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Campeã mundial de jiu-jitsu recebe apoio para competição

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Sofia Veloso, de 25 anos, disputará Centro Oeste Cup com parceria da Lotus

Apenas 7 anos separam a primeira aula de jiu-jitsu de Sofia Veloso, 25, do título de Campeã mundial pela IBJJF (Federação Internacional de Jiu-Jitsu, sigla em inglês) e da atual faixa roxa no esporte.

Com uma linda trajetória pessoal e profissional, e após vencer grandes desafios pessoais, Sofia precisa de patrocínios para seguir nas disputas. E, para a próxima competição, ela recebe apoio da Lotus, sediada em Brasília.

Sofia vai competir neste sábado (13), às 18h, no Centro Oeste Cup, no campeonato da Federação Brasiliense de Jiu-Jitsu Desportivo (FBJJD), a maior federação do DF. A competição terá lutas nos dias 13 e 14 de novembro e tem 1.300 atletas inscritos.

A disputa também faz parte da preparação da atleta para competir no maior campeonato de Jiu-Jitsu no mundo, o ADCC (Abu Dhabi Combat Club). Atualmente, ela treina 6 horas por dia com o Mestre Renato e já coleciona medalhas do campeonato brasileiro de jiu-jitsu e inúmeras outras competições.

Moradora de Brasília desde 2017, Sofia está sempre competindo nas federações do Distrito Federal. “Participo de competições, em média, 1 a 2 vezes por mês, para sempre manter o foco e o preparo. Mas o objetivo são os campeonatos da IBJJF – International Brazilian Jiu Jitsu Federation – e o do ADCC – Abu Dhabi Combat Club, que será em setembro de 2022, em Las Vegas. O objetivo é lutar o mundial todos os anos”, afirma a atleta.

Superação

Aos 18 anos, em sua primeira aula de jiu-jitsu, Sofia pesava 100 kg e enfrentava uma depressão. Sedentária desde criança, ela conta que era uma menina ansiosa e que o esporte mudou tudo isso.

“O jiu-jitsu é uma ferramenta chave para viver, respirar, existir. Quando paro de treinar por lesões ou outras questões eu volto a ter depressão, comer mal, não me cuidar. O jiu-jitsu mantém o meu vínculo afetivo com a vida”.

As inúmeras conquistas nos 7 anos como atleta mostram que os desafios garantiram ainda mais força à jovem atleta, que sonha com voos ainda mais altos no esporte que tanto ama.

Para isso, ela destaca a importância do apoio de empresas como a Lotus. “Os patrocínios vão me possibilitar estar sempre lutando, especialmente em cenário internacional”, finaliza.

Apoio ao esporte

O apoio à atleta é uma iniciativa dos proprietários da Lotus , os irmãos Luiz Felipe Hernandez e Ruy Hernandez.

“Sabemos o quanto é importante incentivar os atletas para que alcancem seus objetivos e, com isso coloquem também nosso país em destaque. Como a Sofia disse, o esporte salva vidas. E é disso que estamos sempre falando”, ressalta Ruy Hernandez.

Luiz Felipe completa: “A Lotus sempre vai estar ao lado de iniciativas que tragam resultados positivos para toda a sociedade. É gratificante poder participar. Estamos na torcida para que Sofia saia vitoriosa nesta competição e alcance todos os seus sonhos no jiu-jitsu, um esporte que também amo”, afirma o proprietário, que é praticante da modalidade.

Recentemente, a Lotus, que tem 4 anos no mercado, apoiou também uma competição de Futevôlei no DF. Os proprietários garantem que pretendem aumentar gradativamente o apoio ao esporte e outras iniciativas sociais e culturais.

Presidente viaja para o Oriente Médio

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Bolsonaro visita Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein

O presidente Jair Bolsonaro embarcou hoje (12) em uma viagem por três países do Oriente Médio, onde participará de eventos e reuniões bilaterais com autoridades. Ele vai passar por Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein. O retorno da delegação está previsto para a próxima quinta-feira (18).

