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Restaurante do DF oferece oportunidades de emprego

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(Foto Tony Winston)

Vagas são destinadas para auxiliar de cozinha, garçom, lavador de prato e produção de massas

A pandemia contribuiu para o aumento de 14,9% no índice de desemprego no país no primeiro trimestre de 2021, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que desanimou muitas pessoas que estavam em busca de uma colocação no mercado.

Mas esse cenário já apresenta uma melhora com o surgimento de novas ofertas de emprego em alguns setores. Segundo as Agências do Trabalhador do Distrito Federal, um dos ramos que tem se destacado e impulsionado a recuperação do índice é o comércio, em especial no segmento de bares, lanchonetes e restaurantes, o que tem despertado esperança para quem deseja uma oportunidade de trabalho.

E um desses lugares que está com vagas abertas é o restaurante Blend Boucherie, na 412 Norte, que tem ofertas de emprego disponíveis para as funções de auxiliar de cozinha, garçom, lavador de pratos e para produção de massas (masseiro). Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail blendboucherie@gmail.com.

 

Blend Boucherie

Endereço: CLN 412 Norte, Bloco B

Take Out e delivery: (61) 3544-7444

Horário de funcionamento: de terça a quinta das 12h às 15h e das 18h30 às 23h / Sexta e Sábado das 12h às 16h e das 18h30 à 0h e domingo das 12h às 16h e das 18h30 às 23h

Siga: @blendboucherie

Artigo | Porquês da migração para outros países

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POR EDUARDO LUDUGEL

O sonho americano na realidade pode ser um pesadelo para muitos migrantes ilegais que decidem deixar suas vidas para trás e que buscam uma nova possibilidade nos Estados Unidos.

Durante o governo de Donald Trump, foram muitas medidas restritivas impostas para impedir que o país recebesse esses “visitantes que ficam mais tempo do que o previsto”, são encantados pelo ex-presidente como indesejáveis. Agora, na mudança de governo com o então presidente Joe Biden, a promessa inicial seria mais flexibilização, mas cadê essa flexibilização?

Ainda em junho, um voo com 106 brasileiros deportados aterrissou em Belo Horizonte. Este foi o 25º avião com pessoas devolvidas ao país, já contabilizando o terceiro avião lotado de brasileiros expulsos do país pelo governo Biden. Desde 2019, 1.407 deportados já desembarcaram em Minas Gerais.

Difícil falar de números quando tratamos pessoas, mas diante de um cenário que talvez beira a desumanidade, seja necessário. Principalmente para entendermos o porquê de tantas pessoas tentarem viver ilegalmente num país onde não são queridos e as vezes trabalham em três quatro empregos para sobreviverem.

Bom! Tudo começa pela leia da oferta e da procura. Brasileiros, latinos, e pessoas de muitas outras nacionalidades enxergam nos Estados Unidos a oportunidade de ganharem mais dinheiro e mudarem suas vidas para melhor doque no seus países de origem.

Mas por que viver de uma forma reclusa, sem poder aparecer e se escondendo da imigração é uma boa opção? Onde está a melhoria nisto?

A resposta pode estar no contexto da valorização da moeda americana. Se o dólar vale tão mais do que o real, isso quer dizer que o trabalhador nos Estados Unidos recebe melhor pela mesma quantidade de tempo trabalhado na comparação com o Brasil (ou outro país).

É inegável! Além disso o poder de compra relacionado ao consumo de bens móveis e imóveis são infinitamente mais justo no país.

Sabendo disso, chegamos a outra pergunta: por que abandonar uma vida inteira para viver de forma ilegal, sendo que há maneiras legais para fazer isso?

Não é melhor viver nos Estados Unidos sem o risco de uma deportação? Uma vez que a deportação é praticamente um carimbo que te impossibilita de deixar o país de origem pelo resto da vida.

Qualquer mudança requer um estudo apurado das viabilidades. Quando se trata de mudança de país, esse estudo é bastante complexo e envolve uma série de análises como o domínio do idioma e o método de entrada no país desejado. No caso dos Estados Unidos não é diferente, e se você está disposto a correr os riscos saiba que enfrentará um longo processo burocrático, mas que também não é um bicho de sete cabeças que muita gente pensa. Existem diversos e variados vistos para cada perfil de solicitante.

