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Programa Cartão Gás do Governo Ibaneis vai atender mais de 70 mil famílias

Os requisitos para recebimento do cartão gás são: estar inscrito no Cadastro Único, ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo, ter declarado comprometimento de renda com a aquisição do GPL 13kg, residir no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos | Foto: Renato Alves Agência Brasília

Governador sanciona lei para dar um botijão a cada dois meses aos beneficiários do CadÚnico. Cadastramento está aberto

Foi lançado nesta terça-feira (10) o Programa Cartão Gás, que vai atender 70 mil famílias em situação de vulnerabilidade social. A cada dois meses, os beneficiados vão receber um auxílio no valor de R$ 100 para a aquisição de botijão de cozinha. Podem participar do programa aquelas pessoas já inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

Os inscritos no CadÚnico podem fazer a solicitação para participar do programa a partir desta terça-feira (10) pelo site do BRB. A instituição financeira será responsável pela distribuição dos cartões e a lista final dos contemplados será divulgada em 31 de agosto. Com isto, a previsão de entregar o benefício a partir de setembro.

O objetivo do Cartão Gás é reforçar a segurança alimentar de famílias atingidas pela crise sanitária. Para efetuar o saque, os participantes vão usar o cartão na função débito nos estabelecimentos cadastrados no programa para compra exclusiva do botijão. Segundo a lei sancionada, o programa tem previsão inicial de 18 meses.

Os requisitos para recebimento do auxílio são: estar inscrito no Cadastro Único, ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo, ter declarado comprometimento de renda com a aquisição do GPL 13kg, residir no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos.

Durante o lançamento do programa no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha comemorou a criação de mais um programa social no DF. “Estou feliz com o DF porque olhamos para todos os lados. Olhamos para o social, a prova disso é que nossos programas estão andando e andando bem”, afirmou. “Os programas sociais estavam esquecidos há muito tempo aqui no DF, pois os governos que nos antecederam esqueceram das pessoas. Pegamos secretarias que burocratizavam os programas e distanciavam as pessoas dos benefícios que elas precisam receber”, completou.

Para a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, o Cartão Gás é “marcante por ser a entrega de mais um compromisso do governador com a população do DF”. Ainda segundo Mayara Noronha Rocha, a pandemia reforçou a necessidade de se olhar para o social e assim o governo tem feito.

Cartão Gás é mais uma iniciativa do governo tocada a várias mãos. A execução do programa está a cargo da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o cadastro e a fiscalização dos estabelecimentos comerciais serão feitas pela Secretaria de Economia e o agente financeiro será o Banco de Brasília (BRB).

“Só quem não tem gás em casa sabe o que é não cozinhar. O que o governador está fazendo é matar a fome do povo. Falta muita coisa, mas nós estamos trabalhando”, destacou o secretário de Economia André Clemente.

Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa elogiou a iniciativa do governador. “A sua sensibilidade e seu cuidado com aqueles que mais precisam são refletidas nesse programa, um programa moderno, eficiente e que o BRB tem orgulho de participar”, pontuou.

Moradora da Vila São José, em Vicente Pires, a jovem Jaciara de Batista Oliveira, de 19 anos, recebe benefícios do governo e prometeu se inscrever o quanto antes para ser contemplada pelo Cartão Gás. “Estou passando dificuldades, meu esposo está desempregado, o gás vai secando e estou com uma criança recém-nascida. Estou feliz de o governador ter liberado esse cartão para nos ajudar”, disse.

Parceria com a CLDF

Antes de a lei ser sancionada e regulamentada pelo governador Ibaneis Rocha, o que ocorreu nesta terça (10), o texto passou pela Câmara dos Deputados. Aprovado com 18 votos favoráveis pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, o programa nasceu de uma conversa entre o presidente da Casa, Rafael Prudente, e o governador Ibaneis Rocha.

“Esse projeto chegou e foi votado em tempo recorde lá na Câmara. Ninguém suporta o preço do gás hoje. O governo faz a parte dele entregando a cesta básica, mas o povo vai cozinhar como, questionei o governador, que disse durante uma conversa nossa: ‘vou lançar o Cartão Gás’. E assim, na mesma hora, nascia a ideia do programa”, recordou o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente.

