Início Site Página 1704

Quatro pontos de atenção ao adotar nuvem híbrida

0

Especialista da Compasso aponta o que os tomadores de decisão devem ter em mente ao migrar dados

O último ano ampliou o alcance dos serviços online e as falhas de comunicação tomaram o centro das atenções em todo o mundo. No Brasil, a busca por serviços públicos pela internet cresceu 54% em 2020 em comparação com o ano anterior, de acordo com o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Órgãos governamentais, bancos, aplicativos de consumo e serviços de entretenimento viram os acessos subirem nesse período.

Para a Compasso, empresa brasileira de tecnologia e especialista em nuvem, estruturas mais robustas são necessárias para suportar o aumento da carga de acessos, trocas de informação e geração de dados. E a opção por uma nuvem híbrida pode tornar a solução ao mesmo tempo escalável e com menor custo possível.

De acordo com Cleyton Ferreira, CTO da Compasso, a nuvem híbrida surgiu para atender a demandas de diversas cargas de trabalho. Empresas de todos os tamanhos e de qualquer segmento podem fazer uso do recurso, sendo a customização uma grande vantagem.

“Combinar nuvens públicas, privadas e soluções on premises para garantir a escalabilidade e a alta disponibilidade dos sistemas deve ser uma prioridade, principalmente para empresas que trabalham de forma conectada ou fornecem serviços online”, afirma o executivo.

Implementações em nuvem híbrida são um conceito bastante difundido entre as grandes empresas, mas muitos tomadores de decisão ainda têm dúvidas sobre esse tipo de procedimento. Por isso, o especialista listou quatro pontos de atenção para os empresários que têm ou pensam em adotar a nuvem híbrida.

1. Entenda o fluxo dos dados

A nuvem híbrida é caracterizada por implementações independentes que compõem uma rede de armazenamento interconectada, sejam elas nuvens públicas, nuvens privadas, soluções on premises e assim por diante. As empresas devem avaliar qual tipo de implementação se adequa melhor aos serviços que serão acessados.

“É bastante comum que diferentes partes de um único serviço sejam processadas em diferentes instâncias da nuvem. Isso acontece porque há diferentes necessidades. Uma empresa pode contratar um sistema de operação hospedado em uma nuvem pública fora do país e querer conectá-lo a um sistema próprio, armazenado em uma nuvem privada ou em um data center”, explica Ferreira. “Para um bom funcionamento, é preciso garantir que haja uma comunicação fluida e que a latência seja adequada entre os diversos componentes.”

2. Favoreça a segurança 

A segurança não está atrelada ao tipo de nuvem, mas à forma como ela é usada. Hoje, há tecnologias para que todos os ambientes sejam seguros, independentemente do tipo, e isso faz com que ataques sejam mais difíceis de atingi-los e falhas sejam cada vez mais raras.

“Embora exista um padrão de segurança seguido pela maioria dos provedores de nuvem pública, cada um tem sua forma e usa aplicações distintas para prover segurança, como autenticação, controle de usuário, acessos a log e outros recursos. Essas condições devem ser bem avaliadas para que não haja riscos”, aconselha o CTO.

3. Implemente práticas de proteção 

Junto ao padrão oferecido pelos provedores, a segurança dos dados e das informações armazenados na nuvem híbrida é garantida em diversas camadas com a efetivação de práticas de proteção. Isso pode ser feito com a restrição de acesso a determinados ambientes; com criptografia de dados, incluindo a criptografia do dado em trânsito e em repouso; controle de acesso com senhas e duplo fator de autenticação; auditorias e monitoramento de acesso. Além desses pontos, é sempre importante ter uma solução de DLP (Data Loss Prevention) e práticas seguras de desenvolvimento e implantação de softwares.

“É possível monitorar acessos por meio de sistemas de Inteligência Artificial, que apontam problemas de segurança, tentativas de acesso indevido e violação de dados em tempo real. No entanto, um conjunto de práticas atualizadas e implementadas adequadamente ajuda a minimizar os riscos”, afirma o especialista.

4. Tenha um plano de contingência

Um ambiente de contingência assegura a recuperação de dados removidos e apagados indevidamente. Isso não significa ter, necessariamente, um segundo ambiente ativo. Um bom backup, atualizado com frequência e armazenado de maneira segura, pode impedir que um serviço permaneça indisponível por um tempo prolongado e prejudique a experiência de uso.

“Quanto mais robusta for a estrutura, mais estável ela é, mas é necessário ter em mente que falhas podem acontecer. Em momentos como esse, a principal preocupação de quem oferece um serviço deve estar no cliente ou usuário. Garantir a disponibilidade constante, com o mínimo de interrupções, faz com que as pessoas confiem na empresa”, conclui Ferreira.

