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Startup que faz o salário de brasileiros render ganha aporte

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Felipe Oliveira, Lúcio Araújo e Renan Araújo, fundadores do People Club

Startup se destaca no DemoDay da Campus Party Brasil 2021 e vence a competição, garantindo o recebimento de recursos para aceleração na CapTable, além de mentoria e uma vaga na próxima edição do evento

Em apenas três minutos, os sócios do People Club provaram ser donos de um modelo de negócio muito relevante. Assim, venceram o DemoDay, evento realizado pelo maior festival de tecnologia do mundo: a Campus Party Brasil, em parceria com a Prefeitura de São Paulo.

Como prêmio, a startup paranaense do grupo ROIT BANK – accountech que desenvolve soluções em tecnologia para contabilidade e finanças – terá a possibilidade de receber mentoria, um stand na próxima edição da Campus presencial e mais R$ 500 mil através da captação de recursos por meio da CapTable. Esta é uma plataforma considerada referência em investimentos em inovação no Brasil que seleciona startups com grande potencial de serem os próximos unicórnios e traz a pessoas comuns a possibilidade de investimento em novos negócios. Desde a sua criação, a CapTable conquistou a confiança de mais de quatro mil investidores que aportaram cerca de R$ 30 milhões em startups.

“Para nós, essa conquista significa mais uma importantíssima validação do nosso modelo de negócio e, principalmente, do nosso propósito de construir um Hub que centraliza benefícios para empresas, colaboradores e parceiros”, comemora o CEO e fundador da startup, Renan Araújo.

Este não foi o primeiro aporte recebido pelo People Club. Em dezembro, a startup foi selecionada pela Relp Aceleradora, empresa criada pelo fundador da China in Box, Robinson Shiba. “Nascemos em um ano difícil, de adversidades, marcado pela pandemia [de Covid-19]. Mesmo com as dificuldades, consolidamos o empreendimento e estamos prontos para a expansão”, afirma Renan.

A startup tem metas ambiciosas. O modelo já alcança mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil e projeta chegar aos 50 mil usuários até o fim do ano, além de 200 empresas conectadas e um GMV superior a 2MM (volume movimentado através do hub).

“Sonhamos muito alto e o preço que se paga por sonhar alto é esse longo caminho cheio de desafios e constantes validações. Temos uma jornada de evolução do produto extremamente relevante e com um conceito único. Pretendemos conquistar autoridade e relevância em uma missão de apoio às empresas, com o objetivo de escalar a gestão de benefícios de forma centralizada e mais eficiente, buscando, ainda, economia e condições competitivas, aumentando o budget das empresas, fortalecendo o poder de compra do colaborador e promovendo o acesso a este mercado para parceiros e lojas conveniadas”, diz Renan.

O People Club nasceu em plena pandemia inicialmente como um clube de descontos. Com os aportes da marca, a startup desenvolveu novos serviços, ampliou parcerias, conquistou clientes e tornou-se um negócio próprio, configurando-se como hub de benefícios. Entre os benefícios, o People Club fornece à área de Recursos Humanos (RH) das empresas-clientes a possibilidade destas ofereceram a seus colaboradores benefícios flexíveis, assistências médicas e odontológicas, planos de previdência privada, antecipação de salários e crédito, além dos tradicionais descontos em um amplo leque de produtos e serviços. São cerca de 5 mil marcas parceiras.

“Nossa empresa tem pouco tempo de vida, porém o nosso sonho e o nosso propósito já vêm de muitos anos. Temos um time enxuto, mas muito qualificado e engajado. Montamos de forma cirúrgica nosso quadro societário, onde todos os sócios, além de experiência e qualificação, estão 100% alinhados à cultura e ao propósito da empresa como um todo”, completa o CSO e também fundador do People Club, Lúcio Araújo.

DEMODAY

O evento, cujo objetivo é promover negócios e conexões de hubs, foi realizado de maneira remota, via DemoDay Campus Party Brasil em parceria com a Prefeitura de São Paulo. Ele seleciona startups que têm potencial de serem os próximos unicórnios, além de trazer ao investidor comum informações sobre novas possibilidades de negócios.

Cada startup participante na disputa teve três minutos para apresentar seu projeto e outros cinco para interagir com os investidores e representantes de organizações, como a CapTable, Gouvêa Ecosystem, Tecnopuc, Porto Digital, Orbi Conecta, Sai do Papel, AB Startup, AB Fintech, Astella Investimento, Domo Investment, Shawee, Sony Music e Skylar.

Em 2021, a segunda edição da Campus Party Digital Edition no Brasil contou com a participação de outros países da América Latina, como Argentina, Colômbia, Uruguai e Paraguai.