Os distritais Agaciel Maia, Jaqueline Silva, Claudio Abrantes e Hermeto também fizeram questão de participar da solenidade de sanção da lei no Palácio do Buriti

Conheça os riscos do colesterol alto e saiba como se prevenir

O nível elevado de colesterol no sangue pode ocasionar doenças cardiovasculares e aumentar as chances de infarto do miocárdio e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Essas são as duas principais causas de morte no Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira do Coração (SBC). Por isso, o monitoramento é fundamental para manter uma boa saúde

De acordo com definição do Ministério da Saúde, o colesterol é “um conjunto de gorduras necessário para o organismo exercer determinadas funções.” Dentre elas, podem ser destacadas a produção hormonal e a estruturação da parede celular e do sistema nervoso central. Desta forma, ele também desempenha um papel importante para a saúde.

No entanto, o perigo ocorre quando as taxas de colesterol estão desequilibradas. O Ministério da Saúde explica que existem dois tipos de colesterol: o HDL, considerado “bom”, e o LDL, avaliado como “ruim”. O excesso do segundo traz riscos à saúde. Isso porque o depósito desse tipo de gordura se transforma em placas, chamadas de ateromas, que podem obstruir gradualmente as artérias e desencadear complicações.

Principais complicações do LDL elevado 

A presença de ateromas causa o estreitamento do diâmetro das artérias, o que dificulta o fluxo sanguíneo. Esta complicação é denominada aterosclerose. Os sintomas são variados, pois está relacionado aos órgãos que têm mais dificuldade de receberem a irrigação do sangue. Dor no peito ou nas pernas, fadiga, cãibras e palpitações podem ser sinais desta patologia.

Por conta da diminuição do diâmetro das artérias, o fluxo sanguíneo exige maior pressão onde há presença das placas de gordura, o que ocasiona a hipertensão, popularmente chamada de “pressão alta”. Inicialmente, ela pode ser assintomática. Quando o paciente está com a pressão mais elevada, pode sentir dor de cabeça, dor no peito, tontura e zumbido no ouvido.

Quando há a obstrução das artérias coronárias, o paciente é diagnosticado com doença isquêmica arterial coronariana (DAC), que pode provocar o infarto do miocárdio. O principal sinal de alerta é a dor no peito.

Já a obstrução de vasos sanguíneos que irrigam o cérebro é uma das causas do AVC, que tem entre os principais sintomas dor de cabeça, desorientação, alteração do equilíbrio e fraqueza ou formigamento de um lado do corpo.

Como tratar colesterol alto

O tratamento e a prevenção do colesterol alto caminham juntos. As autoridades de saúde recomendam que o monitoramento e os cuidados para manter uma boa taxa do LDL sejam contínuos.

Entre as formas de assegurar o nível de colesterol adequado estão ter uma alimentação saudável e equilibrada evitando a ingestão de alimentos gordurosos; manter o controle do peso; praticar atividade física regularmente; não fumar; e realizar consultas regulares com o especialista para monitoramento.

O acompanhamento é feito de forma interdisciplinar. Para saber como está o colesterol, é possível agendar uma consulta com o clínico , que irá solicitar o exame de sangue. Em caso de alterações, ele poderá indicar o médico endocrinologista para a orientação do tratamento, que pode incluir o uso de medicação.

Já o nutricionista irá auxiliar na elaboração de uma dieta para a redução ou manutenção do nível do colesterol, podendo ser procurado tanto para o tratamento quanto por quem busca prevenir o problema.

Por fim, o médico cardiologista irá realizar a avaliação do risco cardiovascular. O especialista poderá solicitar exames mais específicos que irão mostrar os impactos do colesterol para a saúde do coração.

Artigo | Ministros do STF estão destruindo o Judiciário

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Há mais de 5 anos, com as vênias de estilo, apontamos inúmeras bobagens praticadas por ministros do STF que são  cuidadosamente, fantasiadas de “decisões judiciais”.