Sobre a Compasso UOL

A Compasso UOL é uma empresa que cultiva o talento das pessoas e utiliza tecnologias estado da arte, como desenvolvimento ágil, multiclouddata&analytics, segurança, inteligência artificial/machine learning, APIs/microsserviços, IoT, entre outras, provendo tecnologia e conhecimento para ajudar seus clientes na construção de soluções digitais que viabilizem a transformação e evolução de seus negócios.

Governador Ibaneis anuncia bairro Pátio Ferroviário que vai abrigar 63 mil pessoas

Segundo o acordo, não haverá repasse de recursos financeiros. Caberá a cada uma das partes cumprir suas atribuições com recursos próprios. A intenção é que seja construído um bairro com conceitos de sustentabilidade e de cidade inteligente | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

GDF e União assinam acordo para dar prosseguimento às etapas necessárias para construção de uma área residencial no extremo oeste do Eixo Monumental

O Governo do Distrito Federal (GDF) e a União assinaram um protocolo de intenções para que seja construído um novo bairro dentro do Plano Piloto, na área chamada de Pátio Ferroviário de Brasília (PFB), localizada no extremo Oeste do Eixo Monumental. O terreno, pertencente ao Exército e à União, pode ganhar 21 mil imóveis para abrigar 63 mil pessoas numa área de mais de 4,2 milhões de metros quadrados.

Nesta segunda-feira (5), o GDF e a União, por meio da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), também assinaram cooperação técnica para dar andamento ao projeto do novo bairro. O acordo vai permitir o aperfeiçoamento do Plano de Uso e Ocupação do Solo, bem como o parcelamento e o projeto de alienação do imóvel, etapas essenciais dentro do cronograma de nascimento do novo bairro. Pelo GDF, esse trabalho conta com o apoio técnico da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

“Nós tínhamos uma preocupação muito grande com o que poderia ser feito ali naquela área. A cerimônia de hoje tem um significado muito grande porque poderemos ter um dos bairros mais bonitos da cidade, atendendo todas as necessidades. Vamos transformar Brasília”Governador Ibaneis Rocha

Não haverá repasse de recursos financeiros, sendo que caberá a cada uma das partes cumprir suas atribuições e utilizar recursos próprios. A área pertence ao Exército Brasileiro desde 2006, sendo ele o responsável pelo patrulhamento patrimonial, manutenção e conservação do terreno. A intenção é que seja construído um bairro com conceitos de sustentabilidade e de cidade inteligente.

“Nós tínhamos uma preocupação muito grande com o que poderia ser feito ali naquela área. A cerimônia de hoje tem um significado muito grande porque poderemos ter um dos bairros mais bonitos da cidade, atendendo todas as necessidades. Vamos transformar Brasília”, disse o governador Ibaneis Rocha.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, “a assinatura do protocolo de intenções define, regulamenta e formaliza a conjunção de esforços no sentido de criar um novo bairro”, diz. Ainda segundo o titular da pasta, a estruturação financeira para desenvolvimento do projeto e venda dos futuros lotes será realizada pelo Banco de Brasília (BRB).

O chefe do departamento de Engenharia e Construção do Exército, General Júlio César Arruda, destaca que a criação do novo bairro vai possibilitar a construção de novas estruturas para os militares, como moradias e hospital. “Esse projeto representa uma grande esperança para o Exército Brasileiro porque vai possibilitar novos aquartelamentos, entre eles o de um novo hospital para as Forças Armadas. Queremos fazer novas moradias aqui no DF e em todo o Brasil e isso vem dos recursos que vamos angariar com esse projeto, um dos mais importantes em andamento”, afirmou.

Ordenamento territorial

O Plano de Ocupação do Pátio Ferroviário foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), em parceria com os militares e com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU). O documento estabelece diretrizes urbanísticas do novo bairro, como quais áreas e altura máxima que as construções poderão ter, assim como a delimitação do uso.

Conforme o plano, a ideia é valorizar os espaços públicos que devem ser amplos e arborizados, além dos investimentos em mobilidade, como construção de vias, calçadas e ciclovia. Haverá uma área destinada ao comércio e setores de saúde e educação.

Também será feita a integração com o sistema de transporte público, como ônibus, Veículos Leve sobre Trilhos (VLT) e trem para a conexão de outras áreas – DF-010, Eixo Monumental e os setores de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), de Indústria e Abastecimento (SIA) e Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia).

A proposta obedece aos parâmetros previstos na Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo do DF (Luos) e o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot).

Segundo semestre tem ‘boom’ de concursos policiais em todo o país; especialista dá dicas de como conseguir conciliar calendário

0

Rodrigo Gomes, professor do AlfaCon Concursos, comenta quais exigências são cobradas nas provas e conta o que é preciso para aumentar as chances de aprovação

As carreiras policiais despertam a atenção e fazem parte dos sonhos de milhares de concurseiros em todo o país. Dentro da carreira pública, eles estão entre os que mais disponibilizam vagas, sendo então muito procurados por pessoas de diferentes idades. Além disso, também servem como porta de entrada para cargos com maiores remunerações e aposentadorias.

