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Covid-19: evolução da vacinação depende da eficácia do Programa Nacional de Imunização, diz Queiroga

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante coletiva no Palácio do Planalto

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disparidade no número de doses de vacinas distribuídas e aplicadas ocorre devido execução logística e atrasos em alguns processos de produção e autorização

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a evolução da campanha de vacinação contra a Covid-19 depende da eficácia do Programa Nacional de Imunização (PNI). Sendo assim, ele defende que tanto a União como estados e municípios ajam de maneira uniforme no processo de distribuição e aplicação das vacinas. A declaração foi feita durante reunião da Comissão Temporária da Covid-19, nesta segunda-feira (26).

“Se nós respeitássemos o PNI conforme pactuado no modelo tripartite, ele iria ser melhor. Ocorre que, na bipartite, às vezes muda a orientação para incluir um grupo prioritário ou outro, e todos têm razão, mas isso termina por alterar a harmonia do nosso programa e atrapalha o processo de vacinação”, pontuou.

Na ocasião, Queiroga também comentou sobre a disparidade no número de doses de vacina distribuídas e aplicadas. Segundo ele, isso ocorreu devido à execução logística e atrasos em alguns processos de produção e autorização, o que gerou muita polêmica e acarretou, inclusive, na judicialização do processo de entrega dos imunizantes.

“Outra questão que tem nos causado certa preocupação é a Coronavac/2ª dose ter sido um pedido de governadores e prefeitos. Há cerca de um mês, foram liberadas as segundas doses para que fossem aplicadas. Agora, em face do retardo de insumos vindo da China para o Instituto Butantan, há uma dificuldade com essa segunda dose”, disse.

Recursos

Sobre os recursos financeiros, o ministro da Saúde ressaltou que foram transferidos, este ano, R$ 27,4 bilhões, de rotina, além de R$ 1 bilhão destinado aos cuidados contra a Covid-19, por estados e municípios. Queiroga afirmou, ainda, que mais de 20 mil novos leitos foram autorizados pela pasta.

“8.879 leitos foram autorizados na região Sudeste, 4.602 na região Nordeste, 3.609 leitos autorizados no Sul do país, 1.756 na região Centro-Oeste e 1.044 leitos autorizados na região Norte. Ou seja, todas as demandas por autorização de leitos uma vez solicitada a Secretaria de Atenção Especializada à Saúde tem deferido”, pontuou.

Fonte: Brasil 61

Começa a Campanha do Agasalho Solidário 2021

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Este é o terceiro ano em que o GDF une esforços com a sociedade civil para aquecer os que mais precisam

O inverno começa oficialmente no dia 21 de junho, mas o Distrito Federal já enfrenta baixas temperaturas. Pensando nisso, a Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância, em parceria com a Secretaria de Governo, Vice-Governadoria, Corpo de Bombeiros Militar e Defesa Civil do Distrito Federal, lançou,  nesta segunda-feira (26), a Campanha do Agasalho Solidário 2021.

O objetivo é arrecadar itens de combate ao frio, como cobertores, casacos, meias, luvas e gorros para pessoas em situação de vulnerabilidade social. As doações poderão ser entregues no Palácio do Buriti e no prédio anexo, bem como em todos os Batalhões do Corpo de Bombeiros. A campanha receberá doações até o dia 30 de junho.

De acordo com os protocolos sanitários para evitar a propagação da covid-19, a recomendação é que os donativos sejam lavados e entregues em sacos plásticos para facilitar a identificação e a triagem. Todos as peças serão imediatamente entregues às famílias em situação de vulnerabilidade do Distrito Federal.

Segundo Mayara Noronha Rocha, primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social do DF, estão sendo intensificados os atos de amor ao próximo por meio de campanhas de solidariedade. Com a pandemia, muitas famílias se encontram em situação de vulnerabilidade social, e a campanha vem aquecer aqueles que sentem frio. “Esse é um momento de pensarmos de forma coletiva e, assim, nos mobilizarmos para ajudarmos aqueles que mais precisam”, concluiu Mayara.