A lista é enorme, mas algumas são inacreditáveis:

1. Demoraram 5 anos para “enxergar” o que qualquer estagiário já sabia desde o início, isto é que Moro era incompetente e suspeito para julgar os processos que envolvem o ex presidente Lula e outros menos votados. Fizeram cara de paisagem por 5 anos, ante a flagrante e escandalosa ilegalidade de jurisdição universal que a outrora sacrossanta república de Curitiba, atual santuário do pau oco, usurpou;

2. Condução ilegal de um inquérito no âmbito do STF onde eram, ao mesmo tempo, supostas vítimas, investigadores e julgadores. Isso é tão absurdo que dispensa comentários;

3. Prisão de um deputado na calada da noite, por força de um inexistente “mandado de prisão em flagrante” por “ousar” falar besteiras que, mesmo sendo besteiras, que o “ofendido” ajuizasse ação e sofresse as agruras de uma teia judicial que quase nunca repara nada e, quando faz, faz tardiamente, o que significa negativa de prestação jurisdicional;

4. Este caso foi pior porque inicialmente foi uma besteira de apenas um ministro, e quando o plenário teve oportunidade de consertar o erro crasso como a lei impõe, preferiu homenagear um nefasto e indevido corporativismo e referendou, por UNANIMIDADE ( é isso mesmo, inacreditável mas é verdade) todo o procedimento ilegal inaugurado por um ministro fantasiado de “vítima”;

Quando se pensava que a obra do saudoso Stanislau Ponte Preta estava completa (FEBEAPÁ), não se sabe porquê, a outrora casa do povo (Câmara dos Deputados-poder da República) vergonhosamente se curva a flagrante ilegalidade, e renuncia à sua independência endossando a bobagem parida nos gabinetes sombrios do prédio que deveria ser a luz condutora da justiça.

5. Um ministro DETERMINA que a câmara alta (Senado Federal), relembre-se, outrora um dos 3 poderes da República, portanto supostamente no mesmo patamar do colegiado judicial (não de um ministro), que instale uma comissão PARLAMENTAR de inquérito, num flagrante, escandaloso e ilegal usurpação de poder, posto que cpi constitui-se num ato “interna corporis”, de competência exclusiva daquele outrora poder da república, mas por mais absurdo que possa parecer, o presidente daquela casa obedeceu num ato que se assemelha a vassalagem, renunciando à independência dos poderes, valendo destacar que essa independência seria irrenunciável, pois não pertencente ao senador (propositadamente minúsculo), e sim a instituição Senado Federal, poder da república.

Poderia listar muitas outras bobagens praticadas mas seria sobrecarregar muito o Stanislau.

Como formalmente o STF representa a cúpula do Poder Judiciário, obviamente seus atos se refletem no verdadeiro Poder Judiciário que são as instâncias inferiores (1a. e 2a.), e a falta de credibilidade da cúpula já contamina injustamente as outras instâncias.
Imperioso destacar que a falta de credibilidade do Judiciário produz efeitos diferentes nos outros 2 poderes.

Enquanto o Executivo e o Legislativo se reinventam, principalmente através do processo eleitoral e, vida que segue, o descrédito do Judiciário, pelas suas especificidades (inamovibilidade, irredutibilidade salarial, vitaliciedade, forma de ingresso, proibição de atividade partidária, etc), por ser a última palavra, joga o país numa convulsão social que nos conduz à crise institucional de consequências imprevisíveis, indesejáveis e irreversíveis.

Felizmente e por enquanto, essa contaminação ainda é pequena e o cidadão (destinatário dos serviços públicos incluindo a prestação jurisdicional) sabe distinguir entre a cúpula e as demais instâncias, e ainda empresta credibilidade aos juízes e desembargadores, mas a continuar essa enxurrada de besteiras produzidas pela cúpula a tempestade tragará a todos, e aí será o caos.

Esse retrato é fruto de oitivas empíricas do cidadão comum que, a cada momento se mostra inconformado em sustentar um sistema que, nascido para servir o cidadão, vive apenas para se manter com privilégios e poderes inaceitáveis.

