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Menino superdotado de seis anos está entre os três melhores xadrezistas infantis do Brasil

Com o resultado, Romeu Gutvilen conquistou uma vaga no pan-americano que acontecerá de forma híbrida com a participação de outros país

Romeu Gutvilen, um garoto superdotado de 6 anos, está entre os três melhores jogadores brasileiros de xadrez nas modalidades “blitz” e xadrez clássico, conquistando o terceiro lugar em ambas.

O 1º Campeonato Brasileiro de Dente de Leite (Sub-06), realizado no último final de semana em Florianópolis (SC), reuniu oito enxadristas de várias cidades do país numa competição de quatro dias com sete partidas, das quais Romeu venceu cinco. O resultado proporcionou a ele uma vaga no pan-americano. Os jogos acontecerão de forma híbrida em cinco pontos do Brasil, incluindo Florianópolis e São Paulo, e terá participantes de outros países.

A empresária Rachel Gutvilen, mãe de Romeu, conta que ele começou a jogar xadrez aos 5 anos, mas precisamente em julho do ano passado, incentivado pela sua facilidade com a matemática e para ampliar sua concentração, sob a orientação do seu professor de  matemática Fábio de Castro. “O fator emocional é muito importante nesse tipo de atividade, e também complicado quando a criança é superdotada”.

Quanto ao campeonato, ela disse que Romeu lutou bravamente no mesmo nível dos demais competidores. “Agora, precisamos trabalhar mais tática, estratégia de jogo, equilíbrio emocional, a ansiedade e melhorar a concentração”, explica.

O neurocientista Fabiano de Abreu explica que o pensamento e raciocínio de crianças superdotadas são mais complexos e têm mais profundidade do que em outras, da mesma maneira são as suas emoções; muito intensas. “Com o tempo eles aprendem a lidar melhor com a inteligência emocional”, salientou.

Explicou que o lado emocional do cérebro de um indivíduo se desenvolve antes do racional e no superdotado, essas regiões são potencializadas. “Por isso eles são mais emoção que razão. Várias pesquisas, inclusive, têm indicado presença de problemas de ansiedade, desatenção/hiperatividade e de pobres habilidades interpessoais em parte deste público”, afirma.

Sobre Rachel e Romeu Gutvilen

Rachel Gutvilen nasceu no Estado do Rio de Janeiro. Filha de uma cozinheira negra e um advogado judeu polonês, Rachel aprendeu com a mãe a ser uma mulher forte e lutadora. Aos 15 anos ingressou no mercado de trabalho numa famosa rede de fast food. Estudou em escola pública e se tornou professora. Também estudou artes cênicas, inspirada por uma peça de Gerald Thomas. Para pagar o curso trabalhou como garçonete. Tem participações em campanhas publicitárias, filmes, novelas e séries. Foi dançarina do Programa do Faustão. Casou duas vezes e no segundo casamento teve a melhor experiência de sua vida: ser mãe. Enfrentou o luto pelos pais e se tornou mais determinada, perseverante e positiva. Em 2019 se lançou como empreendedora abrindo uma loja de camisetas online. Descobriu, após o filho Romeu se submeter a exames para medir a inteligência, que ele é superdotado. Com 1 ano e 8 meses, o menino identificava palavras e números e aos antes dos 4 anos já sabia ler. Busquei orientação com uma neuropsicóloga infantil e um professor. Mesmo com um QI elevado e com a capacidade de processar as informações de forma muito rápida, Romeu é uma criança de 6 anos: brinca, faz birra, pratica esporte. Aos 5 anos de idade aprendeu a jogar xadrez e com 6 anos venceu um torneio classificatório para participar do Campeonato Panamericano, que foi realizado em Florianópolis (SC), no formato digital. Agora no início de julho participará do Campeonato Brasileiro também na capital catarinense. Adora matemática e tem uma facilidade absurda para fazer contas: faz equação de 2º grau usando a fórmula de Bhaskara. Romeu é uma criança normal e feliz de 6 anos.

A CPI do Covid-19: uma celebração a estupidez, ao desrespeito e a hipocrisia

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POR LUCIANO LIMA

Nesta terça-feira, 6 de julho, quebrei uma promessa que havia feito a mim mesmo, que era de não assistir mais as audiências e depoimentos da CPI da COVID-19. Não aguentei! Aproveitei que fiquei em casa e tasquei o dedo no controle para assistir ao vivo pelo canal CNN Brasil.

