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Mais de 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a votar neste domingo

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Primeiro turno mobiliza eleitores em todo o país neste domingo, com votação para seis cargos e duas escolhas para o Senado

Da Redação

Mais de 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a votar neste domingo (4) no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. Os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitorado brasileiro soma exatamente 158.745.463 pessoas. O número representa crescimento de 2.291.452 eleitores, ou 1,46%, em comparação com as eleições de 2022.

A votação começa às 8h e termina às 17h, pelo horário de Brasília, em todo o país. Quem estiver na fila da seção eleitoral às 17h terá assegurado o direito de votar.

Eleitor fará seis escolhas

A votação deste domingo exigirá atenção porque cada eleitor fará seis escolhas na urna eletrônica.

A ordem definida pela Justiça Eleitoral é:

1. Deputado federal — quatro dígitos
2. Deputado estadual ou distrital — cinco dígitos
3. Senador — primeira vaga — três dígitos
4. Senador — segunda vaga — três dígitos
5. Governador — dois dígitos
6. Presidente da República — dois dígitos.

Como neste ano estão em disputa dois terços das cadeiras do Senado, o eleitor terá dois votos para senador e deverá escolher candidatos diferentes.

Eleitorado cresceu desde 2022

O Brasil ganhou quase 2,3 milhões de eleitores desde a última eleição presidencial. Em 2022, eram aproximadamente 156,4 milhões de pessoas aptas a votar. Agora são 158,7 milhões.

Do total de eleitores de 2026, 136.541.551 têm voto obrigatório, enquanto 22.203.912 estão nas faixas em que o voto é facultativo.

A eleição alcança os 5.571 municípios brasileiros.

Quase 919 mil brasileiros votam no exterior

A votação também ocorre fora do Brasil.

Segundo o TSE, 918.876 brasileiros residentes no exterior estão aptos a participar das eleições. Para esse grupo, a votação é exclusivamente para presidente e vice-presidente da República.

As seções eleitorais no exterior estão distribuídas por 186 cidades. O número de brasileiros habilitados a votar fora do país cresceu significativamente em relação a 2022, quando eram cerca de 697 mil.

Mais de meio milhão de urnas

A Justiça Eleitoral preparou 563.910 urnas eletrônicas para as Eleições Gerais de 2026. Quatro modelos de equipamentos estão sendo utilizados neste ano.

A eleição marca também os 30 anos da utilização da urna eletrônica no Brasil, adotada pela primeira vez nas eleições municipais de 1996.

Presidente e governadores podem ter segundo turno

Nas disputas para presidente da República e governador, é necessário obter mais da metade dos votos válidos para vencer no primeiro turno.

Caso nenhum candidato alcance essa marca, os dois mais votados disputam o segundo turno em 25 de outubro.

Para deputados e senadores não existe segundo turno.

Documento com foto e e-Título

Para votar, o eleitor deve apresentar documento oficial com fotografia.

O e-Título também pode ser utilizado para identificação quando apresentar a foto do eleitor. Quem quiser conferir previamente local e seção de votação pode consultar as informações pelos serviços da Justiça Eleitoral.

Portal oficial do TSE para as Eleições 2026

Celular não entra na cabine

O TSE proíbe que o eleitor leve celular, máquina fotográfica, filmadora ou outros equipamentos capazes de comprometer o sigilo do voto para dentro da cabine.

Antes de votar, o aparelho celular deve ser desligado e entregue à mesa receptora. A medida vale mesmo que o equipamento esteja desligado.

Já a tradicional “colinha eleitoral” em papel é permitida e pode ajudar o eleitor a lembrar os números e agilizar a votação.

Apuração começa após as 17h

A votação termina às 17h pelo horário de Brasília. A partir desse horário, começam a ser emitidos os boletins de urna e tem início o processo de totalização dos votos.

O eventual segundo turno para presidente e governadores será realizado em 25 de outubro.

Petista Lula vota em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista

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Presidente e candidato à reeleição pelo PT registrou o voto na manhã deste domingo em escola localizada no bairro Assunção, no ABC Paulista

Da Redação

O presidente da República e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votou na manhã deste domingo (4), primeiro turno das Eleições 2026, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.

Lula votou na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, tradicional local de votação do petista. Ele chegou por volta das 9h e registrou o voto pouco depois.

O presidente estava acompanhado do vice-presidente e candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSB), do candidato ao governo paulista Fernando Haddad (PT), além de Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB).

Eleitores, apoiadores e profissionais da imprensa começaram a se concentrar nas proximidades do local de votação ainda no início da manhã.