Espera-se que os verdadeiros Juízes saibam se distinguir da cúpula como souberam mostrar que as ilegalidades da lavajato chefiada por Moro não representavam o Judiciário brasileiro.

E para isso, é necessário que as entidades que deveriam representar os Juízes parem de se mover por um falacioso e pernicioso corporativismo, soltando notinhas em defesa do indefensável que é a produção em série de besteiras praticadas por vários ministros que estão na cúpula.

Sob o aspecto institucional só basta que o Poder Legislativo (as duas casas) tenha a coragem (artigo em falta naquele poder) e resgate a independência do poder soberano perdida num passado recente.

Lembrando o ensinamento de que não se deve aceitar um cargo se não tiver coragem para exercê-lo na sua plenitude.
Com isso, certamente, nos balizamentos da legalidade, os pedidos de impeachment de alguns ministros terão o efeito pedagógico do devido processo legal com investigação, processamento, julgamento, absolvição ou condenação, sempre nos estritos limites legais e servindo aos legítimos donos do estado brasileiro, sua excelência o CIDADÃO.

Brasília, 09 de agosto de 2021.

André Gomes
Kaydher Lasmar
Raimundo Ribeiro
Cidadãos brasileiros

FPM: prefeituras recebem R$ 5,6 bilhões nesta terça-feira (10); confira quanto seu município vai receber

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Entra nas contas das prefeituras nesta terça-feira (10) a primeira parcela do decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de agosto. O valor do repasse é de R$ 5,610 bilhões, que é parte da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos dez dias anteriores.

Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o montante sofreu uma alta de cerca de 16% quando comparado ao primeiro decêndio do mês de julho. De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em comparação ao valor recebido no mesmo período do ano passado, o valor é quase 90% maior que o transferido aos municípios em 2020, sem levar em conta a inflação.

Uma média de 80% dos municípios tem o fundo como sua principal receita. O consultor técnico da CNM, Eduardo Stranz, destacou a importância do recurso principalmente para os pequenos municípios, que pode chegar a corresponder a até 40% da receita. “Ele tem a característica de um recurso livre, então o FPM serve para o município manter os seus funcionários, os seus serviços públicos. Ele é uma receita de livre utilização”, afirmou.

De acordo com a Confederação, quando se avalia o comportamento dos repasses de mês a mês não há uma distribuição uniforme ao longo do ano. São dois ciclos distintos, onde no primeiro semestre os repasses são maiores e entre julho e outubro os valores costumam diminuir significativamente. Diante da queda de receita em razão da pandemia, houve também uma recomposição do fundo, para garantir a receita dos mesmos.

Cálculo do Fundo

Os percentuais de participação de cada município são calculados anualmente pelo Tribunal de Contas da União (TCU), de acordo com a quantidade populacional das cidades e a renda per capita dos estados.

Os municípios são divididos em três categorias: capitais, interior e reserva. As capitais dos estados e Brasília recebem 10% do FPM. Interior são os demais municípios brasileiros e representam 86,4% do FPM. Já os municípios de reserva são aqueles com população superior a 142.633 habitantes e recebem – além da participação como município de interior – uma cota adicional de 3,6% do fundo.

Bloqueio

Somam 21 os municípios que se encontram bloqueados e não poderão ter acesso à parcela do fundo. O bloqueio acontece se, porventura, o município ou o ente federado possuir alguma dívida com a União. Neste caso, é permitido pela Constituição Federal reter este recurso.

Os principais motivos para bloqueio do FPM são: ausência de pagamento da contribuição ao Pasep; débitos com o Instituto do Seguro Social (INSS) e com a inscrição da dívida ativa pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), além da falta de prestação de contas no Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde (Siops).

Segundo o economista e especialista em Orçamento Público Cesar Lima, os débitos com o INSS são o maior motivo de bloqueio. Ele explicou como os gestores municipais devem se regularizar para receber o repasse. “O que as prefeituras devem fazer é procurar a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, a procuradoria do INSS mais próxima, para tentar ajustar a sua situação frente ao fisco e desbloquear essas parcelas do FPM”, explicou.