Os ministros da Economia, Paulo Guedes, e das Relações Exteriores, Carlos França, acompanham o presidente, entre outras autoridades. Amanhã (13), o dia está reservado para o descanso da delegação em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

De acordo com o Itamaraty, os países do Golfo têm uma importância não só para as exportações de commodities do Brasil, mas para a atração de investimentos em outras áreas. Nesse sentido, a visita presidencial vai além da agenda econômica e pretende explorar possibilidades de cooperação nas áreas de defesa, ciência e tecnologia, educação, cultura, turismo, cooperação legal e diplomacia.

No domingo (14) e na segunda-feira (15), Bolsonaro participa do fórum Invest In Brasil em Dubai, promovido pela Apex-Brasil, e visita o pavilhão da Embraer na Dubai Airshow, evento do setor aeroespacial, e o pavilhão do Brasil na Expo 2020. Ele também tem uma programação com autoridades do país, quando deverão ser assinados acordos bilaterais e de cooperação.

O Brasil tem metas de aumentar a presença de empresas brasileiras e de atrair mais investimentos dos fundos soberanos em áreas de interesse, como infraestrutura. Os Emirados Árabes também têm um programa espacial e fazem a contratação de cientistas de outros países, setor em que o Brasil quer cooperar.

Entre os acordos que devem ser assinados, está um memorando de entendimento que cria um conselho empresarial entre os dois países, com o objetivo de dar impulso a essas relações.

Na terça-feira (16), a comitiva presidencial parte para o Bahrein, onde Bolsonaro participa da inauguração da embaixada brasileira na capital do país, Manama. Também está prevista reunião bilateral com o rei do Bahrein, Hamad bin Isa al-Khalifa.

No dia 17, a programação da viagem segue no Catar e, na quinta-feira (18), a delegação começa o regresso ao Brasil.

Edição: Fernando Fraga

DF em 8º lugar entre as maiores economias do país em 2019

Com variação positiva de 2,1% no PIB nesse período, a capital federal ficou acima da média nacional, acumulando quase R$ 274 bilhões

Ao longo de 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) do Distrito Federal acumulou, em valores correntes, R$ 273,614 bilhões, resultado que manteve a capital federal na oitava posição entre as maiores economias do país desde o último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, com a verificação de novas estruturas produtivas do país, estados e municípios.  Em 2018, o DF totalizou R$ 254,817 bilhões. Os dados foram apresentados nesta sexta (12), pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no canal da companhia no YouTube.

R$ 90 milMédia do PIB per capita do DF, 2,6 vezes maior que o índice nacional

No intervalo retroativo entre 2019 e 2018, o DF registrou variação positiva de 2,1% para o volume (variação real) do PIB, ficando acima da média brasileira, de 1,2%. Em comparação com anos anteriores, a economia local cresceu 1,7% em 2018/2017 e 0,3% em 2017/2016. A trajetória crescente do PIB no DF aponta para a recuperação da economia, mesmo em ritmo lento.

A melhora no cenário econômico se deu por conta da redução das taxas de juros básicos e da inflação da economia. Em 2019, a taxa real de crescimento do PIB-DF (2,1%) figurou na décima posição entre todas as unidades federativas e, na região Centro-Oeste, ficou atrás de Mato Grosso (4,1%) e Goiás (2,2%).

“O Distrito Federal também se manteve como a unidade da Federação com o maior PIB per capita [divisão do PIB pela população] brasileiro, com mais de R$ 90 mil, 2,6 vezes maior do que a média nacional”, informa a supervisora de disseminação de informações geográficas e estatísticas do IBGE, Michella Reis.

A estrutura econômica distrital e a do Brasil são diversas. O perfil produtivo da capital federal é pautado pela dinâmica do setor de serviços, com grande influência da atividade pública, o que confere ao DF certa estabilidade, tanto em períodos de crise quanto de progresso econômico. Segundo Michella Reis, as atividades que apresentaram os maiores crescimentos nesse ramo foram alojamento e alimentação, com 7,1%; arte, cultura, esporte e recreação, com 6,7%; formação, comunicação, educação, saúde privada, atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, com 3,9%. Os setores agropecuário e industrial possuem pequena representatividade, em termos relativos.