São Paulo é estratégico na disputa presidencial

Lula volta às urnas em São Paulo depois de ter sido derrotado no estado na eleição presidencial de 2022.

Naquele primeiro turno, Jair Bolsonaro (PL) recebeu 47,71% dos votos válidos em São Paulo, contra 40,89% de Lula. No segundo turno, Bolsonaro também terminou à frente no estado.

Em 2026, o principal adversário de Lula nas pesquisas da reta final é o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente.

Últimas pesquisas apontaram empate técnico

As últimas pesquisas divulgadas antes da abertura das urnas mostraram uma disputa apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro.

O Datafolha divulgado na véspera da eleição registrou Lula com 45% dos votos válidos, contra 42% de Flávio. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, o instituto apontou empate técnico entre os dois. O levantamento ouviu 4.006 eleitores em 122 municípios.

A Quaest também apresentou empate técnico: Lula registrou 46% dos votos válidos, enquanto Flávio apareceu com 45%. A pesquisa ouviu 3.702 eleitores entre 2 e 3 de outubro e também tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Já o levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado no sábado apontou Lula com 47% dos votos válidos, ante 44,1% de Flávio Bolsonaro.

Pesquisas eleitorais representam retratos das intenções de voto no período em que são realizadas e não constituem previsão do resultado das urnas.

Lula disputa Presidência pela sétima vez

Esta é a sétima eleição presidencial disputada por Lula.

O petista concorreu ao Palácio do Planalto em 1989, 1994, 1998, 2002, 2006 e 2022. Foi eleito em 2002, reeleito em 2006 e voltou à Presidência após vencer a eleição de 2022.

Agora, aos 80 anos, busca um quarto mandato presidencial. A chapa mantém a formação da eleição anterior, com Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente.

Apuração será acompanhada em São Paulo

Após votar em São Bernardo do Campo, Lula permanece em São Paulo. A programação divulgada pela campanha prevê que o presidente acompanhe a apuração a partir da tarde em um hotel na capital paulista.

A votação ocorre até as 17h, pelo horário de Brasília. Caso nenhum candidato à Presidência obtenha mais da metade dos votos válidos, os dois mais votados disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

Quaest: Celina tem 53% e eleição no DF pode ser decidida em 1º turno

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Última pesquisa Quaest antes do primeiro turno foi encomendada pela Globo e ouviu 2.652 eleitores entre sexta-feira e este sábado

Da Redação

A governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP) registra 53% dos votos válidos na disputa pelo Governo do Distrito Federal, segundo pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do primeiro turno das Eleições 2026.

Leandro Grass (PT) aparece com 32%, enquanto Paula Belmonte (PSDB) tem 10%. Na sequência estão Ricardo Cappelli (PSB) e Kiko Caputo (Novo), ambos com 2%, e Professora Samara Mineiro (UP), com 1%.

Professor Robson (PSTU) e Expedito Mendonça (PCO) aparecem com 0% após os arredondamentos.

O levantamento foi encomendado pela Globo e é a última pesquisa Quaest sobre a disputa pelo Palácio do Buriti antes da votação deste domingo (4).

Celina tem 53% dos votos válidos

Na estimativa de votos válidos apresentada pela Quaest, o cenário é:

  • Celina Leão (PP): 53%
  • Leandro Grass (PT): 32%
  • Paula Belmonte (PSDB): 10%
  • Ricardo Cappelli (PSB): 2%
  • Kiko Caputo (Novo): 2%
  • Professora Samara Mineiro (UP): 1%
  • Professor Robson (PSTU): 0%
  • Expedito Mendonça (PCO): 0%

Celina aparece numericamente 21 pontos percentuais à frente de Grass nesse recorte e acima do patamar de 50% dos votos válidos.

Pelas regras eleitorais, um candidato ao governo é eleito no primeiro turno quando obtém mais da metade dos votos válidos. A pesquisa, entretanto, representa uma fotografia das intenções de voto e não permite antecipar o resultado das urnas.

Quaest utiliza modelo de provável comparecimento

Para chegar à estimativa dos votos válidos, a Quaest não faz apenas a retirada dos entrevistados que declaram voto branco, nulo ou estão indecisos.

O instituto utiliza um modelo de likely voter, ou eleitor provável, que considera a intenção declarada e características relacionadas à probabilidade de o entrevistado efetivamente comparecer às urnas.

Por isso, os percentuais de votos válidos apresentados pela pesquisa não correspondem simplesmente a uma conversão matemática dos números da pesquisa estimulada.

