Movimentação no Cemitério Campo da Esperança no dia de Finados
Desde sábado (30), em virtude do Dia de Finados (2), o Departamento de Trânsito (Detran) DF faz o controle do tráfego nas vias próximas aos cemitérios de Brazlândia, do Gama, de Planaltina e Taguatinga
O feriado de Finados, celebrado nesta terça-feira (2), terá modificações no funcionamento dos serviços públicos na capital federal. Isso ocorrerá porque hoje (1º) é ponto facultativo para o funcionalismo local, em virtude do Dia do Servidor Público, comemorado em 28 de outubro.
De acordo com o governo do Distrito Federal (GDF), mais de 500 mil pessoas passarão pelos seis cemitérios no feriado. Nos locais, serão oferecidos atendimentos com psicólogos, orientações e serviços de ouvidoria. Os estabelecimentos ficarão com os portões abertos das 7h às 19h.
O controle de acesso aos cemitérios será feito pelos funcionários da empresa administradora, que estarão identificados com coletes. Para evitar que no Dia de Finados ocorra grande concentração de veículos nas proximidades dos cemitérios, o Detran orienta que os visitantes procurem ir aos locais em outros dias.
Metrô DF
A Companhia do Metropolitano (Metrô) informou, por meio das redes sociais, que o horário de funcionamento hoje será o mesmo dos dias úteis: das 5h30 às 23h30. No Dia de Finados, os trens circulam das 7h às 19h.
Ônibus
Amanhã, no feriado, o transporte público coletivo do DF vai operar com os horários de domingo, com reforço, de acordo com a demanda de passageiros, nas linhas que atendem aos cemitérios de Sobradinho, Planaltina, Gama, Taguatinga, Brazlândia e Plano Piloto. Já o metrô vai funcionar das 7h às 19h.
Hoje, os ônibus funcionam nos horários normais, conforme tabela de dia útil.
Os horários dos ônibus podem ser conferidos no DF no Ponto.
Bancos
De acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), as agências abrem nesta segunda-feira no DF. Amanhã, estarão fechadas.
Aeroportos
A Inframérica, administradora do aeroporto de Brasília, estima movimentação de cerca de 200 mil passageiros no terminal aéreo durante o feriado de Finados. Entre sexta-feira (29) e a próxima quarta (3) são esperados 1.575 voos, com extras para atender à demanda. O aeroporto é centro de conexões de voos do país e aproximadamente 47% dos passageiros desembarcam na capital a fim de seguir para outras regiões.
Na última sexta-feira, era esperado um fluxo de saída para o feriadão de cerca de 18 mil passageiros, com pico de movimento das 7h às 10h e das 19h às 22h. Hoje e amanhã, o fluxo de retorno previsto é de 18 mil e 19 mil passageiros, respectivamente. Os destinos mais procurados foram São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador.
A expectativa é que a movimentação deste fim de semana prolongado seja equivalente ao fluxo do último feriado, de 12 de outubro.
Rodovias federais
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçou a fiscalização do trânsito nas estradas durante todo o feriado. Com o objetivo de prevenir e reduzir o número de acidentes e combater práticas ilícitas, o policiamento ostensivo nas rodovias começou a ser intensificado a partir da 0h de sexta-feira, com a Operação Finados 2021.
Até as 23h59 de amanhã (2), a PRF intensificará a presença em locais onde há maior incidência de acidentes graves e de criminalidade. A corporação também promove ações educativas e de conscientização sobre condutas perigosas no trânsito.
Substituição está disponível a partir desta segunda-feira (1º/11), na mesma agência onde o beneficiário buscou pela primeira vez
Cerca de cinco mil beneficiários do Programa Prato Cheio estão sendo convocados para trocarem os cartões por terem apresentado problemas no momento da compra dos alimentos. O crédito está depositado, mas as tarjetas não conseguem efetuar o pagamento. A partir da manhã desta segunda-feira (1º/11), os beneficiários podem ir à mesma agência bancária do BRB onde fizeram a retirada e proceder à troca. As famílias foram comunicadas por ligação telefônica e SMS.
Cerca de cinco mil beneficiários do Programa Prato Cheio são convocados para trocarem os cartões | Foto: Arquivo/Agência Brasília
É importante que o cidadão leve o cartão e um documento oficial de identificação. O procedimento de substituição é rápido, não havendo necessidade de agendamento prévio. De acordo com BRB, trata-se de um problema técnico na processadora que já está sendo sanado pelas equipes responsáveis.
O BRB informa que, nesta segunda (1º/11), o funcionamento das agências é das 9h às 14h. As agências localizadas nos shoppings funcionarão das 10h às 14h. Em relação aos correspondentes bancários, o funcionamento na segunda é das 8h às 17h. As agências bancárias e os correspondentes não abrem na terça-feira (2/11), feriado de Finados.
