
Febraban nega ataques ao governo ou oposição à atual política econômica

Flexibilização na pandemia ajuda na recuperação do setor de serviços
Indicador da Fundação Getulio Vargas subiu 1,3 ponto em agosto
O Índice de Confiança de Serviços, divulgado hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), subiu 1,3 ponto, ficando em 99,3 pontos em agosto, no maior nível desde setembro de 2013, quando o indicador estava em 101,5 pontos. Na comparação com agosto de 2020, a alta foi de 14 pontos e em médias móveis trimestrais o índice avançou 3,7 pontos, a quarta alta consecutiva.

O economista do FGV/Ibre Rodolpho Tobler explicou que esse é o quinto avanço seguido. Com isso, a confiança dos serviços se consolida em patamar acima do nível pré-pandemia e próximo ao nível neutro.
“Ao contrário do que foi observado nos últimos meses, a alta foi mais influenciada pela melhora no volume de serviços no mês, enquanto as expectativas ficaram estáveis. A combinação sugere que a recuperação do setor vem avançando em paralelo às flexibilizações na pandemia. Vale ressaltar que o cenário para os próximos meses ainda depende da recuperação da confiança do consumidor e carrega muita incerteza, especialmente associados aos riscos da variante delta”, destacou Tobler.
Segundo o Instituto, o resultado da confiança dos serviços do mês foi influenciado principalmente pelo Índice de Situação Atual, que subiu 2,6 pontos, para 93,0 pontos, ficando no maior nível desde junho de 2014, quando o indicador alcançou 94,3 pontos. Já o Índice de Expectativas cresceu 0,1 ponto, para 105,7 pontos, patamar mais alto desde novembro de 2012 (106,2 pontos).
Seguindo a tendência positiva, o saldo do emprego previsto tem demonstrado recuperação contínua, com médias móveis trimestrais em alta pelo terceiro mês consecutivo, ficando em 10,4 pontos em agosto, maior resultado desde maio de 2014. O saldo se refere ao percentual de empresas que planejam aumentar seu quadro de funcionários nos próximos meses, menos o percentual que planejam reduzir. No pico da pandemia, em junho do ano passado, no pico da pandemia, o indicador ficou negativo em 35 pontos.
Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 7,27% este ano

Previsão para expansão do PIB caiu para 5,22 em 2021
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) deste ano subiu de 7,11% para 7,27%. É a 21ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no boletim Focus de hoje (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,95%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.
A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.
Em julho, a inflação subiu 0,96%, o maior resultado para o mês desde 2002, quando a alta foi de 1,19%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,76%, no ano, e 8,99%, nos últimos 12 meses.
Os dados de agosto devem ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística na próxima semana, mas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou inflação de 0,89% neste mês, a maior variação do IPCA-15 para um mês de agosto desde 2002 (1%).
Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 7,5% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica mantenha esse mesmo patamar. E tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,27% para 5,22%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.
A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,10 para R$ 5,15 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20.
Opinião | A República da Mentira
Lá no século 19, Machado de Assis já enxergava o Brasil de hoje quando afirmou “Existem 2 brasis: o país real, esse é bom, revela os melhores instintos; mas o país oficial, esse é caricato e burlesco”.
Ninguém ousa contrariar que o Brasil real é maravilhoso e seu maior patrimônio é seu povo, tão bem descrito no samba enredo de Silas de Oliveira, intitulado aquarela brasileira, inspirado em aquarela do Brasil, de Ary Barroso e levado pra avenida pela escola Império Serrano no carnaval de 1964.
É um povo bom, trabalhador, criativo, pacífico e ordeiro, mas destemido quando necessário.
Responsável e consciente de que o futuro dos seus filhos e netos depende dos seus atos no presente.
Já o país oficial é mesmo caricato e burlesco, cômico se não fosse trágico.
Mas quem personifica esse país oficial, caricato e burlesco?
Para saber, é necessário lembrar que em 05/10/88, a nova Constituição, sabiamente apelidada de carta cidadã, desenhou o país oficial.
Óbvio que não era para ser burlesco e caricato, mas ao contrário, era um desenho perfeito no qual o estado seria instrumento para reconstrução de uma nação pacífica, ordeira, trabalhadora e feliz, onde os exercentes de funções públicas agiriam como serviçais da nação e não se serviriam dessa nação.