Na apuração oficial, a Justiça Eleitoral considera votos válidos aqueles destinados a candidatos, excluindo os votos em branco e nulos.

Nos votos totais, Celina tem 41%

Quando são considerados todos os entrevistados, incluindo indecisos e aqueles que declaram voto branco, nulo ou que não pretendem votar, Celina registra 41%.

Grass aparece com 24% e Paula tem 8%.

O cenário completo é:

  • Celina Leão (PP): 41%
  • Leandro Grass (PT): 24%
  • Paula Belmonte (PSDB): 8%
  • Kiko Caputo (Novo): 3%
  • Ricardo Cappelli (PSB): 2%
  • Professora Samara Mineiro (UP): 1%
  • Professor Robson (PSTU): 0%
  • Elisson (Agir): 0%
  • Expedito Mendonça (PCO): 0%
  • Rico Pinheiro (PRTB): 0%
  • Branco/nulo/não vai votar: 7%
  • Indecisos: 14%

Celina tem 31% na espontânea

A Quaest também perguntou em quem o eleitor pretende votar sem apresentar previamente os nomes dos candidatos.

Na pesquisa espontânea, Celina registra 31%, ante 29% no levantamento anterior. Grass passou de 17% para 20%, enquanto Paula variou de 3% para 5%.

Kiko Caputo aparece com 2%, Cappelli e Samara têm 1% cada.

O percentual de indecisos caiu de 41% para 36%. Outros 3% declaram voto branco, nulo ou que não pretendem votar.

81% dizem que escolha é definitiva

Entre os entrevistados que já indicam um candidato, 81% afirmam que a escolha é definitiva, enquanto 19% dizem que ainda podem mudar de voto.

No levantamento anterior, 70% declaravam decisão definitiva e 30% admitiam possibilidade de mudança.

A pesquisa também identificou aumento no interesse pela eleição. Os que dizem estar muito interessados passaram de 42% para 47%.

Outros 33% afirmam ter pouco interesse e 19% dizem não ter nenhum interesse na eleição.

Pesquisa ouviu 2.652 eleitores

A Quaest entrevistou 2.652 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro.

A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e registrado na Justiça Eleitoral sob o número DF-04089/2026.

O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 será realizado neste domingo, 4 de outubro.

Igape/Record: Michelle tem 36,4%; Bia, 23,7%; e Leila, 19,4%

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Pesquisa realizada com 2 mil eleitores apresenta resultados do primeiro e do segundo voto para as duas vagas do Distrito Federal no Senado

Da Redação

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) registra 36,4% na consolidação dos dois votos para o Senado pelo Distrito Federal, segundo pesquisa Igape/Record divulgada na reta final da campanha eleitoral.

Bia Kicis (PL) aparece com 23,7%, seguida por Leila do Vôlei (PDT), com 19,4%, e Erika Kokay (PT), com 13,9%. Os números correspondem à consolidação feita pelo instituto a partir do primeiro e do segundo voto válido dos entrevistados.

Como o Distrito Federal elegerá dois senadores neste domingo (4), cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes para o Senado.

Michelle tem 42% no primeiro voto

Quando considerada apenas a primeira escolha dos eleitores e excluídos indecisos e votos brancos e nulos, Michelle registra 42%.

Bia aparece com 19,5%, Leila tem 17,3% e Erika, 16,1%. Nesse cenário, 10,3% dos entrevistados não souberam ou não opinaram e 6,4% declararam branco ou nulo antes do recálculo sobre a base válida.

No primeiro voto válido, os demais candidatos aparecem com:

Sebastião Coelho (Novo), 1,6%; Guto Felício dos Santos (PSDB), 0,8%; Ronaldo Fonseca (PSD), 0,6%; David Horn (PCO), 0,6%; Professor Guilherme Amorim (UP), 0,5%; Tiago (Agir), 0,5%; Avenir Rosa (Democrata), 0,2%; Marley (Avante), 0,2%; e Zanata (PSTU), 0,1%.

Bia registra 29,4% no segundo voto

O cenário muda quando o levantamento considera apenas a segunda escolha.

Bia registra 29,4%, enquanto Michelle aparece numericamente próxima, com 29%. Leila tem 22,2% e Erika, 10,9%.

Nesse recorte, 16,7% não souberam ou não opinaram e 20,3% indicaram branco ou nulo antes do cálculo sobre os votos válidos.

Consolidação coloca Michelle com 36,4%

Para apresentar uma visão conjunta da disputa pelas duas vagas, o Igape unificou os resultados do primeiro e do segundo voto e os renormalizou em uma escala de 100%.