Para Anucha Soares, a parceria com o Corpo de Bombeiros Militar e com a Defesa Civil beneficiará o cidadão que quiser realizar a doação próximo de sua residência, já que há batalhões por todo o DF. E com a experiência da Defesa Civil  os donativos serão entregues para aqueles que mais precisam. “Estamos trabalhando de forma integrada para garantir celeridade e resultados à população. Quem tem fome e frio tem pressa”, concluiu Anucha Soares.

Perto de você

“O CBMDF se sente mais uma vez honrado em participar em conjunto com a Subchefia de Políticas Sociais e outras secretarias de Estado desta importante ação solidária. A ajuda ao próximo está no DNA do Corpo de Bombeiros que, por meio dos seus militares e das suas unidades espalhadas por todo o Distrito Federal, poderão auxiliar na promoção da cidadania auxiliando os mais necessitados neste momento de pandemia”, comentou o coronel William Augusto Ferreira Bomfim, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.

Governo do DF garante segunda dose da vacina para quem já tomou a primeira

O secretário Gustavo Rocha lembrou que o GDF chegou a ser criticado pela postura de reservar as doses de D2, que fez o DF cair de 1º para 14º no ranking nacional de imunização| Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Ocupação de leitos registra queda de 26,9% entre pessoas com mais de 75 anos. Já a taxa de transmissibilidade da covid-19 caiu para 0.83

Graças a uma determinação do governador Ibaneis Rocha, a Secretaria de Saúde guardou doses de vacina contra covid-19 para ser aplicada na segunda etapa da imunização, que só é garantida com a aplicação de duas doses do imunizante. Assim, não corre o risco de faltar doses de D2 para quem já tomou a D1, como acontece em vários estados brasileiros. A garantia foi dada nesta segunda-feira (26) pelo secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, e pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti.

“Ao longo das duas últimas semanas, fomos muito questionados por que a gente não fazia como os outros estados e usávamos as D2 para acelerar a vacinação. Hoje, o ministro da Saúde falou em audiência no Senado Federal que os estados que usaram D2 como D1 cometeram um erro grave”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil

Gustavo Rocha lembrou que o GDF chegou a ser criticado pela postura, que fez o DF cair de 1º para 14º posição no ranking nacional de imunização. “Ao longo das duas últimas semanas, fomos muito questionados, até aqui nas coletivas várias perguntas foram feitas por que a gente não fazia como os outros estados e usávamos as D2 para acelerar a vacinação”, relatou o secretário. “Hoje, o ministro da Saúde falou em audiência no Senado Federal que os estados que usaram D2 como D1 cometeram um erro grave”, completou.

Segundo o secretário, as doses que vêm marcadas como D2 do Ministério da Saúde, continuam a ser destinadas para D2 no DF. “Não estamos aplicando D2 como D1. Assim, a gente pode dizer para todo mundo que tomou a primeira dose que a segunda está assegurada”, disse. O secretário ressaltou que, por isso, o GDF passou a exigir o cartão de vacinação para comprovar onde a primeira dose da vacina foi aplicada. “A Secretaria de Saúde não procederá a vacinação para quem tomou a primeira dose em outro estado e vier para o DF tomar a segunda, para não quebrar a paridade e acabar prejudicando a população do DF”, explicou.

“Hoje eu acordei com ligações de amigos de outros estados falando da dificuldade que estão tendo sem a D2. Aqui nós estamos muito tranquilos. Seguimos uma orientação do governador Ibaneis de guardar a D2 para atender os pacientes que já tinham recebido a D1”Osnei Okumoto, secretário de Saúde

“Há grande possibilidade de as doses da CoronaVac atrasarem, o que vai fazer com que aqueles estados que não asseguraram a segunda dose vão continuar sem vacinar porque não vai ter vacina ”, afirmou Gustavo Rocha. “Hoje eu acordei com ligações de amigos de outros estados falando da dificuldade que estão tendo sem a D2. Aqui nós estamos muito tranquilos”, completou Osnei Okumoto.