Para bem desempenhar suas funções, adotou-se o tripé de poderes que deveriam atuar no âmbito restrito de suas atribuições e comportando-se OBRIGATORIAMENTE de modo independente mas harmônico.
Funcionando assim, a democracia estaria resgatada e o objetivo final de um povo soberano, pacífico, ordeiro, trabalhador e feliz restaria atingido.
Em síntese, nesse filme chamado Brasil, o país oficial seria um importante coadjuvante serviçal do povo, e ao povo era reservado o papel principal, destinatário dos serviços prestados pelos serviçais e, a quem caberia beijar a mocinha no final.
Infelizmente, passados apenas 33 anos, esse desenho foi sendo desfeito, não pelo povo, mas por despreparados ocupantes das funções públicas.
Primeiro, subverteu-se a ordem lógica das coisas quando esses despreparados, usando a força do aparelho estatal se julgaram protagonistas do filme relegando o povo ao papel coadjuvante, numa inversão de papéis inaceitável.
Esses, a quem se destinou o privilégio de ser serviçal do povo, passaram a exigir ser chamados de excelência.
Passou indevidamente a costurar um tecido social que construía privilégios para si, exigindo que o povo continuasse a sustentar isso, apelidando-os cinicamente de “contribuintes”;
Chegou-se ao ponto de, ao cidadão que precisasse de cuidados médicos apelidá-lo de “paciente”, isto é, os subversivos da ordem, da lógica e desobedientes dos mandamentos libertários da carta cidadã assumiram a célebre frase de Nelson Rodrigues, maior dramaturgo do país que afirmou, há 50 anos atrás: ”Os idiotas perderam a modéstia e vão governar o país, não pela qualidade que não possuem, mas pela quantidade. eles são muitos.”
Construíram corporações e tornaram o povo refém delas.
Desmascarados, a confiança do povo foi minando e esse descrédito atingiu em cheio, inicialmente os poderes Executivo e Legislativo, o que explica parcialmente a renovação do parlamento e da presidência sob o manto da “nova política” (seja lá o que isso signifique).
Mas pela suas especificidades, a renovação a cada 4 anos permite que esses poderes se reinventem, o que não acontece com o Judiciário, que também pelas suas especificidades (vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade salarial) não conseguem reinventar-se.
Aqui, vale fazer um recorte para ressaltar que, por enquanto, a descredibilidade atinge exclusivamente a cúpula do poder, mais especificamente alguns integrantes do STF, não tendo ainda contaminado o juízo de piso e os tribunais, mas em razão da generalização natural, em breve contaminará, se persistirem as bobagens praticadas pela cúpula.
Contando com a ajuda luxuosa da chamada “grande mídia”, cujo interesse é a manutenção do sistema que a beneficia com inexplicáveis “verbas publicitárias” que entorpecem muitos, essa “grande mídia” adultera, frauda, inventa e esconde fatos, para tentar continuar enganando a população com construção de enredos mentirosos e draconianos que não resistem a verdade dos fatos.
Sendo assim, saiamos dessa bolha de mentiras da “grande mídia” e brinquemos de falar a verdade.
Diferentemente da narrativa da “grande mídia”, o clima de pré convulsão reinante no país ocorre porque ninguém mais, minimamente atento e informado, confia na cúpula do judiciário.
E esse descrédito, ao contrário da narrativa mentirosa da “grande mídia”, não ocorre por eventuais exageros de linguagem, xingamentos, ou agressões verbais direcionadas aos membros da cúpula.
Não, não é por isso. O descrédito se dá por atos, omissões e comportamentos inadequados e indecorosos de alguns membros dessa cúpula.
A lista, que faria a alegria de Stanislau Ponte Preta é quase infindável, mas relembramos apenas alguns fatos que alimentam a indignação, já quase incontida, da nação em relação a alguns membros dessa cúpula:
O que corroeu a confiança da nação, vital para uma corte, é não ter a quem recorrer quando se está diante de flagrante abuso contido em decisões temerárias adotadas sob suspeita de que servem para dar vazão a instintos autoritários de quem as prolatou.
