projeto pela frente?

Junto com o GDF Presente há o Cidade Sempre Viva – coordenado pela Novacap por meio do diretor-presidente Fernando Leite – , que tem feito isso com muita eficiência. O GDF Presente sozinho não é suficiente. Ele também precisa de outro programa de revitalização de vias, do asfalto, que deve ser feito pelo DER e Novacap. O governador já liberou um lote de R$ 26 milhões para o DER e outro de R$ 100 milhões para a Novacap. Vamos recuperar mil quilômetros de vias dentro do DF nesses próximos anos desta gestão. Dessa forma, teremos condições de reduzir a atenção que o GDF Presente dá ao tapa-buraco e focar em outra área, como por exemplo, o saneamento e escoamento de águas pluviais.

É um programa de renovação para a cidade?

Também, sem dúvida. O programa é permanente e pode ser visto como um dos conjuntos e força de trabalho para renovar Brasília. O que nós queremos é uma cidade renovada e a cidade renovada que queremos é uma Brasília que todos se sintam bem em conviver com ela. No Plano Piloto, renovamos o Eixão, o Setor Hospitalar Sul e estamos com a Praça do Povo em obras e o Setor de Rádio e Televisão. Parte das tesourinhas estão resolvidas e a outra será licitada e a obra deve começar a partir de junho. Vamos renovar todas as passagens de pedestres subterrâneas também. Não para por aí. No Noroeste, a avenida W9 foi inaugurada. Em Taguatinga, estamos trocando o asfalto em toda região e no Gama também. O espírito é geral. O governo todo trabalha com essa visão: entregar uma cidade muito melhor daquela que foi encontrada quando o governador Ibaneis Rocha tomou posse.

Ao mesmo tempo que o governo local combate à pandemia também atua para melhorar a economia local. Quais são as ações do Executivo local que podemos destacar?

Estamos convivendo com o isolamento social, cuidando e zelando pela vida das pessoas. Isso está sendo feito com muita competência. Porém, temos o outro lado que é o das empresas. Precisamos de emprego e renda. O governo faz a sua parte na medida em que ele libera as obras. Hoje, temos em torno de 1.400 obras sendo executadas em Brasília, de pequeno, médio e grande porte – essas últimas são cerca de 200. São 30 mil pessoas trabalhando direta e indiretamente no DF. O investimento é de R$ 2,6 bilhões.

Quais são as áreas beneficiadas?

O governo está melhorando a cidade, criando outra capacidade de mobilidade, reformando escolas, hospitais, construindo UBSs [Unidade de Saúde Básica] e UPAs [Unidade de Pronto Atendimento], fazendo toda a recuperação de equipamentos que estavam estragados na área social. Estamos trabalhando em todos os sentidos para entregar equipamentos públicos para a população, como o MAB [Museu de Arte de Brasília], que foi entregue na quarta (21); e a sala Martins Penna do Teatro Nacional – que entre junho e julho devemos lançar a licitação.

Há dinheiro para tudo isso?

O secretário de Economia, André Clemente, está fazendo uma gestão de orçamento exemplar. Já fez o pagamento significativo de dívidas do passado, tem mantido toda a gestão de pessoas com seus pagamentos em dia, as empresas que trabalham para o governo estão recebendo em dia também. Isso cria um ambiente muito bom. O governo abre uma oportunidade de trabalho com as obras, as pessoas conseguem emprego, a economia gira. Essas pessoas vão para o comércio e gira a atividade também. Lá, começam a empregar e ter condições de faturar, melhorar e, esse é o ciclo virtuoso da economia.

Ou seja, é também uma forma de incentivo econômico para o DF?

Claro que sim. Fora isso, cria um ambiente de confiança, de segurança jurídica. Com um governo proativo, os investidores trazem em todas as áreas uma outra carga de obras e empregos. Essa contribuição é tão importante… Não tem como negar que houve um aumento significativo na pobreza por causa da pandemia. Tem uma quantidade de pessoas que estão desempregadas ou em subempregos, vivendo de uma maneira sub-humana para manter sua casa abastecida. Passando a pandemia, quem vai sair na frente é quem criou esse ambiente. Vejo isso com muito bons olhos para o DF.

O senhor citou a redução dos casos de dengue. O que o governo fez contra a proliferação do Aedes aegypti?  

Nos dois últimos anos aprendemos muito sobre a dengue. Temos que trabalhar na prevenção, na causa. O efeito já conhecemos. Eu diria que a dengue é quase endêmica, criou uma resistência que todo ano, na medida que muda o clima, o risco chega. Temos a Secretaria Executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas, comandada pela secretária Meire Mota que faz o acompanhamento desses programas direto com a comunidade. O primeiro ano foi complicado e o segundo ainda não foi o ideal. Neste ano, as ações que implantamos em anos anteriores estão surtindo efeito.

O GDF investe R$ 35 milhões para reformar as feiras da capital. Qual o status das obras?