Na consolidação, os resultados são:

Michelle Bolsonaro (PL): 36,4%
Bia Kicis (PL): 23,7%
Leila do Vôlei (PDT): 19,4%
Erika Kokay (PT): 13,9%
Sebastião Coelho (Novo): 1,8%
Professor Guilherme Amorim (UP): 1,2%
Ronaldo Fonseca (PSD): 1,2%
Guto Felício dos Santos (PSDB): 0,7%
David Horn (PCO): 0,6%
Avenir Rosa (Democrata): 0,3%
Marley (Avante): 0,3%
Tiago (Agir): 0,3%
Zanata (PSTU): 0,2%.

Os percentuais representam uma fotografia das intenções de voto durante o período de realização das entrevistas e não constituem previsão do resultado da eleição.

Ronaldo Fonseca desistiu da disputa

Embora ainda apareça no levantamento, Ronaldo Fonseca anunciou em 28 de setembro a desistência da candidatura ao Senado.

O ex-ministro e ex-deputado federal declarou apoio às candidaturas de Bia Kicis e Michelle Bolsonaro. A decisão foi anunciada na reta final da campanha, durante encontro com integrantes da aliança política da governadora Celina Leão (PP).

Pesquisa ouviu 2 mil eleitores

O levantamento do Igape foi realizado com 2 mil eleitores entre 30 de setembro e 2 de outubro de 2026.

A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A votação ocorre neste domingo (4). Neste ano, o Distrito Federal escolherá dois senadores, além dos demais cargos em disputa nas Eleições Gerais de 2026.

Entorno do DF ganha protagonismo na campanha de Daniel e se consolida como prioridade

Região esteve entre as prioridades da gestão e foi cenário de grandes mobilizações no início, meio e na reta final da corrida eleitoral pela reeleição

Com boa parte de sua agenda eleitoral dedicada aos municípios do Entorno do Distrito Federal, o governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB) demonstra a importância estratégica que a região ocupa em seu projeto para Goiás e sinaliza que ela seguirá como prioridade em um eventual novo mandato. A força dessa mensagem ficou ainda mais evidente na reta final da campanha, com o terceiro grande giro pelo território, que passou por Planaltina, Águas Lindas, Santo Antônio do Descoberto e Cristalina na quinta-feira (1º/10), além de Valparaíso e Luziânia, no dia anterior. “O Entorno hoje tem governo presente”, resumiu Daniel.

O giro dos dois últimos dias foi marcado por caminhadas, encontros e carreatas que reuniram milhares de pessoas. Em Planaltina, o governador percorreu as ruas da cidade ao lado de lideranças e apoiadores; em Águas Lindas, uma caminhada de mais de 1,5 quilômetro pela Avenida JK mobilizou milhares, mesmo sob forte calor. Santo Antônio do Descoberto também recebeu uma caminhada de aproximadamente um quilômetro, enquanto Cristalina reuniu uma multidão em um grande encontro. Na véspera, Valparaíso e Luziânia protagonizaram mega carreatas que, juntas, mobilizaram cerca de 2,5 mil veículos, com participação de Daniel e do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD).

O movimento reforça uma característica que marcou tanto a gestão quanto a campanha de Daniel: o Entorno sempre esteve entre as prioridades do governador, com inaugurações e investimentos em diversas áreas, e também ocupou lugar central na estratégia eleitoral, com mobilizações políticas e defesa da continuidade do trabalho iniciado por Caiado. “Hoje nós temos orgulho dessa região, que puxa o crescimento do Estado. Vocês são goianos que merecem o nosso atendimento, o nosso olhar”, disse em uma das agendas.

A campanha começou justamente na região, em 16 de agosto, quando Daniel e Caiado fizeram um giro histórico por seis municípios em uma maratona de 14 horas. Águas Lindas, Santo Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso, Cidade Ocidental e Luziânia receberam carreatas e atos que deram o tom da largada eleitoral. No meio da corrida eleitoral, o Entorno voltou a ser visitado, em 12 de setembro, quando Daniel passou por Novo Gama, Valparaíso, Águas Lindas, Planaltina e Formosa, em uma agenda que mobilizou mais de 5 mil veículos.

Retrato dos avanços

A escolha do Entorno como ponto de partida, passagem no meio da campanha e reta final não é apenas eleitoral. É que aquele território funciona como uma espécie de amostra das transformações promovidas pelo governo estadual desde 2019. “Essa região tem um simbolismo forte, porque foi transformada. É um local em que as pessoas enfrentavam grandes dificuldades, e que hoje vivem felizes com a presença forte do Estado e serviços públicos de qualidade”, argumentou Caiado.