BIZARRO é a palavra mais apropriada para o espetáculo horrível que assisti hoje durante o depoimento da servidora do Ministério da Saúde, fiscal do contrato da vacina Indiana Covaxin, Regina Célia. Era perceptível a incredulidade da servidora com o que estava acontecendo. Aliás, havia também um imenso desconforto por parte de alguns senadores. Isso era e foi “televisível”.

É fato que o senador Renan Calheiros está na CPI para criar narrativas que serão “vendidas” para as “cabeças” dos noticiários dos telejornais, para manchetes de jornais impressos e online e, quem sabe futuramente, para os programas das campanhas eleitorais.

Os senadores Renan Calheiros, Omar Aziz, Randolfe Rodrigues, Humberto Costa, e alguns outros oportunistas que tentam pegar uma carona midiática, não conseguem nem disfarçar. Perderam completamente a vergonha da obviedade. As “Vossas Excelências” têm a certeza que ninguém está assistindo a CPI e que somente as narrativas que lhes interessam serão divulgadas nos veículos de comunicação que comungam com o show de desrespeito que está sendo promovido.

Por isso considero tão importante que a população assista parte dos depoimentos na íntegra sem cortes ou edições. O que está indo para várias TVs, sites e jornais eu posso afirmar que não representa o que, de fato, está acontecendo na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID-19.

As ações do senador Renan Calheiros em especial, por ser o grande mentor do show de horrores, são vergonhosas. Ele não permite que a convidada responda as perguntas que ele mesmo faz. Quando a Regina Célia fazia uma explanação mais elaborada, Renan não permitia que ela continuasse. Ou seja, quando a resposta não lhe interessava, não comprometia ninguém e nem iria ajudá-lo a construir as narrativas, logo o depoimento era interrompido não só por ele, mas por outros senadores. Um “jogo” combinado, com as regras expostas, como entranhas, para todo mundo assistir.

E não para por aí: Renan e Azis repetem as mesmas perguntas incansáveis vezes com o claro objetivo de confundir a depoente, que não foi à CPI como investigada, e sim como convidada a colaborar com as “investigações”.

E não para por aí: o mais bizarro de tudo (que todos só vão acreditar assistindo) é o senador Renan Calheiros tentando responder, com o intuito de incriminar ou responsabilizar, as perguntas que ele mesmo fazia para a servidora Regina Célia. Entenderam? Ele fazia a pergunta, a servidora respondia e ele repetia, segundos depois, uma resposta que a servidora não havia dito. Eu juro que o estômago embulhou, tamanho era o nojo que senti do que estava assistindo.

É uma pena que o Senado Federal esteja, e tenho certeza que nem todos os senadores comungam com essa situação, se rebaixando à latrina do “cocô do cavalo do bandido”. O que eu assisti só hoje, 6 de julho, na CPI do COVID-19, daria certamente para escrever um livro de 100 páginas. Por isso, insisto, tente assitir por um dia que seja os depoimentos da comissão.

Não estou aqui criando um juízo de valor sobre a culpabilidade ou a inocência de quem quer que seja. A CPI já passou o recibo de que não quer punir realmente aqueles que são acusados ou investigados por desvios de bilhões da saúde em plena pandemia. Estou chamando a atenção de todos para
os vexames, os desrespeitos, as agressões e os ataques aos direitos individuais de pessoas, que até que se prove o contrário, são inocentes. E mesmo assim, estão sendo expostos como “bichos em um zoológico” por senadores que agem como “carrascos”.

Aliás, não podemos esquecer que vários desses “carrascos” são acusados de participarem de casos de corrupção conhecidos no mundo inteiro, e alguns com listas invejáveis de processos.

VIVA CARLOS GABAS!

*Luciano Lima é historiador, jornalista e radialista

Distrito Federal registra queda de internações de idosos em UTIs da rede pública de saúde

Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

Todas as faixas etárias acima de 60 anos tiveram redução a partir do mês de maio

A Secretaria de Saúde (SES) vem registrando queda nas internações de idosos nas unidades de terapia intensiva (UTIs) da rede pública. Os dados contabilizados até o dia 2 deste mês mostram que todas as faixas etárias acima de 60 anos apresentaram queda a partir de maio. A redução está associada diretamente ao início do processo de vacinação no Distrito Federal.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, avalia que esses dados mostram a importância da imunização no enfrentamento à covid-19. “Estamos verificando um avanço significativo na redução de internações e na diminuição do número de óbitos, deixando claro o valor da vacinação, independentemente de qual vacina esteja sendo aplicada”, afirma. O DF, lembra ele, está utilizando, no momento, vacinas de quatro laboratórios diferentes.