Concursos para polícia militar de estados como Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Alagoas, Pará, Paraíba e São Paulo são os mais cotados para acontecerem neste semestre. Rodrigo Gomes, professores de carreiras policiais do AlfaCon Concursos, explica que a rotatividade entre aqueles que estão se aposentando faz com que a área da Segurança Pública continue contratando mais contingentes.

Por serem concursos com concorrências cada vez maiores, o nível de cobrança das bancas tem subido consideravelmente em termos de conteúdos cobrados nos últimos anos e, assim, o que se tem visto são provas que exigem conhecimentos aprofundados dos candidatos. Por isso entendê-las é fundamental para uma preparação adequada.

Entendendo os exames

Embora existam algumas distinções de função dentro das carreiras de polícia, as provas se dividem em dois eixos principais. Um deles é o eixo composto por disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Raciocínio Lógico e Redação; o outro é composto pelos “quatro direitos”: processo penal, direito penal, direito administrativo e direito constitucional.

Gomes conta que, diferentemente do que acontece em exames para a Polícia Militar, o peso das disciplinas legislativas é maior na avaliação da prova do candidato. “As bancas entendem que a pessoa precisa ter um perfil mais técnico-jurídico, já que suas funções envolvem um trabalho muito crítico com o uso da lei”, explica. Os concursos para Polícia Civil costumam ser para candidatos que já tenham Ensino Superior completo, podendo ser graduação ou até mesmo tecnólogos reconhecidos pelo MEC (Ministério da Educação).

Concursos para Polícia Militar, por outro lado, exigem do concurseiro a comprovação de Ensino Médio. Por isso, as provas costumam avaliar o eixo básico de disciplinas, sendo as matérias do Direito apenas coadjuvantes na pontuação. O professor explica que essa maneira de organizar a administração da Segurança Pública faz com aqueles que queiram entrar nessa carreira precisem ampliar seu repertório de estudos.

“O estudante de nível médio tem poucas chances de sucesso na área policial pela quantidade de concursos ser menor. Com um ensino superior, as possibilidades de carreiras, áreas e cargo aumentam”, afirma. Como o candidato pode comprovar o nível superior apenas no momento da posse, há a possibilidade de realizar o exame enquanto cursa uma faculdade.

Como ambas as carreiras exigem o mesmo grau de conhecimento, apenas os pesos dados na hora da avaliação é que são diferentes. “Pensando dessa forma, esses alunos partem do mesmo patamar. Sendo assim, essas matérias precisam ser estudadas atentamente por todos os concurseiros, sendo eles de nível médio ou não”.

Outro ponto interessante é que essa lógica de prova acontece em quase todos os estados do país. O conselho do professor é que o aluno não faça apenas provas de sua região. “A matéria é muito extensa, então o estudante precisa prestar no mínimo em três estados, para valer o tempo e o dinheiro investido”, finaliza.

Goiás sobe três posições e fica em sétimo lugar no ranking dos Estados mais digitalizados do Brasil

Índice evidencia esforços concentrados no último ano para criação do Expresso Goiás, plataforma centralizada que oferece acesso a diversos serviços públicos. “Goiás deixa era analógica para trás”, afirma governador Ronaldo Caiado

Goiás passou a ocupar a sétima posição do ranking dos Estados com maior oferta de serviços públicos digitais, segundo o índice mapeado pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia de Informação e Comunicação (Abep-Tic). O resultado foi divulgado, na sexta-feira (02/07), durante solenidade com participação virtual do secretário-chefe da Governadoria (SGG), Adriano da Rocha Lima, em ato representando o governador Ronaldo Caiado. O índice mostra um salto de três posições, estando à frente de estados como Rio de Janeiro e São Paulo.

O resultado destaca os esforços empreendidos no último ano para a implantação de mecanismos que permitiram a maior oferta de serviços digitais, e que resultaram no lançamento, em maio deste ano, da plataforma Expresso Goiás. Na ocasião, o governador Ronaldo Caiado declarou que “deixamos a era analógica para trás”. Segundo ele, “esse é o perfil do nosso governo, a digitalização, o menor tempo de ação e a melhora da qualidade de vida das pessoas”.

Desde o início da atual gestão, em 2019, Caiado coordena o trabalho de modernização da máquina pública, que permitiu conquistar avanços como esse, explica o titular da SGG, Adriano da Rocha Lima. “Se você levar em consideração que, em 2019, Goiás nem era reconhecido como um Estado que tinha digitalização de seus serviços, estando entre os dez piores, conseguirmos chegar à sétima posição em apenas dois anos é uma evolução muito grande, porque você é comparado com outros estados que seguem avançando também”, disse.