O visto de trabalho por exemplo diferente dos demais tipos de vistos, oferece a legalidade de estar dentro dos Estados Unidos por um certo período de tempo no qual é possível exercer atividade remunerada de trabalho.

Qualquer pessoa pode solicitar o visto (desde que o Consulado esteja com o serviço ativo, e neste momento encontra-se suspenso) a fim de residir legalmente nos Estados Unidos, tendo ou não a objeção de procurar emprego. Para isso, o interessado deverá estar atento as leis e procedimentos para saber se ele se enquadra nos requisitos desse visto.

Um tipo de visto de trabalho que atende a essa demanda é o H-1B, que de forma geral, este é um dos vistos que dão possibilidade de um profissional qualificado entrar no país e exercer as suas habilidades, porém esse visto além de ser destinado principalmente para a área técnica, ele também é um pouco complicado de se obter. Independente disto, existe pessoas e empresas que trabalham para instruir o requerente ao ponto de ele conseguir o documento.

O visto H-1B tem duração de até três anos, com possibilidade de renovação, é custeado pela empresa contratante e permite que o contratado conviva e trabalhe livremente nos Estados Unidos. Para isso, a empresa contratante precisa requerer a participação do contratado e certificar suas capacidades para àquela função a ser desenvolvida.

Ainda que não seja o caso, há também as opções de planos de intercâmbios.  Outra maneira de se trabalhar nos Estados Unidos é sendo indicado para trabalhar em uma empresa americana, isso ocorre geralmente por mérito excepcional da pessoa.

Sobretudo, existem ainda planos do governo americano para suprir a carência de mão de obra que esteja em falta no país. Nesse caso, o governo auxilia e simplifica o processo de obtenção de vistos desde que o estrangeiro já deixe claro que seu objetivo é atuar naquela determinada área.

Por outro lado, todos esses processos são um pouco burocráticos. Talvez seja essa a dificuldade e a preguiça do imigrante: lidar com a burocracia. Ainda cabe dizer que os tramites legais não tem custos tão altos como os meios ilegais. Coiotes costuma cobrar em média R$ 100 a R$ 150 mil  para travessias mirabolantes pelo México. No mesmo ínterim, vale apontar que um visto para turista por exemplo custa em média R$ 980,00.

Enfim, o último por quê sou eu, o autor deste texto, quem gostaria de uma resposta. Por que correr tantos riscos de perder a vida é a dignidade em uma travessia ilegal sendo que há a clara possibilidade de viver legalmente nos Estados Unidos?

Eduardo Ludugel é advogado, empresário fundador da Ludugel Assessoria, doutorando em ciências criminais, palestrante e especialista em direito internacional

 

Movimentações para 2022 agitam os bastidores da política do Distrito Federal

A oposição não possui nenhum nome que ameace o governador Ibaneis

As movimentações para 2022 agita os bastidores da política do Distrito Federal. Grupos e partidos de oposição ao atual governo estão perdidos. Segundo a coluna O Fino da Política, do jornalista José Fernando Vilela, reuniões, encontros e bate-papos de opositores ao governador Ibaneis Rocha (do MDB), buscam uma luz no fim do túnel. “No entanto, nenhum grupo apresentou um nome que ameace o emedebista”, aponta o jornalista.

Enquanto buscam um nome, Ibaneis trabalha para entregar as obras iniciadas em seu governo e dar prosseguimento as heranças de seus antecessores. O governador iniciou obras e projetos que eram esperados há anos, como os viadutos do Recanto das Emas, do Sudoeste e Riacho Fundo I, o Túnel de Taguatinga.

Além das grandes obras, o empenho do time de Ibaneis Rocha no combate à Covid-19 é outro ponto forte a seu favor. E, por isso, tem o reconhecimento da população. “Desde que a OMS declarou que o mundo estava diante de uma pandemia, o GDF vem agindo de forma prudente no enfrentamento à doença. A atuação do governo Ibaneis tem se destacado dos demais Estados por ter como referência as informações e orientações técnicas divulgadas pelas autoridades sanitárias”, afirma José Fernando Vilela.