Desde 19 de janeiro

A vacinação contra a covid-19, no Distrito Federal, começou no dia 19 de janeiro. Até o momento, o DF já recebeu quatorze remessas de vacinas, totalizando 758.860 doses de imunizantes: sendo 548.360 doses de CoronaVac e 210,5 mil doses da vacina AstraZeneca.

Confira a entrevista coletiva:


Dessas vacinas, 449.380 foram utilizadas como primeira dose, o que equivale a 13% da população. A Secretaria de Saúde já recebeu 309.480 doses que estão reservadas para a segunda dose e há uma expectativa de chegar mais doses, que também serão guardadas para D2. Um total de 214.412 delas já foram aplicadas na segunda etapa da vacinação, o que equivale a 7% da população. “Seguimos uma orientação do governador Ibaneis de guardar a D2 para atender os pacientes que já tinham recebido a D1”, disse.

De acordo com Gustavo Rocha, o DF já aplicou a primeira dose em 123.9% da população com 80 anos ou mais, 111,2% nas pessoas entre 75 e 79 anos, 99,1% do público-alvo entre 71 e 74 anos, 89,1% entre a população de 65 a 69 anos e 60% entre 62 e 64 anos, o último grupo que passou a ser vacinado (considerando pessoas que vieram de fora do DF).

Os secretários também destacaram a faixa etária de pacientes hospitalizados com covid-19 no DF nos últimos 30 dias. Entre os jovens de 15 e 29 anos, a internação cresceu 62,5%. Entre as pessoas de 30 e 39 anos, o aumento foi de 27,3% e o crescimento foi de 18,5% de 40 a 49 anos.

A ocupação de leitos entre pessoas de 50 a 59 anos também cresceu 16%, mas na faixa etária de 70 a 74 anos, a internação caiu 13,2% e 26,9% entre as pessoas com mais de 75 anos; “Isso mostra o resultado da aplicação da vacina. Quem já estiver apto para receber a segunda dose, por favor, procure um posto de vacinação”, pediu Gustavo Rocha.

Bolsonaro encaminha ao Congresso anexos a acordo entre Brasil e EUA

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Textos tratam de regras comerciais e de transparência

O presidente Jair Bolsonaro encaminhou nesta segunda (26) ao Congresso Nacional anexos ao Acordo Brasil–Estados Unidos de Comércio e Cooperação Econômica (ATEC). Elaborados em conjunto pelos Ministérios da Economia e das Relações Exteriores, os anexos, que constituem um protocolo ao ATEC, tratam de regras comerciais e de transparência.

Segundo o Palácio do Planalto, integram o protocolo, como anexos, entendimentos sobre facilitação de comércio e administração aduaneira, boas práticas regulatórias e anticorrupção. Os anexos serão incorporados ao ATEC, assinado em 2011, e precisam ser aprovados pelos deputados e senadores.

O objetivo do termo, informou o Planalto, é expandir o comércio e fortalecer as relações econômicas entre o Brasil e os Estados Unidos, ao promover ambiente aberto e previsível e reduzir barreiras não tarifárias ao comércio. Segundo os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores, a desburocratização dos trâmites para o comércio bilateral e a adoção de padrões internacionais de práticas regulatórias e de combate à corrupção fornecerão segurança jurídica e estimularão o fluxo comercial entre os dois países.

O anexo sobre facilitação de comércio pretende reduzir entraves burocráticos e assegurar maior agilidade, previsibilidade e transparência em relação às normas e aos procedimentos de exportação e importação, reduzindo os custos relacionados ao comércio exterior. O anexo sobre boas práticas regulatórias pretende tornar o ambiente de negócios no Brasil mais transparente, previsível e aberto à concorrência, em linha com a Lei de Liberdade Econômica.