Coordenada pela SGG, em parceria com as secretarias de Administração; de Desenvolvimento e Inovação e Casa Civil, a plataforma congregou em um portal único o acesso a diversos serviços públicos, modernizando e agilizando o atendimento ao cidadão goiano.

Adriano avalia que as ações adotadas para permitir esse avanço, como o estabelecimento de processos, monitoramento constante, execução de cronogramas e principalmente o envolvimento das equipes, permite que mais serviços sejam incorporados à plataforma Expresso constantemente. “Caminhamos para figurar entre os três primeiros do ranking. E vamos avançar e manter a integração com a plataforma gov.br, para permitir acesso a serviços federais e estaduais em um acesso único. A tecnologia tem que facilitar a vida do cidadão”, avalia.

O secretário de Desenvolvimento e Inovação (Sedi), Marcio Cesar Pereira, e o subsecretário de Tecnologia da Informação (STI), Rodrigo Michel de Moraes, representaram o Estado presencialmente no evento. “É um ranking de grande importância, pois é uma competição entre Estados para ver quem mais entrega serviços digitais para a população”, explica Marcio Cesar Pereira. “A missão da TI do Estado é a de levar o máximo de serviços digitais para o cidadão, de modo que ele não precise se deslocar a uma unidade física para realizar um procedimento”, emenda Rodrigo Michel.

Este é o segundo ano consecutivo que a ABEP-TIC promove o levantamento de dados junto aos Estados e Distrito Federal para a elaboração do índice, tendo como principal objetivo compor, por meio de indicadores, o desenho da eficiência da máquina pública brasileira.

A associação tem como apoiadores a Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que contribuíram na definição da metodologia e na compilação dos dados originados das pesquisas realizadas.

Por meio do envio de um questionário direcionado aos governadores das 27 unidades federativas e posterior conferência dos dados relatados, a comissão avaliadora formata o índice, com base na análise comparativa de três dimensões: a capacidade para oferta digital de serviços; a oferta de serviços digitais e a regulamentação para a oferta de serviços.

Análise da pesquisa

O primeiro aspecto avaliado é a capacidade para oferta digital de serviços, que leva em consideração se o Estado disponibiliza um sítio eletrônico oficial para disponibilização de informações institucionais; agendamento e oferta de serviços; se é disponibilizada uma ferramenta de avaliação da satisfação dos usuários, entre detalhes dessa natureza. Em 2020, a pontuação de Goiás nessa categoria o colocou em 11 lugar. Este ano, passou para o sexto, subindo cinco posições na avaliação deste critério específico.

O segundo aspecto avaliado trata sobre os serviços digitais ofertados, analisando a disponibilidade prioritariamente nas áreas de educação, saúde, segurança pública e economia. Neste sentido, são verificadas a oferta de emissão online de segunda via de documentos como carteira de habilitação, identidade; emissão de boletim de ocorrência; nota fiscal eletrônica, entre outros.

E o terceiro e último item avaliado diz respeito à regulamentação por meio de instrumentos legais como Leis e Decretos para a instituição do portal único de serviço, entre outros mecanismos necessários para a instauração do governo digital. Neste critério, Goiás passou da oitava para a quarta colocação, subindo quatro posições.

A somatória das três categorias resultou na sua consolidação na sétima colocação, posição essa compartilhada com o estado da Paraíba. Figuraram nos primeiros lugares Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná, respectivamente.

Plataforma Expresso Goiás

Lançado no dia 17 de maio deste ano, a plataforma Expresso foi desenvolvida para concentrar os serviços digitais disponíveis pelo poder público estadual. Para adaptar aos diferentes perfis de acesso do cidadão, ela foi idealizada para ser consultada de três diferentes maneiras: site, aplicativo e totem.

Ao completar seu primeiro mês de atividade, a plataforma já contabilizava 100 mil acessos no site e 90 mil logins de usuários cadastrados no portal. Nas lojas de aplicativos, os downloads já são superiores a 14 mil. Atualmente, o Expresso conta com a oferta de 82 serviços digitais, número esse que vem sendo ampliado à medida que demais processos passam a ser incorporados ao sistema. Até o final do ano, a estimativa é chegar a mais de 200 serviços 100% digitais.

Quanto ganha um jogador de futebol no Brasil?

(Foto Unplash)

Pesquisa releva que 5 a cada 10 jogadores ganham um salário mínimo

Apesar dos melhores jogadores de futebol possuírem contratos de centenas de milhões, o salário médio dos jogadores de futebol no Brasil é bem diferente. 55% dos jogadores ganham salários de até R$1.000.