A secretária adjunta de Assistência à Saúde, Raquel Beviláqua, reforça: “Com mais de 1 milhão de doses aplicadas no Distrito Federal, os idosos, que são grupo prioritário para a vacinação contra a covid-19, já se encontram em sua maioria imunizados. Já vemos um reflexo disso na ocupação dos nossos leitos hospitalares, com queda na taxa de ocupação desse público e inversão do que era observado antes da vacinação. Hoje, a maioria das internações por complicação em decorrência do coronavírus se dá entre o público mais jovem”.

Os dados

Maiores de 60 anos, gestantes e puérperas com comorbidades não precisam fazer agendamento

O gráfico mostra que, entre janeiro e abril deste ano, houve aumento nas internações de pessoas com 60 a 64 e 65 a 69 anos e, a partir de maio, queda. Já para o público de 70 e 74 anos, foi registrado aumento entre janeiro e fevereiro, estabilidade em março e redução a partir de abril.

Na faixa dos 75 a 79 anos o aumento de internações foi de janeiro a março, com queda em abril. Já para pessoas com mais de 80 anos, houve crescimento de janeiro para fevereiro e queda a partir de março. Os dados mostram ainda que todas as faixas etárias acima de 60 anos tiveram redução a partir de maio.

Gráfico com índices de internação: queda geral | Arte: Divulgação/Agência Saúde

A vacinação para idosos com 80 anos ou mais começou em 1º de fevereiro. Em 4 de março, as pessoas com 75 anos começaram a ser vacinadas. Já em 22 de março, foi iniciada a vacinação para quem tem a partir de 69 anos. A ampliação seguiu e, em 16 de abril, abriu espaço para o público entre 64 e 65 anos; em 30 de abril, foi a vez de vacinar quem tem 60 e 61 anos.

Diante desse cenário, a secretária adjunta reforça a importância da vacinação para a redução dos casos graves e internações e faz um apelo para aqueles que são parte dos grupos elegíveis e ainda não se imunizaram: “Se já chegou a sua idade, não deixe de se vacinar! E vale destacar mais uma vez que a melhor vacina é a disponível nos pontos de vacinação”.

Vacinação no DF

Em pouco mais de cinco meses, a Secretaria de Saúde vacinou mais de 100% da população de mais 70 anos com a primeira dose – percentual que foi ultrapassado com a vinda de pessoas de outros estados para receber o imunizante.

Gráfico de internações | Arte: Divulgação/Agência Saúde

Nos próximos dias, serão vacinadas 41.009 pessoas que agendaram imunização pelas faixas etárias, de 44 a 59 anos, e com comorbidades, de 18 a 43 anos. Por idade, foram 40.018 agendamentos; e, com alguma doença pré-existente, 992.

Durante todo o mês de julho, receberão a segunda dose  224.946 indivíduos, dos quais 196 mil iniciaram o esquema vacinal em abril, com a AstraZeneca. A maioria desse público é de idosos entre 60 e 66 anos, o que justifica o baixo percentual de pessoas nessas idades vacinados, conforme o gráfico de vacinação (veja acima).

Segue aberta, sem necessidade de agendamento, a vacinação para quem tem 60 anos ou mais e para gestantes e puérperas com comorbidades. Os idosos são atendidos em qualquer um dos 55 locais de vacinação. Já as gestantes e puérperas com comorbidades recebem o imunizante em pontos específicos – consulte aqui.

Distrito Federal entra na reta final para a vacinação dos professores da rede pública

O Plano de Vacinação da Educação começou em 21 de maio passado. Na primeira fase, apenas professores das creches públicas, conveniadas com o setor público e privadas foram vacinados, além dos grupos dirigentes das escolas públicas | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Vinte mil profissionais vão receber doses da Janssen entre esta quarta (7) e domingo (11). Aulas presenciais estão previstas para 2 de agosto

O Plano de Vacinação da Educação será concluído nesta semana, entre quarta-feira (7) e domingo (11). Vinte mil doses fabricadas pela Janssen Farmacêutica serão utilizadas para imunizar os profissionais da rede pública de ensino que ainda não foram vacinados. Os detalhes da operação foram fechados em reunião na Secretaria de Saúde (SES).

As doses restantes serão ministradas aos profissionais de todas as escolas das coordenações regionais de ensino de Ceilândia, Gama, Sobradinho, Núcleo Bandeirante e Plano Piloto, conforme programação mostrada na tabela abaixo. Todos os profissionais das demais regionais de ensino que formam a rede pública já foram imunizados.