O anexo anticorrupção, reafirma, bilateralmente, obrigações legislativas a que Brasil e Estados Unidos se vincularam, especialmente a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção (2003), a Convenção Interamericana contra a Corrupção (1996) e da Convenção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais (1997).

Além da esfera criminal, o anexo expande a atuação doméstica e a cooperação internacional anticorrupção para as esferas civil e administrativa. “Trata-se de evolução relevante nas tarefas de combater, mediante a recuperação de ativos, o eixo central das cadeias delitivas organizadas: seus fluxos financeiros. O texto reforça, portanto, o compromisso conjunto para o combate à corrupção”, informou o Palácio do Planalto.

Programa Distrito Digital chega para promover a inovação e a transformação digital

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Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões, iniciativa beneficiará empresas de Brasília e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE) 

Como parte das celebrações dos 61 anos da capital Federal, a Softex e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) anunciam o lançamento do Programa Distrito Digital.

Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões e execução de 18 meses, seu objetivo é promover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE), bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital.

A iniciativa tem quatro eixos principais: intraempreendedorismo e inovação corporativa; inovação aberta, com empresas conectadas ao ecossistema de Inovação; identificação de talentos para a economia digital e internacionalização.

“A lacuna existente entre o setor produtivo, instituições públicas, academia e mercado é latente no Distrito Federal. Os atores não possuem ações que promovam sua interação e que fomentem a inovação. Justamente por entender que essa atuação integrada é a melhor maneira de promover inovação, desenvolvimento, geração de conhecimento e novas tecnologias e soluções para as diversas áreas e demandas da sociedade é que estamos apoiando propostas como a do Distrito Digital”, explica o coordenador de Tecnologia e Inovação da FAPDF, Gilmar dos Santos Marques.

Marcando a fase inicial do programa, o Laboratório de Modelagem reuniu, no final do mês passado, 50 convidados representando 38 instituições e empresas de diversos segmentos do Distrito Federal para realizar um levantamento das dificuldades, percepções e necessidades de seus principais stakeholders face à transformação digital, à inovação e ao desenvolvimento de talentos para a economia digital, além da promoção de levantamento técnico sobre o ecossistema.

“O impacto que um ecossistema de inovação consolidado, com o efetivo protagonismo da chamada quádrupla hélice – governo, empresas, universidade e sociedade – pode trazer para o desenvolvimento econômico de um país é enorme, estando intimamente ligado à geração de emprego, à produção de pesquisas e ao desenvolvimento de tecnologias”, destaca Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex, acrescentando que o Distrito Digital tem em sua essência a criação de novos polos de inovação e empreendedorismo fora do eixo Sudeste, algo vital em um país com a extensão continental do Brasil.

De forma a conferir tração ao Programa, ainda neste primeiro semestre, serão firmadas parcerias com instituições e entidades de classe, bem como a realização de uma série de eventos temáticos de mobilização, entre meetups e oficinas imersivas sobre inovação e empreendedorismo.

Tudo isso visando o lançamento da Chamada de Intraempreendedorismo no próximo mês de julho. Ela terá como focos a inovação corporativa, o desenvolvimento de intraempreendedores e de talentos para as novas carreiras digitais.

A Chamada de Inovação Aberta terá início a partir de setembro e promoverá a conexão das empresas ao ecossistema de inovação. A fase de capacitação em internacionalização acontecerá a partir de 2022.

O caminho para o Distrito Digital – Embora tenha uma quantidade considerável de startups, o Distrito Federal possui uma discrepância considerável em relação a dados referentes à inovação no cenário nacional. Segundo pesquisa Endeavor, o DF apresenta uma das piores culturas empreendedoras do país se comparado a outros estados brasileiros que possuem um ecossistema mais fortificado e conectado.