Crédito Desde terça-feira (26), o crédito de R$ 250 foi feito para cada uma das 38.187 famílias beneficiárias.
Mais de R$ 19 milhões são pagos em benefícios sociais
Para aqueles que receberam a sexta parcela do benefício agora, ou seja, a última do ciclo, é importante agendar um novo atendimento nas unidades socioassistenciais para passar por uma reavaliação da situação socioeconômica de sua família. Basta ligar no 156 ou acessar o site da Secretaria de Desenvolvimento Social.
*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
Haverá atendimento para todos os públicos que estão aptos a receberem a vacina; confira também quais serviços da rede pública de saúde vão funcionar
A vacinação contra a covid-19 seguiu ininterrupta no fim de semana e prossegue no feriado prolongado de Finados. Haverá atendimento para todos os públicos que estão aptos a receberem a vacina em locais específicos. Na segunda (1º), serão quatro pontos abertos. Na terça-feira (2), serão cinco.
Veja onde se vacinar:
Pontos de vacinação no feriado | Arte: SES-DF
Outros serviços
Durante o feriado prolongado de Finados, as unidades da rede pública manterão o funcionamento das emergências, porém alguns serviços não funcionarão na segunda (1º) e na terça (2). Confira o que vai abrir durante o feriado prolongado:
UPAS e Emergências — Atendimento 24 horas, todos os dias, nas nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nas emergências dos hospitais públicos.
SAMU – Atendimento 24 horas, pelo telefone 192.
Caps – Os centros de Atenção Psicossocial (Caps) do tipo I, II e AD estarão fechados na segunda e na terça e funcionarão normalmente na quarta. Nos Caps do tipo III, o atendimento permanece inalterado, funcionando 24 horas, todos os dias.
Unidades básicas de saúde (UBS) – Estarão fechadas no feriado e voltam a funcionar na quarta, de acordo com a programação de cada região.
Ambulatórios – Fecham na segunda e na terça e funcionam na quarta (3).
Farmácias de alto custo – Fecham no feriado. Na quarta, as três unidades do Gama, Ceilândia e Asa Sul estarão abertas, com atendimento das 7h às 19h.
Estande da Secretaria de Desenvolvimento Econômico no evento atende empresários do segmento com orientações sobre abertura e formalização de negócios
Foi dada a largada para o maior evento de beleza do Centro-Oeste no Estádio Mané Garrincha — a 11ª edição da Hair Brasília. Pelo menos 120 expositores, representando mais de 600 marcas de cosméticos, estão trazendo novidades e experiências do segmento para os visitantes, deste domingo (31) até terça (2).
Na abertura, o governador em exercício, Paco Britto, foi recepcionado pelos organizadores do evento e conferiu a feira ao lado do secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Faria Júnior (E) | Fotos: Vinicius de Melo/ Agência Brasília
Presente à abertura oficial da feira, o governador em exercício, Paco Britto, foi recepcionado pelos organizadores, Érika Lobo e Walteni Souza, que agradeceram o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) ao segmento. Para Paco, esta edição “é importante não só no mercado formal, mas no informal também.”
“Este é um dos segmentos que mais crescem no Brasil e no DF. Estamos aqui não só apoiando, mas sendo o elo entre o setor produtivo e o governo”Márcio Faria Júnior, secretário de Desenvolvimento Econômico
“Uma grande quantidade (dos profissionais da beleza), ou quase meio a meio, fica no mercado informal da beleza”, lembrou. “Nós temos que ter um olhar especial para essas pessoas, que não se iludiram, mas acreditaram no GDF”, continuou, referindo-se à pandemia.
Na ocasião, Paco Britto anunciou que, em breve, haverá novidades no setor. “Sob orientação do nosso maestro Ibaneis Rocha, teremos grandes novidades para este segmento, com incentivos para trazer esse pessoal da clandestinidade, que está à margem, para dentro da sociedade brasiliense, mas trabalhando, gerando emprego e impostos para o Distrito Federal. Em breve, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) fará o anúncio”, completou.
A SDE está participando da feira com um estande, orientando empreendedores. “Este é um dos segmentos que mais crescem no Brasil e no DF. Estamos aqui não só apoiando, mas sendo o elo entre o setor produtivo e o governo”, disse o secretário da pasta, Márcio Faria Júnior, na abertura oficial do evento.
R$ 1,2 bilhãoé quanto o setor de beleza movimenta no DF anualmente.
São 14 órgãos integrados, segundo o secretário, para atender os participantes. “Estamos dando todas as orientações, desde a abertura de uma empresa até àqueles que querem vir para a formalização”, complementa.