Previsão do Orçamento de 2022 ao fundo eleitoral é de R$ 2,1 bilhões

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Concursos Públicos devem contratar 41,7 mil novos servidores

Enviado nesta terça (31) ao Congresso Nacional, o Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2022 destina R$ 2,128 bilhões ao fundo eleitoral, que será usado pelos partidos na campanha eleitoral do próximo ano, informou o secretário de Orçamento Federal do Ministério da Economia, Ariosto Culau.

Pelo projeto, a quantia fica praticamente igual à de 2020, quando o fundo eleitoral para as eleições municipais ficou em R$ 2 bilhões. No entanto, o valor deverá ser negociado com os parlamentares durante a tramitação do PLOA no Congresso.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro vetou o artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022 que reservava R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral. O Congresso Nacional ainda pode derrubar o veto.

Criado em 2017, o Fundo Especial de Financiamento de Campanhas é formado com recursos do Orçamento e substitui o financiamento privado de campanhas eleitorais. O financiamento público passou a vigorar após Supremo Tribunal Federal (STF) declarar inconstitucionais as doações de empresas a candidatos.

Cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definir um piso para o fundo a cada eleição, com base em parâmetros previstos em lei. No entanto, o Congresso pode elevar o valor durante a tramitação do Orçamento.

Governo comenta Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2022

Governo comentou Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2022, entregue hoje ao Congresso Nacional

Concursos públicos

Sem concursos federais há três anos, o governo pretende contratar 41,7 mil novos servidores em 2022, informou o secretário de Orçamento Federal. Segundo ele, as contratações serão para recompor a força de trabalho que se aposentou ou morreu nos últimos anos.

“Temos um volume grande para agências reguladores e para o Ministério da Educação. Não houve espaço no orçamento para reajustes, apenas recomposição da força de trabalho”, declarou Culau.

Segundo o secretário especial de Orçamento e Tesouro, Bruno Funchal, a Secretaria de Gestão do Ministério da Economia tem feito estudos, que apontaram a necessidade de “algum concurso” para recompor a demanda represada em diversos órgãos.

Apesar da previsão de retorno dos concursos públicos, o PLOA 2022 não tem previsão de reajuste para o funcionalismo público federal, disse Funchal. Ele, no entanto, informou que isso pode mudar caso o parcelamento dos precatórios (dívidas do governo reconhecidas em definitivo pela Justiça) seja aprovado, criando espaço no teto federal de gastos.

“O Orçamento já está muito apertado, mas tendo algum tipo de mudança por conta do que está em discussão sobre o pagamento de precatórios, vão ser definidas as prioridades [com base no espaço que seria aberto]. Outras discussões serão feitas ao longo do processo orçamentário”, explicou.

Orçamento do Governo Federal de 2022 prevê salário mínimo de R$ 1.169

Valor é R$ 22 maior que o aprovado na LDO

A alta da inflação nos últimos meses fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da lei orçamentária de 2022, enviado hoje (31) ao Congresso Nacional, prevê salário mínimo de R$ 1.169, R$ 22 mais alto que o valor de R$ 1.147 aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) .

A Constituição determina a manutenção do poder de compra do salário mínimo. Tradicionalmente, a equipe econômica usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano corrente para corrigir o salário mínimo do Orçamento seguinte.

Com a alta de itens básicos, como alimentos, combustíveis e energia, a previsão para o INPC em 2021 saltou de 4,3% para 6,2%. O valor do salário mínimo pode ficar ainda maior, caso a inflação supere a previsão até o fim do ano.

PIB

O projeto do Orçamento teve poucas alterações em relação às estimativas de crescimento econômico para o próximo ano na comparação com os parâmetros da LDO. A projeção de crescimento do PIB passou de 2,5% para 2,51% em 2022. Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, foi mantida em 3,5% para o próximo ano.

Outros parâmetros foram revisados. Por causa das altas recentes da Selic (juros básicos da economia), a proposta do Orçamento prevê que a taxa encerrará 2022 em 6,63% ao ano, contra projeção de 4,74% ao ano que constava na LDO.

A previsão para o dólar médio foi mantida em R$ 5,15.

Passageiros do Gama e de Santa Maria têm mudanças em linhas de ônibus

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Mesmo com essas mudanças, esses passageiros do Gama e de Santa Maria vão continuar pagando a mesma tarifa atual, de R$ 5,50

Usuários com destino ao Cruzeiro, Sudoeste, Saan e SIA devem utilizar o BRT Sul, a partir deste sábado (4)

Os passageiros do Gama e de Santa Maria que vão para o Cruzeiro, Sudoeste e para os setores de Indústria e Abastecimento (SIA) e de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan) passam a contar com viagens partindo dos terminais do BRT Sul a partir deste sábado (4). Com isso, as linhas atuais que atendem esses destinos com veículos básicos, circulando pelas vias com trânsito compartilhado, terão a operação suspensa.