De acordo com o Fino da Política, como a pandemia obrigou Ibaneis a adotar medidas duras e de impacto na economia, o governador viabilizou uma forma de salvar o setor produtivo. O BRB concedeu créditos aos empresários com taxas bem abaixo das demais instituições e os ajudou a manter empresas e empregados. Os programas Acredita-DF e Supera-DF movimentaram quase R$ 8 bilhões desde o início da pandemia.

Um dos assuntos mais comentados nos corredores do Buriti, revela Vilela, é o número de possíveis traidores. “Para aqueles que acham que estão enganando o dono da caneta, é bom não cantar vitória antes da hora. Tem muita gente sendo monitorada”, diz Vilela

Leia mais na coluna o Fino da Política

Torre de TV abre Rota Brasília Capital do Rock com pocket show da Plebe Rude

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Plebe Rude (foto Caru Leão)

No Dia Mundial do Rock instalação da primeira placa marcando o circuito percorrido pelas bandas dos Anos 80 na cidade, promove uma viagem no tempo e resgata a história da música jovem na Capital

Nesta terça-feira, às 10h do dia 13 de julho, quando se comemora o Dia Mundial do Rock, a Secretaria de Turismo do DF (Setur-DF) vai inaugurar a primeira placa sinalizadora da Rota Brasília Capital do Rock, na Torre de TV, com um pocket show da Plebe Rude. O evento marca o início de uma viagem no túnel do tempo do rock brasiliense ao morador e ao visitante da cidade.

A Rota do Rock está sendo estruturada com a sinalização de cerca de 40 pontos que marcaram a história do estilo musical da cidade. Ao final de todas as instalações, a cidade será um verdadeiro museu a céu aberto, guardando a memória do rock brasiliense e inspirando novas gerações.

Torre de TV

Foi na Torre de TV onde o rock alternativo e underground de Brasília – do rap ao metal – encontrou seu maior público. Foi lá também que bandas como Móveis Coloniais de Acajú e Scalene, vencedor do Grammy Latino, se consolidaram perante o público brasiliense, mantendo viva a tradição do rock da cidade.

A Torre de TV oferece uma vista panorâmica impressionante de Brasília e é um dos monumentos mais visitados da cidade. Projetado pelo arquiteto Lúcio Costa e inaugurado em 1967, o complexo conta com uma tradicional feira de artesanato e comidas típicas. Além de servir como palco para grandes shows e outras expressões culturais.

Lira se diz comprometido com reformas e estabilidade do País

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Em publicação nas redes sociais, presidente da Câmara também comentou realização das eleições em 2020

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, declarou neste sábado (10) compromisso pelo crescimento e estabilidade do País. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar destacou que as instituições brasileiras são “fortalezas” e “não se abalarão com declarações públicas e oportunismo”.

Lira disse que o País passa pelo pior desafio da história, com mais de 530 mil mortes pela Covid-19 e milhões de desempregados. O presidente da Câmara também afirmou que vai avançar com as reformas, como a Tributária e a Administrativa.

Arthur Lira disse que “o Brasil sempre será maior do que qualquer disputa política” e que os eleitores vão “deixar o seu veredito em outubro de 2022, quando encontrarão as urnas”, em referência às Eleições no ano que vem. Lira não fez menção direta ao presidente Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira (8), o chefe do Executivo disse que o País pode não ter pleito em 2022. Bolsonaro disse: “eleições no ano que vem serão limpas. Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”.

Fonte: Brasil 61

Planos de saúde privados batem recorde de contratos

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O número de beneficiários de planos de saúde no Brasil passou de 48 milhões de usuários em maio, é o maior número desde 2016

Dentre as inúmeras consequências diretas causadas pela pandemia da Covid-19, está um aumento expressivo na quantidade de pessoas que passaram a contratar planos de saúde e odontológicos particulares. O número de beneficiários de planos de saúde relativos ao mês de maio chegou a 48.137.767 usuários em planos de assistência médica e 27.681.068 em planos exclusivamente odontológicos.