O estado de Minas Gerais está no topo do ranking, com o registro de 5 municípios bloqueados. O bloqueio é realizado até que o município pague ou resolva o problema da dívida. Após a regularização da pendência, em 24 horas o recurso é liberado.

Houve uma queda no número de municípios com bloqueio do recurso em comparação ao último decêndio, quando havia 31 prefeituras impedidas de receber a transferência.

Confira a lista completa dos 21 municípios bloqueados: 
  • Boa Vista do Ramos (AM)
  • Santo Sé (BA)
  • Alexânia (GO)
  • Mambaí (GO)
  • Matozinhos (MG)
  • Patrocínio de Muriaé (MG)
  • Ribeirão das Neves (MG)
  • Sete Lagoas (MG)
  • Tapira (MG)
  • Altamira (PA)
  • Anajas (PA)
  • Curuca (PA)
  • Pedro II (PI)
  • Araucária (PR)
  • Mangaratiba (RJ)
  • Arroio do Sal (RS)
  • Carmópolis (SE)
  • Maruim (SE)
  • Pedrinhas (SE)
  • Salgado (SE)
  • Cruzeiro (SP)

Pagamento

Os valores relativos ao FPM são pagos aos municípios a cada dez dias, até os dias 10, 20 e 30 de cada mês. Caso a data caia no final de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o primeiro dia útil anterior.

Os valores são creditados pelo Banco do Brasil S/A, que disponibiliza, na sua página na internet, os avisos referentes às distribuições decendiais das contas dos Fundos de Participação, com os lançamentos a crédito e débito.

Fonte: Brasil 61

Governador Ibaneis lança o Programa Cartão Gás e beneficia 70 mil pessoas

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A ajuda de R$ 100, concedida a cada dois meses, vai atender pessoas em situação de vulnerabilidade social

Com o objetivo de auxiliar a população em risco social na aquisição do botijão de gás de cozinha neste período de pandemia da covid-19, o Governo do Distrito Federal (GDF) lança nesta terça-feira (10) o Programa Cartão Gás. O benefício de R$ 100, concedido a cada dois meses, vai atender a 70 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“O intuito do programa é reforçar a segurança alimentar das famílias que sofrem ainda mais com a atual crise sanitária”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.

O cartão vai ser usado na função débito em estabelecimentos cadastrados. De acordo com o Projeto de Lei aprovado com 18 votos favoráveis pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, a ser sancionado pelo GDF, o caráter emergencial do programa tem duração de 18 meses.

Ainda conforme o documento, os requisitos para recebimento do auxílio são: estar inscrito no Cadastro Único, ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo, ter declarado comprometimento de renda com a aquisição do GPL 13kg, residir no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos.

A execução ficar por conta da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o cadastro e a fiscalização dos estabelecimentos comerciais ficam a cargo da Secretaria de Economia. Os critérios e demais definições sobre o programa vão ser definidos em decreto, após a sanção da lei.

DF começa a vacinar pessoas a partir dos 20 anos na quinta-feira

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Anúncio foi feito pelo governador Ibaneis Rocha

O Distrito Federal inicia na quinta-feira (12) a vacinação contra covid-19 para jovens com 20 anos de idade ou mais. O anúncio foi feito hoje (9) pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em publicação nas redes sociais.

Ibaneis informou que está prevista a chegada de mais doses e seringas nesta quarta-feira (11) e, com isso, será possível ampliar a imunização. O governo do Distrito Federal, porém, não detalhou a quantidade de doses e como acontecerá essa nova etapa da vacinação.

Hoje (9), o DF está aplicando a primeira dose em pessoas que têm 30 anos ou mais e gestantes e puérperas a partir de 18 anos, e a segunda dose para quem tem o período indicado no cartão de vacina. Para quem vai iniciar o ciclo de imunização não será possível escolher a vacina.

Amanhã (10), começa vacinação para pessoas acima de 25 anos. Também ocorre, por meio de agendamento, a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades.

Os pontos de vacinação contra a covid-19 estarão abertos das 9h às 17h, além de dois pontos noturnos – UBS 7 Ceilândia, das 8h às 22h, e Praça do Cristais, no Setor Militar, das 18h às 22h. A indicação dos locais está disponível na página da Secretaria de Saúde do DF.