O que corrói a confiança é ver um ministro da mais alta corte afirmar que naquela corte “existe fila para pegar senha com o objetivo de compra de sentença.”, e nada ser investigado;
É assistir um julgamento e um ministro dizer para outro “feche seu escritório de advocacia.” e nada ser apurado;
É um ministro, parecendo estar num boteco afirmar, “mexeu com um, mexeu com todos”;
É conceder medida liminar (naturalmente precária) e sentar em cima do processo deixando passar longos anos, e com isso negar a prestação jurisdicional requerida, causando colossal prejuízo financeiro aos cofres públicos, que relembre-se é integralmente financiado pelo tal do povo;
O que faz a nação desacreditar na cúpula é pedir vistas do processo e não colocá-lo para julgamento até que ocorra a prescrição, gerando impunidade para alguns poucos privilegiados;
O que deteriora a confiança da nação é saber que existem “funcionários” pagos com dinheiro público para “cuidar da imagem” de ministros;
É exigir tratamento de reverência para si, revelando que o delegatário se julga superior ao delegante numa completa subversão da ordem e da lógica.
É a utilização de inúmeras pessoas, com custo altíssimo para atuar como segurança “protegendo-os” dos simples mortais, mas que são seus patrões e financiadores;
Não senhores, a democracia não está em risco porque membros de outros poderes agem contrariando-lhes;
A democracia está em risco porque diariamente os senhores praticam atos à margem da lei, fantasiados de “decisões judiciais” objetivando tão somente satisfazer seus instintos autoritários;
A democracia está ruindo no Brasil porque os senhores estão usando a força do estado para prender, antes mesmo de qualquer julgamento e base legal frágil, sofismática e controversa, advogados, jornalistas, deputados, e outros que tem em comum a coragem de ousar contrariá-los.
O que corrói a confiança e faz desmoronar a democracia é prender deputado na calada da noite e pior, por força de um teratológico “mandado de prisão em flagrante”, talvez achado no “direito das ruas”;
A democracia desmorona porque os senhores usam a força do estado para invadir as casas de pessoas de bem, sejam jovens ou anciãos, a pretexto de “buscas e apreensões”, humilhando-os porque “ousaram” dizer o que os senhores detestam ouvir, o que mostra que o encontro com o espelho é sempre traumático;
O que destrói a democracia é a nação saber que acontece tudo isso e a comemoração é regada a lagostas onde o provedor (o tal de povo), não é convidado sequer para lavar os pratos;
O que deteriorou e fez ruir a confiança é conduzir inquéritos em que o condutor, a suposta vítima, e o investigador são também os “julgadores”, contrariando as mais comezinhas lições do direito, até mesmo para um simples estudante. E pior, essas decisões são embrulhadas como “atos judiciais” de tal modo que não se tem a quem recorrer, restando ao “atrevido” que ousou contrariá-los, acumular uma indignação incontida;
Muitos outros fatos, não narrativas, poderiam ser relembrados para demonstrar porque os senhores geraram insegurança jurídica no país, fomentaram indignação e corroeram a confiança da nação, vital para qualquer poder da república, colocando a democracia em risco, mas cansaria os que generosamente leram este desabafo até aqui.
Como se pode perceber, ninguém é contra o STF, pois trata-se de uma das vigas que sustentam o edifício constitucional criado para abrigar a democracia resgatada com a carta cidadã; mas somos contra o que os senhores fizeram com esse poder, maculando-o.
Finalizamos afirmando que o país se aproxima perigosamente do caos, tão bem simbolizado numa cena patética em que um juiz, praticando atos semelhantes aos listados acima, julgando-se acima da nação a quem deveria servir, numa sala de audiência superlotada, gritava pedindo silêncio e ordem e o povo fingia não ouvi-lo e nem vê-lo, cena esta que finaliza a obra prima do cinema “os sete de Chicago.”
Sinceramente senhores, diante dessa fartura de atos atentatórios à democracia, acreditam que o banco que devem ocupar é o de julgadores?
Diante de tudo isso, com as vênias de estilo, talvez se os senhores viessem a público pedir desculpas a nação e prometerem não repetir mais tantas bobagens, é possível que a magnanimidade da nação os perdoe, mas caso o perdão não venha, ficará registrado pelo menos a humildade do reconhecimento dos erros cometidos.
Relembramos que a data que melhor simboliza a luta pela liberdade, e a repulsa à ditadura é o próximo sete de setembro, pois é o dia em que todos os brasileiros comemoram a nossa libertação daqueles que não respeitavam a nação e nos oprimiam usando indevidamente a força do estado.
Viva a liberdade, viva o Brasil.
Brasília, 30 de agosto de 2021.