Durante a abertura, o secretário recebeu do Movimento Beleza DF, formado por sindicatos do segmento, o Manual da Biossegurança para estabelecimentos do setor de beleza. A ideia é discutir com o governo a situação sanitária e políticas públicas para os profissionais.
O comércio depois da pandemia
Após um ano turbulento devido à pandemia da covid-19, o setor de beleza começa a respirar aliviado com a retomada da economia. Este foi um dos segmentos que mais sentiu com as medidas necessárias para conter o avanço do coronavírus.
Durante a visita, Paco Britto anunciou: “Sob orientação do nosso maestro Ibaneis Rocha, teremos grandes novidades para este segmento”
Segundo pesquisa feita em julho de 2021 pelo Sindicato das Empresas do Comércio Varejista de Cosméticos, Produtos de Perfumaria e Higiene Pessoal (Sindibele), estima-se que o DF possuía mais de 13 mil estabelecimentos. Este mesmo estudo aponta que cerca de 25% tiveram que fechar as portas durante o período de lockdown.
Segundo pesquisas internacionais, o Brasil é o quarto maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo. Só no DF, o setor movimenta R$ 1,2 bilhão anualmente.
“Esses profissionais prometem aquecer novamente este setor tão importante para a economia do DF. Queremos proporcionar, além da apresentação de produtos, boas possibilidades de novas técnicas e tecnologias aos profissionais da beleza”, ressalta a diretora da Hair Brasília and Beauty, Erika Lobo.
Na última edição, segundo a organização, mais de 60 mil pessoas participaram do evento. Neste ano, a meta é atingir esse mesmo patamar de presença.
*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF
Centros de Línguas do DF oferecem uma variedade cultural grande e, em 2022, vão ensinar Libras, segunda língua mais usada no país
“Itadakimasu”. A expressão nada comum para ouvidos brasileiros passou a fazer parte do cotidiano da universitária e moradora de Sobradinho Vitória Santos, 19 anos. Traduzida da língua japonesa para o bom português, quer dizer: “Obrigado pelo almoço”. E agora é pronunciada pela moça em boa parte de suas refeições. Em especial, quando vai comer sushis e sashimis, seu prato predileto.
Amante da cultura nipônica, Vitória tem aulas semanais de japonês ministradas pelo Centro Interescolar de Línguas (CIL) de sua cidade. Assim como ela, hoje 49.737 alunos estão matriculados em 17 escolas públicas de línguas estrangeiras na capital. Unidades onde eles podem aprender gratuitamente o inglês, espanhol, francês, japonês e o alemão no contraturno das aulas regulares. Parte das vagas também são destinadas à comunidade.
“É muito difícil, são três alfabetos na língua japonesa. Mas a minha ‘sensei’ (professora) me ajudou muito ao ensinar de maneira lúdica, com músicas e dinâmicas. Então, logo deslanchou”Vitória Santos, 19 anos, universitária e estudante de japonês
A moça é fã de mangás e dos animes — como se chamam os desenhos animados do Japão. Está no último dos seis semestres do curso e conta que valeu a pena o desafio. “É muito difícil e, para você ter uma ideia, são três alfabetos na língua japonesa. Então, todo mês eu pensava em desistir”, confessa. “Mas a minha ‘sensei’ (professora) me ajudou muito ao ensinar de maneira lúdica, com músicas e dinâmicas. Então, logo deslanchou”, explica.
Aprovada em Gestão Ambiental na Universidade de Brasília, Vitória tem como objetivo usar o inusitado idioma na profissão. E, para a vida. “Pretendo morar uma temporada em Osaka. Lá é uma cidade com muito verde, onde a questão ambiental é discutida. Então, a língua abriu esse horizonte para mim”, revela a estudante.
O CIL de Sobradinho tem hoje 4.300 alunos e 230 turmas nos períodos matutino, vespertino e noturno. De língua japonesa, são 11 turmas. Mas o interesse pelo idioma vem crescendo com o passar dos anos, revela o diretor da unidade, Helder Rodrigues. “O japonês é nosso idioma mais jovem, já que é lecionado a apenas dez anos nos CILs. Não dá para comparar com o inglês, que já está há 40 anos, desde que os centros foram criados”, observa.
Segundo Rodrigues, o trabalho rendeu bons frutos com alunos de Sobradinho que ganharam bolsa para estudar no país nipônico ou seguiram para um intercâmbio escolar por lá. Neste período de pandemia, as aulas estão no sistema híbrido com o revezamento entre aulas presenciais e a plataforma on-line Google Sala de Aula.