É o que revela uma pesquisa divulgada pela plataforma CupomValido.com.br que reuniu dados da CBF, Statista e Ernst & Young sobre o esporte no Brasil.

O Brasil possui 7.020 clubes registrados, e 874 clubes profissionais ativos. A grande maioria está concentrado no Sudeste com 39% do total, sendo Minas Gerais o estado com a maior concentração de clubes.

 

Salários no Brasil

O Brasil possui mais de 360 mil atletas registrados, sendo que 25% são profissionais.

Com relação aos salários, 55% dos atletas profissionais recebem aproximadamente um salário mínimo por mês33% do total dos atletas recebem entre R$1.001 e R$5.000. Somente 12% recebem salários acima de R$5.001.

A análise foi considerada somente salários baseados na CLT, ou seja, não foi considerada os direitos de imagens, que podem alcançar até 40% do salário.

A região que paga o melhor salário é o Sudeste, com uma média de R$15.000. 64% do montante total gasto com salários, estão concentrados nesta região. O Nordeste é a região que paga o menor salário, com uma média de R$1.000.

 

Salários dos melhores jogadores

O cenário muda quando comparamos os salários dos melhores atletas. Neymar é o brasileiro com o maior salário, com R$405 milhões por ano. Ao considerar ganhos com publicidade e patrocínios, o valor sobe para R$501 milhões.

Ao comparar com o cenário mundial, o atleta brasileiro fica atrás somente do Cristiano Ronaldo com R$610 milhões, e do jogador mais bem pago do mundo, Lionel Messi com R$657 milhões.

 

Porque alguns jogadores tem um salário tão alto?

A resposta pode ser explicada pela oferta e demanda. Quanto mais difícil de ser substituído, maior será o salário de um jogador.

Além disso, os melhores jogadores são muito bem pagos, por serem protagonistas de um espetáculo que gira cada vez mais dinheiro.

Só no Brasil, o futebol é um esporte que movimenta R$52 bilhões. A receita dos maiores clubes, crescem a cada ano com o aumento de publicidade e da popularidade do esporte. Quanto mais os clubes ganham em receita, maior é disponibilidade para oferecerem salários melhores. Consequentemente, como muitos times disputam os poucos jogadores mais visados, isso faz com que os salários destes poucos jogadores aumentem exponencialmente.

Segundo a pesquisa, no Brasil, 80% do valor total dos salários está concentrado em apenas 7% dos atletas.

 

Fonte: CBF, Cupom Válido, Ernst&Young, Statista

 

Confira o infográfico completo abaixo:

 

 

Nomes homônimos: saiba quais são os mais comuns e como a coincidência pode facilitar fraudes

0
(Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Levantamento feito pela proScore aponta que no Brasil existem mais de 78 mil pessoas chamadas Maria José da Silva. Nomes como Maria, José, Antônio e João, estão entre os que possuem o maior número de homônimos. Identificar quem é cada pessoa entre homônimos é fundamental para combater fraudes

Você já deve ter conhecido pelo menos uma Maria ou um José na sua vida. Pode ter certeza que sim. Eles são milhões espalhados pelo Brasil. De acordo com um levantamento feito pela proScore, bureau digital de crédito e authority de score, especializado em Big DataAnalytics e motores de decisão, existem milhares de pessoas homônimas, ou seja, que têm o mesmo nome.

Maria José da Silva é a campeã em homonomia. São 78.403 pessoas que possuem este nome e sobrenome. Em segundo lugar vem Maria Aparecida da Silva com 53.743 homônimos. E não para por aí, se tirarmos apenas a preposição “da”, encontramos 5.329 Maria Aparecida Silva. “Essa diferenciação de preposições é um dos diferenciais que existem sobre o aspecto de identificação de similaridade fonética para análise preventiva de fraudes” explica Mellissa Penteado, CEO da proScore.

Entre os 20 primeiros nomes da lista, temos 35.256 pessoas chamadas José Carlos da Silva, 28.978 com o nome de João Batista da Silva e 20.099 se chamam Antônio Pereira da Silva. Já Givaldo Severino dos Santos aparece entre os nomes do fim da lista com 13 xarás. O levantamento levou em conta dados da base da ProScore, uma das maiores do País.

Homônimos geram situações, no mínimo, engraçadas. Mas ter uma pessoa com o mesmo nome também pode causar aborrecimento caso haja alguma fraude. Nesses casos, podem ocorrer até problemas com a Polícia, Receita Federal, Justiça e cobranças por dívidas que não foram feitas pela pessoa.