Última etapa do Plano de Vacinação da Educação

  • Quarta-feira (7) – CRE Núcleo Bandeirante
  • Quinta-feira (8) – CRE Gama
  • Sexta-feira (9) – CRE Ceilândia
  • Sábado (10) – CRE Plano Piloto
  • Domingo (11) – CRE Sobradinho

“A vacinação será feita nos postos já existentes, então os profissionais devem ficar atentos à convocação da escola”, alerta o secretário de Educação, Leandro Cruz. “Vamos voltar às aulas presenciais no dia 2 de agosto em todas as escolas da nossa rede. Obedeceremos aos protocolos sanitários, com distanciamento entre os estudantes, aferição de temperatura, higienização das mãos com álcool gel. Então, teremos um modelo híbrido, em que metade da turma irá para a escola e a outra metade assistirá de casa, alternando-se a cada semana.”

As doses restantes serão ministradas aos profissionais de todas as escolas das coordenações regionais de ensino de Ceilândia, Gama, Sobradinho, Núcleo Bandeirante e Plano Piloto

Representante da Secretaria de Educação (SEE) na reunião com a SES, o secretário-executivo Fábio Sousa explicou que a estratégia de vacinação não mudará. “As escolas vão convocar os profissionais por e-mail, informando o local e a data em que devem se apresentar. Como fazemos desde o início, cada posto terá uma lista com todos os dados dos profissionais da Educação, inclusive o número do CPF. Eles devem se apresentar levando documento pessoal com foto e contracheque”, detalhou.

Desta forma, não há possibilidade de o profissional tomar doses de vacinas diferentes. A lista dos convocados para cada dia e o respectivo local de vacinação também serão publicadas no site da SEE, como vem sendo feito desde o primeiro dia da vacinação dos educadores.

Memória

O Plano de Vacinação da Educação começou em 21 de maio. Na primeira fase, apenas professores das creches públicas, conveniadas com o setor público e privadas foram vacinados, além dos grupos dirigentes das escolas públicas.

A primeira etapa contou com vacinas AstraZeneca e Coronavac. Ambas têm protocolo de imunização que exige duas doses para atingir o máximo grau de proteção.

A segunda fase do plano, porém, abarcou todas as demais fases do ensino básico – educação fundamental (anos iniciais e finais) e ensino médio. Essa imunização foi feita com a vacina da Janssen, cujo protocolo de uso prevê dose única.

Covid-19: mais de 11,3 milhões de doses de vacina foram aplicadas pelos municípios em moradores de outras cidades

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(Foto Diogo Gonçalves Vieira)

Em média, a cada seis doses aplicadas no Brasil, uma foi em quem se deslocou para se vacinar

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que mais de 11,3 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas pelos municípios em moradores de outras cidades. Em média, essas pessoas viajaram 252 quilômetros para se imunizarem. De acordo com a nota técnica “Deslocamento da população em busca de vacina”, a cada seis doses aplicadas no Brasil, uma foi em quem se deslocou para se vacinar.

O gerente de logística, Sérgio Ferreira Félix, e sua esposa, a corretora imobiliária, Rosana Paula Barbosa, viajaram cerca de 250 quilômetros da cidade onde moram, Cachoeira de Minas (MG), até São Paulo capital, onde também possuem uma residência, para que pudessem garantir a vacinação contra a Covid-19. Segundo ele, a imunização em Minas Gerais está muito atrasada em relação ao território paulista.

“Eu e minha esposa nos vacinamos em São Paulo capital. E optamos por tomar aqui, porque está bem mais adiantado. No dia em que nós tomamos, com 47 anos de idade, em São Paulo, em Minas não estavam vacinando 60 anos ainda, principalmente o município onde a minha esposa tem residência”, relata Sérgio.

São Paulo foi um dos municípios que mais recebeu pessoas de outras cidades para tomar a vacina contra a Covid-19. Segundo a nota técnica da Fiocruz, divulgada no final de junho, a capital paulista aplicou 257.159 doses em indivíduos de seis municípios vizinhos: Guarulhos (101.681 doses), Osasco (37.751), Santo André (35.236), Diadema (27.119), além de moradores de outras capitais como Rio de Janeiro (12.118), Salvador (5.526), Belo Horizonte (3.985), Curitiba (3.961) e Brasília (3.802).

O professor Christovam Barcellos, membro do Observatório Covid-19 da Fiocruz, avalia os motivos para as pessoas se deslocarem em busca da vacina.
“É muito comum as pessoas se vacinarem no município onde trabalham e não no município onde residem. Uma pessoa que mora na Baixada Fluminense, está passando no Rio de Janeiro, ela se vacina no Rio. Algumas cidades, onde a vacinação é mais ampla e têm mais postos de vacinação, estão atraindo pessoas de outros municípios do entorno, principalmente nas regiões metropolitanas”, comenta.

