Médico especialista em ginecologia, Dr. Alexandre Silva e Silva, explica as consequências e as melhores formas de tratamento do problema.
Engravidar é o sonho de muitas mulheres no mundo, mas o processo de gravidez é complexo e sensível. Existem diversos fatores que podem interferir, facilitando ou dificultando a geração de uma nova vida. Um deles, é a presença dos miomas uterinos.
De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, (Febrasgo), cerca de 80% das mulheres em idade fértil possuem miomas, estes podem ser sintomáticos ou não. O problema é que, de acordo com o médico ginecologista Dr. Alexandre Silva e Silva, a presença de nódulos de mioma pode dificultar a implantação do embrião,por alterar o interior da cavidade uterina, ou ainda, causar alteração na posição do feto, devido à distorção da anatomia do útero. “Isso pode aumentar significativamente os riscos de abortamento ou parto prematuro”, afirma.
O médico explica ainda que, ter um mioma durante a gravidez, pode causar dores, cólicas abdominais e aumentar os riscos de descolamento prematuro da placenta e pode implicar na limitação do crescimento do bebê. “É importante lembrar que os miomas podem também afetar a fertilidade da mulher e seu tratamento depende muito de cada caso”, conta.
Uma das formas de tratamento é a laparoscopia, uma cirurgia minimamente invasiva de remoção desses miomas. “Este tipo de cirurgia oferece menos riscos à paciente, bem como uma recuperação mais rápida e com menos complicações”, opina o Dr. Alexandre. Porém, o especialista alerta que a cirurgia só deve ser realizada após uma avaliação detalhada com exames de imagem para um planejamento adequado, considerando as particularidades de cada caso. “As condições de saúde da mulher devem ser avaliadas, assim como os sintomas causados pelos miomas e os prejuízos que esses causam à sua saúde. Os casos de miomas submucosos, intramurais e subserosos com sintomas, são os que realmente apresentam a indicação de tratamento por cirurgia”, detalha.
Sobre o Dr. Alexandre Silva
Dr. Alexandre Silva e Silva, se formou-se médico em 1995, pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos. Sua especialização em ginecologia e obstetrícia foi realizada no Hospital Guilherme Álvaro em Santos.
À partir de 1998 dedicou-se ao treinamento em Cirurgia Minimamente Invasiva no Instituto Viscomi em São Paulo, onde treinou por 10 anos.
Além disso, certificou-se em cirurgia robótica em 2007 no Hospital Metodista de Houston e em cirurgia robótica single site em 2016 em Atlanta nos EUA.
É mestre em ciências pela Universidade de São Paulo em 2019. É referência em videolaparoscopia, histeroscopia e cirurgia robótica.
O Fluminense recebeu o Palmeiras e começou o jogo oferecendo a iniciativa pro adversário, pouco indo para o ataque.
A primeira emoção acontece a favor do adversário quando na entrada da área, Welington (que ninguém entende porque entra em campo) deixa Zé Rafael chutar forte e nosso goleiro faz 2 excelentes defesas.
A tática suicida de chamar o adversário para jogar no nosso campo defensivo continua imperando e isso coloca o time sempre em perigo, mas pior é que essa mentalidade retranqueira sempre resulta em algo conhecido, gol do adversário, aliás um gol maravilhoso de Dudu.
A partir daí, o Fluminense parece querer jogar, mas é incrível como os próprios jogadores do Fluminense “matam” qualquer possibilidade de contra ataque. Quando conseguem tomar a bola, jogam pra trás revelando a mentalidade retranqueira que contaminou os jogadores.
Yago quase entrega o segundo gol quando perde uma bola dominada no ataque e o Palmeiras num rápido contra ataque quase marca o segundo.
Em seguida, Caio Paulista erra quando resolve dar um drible a mais e perde a chance do empate.
Arias também erra quando tem chance de invadir a área e chutar, mas é muito lento.
Termina o primeiro tempo e o Fluminense no lucro, só com 1×0.
Alguns pontos nesse intervalo:
Se sempre somos derrotados esperando o adversário no nosso campo defensivo, porque continuamos jogando assim?