A cada semestre, a Secretaria de Educação abre as inscrições dos CILs para novos estudantes, que passam por sorteio eletrônico. As próximas estão previstas para dezembro| Foto: Geovana Albuquerque
Ensino de Libras
O estudo de alemão é oferecido somente no CIL 1, na Asa Sul, já que a secretaria deve realizar um concurso público para a contratação de mais professores do idioma. E há a expectativa de, a partir de 2022, os centros passarem a oferecer aulas de Libras (Língua Brasileira de Sinais), que hoje é a segunda língua mais usada no Brasil.
“As escolas de Planaltina e Gama estão com projetos adiantados para iniciar Libras no ano que vem. O ensino está sendo regulamentado pela Secretaria de Educação”Karina Fares, responsável pelo acompanhamento pedagógico dos centros de línguas
O curso de Libras, inclusive, já oferecido a servidores e empregados públicos da Administração Direta e Indireta e militares do GDF por meio da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) e, em setembro, a Secretaria de Educação anunciou a abertura, em breve, da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito, na 912 Sul.
“As escolas de Planaltina e Gama estão com projetos adiantados para iniciar Libras no ano que vem. O ensino está sendo regulamentado pela Secretaria de Educação”, explica a professora Karina Fares, responsável pelo acompanhamento pedagógico dos centros de línguas.
A cada semestre, a secretaria abre as inscrições para novos estudantes, que passam por sorteio eletrônico. As próximas estão previstas para dezembro. O requisito é estar cursando a partir do sexto ano do ensino fundamental. Alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) também são contemplados. As vagas remanescentes são destinadas para a comunidade em geral.
Democratizar o ensino
De acordo com Karina, o CIL cumpre uma função social de qualidade no Distrito Federal. “Nossas escolas democratizam o acesso à aprendizagem de línguas e também à formação da pessoa por meio da ampliação do universo cultural”, explica a gestora. “A procura é muito grande a cada semestre e muita gente não consegue. Isso é resultado da boa estrutura oferecida e da qualidade dos professores”.
Além da Asa Sul e das três cidades, também há unidades na Asa Norte, Brazlândia, Ceilândia, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga.
A Campanha Nacional de Multivacinação tem como público-alvo crianças e adolescentes menores de 15 anos (desde bebês até 14 anos 11 meses e 29 dias) | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF
No Distrito Federal, a campanha alcançou 68,4% do público que compareceu aos pontos de vacinação
Com o objetivo de aumentar a cobertura vacinal da população de todo o país, considerando uma queda na procura por vacinas nos últimos anos, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde decidiu ampliar a Campanha Nacional de Multivacinação até o dia 30 de novembro.
A Campanha de Multivacinação é destinada à atualização da caderneta de vacina de crianças e adolescentes menores de 15 anos (desde bebês até 14 anos 11 meses e 29 dias). No Distrito Federal, ela alcançou somente 68,4% do público-alvo, um número bem inferior ao esperado, que é de pelo menos 90%.
68,4%do público-alvo foi alcançado pela campanha no DF até agora, bem inferior ao esperado, de pelo menos 90%.
“Temos estoques de todas as vacinas de rotina. Somente as vacinas especiais, que ficam no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE), estão desabastecidas e com poucas unidades. Nesse caso, são as vacinas contra hepatite A, influenza tipo B, raiva, hexavalente e dTpa”, explica a chefe do Núcleo da Rede de Frio, Tereza Luiza Pereira.
Em âmbito nacional, nos dados da Campanha de Multivacinação registrados no localizaSUS até o dia 28 de outubro, constam o total de 3.026.553 milhões de doses aplicadas em todo o país.
Por isso, é importante levar as crianças e adolescentes até uma sala de vacinação de rotina mais próxima para atualizar a caderneta de vacinação. Chegando na unidade, o profissional de saúde vai verificar se a criança ou adolescente deixou de tomar alguma vacina do calendário básico. Em caso afirmativo, o imunizante poderá ser aplicado na hora.
A partir da quarta-feira (3), todos os 111 pontos de vacinação estarão disponíveis para a população atualizar a caderneta de vacina. Vale lembrar que, do bebê ao idoso, independentemente da faixa etária, há vários tipos de vacinas para prevenção de diversas doenças. A maior parte dessas vacinas é aplicada na infância e faz parte do calendário básico de vacinação preconizado pelo Ministério da Saúde.
O jornalista Jorge Tadeu da Silva, um dos afetados pelo acidente com o avião modelo Fokker 100 da TAM que vitmou 99 pessoas em 1996, segura foto de como ficou a casa dele na rua Luís Orsini de Castro, no Jabaquara.
Aeronave saiu de Congonhas com destino ao Rio de Janeiro
Em um dia como hoje (31), há 25 anos, o jornalista Jorge Tadeu da Silva, levantou cedo e saiu de sua casa, na rua Luís Orsini de Castro, no Jabaquara, zona sul de São Paulo, para dar aula de português em um colégio particular ali perto. Mal chegou à escola, uma pessoa da secretaria o procurou dizendo que seu irmão estava ao telefone.