Ótica da produção

A ótica da produção indica a contribuição de cada atividade econômica no valor adicionado bruto da economia. Na comparação entre 2019 e 2018, foi verificada uma variação positiva de 2,1% em volume no PIB-DF, com valor corrente estimado em R$ 273,614 bilhões em 2019, composto por R$ 242,917 bilhões referentes ao valor adicionado bruto e R$ 30,687 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.

O resultado do valor adicionado bruto é uma combinação do desempenho dos setores de serviço, agropecuário e industrial. O setor de serviços cresceu 1,8% em volume em relação ao ano anterior, o que representa 95,7% da estrutura produtiva. Já a indústria foi responsável por 3,9% da economia, evoluindo em 4,1%. Na agropecuária, houve crescimento de 1,2% no ano, mas esse número pouco influenciou o índice geral, pois responde por 0,4% do valor adicionado bruto total.

“A melhora da atividade produtiva se deu em um cenário de expectativas positivas para a economia no qual a queda da taxa de juros e a manutenção de um baixo nível de inflação fomentaram os principais setores do DF”, avalia a gerente de contas e estudos setoriais da Codeplan, Jéssica Milker. “Assim, o DF permaneceu como a oitava maior economia e o maior PIB per capita do país”.

Ótica de renda

A conta de geração da renda mostra como o valor adicionado é apropriado pelo fator trabalho, pelo governo (impostos sobre a produção) ou se transforma em excedente operacional das empresas ou rendimento misto das famílias produtoras.

A remuneração dos empregados é definida como o total das remunerações, em dinheiro ou em espécie (bens e serviços), pagas por uma empresa a um empregado em troca do trabalho realizado durante um período contábil,  dividindo-se em salários e contribuições sociais.

No DF, em 2019, a remuneração dos empregados atingiu R$ 151,899 bilhões, montante do qual R$ 116,701 bilhões são referentes aos salários e R$ 35,197 bilhões às contribuições sociais. A participação relativa no PIB (R$ 273,614 bilhões) diminuiu, entre 2018 e 2019, de 58,3% para 55,5% – este último com 42,7% relativos aos salários. No Brasil, o percentual da remuneração caiu levemente: passou a representar 43,5% do PIB, dos quais 34,4% eram de salários. Em 2018, a participação das remunerações no PIB brasileiro era de 43,6%, e a dos salários, de 34,6%.

A elevada participação da remuneração do trabalho no PIB-DF é explicada, em parte, pela significativa participação da administração pública na economia local, com grande contingente de servidores assalariados.

O PIB

O Produto Interno Bruto é o principal indicador para análise de desempenho econômico de uma região ou país. Representa a soma de bens e serviços finais produzidos durante determinado período de tempo, permitindo mensurar a renda gerada na economia pelos diversos agentes produtores.

Saiba quais exames devem ser feitos para identificar infertilidade

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Após um ano de tentativas para engravidar, deve-se buscar ajuda médica

O aumento do controle da pandemia da Covid-19, a ampliação da vacinação e a maior flexibilização das regras de isolamento social podem encorajar mulheres e casais a engravidar. E a mulher tentante deve observar que, se a tentativa durar mais de um ano, o ideal é buscar ajuda de um especialista. Alguns exames são importantes para verificar a fertilidade, tanto dela quanto do parceiro.

“A partir da identificação da dificuldade, é muito importante buscar a causa. E esses exames mostram se a mulher ou o homem são inférteis e o que pode estar impedindo essa gravidez. A chance de infertilidade é a mesma para homens e mulheres, de 35%. Em 20% dos casos, os dois podem apresentar problemas e em 10% não há causa aparente”, diz Cláudia Navarro, médica especialista em reprodução humana.