Até este domingo (8), o DF já vacinou 1.481.659 pessoas com a primeira dose, 589.143 com a segunda e 53.421 com a dose única. A cobertura vacinal é de 66,46% considerando quem recebeu a primeira dose e de 27,82% daqueles que estão com a imunização completa, segunda dose ou dose única.

Edição: Maria Claudia

Presidente entrega medida provisória do novo Bolsa Família

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Novo programa será chamado Auxílio Brasil

O presidente da República, Jair Bolsonaro, apresentou hoje (9) uma proposta que altera programas sociais do governo, entre eles o Bolsa Família, para criar um novo programa, chamado de Auxílio Brasil.

Bolsonaro entregou o texto de uma Medida provisória (MP) ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criando o programa e também uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do pagamento de precatórios.

Bolsonaro apresentou as propostas acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes, da Casa Civil, Ciro Nogueira, do Gabinete de segurança Institucional, Augusto Heleno, da Secretária de Governo da Presidência, Flávia Arruda e da Cidadania, João Roma.

O novo programa social deve pagar, pelo menos, 50% acima do valor médio pago pelo Bolsa Família, que atualmente é de R$ 189. Parte dos recursos do novo programa virá do parcelamento do pagamento de precatórios previsto na PEC e também de um fundo que será criado com recursos de privatizações.

“São duas propostas que chegam no dia de hoje que vai dar transparência e responsabilidade aos gastos, aí incluído o viés social do governo. Sabemos que a pandemia [de covid-19] trouxe uma inflação dos alimentos para o mundo todo. Então, não podemos deixar desassistidos os mais vulneráveis. Já decidido por nós que é uma proposta mínima de 50% do Bolsa Família, que agora se chama de Auxílio Brasil”, disse Bolsonaro.

Em entrevista coletiva após a entrega da proposta, o ministro da Cidadania, João Roma, explicou como será o novo programa. De acordo com o ministro, a decisão final sobre os valores do Auxílio Brasil deve ocorrer no final do mês de setembro.

“O valor portanto deve ser definido por volta do final de setembro uma vez que essa reestruturação do programa entra em vigor no mês de novembro. Até outubro temos a extensão do auxílio emergencial”, disse. “O programa com essa nova reformulação abrange uma série de políticas públicas e o valor do benefício será diferente de acordo com o perfil de cada família”, acrescentou Roma.

Além do aumento no valor pago, o ministro disse ainda que o novo programa deve aumentar o número de beneficiários. “O atual programa de transferência de renda, que é o Bolsa Família, abrange cerca de 14,6 milhões de beneficiários. Esse número deve aumentar, indo acima de 16 milhões de beneficiários, disse.

Programa Alimenta Brasil

A Medida Provisória entregue nesta segunda-feira também cria o Programa Alimenta Brasil, em substituição ao Programa de Aquisição de Alimentos e o Benefício Primeira Infância. Esse programa apoiará financeiramente, com os maiores investimentos, as famílias mais vulneráveis do país, especialmente aquelas com crianças em primeira infância.

Tramitação

O presidente da Câmara disse que vai acelerar a tramitação da MP para que o texto seja analisado pelo plenário em um curto espaço de tempo. Lira disse que a pandemia deixou a parcela vulnerável da população mais exposta ao processo inflacionário devido ao aumento em diversos serviços e preços dos combustíveis.

“O Congresso se debruçará rapidamente sobre essa medida Provisória, vai se dedicar a fazer o melhor dentro do possível economicamente, mas com um cunho de responsabilidade elevado”, afirmou.

Lira disse ainda que vai adotar o mesmo procedimento com a PEC dos precatórios. De acordo com o presidente da Câmara, a intenção é que a proposta seja votada antes que o Congresso termine o processo de votação do orçamento da União para 2022.

*Matéria atualizada às 12h34 para acréscimo de informações.