“Achei estranho. Mas fui lá [atender]. Devia ter acontecido alguma emergência. Ele falou, com uma voz meio assustada, que um avião tinha caído em cima da minha casa e que eu precisava ir para lá. Em princípio, achei que ele estava brincando”, contou Silva, em entrevista à Agência Brasil.
O jornalista morava em um sobrado geminado: seus pais eram seus vizinhos de parede. E foi justamente nessa casa que parte do avião Fokker 100, da TAM (empresa que foi fundida com a Lan e se tornou a Latam) caiu, por volta das 8h26 da manhã do dia 31 de outubro de 1996. “Eles [meus pais] estavam na casa. Eles haviam acabado de sair da cama e estavam no andar de cima, descendo para tomar o café da manhã, quando o avião caiu”, disse.
Silva mostra à reportagem uma foto da época, estampada em um jornal, que mostra um trem de pouso do avião dentro da casa dos pais. Felizmente, todos da família sobreviveram. O pai teve apenas uma queimadura no braço. Foi levado ao hospital, mas no mesmo dia foi liberado. O acidente, no entanto, jamais foi esquecido pela família. E provocou traumas.
“Para meus pais, que tinham mais idade, foi um período muito difícil, que marcou muito a vida deles. Eles passaram a ter dificuldade de dormir no escuro”, relatou. “Eu tenho memória olfativa, para você ter uma ideia. O cheiro era muito desagradável e ficou marcado.”
No aeroporto
Pouco antes de o acidente acontecer, Sandra Assali havia levado seu marido, o médico cardiologista José Rahal Abu Assali, para o aeroporto de Congonhas. Naquele mesmo dia, ele daria aula em um congresso no Rio de Janeiro e retornaria a São Paulo.
“Eu levei meu marido ao aeroporto. Tinha o hábito de levá-lo porque ele viajava muito. Morávamos perto do aeroporto, então, quando possível, eu o levava. E naquele dia não foi diferente. Eu deixei ele lá e, como ele viajava muito, ele chegava já bem próximo do horário de embarque”, contou Sandra. “Era um dia normal, de rotina. Ele voltaria no mesmo dia. Eu me despedi dele e fui embora. Meia hora depois tive a confirmação do acidente, de que ele tinha morrido”, afirmou.
Ela não viu o acidente acontecer. Mas quando já havia saído do aeroporto e estava dentro do carro, chegou a ouvir um barulho. “Ouvi um grande barulho e vi um grande clarão, apesar de ter sido de manhã. Naquele momento eu achava que era [algo] num posto de gasolina. Na verdade, você nunca imagina que pode ser um avião”, destacou.
Ela só ficou sabendo do acidente depois. A lista dos passageiros que morreram com a queda e a explosão do avião ela soube pela TV. Da companhia aérea, Sandra jamais recebeu um telefonema sobre a morte do marido.
Cenário de guerra
Ao saber do acidente pelo irmão, Jorge Tadeu da Silva voltou correndo para casa. Ele lembra de estar tudo em chamas e de ter se juntado aos vizinhos na tentativa de abrir alguns portões e gritar por sobreviventes. Segundo ele, o avião destruiu oito casas na sequência.
“Ele pegou a minha na parte da frente. Na dos meus pais, um pouco mais a estrutura da frente. Na terceira casa, a parte principal da fuselagem caiu. E o cockpit do avião, a ponta do avião, percorreu mais cinco ou seis casas cortando elas pelo meio. Imagine um cenário de destruição, muito fogo. O avião havia acabado de decolar e estava com o tanque cheio. Estava abastecido para o voo até o Rio de Janeiro“, lembrou.
“A primeira visão que eu tive foi essa: de uma cena clichê de um bombardeio de guerra ou algo assim. Era muito fogo, muita fumaça preta. Você via os destroços, mas não conseguia ver o que que era, na hora”, completou.
O avião havia acabado de sair de Congonhas, aeroporto de São Paulo, com destino ao Rio de Janeiro. Mas apenas 24 segundos depois, de acordo com relatório final elaborado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), a aeronave bateu em três prédios e caiu em cima de diversas casas na Rua Luis Orsini de Castro, a cerca de 2 quilômetros do aeroporto. Com a queda, o avião pegou fogo matando todos as 96 pessoas a bordo. Três pessoas que estavam no solo também morreram.