Amilton Figueiredo
André Gomes
Fátima Bispo
Guilherme Pontes
Mário Sérgio da Costa Ramos
Kaydher Lasmar
Raimundo Ribeiro
Cidadãos indignados
Esclarecimentos sobre a construção do viaduto da Epig
A implantação do viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas é parte do projeto conceitual apresentado e aprovado pelos órgãos competentes
A construção do viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) está contemplada no Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal (PDTU/DF), de 2009. O PDTU tem, entre outros objetivos, proporcionar mobilidade a todas as pessoas mediante a priorização do transporte coletivo e a integração dos seus diferentes modos. Para tanto, o PDTU estabeleceu um sistema de seis eixos: oeste, norte, sul, sudoeste, leste e área central.
Para o desenvolvimento do projeto do viaduto da Epig, o Decreto n° 33.701, de 6 de junho de 2012, instituiu grupo de trabalho composto pelos seguintes órgãos da Administração Pública: Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF); Secreatria de Transporte e Mobilidade (Semob); Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh); Companhia Energética de Brasília (CEB); Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb); Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap); Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran/DF); Departamento do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans); Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF); Companhia Metropolitano do Distrito Federal (Metrô/DF); e Brasília Ambiental (Ibram/DF). Esse grupo de trabalho tinha por objetivo proceder a análise e gestões visando a aprovação da documentação técnica, ambiental e fundiária, relativa às obras do Sistema de Transporte de Passageiros Eixo Oeste. No dia 26 de novembro de 2014, os serviços deste grupo foram concluídos com a aprovação de todos os produtos desenvolvidos na fase conceitual.
A Secretaria de Obras, no âmbito de suas atribuições, registra que esta é uma obra já licitada, contratada e iniciada e, antes disso, foi analisada por um grupo de trabalho composto por, entre outros órgãos, Iphan, DER e Seduh (então Sedhab). Ao longo do procedimento de licitação, foi objeto de análise pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), materializando um ciclo de intervenções urbanas iniciado com o PDTU que visam à melhoria do bem-estar da população brasiliense com prestígio ao transporte coletivo e ao uso de meios alternativos de deslocamento, como as ciclovias.
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal reforça que, após a realização dos trabalhos propostos pelo Decreto n° 33.701, de 6 de junho de 2012, o produto final do projeto foi aprovado em sua integralidade pelo Grupo de Trabalho. Nesse sentido, cumpre ressaltar que a Seduh, enquanto membro do citado grupo, se manifestou favoravelmente ao projeto proposto. Ademais, a implantação do viaduto da Epig é parte do projeto conceitual apresentado e aprovado pelos órgãos competentes e sua execução fora destacada de obras viárias do Sistema de Transporte de Passageiros, para efeitos licitatórios, em razão da liberação dos recursos por parte do Ministério das Cidades.
O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) se manifestou favoravelmente ao projeto em sua fase conceitual, quando da conclusão do Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n° 33.701/2012. Estudos de trânsito simplificados realizados pelo órgão demonstram a necessidade e urgência da construção do viaduto da Epig, uma vez que os semáforos que atualmente existentes na via causam gargalos no trânsito desde a via EPTG, impactando diretamente os usuários do transporte público. Considerando que o projeto em questão já teve consulta realizada e aprovada por este órgão, não se vislumbrou a necessidade de aprovação dos projetos executivos, tendo em vista que estes foram executados tendo como base o que fôra aprovado e determinado pelo já extinto Grupo de Trabalho.
A Secretaria de Transporte e Mobilidade, como membro do Grupo de Trabalho, também defende a legalidade, validade e necessidade da construção do viaduto da Epig. A obra do viaduto do Parque da Cidade e Sudoeste faz parte do Eixo de Transporte do Corredor Oeste, que está previsto no Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal (PDTU). O corredor é de grande importância para o transporte público coletivo, sobretudo para as mais de 280 linhas de ônibus que atendem aos passageiros que se deslocam diariamente para o Plano Piloto. A implantação de faixa exclusiva na Epig, com a construção do viaduto do Parque da Cidade e Sudoeste, vai proporcionar melhor fluidez na circulação dos ônibus. Com isso, haverá redução no tempo de viagem e melhoria na qualidade de vida dos passageiros.