De acordo com a proScore, as validações cadastrais e monitoramento de carteiras de clientes são de extrema importância para ações preventivas à fraude, o que proporciona maior eficiência operacional e, consequentemente, financeira das empresas que utilizam dessas soluções. “Essa questão da homonomia é extremamente importante dentro da atividade econômica. Por isso, a necessidade das empresas e comércios utilizarem ferramentas de prevenção de riscos e fraudes. Nosso cadastro tem milhares de homônimos, o que demonstra o tamanho do risco”, esclarece Mellissa Penteado, fundadora e CEO da proScore

Ela ressalta ainda que o cuidado não deve ficar restrito à empresa, mas as pessoas físicas podem contratar verificação de CPF, caso do meuAlerta, um sistema que monitora 100% do tempo o CPF garantindo que qualquer alteração seja comunicada.

Significados

Mas por que os nomes Maria e José são tão populares? A explicação pode estar no Cristianismo. O nome Maria é um dos nomes mais comuns do mundo há séculos – nome dado à mãe de Jesus segundo o Cristianismo e significa “senhora soberana”, “vidente” ou “a pura”. Já o nome José significa “aquele que acrescenta”, “acréscimo do Senhor” ou “Deus multiplica”. Era muito comum entre os judeus na Idade Média e nos primórdios foi pouco frequente entre os cristãos. Ganhou popularidade na Espanha e na Itália no fim da Idade Média, pela veneração a São José. Existe em três personagens bíblicos. O primeiro no Antigo Testamento, como o 11º filho de Jacó e Raquel, que ficou conhecido depois como José do Egito.

 

Favoritos também entre as celebridades

Artistas e celebridades também gostam de colocar nomes mais populares em seus filhos. O casal global Taís Araújo e Lázaro Ramos colocou Maria Antônia na filha, hoje com seis anos. A também atriz Deborah Secco e o fotógrafo Hugo Moura escolheram Maria Flor para a filha que atualmente está com cinco anos. Paloma Duarte e Juliana Paes têm filhos com o nome “Antônio”. Já o casal Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert têm em casa um “João”.

O cantor sertanejo Leonardo tem o seu José em casa. O seu filho, cantor e compositor, José Felipe ou Zé Felipe, hoje com 23 anos. É um nome que também agrada, segundo o relatório da proScore, já que existem 1.400 pessoas chamadas José Felipe da Silva e 811 José Felipe dos Santos.

Com tantos nomes iguais no país, Mellissa Penteado faz um alerta. “Não checar um simples nome pode, eventualmente, resultar em grandes prejuízos para as empresas. A tecnologia avança a cada dia nessa área e temos que ser cada vez mais rápidos para evitar fraudes e riscos”.

Sobre Mellissa Penteado – Formada em Administração pela PUC/SP, com especializações pela Disney Institute, Law Business School, Ohio University e Business pela University of Akron. Iniciou sua carreira no setor de fomento mercantil em 1995 até fundar a proScore Tecnologia no ano 2000, birô digital de crédito e authority de Score. Com mais de 19 anos de vivência na área administrativa e tecnológica, é CEO da empresa e em 2018 fundou o Bancoin, fintech de inclusão financeira e social especializada em desbancarizados.

Sobre a proScore  – A proScore Tecnologia é um bureau digital de crédito, authority de Score, especialista em Big Data e inteligência de dados, assim como motores de decisão, com objetivo de desenvolver soluções completas e customizadas focadas em negócios com qualidade, segurança e agilidade tecnológica. As informações fornecidas pela proScore auxiliam na tomada de decisão, seja no viés crédito, cobrança, fraude ou prospecção de clientes; além de sanear e enriquecer bases de dados legadas. Com mais de 20 anos de tradição no mercado brasileiro é o único bureau com capital 100% nacional. Acesse: www.proscore.com.br

Caesb conclui reforma em quatro reservatórios de água

0
“Estamos revitalizando vários equipamentos fundamentais para o atendimento da população, como reservatórios, estações e redes públicas”, diz o gerente de Implantação de Obras Centro-Norte, Guilherme Gobbi | Foto: Cristiano Carvalho/Caesb

Obras garantem a vida útil dos equipamentos por mais 30 anos. Investimento foi de R$ 16,5 milhões

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) concluiu as reformas dos reservatórios de Santa Maria e Brazlândia. Os reservatórios do Parque da Cidade e do Gama foram entregues em março e maio, respectivamente. Os quatro locais, juntos, são responsáveis pelo abastecimento de cerca de 350 mil habitantes.

O reservatório de Santa Maria, o mais novo deles, já estava em funcionamento há 25 anos e atende a uma população de 110 mil habitantes das regiões de Santa Maria Norte e Sul, Porto Rico DVO, Novo Gama e Polo JK. Esse reservatório é composto por duas câmaras de 7 mil m³, com total de 14 mil m³ de capacidade.

O reservatório de Brazlândia, com 36 anos, possui três câmaras e cada uma delas tem capacidade de armazenamento de mil m³, totalizando 3 mil m³. Ele atende toda a população de Brazlândia, ou seja, 45 mil habitantes.