Ainda é possível que haja outros fatores que estejam dificultando a concepção e que podem ser tratados. “A partir das consultas e análises de exames, o especialista vai reconhecer esses fatores e apontar os possíveis tratamentos para o casal que deseja ter filhos. É importante ressaltar que, como tudo em medicina, a indicação dos exames, assim como o tratamento ideal, deve ser individualizada”.

Nove exames para identificar infertilidade

  1. Pesquisa hormonal básica: mede a produção de hormônios como FSH, prolactina e TSH. “O objetivo é descartar alterações que podem modificar todo o funcionamento do corpo”, explica Cláudia.
  2. Ultrassom endovaginal: verifica se há problemas na anatomia do órgão reprodutor feminino que podem impedir uma fecundação.
  3. Ultrassom seriado ou Rastreamento de Ovulação: é o ultrassom endovaginal feito de forma sequenciada, por 3 ou 4 vezes. Ele serve para acompanhar a ovulação e ajuda a calcular o período fértil.
  4. Histerossalpingografia: é realizado a partir da aplicação de contraste através do colo uterino, combinado com uma série de raios-x. Esse exame verifica integridade morfológica e funcional das tubas e da cavidade uterina. “O nome costuma assustar as pacientes, mas é um exame geralmente indolor”, diz.
  5. Videolaparoscopia: procedimento cirúrgico indicado após a suspeita inicial de alterações tubárias, endometriose e aderências pélvicas, feitas geralmente pela histerossalpingografia. Então, não é indicado para todas as pacientes.
  6. Video histeroscopia: com o uso de uma microcâmera introduzida pela vagina e pelo colo do útero, o exame detecta a existência de alterações como miomas submucosos, pólipos, processos inflamatórios, malformações e aderências. “Esse exame também tem indicações específicas”, alerta Cláudia.
  7. Cariótipo com banda G (homem e mulher): realizado a partir de coleta de sangue, ele pesquisa a integridade cromossômica do casal, com o intuito de identificar problemas genéticos como mosaicismos e translocações. Só é realizado em situações específicas.
  8. Espermograma: analisa volume, concentração (quantidade), motilidade (qualidade) e morfologia  dos espermatozóides produzidos.
  9. Ultrassom de testículos: avalia presença de varicocele ou outras alterações que podem estar relacionadas com infertilidade. Também apresenta indicações específicas, não devendo ser feito em todos os pacientes.

Sobre Cláudia Navarro

Cláudia Navarro é especialista em reprodução assistida. Graduada em Medicina pela UFMG em 1988, titulou-se mestre e doutora em Medicina (obstetrícia e ginecologia) pela instituição federal. Atualmente, atua na área de reprodução humana, trabalhando principalmente os seguintes temas: infertilidade, reprodução assistida, endocrinologia ginecológica, doação e congelamento de gametas.

Feira Cultural de Lagolândia será realizada neste sábado, em Pirenópolis

Promovida pela Secretaria de Cultura de Pirenópolis, o evento contará com bancas de artesanato, gastronomia regional e atrações culturais

Neste sábado (13), das 15 às 22 horas, a Secretaria de Cultura de Pirenópolis promove a Feira Cultural de Lagolândia, que contará com exposição de artesanato local, comida regional e atrações culturais, na praça em frente à igreja. Localizada a cerca de 20 km de Pirenópolis, Lagolândia é um distrito com cerca de 500 habitantes, conhecida como a terra natal de Benedicta Cypriano Gomes, a Santa Dica, influente personalidade religiosa e política da região em meados da década de 1920.

Lagolândia também é famosa por seus doces, um dos itens que poderão ser apreciados pelos visitantes da feira neste sábado. “A feira foi criada a partir de um diálogo com a comunidade durante o mapeamento cultural realizado pela Secretaria de Cultura de Pirenópolis, quando expressaram o desejo de expor seus produtos e de dar mais visibilidade ao povoado”, conta o secretário de Cultura, Ronaldo Félix. “Acredito que a feira é o início de um trabalho de valorização e resgate do artesanato e da gastronomia local. Com a presença do público, essa comunidade é incentivada a produzir e a valorizar sua cultura local”, complementa.