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal participou do grupo de trabalho e avaliou que a construção do viaduto do Parque da Cidade vai desafogar o tráfego na saída do Sudoeste, pela Avenida das Jaqueiras, contribuindo de forma significativa para a mobilidade interna das quadras do Sudoeste e do Cruzeiro. Além disso, o projeto preza pela segurança viária quando prevê vias ampliadas com dimensão de 6 metros, implantação de espaço para uso exclusivo dos ciclistas, criação de passeio para os pedestres, regularização de vagas de estacionamento paralelas ao meio-fio e reconfiguração das vagas, utilizando dimensões corretas para não incentivar a parada em “fila dupla” tão recorrente na região e tão prejudicial à fluidez e à segurança do trânsito.
Em relação ao procedimento de licenciamento ambiental do Corredor Eixo Oeste, o Brasília Ambiental informa que o processo iniciou-se em 2006, no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com a emissão da Licença Prévia 001/2008. Para isso, foi elaborado o estudo de Relatório de Avaliação Ambiental Estratégico e realizada consulta pública. Ao assumir a competência do licenciamento ambiental, em 2009, o Distrito Federal, por meio do Instituto, manteve as condicionantes originárias da autorização do Ibama. Ressaltamos que a partir do Relatório de Controle Ambiental, instrumento que apresenta as ações a serem implementadas para se mitigar os impactos ambientais decorrentes da obra, emitiu-se parecer favorável à emissão da Licença de Instalação (LI) para o empreendimento. Cabe destacar que, mesmo após a emissão da LI, os cuidados com as questões ambientais foram mantidos, razão pela qual o órgão concedeu a Autorização de Corte de Árvores Isoladas. Destaca-se, ainda, que a implementação da obra propiciará uma requalificação no sistema de drenagem da região.
Diante do exposto, fica evidente que o GDF cumpriu todos os procedimentos legais necessários para a aprovação do projeto. Todas as licenças técnicas e ambientais foram concedidas e estão em dia. Todas as determinações do Iphan foram acatadas e aplicadas ao projeto de revitalização completa da via Epig, que prevê, entre outras intervenções, a execução desta importante obra. O viaduto da Epig não vai beneficiar apenas os moradores da região do Sudoeste, Cruzeiro e Octogonal, mas, principalmente, os usuários do transporte público que se deslocam do Sol Nascente em direção ao Plano Piloto.
Por fim, importante destacar que a população do DF é favorável à construção do viaduto. Pesquisa do Instituto Exata Opinião Pública revela que 66% dos moradores do bairro disseram ser a favor da obra. Esse número é ainda maior, 76%, entre os usuários da via.
Inscrição para participar do sorteio do Nota Legal vai até a terça-feira
Mesmo quem ainda não está inscrito no programa acumula créditos por dois anos para utilizar
Mesmo quem ainda não está inscrito no Nota Legal acumula créditos por dois anos para utilizar no programa. Ao indicar o CPF na nota, o valor fica registrado na Receita do DF e pode ser utilizado quando o contribuinte se inscreve no site do Nota Legal.
Assim que o contribuinte se inscreve no programa, é possível conferir o saldo acumulado nos últimos dois anos. Os documentos fiscais ficam disponíveis no aplicativo Economia DF logo após cada compra efetuada com o CPF na nota.
O crédito do programa pode ser usado para abater no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA), caso o contribuinte tenha bens em seu nome. Além disso, também pode solicitar o depósito dos créditos em conta bancária no mês de junho. A Secretaria de Economia já efetuou todos os pagamentos das indicações feitas em junho deste ano.
Quem estiver inscrito no programa amanhã (31) também poderá participar do próximo sorteio do Nota Legal, que será realizado no dia 23 de novembro. O segundo sorteio de 2021 vai distribuir R$ 3 milhões, em 12 mil prêmios de R$ 100 a R$ 500 mil.
Neste sorteio, poderão participar os consumidores que colocaram o CPF na nota em compras realizadas entre 1º de novembro de 2020 e 30 de abril de 2021. Para participar do sorteio, o contribuinte não pode ter dívidas em aberto com a Receita do DF.
Governo Ibaneis colocou em seis meses, 11 mil toneladas de asfalto para as vias do DF

Volume foi utilizado na manutenção das pistas de várias cidades, levando conforto e segurança à população
De janeiro a julho deste ano, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) já disponibilizou às regiões administrativas cerca de 11 mil toneladas de massa asfáltica para recuperação de vias. O investimento foi de mais de R$ 4 milhões e beneficiou milhares de motoristas com pistas mais seguras. O montante se refere ao aplicado apenas pela Divisão de Manutenção Asfáltica (Dimav) daquela empresa.