Os quatro reservatórios são do tipo apoiado, com estrutura em concreto armado. As obras começaram em março de 2020 e foram concluídas

Para o gerente de Implantação de Obras Centro-Norte, Guilherme Gobbi, a Caesb tem, nos últimos anos, buscado atuar na manutenção e melhoria dos seus ativos existentes. “Estamos revitalizando vários equipamentos fundamentais para o atendimento da população, como reservatórios, estações e redes públicas”, explica.

Com 39 anos, o reservatório do Gama 1 tem capacidade de armazenamento de 10 mil m³, são duas câmaras de 5 mil m³ cada. Ele atende diretamente 50 mil pessoas de parte da região do Gama (Setor Leste e Indústria) e, indiretamente, parte do restante da cidade, pois abastece reservatório do Gama 2.

O reservatório do Parque da Cidade foi o primeiro a passar por uma reforma e é, também, o mais antigo, com 61 anos. Ele possui quatro câmaras, cada uma com capacidade de armazenamento de 15 mil m³, um total de 60 mil m³. A água desse reservatório abastece 100 mil pessoas: parte da região central de Brasília (Asa Sul, Asa Norte, Sudoeste, Octogonal, Cruzeiro) e parte do Lago Sul.

Para essas obras foram investidos R$ 16.505.836,37 (R$ 16,5 milhões), com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os quatro reservatórios são do tipo apoiado, com estrutura em concreto armado. As obras começaram em março de 2020 e foram concluídas.

Segundo o gerente dos Sistemas Produtores de Água Descoberto e Brazlândia, Wellington Ribeiro de Freitas, o investimento prolonga a operacionalidade desses equipamentos por mais 30 anos. “Essas revitalizações são importantes para a continuidade do abastecimento das regiões atendidas, para garantir a qualidade da água que a Caesb fornece à população, além de reduzir os custos de limpeza e manutenção”, finaliza.

Distrito Federal disponibiliza vacina contra influenza para toda a população

A vacina do SUS protege contra os vírus influenza A H1N1 e H3N2, e Influenza B | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde

A partir desta segunda-feira (5), 100 unidades de saúde vão distribuir o imunizante para pessoas fora do grupo de risco

A Secretaria de Saúde vai ampliar, a partir desta segunda-feira (5), a vacinação contra o vírus influenza, causador da gripe, para as pessoas que não fazem parte do grupo prioritário. A decisão ocorreu após orientação do Ministério da Saúde, enviada ao DF na noite da última sexta-feira (2).

Para receber o imunizante, basta procurar uma das cem unidades básicas de saúde (UBSs) que aplicam a vacina. Esses locais funcionam das 8h às 17h. Para ser imunizado, é preciso apresentar o cartão de vacina e documento de identidade com foto. Caso tenha perdido o cartão, um novo será entregue na unidade de saúde. A cobertura vacinal da campanha, que começou em abril, está baixa e não atingiu ao menos 50% de cobertura nos grupos de risco.

A doença

A influenza é uma infecção respiratória aguda, causada pelos vírus A, B, C e D. O vírus A está associado a epidemias e pandemias, tem comportamento sazonal e apresenta aumento no número de casos entre as estações climáticas mais frias. A vacina disponibilizada na rede pública garante proteção contra os vírus influenza A H1N1 e H3N2, e Influenza B.

O imunizante é contraindicado para crianças menores de 6 meses de idade e pessoas com história de alergia grave (anafilaxia) a algum componente da vacina ou que tiveram reações alérgicas à dose anterior.

Garantir a proteção contra o vírus influenza é tão importante quanto se proteger do novo coronavírus Sars-CoV-2. O vírus da gripe pode ser agente das formas graves da doença, especialmente no período mais frio do ano. A vacinação anual previne possíveis agravamentos e mortes pela doença.

Covid-19

Caso tenha recebido a vacina contra a covid-19, é necessário aguardar um intervalo de 14 dias para se vacinar. O prazo também vale no caso de ter recebido a dose contra influenza e se tiver chegado a vez de se vacinar contra a covid-19. Quem recebeu a vacina CoronaVac, deve aguardar 14 dias após completar o esquema vacinal, uma vez que o intervalo entre as doses desse imunizante é curto, de até 28 dias. Ou seja, no caso de quem se vacinou contra a covid com CoronaVac, a vacina contra a influenza não pode ser tomada entre a D1 e a D2.

 

5 dicas práticas para cuidar dos lábios durante o inverno

0

Especialista cria guia rápido e explica as causas do ressecamento e alerta para os hábitos que prejudicam a região

Com a chegada do inverno e a mudança brusca do clima, nosso corpo pede por cuidados especiais. Entretanto, não é só a pele e os pés congelados que sofrem transformações, os lábios também pedem atenção.