Porque Welington é escalado?
Porque não se aproveita uma das poucas virtudes do Caio Paulista que é a velocidade?
Porque Fred é escalado já que ele não consegue mais ter a intensidade necessária atualmente?
Melhor seria o aproveitamento dele a partir dos 20 minutos do segundo tempo quando o adversário cansa e isso nivelaria a questão física e sua técnica poderia aparecer.
Mas enfim, o que é inaceitável é a mentalidade conformada e a falta de ambição presente em todos os jogadores, contaminados pela diretoria derrotista e arrogante.
Vamos aguardar um milagre para o segundo tempo.
O milagre aconteceu.
Gabriel Teixeira e Lucca substituíram Caio Paulista e Arias, respectivamente. A saída de ambos é correta, mas inexplicável é a entrada de Lucca.
Com 1 minuto de jogo no segundo tempo, o Fluminense resolve atacar e descobre o óbvio: só faz gol quem ataca e Yago Felipe (justo ele que joga tanto pra trás) empata com um chute desviado no zagueiro.
Espera-se que o time aprenda que só faz gol quem ataca.
Aos 9 minutos, noutro erro de passe de Welington, o Palmeiras ameaça mas nosso goleiro defende.
Aos 13 minutos, o juiz marca pênalti e o var, “ajudado” pelos “comentaristas” da globolixo, anula o pênalti, acertadamente.Só essa parada levou 5 minutos.
Aos 26 Marcão tira Welington(que nem deveria ter entrado) e coloca o anêmico Nonato, e Fred por JK.
No minuto seguinte, Lucca perde gol feito (o que é normal nele).
Aos 37 sai Martinelli e entra Cazares.
Aos 42, Yago Felipe vira o jogo fazendo 2×1, numa excelente lição de que só ganha quem ataca. Espero que Marcão e a diretoria tenham visto o jogo e aprendido o óbvio: para ganhar tem que atacar.
A mudança de postura do primeiro para o segundo tempo é nítida, com o time ocupando espaços no campo ofensivo. A pergunta é: porque o time insiste em jogar recuado se os números mostram que a derrota é certa quando recua?
Enfim, uma exibição que valeu pelo segundo tempo quando o time venceu e convenceu porque jogou 45 minutos atacando.
Agora é enfrentar o Juventude e ganhar: a receita é simples: atacar sempre.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Goianos saem atrás, empatam e se beneficiam de vitória no jogo de ida
O primeiro campeão brasileiro da temporada é goiano. Neste sábado (13), a Aparecidense-GO segurou o empate por 1 a 1 com o Campinense-PB e garantiu o título inédito da Série D. O jogo no estádio Anníbal de Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO), foi transmitida ao vivo pela TV Brasil. O Camaleão se beneficiou da vitória por 1 a 0 na partida de ida, há uma semana, no Amigão, em Campina Grande (PB).
A conquista faz da Aparecidense o quarto time goiano a celebrar um título nacional, repetindo feitos de Goiás (duas Séries B), Atlético-GO (uma Série B e duas Série C) e Vila Nova (três Séries C). O estado de Goiás, por sua vez, torna-se o décimo a ter uma taça de Série D, juntando-se a Ceará, São Paulo, Minas Gerais (duas taças cada), Santa Catarina, Pará, Paraná, Maranhão e Paraíba.
Primeira campeã do Campeonato Brasileiro de 2021, a Aparecidense o quarto time goiano a celebrar um título nacional, repetindo feitos de Goiás (duas Séries B), Atlético-GO (uma Série B e duas Série C) e Vila Nova (três Séries C).- Foto Samy Oliveira/Ascom Campinense
A “Cidinha”, como é carinhosamente chamada a equipe, é também o primeiro time do interior de Goiás a levantar um troféu nacional. O clube fez a melhor campanha geral da Série D, com 46 pontos. Foram 13 vitórias, sete empates e quatro derrotas, com 31 gols marcados e 15 sofridos – melhor defesa entre os quatro times que obtiveram acesso à Série C. Além de Aparecidense e Campinense, ABC-RN e Atlético-CE subiram de divisão.