Dessa forma, esses usuários passam a ser atendidos por quatro novas linhas, operadas com veículos novos do tipo Padron, que fazem parte da renovação de frota da empresa Pioneira. Os coletivos vão operar pela faixa exclusiva do BRT Sul, com viagens mais rápidas, melhorando a qualidade do serviço de transporte oferecido com maior conforto, e reduzindo os tempos de deslocamentos.

A nova linha paradora 2210 vai sair do terminal do BRT do Gama até o Cruzeiro, passando também pelo SIA e Saan. Ela vai funcionar nos dias úteis, nos horários de pico, com 10 viagens no total.

Por sua vez, saindo do terminal do BRT de Santa Maria, serão duas novas linhas paradoras. A linha 2309 vai até o Cruzeiro e Sudoeste passando pelo SIA, com 24 horários nos dias úteis e 15 aos sábados, enquanto a linha 2310 faz o atendimento SIA e Saan, com 14 saídas de segunda a sexta e outras 5 aos sábados.

A nova linha 2211 vai sair da Estação Park Way, nos horários de entrepico, onde será possível realizar a integração para o SIA, Cruzeiro e Sudoeste. Serão 21 viagens de segunda a sexta e 14 aos sábados.

“Essas mudanças visam otimizar e melhorar o atendimento dos usuários, que passam a ter acesso a um sistema que opera de forma mais rápida, ampla e direta. Durante boa parte do trajeto, esses coletivos se deslocam pela faixa exclusiva do BRT”, afirma o subsecretário de operações da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), Márcio Antônio de Jesus.

Por conta dessas alterações, as linhas 203.3, 203.6, 203.7, no Gama, e 0.256, 0.276, 256.1 e 256.2, em Santa Maria, vão ser desativadas “Esses serviços são operados atualmente com ônibus básicos. Agora, esses passageiros vão poder fazer, pelo BRT, as viagens em ônibus novos, do tipo Padron, melhorando os níveis de conforto, segurança e acessibilidade”, acrescenta Márcio Antônio.

SMU

Essa nova operação também vai trazer mudança para os passageiros do Gama e de Santa Maria que precisam ir até o Setor Militar Urbano (SMU). Também a partir deste sábado (4), esses usuários devem utilizar as linhas expressas do BRT até a Rodoviária do Plano Piloto, a fim de realizar a integração com as linhas 0.143, 143.2 e 108.5 para complementar seus deslocamentos, em função da desativação das linhas 203.7 e 256.2.

Integração

Mesmo com essas mudanças, esses passageiros do Gama e de Santa Maria vão continuar pagando a mesma tarifa atual, de R$ 5,50. Para isso, devem obrigatoriamente utilizar o cartão BRB Mobilidade, a fim de fazer a integração das linhas circulares com as de ligação do BRT.

É importante lembrar que o sistema do BRT é operado por meio de cartões. Não é possível pagar a passagem em dinheiro. Dessa forma, os usuários das linhas convencionais que não possuem nenhum tipo de cartão do Sistema de Transporte Público Coletivo do DF precisam providenciar os seus cartões.

A primeira via do documento pode ser emitida nos terminais do Gama e de Santa Maria, além da estação do Park Way. Nos três locais também é possível fazer a recarga dos créditos.

No Gama e no Park Way, as bilheterias funcionam de segunda a sexta, das 5h às 22h. Já em Santa Maria, o atendimento acontece todos os dias da semana, no mesmo horário das demais.

LINHA 2210
DIAS ÚTEIS
IDA VOLTA
06:00 17:20
06:15 17:35
06:30 17:50
06:45 18:05
07:00 18:20

 

LINHA 2211
DIAS ÚTEIS SÁBADO
CIRCULAR CIRCULAR
08:00 08:30
08:25 09:04
08:50 09:38
09:15 10:12
09:40 10:46
10:05 11:20
10:30 11:54
10:55 12:28
11:20 13:02
11:45 13:36
12:10 14:10
12:35 14:44
13:00 15:18
13:25 16:00
13:50
14:15
14:40
15:05
15:30
15:55
16:20

 

LINHA 2309
DIAS ÚTEIS SÁBADOS
IDA VOLTA IDA VOLTA
05:30 06:35 05:40 08:50
05:50 07:00 06:00 17:00
06:08 07:35 06:20 17:30
06:24 16:40 06:40 18:10
06:40 17:00 07:00 18:40
06:56 17:10 07:20
07:15 17:20 07:40
07:35 17:40 08:00
08:10 18:00 08:20
17:00 18:30 17:00
18:00 19:10
18:30 19:40