As melhorias nas feiras são objeto de desejo expresso do governador Ibaneis Rocha. Ele começou sua campanha na feira e cobra todos os dias a solução dos problemas. São três formas de ver esses espaços. Há aquelas que estão implantadas, arrumadas, que precisam só melhorar a questão da gestão. Estamos trabalhando a questão da legislação. Existem outras que a estrutura ainda é boa, mas precisam de reforma – como fizemos na da Candangolândia e estamos fazendo na do Galpãozinho do Gama. Por último, temos aquelas que precisam ser estruturadas porque estão muito danificadas.

Será possível fazer tudo isso em todas as feiras?

Não são equipamentos baratos, pelo contrário, são caros. Chegamos à conclusão que dez delas precisam receber essa mudança mais estrutural. Estamos começando a reforma da feira do Núcleo Bandeirante, que será um modelo para as outras. Também já terminamos a do Riacho Fundo II.

E como ficam os feirantes?

Eles estão se cadastrando e serão selecionados para a ocupação. Por que isso é importante? A feira é um equipamento público onde a população vai e gosta de ir. Isso é uma cultura muito boa porque o recorte da população nordestina de Brasília é muito grande. Quem não é, é descendente. Aquele que não é nenhum dos dois incorpora os costumes. Tem que ter um ambiente agradável e que funcione bem.

Os atuais feirantes terão espaço garantido?

Se há feiras com 60% dos boxes ocupados e o restante fechado porque o feirante não quer ir lá, porque ele acha que lá é um patrimônio dele, abre e fecha na hora que ele quer, acaba prejudicando o atendimento à comunidade. Por isso temos que fazer o recadastramento e dar condições para funcionar. Estamos fazendo tudo isso com a associação dos feirantes e sindicato para que a gente tenha a garantia da revitalização desses espaços e do pleno funcionamento com segurança jurídica. Quem tem que estar ali é o feirante. Não pode ser um morador que colocou os móveis dele lá e virou um depósito da casa dele.

Dê um panorama das obras no DF por região

Oeste

A região Oeste cresceu. Taguatinga levou para lá outras cidades que aumentaram a população, como Ceilândia, Samambaia, Vicente Pires e Arniqueira. Essas pessoas necessitam demais das políticas públicas do governo. Há cidades que estão envelhecidas e outras que estão muito novas, como é o caso do Sol Nascente/Pôr do Sol. É um desafio do governo terminar a infraestrutura de lá. Isso vai acontecer, assim como tirou do papel a obra do Túnel de Taguatinga, que estava parada há mais de 20 anos. A cidade será renovada com o boulevard. Vamos revitalizar o Pistão Sul e Hélio Prates. Os serviços em Vicente Pires estão 92% executados – já é uma cidade de verdade.

Norte

A região Norte é outro vetor de crescimento. A qualidade de vida é invejável. Planaltina é uma cidade histórica e tem tido um carinho muito grande do governador. Sobradinho vai ganhar um viaduto na entrada. Haverá uma terceira faixa para melhorar o fluxo dessa região para Planaltina. Vamos inaugurar também o Trevo de Triagem Norte, batizado de Joaquim Domingos Roriz.

Leste

Já a região Leste, sempre foi tida como a mais pobre do DF, mas esse estigma está desaparecendo. A cidade do Paranoá é espetacular, Itapoã está se desenvolvendo cada dia a mais, São Sebastião e Jardim Botânico estão se desenvolvendo. O governador determinou a duplicação da DF-250, aliviando o trânsito e a construção do viaduto.

Sul

A região Sul é a mais próxima que temos do entorno. Santa Maria e Gama são cidades abastecedoras. São os polos urbanos que catalisam toda aquela região. O governador determinou a revitalização completa do Polo JK para atrair grandes empresas. Fica na entrada de Brasília, é um ponto estratégico para trazer empresas de pequeno, médio e grande porte. Santa Maria acabou de receber uma obra muito importante na VC-371. É uma via muito importante de ligação com a saída da cidade. O Gama também está passando por grande transformação. A Avenida dos Pioneiros foi reformada e vamos fazer o Centro de Saúde nº 8, além de entregarmos um novo setor de desenvolvimento econômico, a Ama Gama, toda pronta.

GDF lança 22 concursos para o próximo ano

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Está prevista na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a realização das provas. São vagas em áreas estratégicas do governo

A pandemia de covid-19 impediu a realização de concursos públicos em todo o Brasil. No Distrito Federal, a Secretaria de Economia planeja, na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, a retomada de concursos públicos, para melhorar cada vez mais a qualidade dos serviços oferecidos à população.

São vagas em áreas estratégicas do governo e também em setores da administração pública com déficit de servidores por conta de exonerações e aposentadorias. Dentre as 22 categorias, estão as médicos, agentes de polícia, cargos na educação, políticas públicas e de fiscalização.

Segundo o secretário de Economia, André Clemente, a realização dos concursos é fundamental para a melhoria da qualidade do serviço público no DF. “Desde o início da pandemia, o GDF contratou mais de 9,3 mil servidores, entre efetivos e temporários. A retomada desses concursos, que foram suspensos pelas exigências legais impostas pela pandemia, é muito importante para manter a eficiência na prestação dos serviços públicos”, afirma.