Detentor do oitavo maior PIB nacional e com cerca de 86 mil empresas em diferentes setores, o DF se caracteriza como um grande celeiro de oportunidades para o desenvolvimento da inovação. O setor produtivo do Distrito Federal e RIDE tem concentração em atividades dos setores de construção civil, serviços industriais, alimentos, bebidas e minerais não metálicos, que respondem por 91,8% da indústria da unidade federativa. É notório que a indústria local necessita de fortalecimento para aumento da sua competitividade nacional e internacional. Por isso, promover a inovação é um dos caminhos que podem contribuir neste processo de desenvolvimento econômico.

O Distrito Federal demanda instrumentos de fomento com o intuito de fortalecer o seu ecossistema de inovação e também promover a aproximação das empresas e instituições locais com esse ecossistema, possibilitando não apenas novas oportunidades de inovação, mas também muitas vezes mais eficientes.

Ao mesmo tempo, é igualmente importante o desenvolvimento de uma cultura de intraempreendedorismo nas organizações, que são estratégias e mecanismos para incentivar, promover e desenvolver projetos inovadores a partir de seus talentos internos, utilizando o próprio ecossistema como um importante ponto de apoio nesse desenvolvimento. Para promover esse aculturamento, é preciso discutir e trabalhar a pauta do intraempreendedorismo dentro das empresas e instituições, através de ações de capacitação e práticas de desenvolvimento de projetos, todas atividades previstas no cronograma do Distrito Digital.

Para informações detalhadas sobre o programa, acesse www.distritodigital.org.br

Ocupação Horizontal homenageia trabalhadores da cultura em grande festejo virtual

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Seu Estrelo (foto Isaac Nunes)

Com estreia prevista para 1º de maio, o encerramento do projeto terá a apresentação de cinco grupos e artistas, como Seu Estrelo e Martinha do Coco.

Após um longo período de gravações, o projeto “Ocupação Horizontal do Complexo Cultural de Planaltina”, idealizado, em sua origem, para oferecer oficinas presenciais com mestres e mestras da cultura popular do DF e de outros cantos do País, encerra sua série de atividades em grande estilo. Um festejo final composto por grupos, artistas, ritmos e expressões culturais que estiveram presentes nas vídeo-aulas oferecidas pelo projeto, estará disponível ao público no próximo sábado, 01/05, às 17h, no canal da Ocupação Horizontal. A data de lançamento foi cuidadosamente escolhida como forma de homenagear os trabalhadores e trabalhadoras da cultura que, em um período particularmente desafiador para o setor, se reinventam e resistem.

Como parte das atividades propostas, o festejo encerra as nove oficinas em vídeo final com cerca de 2h de apresentações. Ao todo, cinco shows de grupos e artistas tradicionais da cultura popular trazem um pouco dos ritmos e expressões que foram ensinadas durante as aulas. Em encontros virtuais inéditos, as telas se transformam em palcos tão calorosos quanto o toque dos tambores.

Confira programação:

  • Comboio percussivo – tambores afro mineiros, samba-reggae, afoxé e pop.
  • Seu Estrelo – samba pisado.
  • Maracatu Leão da Campina – nação de Maracatu.
  • Martinha do Coco – coco de roda, samba de coco, coco do cerrado.
  • Tambor de crioula do Mestre Chico Macedo.

Para o idealizador e coordenador geral, Rodrigo Werneck, todo o processo de realização do projeto foi desafiador.

“Tivemos que nos reinventar em todos os momentos. Fomos desafiados a descobrir novas possibilidades de como fazer arte e de como continuar no meio de uma pandemia, respeitando mestres e mestras e prezando pela saúde de cada um.  O que foi pensado para acontecer de maneira simples, em uma sala de aula, teve que migrar para as telas. Contudo, conseguimos transformar esses conhecimentos em produções audiovisuais e transmitir um pouco dos saberes e fazeres de grandes nomes de nossa cultura popular”.