 

LINHA 2310
DIAS ÚTEIS SÁBADOS
IDA VOLTA IDA VOLTA
05:05 17:00 05:08 12:00
05:40 17:20 06:35 12:20
06:00 17:30 06:50
06:16 17:40
06:32 18:00
06:48 18:20
07:05
07:45

Linhas desativadas

203.3 – Gama/Rodoferroviária (Saan)
203.6 – Gama Sul-Leste/Cruzeiro (SAI-Saan-Rodoferroviária)
203.7 – Gama Oeste/Cruzeiro (SAI-Saan-Rodoferroviária)
0.256 – Santa Maria/SIA-Cruzeiro-Sudoeste
0.276 – Santa Maria (Q. 400)/SIA-Saan
256.1 – Santa Maria/SIA-Saan (Rodoferroviária)
256.2 – Santa Maria/QG Exército (Sudoeste)

Distrito Federal terá teletrabalho permanente na administração pública

GDF publica decreto atualizando e consolidando todas as diretrizes do trabalho remoto, estabelece regras, requisitos e metas

O GDF publicou, nesta terça-feira (31), a regulamentação do teletrabalho no âmbito da administração distrital. O Decreto nº 42.462, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), autoriza o trabalho remoto de forma permanente, atualiza e consolida todas as diretrizes da modalidade, estabelece regras, requisitos e metas, além de orientar os órgãos públicos distritais no alinhamento à legislação.

 

O teletrabalho deixará pessoas mais perto de suas famílias, reduzirá o trânsito na cidade, diminuirá o custo público com mobiliário e locações, dentre outros benefícios. É uma realidade que chegou para ficarSecretário de Economia, André Clemente

 

O texto, elaborado pela Secretaria de Economia, aponta quatro objetivos principais na regulamentação do trabalho remoto: aumentar a produtividade e a qualidade das atividades desempenhadas; economizar tempo e reduzir custos de deslocamento dos servidores até o local de trabalho, contribuindo com a melhoria da mobilidade urbana; ajudar na redução de custos na administração pública, como consumo de água, energia elétrica e outros bens e serviços disponibilizados no órgão; além de promover a cultura orientada para resultados, com foco no incremento da eficiência e da efetividade dos serviços prestados à sociedade.

O GDF implantou o trabalho remoto na pandemia da covid-19, em 2020, o que garantiu segurança aos servidores, alinhou mais produtividade com economia de recursos públicos, além de avançar na melhoria da qualidade de vida do funcionalismo.

“O serviço público está se modernizando para ser melhor e entregar mais à população. O teletrabalho deixará pessoas mais perto de suas famílias, reduzirá o trânsito na cidade, diminuirá o custo público com mobiliário e locações, dentre outros benefícios. É uma realidade que chegou para ficar”, afirma o secretário de Economia, André Clemente.

 

A adoção do teletrabalho é facultativa, a critério dos órgãos e das chefias imediatas das unidades

 

Não se enquadram no conceito de teletrabalho as atividades que, em razão da natureza do cargo ou das atribuições da unidade de lotação, são desempenhadas externamente às dependências do órgão. Além disso, servidores em estágio probatório e aqueles que trabalhem em escala de revezamento ou plantão estão fora da modalidade.

Os servidores que optarem pelo trabalho remoto poderão realizar suas atividades de forma integral ou parcial, em dias alternados, definidos previamente em cronograma.

A adoção do teletrabalho é facultativa, a critério dos órgãos e das chefias imediatas das unidades. Caberá ao dirigente máximo do órgão a implementação do teletrabalho e a definição de quais setores poderão adotá-lo.

O decreto destaca que setores em que haja atendimento ao público externo ou interno deverão manter a capacidade plena de funcionamento. Sobre a jornada de trabalho, o texto estabelece que a mesma será considerada cumprida conforme as metas de desempenho estipuladas tenham sido alcançadas.

Requisitos

A partir do decreto, para a implantação do teletrabalho em seus setores, as chefias imediatas deverão elaborar um plano de trabalho com indicadores objetivos para aferir resultados, ferramentas de controle das metas estabelecidas, mensurar os resultados da unidade, com o detalhamento e a descrição das atividades a serem desempenhadas, e estabelecer o quantitativo total de servidores na unidade e o quantitativo que poderá participar, observada a permanência mínima necessária de servidores no setor.