Na segurança pública, por exemplo, a região viu os principais índices de criminalidade caírem ano após ano. Também recebeu novas unidades prisionais em Águas Lindas, Formosa, Novo Gama e Planaltina. Ganhou, ainda, o Comando de Policiamento Especializado do Entorno e a primeira base do Grupamento de Radiopatrulha Aérea (Graer) fora de Goiânia, com helicóptero próprio, ampliando a presença das forças de segurança. O conjunto de realizações se estende à educação, com inauguração de escolas em vários municípios; à habitação, com entrega de casas a custo zero; e ao desenvolvimento social.

Na saúde, os investimentos mudaram a relação dos moradores com os serviços públicos. O Hospital Estadual de Águas Lindas, entregue em 2024 após investimento de R$ 157 milhões, conta com 132 leitos, sendo 40 de UTI. Em Luziânia, o hospital estadualizado passou a ter UTI, centro obstétrico e maternidade, enquanto Formosa recebeu a Policlínica Estadual da Região do Entorno, que atende 31 municípios. Na infraestrutura, o avanço aparece em obras como a pavimentação da GO-309, em Cristalina, e o Sistema Produtor Corumbá, que beneficia 1,3 milhão de pessoas.

É nesse cenário que se consolidou a mudança de tratamento dada ao Entorno pelo Governo de Goiás a partir de 2019. Durante anos, a região carregou o estigma de ser a área do “nem, nem”, marcada pela sensação de ausência do poder público e pela dependência de serviços oferecidos pela capital federal. A atuação do governo Caiado rompeu essa lógica ao ampliar a presença estadual em áreas essenciais como segurança, saúde, educação, infraestrutura, saneamento, habitação e proteção social. “Essa é a região que viveu a maior transformação do nosso Estado nesses últimos anos sob a liderança de Caiado, e quero dar sequência. Outros grandes investimentos estão por vir”, informou Daniel.

Saiba como justificar a ausência pelo celular nas Eleições 2026

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Aplicativo permite registrar a justificativa no próprio dia da eleição; quem perder o prazo ainda poderá regularizar a ausência posteriormente

Da Redação

O eleitor que estiver fora de seu domicílio eleitoral neste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, poderá justificar a ausência diretamente pelo celular usando o aplicativo e-Título, da Justiça Eleitoral.

A justificativa pelo aplicativo poderá ser registrada durante o horário de votação, das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. O sistema utiliza a localização do aparelho para verificar se o eleitor está fora de seu domicílio eleitoral.

A regra vale separadamente para cada turno. Portanto, quem não votar no primeiro e no segundo turnos terá de apresentar duas justificativas.

Como justificar pelo e-Título

No dia da eleição, o procedimento pode ser feito diretamente pelo aplicativo. O eleitor deve acessar o e-Título e selecionar a opção destinada à justificativa de ausência.

Para utilizar a funcionalidade no dia da votação, é necessário permitir que o aplicativo tenha acesso à localização do celular.

A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor mantenha o e-Título atualizado e faça o acesso ao aplicativo com antecedência, evitando deixar a atualização ou a recuperação de senha para o dia da votação.

Orientações oficiais do TSE sobre justificativa eleitoral

Não justificou no domingo? Ainda há prazo

Quem não votar e também não apresentar a justificativa no dia da eleição poderá regularizar a ausência posteriormente.

Para o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, o prazo termina em 3 de dezembro de 2026.

Caso haja segundo turno, marcado para 25 de outubro, o prazo para justificar a ausência correspondente termina em 8 de janeiro de 2027.

A justificativa posterior pode ser apresentada pelo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral na internet ou perante a Justiça Eleitoral.

Nessa situação, o eleitor deverá informar o motivo da ausência e apresentar documentação que comprove a impossibilidade de comparecimento, quando exigida. O requerimento será analisado pela autoridade judiciária eleitoral competente.

Cada turno exige uma justificativa

Para a Justiça Eleitoral, cada turno é considerado uma eleição independente.

Isso significa que o eleitor que faltar aos dois turnos não poderá apresentar uma única justificativa para as duas ausências. Será necessário realizar o procedimento referente ao primeiro turno e outro referente ao segundo.

O eleitor também pode acompanhar pelo e-Título o histórico das justificativas apresentadas.

Quem estiver no exterior

Eleitores com título no Brasil que estiverem fora do país no dia da votação também poderão justificar a ausência.