Em agosto de 2020, o GDF suspendeu todos os prazos de validade dos concursos públicos homologados e vigentes no âmbito da Administração Pública direta e indireta do Distrito Federal, durante a vigência do Estado de Calamidade Pública. Dessa forma, garantiu que o período de pandemia não afetasse a validade dos certames já aprovados ou a posse de aprovados em concursos já realizados.

O Decreto nº 40.572/2020 já havia suspendido, por tempo indeterminado, a posse e o exercício de aprovados, com exceção dos profissionais necessários para atuar no enfrentamento da pandemia da covid-19.

A medida também foi adotada pelo Governo Federal por meio da Lei Complementar nº 173, com a suspensão dos “prazos de validade dos concursos públicos homologados na data da publicação do Decreto Legislativo nº 6 de 20 de março de 2020, em todo o território nacional, até o término da vigência do estado de calamidade pública estabelecido pela União”.

A lei federal impede os estados e municípios de aumentar as despesas com pessoal até dezembro de 2021. No entanto, autoriza a nomeação de servidores para reposição de vacância, evitando, dessa forma, a descontinuidade da prestação dos serviços públicos.

Veja os 22 concursos que constarão no planejamento do Orçamento de 2022:

– Execuções Penais
– Políticas Públicas e Gestão Governamental
– Apoio às Atividades Policiais Civis.
– Assistência Pública à Saúde
– Atividade de Defesa do Consumidor
– Atividades do Trânsito
– Auditoria de Atividades Urbanas
– Cirurgião-Dentista
– Desenvolvimento e Fiscalização Agropecuária
– Enfermeiro
– Gestão de Resíduos Sólidos
– Médico
– Assistência à Educação
– Magistério
– Auditoria de Controle Interno
– Auditoria Fiscal da Receita
– Vigilância Ambiental e Atenção Comunitária à Saúde
– Agente de Polícia
– Escrivão de Polícia
– Regulação de Serviços Públicos do DF
– Apoio às Atividades Jurídicas PGDF
– Procurador do DF

Nação BRB FLA já chega a 400 mil contas abertas

Em menos de 15 dias, foram abertas 100 mil contas, mostrando o sucesso da parceria do BRB com o Flamengo | Foto: Divulgação/BRB

Somadas às dos clientes do BRB tradicional, o número total já ultrapassa 806 mil correntistas

O banco digital do BRB, o Nação BRB FLA, lançado em parceria estratégica com o Flamengo, chegou hoje à marca de 400 mil contas abertas. Somadas às cerca de 373 mil contas-correntes ativas do segmento PF (pessoa física) e às mais de 32 mil do segmento PJ (pessoa jurídica), são mais de 806 mil contas.

O volume de contas abertas, em apenas nove meses do lançamento do banco digital, reforça o sucesso da parceria e posiciona, no mercado, o Nação BRB FLA como um banco completo, já presente em 39 países e em 78% dos 5.570 municípios brasileiros.

“A quantidade de contas ativas no segmento pessoa física pelo banco digital mostra a força do Nação BRB FLA, a importância da digitalização e a estratégia acertada do BRB, ao buscar a parceria inédita com o Flamengo para a expansão dos negócios”, comemora o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. “Somos um banco completo, com portfólio de produtos e serviços variados e que oferece opções personalizadas aos nossos clientes”, emenda.

Crescimento rápido

“É a nossa torcida apoiando cada vez mais o Flamengo e tendo acesso ao serviço de ótima qualidade do Banco Nação BRB FLA”Gustavo Oliveira, vice-presidente de Comunicação do Flamengo

Gustavo Oliveira, vice-presidente de Comunicação e Marketing do Flamengo, também comemora a marca e destaca o engajamento do torcedor.

“Esta é a força da espetacular Nação Rubro-Negra. É impressionante ver a rapidez do crescimento do número de contas. Em menos de 15 dias, foram 100 mil novas contas. É a nossa torcida apoiando cada vez mais o Flamengo e tendo acesso ao serviço de ótima qualidade do Banco Nação BRB FLA”, detalha.

Variedade

O Nação BRB FLA oferece os mais variados produtos e serviços do mercado financeiro. Conta com seis diferentes tipos de cartões de crédito, seguros e até uma plataforma de investimento exclusiva, fruto de parceria com a Genial.

Também disponibiliza mais de 280 opções diferentes de investimento, além de Home Broker para operar diretamente no mercado de ações. O Nação BRB FLA tem ainda um programa de relacionamento, o + Mengão, para resgate e troca de pontos adquiridos por produtos e serviços.

O Nação BRB FLA também oferece um seguro para acidentes pessoais com descontos em medicamentos e orientação médica por videochamada 24h por dia, cheque especial e crédito pessoal, Pix, e acesso à sala BRB Vip Club no aeroporto de Brasília (consulte as condições de seu cartão).

Serviços tradicionais como saques gratuitos e ilimitados nos caixas eletrônicos de autoatendimento BRB e na Rede
Compartilhada Banco24hHoras também estão disponíveis aos clientes do Nação BRB FLA.

Informações sobre o Nação BRB FLA podem ser obtidas no site nacaobrbfla.brb.com.br, nas redes sociais e pela central 4000-1915 ou 0800 001 4090.