Em Taguatinga, por exemplo, foram quase 3 km de recapeamento asfáltico executados no primeiro semestre: 2,2 km de pista nova entre as QNDs 20 e 25; e entre as QNDs 32 e 46. Já na via principal da Praça do Bicalho, foram mais 500 metros. Sobradinho foi outra região atendida com a massa asfáltica da Dimav.
“Melhorar a infraestrutura da região significa melhorar a qualidade de vida da população. Ao longo de 15 anos, essa via não passava por uma boa manutenção”Abílio Castro, administrador regional de Sobradinho
Quem passa pelas quadras 16 e 18 de Sobradinho já pode ver o movimento de máquinas fazendo o recapeamento asfáltico das vias que há, pelo menos 30 anos, não recebiam este cuidado. Cerca de 1,3 quilômetros de pistas que estavam esburacadas e com várias lombadas viraram um ‘tapete’. O investimento é de mais de um milhão de reais oriundos de emenda parlamentar do distrital João Cardoso.
“Melhorar a infraestrutura da região significa melhorar a qualidade de vida da população. Ao longo de 15 anos, essa via não passava por uma boa manutenção”, ressalta o administrador regional de Sobradinho, Abílio Castro. “A pista também é uma das saídas para a BR-020 [rodovia que liga Brasília a Fortaleza] e vai ajudar a desafogar o trânsito”, complementa.
A comerciante Eliana Santana, 52 anos, trabalha no terminal rodoviário da quadra 18. Segundo ela, o recapeamento era “pra lá de necessário”. “Não podia chover que abriam buracos na pista. O asfalto estava muito velho. Que bom que vamos ganhar um novinho”, celebra. “A obra traz um pouco de transtorno para a gente, mas se é um por um bom motivo, vale à pena”, arremata.
Mesmo com os olhares voltados para ações de combate ao coronavírus, o Governo do Distrito Federal não deixou de investir em outras áreas. Em 2020, cerca de R$ 67 milhões foram aplicados em operações de recapeamento e tapa-buracos em toda a capital. Além da Novacap, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) também atua na recuperação asfáltica das vias da capital.
Aplicativo de transporte exclusivo para mulheres e crianças inicia cadastro de motoristas no DF
Lady Driver deve começar a operar na capital em outubro
A Lady Driver, aplicativo de transporte exclusivo para mulheres e crianças, deve começar a operar nas ruas do Distrito Federal a partir de outubro. Mas antes disso, a plataforma, que já funciona em São Paulo desde 2017, começou a convocar as motoristas do DF interessadas em se cadastrar e fazer parte do time. O app foi criado para oferecer mais segurança e comodidade ao público feminino, que trabalha como motorista ou que utiliza aplicativos para se locomover. Em 2021, a Lady Driver está em fase de expansão para grande parte das capitais brasileiras.
O cadastramento é simples. Basta a motorista baixar o aplicativo Lady Driver, disponível para Android. (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.ladydriver.driver ) para passageiras o app está disponível para IOS e Android.
É necessário ter CNH com observação de que exerce atividade remunerada; o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV); e o carro deve estar dentro do padrão exigido pela Lady Driver e pela legislação local: no máximo 8 anos de fabricação, 4 portas, ar condicionado, IPVA e licenciamento em dia.
Além disso, a motorista deve ter conta bancária (não é possível cadastrar conta de terceiros), e comprovante de residência
Oportunidade de emprego
Com a chegada do aplicativo ao Distrito Federal, muitas mulheres serão inseridas no mercado de trabalho e poderão assumir um papel de protagonismo na família, seja como provedoras ou como forma de complementar a renda do lar, explica a embaixadora Lady Driver Brasília, Bruna Ribeiro.
“A Lady Driver oferece a oportunidade de inserção no mercado de trabalho, com a liberdade e segurança que as mulheres merecem para trabalhar. O app chega em Brasília para trazer protagonismo às mulheres”, explica Bruna.
Elin Tokarski, uma das embaixadoras Lady Driver Brasília, explica que ela e a sócia Bruna Ribeiro abraçaram a oportunidade de trazer o aplicativo para Brasília porque acreditam que é um tipo de empreendedorismo atual e inspirador que só tende a crescer.