Outra cidade cuja vacinação está sobrecarregada por moradores de outros municípios é o Rio de Janeiro. Segundo a nota técnica da Fiocruz, a capital fluminense aplicou 156.256 doses em moradores de municípios vizinhos, como Duque de Caxias (47.507), Nova Iguaçu (32.028), São João de Meriti (28.873), Niterói (25.282) e Belford Roxo (22.566), além das capitais de São Paulo (7.047) e Brasília (3.855).

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informa que “o índice de doses aplicadas em pessoas residentes em outras cidades ou estados é de cerca de 10%, entre D1 e D2. Para se vacinar, não é exigido comprovante de ser morador local. O SUS é universal e é legítimo que as pessoas possam se vacinar em todo o território nacional sem restrição devido ao endereço. Porém, o ideal é que as pessoas tomem as vacinas, incluindo a da Covid-19, na unidade mais próxima de sua residência”.

SUS

De acordo com a nota técnica da Fiocruz, esse “turismo de vacina” indica uma falha no esforço nacional de imunização, que deveria vacinar a população de maneira homogênea, com proporções similares nos municípios para grupos prioritários e por idade.

Em nota, o Ministério da Saúde esclarece que “o acesso aos serviços de saúde, incluindo a vacinação contra a Covid-19, deve ser garantido à toda população brasileira, sem discriminação, conforme os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS)”.

No entanto, a pasta ressalta que “o SUS é tripartite, por isso estados e municípios têm autonomia para seguir com a estratégia local de vacinação, conforme as demandas regionais”.

O professor Christovam Barcellos comenta que não faz parte dos princípios do SUS recusar vacinas aos cidadãos, nem mesmo pedir comprovante de residência.
“O SUS tem uma lógica territorial tradicional. As pessoas costumam ser cadastradas adscritas aos postos de saúde dos bairros onde moram. O SUS nunca teve a postura de impedir a atenção de pessoas que moram em outros municípios. Isso é contra os princípios do SUS de igualdade, de universalização, de gratuidade. Então, pedir comprovante de residência, é até interessante para fazer estatísticas, mas não pode servir de impedimento para vacinação.”

O secretário executivo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Mauro Junqueira, reforça que o acesso à saúde por meio do SUS é universal e direito de toda a população, mas ressalta a importância de cada um buscar a unidade de saúde mais próxima, para não atrapalhar o planejamento das secretarias municipais de saúde.

“Entendemos que a disponibilidade de vacina é pequena ainda e que, quando divulgam a vacinação em idades diferentes de uma região para outra, haja naturalmente a vontade do cidadão de procurar aquele local. Isso atrapalha e dificulta o planejamento da gestão local. Então, não deve ocorrer. As pessoas devem aguardar que a sua unidade defina o processo de vacinação, que vai chegar para toda a população”, orienta.

Segundo Mauro Junqueira, o município pode exigir comprovante de residência caso a demanda por vacinas de moradores de outras localidades extrapole a quantidade de doses disponíveis.

“O município é um ente autônomo. Tendo em vista que moradores de outras cidades estão migrando para se vacinar, ele pode pedir alguma documentação, até para garantir o direito da sua população. O SUS é universal, mas se houver uma migração, precisa ter uma nova repactuação com a CIB (Comissão Intergestores Bipartite), para definir esse fluxo e tentar garantir um maior número de vacinas”.

Vacinômetro

Segundo o Ministério da Saúde, 77.631.596 pessoas já tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e 27.641.567 receberam a dose de reforço. Os dados são da noite do dia 4 de julho de 2021, disponíveis no site Pátria Vacinada.

O professor Christovam Barcellos comemora a adesão dos brasileiros ao Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19.

“O ‘turismo de vacina’ claro que é prejudicial à organização do sistema de saúde. Mas ele também mostra uma adesão enorme da população à vacina. Muita gente está viajando porque quer tomar vacina; isso é muito positivo”. Segundo levantamento do Datafolha, feito em meados do ano passado, nove em cada 10 brasileiros querem se vacinar contra o coronavírus.