Governo do DF anuncia queda de 19% dos casos de covid-19 no Distrito Federal

Os casos diários de covid-19 caíram de 954 para 884, mas o governo avalia que ainda não é hora de flexibilizar as restrições | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Em uma semana, o número de óbitos pela doença também apresentou redução de 5,45%. Obras dos hospitais de campanha já foram concluídas

Os casos de covid-19 no Distrito Federal registraram queda de 19% em uma semana. Os casos de mortes caíram 5,45% no mesmo período. Os números foram anunciados nesta quinta-feira (22) pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e pelo chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. Apesar das quedas, o GDF não pretende flexibilizar o funcionamento de atividades comerciais como bares e restaurantes.

“O número de casos ativos vem diminuindo sensivelmente. Chegamos a ter 16 mil casos ativos na fase mais aguda da pandemia”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil

Os casos diários também reduziram de 954 para 884. O índice de transmissão, depois de apresentar um aumento na semana passada, está em 0,86. “Esses dados são apresentados ao governador todos os dias pela manhã e ele toma as decisões baseado neles. Ainda não é hora de afrouxar mais as restrições”, afirmou o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha.

Atualmente, o DF tem 369.808 casos confirmados de covid-19, sendo 352.152 recuperados e 10.269 ativos. “O número de casos ativos vem diminuindo sensivelmente. Chegamos a ter 16 mil casos ativos na fase mais aguda da pandemia”, ressaltou Rocha.

Hospitais de campanha

As obras dos hospitais de campanha do Gama, de Ceilândia e do Autódromo de Brasília, construídos para reforçar o combate à covid-19 no Distrito Federal, estão concluídas. Quando esses hospitais começarem a funcionar, a fila de espera por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) será reduzidas. Hoje, 118 pacientes aguardam uma UTI no DF.

Os três hospitais terão, cada um, 100 leitos de Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs), todos equipados com suporte ventilatório pulmonar e de hemodiálise

Segundo Osnei Okumoto, os técnicos da Secretaria de Saúde estão realizando vistorias nos hospitais de campanha para garantir que a estrutura física deles esteja adequada e pronta para receber os equipamentos a serem montados pela empresa encarregada da gestão das unidades.

“Os três hospitais foram entregues para a Secretaria de Saúde para que a equipe técnica, tanto da assistência quanto da infraestrutura, pudesse avaliar as condições em que eles foram montados para que possam receber os equipamentos necessários, assim como o RH para o início do seu funcionamento”, disse.

O Hospital de Campanha do Gama, ressaltou o secretário, já tem as condições iniciais para receber os equipamentos. Além dos insumos e aparelhos, a empresa que fará a gestão será responsável pelos funcionários que atuarão nos hospitais, inclusive os administrativos e os de serviços, como alimentação, segurança e limpeza. A oferta de oxigênio também será disponibilizada pela empresa contratada. Os leitos terão a seguinte equipe médica multidisciplinar: um médico, com jornada de quatro horas e com habilitação comprovada por título em terapia intensiva; médicos plantonistas; enfermeiro disponível a cada quatro horas com habilitação em terapia intensiva; enfermeiros plantonistas; fisioterapeutas; fonoaudiólogos e técnicos em enfermagem.

Os três hospitais terão, cada um, 100 leitos de Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs), todos equipados com suporte ventilatório pulmonar e de hemodiálise. Segundo os secretários, os leitos só não são classificados como UTI porque estão em um hospital de campanha, onde não há centro cirúrgico. “Os leitos são equipados como uma UTI, mas não têm essa terminologia por uma determinação do Ministério da Saúde pela ausência do centro cirúrgico”, explicou Gustavo Rocha. “Quando esses hospitais estiverem em pleno funcionamento, vamos conseguir zerar a lista de espera e diminuir sensivelmente a ocupação dos leitos de UTI”, ressaltou.

Artigo | Influenciadores em tempos de Pandemia

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Como essas celebridades digitais se transformaram em aliados para conscientização sobre o Coronavírus

Por Danilo Strano

Para entender como chegamos ao atual cenário de protagonismo dos influenciadores nas campanhas em meio a pandemia, olhemos para o estudo realizado pela SocialChorus, importante plataforma americana de pesquisa. Nele foi verificado que após o início da crise sanitária que vivemos, as campanhas de marketing de influência captaram, em média, um engajamento 16 vezes maior do que a publicidade paga em meios de comunicação tradicionais. Outra pesquisa relevante foi realizada pela Youpix, consultoria de negócios voltados para a influência digital, intitulada “Marketing de Influência em Tempos de Pandemia de Covid-19”. O estudo contou com a participação de 554 criadores de conteúdo e 164 marcas de diversos segmentos, e constatou que 77,5% das marcas acreditam que influenciadores e criadores podem ser bons aliados e bons interlocutores em tempos de Coronavírus.

A pesquisa revelou que os influenciadores estavam com engajamento em alta e com posicionamentos cada vez mais relevantes perante seus seguidores. Desta forma, logo se tornaram aliados nos temas relacionados à prevenção do Coronavírus. Em novembro do último ano, o escritório da Organização das Nações Unidas para a Educação (UNESCO) montou uma campanha para evitar a disseminação de fake news sobre a pandemia nas redes sociais. Os protagonistas desse plano de mídia foram os influenciadores digitais, que deveriam conscientizar sobre COVID-19 para a segurança da comunidade e o combate à falta de informação.