Além dos doces, comidas típicas e produtos da região (mel silvestre, castanha de barú, queijo, rapadura etc), a Feira de Cultural de Lagolândia também contará com artesanato local, tais como crochê, colchas de retalho e fuxico, tapetes bordados, cobertas de algodão, bijuterias e produtos sustentáveis. Mudas de plantas também poderão ser obtidas durante a feira. A Cervejaria Santa Dica também marcará presença no evento. Para completar a diversão, apresentações de artistas locais integram a programação.

Prova de vida de servidores deve ser feita até 31 de dezembro

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Beneficiário deve ir à agência bancária onde recebe o benefício

O prazo para que servidores públicos federais aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis do Executivo Federal façam a comprovação de vida, de forma a evitar a perda do benefício, termina em 31 de dezembro. A medida vale para aqueles que não comprovaram vida junto ao governo federal entre janeiro de 2020 a setembro de 2021.

“Quem não cumprir com a obrigação até o final do ano terá o pagamento do benefício ou provento suspenso”, informa o Ministério da Economia, ao esclarecer que este é um procedimento previsto em lei que deve ser feito uma vez por ano, no mês do aniversário do beneficiário. A medida é adotada com o objetivo de evitar fraudes e pagamentos indevidos.

Calendário de prova de vida de servidores aposentados
Divulgação/Ministério da Saúde

Para fazer a prova de vida, o beneficiário deve comparecer presencialmente em uma agência do banco onde recebe o pagamento, levando consigo documento de identificação com foto. Algumas instituições bancárias oferecem alternativas como prova de vida pelo caixa eletrônico ou por aplicativo móvel.

Quem já tem a biometria cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) – que recentemente passou a se chamar Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) – pode acessar o aplicativo SouGov.br para consultar a situação da comprovação de vida e obter as orientações para realizá-la por meio de aplicativo móvel.

No Distrito Federal, leitos covid vão atender outras especialidades

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Para o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno, os números são positivos e mostram o esforço da Secretaria de Saúde em normalizar os atendimentos a pacientes não-covid | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo-SES

Com a redução de internados com coronavírus e a queda da taxa de transmissão da doença, secretaria estuda expandir a conversão de leitos

Com a redução do número de internados com covid-19 e a queda da taxa de transmissão da doença, o chamado índice RT, mantido abaixo de 1, e a desaceleração da contaminação, a Secretaria de Saúde tem feito a desmobilização de leitos covid para atendimento de pacientes não-covid.

Nesta quinta-feira (11), o índice RT estava em 0,69 e a média móvel de casos em 114,6; a média anterior era de 120. De acordo com o portal Info Saúde-DF, no início da noite desta quinta, a taxa de ocupação dos leitos de UTI covid estava em 53,57%; já a dos leitos de suporte ventilatório pulmonar, dos hospitais de campanha, estava em 19%; e a dos leitos de enfermaria covid era de 32,18%.

Até o momento, já foram desmobilizados no Hospital da Região Leste (HRL – antigo Hospital do Paranoá) 10 leitos de enfermaria covid, convertidos para cirúrgicos. No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), 48 leitos de enfermaria foram convertidos para a clínica médica; já no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), os 63 leitos de enfermaria do hospital acoplado foram convertidos para atendimento da clínica cirúrgica e, também, para os pacientes de ortopedia, uma vez que a ala dessa especialidade está em obras.

“Todos os hospitais da rede continuam tendo leitos destinados ao primeiro atendimento de covid e, caso seja necessária a internação após a observação, esses pacientes serão regulados para as enfermarias desses dois hospitais”Joseane Gomes Vasconcellos, diretora-geral do CRDF e membro da Comissão de Remobilização/Desmobilização de Leitos Covid

No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), 40 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) foram convertidos para UTI geral não-covid. Já no Hospital Regional de Samambaia (HRSam) ocorre o processo de conversão. A UTI 3, que possui sete leitos com diálise, vai ser convertida para covid; e a UTI 1, que hoje é covid e possui dez leitos sem diálise, será convertida para não-covid, a fim de que possam ser mantidos os leitos com perfil cirúrgico e suporte dialítico para pacientes com covid.