São Paulo – Rua Luís Orsini de Castro, no Jabaquara, onde há 25 anos caiu um avião modelo Fokker 100 da TAM que vitimou 99 pessoas. – Foto Rovena Rosa/Agência Brasil
Uma das vítimas em solo era um pedreiro que trabalhava no telhado de uma casa, contou Silva. As duas outras vítimas foram um professor, que estava em sua garagem no momento do acidente, e um parente dele, que sofreu queimaduras severas, chegou a ser socorrido, mas morreu 30 dias após o acidente.
“De maneira surpreendente, apenas três pessoas no solo faleceram. Para um acidente desse porte, numa área urbana, foi realmente um milagre. É uma rua em que muitas crianças usam para ir para a escola. Mas devido ao horário, tinha pouca gente na rua”, disse.
Após a tragédia, Silva teve uma grande vontade de escrever sobre o acidente. Ele começou a pesquisar sobre desastres aéreos e criou um site para falar sobre o assunto. “Mais para frente, vim a saber com uma psicóloga que eu estava usando uma maneira de lidar com o luto ou com o estresse pós-traumático, que é escrever sobre o assunto”.
Quanto ao sobrado geminado, ele foi reformado com o dinheiro que os pais tinham guardado antes do acidente. “A gente [reconstruiu uma das casas] com recursos próprios, recursos que meu pai tinha guardado. E, ao longo de dez anos, fomos reconstruindo a outra, mas não no mesmo padrão”, contou.
Da empresa, o dinheiro de indenização demorou a chegar. “Foi um processo longo para recuperar [o que foi perdido no acidente] e sem receber a indenização porque as propostas [da empresa] eram absurdas. Foi levado para a Justiça porque não houve acordo. Levou muito tempo para a gente conseguir receber alguma coisa. Levou, na verdade, onze anos”, disse ele, relembrando que recebeu a indenização no ano em que um outro avião da TAM caiu em Congonhas, em 2007, matando 199 pessoas.
Hoje, ele continua vivendo na mesma rua, no imóvel que antes era ocupado por seus pais.
Associação
Sandra tinha dois filhos à época do acidente: um menino, de 7 anos, e uma menina, de 4. Sem receber o apoio necessário da empresa, ela e outros parentes de vítimas criaram a primeira associação de parentes de vítimas de acidente aéreo do Brasil, a Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), da qual ela é presidente. A associação ajudou a mudar a aviação no Brasil, principalmente em relação à indenização e ao tratamento dispensado aos familiares das vítimas de acidentes com aeronaves.
Sandra também passou a escrever sobre o episódio, publicando dois livros. O primeiro deles, O Dia que Mudou a Minha Vida, foi lançado em 2017, quando a tragédia completou 20 anos. O segundo, Acidente Aéreo – O que Todo Familiar de Vítima Pode e Deve Saber, foi lançado em março deste ano e pretende ser um guia para orientar famílias sobre direitos em caso de acidente aéreo.
O acidente
A queda do avião foi provocada por uma falha no reversor da turbina direita (o freio aerodinâmico), que abriu durante a decolagem. O reversor é um equipamento que se abre para ajudar a aeronave a desacelerar, preparando o avião para o pouso. Mas, naquele dia, o equipamento abriu na decolagem, em pleno voo. Isso foi como acionar o freio no momento em que a aeronave precisava acelerar para ganhar mais sustentação. Um problema para o qual o piloto e o co-piloto não haviam sido treinados, já que as chances de que isso ocorresse eram raríssimas.
“O manual da Fokker 100 dizia que não havia necessidade desse tipo de treinamento porque a possibilidade era de uma em um milhão do reverso abrir em voo. Ou seja, os pilotos, dentro do que tinham de treinamento, fizeram o que sabiam. Não eram treinados para essa eventualidade”, disse Sandra Assali.
“Um acidente aéreo, como eu sempre digo, acontece sempre por vários fatores. Nunca é um fator só”, destacou Mário Luiz Sarrubbo, procurador-geral de Justiça do estado de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil. Sarrubbo foi o promotor do caso à época.
Antes de decolar de Congonhas com destino ao Rio de Janeiro, naquela manhã de quinta-feira, o Fokker tinha feito uma viagem de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, para São Paulo. Quando o piloto desse voo chegou a Congonhas, ele relatou aos tripulantes do voo seguinte que um alarme havia indicado um defeito no acelerador automático, o chamado autothrottle, um mecanismo que ajuda o piloto a controlar a velocidade da aeronave, mas que não é essencial para o voo. Durante a investigação, se descobriu que o problema, na realidade, não estava no autothrottle, mas no reversor de uma das turbinas.
“Interessante é que até hoje a gente não sabe se o reverso abriu em voo anteriormente em outros locais, porque a tripulação que levou o Fokker para Congonhas naquele dia reportou para o piloto que assumiu o voo [de São Paulo para o Rio de Janeiro] que o controle de acelerador automático, chamado de autothrottle, estava com defeito, que o manete [alavanca queacelera ou reduz a potência do motor] estava voltando em algum momento. Por isso, o piloto [do voo que caiu] foi enganado. Não era o acelerador automático. No caso dele, era o reverso em voo, que acabou sendo o fio da tragédia”, disse o procurador-geral.