Nos Estados Unidos, em março de 2020, data que marca o avanço da pandemia, influenciadores inundaram os feeds com conteúdo incentivando a população a tomar medidas preventivas, como a higienização das mãos, o distanciamento social e a utilização de máscaras. Isso não foi uma coincidência: líderes em saúde pública do governo norte-americano recrutaram influenciadores com muitos seguidores, a fim de utilizarem suas plataformas em serviço do bem.

No Texas (EUA), o governo local também contratou influenciadores com objetivo de estreitar a comunicação coma a população mais jovem e, desta forma, conseguir conscientizar sobre os riscos da nova doença. De acordo com os estudos, essa parcela da população consome as mídias tradicionais com menor frequência, fator que evidencia a ampliação da participação destes veículos em redes como o Instagram, onde o alcance entre os jovens torna-se bem maior.

Na Holanda, influenciadores digitais usaram suas forças na internet para conscientizar a população a respeitarem as medidas restritivas, minimizando os riscos de contagio. O governo daquele país adotou o Lockdown e a campanha em parceria com influenciadores foi essencial para o cumprimento das novas regras.

Já na Finlândia um dos influenciadores mais conhecidos do país foi contratado pelo governo para reforçar a luta contra o Coronavírus. Com a iniciativa, os finlandeses levaram informações confiáveis sobre a pandemia ao maior número possível de pessoas. O foco da campanha era combater as fake news e ampliar o diálogo sobre a prevenção.

O mercado de influenciadores digitais funciona com regras próprias. De modo geral, cada influenciador possui o seu nicho de atuação, engajamento, público-alvo, público segmentado, níveis de aderência e uma quantidade de seguidores diferentes. O uso desse mercado comunicador em meio a pandemia por parte de governos e importantes organizações, como a UNESCO, é uma inovação que, seguramente, consolida os criadores de conteúdo como ferramentas fundamentais em qualquer plano de mídia que pretenda alcançar de forma mais eficaz o público online.

No Brasil, as diferentes esferas de governo (federal, estadual e municipal), também se serviram dos influenciadores para reforçar as campanhas de conscientização sobre a nova doença. As personalidades foram utilizadas em quatro fases: no início da pandemia – para alertar sobre a nova doença; na sequência, para falar sobre prevenção de forma geral; posteriormente, com foco nos profissionais de saúde e idosos; e, por fim, para comunicar sobre a importância de procurar atendimento médico assim que os primeiros sintomas aparecessem.

Apesar de alguma resistência, o uso de influenciadores para comunicar sobre assuntos sérios, como os que envolvem saúde pública, tem se consolidado como uma ferramenta atual e eficiente. Os números apresentados por diferentes países e estudos de renomadas instituições evidenciam que não é algo passageiro e que os influenciadores, por hora, são fundamentais para o sucesso de uma campanha.

Danilo Strano é cientista político e especialista em Marketing de Influência

Decreto facilita regularização de empresas do Pró-DF

Publicado no DODF, o texto traz diversos ajustes na regulamentação da Lei nº 6.468/2019

Decreto publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) traz diversos ajustes na regulamentação da Lei 6.468/2019 que reformula o Pró-DF II e cria o Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo, o Desenvolve-DF.

As alterações foram necessárias para facilitar a execução e efetiva regularização do Pró-DF. Entre outras coisas, o texto traz mais transparência sobre as competências da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e da Secretaria de Empreendedorismo do Distrito Federal (Semp) no processo do Desenvolve-DF.

Segundo o diretor e Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, “o ajuste foi necessário, considerando que a regularização busca resolver problemas de toda espécie no Pró-DF, alguns deles com duração de 20 anos. O empenho agora será dirigido para a fase de execução, ou seja, para agilizar a efetiva implantação da nova legislação.”

O novo decreto, publicado em 29 de março, também traz maior segurança jurídica às empresas uma vez que corrige divergências normativas quanto aos termos definidos em contratos antigos com Atestado de Implantação Definitivo (AID) que já emitidos. Isso porque o decreto 36.494/2015 estabeleceu que as escrituras seriam de promessa de compra e venda, no caso de uma migração de programas anteriores para o Pró-DF II.

“Isso foi aplicado para todos, mesmo para aqueles que eram contrato de compra e venda. Essa divergência foi corrigida, fazendo valer o que estava definido em contrato”, explica assessora Jurídica da Semp, Marina Santos.

Mais uma vez o setor produtivo participou da construção do texto do decreto, enviando propostas de alterações à Terracap, encaminhadas à Semp e acolhidas pelo governador Ibaneis Rocha.

Outra questão que foi resolvida com a alteração do decreto são os contratos que estavam dentro da primeira versão do Pró-DF, que passaram a ser prorrogados pela Lei e estão em fase de migração. Todas as taxas, totalizando 96, serão abatíveis do saldo devedor da futura aquisição.