 

O servidor autorizado a realizar trabalho remoto deverá se responsabilizar pela estrutura de trabalho própria, não cabendo ao GDF qualquer ressarcimento por investimento em mobiliário, infraestrutura tecnológica e de comunicação adequados à realização do serviço

 

As atividades desenvolvidas em teletrabalho serão formalizadas por meio do Formulário de Pactuação de Atividades e Metas, com os índices, objetivos e metas mensais a serem alcançadas definidas em consenso com os servidores.

Em caso de limitação do número de servidores em teletrabalho dentro de uma unidade,  a chefia imediata deverá priorizar gestantes e lactantes, servidores com horário especial por motivo de saúde, servidores que tenham filhos, cônjuge ou dependentes com deficiência, servidores com dependentes econômicos que constem do assentamento funcional com idade até seis anos ou acima de 65 anos de idade, e servidores com maior tempo de exercício na unidade.

A participação do servidor no regime de teletrabalho poderá ser revista a qualquer momento pelo órgão ou pelo participante. Caso a unidade opte pelo fim do teletrabalho, o servidor deverá ser avisado com 30 dias de antecedência. São motivos para encerramento do regime de trabalho remoto o descumprimento das obrigações previstas no plano de trabalho, metas e resultados e no Formulário de Pactuação de Atividades e Metas, a conclusão do prazo previamente estabelecido, a mudança de lotação ou unidade de exercício, a designação do servidor para a execução de outra atividade não abrangida pelo teletrabalho, por necessidade do serviço e pela priorização de categorias de servidores relacionadas no decreto.

O servidor autorizado a realizar trabalho remoto deverá se responsabilizar pela estrutura de trabalho própria, não cabendo ao GDF qualquer ressarcimento por investimento em mobiliário, infraestrutura tecnológica e de comunicação adequados à realização do serviço. Fica a cargo das unidades de tecnologia da informação dos órgãos divulgar os requisitos tecnológicos mínimos para realização do teletrabalho e viabilizar o acesso remoto dos servidores ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI), aos sistemas próprios e ao e-mail institucional.

Ao final de cada ano, o GDF deverá realizar, a partir de dados dos órgãos públicos que aplicarem o teletrabalho, uma ampla avaliação técnica sobre o aproveitamento da adoção do teletrabalho para a Administração, com justificativa quanto à conveniência de sua manutenção, bem como apresentação de possíveis sugestões de melhorias ao órgão central de gestão de pessoas do Distrito Federal.

Covid-19: Brasil começa a ter redução na ocupação de leitos

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A vacinação contra a Covid-19 começou a causar impacto na quantidade de pessoas que são internadas

Vinte estados brasileiros estão com taxa de ocupação em leitos de Covid-19 abaixo de 50%. Essa é a primeira vez, desde o início da pandemia, que a situação dos hospitais reduz nessa proporção, segundo informações do Ministério da Saúde. O dado responde tanto por leitos clínicos como Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o  índice de ocupação é considerado um resultado direto do avanço da vacinação pelo Brasil.

Os estados com taxa de ocupação de leitos abaixo de 50% são o Acre, Pará, Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina.

Já os estados de Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul estão em zona de alerta, com taxas entre 51% e 69%. O Rio de Janeiro está na faixa de emergência, com taxa de 70% a 80%. Segue em zona grave o estado de Roraima, com ocupação entre 80% e 94%.

Esse levantamento foi consolidado pelo Ministério da Saúde com base nas informações fornecidas pelas Secretarias Estaduais de Saúde. Apesar disso, até o fechamento desta reportagem, o estado do Amapá e o Distrito Federal não divulgaram dados a respeito da ocupação de leitos.

Fonte: Brasil 61

Governo do DF monta força-tarefa para cirurgias eletivas

Em coletiva no Palácio do Buriti, o secretário de Saúde, general Pafiadache, deu detalhes sobre as medidas tomadas para acelerar a realização de cirurgias eletivas: mudanças gradativas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Com horas extras e terceiro turno, meta é acelerar realização desses procedimentos e reduzir a demanda represada, estimada em cerca de 40 mil pessoas

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou uma força-tarefa para acelerar a produção cirúrgica nos hospitais da rede pública. A meta é alcançar os pacientes que aguardam há mais tempo por uma cirurgia eletiva e reduzir a atual demanda reprimida, estimada em cerca de 40 mil pessoas.

“Estamos concentrando as pessoas com covid-19 nos hospitais de campanha, porque a intenção é que nossos hospitais retornem a fazer cirurgias, internações e consultas”General Pafiadache, secretário de Saúde

Entre as medidas tomadas para possibilitar esse avanço, estão a concessão de 10 mil horas de Trabalho por Tempo Definido (TPD), autorizadas pela Secretaria de Economia, o terceiro turno de cirurgias eletivas e a remobilização de leitos antes destinados para atendimento a pacientes com covid-19 para pacientes não covid.