De acordo com a dermaticista Patrícia Elias, diversos fatores influenciam o ressecamento dos lábios, como o vento, poluição, saliva, uso constante de ácidos na pele, pouca ingestão de água, entre outros. “Isso acontece porque quando não hidratamos a boca, a sensibilidade aumenta. Ao entrar em contato com a saliva, que possui pH ácido e enzimas digestivas, a pele dos lábios fica extremamente ressecada ao ponto de ocasionar fissuras e até mesmo sangrar”, explica.

A especialista preparou um guia rápido com 5 dicas simples para ajudar a lembrar dos passos mais eficazes na hora do tratamento dos lábios durante o frio. Confira:

1- Os lábios são uma semimucosa que revestem a boca, portanto, a esfoliação deve ser feita a cada 15 dias para remover as células mortas. Mais que isso não é recomendado.

2- Evitar passar a língua nos lábios constantemente para não agravar o ressecamento.

3- Beber ao menos 2 litros de água por dia para ajudar na hidratação do corpo.

4- Evitar morder e arrancar a pele dos lábios. Isso pode criar uma fissura na região, ocasionando aftas e infecções, além da dor desconfortante.

5- Procurar por produtos espessos e pastosos, como manteiga de cacau ou glicerina para regenerar e hidratar a pele.

 

Patrícia Elias: Sócia Fundadora da Clínica e da Loja Patrícia Elias Estética & Saúde. Pós-Graduada em Dermaticista pela Faculdade IBECO, Bacharel em Estética e Cosmetologia na Universidade Anhembi Morumbi.
Dermaticista na Clínica Patrícia Elias. Especialista em Tratamento de Hipercromias, Flacidez Cutânea, Saúde da Pele entre outros, com dezenas de cursos de especialização. YouTuber com o maior canal de Estética e Beleza da Pele do YouTube Mundial, com mais de 5.6 milhões de inscritos.

Por que as pessoas estão tão viciadas nos stories do Instagram?

0

POR ROSANGELA SAMPAIO

Primeiro de tudo, vamos entender se realmente as pessoas são viciadas ou não. Recorremos à palavra “vício”, mas só quero ter certeza de que usamos essa palavra corretamente porque, muitas vezes, não significa o que as pessoas pensam que significa.

O vício não é “eu gosto muito”, “eu uso bastante” ou  “às vezes, até me arrependo de usar demais”. Ele é uma dependência persistente e compulsiva de um comportamento ou substância que prejudica o usuário.

O que a maioria das pessoas quer dizer com “estão viciadas em suas mídias sociais” é que as usam mais do que gostariam e as utilizam mais do que gostariam porque, o fato é que esses produtos são feitos por pessoas que realmente entendem o que o faz clicar e o que o faz funcionar melhor do que você mesmo.

O viciado desfruta dos benefícios da gratificação imediata, mas não percebe as possíveis consequências negativas a longo prazo. Portanto, o abuso das redes sociais pode facilitar o isolamento, o mau desempenho social, o desinteresse por outras questões e até mesmo alterações de comportamento como irritabilidade, bem como estilo de vida sedentário ou distúrbios do sono.

Como isso afeta o cérebro?

Os vícios são construídos com um certo padrão em mente, composto por quatro etapas: um gatilho, uma ação, uma recompensa e, finalmente, um investimento. E é por meio de ciclos sucessivos dessas quatro etapas que formamos esses hábitos de longo prazo, que nós mudamos nossos padrões de comportamento.

Acredito que tudo se resuma a esses gatilhos internos de emoções, já que durante esse processo o usuário esteja procurando algum tipo de alívio para algum desconforto.

Então, estamos nos sentindo solitários? Estamos nos sentindo entediados? Estamos estressados? Do que estamos fugindo? Para que emoção desconfortável estamos usando este produto?

Quando não tratamos a causa tendemos a viciar nosso cérebro em processos disfuncionais na busca por esse alívio.

 

Dicas para as pessoas usarem as redes sociais com moderação

Não é uma coisa fácil de fazer, mas reduzir seu uso irá liberar tempo para gastar em outras coisas e ajudá-lo a estar mais focado.

Deixo aqui seis maneiras de fazer suas atividades sociais funcionarem para você.

1 – Desative seus aplicativos de mídias sociais enquanto não estiver usando;

2 – Defina um cronômetro para seu tempo de uso;

3 – Desligue o telefone e descubra coisas novas para fazer;

4 – Siga apenas as contas / amigos que agregam valor;

5 – Resista ao impulso de compartilhar tudo;

6 – Implemente um dia de mídia social gratuita a cada semana.

Rosangela Sampaio é psicóloga, escritora e apresentadora do programa Mulheres Em Flow. Saiba mais em @rosangelasampaiooficial e @mulheresemflowoficial.