Além disso, o decreto ainda tornou o programa e as suas normas mais compreensíveis para a população, como, por exemplo: qual procedimento de inclusão de imóvel para licitação e quais documentos são exigidos para cada tipo de regularização prevista.

Também se adequou à prorrogação dos prazos gerais, realizada pelo Conselho de Gestão do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo (Copep) por meio da resolução normativa nº 1/ 2021; e aumentou o rol dos documentos aceitos nos processos de regularização, ampliando o alcance do programa.

Calendário de flores e cores é cultivado no Distrito Federal

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Até outubro, há floração de ipês no DF, um cartão-postal da capital. Existem 230 mil árvores da espécie plantadas em todo o Planalto Central | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

GDF investe R$ 40 milhões todos os anos para plantar mais de 150 mil mudas em todas as 33 regiões administrativas

Simbiose entre o concreto e o verde, Brasília possui árvores de tipos tão variados quanto as das florestas tropicais. São cerca de 200 espécies em mais de 5 milhões de árvores espalhadas pelas 33 regiões administrativas. Uma marca registrada da capital, que completa 61 anos nesta quarta-feira (21).

Brasília completa 61 anos também com título de cidade-parque, reunindo 1,5 milhão de árvores plantadas no Plano Piloto

O paisagismo, planejado e implementado cuidadosamente pela Companhia de Urbanização da Nova Capital (Novacap), deu a Brasília mais um título. Além de ser patrimônio cultural da humanidade, a capital é uma cidade-parque.

Só no Plano Piloto, são 1,5 milhão de árvores plantadas que proporcionam beleza única aos seus espaços públicos, garantem sombra para amenizar o calor do cerrado e, nas superquadras, funcionam como barreira para o barulho que vem do comércio.

O projeto da construção do Plano Piloto, pelo urbanista Lúcio Costa, caracteriza-se pela harmonia entre os monumentos e espaços arquitetônicos com grandes áreas verdes e ambientes floridos. Segundo o pioneiro da arquitetura modernista no Brasil, a cidade foi concebida para ter  “prédios nascendo como da clareira de uma floresta.”

Cinta arborizada

No relatório do Plano Piloto, o urbanista projetou que “as quadras seriam emolduradas por uma larga cinta densamente arborizada, com árvores de porte, prevalecendo em cada quadra determinada espécie vegetal, com chão gramado e uma cortina suplementar intermitente de arbustos e folhagens, a fim de resguardar melhor, qualquer que seja a posição do observador, o conteúdo das quadras, visto sempre num segundo plano e como que amortecido na paisagem.”

“Entre as sete maravilhas de Brasília, o verde está entre as três primeiras”Fernando Leite, presidente da Novacap

Desde a inauguração de Brasília, a Novacap faz um projeto de arborização anual que garante o plantio de diferentes espécies pelas ruas do Plano Piloto e das regiões administrativas. São investidos, todos os anos, mais de R$ 40 milhões, que proporcionam novos plantios e manutenção da área verde. O plano prevê o plantio de 150 mil árvores todo ano.

Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, o papel da companhia, criada em 1957, foi primordial para construir Brasília em três anos e, agora, o trabalho é responsável por manter a qualidade de vida do brasiliense, ao garantir uma cidade florida o ano inteiro. “Entre as sete maravilhas de Brasília, o verde está entre as três primeiras”, diz.

A secretária executiva de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Giselle Moll, afirma que é impossível pensar em Brasília sem o paisagismo que foi concebido por Lúcio Costa. “Brasília já nasceu com muito verde. E aqui não falo só de Burle Marx, que é nosso paisagista mais famoso, nem apenas dos jardins ao redor dos monumentos. Mas do paisagismo do dia a dia, dos balões e da arborização que parece aleatória, mas que é muito bem feita, preencheu toda a cidade”, diz.

“As árvores purificam o ar, proporcionam sombra, abrigam a fauna, as aves, atenuam a luminosidade excessiva da capital, melhoram a umidade do ar, reduzem a ação dos ventos, diminuem ruídos e impactos sonoros e proporcionam conforto ambiental”Raimundo Silva, chefe do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap.

A arquiteta e urbanista destaca que, sem tanta vegetação, seria “muito mais difícil viver em Brasília”. “Além da beleza e da exuberância, as árvores são muito importantes para o clima. Brasília tem temperaturas altas em determinada época do ano, é muito seca, faz muito sol. Precisamos de todas essas árvores”, destaca.

Entre as espécies mais comuns encontradas por aqui estão o jequitibá rosa e o vermelho, quaresmeira, jacarandá mimoso, jenipapo, jatobá, cagaita, angico, fisocalima, aroeira, copaíba, tarumã, angico e, claro, o ipê, árvore símbolo do “quadradinho” de todas as cores: roxo, branco, rosa e amarelo.

“Arborizar uma cidade, não é uma tarefa puramente ornamental. As árvores purificam o ar, proporcionam sombra, abrigam a fauna, as aves, atenuam a luminosidade excessiva da capital, melhoram a umidade do ar, reduzem a ação dos ventos, diminuem ruídos e impactos sonoros e proporcionam conforto ambiental”, diz Raimundo Silva, chefe do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap.