“Os fatores determinantes para a queda da aeronave: um relé [espécie de interruptor elétrico] que entrou em curto, e o piloto ter sido induzido a erro em função da movimentação do manete em decorrência desse curto”, explicou o promotor. “A possibilidade do reverso abrir em voo era muito pequena. Por isso, o piloto nem pensou em reverso em voo”, acrescentou.
Se o piloto tivesse conhecimento de que o problema no avião era o reverso, seu procedimento no voo teria sido outro, acredita Sarrubbo. “Ele desligaria aquele motor e alternaria para Cumbica, pousaria ali, não iria para o Rio de Janeiro. Ele faria alternância para Cumbica, desligaria aquele motor – o reverso pode ficar aberto com o motor desligado, e ele pousaria em Cumbica com toda a segurança e nada aconteceria.”
Após a investigação sobre as causas do acidente, nenhuma pessoa foi responsabilizada pela tragédia. “Na nossa manifestação, arquivamos o inquérito policial porque entendíamos que não dava para se atribuir culpa criminal a quem quer que fosse. Foi realmente uma situação absolutamente inusitada”, disse Sarrubbo. “Não havia nenhuma responsabilidade em nível pessoal criminal que pudesse fazer com que fizéssemos um processo criminal. Fui o autor do arquivamento porque realmente, sob o prisma do crime, não havia nenhum tipo de responsabilização. Foi mesmo inusitado”, relembrou.
Latam
Procurada pela Agência Brasil, a Latam informou não ter hesitado em “dar assistências às famílias das vítimas, mesmo não tendo protocolos e normas globais para assistência humanitária”.
Segundo a empresa, “todas as famílias das vítimas envolvidas [no acidente] foram indenizadas”.
A Latam disse ainda que tem um plano robusto, estruturado e detalhado de resposta à emergência cuja premissa número um é a “segurança é valor inegociável”. Esse plano, de acordo com a empresa, contempla dez pontos, que prevê, por exemplo, atendimento e assistência às famílias envolvidas.
A técnica que permite identificar a variante na amostra de covid-19 está sendo testada desde maio de 2021 e é a mesma usada para detecção do coronavírus, chamada de RT-PCR ou PCR em tempo real | Foto: Divulgação/FAP-DF
A técnica foi desenvolvida por pesquisadores do Hospital Universitário de Brasília e da Faculdade de Ceilândia (FCE-UnB), com apoio da FAP-DF
Uma nova tecnologia, desenvolvida no Laboratório de Diagnóstico Molecular do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), permite identificar a variante presente na amostra de covid-19. A técnica, que está sendo testada desde maio de 2021, é a mesma usada para detecção do coronavírus, chamada de RT-PCR ou PCR em tempo real. Participaram do estudo pesquisadores da Faculdade de Ceilândia (FCE-UnB) e do HUB, hospital vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
A genotipagem por RT-PCR é 90% mais barata e mais rápida que o método mais comum para a detecção de variante, baseado no sequenciamento genético, e pode ser feita em qualquer laboratório que possua uma máquina de RT-PCR. Essas características permitem a análise de uma quantidade maior de amostras, o que é essencial para o acompanhamento da predominância das variantes e para fins epidemiológicos.
“Facilitar a identificação das variantes de covid-19 pode trazer grande impacto no entendimento do comportamento da doença e no planejamento de ações para sua prevenção. A Ebserh tem participado de forma ativa em pesquisas relacionadas à covid desde o início da pandemia”, explica o diretor de Ensino, Pesquisa e Atenção à Saúde da Ebserh, Giuseppe Cesare Gatto.
811amostras passaram pela genotipagem, 264 de profissionais e pacientes do HUB e 547 de moradores da Cidade Estrutural
Pesquisa
Das 811 amostras que passaram pela genotipagem, 264 são de profissionais e pacientes do HUB e 547 de moradores da Cidade Estrutural. O projeto de pesquisa chamado Zaracs (Zica, Arbovírus and Other Infections Cohort Studies) está acompanhando os casos de covid-19 na Estrutural desde março de 2020.
O projeto é coordenado pela FCE-UnB, em parceria com o HUB e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), e conta com o financiamento dos ministérios da Educação e da Saúde e da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF (FAP-DF).
Os moradores com sintomas de covid-19 são testados pelos pesquisadores e os casos positivos passam pela genotipagem no laboratório do HUB. Os resultados mostram as variantes predominantes na cidade desde março de 2021.