“Um negócio como a Lady Driver vem para inspirar mulheres e mostrar que juntas podemos crescer profissionalmente e atingir nossos objetivos. Além disso, nasceu para que as mulheres tenham a liberdade de ir e vir sem se sentirem desconfortáveis ou inseguras. Acreditamos muito no sucesso do aplicativo não só no DF como no Brasil todo”, ressalta Elin.
Diferenciais
O aplicativo Lady Driver tem alguns diferenciais, como a forma de remuneração das motoristas. O pagamento à condutora se inicia a partir do momento em que aceita a corrida para buscar a passageira.
Outro ponto positivo do aplicativo é que quando a condutora recebe o pedido para aceitar a corrida, ela já sabe o endereço do destino final. Com o intuito de prezar pela segurança das mulheres, o app também é rigoroso quanto ao cadastramento de passageiras. A Lady Driver tem um sistema para verificar a veracidade do CPF do cadastro da passageira na Polícia Federal e na Receita Federal, caso não seja real, ela não consegue realizar o cadastro na plataforma.
Dossiê Pernas: o seu guia para o verão – Live sobre Varizes

Veias dilatadas e tortuosas que além de afetarem a parte estética, também causam dor, cansaço e incômodo nas pernas – essa é a definição de varizes – doença crônica que acomete 35% da população brasileira de acordo com pesquisas da SBACV (Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular).
Na próxima quinta-feira, 02 de setembro, o dermatologista Erasmo Tokarski em parceria com o cirurgião Baelon Alves promove uma live sobre as Varizes. Os especialistas irão tirar dúvidas sobre as indesejadas varizes: causas, sintomas, fatores de risco e tratamentos para curtir um verão saudável e, melhor, com as pernas lindas.
A transmissão será realizada a partir das 20h, no Instagram do dermatologista, @drerasmotokarski. O público poderá deixar suas dúvidas no Instagram do especialista para serem respondidas durante a live.
Depois de 10 anos, Lago Paranoá recebe Procissão Náutica de Dom Bosco

Barcos, lanchas e catamarãs ocuparam as águas. Um dos Pontos altos do cortejo foi a benção do arcebispo de Brasília à Ponte JK e o ostensório com fios de cabelo do Santo que acompanhou a imagem por todo o percurso
Neste domingo (29), o Lago Paranoá de Brasília vivenciou novamente uma das mais importantes experiências turísticas da capital da República, nos segmentos náutico e religioso, com a retomada da tradicional Procissão de Dom Bosco, interrompida por uma década. Numa iniciativa da secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, cerca de 40 embarcações, decoradas, participaram do trajeto, entre a Ermida e a Ponte JK. O arcebispo de Brasília, D. Paulo Cezar, disse que o sonho de Dom Bosco e o sonho de Juscelino Kubitscheck se encontraram em nossa cidade. Além da retomada da Procissão, a celebração comemorou os 138 anos da visão do padre italiano João Melchior Bosco e os dez anos de operações da Capitania Fluvial de Brasília.
Em sua própria lancha, o governador Ibaneis Rocha seguiu a procissão ao lado da primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha, e o filho do casal, Matheus Rocha. A retomada do evento foi uma iniciativa da secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, como forma de investir no turismo religioso e no aproveitamento das possibilidades do Lago Paranoá, um dos principais cartões postais de Brasília. Segundo a jornalista Jane Godoy, também pioneira de Brasília, “foi uma festa linda, colorida, resgatando um evento de grande porte, que Brasília estava sentindo falta. Sob o comando a Secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, a quem agradecemos pela iniciativa.”
“Estamos celebrando o sonho de Dom Bosco, que sonhou com uma terra que jorraria leite e mel, uma terra de abundância. Juscelino Kubitschek conhecia o sonho de Dom Bosco e levou para a frente, construiu essa grande cidade, nossa capital”, disse o arcebispo de Brasília. Para Dom Paulo Cezar,esse sonho “nos faz olhar para a frente, nos faz pensar e construir uma civilização a altura da grandeza do ser humano. Essa procissão Náutica relembra para nós o Lago, que também está no sonho de Dom Bosco, relembra também que precisamos preservar essa beleza da natureza da obra da criação de Deus. Esse é um dia especial para todos nós, precisamos ter sonhos grandiosos, como o sonho de Dom Bosco”, afirmou o chefe da Igreja Católica no DF.