E quem quiser ir esquentando para o lançamento, a dica é conferir ou rever as oficinas gratuitas que ainda estão disponíveis no canal. Além dos artistas que estreiam no festejo, nomes como o da pandeirista Larissa Umaytá, o do Arte-Educador Mário Jorge e o de Mestre Barrabás, ministraram as aulas.

Inclusão social

O tradutor Virgílio Soares, ministrante da oficina de “Tradução de Libras Na Cultura Popular”, que também permanece acessível, foi responsável por toda a tradução do festejo. Muito além das palavras, a sua interpretação traduziu ritmos. Ao longo de mais de 30h de gravação, o trabalho incansável de Virgílio se destaca pela energia empregada na interpretação de cada apresentação.

“Participar do Projeto Ocupação Horizontal me provocou uma mudança paradigmática do fazer tradutório. Um trabalho que me remete às experiências coletivas de terreiro de candomblé, forjada na coletividade, unindo as inúmeras frentes de trabalho. Desde os artistas, corpo técnico, cinegrafistas, e inúmeros consultores que trouxeram significados mais precisos à compreensão de cada enunciação contribuindo direta ou indiretamente com o resultado de cada escolha tradutória. Sou só agradecimento a todos os envolvidos por tudo isso. Um Salve mais profundo de minha alma a cultura popular e a esse fazer artístico que encoraja, emancipa e liberta”, celebra Virgílio.

Trabalhadores da cultura

O vídeo de encerramento do projeto envolveu cerca de 50 profissionais ligados, direta ou indiretamente, à cultura  que transitaram entre os setores da produção, comunicação, design, fotografia, audiovisual, edição, sonorização, tradução, além, é claro, de artistas, músicos e percussionistas. A dedicação de cada um desses trabalhadores, por esse e por tantos outros projetos voltados à manutenção e difusão da cultura popular, merece reconhecimento. A Ocupação Horizontal encontrou no festejo uma forma de agradecer.

Serviço – Festejo de encerramento Ocupação Horizontal

Data: 01/04.

Horário: 17h.

Local: Canal Ocupação Horizontal – https://www.youtube.com/channel/UC1azpPH664_7EiAs87UvnNw

Crescimento de compras no cartão de crédito aquece setor de cobranças

Vantagens para o cliente e para o empresário aumentam uso de crédito mesmo em ano de pandemia; cenário incentiva inovações nas fintechs

O aumento em pagamentos com cartões no último ano representa também mudanças no setor de cobranças online. Em 2020, o uso de cartões movimentou R$ 2 trilhões, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O pagamento em cartões de crédito, sozinho, registrou R$ 1,18 trilhão em transações, marcando uma alta de 2,6%, superando expectativas do mercado para um ano de pandemia. Muitos empreendedores que não faziam uso dos pagamentos digitais migraram para o meio online devido ao cenário atual. Esse aumento representa uma oportunidade para fintechs inovarem na hora de oferecer serviços de cobrança em um mercado que procura segurança, facilidade e praticidade.

“Sabemos o quão burocrático pode ser ter uma conta digital, principalmente quando é jurídica”, comenta José Antunes, coordenador de vendas e novos negócios da fintech Juno, especializada na desburocratização de serviços financeiros. “Nosso papel é construir uma conta cada vez mais completa, com possibilidades de recebimento, pagamentos e outros serviços relacionados, centralizando tudo isso em uma única conta completa”, afirma.

Assim como o consumidor quer fazer uma compra rápida e segura, o empresário também deseja finalizar a transação de maneira prática e fácil. “O cartão de crédito tem a vantagem do parcelamento e, nesse momento difícil que passamos, é o que o consumidor busca cada vez mais, continuando com suas compras sem comprometer o orçamento mensal. Isso nos fez repensar em alguns produtos e desenvolver novas features para o cartão, aumentando as possibilidades de quem vende, cobrar com comodidade via cartão, conseguindo acompanhar essa tendência”, explica Antunes.