Essas informações foram disponibilizadas na ‘Sala de Situação’, ferramenta de consulta no portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – que é um órgão vinculado ao Ministério da Saúde e responsável por regular o setor de planos de saúde no Brasil. Além disso, a ferramenta revelou que nesse período, o setor se manteve em curva de crescimento.
De acordo com os dados, em um ano, houve aumento de 1.334.781 beneficiários – o equivalente a 2,77% de aumento em relação a maio de 2020, no que se refere aos planos médico-hospitalares. No comparativo de maio com abril deste ano, o crescimento foi de 154.1 mil usuários. O número total de beneficiários atualmente é o maior registrado desde julho de 2016.

E quando falamos em novos beneficiários, não quer dizer que são apenas pessoas que nunca tiveram um plano de saúde particular. Quem nos relata isso é a Sara Petruce Oliveira, 24 anos, estudante de direito em Brasília. Em outros momentos da vida, a jovem contratou plano de saúde, mas os valores cobrados dificultaram a manutenção. Só que agora, durante a pandemia da Covid-19, Sara ficou com receio de precisar ser atendida e ter dificuldades.

“Contratei o novo plano de saúde há mais ou menos um mês. Eu já tive plano de saúde antes, já tive há um tempo, mas durante a pandemia contratei novamente porque estava sem, tive medo de ficar sem suporte e de depender do serviço público durante a pandemia. Sabemos que todos os hospitais estão superlotados”, contou a estudante.

E para mostrar o quão forte está essa relação dos brasileiros com os planos de saúde particulares, é importante trazer, também, os números de uma pesquisa realizada em abril de 2021 pelo Vox Populi a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O documento mostra que em abril de 2021, o crescimento de exames diagnósticos foi maior do que o de consultas médicas nos 12 meses anteriores, o que é o contrário dos resultados das pesquisas anteriores.

Nessa pesquisa, 88% dos entrevistados realizaram exames, contra 78% da anterior. O percentual daqueles que realizaram consultas caiu de 86% em 2019 para 71% neste ano. O objetivo foi o de coletar a avaliação dos usuários de planos de saúde sobre os serviços prestados e o resultado mostrou que a pandemia da Covid-19 gerou mudança no perfil de utilização dos planos de saúde.

Voltando em um trecho da história de Sara, é interessante mostrar que mais pessoas também acham altos os valores praticados pelos planos particulares. Segundo a pesquisa, 81% dos entrevistados que não têm plano afirmaram que o principal motivo é o alto preço por ser incompatível com as condições financeiras. Em 2015, essa mesma pesquisa mostrou que esse número era menor, 74%.

José Cechin é superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e foi o responsável pela pesquisa. Para ele, a dificuldade é que “a renda de boa parte dessas pessoas sem plano não é suficiente para custear um convênio. Isso deveria acender um sinal, nas autoridades que formam as regras e regulação do setor, para termos uma regulação que permita que as operadoras desenhem planos melhores adaptados às possibilidades dos bolsos dessas pessoas”, ressaltou.

Sobre esse assunto, na noite desta quinta-feira (08), a Agência Nacional de Saúde Suplementar definiu que os planos de saúde individuais ou familiares terão percentual de reajuste negativo no período de maio de 2021 a abril de 2022. A definição é de que o índice ficará em -8,19%, o que segundo a ANS é um reflexo da queda nas despesas assistenciais ocorrida no setor no ano de 2020 por conta da pandemia de Covid-19. Essa aprovação aconteceu em reunião de Diretoria Colegiada e a decisão aguarda publicação no Diário Oficial da União.
Na prática, isso significa que o percentual negativo vai funcionar como uma redução na mensalidade e as operadoras de planos de saúde são obrigadas a aplicar o índice, que não pode ser maior do que definido pela agência reguladora. O índice deve ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte.

Importância em ter um Plano de Saúde

Quando passamos para um olhar mais municipalizado, os dados da pesquisa do IESS, percebemos que as maiores metrópoles do país é onde estão as pessoas que consideram mais importante não confiar apenas no Sistema Único de Saúde (SUS). Com base nas respostas dos entrevistados que não possuem plano de saúde, o resultado daqueles que consideram como “muito importante” e “importante” ter um serviço particular é, em média, 84%.