A justificativa pode ser apresentada pelo e-Título, observadas as condições de funcionamento do aplicativo, ou posteriormente pelos canais disponibilizados pela Justiça Eleitoral.

Regras específicas também se aplicam aos eleitores inscritos na Zona Eleitoral do Exterior (ZZ), especialmente quando estiverem fora do respectivo domicílio eleitoral na data da eleição presidencial.

Justificativa presencial também é possível

Outra alternativa no dia da eleição é utilizar o Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE).

O formulário pode ser entregue nas mesas receptoras de justificativa e nos locais indicados pelos Tribunais Regionais Eleitorais.

Nesse caso, o eleitor deve informar corretamente o número do título eleitoral. O CPF não substitui esse dado no preenchimento do RJE.

Também é necessário apresentar documento oficial de identificação com foto. Entre os documentos aceitos estão carteira de identidade, identidade social, passaporte, certificado de reservista, CNH, carteira de trabalho e carteira de categoria profissional reconhecida por lei.

O que acontece se não votar nem justificar?

O eleitor obrigado a votar que não comparecer às urnas, não justificar a ausência dentro do prazo e não regularizar posteriormente sua situação poderá ficar sujeito à multa eleitoral.

Enquanto permanecer com pendências que impeçam a obtenção da quitação eleitoral, também poderá enfrentar restrições previstas na legislação para determinados atos que exigem regularidade perante a Justiça Eleitoral.

A inscrição eleitoral pode ainda ser cancelada quando o eleitor deixa de votar em três eleições consecutivas, não apresenta justificativa e não quita a multa correspondente. Para essa contagem, cada turno é considerado uma eleição.

Por isso, quem não puder comparecer às urnas deve registrar a justificativa no dia da votação ou regularizar a situação dentro do prazo estabelecido para cada turno.

Fim de semana de eleição terá calor e previsão de chuva no DF

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Tempo permanece instável durante o fim de semana no Distrito Federal, com possibilidade de chuva inclusive no domingo, quando eleitores irão às urnas

Da Redação

O fim de semana do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 será marcado por tempo instável e possibilidade de chuva no Distrito Federal. A previsão indica calor, muitas nuvens e condições favoráveis à ocorrência de pancadas isoladas, inclusive no domingo (4), dia da votação.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que o fim de semana eleitoral terá tempo instável e chuvoso em grande parte do Brasil, com risco de tempestades em áreas das cinco regiões do país.

No Distrito Federal, a atmosfera também permanece instável. Segundo o meteorologista do Inmet Olívio Bahia, existe possibilidade de chuva intensa mesmo que de maneira localizada.

Sábado tem calor e possibilidade de chuva

Neste sábado (3), a previsão é de variação de nebulosidade e possibilidade de pancadas de chuva no Distrito Federal.

As condições atmosféricas favorecem precipitações localizadas, cenário característico deste período de transição entre a estação seca e a chuvosa.

O aumento da quantidade de nuvens e a ocorrência de chuva também ajudam a limitar a elevação das temperaturas em comparação com os dias de calor mais intenso registrados recentemente no DF.

Domingo de eleição terá tempo instável

Para domingo (4), quando ocorre o primeiro turno das eleições, a previsão indica muitas nuvens, com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

Segundo o Inmet, embora não esteja descartada chuva durante a manhã, a maior possibilidade de precipitação no Distrito Federal deverá ocorrer a partir da tarde.

Com isso, quem pretende votar no período da tarde deve ficar atento às condições meteorológicas e às atualizações da previsão ao longo do dia.

Instabilidade atinge grande parte do país

O cenário de chuva não estará restrito ao Distrito Federal. A previsão nacional atualizada pelo Inmet aponta um fim de semana eleitoral de forte instabilidade em várias regiões.

A combinação de sistemas meteorológicos deverá favorecer chuvas e tempestades em diferentes pontos do país. Para algumas áreas do Sul e do Sudeste, o instituto emitiu alertas de maior severidade.

No DF, a previsão de chuva representa uma mudança em relação ao período recente de temperaturas elevadas e baixa umidade.

Para outubro como um todo, porém, o Inmet projeta temperaturas acima da média e volumes de chuva abaixo da média climatológica em grande parte do Centro-Oeste. Isso não impede a ocorrência de episódios pontuais de chuva forte durante o mês.

O primeiro turno das eleições será realizado neste domingo (4), com votação das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.