Pequenas e médias empresas são boa parte dos novos usuários de sistemas de pagamento online. Só entre março e julho do ano passado, foram registradas 150 mil novas lojas virtuais, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. A pandemia acelerou a digitalização do mercado, e os empreendimentos menores viram a necessidade de apresentar variadas formas de transações financeiras. O coordenador de vendas da Juno aponta: “A abertura facilitada de contas, com envios de documentos e comprovantes de forma digital, com operacionalização da conta em poucos minutos, foi a grande vantagem da digitalização de contas e dos serviços bancários em geral.”

Garantir a confiança do cliente ganhou ainda mais destaque, e mostrar que a compra virtual é segura e fácil se tornou um dos pontos fundamentais. Soluções como o checkout transparente, no qual um pagamento pode ser feito diretamente no site da loja, sem redirecionar o usuário para outra página, são um atrativo para serviços de pagamentos. “Perder um cliente no checkout é a pior coisa que pode acontecer para um e-commerce e nós sabemos disso, por isso a preocupação em ter diferentes rotas para nunca deixar nossos clientes na mão”, Antunes destaca.

O ambiente virtual gera desconfiança pelo número de golpes, e apresentar formas seguras de transação é um atrativo das fintechs para os empreendedores. A Juno, por exemplo, aposta na personalização do mecanismo antifraude, mesmo para as pequenas e médias empresas que não costumam receber esse grau de customização. “Conseguimos elaborar nosso mecanismo antifraude com o cliente, modulando uma regra mais rígida ou permissiva. Essa personalização é importante para vendas saudáveis, evitando o chargeback, uma grande dor de cabeça para quem vende online”, completa o coordenador da Juno.

Presidente do Aconchego participa de live realizada pela ANGAAD

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Na próxima segunda-feira (3), Soraya Pereira, psicóloga e presidente do Aconchego, participará da live “Filho de peixe, peixinho é?”, promovida pela Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção (ANGAAD). O encontro, marcado para às 20h, trará reflexões sobre violência e a realidade das crianças e adolescentes que estão à espera da adoção.

Para a conversa, também estarão presentes Alex Pessoa, docente do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); Renata Longui, pedagoga; e Sueli Santos, assistente social.

A transmissão será realizada pelo YouTube e Facebook da Associação.

O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento institucional.

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Caiado anuncia imunização de professores contra Covid-19 até o fim do mês de maio

O governador Ronaldo Caiado em Goianira, onde assinou ordem de serviço para a construção de quadra de esportes do Colégio Estadual José Rodrigues Naves: “Daqui uns dias, todo mundo na sala de aula”

Expectativa com vacinação é do retorno às aulas presenciais a partir do mês de julho. Anúncio foi feito em Goianira, onde governador assinou ordem de serviço para construção de quadra de esportes do Colégio Estadual José Rodrigues Naves

O governador Ronaldo Caiado anunciou, nesta segunda-feira (26/4), que os professores serão a próxima categoria profissional a ser imunizada contra a Covid-19. “Antes do final do mês de maio vocês já vão entrar na vacinação, para voltar a ter uma vida normal nas escolas no segundo semestre”, declara.

O anúncio foi feito em Goianira, ao assinar ordem de serviço para a construção da quadra de esportes do Colégio Estadual José Rodrigues Naves. “Daqui uns dias, todo mundo na sala de aula”, projetou Caiado. Com o avanço da imunização de idosos, é possível contemplar novos grupos prioritários, conforme determinação do Ministério da Saúde e as diretrizes previstas no Plano Nacional de Imunização (PNI). Trabalhadores da saúde, servidores da segurança pública e de salvamento, bem como forças armadas também foram contemplados.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), até o último sábado (24/04), foram aplicadas 797.339 vacinas contra a Covid-19 referentes à primeira a dose. Já em relação à segunda dose, foram imunizadas 303.277 pessoas.