  • Salvador – 84%
  • Rio de Janeiro – 84%
  • Recife – 91%
  • Porto Alegre – 72%
  • São Paulo – 84%
  • Manaus – 91%
  • Brasília – 89%
  • Belo Horizonte – 82%

Entre quem teve sintomas de Covid-19: atendimento médico pelo plano

  • Salvador – 67%
  • Rio de Janeiro – 50%
  • Recife – 43%
  • Porto Alegre – 50%
  • São Paulo – 52%
  • Manaus – 54%
  • Brasília – 52%
  • Belo Horizonte – 59%

Fonte: Brasil 61

Distrito Federal registra quedas consecutivas nos casos de dengue

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Equipes da Vigilância Ambiental visitaram mais de 700.500 imóveis no primeiro semestre. Entre as várias ações, buscam identificar possíveis depósitos com acúmulo de água | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Até o momento a redução foi de 76,2% em relação ao mesmo período do ano passado

Os casos de dengue seguem em queda no Distrito Federal. Em 2021, até a semana epidemiológica 25, observou-se um decréscimo de 76,2% no número de casos prováveis quando comparado ao mesmo período do ano passado.

“São desenvolvidas ações preventivas de forma rotineira e que envolvem vários órgãos do governo atuando em parceria com a população”José Carlos Natal, diretor de Vigilância Ambiental

O número de óbitos também apresentou redução no período. Até o momento, foram registrados sete óbitos, sendo três de moradores de Ceilândia e quatro de Planaltina. O cenário mostra melhora em comparação ao ano passado, quando foram registrados 39 óbitos. Os dados foram divulgados no boletim epidemiológico semanal da Secretaria de Saúde.

Para o chefe da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), José Carlos Natal, os dados refletem o trabalho intensivo e colaborativo realizado ao longo do ano. “São desenvolvidas ações preventivas de forma rotineira e que envolvem vários órgãos do governo atuando em parceria com a população”, explica.

São várias as frentes de combate ao mosquito, entre elas o tratamento focal com inseticidas e larvicidas, bloqueio focal, aplicação de inseticidas em territórios específicos e visitas domiciliares.

Natal destaca que mesmo com os casos em queda no Distrito Federal, é preciso manter a rotina de cuidados no combate aos vetores. “Devemos lembrar que, no âmbito das arboviroses, todo dia é dia D”, reforça lembrando que as ações devem ser contínuas e que o apoio da população é fundamental. “Pedimos que os cuidados sejam mantidos dentro e fora de casa, buscando evitar água parada e a proliferação do mosquito”, orienta.

Situação por região

A Região de Saúde Norte foi a que apresentou o maior número de casos prováveis (4.089) em relação ao total de casos do DF, seguida da região Leste (1.461) e da região Sudoeste (1.288). Juntas, as três regiões respondem por 69,7% dos casos prováveis no DF até o momento.

Já quando se analisa o número de casos por região administrativa, nota-se que Planaltina teve o maior número de casos prováveis (2.398); em segundo lugar aparece Sobradinho (1.030) e, em terceiro, Ceilândia (881).

Imóveis vistoriados

As equipes da Vigilância Ambiental visitaram um total de 700.597 imóveis de janeiro até junho. Os objetivos da ação são tratar possíveis depósitos com acúmulo de água, instalar e monitorar armadilhas, realizar bloqueio focal e trabalho em pontos estratégicos, como depósitos de ferros velhos, borracharias, entre outros. O diretor da Dival ressalta a importância das equipes no trabalho de campo, fazendo as vistorias para combater possíveis focos do mosquito.

O trabalho da Vigilância Ambiental ocorre de maneira conjunta com a Vigilância Epidemiológica e por meio da Sala Distrital, composta por representantes de vários setores da sociedade, em que vários órgãos do GDF trabalham em conjunto nas ações contra a dengue. Estão envolvidas as secretarias das Cidades, da Agricultura, da Educação, da Comunicação, da Casa Civil, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), DF Legal, Novacap, Caesb, Corpo de Bombeiros Militar, Emater, Ibram, administrações regionais, entre outros.