“Por enquanto, os leitos de enfermaria do acoplado de Ceilândia receberão pacientes com covid-19, sendo analisada a conversão destes leitos. Depois disso, avaliaremos a desmobilização ou não das demais unidades”, explica Joseane Gomes Vasconcellos, diretora-geral do Complexo Regulador do Distrito Federal e membro da Comissão de Remobilização/Desmobilização de Leitos Covid.

Segundo ela, os indicadores dão segurança para as conversões já iniciadas, mas ainda é necessário observar, ao longo desta semana, se esses indicadores mantêm-se favoráveis para ampliar a desmobilização em outros hospitais.

“Com as desmobilizações já realizadas, ficaremos com enfermaria covid apenas no Hran e HRSam. Todos os hospitais da rede continuam tendo leitos destinados ao primeiro atendimento de covid e, caso seja necessária a internação após a observação, esses pacientes serão regulados para as enfermarias desses dois hospitais”, informa.

Nos casos mais graves, esses pacientes poderão ser encaminhados para os Leitos de Suporte Ventilatório Pulmonar nos Hospitais de Campanha ou para as UTIs do HRSam, do Hospital da Criança de Brasília, Hospital de Base ou unidades contratadas, caso necessitem de maior suporte.

Para o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno, os números são positivos e mostram o esforço da Secretaria de Saúde em normalizar os atendimentos a pacientes não-covid.

“Uma das nossas maiores preocupações, do ponto de vista da assistência é a gente conseguir encontrar esse ponto de equilíbrio entre o bom uso dos recursos públicos e em momento algum gerar desassistência, que é incorrer com risco à vida”, afirma. “Esses números são extremamente dinâmicos e são movimentados diuturnamente, para que a melhor estratégia seja executada. Estamos numa fase de intensa movimentação e esses dados precisarão ser acompanhados continuadamente”, conclui.

Governador Ibaneis e empresários juntos pelo desenvolvimento econômico do DF

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Governador e membros do Executivo local são homenageados em cerimônia organizada por empresários do setor produtivo

Na noite desta quinta (11), o governador Ibaneis Rocha, acompanhado da primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, e de diversos integrantes de secretarias e órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), participou de um jantar com empresários do DF próximo ao Polo JK, área de desenvolvimento econômico de Santa Maria.

Durante o evento, o chefe do Executivo local conversou com representantes do setor produtivo, estreitando a relação entre GDF e empresariado, importante para o desenvolvimento econômico local e para a geração de emprego e renda, principalmente agora durante a retomada gradual e constante da economia.

“Passamos quase dois anos com uma dificuldade muito grande, com muitas restrições e, mesmo assim, conseguimos manter a maioria das empresas do DF em funcionamento”, comentou o governador, ao falar sobre os impactos que a pandemia apresentou à sociedade. “Vamos continuar apoiando as empresas para que possamos retomar todos os empregos que foram perdidos durante a pandemia”, finalizou.

O empresário Fábio Portela, um dos presentes ao evento, elogiou as medidas que o governo tomou durante o período crítico da pandemia. “O GDF foi muito sensível ao setor produtivo, não estagnado o comércio e liberando, nos momentos oportunos, as nossas atividades. Somos muito gratos ao governo, tivemos um Refis que deu muita tranquilidade, não tivemos problema na retomada das atividades”, avaliou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Faria Júnior, destacou o planejamento da pasta neste momento de retomada da economia. “O DF é um terreno fértil, estamos fomentando o desenvolvimento econômico e o empreendedorismo na nossa cidade. Estamos trabalhando para atrair novas empresas e novos investidores para cá, resgatar as empresas que perdemos no passado e, principalmente, fortalecer as que aqui estão”, ressaltou.