”Daniel tem compromisso com o legado que deixamos para Goiás”, afirma Caiado

Ex-governador afirma que sucessor foi preparado para comandar Goiás e não deixar o estado perder os avanços dos últimos anos; Daniel promete preservar programas e ampliar resultados

A um dia de os goianos irem às urnas, o ex-governador e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) reforçou o apoio à reeleição do governador Daniel Vilela (MDB) e voltou a apresentá-lo como o nome preparado para dar continuidade ao projeto iniciado em Goiás em 2019. Depois de quase quatro anos dividindo com Daniel as principais decisões do Estado, Caiado tem usado a própria experiência ao lado do emedebista para defender sua permanência no governo. “Daniel é o único que tem o compromisso de garantir as conquistas que tivemos”, afirma Caiado”, mencionando áreas como segurança pública, desenvolvimento econômico, educação e inovação.

O aval de Caiado vem acompanhado de uma defesa dos resultados construídos nos últimos anos. Ao falar sobre a sucessão, o ex-governador lembra que em poucos meses Daniel conseguiu melhorar ainda mais os principais índices na segurança pública, destacou avanços na geração de empregos, no enfrentamento à pobreza e na criação de oportunidades para jovens. “Goiás já deu certo. Mas nós temos que avançar muito mais. E esse avanço está na mão de Daniel Vilela, que neste curto espaço de tempo já provou que dá conta e que tem compromisso de continuar fazendo esse trabalho”, afirmou.

Daniel assumiu o Governo de Goiás em março, depois de participar da administração como vice-governador desde 2023. Nesse período, a gestão deu continuidade às políticas de segurança pública, educação, proteção social, saúde e infraestrutura desenvolvidas desde 2019. Para Caiado, a participação de Daniel nas decisões durante os anos anteriores foi justamente o que o preparou para assumir o comando: “Eu não entregaria o governo a alguém que cairia de paraquedas, sem conhecer a realidade do estado. É alguém que tem todas as informações, que governa comigo o Estado de Goiás”.

Daniel tem respondido à confiança de Caiado assumindo publicamente o compromisso de preservar esse legado e avançar em uma nova etapa da administração. O emedebista lembra que participou diretamente das principais decisões do governo e afirmou que pretende manter políticas que considera responsáveis pela transformação vivida pelo Estado. “O senhor devolveu Goiás aos goianos. Sempre me ouviu, me chamou para participar das principais decisões. Serei o mais fiel e obstinado defensor desse legado. Não vou permitir que Goiás retroceda um milímetro sequer do que avançamos. Vamos garantir um futuro seguro para Goiás”, declarou Daniel.

Na véspera da votação, Caiado sustenta que a experiência acumulada por Daniel e sua participação na construção do atual modelo de gestão são as credenciais para a continuidade defendida por seu grupo político. Se os últimos anos foram dedicados a reorganizar o Estado e consolidar avanços, a mensagem levada por ele à reta final é de que caberá a Daniel preservar essas conquistas e conduzir o próximo ciclo de desenvolvimento de Goiás.

Celina chega a 54% para o GDF; Michelle e Bia lideram disputa ao Senado

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Levantamento do Instituto Exata OP realizado com 4 mil eleitores entre 30 de setembro e 2 de outubro

Da Redação

A governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP) aparece com 53,7% dos votos válidos na disputa pelo Governo do Distrito Federal, segundo nova pesquisa Exata OP realizada na reta final da campanha. Leandro Grass (PT) registra 30,1%, enquanto Paula Belmonte (PSDB) aparece com 9,6%.

Nos números arredondados divulgados pelo levantamento, Celina tem 54%, Grass 30% e Paula 10%. Na sequência aparecem Kiko Caputo (Novo), com 4%; Ricardo Cappelli (PSB), com 2%; e Samara Mineiro (UP), com 0,6%.

A diferença entre Celina e Grass nos percentuais com casas decimais é de 23,6 pontos percentuais.

Os votos válidos desconsideram votos em branco e nulos, critério utilizado pela Justiça Eleitoral para a apuração do resultado das eleições.

A pesquisa representa uma fotografia das intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas e não constitui previsão do resultado das urnas.

Celina cresce na pesquisa espontânea

O levantamento também mediu a intenção espontânea, modalidade em que o entrevistador não apresenta previamente aos eleitores os nomes dos candidatos.

Celina passou de 29,8% para 37,8% nesse indicador. Grass variou de 19% para 20,9%.

Ao mesmo tempo, o percentual de entrevistados que não indicaram espontaneamente um candidato caiu de 30,2% para 26,2%.