 

Médica desvenda seis mitos e verdades sobre alimentação

Especialista em estilo de vida fala sobre o problema das fake news e esclarece dúvidas sobre vinho, adoçantes e comida japonesa, entre outras

Na busca por uma alimentação de qualidade, muitas pessoas recorrem ao Google para obter informações sobre o que pode oferecer mais nutrientes e garantir mais saúde ao organismo. Entretanto, em tempos de excesso de conteúdo com baixa qualidade e sem base científica nem sempre os dados encontrados são confiáveis e podem levar a crenças infundadas.

“Muitas pessoas acreditam fielmente nas palavras de influenciadores sem formação técnica adequada e saem reproduzindo em suas próprias redes sociais. Há quem, inclusive, siga dicas completamente sem sentido, sem a preocupação de checar se aquilo funciona ou não”, afirma Dra. Livia Salomé, médica especialista em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard e vice-presidente da Regional Minas Gerais do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida.

Para ela, as distorções ocorrem porque as informações publicadas pela comunidade médica no meio acadêmico não possuem linguagem acessível para o público leigo, o que dá margem a interpretações errôneas. “Quando uma notícia soa estranha, diferente de tudo o que já se ouviu falar ou traz um tom apelativo, é fundamental conversar com um especialista para saber se aquele dado procede. E, para os médicos, é importante tornar acessível os conteúdos com base científica, levando as informações de forma clara, objetiva e sólida”, orienta a médica.

Pensando nisso, a Da. Lívia preparou uma lista de mitos e verdades comuns sobre alimentação, no intuito de desvendar algumas dessas mentiras que circulam na internet com frequência. Confira:

1 – Adoçante pode ser usado por não diabéticos

VERDADE. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), cerca de 35% dos lares brasileiros consomem algum tipo de adoçante ou produto light e diet. Isso significa que muitas pessoas recorrem ao produto para fugir do açúcar. Não há contraindicação para o consumo de adoçante por pessoas não diabéticas e saudáveis, desde que se respeite a quantidade diária recomendada.

Somente os portadores de fenilcetonúria – uma doença rara, diagnosticada na infância através do teste do pezinho – não podem consumi-los. Isso porque, segundo Dra. Livia, estes pacientes são proibidos de ingerir alimentos que possuem fenilalanina, componente de adoçantes como o aspartame.

2 – Alimentos diets e lights são sempre saudáveis

MITO. Primeiro, é preciso entender a diferença entre light e diet. A Dra. Livia explica que os primeiros são aqueles em que há uma redução de, no mínimo, 25% na quantidade de algum componente ou no teor de calorias; já os diet são isentos de açúcar. “Ambos possuem diferentes indicações. Enquanto os light são indicados para emagrecimento, os diet podem ser recomendados para pessoas que têm diabetes, por exemplo, já que nesse caso, a eliminação completa de açúcar pode ser vantajosa”, esclarece ela. Mas cuidado com os alimentos diet: eles podem conter farinhas e substitutos do açúcar que podem elevar a glicemia.

Ela lembra que, apesar de serem menos calóricos, não necessariamente os alimentos light e diet são mais saudáveis. “Eles devem ser consumidos com moderação, principalmente se forem processados ou ultraprocessados”.

3 –  Tomar uma taça de vinho todo dia faz bem ao coração?

MITO. Sabe-se que o vinho tinto é rico em substâncias como resveratrol e polifenóis, encontradas na casca da uva e associadas à prevenção da doença isquêmica do coração e da doença vascular periférica. Porém, não há provas específicas de que o consumo de uma taça por dia é uma quantidade positiva para todas as pessoas.

Por isso, a médica recomenda moderação no consumo da bebida, até para evitar o desenvolvimento do vício, que tem crescido em meio à pandemia. Além disso, há outros fatores. “O álcool está ligado à hipertensão, maior risco de AVC e até alguns tipos de câncer, entre outras doenças. Portanto, evite abusos”, revela a especialista em estilo de vida.

4 – Existem alimentos específicos para perda de peso

MITO. Não existem alimentos específicos para perda de peso que, quando consumido, resolva todas as nossas necessidades de obtenção de nutrientes como carboidratos, vitaminas, proteínas, minerais. “O que existe é a aposta em uma alimentação equilibrada. Este é o único jeito de adquirir nutrição completa para o organismo”, afirma a médica. “Não acredito em dietas mirabolantes e nem restritivas. Comer é um ato de autocuidado e, quando nos punimos, geramos mais ansiedade. Então mantenha o equilíbrio de forma constante. Mas quando tiver vontade de comer algo não muito saudável, não se culpe tentando compensar com esses castigos”, completa.