Fonte: Brasil 61

FCO: 90,4% dos recursos recém-liberados pelo Governo de Goiás são destinados a empreendimentos de pequeno porte

O governador Ronaldo Caiado, em Porangatu, onde anunciou a ampliação do Projeto da Cerveja de Mandioca e medidas que visam fomentar o desenvolvimento regional e a produção de agricultores familiares: “Voltamos os olhos para que o crédito chegue ao cidadão tirador de leite, criador de frangos, suínos, pequenos plantadores de hortaliças e mandioca”

Governador Ronaldo Caiado determina pulverização do crédito para estimular crescimento de micro, pequenas e médias empresas, que terão R$ 748 milhões do FCO até o final de 2021

Em cumprimento à determinação do governador Ronaldo Caiado, na última ordem aprovada pelo Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE) 90,4% (R$ 101,26 milhões) dos recursos foram destinados a empreendimentos de pequeno e pequeno-médio portes, sendo R$ 19,07 milhões para oito empresas e R$ 82,12 milhões para 79 produtores rurais.

O presidente do Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE), César Moura, aprovou 97 cartas-consultas do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para empréstimos a atividades do setor empresarial e rural, que totalizam R$ 112,02 milhões.

Visando a nova preferência do CDE/FCO de aprovar incentivos para empreendimentos de mini a pequeno-médio porte dos 62 municípios goianos prioritários, definida pelo governador na última aprovação de cartas-consultas, em 11 de junho, os financiamentos contemplam 50 municípios que, com o fortalecimento das atividades, têm previsão de abertura de 186 vagas de trabalho, sendo 39 pelo setor empresarial e 147 do rural.

“O dinheiro mais barato não pode ser destinado àqueles que têm a capacidade de contrair empréstimo com os grandes bancos do Brasil ou internacionais”, defendeu o governador. “Voltamos os olhos para que o investimento chegue ao cidadão tirador de leite, criador de frangos, suínos, pequenos plantadores de hortaliças e mandioca”, afirmou.

Duas empresas e oito produtores de porte médio foram contemplados, com o respectivo montante de R$ 3,97 milhões e R$ 6,94 milhões. Nenhum empreendimento de grande porte recebeu parecer positivo para solicitação de financiamentos, que serão destinados para aquisição de equipamentos e matéria-prima, construção civil, implantação de usinas fotovoltaicas, correção de solos para plantio e capital de giro. Também financiam matrizes, irrigação, eletrificação, pastagens, atividades da produção de soja e milho, bovinocultura e suinocultura.

Titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), José Vitti, disse que a priorização dos recursos para micro e pequenos empresários será responsável por pulverizar os empréstimos em Goiás, levando o desenvolvimento para todas as regiões. “O FCO é um instrumento de promoção do desenvolvimento do Estado. Por meio desse crédito é possível promover o crescimento regionalizado”, disse Vitti.
A pulverização dos recursos do FCO, segundo o titular da SIC, faz justiça com os pequenos empresários do campo e da cidade que, historicamente, tinham dificuldades de acesso a esse crédito, fundamental para regionalizar o desenvolvimento do Estado. “O governador Ronaldo Caiado tomou uma decisão absolutamente correta. Sabemos que são os pequenos negócios os responsáveis pela grande maioria dos empregos no País. Nada mais justo do que ajudá-los nesse momento”, afirma Vitti.

Crédito para o campo

Com essa mudança de foco dos recursos do FCO, micro, pequenas e médias empresas e produtores rurais terão R$ 748 milhões do fundo, em Goiás, até o final de 2021.

Dos R$ 112,02 milhões recém-liberados pelo Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE), cerca de 79% são direcionados ao setor rural. Foram R$ 89,07 milhões aprovados para 87 cartas-propostas de 45 municípios goianos.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) realiza análise técnica de cartas-consulta de valor igual ou superior a R$ 500 mil para financiamentos rurais com recursos do FCO, que são direcionadas à apreciação do CDE. Na avaliação do secretário Tiago Freitas de Mendonça, a diversidade de itens financiados mostra que o produtor rural goiano tem investido em equipamentos e melhorias, desde a produção até o seu plantel, de maneira a crescer a produção já existente no Estado.

“São itens fundamentais para o desenvolvimento do nosso setor agropecuário, aos quais o Governo de Goiás tem facilitado o acesso. Além de fazer crescer a produção, vão gerar riqueza e renda para o produtor, criar novos postos de trabalho, melhorando as condições de vida das localidades em que essas atividades são executadas”, complementa.

“O agro goiano cria novos postos de trabalho e permite a geração de renda entre as famílias, especialmente na agricultura familiar. Com isso, é possível movimentar a economia dos municípios e estimular o fortalecimento de várias cadeias produtivas no Estado”, acrescenta Tiago Mendonça.

Força aos pequenos

Desde 2019, o Governo de Goiás implanta políticas de apoio aos pequenos e médios produtores, com atenção voltada para a agricultura familiar e o mercado interno. “Temos que produzir cada vez mais, avançar no cultivo e levar comida para a mesa da população daqui e de fora”, ressalta o governador Ronaldo Caiado.