Michelle tem 44% como primeira opção para o Senado

Na disputa pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado, Michelle Bolsonaro (PL) registra 44% como primeira opção de voto.

Erika Kokay (PT) aparece com 20,2%, seguida por Leila do Vôlei (PDT), com 15,6%, e Bia Kicis (PL), com 5,5%.

Como o eleitor do Distrito Federal poderá escolher dois candidatos ao Senado nesta eleição, o levantamento também apresenta resultados considerando as duas opções de voto.

No indicador que considera a média entre a primeira e a segunda escolha para o Senado, Michelle registra 25,3%.

Bia Kicis aparece com 19,4%, Leila do Vôlei tem 18,5% e Erika Kokay registra 15,8%.

A diferença numérica entre Bia e Leila nesse indicador é de 0,9 ponto percentual, inferior à margem de erro geral informada no registro da pesquisa. Por isso, os números não permitem afirmar vantagem estatisticamente significativa entre as duas candidatas apenas com base nessa diferença.

Pesquisa ouviu 4 mil eleitores

A Exata OP entrevistou 4 mil eleitores presencialmente entre 30 de setembro e 2 de outubro. O levantamento é uma pesquisa própria do instituto e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número DF-03550/2026.

O registro eleitoral informa margem de erro de 2,5 pontos percentuais. O levantamento foi registrado para divulgação a partir desta sexta-feira (2).

A votação do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 ocorre neste domingo, 4 de outubro.

PF investiga ameaça após EUA suspenderem serviços consulares no Brasil

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Representação norte-americana suspendeu atendimentos e orientou funcionários a trabalharem de casa; conteúdo e origem da suposta ameaça ainda não foram divulgados

Da Redação

A Polícia Federal (PF) abriu uma investigação para apurar uma suposta ameaça recebida pela Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, episódio que antecedeu a suspensão dos serviços consulares norte-americanos em todo o Brasil nesta sexta-feira (2/10).

Segundo informações publicadas pelo Metrópoles, com base em duas fontes do governo brasileiro ouvidas sob reserva, a Embaixada dos Estados Unidos procurou a PF antes de anunciar a interrupção dos atendimentos. A corporação teria comunicado o episódio ao Palácio do Planalto e ao Ministério das Relações Exteriores.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o conteúdo, a origem ou o grau de credibilidade da suposta ameaça.

EUA alegam “questões de segurança”

A representação diplomática norte-americana informou na quinta-feira (1º) que os serviços consulares seriam suspensos temporariamente na Embaixada em Brasília e nos consulados dos Estados Unidos no país devido a “questões de segurança”.

Funcionários também receberam orientação para trabalhar de casa.

O comunicado, entretanto, não informou publicamente qual ocorrência motivou a decisão nem apresentou detalhes sobre eventual alvo ou responsável pela ameaça.

A suspensão afeta os serviços consulares, incluindo atendimentos relacionados a vistos e outros procedimentos realizados pelas unidades diplomáticas.

PF tenta identificar origem da ameaça

A apuração da Polícia Federal busca esclarecer se a ameaça é concreta, qual seria sua origem e se existe risco efetivo relacionado às representações diplomáticas norte-americanas.

Segundo a reportagem, a orientação no governo brasileiro é aguardar o avanço da investigação antes de uma manifestação mais detalhada sobre o episódio.

O caso ocorre na reta final das eleições brasileiras, cujo primeiro turno será realizado neste domingo (4). Até o momento, porém, não há informação pública que estabeleça relação entre a suposta ameaça e o processo eleitoral.

Austrália também fecha embaixada em Brasília

Pouco depois da medida adotada pelos Estados Unidos, a Austrália também anunciou o fechamento temporário de sua Embaixada em Brasília nesta sexta-feira.

O alerta australiano menciona preocupações relacionadas à segurança e recomenda que seus cidadãos mantenham elevado grau de cautela durante a permanência no Brasil.

O governo australiano também alertou para a possibilidade de manifestações políticas e aglomerações antes, durante e depois das eleições, acompanhadas de reforço das medidas de segurança.

A orientação aos viajantes menciona ainda riscos relacionados à criminalidade e ao terrorismo no Brasil. Não foi divulgada, contudo, evidência de que o fechamento das representações dos Estados Unidos e da Austrália decorra de uma mesma ameaça.

Serviços seguem suspensos

Não há, até o momento, informação pública detalhando quando os serviços consulares norte-americanos serão retomados normalmente.

A investigação da Polícia Federal deverá tentar determinar a procedência da ameaça e avaliar se há necessidade de medidas adicionais de segurança.