5 – Comida japonesa não engorda

MITO. Como qualquer comida, a japonesa pode engordar se for consumida em excesso – sobretudo se considerarmos que há muitas frituras e molhos com alto teor de gordura. Além disso, o shoyu apresenta alto índice de sódio, substância que pode ser  prejudicial à saúde e responsável pela retenção de líquidos. Sendo assim, fique atento às quantidades para não exagerar.

6 – Comer assistindo TV atrapalha a refeição

VERDADE. Não apenas vendo TV, mas também mexendo no celular ou qualquer outro dispositivo que desvie sua atenção. A médica explica que isso ocorre porque ao assistir televisão enquanto come, o indivíduo não mastiga corretamente nem presta atenção naquilo que está comendo. “Com isso você pode comer muito mais do que necessita e só perceber depois que devorou tudo o que estava na sua frente”, conclui ela.

Brasil ultrapassa marca de 110 milhões de doses de vacinas Covid-19 aplicadas

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Mais de 110 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas no Brasil, o que significa que mais da metade da população vacinável já recebeu pelo menos uma dose de imunizante, ou seja, mais de 80 milhões de pessoas. Os dados são do Ministério da Saúde.

No país, considera-se público vacinável pessoas maiores de 18 anos, correspondendo a cerca de 160 milhões de brasileiros. Já foram distribuídas, pelo Ministério da Saúde, mais 143 milhões de doses de vacinas para os estados e o Distrito Federal, possibilitando a imunização de 100% dos grupos prioritários da campanha, com pelo menos uma dose da vacina.

Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a marca atingida vai além dos números. “Os efeitos da nossa campanha de vacinação podem ser percebidos na redução de óbitos e de internações decorrentes da doença. Estamos no caminho certo para salvar cada vez mais vidas”, afirmou.

Queiroga também ressaltou a importância de que a população complete o esquema vacinal com as duas doses dos imunizantes, quando necessário. “A melhor vacina é aquela aplicada no braço do brasileiro. E, para que ela tenha o efeito desejado, é preciso que a pessoa vá até o local de vacinação no prazo correto e tome a segunda dose. Só assim a imunização estará completa”, reforçou.

Atualmente, o Brasil conta com quatro tipos de vacina contra a covid-19. Três delas precisam de duas doses para completar o processo de imunização, conforme recomendado pelos laboratórios responsáveis pela produção da CoronaVac, Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech. Já a fabricante da Janssen indica somente uma dose.

Incentivo a vacinação

Apesar do avanço, muitas pessoas ainda têm medo dos efeitos colaterais das vacinas e, se não recebem a imunização, além de colocarem a sua vida em risco, acabam prejudicando ao desproteger todo o grupo. “Os sintomas que eventualmente podem surgir são respostas normais do sistema imunológico quando ele detecta algum agente que o estimule”, explica o biólogo Dr. Walter Neto, professor de Imunologia do curso de Enfermagem do Centro Universitário IESB.

Ele reforça que, quando tomamos qualquer medicamento ou vacina, devemos pesar sempre duas coisas: o risco e o benefício. “A vacina é uma conquista da humanidade. É civilizatória e não reconhecê-la é desejar a barbárie. Elas possuem um risco baixíssimo e um benefício imenso. Em relação a Covid-19, quem não vacina tem um risco enorme de ser contaminado, não importa os cuidados e o tipo de vida a pessoa tenha. Há ainda chance de vários dias de dor, de ser hospitalizado, chance de ir pra UTI, ficar entubado e até morrer. Em contrapartida, ao vacinar, há apenas um pequeno risco de dor local ou algumas horas de febre baixa. Quando colocamos desta forma, percebemos que vacinar é a melhor decisão”, orienta o especialista.

Efeitos colaterais podem (ou não) ocorrer com qualquer vacina, seja AstraZeneca, CoronaVac, Pfizer ou Janssen. Muitas vezes, o que leva as pessoas ao temor da imunização são as informações distorcidas e até inventadas.