No Estado, o FCO é gerido pelo Conselho Deliberativo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel/Sudeco), e envolve as secretarias de Estado da Retomada, de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) e Seapa.

“O FCO saía para quatro, cinco. Eram R$ 200 milhões para um, R$ 300 milhões para outro, R$ 500 milhões para um terceiro. Isso acabou. Agora o FCO deve combater as desigualdades regionais e dar apoio aos pequenos e médio produtores, que não têm capacidade de tirar dinheiro em banco”, concluiu Caiado.

BRB sai na frente e lança Pix Judicial, parceria com o TJDFT

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Tribunal de Justiça utiliza a ferramenta desde a semana passada. Banco pretende expandir serviço a outras esferas do Judiciário, em todo o país

O BRB é primeiro banco do país a oferecer o Pix Judicial. A solução foi desenvolvida por meio de uma parceria com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) – que já utiliza esse instrumento desde a semana passada. Com o Pix Judicial, recursos disponíveis em contas de depósito judicial poderão ser encaminhados ao destinatário, de modo imediato, por meio de qualquer uma das 757 instituições participantes do Pix, com funcionamento autorizado pelo Banco Central.

“A tecnologia permite que o banco esteja presente em todas as unidades da Federação e atenda de forma eficiente, rápida e segura os envolvidos em trâmites judiciais”Paulo Henrique Costa, presidente do BRB

Além de permitir o cumprimento de ordens judiciais de forma automática e imediata, saldo e extrato das contas envolvidas nos processos judiciais também poderão ser visualizados pelos juízes a qualquer momento.

“O BRB dá mais um importante passo em direção à inovação e reforça seu compromisso em ser um banco digital, moderno e completo”, afirma o presidente do banco, Paulo Henrique Costa. “A parceria com o TJDFT vai possibilitar agilidade para os envolvidos nos processos, além facilitar o cumprimento das decisões judiciais.”

Serviço ampliado

Nos próximos meses, o BRB pretende expandir o serviço a outras esferas do Judiciário, em todo o território nacional. “A tecnologia permite que o banco esteja presente em todas as unidades da Federação e atenda de forma eficiente, rápida e segura os envolvidos em trâmites judiciais”, explica o gestor.

“Com o uso do Pix Judicial, o TJDFT oferecerá à sociedade a mais recente e moderna modalidade de transferência bancária”, esclarece a juíza assistente da Corregedoria do TJDF Marilza Gebrin. “Com isso, amplia-se o acesso à Justiça, permitindo que os jurisdicionados recebam os valores que lhes são devidos com mais facilidade e rapidez [o Pix funciona a qualquer hora do dia ou da noite], inclusive em contas digitais das chamadas Fintechs.”

Lei da Regularização Fundiária do Governo Ibaneis dá suporte e fomenta economia

Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Norma sancionada pelo governador Ibaneis Rocha vai simplificar procedimentos ao aprovar a viabilidade de moradia e comércio com infraestrutura

O governador Ibaneis Rocha assinou nesta terça-feira (6), o decreto de regulamentação da Lei Complementar n° 986/2021, que trata da regularização fundiária urbana no Distrito Federal. De autoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a Lei da Reurb vai garantir à população em situação de vulnerabilidade o direito à moradia com segurança jurídica e infraestrutura necessárias.

“A partir de agora, essas áreas passam a ser passíveis de regularização e já podem ter as diretrizes que indicam quais ruas e avenidas poderão ter comércio”Mateus Oliveira, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação

Uma das principais medidas é a criação de oito novas Áreas de Regularização de Interesse Social (Aris). Elas beneficiarão cerca de 50 mil moradores das regiões administrativas de Sobradinho, Planaltina, Sol Nascente/Pôr do Sol e São Sebastião ao se tornarem passíveis de regularização. Isso vai permitir a reestruturação urbana dentro de um projeto criado pelo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) do DF.

Mas não só os moradores serão beneficiados com a regulamentação. Por meio dessa iniciativa, os estabelecimentos comerciais que estiverem localizados nessas Aris poderão ter suas viabilidades econômicas aprovadas pelas suas administrações regionais. Até então, esses locais funcionavam de forma irregular.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Mateus Oliveira, o impacto positivo da lei nas Aris terá consequências na vida dos comerciantes locais. “A partir de agora, essas áreas passam a ser passíveis de regularização e já podem ter as diretrizes que indicam quais as ruas e avenidas poderão ter comércio, permitindo às administrações expedirem as licenças de funcionamento.”