Edição: Kelly Oliveira

Jogos Olímpicos contaram com oito atletas do DF

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Alguns desportistas marcaram presença, como Kawan Pereira, um dos beneficiados por programas do GDF

“Iniciativas como o Bolsa Atleta e o Compete Brasília, que são fundamentais nos treinamentos e competições”Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer

Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 terminaram neste domingo (8) após campanha histórica do time brasileiro ao conquistar o 12° lugar no quadro geral de medalhas – sete de ouro seis de prata e oito de bronze. Dos 301 atletas do Brasil que participaram do torneio, oito levaram o nome do Distrito Federal para o outro lado do mundo – dois dos quais são beneficiados por programas da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL).

A titular da SEL, Giselle Ferreira, lembra a importância da iniciativa do GDF em apoiar os atletas: “Nossa missão é aumentar esse número cada vez, mais por meio dos nossos variados incentivos, tanto para pessoas que ainda não têm acesso à prática esportiva, como forma de inclusão social, quanto para os esportistas de alto rendimento, com iniciativas como o Bolsa Atleta e o Compete Brasília, que são fundamentais nos treinamentos e competições”.

Os atletas Caio Bonfim e Kawan Pereira, os dois beneficiados pelos programas Bolsa Atleta Compete Brasília, atuaram respectivamente na marcha atlética e nos saltos ornamentais. O primeiro concluiu sua terceira participação em Jogos Olímpicos na 13ª posição na prova dos 20km, sob o sol escaldante do país oriental, onde é verão. Com treinos feitos no Centro de Atletismo de Atletismo de Sobradinho (Caso), Caio quase havia chegado ao pódio na edição do Rio de Janeiro, ao ficar em quarto lugar.

Já Kawan Pereira, mesmo sem ter conquistado o pódio, conseguiu marcar seu nome na memória da modalidade brasileira nos Jogos Olímpicos, em sua primeira participação. O jovem, de 19 anos, garantiu uma vaga na final da disputa na plataforma de 10 metros, ficando entre os dez melhores do mundo. Até então, a marca era inédita na história dos saltos, especificamente nessa categoria. Nascido em Parnaíba (PI) e criado em Brasília, o atleta arriscou os primeiros pulos no Centro Olímpico e Paralímpico do Gama.

Futebol campeão

Estreante nos Jogos Olímpicos, o brasiliense Reinier Jesus, do Guará, foi o único a medalhar entre os oito esportistas locais. Logo em sua primeira participação, o meio-campista de 19 anos, que se sagrou campeão acompanhado pela seleção brasileira de futebol, teve sua atuação mais marcante no torneio, na decisão de pênaltis contra o México, na semifinal, quando fez o gol que carimbou o passaporte do grupo para a grande final.

Judô e vôlei de praia

Treze anos após conquistar a medalha de bronze na edição de Pequim 2008, a judoca brasiliense Ketleyn Quadros se despediu de Tóquio com o sétimo lugar. A brasiliense de Ceilândia, primeira mulher medalhista olímpica em esportes individuais do Brasil, ela foi destaque como porta-bandeira na cerimônia de abertura.

Outros brasilienses envolvidos com o judô que marcaram presença nessa edição dos Jogos Olímpicos foram o professor da rede pública de ensino André Mariano dos Santos, que atuou como árbitro, e o atleta Matheus Takaki, que integrou a equipe de apoio da modalidade.

Já no vôlei de praia, Bruno Schmidt, que fez dupla com Evandro, terminou nas oitavas de final. Na edição de 2016 dos Jogos, no Rio de Janeiro, quando fazia parceria com Alison, ele conquistou a medalha de ouro.

Skate e saltos

No skate, que entrou como umas das novidades do programa olímpico em Tóquio, o brasiliense Felipe Gustavo foi o primeiro skatista a “dropar” nos Jogos Olímpicos, mas parou nas eliminatórias.

A primeira fase também desclassificou nos saltos ornamentais Luana Lira, a paraibana que treina em Brasília há quatro anos. Por fim, apesar de a seleção brasileira conquistar a medalha de prata, a oposta Tandara Caixeta, que nasceu na cidade, foi suspensa provisoriamente faltando apenas duas partidas para o fim dos Jogos, por potencial violação de regras antidopagem.