A seguir, o professor Dr. Walter Neto esclarece quatro mitos sobre os imunizantes para você se proteger também contra as notícias falsas.

Vacinas COVID-19 não são seguras porque foram fabricadas com muita rapidez

MITO. As vacinas realmente foram produzidas em velocidade nunca vista, mas também nunca tivemos uma ameaça para a qual estivéssemos prontos para reagir como com a Covid-19. Por exemplo, na última grande pandemia gripal, a gripe espanhola, não tínhamos tanto conhecimento e tecnologia quanto temos hoje. Além disso, todas as vacinas aprovadas no Brasil foram submetidas às mesmas fases de testes de vacinas anteriores.

Vacina com 50% de eficácia é igual a “cara ou coroa”

MITO. Na verdade, ainda que fosse cara ou coroa, pelo menos teríamos uma chance. Entretanto, a eficácia de 50% não deve ser entendida desta forma. A vacina não é um mecanismo de proteção individual. A eficácia deve ser medida com base na capacidade de evitar mortes pela doença e de conferir proteção coletiva. E, neste caso, todas as vacinas aprovadas no Brasil possuem altíssima taxa de sucesso.

Quem já teve Covid-19 não precisa ser vacinado

MITO. A vacina é indicada tanto para pessoas que tiveram, quanto para pessoas que não tiveram Covid-19. Há estudos recentes mostrando que pessoas que já tiveram o vírus passam a ter uma proteção muito maior após a vacina do que apenas com a exposição pretérita ao vírus.

 Após tomar a vacina poderei abandonar as medidas de proteção

MITO. Mesmo após receber a segunda dose é preciso manter os cuidados essenciais, como distanciamento social e uso de máscara, pois a imunidade não começa logo após a segunda dose do imunizante, e devido ao fato de que não existe vacina 100% eficaz. A nossa proteção individual depende tanto da nossa imunização quanto da imunização de outras pessoas ao nosso redor.

Coluna do Fluminense | Fez a obrigação

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Fluminense foi a Recife enfrentar o Sport poupando o time quase todo.

Não sei porquê poupar, afinal jogador só faz isso na vida, mas vamos lá.

Roger escala um time a partir do meio campo totalmente confuso com Martinelli, Welington, Nenê, Cazares e Ganso.

Em tese, dois marcadores mas não foi bem assim pois só Martinelli marcava enquanto Welington atrapalhava o time pois escalado na cabeça da área, lugar mais perigoso do campo, sua falta de posicionamento transformava a entrada de nossa área uma verdadeira avenida.

Com 3 jogadores supostamente de criação, os 3 ficaram batendo cabeça todo o primeiro tempo e a soma da lentidão de Nenê, Cazares e ganso irritou a todos, além de com essa formação não termos um só jogador de área, o que facilitava a vida da zaga adversária.

Apesar disso, começamos perdendo 2 oportunidades em menos de 10 minutos e os 35 minutos restantes foram de domínio do Sport que fechou o primeiro tempo ganhando de 1×0.

No segundo tempo Roger consertou um dos erros da escalação inicial tirando Nenê e colocando Lucca para jogar mais próximo da área adversária.

Logo a história da partida mudou e viramos pra 2×1 com 2 gols improváveis de Lucca em 2 cruzamentos certos improváveis de Danilo Barcelos.

Após, tivemos varias chances de liquidar a partida mas não aproveitamos e com isso passamos um pouco de sufoco no final da partida, mas o importante é que somamos 3 pontos além de mostrar que temos varios jogadores da base que são esperanças de vitórias num futuro próximo. João Neto, Gustavo Apis e Mateus Martins podem dar grandes alegrias para nosso tricolor.

Agora, é ir ao Paraguai vencer o bom time do Cerro Porteno e no sábado voltar ao Maracanã e vencer o Grêmio entrando definitivamente no G4.

Tem jogadores pra isso, basta que Roger pare de fazer bobagens e escale um time que jogue bem os 90 minutos.

Bora Fluzão 🇧🇬🇧🇬🇧🇬

Raimundo Ribeiro é apaixonado por futebol e, naturalmente tricolor