As informações foram divulgadas em coletiva de imprensa, no Palácio do Buriti, pelo secretário de Saúde, general Pafiadache, pela secretária adjunta de Assistência à Saúde, Raquel Beviláqua, e pelo subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.

Durante a coletiva, o secretário de Saúde anunciou que, a partir de agora, os encontros semanais com os jornalistas passam a ocorrer com os membros da pasta no auditório da Secretaria de Saúde.

“Hoje temos uma série de diretrizes do governador. Estamos concentrando as pessoas com covid-19 nos hospitais de campanha, porque a intenção é que nossos hospitais retornem a fazer cirurgias, internações e consultas, voltando a um estado de normalidade para atender a população geral não covid”, explica o secretário, enfatizando que as mudanças ocorrerão gradativamente.

A secretária adjunta de Assistência à Saúde, Raquel Beviláqua, destacou as medidas que já estão em curso para aumentar a produção cirúrgica em todos os hospitais da rede pública. “A gente tem mapeado 40 mil pacientes aguardando cirurgias eletivas.”

Na tarde desta segunda-feira (30), a taxa de ocupação dos leitos de UTI girava em torno de 55%, com apenas seis pacientes aguardando um leito com suporte especializado.

A Secretaria de Saúde também lançou o edital para mudança de especialidade. Desta forma, médicos que desejam migrar para a especialidade de anestesiologia poderão manifestar interesse e fazer a conversão conforme os dispostos previstos no edital.

397profissionais foram nomeados para reforçar a rede pública de saúde no DF

Força-tarefa

A força-tarefa começou, na última semana, pelo Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Na unidade, foram feitos 93 procedimentos cirúrgicos, sendo 47 eletivos. Com isso, houve melhora no fluxo e 20 leitos foram desocupados e liberados para novas internações.

Todas as salas de cirurgia do HRT estão operantes. Outras unidades também já se organizaram ou se organizam para aumentar a produção cirúrgica, como o Hospital Regional de Samambaia (HRSam), que já fez cirurgias por meio de mutirão no último fim de semana.

No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), leitos estão sendo remobilizados do perfil covid-19 para não covid. O objetivo é oferecer leitos de retaguarda para internação pós-cirúrgica e para atendimento de emergências. A unidade já retomou a oferta de cirurgias eletivas e o atendimento no pronto-socorro de ginecologia e obstetrícia para pacientes não covid.

“A pandemia não terminou e precisamos nos concentrar, cada vez mais, nas medidas de contenção até que consigamos vacinar boa parte da nossa população com a segunda dose”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde

Com a remobilização de leitos, o Hran começou a encaminhar os pacientes com covid-19 para os hospitais de campanha. A medida resultará na liberação de 52 leitos no pronto-socorro e na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) para atendimento não covid.

À medida que os pacientes forem sendo transferidos, a assistência para o perfil geral será ampliada. A remobilização de leitos de UTI covid para não covid também ocorre em outros hospitais:

– Hospital Regional de Sobradinho (8 leitos remobilizados)
– Hospital Regional do Gama (20 leitos)
– Hospital Regional de Samambaia (2 UTIs remobilizadas, sendo a UTI 1 com 7 leitos e a UTI 2 com 10 leitos)
– Hospital Regional de Ceilândia (10 leitos)
– Hospital de Base (20 leitos)
– Hospital Regional da Asa Norte (20 leitos)
– Hospital da Criança (10 leitos)

Também haverá remobilização de leitos do Hospital Regional de Santa Maria. O atendimento no pronto-socorro permanecerá ocorrendo, dando assistência ao paciente que chega por demanda espontânea. Porém, havendo necessidade de internação, ele poderá ser encaminhado para um hospital de campanha.

Nos próximos dias, haverá, ainda, a convocação de médicos de clínica médica aprovados no último processo seletivo simplificado emergencial

De acordo com Raquel Beviláqua, “essa remobilização só foi possível com a disponibilização dos leitos com suporte ventilatório dos três hospitais de campanha do Gama, Ceilândia e Autódromo, e o avançar da remobilização permitiu o retorno das cirurgias eletivas, retomadas em maio.”

A taxa de transmissão da covid-19 no DF está, atualmente, em 1.08, o que significa que cada 100 infectados pelo novo coronavírus contaminam outros 108. Dos casos de infecção pela covid-19 pela variante Delta, já foram registradas 81 confirmações e oito óbitos. Os números foram apresentados pelo subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.