 

*Com informações da Secretaria de Esporte

Caiado acaba com “indústria da multa”, em Goiás, que completa 2 anos e 7 meses sem radares móveis

Biênio 2019/2020, dois primeiros anos da atual gestão, teve 300 mil menos autuações registradas, na comparação com gestão anterior, no período de 2017/2018. Arrecadação com multas também teve redução de 23%. Goinfra diminui em 46% gastos públicos com monitoramento eletrônico. “Nós temos responsabilidade nas rodovias, mas sem aquelas máfias de antes, que só assaltavam o bolso do goiano”, afirma governador

O governador Ronaldo Caiado acabou com a chamada “indústria da multa”, em Goiás. O fim dos radares móveis nas rodovias goianas, um dos primeiros compromissos de campanha, foi integralmente cumprido. A queda é verificada tanto no número de registro de infrações, como na arrecadação. Entre 2017 e 2018, o número de autuações foi de 1.343.864. No biênio 2019/2020, dois primeiros anos da nova gestão, o índice ficou em 1.060.047, o que corresponde a 300 mil a menos.

Em relação ao valor das multas (sem desconto), de 2017 a 2018, o montante foi R$ 234.118.218,67, enquanto que no período entre 2019 e 2020, a arrecadação caiu para R$ 181,282.515,93, uma redução de 23%.

“Não tem mais aquele pardal móvel, que multava às escondidas, sem nenhum objetivo de educar”, afirma Caiado. “Nós temos responsabilidade nas rodovias, mas sem aquelas máfias de antes, que só assaltavam o bolso do goiano”, arremata. Contratos para instalação e manutenção de radares também custaram menos aos cofres públicos.

A Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) reduziu em 46% os gastos públicos com o monitoramento eletrônico nas rodovias estaduais, a partir da contratação de novas empresas para a prestação do serviço.

O atual contrato, licitado pela gestão passada, em dezembro de 2016, custou ao erário mais de R$ 81 milhões somente até outubro de 2020. Com o certame do ano passado, a agência prevê um investimento que deve ficar abaixo de R$ 44 milhões, ao longo dos próximos três anos, tendo em vista garantir a segurança viária.

Em razão da mudança das empresas contratadas, os radares e lombadas eletrônicas já instalados estão sendo substituídos por novos aparelhos. Hoje são 482 faixas monitoradas e, apesar de a licitação prever a possibilidade de implantação do serviço em outros pontos, não há projetos da Goinfra para ampliar esse número, exceto pela programação de atender a demandas pontuais, já executadas pelo Ministério Público Estadual.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Coluna do Fluminense | Vergonha sem fim

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense foi a Belo Horizonte enfrentar o América que está na zona de rebaixamento.

Repetiu os mesmos erros já exaustivamente listados nesta coluna, e o resultado não poderia ser diferente: terceira derrota seguida.

O que acontece em campo é apenas o reflexo do que é o Fluminense: uma casa de prazeres onde todo mundo se diverte e ninguém é responsável por nada.

Um clube sem comando, entregue a empresários que usam a camisa do Fluminense para expor seus “produtos” de má qualidade (Egídio, Lucca e outros) l, sonhando que num lance de sorte, façam algo interessante, coloquem num dvd e consigam vender o “produto” para algum incauto.

Infelizmente o Fluminense atual é isso: mero cabide para expor jogadores de má qualidade e assim ganhar um dinheirinho.

Não sei se ainda existe algum sócio do Fluminense que torça realmente para esse time e ouse emprestar seus conhecimentos para resgatar a grandeza dessa camisa, mas se existe, fica aqui o apelo para que se candidate e trabalhe para que essa legenda que é a camisa tricolor, volte a orgulhar os torcedores que ainda restam.

Como não adianta implorar pela saída de Mário, Roger, Egídio, Ganso, Lucca e alguns outros, resta rezar para que o sobrenatural de Almeida atue na quinta-feira e vençamos o Barcelona de Guialquil.

Bora Fluzão 🇧🇬🇧🇬🇧🇬

Raimundo Ribeiro é torcedor do Fluminense e, naturalmente tricolor