Ao lado do governador Ibaneis Rocha e da primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, a secretária de Turismo do DF,Vanessa Mendonça, destacou que a retomada da procissão náutica de Dom Bosco é um resgate da história da cidade que o governo do Distrito Federal determinou com o apoio da Arquidiocese de Brasília, a iniciativa privada, por meio de associações como Asbranaut (Associação Náutica, Esportiva e do Turismo de Brasília), a Federação Náutica de Brasília e o Sindicato de Clubes e Entidades de Classe Promotoras de Lazer e Esportes do Distrito Federal (Sinlazer). Vanessa Mendonça também destacou o apoio institucional da Secretaria de Estado de Governo do Distrito Federal (Segov-DF), suporte logístico da Marinha do Brasil, participação do Brasília Ambiental e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do DF (Sema/DF).
“Depois de 10 anos, realizamos a procissão de Dom Bosco. É um momento único, pois é a memória afetiva que está presente em todas as pessoas. Nós celebramos esse dia percorrendo o Lago Paranoá levando Dom Bosco abençoando nossa cidade. É o resgate da nossa fé e da nossa esperança”, afirmou a secretária de Turismo do DF. “O governo Ibaneis Rocha está resgatando, não apenas a Procissão Náutica de Dom Bosco, mas também, a história da nossa cidade, o turismo náutico, valorizando o nosso querido Lago, que é um patrimônio e queremos, cada vez mais, que a população possa desfrutar, que as empresas possam gerar emprego e renda, e que os turistas possam conhecer e saber que o Paranoá é o maior lago artificial do mundo”, afirmou Vanessa Mendonça.
“É momento das entidades náuticas agradecerem à Secretaria de Turismo e ao Governo do DF por terem abraçado o resgate da importante procissão náutica de Dom Bosco”, afirmou o presidente da Asbranaut, João Carlos Bertolocci. “O Lago Paranoá não é um bibelô de prateleira. Ele é uma engrenagem importante para o fortalecimento da economia do DF e, principalmente, para a geração de emprego, que faz o equilíbrio social”, disse o empresário.
“Resgatar a história de uma cidade é muito importante para transferir o conhecimento para jovens, crianças. É fundamental para a sociedade se apropriar dos seus hábitos e costumes”, disse Moema Cunha Leão. A empresária da Casa Cor concebeu a decoração do barco que levou a imagem de São João Bosco durante a procissão náutica.
A procissão teve início às 8h, com uma carreata que saiu do Santuário São João Bosco (702 Sul) até a Ermida Dom Bosco (QL 30 do Lago Sul). Em seguida, houve a Missa Campal na Ermida, às 10h. A saída da Procissão Náutica de Dom Bosco, com embarques no deck da Ermida, se deu às 12h e percorreu um trajeto que incluiu a Ponte JK e Projeto Orla, retornando à Ermida duas horas depois.Depois, a carreata seguiu pela EPDB, da Ermida até a Paróquia São João Bosco (Núcleo Bandeirante), o primeiro templo dedicado ao co-padroeiro de Brasília, ainda na Cidade Livre, antes da inauguração.
Durante a celebração, 15 artesãos cadastrados pela Secretaria de Turismo expuseram e venderam os produtos para os visitantes. Segundo a Setur-DF, esse mercado é composto por mais de 11 mil profissionais e movimenta cerca de R$ 55 milhões na economia criativa do DF.
Natanry Osório, umas das pioneiras no cenário histórico da cidade e jurada no concurso que premiouas embarcações mais animadas, falou sobre importância do retorno da procissão. “Foi uma grande emoção poder participar dessa retomada, ver todos esses barcos, toda essa movimentação. A procissão Náutica de Dom Bosco estava em esquecimento e veio o Governo do Ibaneis com a Secretária de Turismo Vanessa Mendonça e resgataram essa grande ação. Foi emocionante participar do júri e poder ver todos esses barcos celebrando Dom Bosco com todo o segmento náutico”, afirmou a empresária.
Um júri formado por jornalistas, decoradores e especialistas elegeu os barcos que mais se destacaram na Procissão Náutica. Os prêmios serão concedidos exclusivamente às embarcações inscritas na Procissão Náutica de Dom Bosco, conforme cada uma das categorias, e apenas para o primeiro lugar:Embarcação Mais Decorada: Flash Point; Embarcação Mais Criativa : Vitória II; Embarcação Mais Animada: Desperdício; Melhor Fantasia: Embarcação Orion.