Todo dia é dia de flor

A cada mês, faça chuva ou faça sol, os brasilienses podem observar uma ou mais espécies arbóreas floridas em Brasília. No período de estiagem, são utilizadas espécies resistentes ao sol e calor como as camomilas, cravos, dálias, flocos, perpétuas, petúnias e sálvias, além das zíneas, com uma grande variedade de cores. No período de chuva, mesmo tendo menos opções de flores, Brasília segue florida com espécies que sobrevivem ao solo encharcado.

Graças ao trabalho do DPJ, há um calendário de árvores que florescem durante o ano todo. O ano começa com a florada amarelo-alaranjada do cambuí, em janeiro. São cerca de 350 mil árvores do tipo espalhadas pelo DF. De fevereiro a junho, as tonalidades de cor-de-rosa, mais clara ou mais escura, recobrem as cerca de 150 mil paineiras plantadas em todas as regiões administrativas. A espécie também é chamada de barriguda, por causa das saliências da casca do seu caule.

Em abril, o lilás e o roxo das quaresmeiras colorem as ruas da capital. Já em junho, começa a temporada dos ipês, as árvores mais conhecidas dos brasilienses. A cidade começa a ficar colorida de roxo, com flores que permanecem firmes nos pés até setembro. Mas o arco-íris começa a se formar em julho, quando entram em floração os ipês-amarelos. Depois vem o ipê-rosa – tonalidade um pouco mais clara que o roxo –, o branco e o verde. Até outubro, há floração de ipês no DF, um cartão-postal da capital. Existem 230 mil árvores da espécie plantadas em todo o Planalto Central.

Dependendo do clima, as espécies podem florir até duas vezes por ano. A temperatura também influencia a floração das árvores. As flores duram, em média, entre 90 e 180 dias.

2 milhõesde mudas de flores e 200 mil de árvores são cultivadas nos viveiros da Novacap

Viveiros

A Novacap conta com dois viveiros, que preparam as mudas para o plantio. Neles, são realizadas pesquisas agronômicas e experimentações de novas espécies, que se adaptem às condições locais climáticas e de solo.

No Viveiro 1 são cultivadas plantas e flores. No Viveiro 2: árvores, arbustos e palmeiras. A Novacap cultiva ipês-amarelos, rosa, roxos e brancos, quaresmeiras, sucupiras, aroeiras, copaíbas, árvores que fazem parte do ecossistema do bioma cerrado. São cultivadas nos canteiros mais de dois milhões de mudas de flores e 200 mil mudas de seres arbóreos.

Canteiros ornamentais

A beleza da vegetação cultivada nos canteiros da Novacap também pode ser apreciada por pedestres e motoristas nos 600 canteiros ornamentais espalhados pelo DF. Além dos gramados, sempre requisitados, as plantas mais populares nos canteiros e áreas verdes da capital são os ipês e as palmeiras, além das flores caliopsis, crista de galo, cravo marigold e gaillardia, responsáveis por trazer o colorido característico dos canteiros.

Notório pela variedade de plantas, cores e pela grandiosidade da área que ocupa, o canteiro do balão do Aeroporto Juscelino Kubitschek talvez seja o mais famoso de todo o DF. Em 2020, um dos trabalhos mais importantes de paisagismo foi realizado na recém-inaugurada Praça dos Estados, novo espaço de convivência construído próximo à revitalizada Galeria dos Estados. No local, foram plantados mais de nove mil metros quadrados de grama, 90 arbustos, 54 palmeiras e nove ipês, fruto de um investimento de R$ 2 milhões.

Podas

Para manter a cidade bonita e segura, quando há fortes chuvas e ventos, a Novacap faz as podas preventivas. Para isso, são avaliados se a árvore está saudável ou sofrendo alguma patologia. Se estiver doente, ou se os galhos apresentarem algum risco para pedestres e motoristas, realiza-se a poda. Mas, se ela estiver declinada correndo o risco de cair, será suprimida.

As demandas registradas pela Ouvidoria da Novacap também ajudam a definir a manutenção das áreas urbanas do DF. Em 2020, a companhia recebeu 16.535 pedidos, 40% deles relativos a poda de árvores. Ao receber uma demanda, o DPJ encaminha um técnico ao local para uma vistoria e, uma vez comprovadas a necessidade e a urgência da poda, o serviço entra no cronograma do departamento.

Raimundo Silva ressalta que a população precisa se conscientizar sobre o fato de que nem toda demanda feita termina na realização do serviço. “Às vezes, as pessoas acham que a árvore está muito alta e há a necessidade de poda, mas não tem, ou o contrário – uma árvore tem que ser erradicada, e a comunidade não quer”, pontua. “Todas as nossas ações têm fundamentação técnica.” Em 2020 foram realizadas 82.240 intervenções arbóreas em todo DF – aí incluídas podas, erradicações de árvores, retirada de árvores caídas e de galhos caídos.

BRB ingressa na stock car como banco oficial da categoria

(Imagem Beto Fotografia)

Estreia será no próximo domingo, dia 25, no circuito de Goiânia

O BRB vai assumir o papel de banco oficial da Stock Car, importante categoria do automobilismo. Já no próximo mês, o banco vai apresentar o cartão de crédito exclusivo para os apaixonados pelo principal campeonato das quatro rodas da América do Sul.