O estudo foi desenvolvido no Laboratório de Diagnóstico Molecular do Hospital Universitário de Brasília e envolveu pesquisadores do próprio hospital e da FCE-UnB
No mês de julho, 79% dos casos eram da variante gama (P1). A variante delta começou a aparecer em agosto e, ao final do mês, já provocava 56% dos casos. Em setembro, a delta foi responsável por 88% das infecções, enquanto a gama (P1) foi identificada em apenas 2% das amostras.
“Essa parceria reforça o apoio do HUB e da UnB no entendimento da dinâmica de transmissão da covid-19. A variante delta está se expandindo cada vez mais e esses dados representam um sinal de alerta para o surgimento de possíveis novos casos graves da doença”, afirma o professor da FCE-UnB e coordenador da pesquisa, Wildo Araújo.
“Esses resultados corroboram o papel fundamental da ciência na investigação e compreensão dos problemas em saúde que afligem a sociedade e na busca e construção de soluções baseadas em evidências sólidas”, acrescenta a gerente de Ensino e Pesquisa do HUB, Dayde Mendonça.
Os dados estão sendo encaminhados para a Secretária de Saúde para contribuir no acompanhamento da disseminação das variantes e no controle epidemiológico da doença.
De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica em Saúde da secretaria, Fabiano Martins, a Estrutural é local estratégico e reflete o cenário que vivemos hoje no DF. O estudo determina o comportamento do vírus na população e permite pensar em novas estratégias de vigilância, visando à otimização dos recursos públicos.
A FAP-DF destinou mais de R$ 30 milhões para fomento de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate do covid-19. São 18 projetos de pesquisa já apoiados e em diferentes fases de desenvolvimento e resultados. Todos os projetos podem ser acompanhados no site da FAP-DF.
Verbas virão de cancelamento de dotações orçamentárias
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, enviou no final desta sexta-feira (29) ao Congresso um projeto de lei que prevê a abertura de crédito suplementar de R$ 3,06 bilhões em favor do governo federal.
De acordo com a subchefia para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, caso seja aprovado pelo Legislativo, o crédito será financiado a partir do cancelamento de dotações orçamentárias e não afetará a meta de resultado primário e o Teto de Gastos.
Segundo o órgão, o crédito suplementar vai reforçar as dotações e possibilitar o desenvolvimento de ações em apoio a pequenos e médios produtores rurais, aumento da geração de emprego e renda no campo, contratação de seguro para produtores, regularização fundiária, conclusão de unidades escolares e o provimento de 1,5 mil vagas para o cargo de policial rodoviário federal.
Serão beneficiados com a abertura de crédito os ministérios da Agricultura, Economia, Saúde, Justiça, Minas e Energia, Relações Exteriores, Desenvolvimento Regional, Defesa, Turismo e Cidadania.
Mourão ocupa a presidência interinamente em função da viagem do presidente Jair Bolsonaro para a Itália, onde participa da Cúpula de Líderes do G20.
Confira também o funcionamento de outros serviços da rede pública de saúde
A vacinação contra a covid-19 segue ininterrupta neste fim de semana e no feriado prolongado de Finados. Haverá atendimento para todos os públicos que estão aptos a receberem a vacina em locais específicos. No sábado, serão seis pontos abertos. No domingo, serão cinco.
Veja onde se vacinar no fim de semana:
Locais de vacinação no fim de semana | Arte: SES-DF
Já na segunda-feira, a vacinação ocorrerá em quatro locais e na terça, em cinco. Veja quais são esses locais:
Locais de vacinação para o feriado prolongado | Arte: SES-DF
Outros serviços
Durante o feriado prolongado de Finados, as unidades da rede pública manterão o funcionamento das emergências, porém alguns serviços não funcionarão na segunda (1º) e na terça (2). Confira o que vai abrir durante o feriado prolongado:
UPAS e Emergências — Atendimento 24 horas, todos os dias, nas nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nas emergências dos hospitais públicos.
SAMU – Atendimento 24 horas, pelo telefone 192;
Caps – Os centros de Atenção Psicossocial (Caps) do tipo I, II e AD estarão fechados na segunda e na terça e funcionarão normalmente na quarta. Nos Caps do tipo III, o atendimento permanece inalterado, funcionando 24 horas, todos os dias;
Unidades básicas de saúde (UBS) – Estarão fechadas no feriado e voltam a funcionar na quarta, de acordo com a programação de cada região. As UBSs que abrem aos sábados estarão funcionando normalmente;
Ambulatórios – Fecham na segunda e na terça e funcionam na quarta;
Farmácias de alto custo – Fecham no feriado. Na quarta, as três unidades do Gama, Ceilândia e Asa Sul estarão abertas, com atendimento das 7h às 19h