Goiás recebeu 1.665.280 doses de imunizantes, sendo 1.208.080 da CoronaVac e 457.200 da AstraZeneca. Conforme pactuado na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), as Secretarias Municipais de Saúde devem registrar, de forma obrigatória, as informações sobre as vacinas administradas no módulo Covid-19 do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI Covid-19).

Na madrugada do último dia 23, o Governo de Goiás recebeu 107,4 mil doses de vacinas contra a Covid-19, o que permitiu avançar na cobertura vacinal de idosos. O 14º lote enviado pelo Ministério da Saúde (MS) contém 86 mil unidades da AstraZeneca, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 21,4 mil da CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan. Das 107,4 mil vacinas recebidas, 86.055 são para a primeira dose e o restante para segunda dose.

Artigo | O Impacto da pandemia para os jovens e adolescentes

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POR MONICA PORTELLA

Pesquisadores consideram que a população mais afetada em termos de saúde mental na Pandemia é a de jovens entre 13 e 25 anos. O cérebro na adolescência é extremante sensível a experiência. 45,5% das ocorrências de autoagressão, automutilações e tentativas de suicídio ocorrem entre jovens entre 15 a 29 anos (Ministério da Saúde, 2019).

Em tempos de pandemia Pais e escolas precisam saber se o adolescente está sofrendo, bem como profissionais de saúde da linha de frente. É necessário investir e desenvolver formas de ajudar os jovens a lidar com suas emoções e dificuldades.

De acordo com o CONJUVE, ONU, Fundação Roberto Marinho, Unesco (2020); Bouer, (2020); NUBE – Núcleo Brasileiro de Estágios (2020), a Pandemia de Covid19 trouxe uma série de consequências psicossociais para essa população, entre elas: Depressão, Desemprego, Angústia, ansiedade e estresse, Insônia, Insegurança em relação ao Futuro, diversos prejuízos na saúde física e mental.

Além disso, cabe destacar que Jovens que passam mais de 9 horas por dia conectados a smartphones, tablets, computadores etc tem risco duas vezes maior de se queixar de tristeza, angústia, ansiedade e estresse, em comparação a quem fica 2 horas conectado. Trocar as relações de verdade por mensagens de texto, dormir mal por causa do excesso de estímulos eletrônicos, trocar atividade física e exposição a luz solar por horas na frente de uma tela constituem fator de risco para a saúde mental .E a maior parte da população mundial fez isto graças as medidas de contenção da Covid-19 no último ano. Imagine o impacto disso em um cérebro em transformação?

Algumas estratégias precisam ser realizadas para ajudar os jovens a lidar com os impactos da pandemia.  Investir em estratégias para aprimorar a autorregulação emocional (fundamental para vida bem-sucedida), para administrar impulsos e lidar com as emoções. As técnicas de mindfulness, relaxamento, identificação e regulação das emoções (como ansiedade, medo e tristeza) podem ajudar muito nesse contexto.

Outro ponto importante é ensinar aos jovens a administrar o estresse no dia e dia, reconhecer e lidar com pensamentos e emoções assustadoras. Investir em estratégias aprimorar a tomada de decisão, e aprender a solução de problemas Simples e Complexos. Gerir o tempo adequadamente e melhorar a auto-organização e autonomia para lidar com os desafios do ensino híbrido (presencial e online).

Desenvolver a autoconfiança e o otimismo realista, bem como a capacidade de resiliência pessoal para lidar com os desafios atuais e as mudanças que estão por vir ,podem representar um grande reforço e repercutir positivamente no desenvolvimento e perspectivas dos jovens nesse momento de pandemia.

MONICA PORTELLA – Psicóloga, pós doutora em psicologia pela PUC-Rio, doutora em psicologia social e cognitiva pela UFRJ e Mestre em psicologia social pela UFRJ Atualmente trabalha com terapia cognitivo comportamental  e Psicologia Positiva no Rio de Janeiro