“É um grande orgulho para o BRB fazer parte da Stock Car, a principal categoria do automobilismo nacional, e que recebe tanto carinho do público. Desejamos que essa parceria gere grandes frutos e muito entretenimento para todos os espectadores”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. O BRB, que tem histórico de apoio a diversas modalidades esportivas, é patrocinador dos pilotos Pedro Cardoso e Lucas Foresti, representantes do Distrito Federal na Stock Car.

“O ingresso do BRB na Stock Car é uma conquista muito especial”, diz Fernando Julianelli, CEO da Vicar, promotora da Stok Car Pro Series e também das categorias Stock Light e Turismo Nacional. “Primeiro, por que é mais uma marca importante que chega para fazer parte do evento, tornando a Stock cada vez mais um hub de visibilidade, relacionamento e negócios. E, igualmente importante, por que é uma empresa que quer realmente se conectar aos fãs da Stock. E a proposta de criar o cartão de fidelização é só o primeiro passo de uma longa história de boas oportunidades para os fãs que vamos construir juntos”, completa Julianelli.

A estreia do BRB como banco oficial da categoria acontece no próximo domingo, dia 25, no circuito de Goiânia. Para a temporada de 2021, todas as provas da modalidade serão televisionadas na TV aberta e paga, e também terão transmissão nas redes sociais da organizadora. As provas acirradas atraem, a cada ano, uma série de pilotos de renome e com projeção internacional, como Rubens Barrichello, Felipe Massa, Lucas di Grassi e Tony Kanaan.

O BRB trabalha ainda pela recuperação do Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. O objetivo é que o local volte a ser palco de eventos de esporte, lazer e entretenimento e que receba uma das etapas da Stock Car ainda em 2021.

Gueiros se movimenta e ganha apoios como pré-candidato a presidente da OAB-DF

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Gueiros se reúne com grandes lideranças das diversas subseções da OAB-DF e constrói apoios sólidos rumo a disputa da presidência da Ordem

Apesar da eleição da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Distrito Federal acontecer somente no final de novembro, a pré-candidatura do advogado Everardo Gueiros é fato quase consumado

Por Toni Duarte, do Radar DF

Focado no que de fato lhe interessa, o Dr, Gueiros deu mostras de suas habilidades as quais pretende usar na sua longa caminhada como pré-candidato a presidência da OAB-DF.

Uma delas é a de  transmitir o sentimento represado em meio a maioria dos 50 mil advogados do DF que se sente abandonada por uma OAB, segundo ele, “omissa e apagada nestes dois últimos anos”.

Trabalhando de domingo a domingo, sem parar, em suas visitas às Subseções da Ordem no DF, Everardo Gueiros, critica a postura do atual presidente, Délio Lins, “por se vangloriar publicamente, sem a menor cerimônia, de ter distribuído comida para mil advogados neste momento de pandemia”.

A postura de Délio é como se estivesse dando esmola para os advogados que são a principal força motora da OAB-DF”, disse.

Gueiros faz questão de cobrar ações mais eficazes para os advogados do DF que estão sofrendo enormes perdas provocadas pela pandemia que causou e vem causando o fechamento de centenas  de escritórios e afeta a autoestima da categoria.

Ao demonstrar o seu talento de “agregador”,  o ex-desembargador e ex-conselho federal da OAB, foca na conquista das principais lideranças que, como ele, acreditam que a categoria não pode continuar refém de uma gestão que se  omiti na defesa das prerrogativas do advogado.

Na  Subseção do Paranoá/Itapuã, Gueiros conquistou o apoio do presidente Alexandre Silva, da Vice Ângela Albuquerque e do Secretário Geral Handerson Almeida.

“Muitas propostas estão sendo elaboradas para fortalecer as Subseções e dar outro ritmo à apagada OAB”, disse ele durante a visita.

Outro fato concreto de sua desenvoltura, no contato corpo-a-corpo, com as principais lideranças, ocorreu com o apoio recebido, formalmente, da Subseção de Samambaia pela presidente Joana Darc, a vice Elaine Rockenbach, bem como do presidente da Comissão da Advocacia Jovem de Samambaia, Elder Leitão.

Everardo Gueiros também se reuniu com líderes  das Subseções de Águas Claras e Taguatinga para mais uma rodada de conversas sobre a OAB DF.

Na pauta, as propostas para devolver a advocacia o lugar de destaque e resolver o descaso hoje enfrentado pela classe.

O ponto alto da reunião foi a discussão sobre o estado de calamidade vivido pelos  colegas de profissão. A reunião contou com a presença de Paulo Jozimo, Helena Moreira e Samuel Marçal.

Com habilidade que lhe é peculiar, Everardo Gueiros mostra que seu projeto de disputa pela presidência da OAB-DF está de pé e  ganha lastro.

Com humildade necessária para sentar à mesa  e conversar com todos os setores da advocacia brasileiense, Gueiros deixa  claro que, se tais condições lhe forem favoráveis, irá para a luta sem pestanejar.