“É importante mantermos as medidas não farmacológicas ativas, como o uso da máscara, distanciamento, higienização das mãos. A pandemia não terminou e precisamos nos concentrar, cada vez mais, nessas medidas de contenção até que consigamos finalmente vacinar boa parte da nossa população com a segunda dose”, recomenda o subsecretário.

Nomeações

A rede pública de saúde vai ganhar, nos próximos dias, um reforço no quadro de pessoal. Foram nomeados 397 profissionais, sendo 104 médicos das especialidades de cirurgia do aparelho digestivo, cirurgião trauma, endoscopia e ortopedia; 80 farmacêuticos; 53 administradores; 35 fonoaudiólogos; 64 enfermeiros obstetras; 39 enfermeiros de família e comunidade, entre outros.

2.002.324primeiras doses, 762.558 segundas doses e 56.082 doses únicas tinham sido aplicadas pela Saúde até o último domingo

Nos próximos dias, haverá, ainda, a convocação de médicos de clínica médica aprovados no último processo seletivo simplificado emergencial.

Campanha de vacinação

A campanha de vacinação contra a covid-19 avança conforme o Distrito Federal recebe mais doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI). O subsecretário Divino Valero destacou que a vacinação para os jovens entre 12 e 16 anos depende da chegada de mais doses da vacina Pfizer-BioNTech – único imunizante autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação nesse público.

“Iniciamos a cobertura vacinal dos [menores] de 17 anos e chegamos, inclusive, a fazer 65% desse total. E aí, houve um enunciado do Ministério da Saúde alertando para a mudança na estratégia para que, agora, a prioridade seja a dose reforço ou terceira dose”, explica Valero, informando, ainda, que, após essa nova recomendação do ministério, o DF não recebeu as doses da Pfizer para vacinação desse grupo específico: de 12 a 17 anos.

“O repasse do MS de [vacinas] Pfizer foi de apenas 5.580 doses, ou seja, nós vamos utilizar essas doses para dar continuidade na vacinação dos 17 anos acima e ficaremos aguardando um posicionamento do Ministério da Saúde quanto ao número de doses para dar continuidade na cobertura vacinal de 12 a 17 anos”, afirma Divino.

Nesta segunda (30), seriam recebidas 27.250 doses para segunda dose de AstraZeneca e 10.530 para segunda dose de Pfizer-BioNTech.

Durante a coletiva, Divino informou que a aplicação da dose de reforço na população com 70 anos ou mais, que recebeu duas doses há seis meses, será a partir do dia 15 de setembro, conforme anunciado pelo Ministério da Saúde. Para esse período, existe a previsão do envio de um número maior de doses para todo o território nacional contemplando também esse público anunciado.

Até o último domingo, a Secretaria de Saúde já havia aplicado 2.002.324 primeiras doses, 762.558 segundas doses e 56.082 doses únicas.

Busca ativa

Para alcançar a população que vive na zona rural do DF, além das vacinas disponibilizadas nas unidades básicas de saúde rurais, a Secretaria de Saúde vai montar equipes para ir em busca de pessoas que ainda não se vacinaram e que residem nesses locais.

“Temos na área rural uma população muito grande, e a gente acredita que parte dessa população ainda não teve acesso a vacina. Nossa intenção é montar equipes e ir até essas pessoas e levar a vacina”, informa Divino Valero.

Antecipação da segunda dose

A partir desta terça-feira (31), quem tem a segunda dose das vacinas AstraZeneca e Pfizer-BioNTech marcadas no cartão de vacina para serem aplicadas até o dia 7 de setembro poderá antecipar o recebimento em qualquer unidade que ofereça esses imunizantes. É necessário levar o cartão de vacina no momento da vacinação.

* O TPD é um recurso utilizado pela Secretaria de Saúde para suprir eventuais déficits de servidores e garantir a assistência ao cidadão. É como se fosse uma hora adicional trabalhada por determinado período.

Distrito Federal já vacinou mais de 350 mil pessoas de outros estados

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Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF

Na capital federal não é exigida comprovação de moradia para ser imunizado contra a covid-19

Desde o início da campanha de vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal, a Secretaria de Saúde já aplicou 2.820.964 doses da vacina que protege contra o novo coronavírus. Ao longo dos últimos sete meses, moradores de vários estados que estavam na capital procuraram os pontos de vacinação e receberam tanto a primeira dose quanto a segunda. No total, a campanha já atingiu 352.752 pessoas pertencentes a esse público.

Arte: SES-DF

O quantitativo de primeiras doses recebidas por moradores de outras unidades da federação chegou a 263.854. A maior parte dos vacinados é do estado de Goiás, um total de 98.238 pessoas. Em seguida aparecem moradores de Minas Gerais, com 28.916 vacinados com a primeira dose.