 

Brasil vence Colômbia e garante vaga na Copa do Catar

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(Foto Lucas Figueiredo/CBF)

Ex-Flamengo, Lucas Paquetá marca o gol da vitória de 1 a 0 da seleção

O Brasil carimbou sua vaga na Copa do Mundo de 2022 (Catar) ao derrotar a Colômbia por 1 a 0 pelas Eliminatórias Sul-Americanas, nesta quinta-feira (11) na Neo Química Arena, em São Paulo.

Com o objetivo claro de sair de campo com os três pontos, o técnico brasileiro trocou o volante Fred pelo atacante Vinícius Júnior no intervalo. A mudança melhorou a performance da seleção brasileira, que passou a chegar com mais perigo na etapa final.

Até que, aos 26 minutos, Marquinhos tocou para Neymar, que, de primeira, enfiou para Lucas Paquetá, que bateu cruzado e mascado para superar Ospina e marcar o gol que garantiu o Brasil no Catar.

Próximo compromisso

A seleção brasileira volta a entrar em campo na próxima terça-feira (16), quando enfrenta a Argentina, a partir das 20h30 (horário de Brasília), em San Juan.

Aplicativo brasiliense traz conforto e praticidade aos donos de pets

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Buddypetts traz diversos serviços aos bichinhos, como delivery de ração, consultas e vacinas em domicílio e até buffet de festas

Segundo a pesquisa Radar Pet 2021, o período de isolamento trouxe um aumento de 30% no número de animais presentes nos lares brasileiros. Tal crescimento se deve ao fato de muitas pessoas terem desenvolvido a necessidade de ter companhia durante a quarentena. E foi adotando um bichinho que várias delas conseguiram preencher esse espaço. Foi nesse cenário que nasceu o Buddypetts, um aplicativo que fornece diferentes serviços para o pet, facilitando a vida do tutor e trazendo conforto para o animalzinho.

A ideia do market place surgiu quando Athos Madruga, idealizador do app, chegou à casa e percebeu que havia esquecido de comprar ração e tapete higiênico para seu cachorro. Além disso, ele precisava de um veterinário, já que o cachorrinho estava passando mal. “Isso foi há quatro anos. Naquele momento, só o que queria era uma entrega de tudo o que precisava”, conta. Foi aí que ele se deu conta que tinha espaço no mercado brasiliense para um delivery de produtos pet.  Após alguns anos de desenvolvimento, surgiu o Buddypetts.

A plataforma é bem parecida com o ifood, só que para animais de estimação. A pessoa entra no aplicativo, navega na tela inicial ou nas categorias. Há também a opção de digitar o que precisa na busca. O cliente escolhe o produto ou serviço desejado, coloca no carrinho e faz a compra. Em seguida, o  parceiro que cadastrou o produto recebe o pedido no seu painel web, aceita e faz a entrega. De acordo com Gabriel Muylaert, um dos sócios junto a David Teles, o objetivo sempre foi tornar mais fácil a vida dos tutores e dos pets.“ Além disso, queremos possibilitar que os profissionais da área pet possam concorrer com as gigantes do mercado pela plataforma tecnológica”.

Entre os serviços oferecidos estão taxidog, hospedagem, adestramento, vacinas e consultas em domicílio, nutricionistas, banho e tosa, delivery de ração, móveis projetados para gatos, grama pet, petiscos e alimentação natural. Até buffet de festas tem. Hoje, são aproximadamente 50 parceiros, dentre petshops, veterinários ou pessoas que vendem produtos para bichinhos ou prestam serviços para os animais de estimação. Já os adeptos são cerca de 400, número que só tende a crescer. pois, segundo projeções do Instituto Pet Brasil (IPB), esse mercado deve fechar o ano com R$ 46,5 bilhões em 2021. Uma alta de 13,8% em relação à movimentação registrada em 2020. Buddypetts, o app do seu pet!

Serviço:

instagram: @buddypetts

site: https://buddy.net.br/