“Uma distribuidora de gás, para funcionar dentro da lei, por exemplo, precisaria de uma aprovação da ANP. Com a licença de funcionamento validada, isso agora já se tornará possível”Alan Valim, administrador regional de São Sebastião

Administrador regional de São Sebastião – que abrange três das oito Aris atendidas pela lei – , Alan Valim reforça que as vantagens de regularização são ainda mais amplas. Segundo ele, a medida vai permitir aos pequenos comerciantes acesso a linhas de crédito em instituições bancárias e garantir vistorias de órgãos federais.

“Uma distribuidora de gás, para funcionar dentro da lei, por exemplo, precisaria de uma aprovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis [ANP]. Com a licença de funcionamento validada, isso agora já se tornará possível”, explica Valim.

Com a sanção da lei, fica permitido também ao poder público promover a instalação e a adequação da infraestrutura essencial, em caráter provisório, em núcleos urbanos informais em processo de regularização. A medida inclui a implementação de sistemas de abastecimento de água potável, coleta de lixo, tratamento do esgotamento sanitário, redes de energia elétrica domiciliar, iluminação pública, soluções de drenagem e outros equipamentos.

Destaca-se também a inovação quanto à possibilidade de titulação de ocupações existentes em cidades consolidadas, com a previsão de instrumentos que garantem a moradores de lotes já registrados a legalização e segurança jurídica de suas propriedades.

Teatro dos Ventos estreia espetáculo de rua no Parque da Cidade Sarah Kubitschek

(Foto Humberto Araújo)

Entre os dia 1º e 8 de agosto, a Capital Federal recebe o espetáculo, totalmente gratuito, O Inspetor Geral – A Coisa Tá Russa, em frente ao estacionamento 11 do parque

O mês de agosto será marcado por diversão e arte. Isso, porque o grupo Teatro dos Ventos | Confraria Artística traz a mais recente montagem com estreia da peça O Inspetor Geral – A Coisa Tá Russa, entre os dia 1º e 8 de agosto. A atração, escrita pelo russo Nicolai Gogol, em 1836, é considerada um dos clássicos indispensáveis para a história do teatro mundial. Os moradores da Capital Federal vão poder apreciar a peça, entre os dia 1º e 8 de agosto, às 17h, na área gramada do estacionamento 11 do Parque da Cidade.

O espetáculo, com entrada franca, propõe um desenho cômico de uma pequena cidade e de seus habitantes, para apontar desvios de suas inter-relações e práticas políticas e trata-se se de uma comédia de altíssima qualidade técnica, discursiva e estética, sobre texto de indiscutível importância histórica.

As apresentações marcam o retorno do grupo Teatro dos Ventos | Confraria Artística, que não se apresenta presencialmente desde outubro de 2020. Segundo o diretor da atração, Fernando Martins, a inciativa pretende retomar a programação cultural da cidade com um espetáculo divertido e acessível. “Queremos promover a diversão e entretenimento com uma obra de indiscutível importância para a história do teatro”, explica.

Amantes de teatro, literatura, música e artes em geral, bem como todos os públicos e moradores das diferentes Regiões Administrativas do DF se identificarão com o enredo.

Serviço:

Teatro dos Ventos estreia espetáculo de rua no Parque da Cidade Sarah Kubitschek

Data: Entre os dias 1 e 8 de agosto

Horário: 17h

Endereço: Estacionamento 11 – Parque Sarah Kubitschek- Brasília

Whatsapp: (61) 98377 -0336

IMP Concursos tem semana de lives gratuitas

Para quem quer dar uma turbinada nos estudos para concursos, a semana tá cheia de oportunidade. De 05 a 09 de julho o IMP Concursos realiza várias lives gratuitas com diversos temas, entre eles: redação, direito constitucional, gramática e LC840/11, regimento interno do TJDFT, entre outras.

A transmissão será feita no canal do youtube (IMP Concursos Online) pelo link: http://bit.ly/canaldoimp

 

Confira a programação completa:

07/07: quarta-feira

08h30: Regimento Interno do TJDFT – com Sérgio Gaúcho

13h: Informática para Gabaritar – com Renato Mafra

19h: Quartas Pedagógicas: Paulo Freire – com Victor Soares

08/07: quinta-feira

18h: Gramaticalizando – com Raquel Cesário

19h: Direito Administrativo para Concursos – com José Trindade

09/07: sexta-feira

08h30: Regimento Interno do TJDFT – com Sérgio Gaúcho

12h30: Gramática para o Cebraspe 2020/2021 – com Raquel Cesário

12h30: LC 840/11 do Zero – com Suzele Veloso

13h13: Psico do Concurseiro – com Gabriela Issa