Já a segunda dose foi aplicada em 82.921 pessoas que não moram no DF, sendo 37.047 vindas de Goiás; 9.342 de Minas Gerais e 5.581 de São Paulo. Em relação à dose única, foram registrados 5.977 vacinados de outros estados, sendo a maioria de Goiás (3.149) e Minas Gerais (489).

A Secretaria de Saúde lembra que o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) é universal.

Coluna do Fluminense | O que esperar desse time?

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Nesta segunda-feira, o Fluminense recebeu o Bahia e no primeiro tempo só foi possível registrar um gol de falta muito bem cobrada por Lucca, em que o goleiro falhou, e um encantamento da péssima juíza Edina com o centroavante Gilberto, do Bahia que gozou de imunidade para fazer falta a vontade, sem receber nenhum cartão.

Com 1×0 começamos o segundo tempo sem nenhuma criatividade dos 2 times.

A partir dos 20 minutos, o Bahia ocupou o nosso campo e apesar de vários jogadores visivelmente cansados, Marcão demorou até os 35 minutos para substituir.

Depois de levar 2 bolas na trave, no último lance do jogo, Bobadilla fez 2×0.

Vitória importante mas atuação sofrível, e vai precisar jogar muito mais do que jogou para vencer o Juventude na próxima quinta-feira.

Ao ver essa atuação, me lembro do que ensinava Cruyf: “num jogo de 90 minutos, você fica no máximo 3 minutos com a bola. Então é necessário saber o que fazer nos 87 minutos restantes.”

Movimentação é fundamental e aí entra o ensinamento de gentil Cardoso: “Quem se desloca recebe, quem pede tem preferência.”
Portanto, não existe segredo no futebol.

Num momento em que não existe nenhuma “Brastemp” no futebol brasileiro, tanto assim que quase ninguém dribla mais, prevalece a transpiração sobre a inspiração, ou seja o time tem que ter movimentação e velocidade.

Mas antes disso, tem que ter auto-estima e confiança alimentando a ambição de ganhar.

Apesar da troca de técnico, o Fluminense continua sendo um time que não acredita em si mesmo, inferiorizado e com o complexo de vira-latas que Nelson Rodrigues falava.

Esse sentimento tem suas razões mas a principal é a mediocridade da direção de Mário Bitencourt que contamina todos que atuam no futebol tricolor.

Deixamos de ambicionar títulos e conquistas para nos tornar formadores de jogadores, não para resgatar a grandeza tricolor mas para ser mero vendedor de jogadores.

Espera-se que surja um novo Horta ou Schwartz para recolocar o Fluminense no seu devido lugar.

Enquanto isso, respondendo à pergunta-título, Sofrimento.

Bora Fluzão 🇧🇬🇧🇬🇧🇬

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente tricolor

Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, recebe o Campeonato Sul-Americano de Voleibol Masculino

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Brasil joga contra o Peru na próxima quarta-feira (1º); Não haverá torcida presencial devido aos protocolos sanitários contra a covid-19

Para os que estão com saudades  de acompanhar os jogos da seleção brasileira de vôlei, basta sentar na frente da TV a partir da próxima quarta-feira. De 1º a 5 de setembro, o Campeonato Sul-Americano de Voleibol Masculino será disputado no Ginásio Nilson Nelson, em turno único, com todos os times se enfrentando. A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) apoia o evento da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), organizando o evento mediante todas os protocolos de combate à covid-19.

“Brasília é o palco perfeito para a realização de grandes competições esportivas, já está inclusa no calendário nacional e internacional de várias modalidades. Nossa cidade já recebeu a seleção brasileira de voleibol, sempre com sucesso de público. Nesta vez, por questões de segurança, não haverá torcida nas arquibancadas, mas tenho certeza que será, mais uma vez, um sucesso”, explica a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

O montante empenhado, por meio de termo de fomento, no valor de R$ 1.304.070,86, cobre despesas como montagem de salas de suporte, apoio de equipes e atletas, estrutura, materiais diversos, ambientação do ginásio, posto médico. Em contrapartida, a CBV promoverá gratuitamente, em momento posterior, uma palestra com um dos membros da comissão técnica da seleção brasileira masculina de voleibol sobre o ciclo olímpico do voleibol com as adversidades da pandemia.

Saiba Mais

O Brasil inicia sua participação contra o Peru na próxima quarta-feira (1º). A Colômbia é a adversária da segunda rodada, na quinta-feira (9), e o Chile é o rival de sexta-feira (3) – todos os confrontos serão às 19h. A seleção brasileira encerra a competição enfrentando a Argentina na última rodada, às 10h de domingo.