A finalização da entrada da área do meia Robert, que obrigou o goleiro Mauro Iguatu a se esticar no ângulo direito para defender, foi a única chance real da Aparecidense no primeiro tempo. Em desvantagem no placar agregado, o Campinense teve a iniciativa ofensiva e teve várias oportunidades para sair na frente antes do intervalo, mas pecou nas finalizações, como em duas cabeçadas do zagueiro Cleiton, aos 26 e aos 29 minutos, e outra do atacante Anselmo, aos 36, todas para fora.
Quando a Raposa conseguiu acertar a meta, Pedro Henrique (que foi o protagonista do jogo de ida) apareceu. Aos 17 minutos, o goleiro fez bela defesa em chute colocado do lateral Felipe Ramon, pela esquerda. Dez minutos depois, o camisa 1 se antecipou a Anselmo, que invadia a área pela esquerda, e teve o auxílio do zagueiro Vanderley, que ficou com a sobra, para salvar os anfitriões.
A insistência paraibana foi recompensada no começo da etapa final. Aos sete minutos, o atacante Fábio Lima cruzou pela direita o meia Dione apareceu na área, às costas da marcação de Vanderley e escorando de cabeça para abrir o placar.
O gol acordou a Aparecidense, que, enfim, equilibrou as ações e encontrou espaços para atacar. Aos 14, Robert cruzou rasteiro pela direita, o atacante Negueba bateu de primeira e Mauro Iguatu defendeu como em um jogo de vôlei. Aos 32, Robert deu passe açucarado para o atacante Samuel entrar na área e tocar por cobertura, na saída do goleiro da Raposa, para explosão da torcida no Anníbal de Toledo.
O duelo ficou tenso nos minutos finais. O Campinense, que parou no travessão em cabeçada do atacante Cláudio, aos 35 minutos, lançou-se ao ataque atrás do segundo gol, mas de forma desorganizada. No último lance do jogo, até Mauro Iguatu foi para a grande área ajudar o ataque na cobrança de escanteio, mas a zaga afastou. Apito final do árbitro Raphael Claus e festa do torcedor da Aparecidense.
Duelo às 16h no Morumbi será transmitido ao vivo pela Rádio Nacional
O Morumbi será palco neste domingo (14) do clássico interestdual São Paulo x Flamengo, jogo válido pela 32ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Será o reencontro do técnico Rogério Ceni, atual treinador do Tricolor paulista, com seu ex-time. No primeiro turno do Brasileiro, já sob o comando de Renato Gaúcho, o Rubro-Negro fez 5 a 1 nos paulistas no Maracanã. A partida às 16h (horário de Brasília), na capital paulista, será transmitida ao vivo na Rádio Nacional, com narração de Rodrigo Campos, comentários de Mário Silva, reportagem de Maurício Costa e plantão de notícias com Luiz Ferreira
O Tricolor paulista quer garantir três pontos para se afastar por completo da zona de rebaixamento (Z4). Nas últimas duas partidas fora de casa, o São Paulo amargou derrota para o Bahia (1 a 0), mas conseguiu arrancar um empate contra o Fortaleza em 1 a 1 na quarta (10)..
Para o jogo desta tarde, o técnico Ceni precisará contornar várias ausências. Não poderá contar com Wellington, Gabriel Sara e Rodrigo Nestor, suspensos com três cartões amarelos. Outros três jogadores permanecem em recuperação no departamento médico: Luan, William, Galeano e Wallace. Por fim, o zagueiro Arboleda segue defendendo a seleção do Equador nas Eliminatórias da Copa do Mundo.
O São Paulo deve ir a campo com Tiago Volpi; Bruno Alves, Miranda e Léo; Igor Vinicius (Orejuela), Liziero, Igor Gomes, Martín Benítez e Reinaldo; Rigoni e Calleri (Luciano).
O visitante rubro-negro, terceiro colocado na classificação geral, 11 pontos atrás do líder Atlético-MG – mas com um jogo a menos – ainda acredita no tricampeonato consecutivo.
“Nós não desistimos do Campeonato Brasileiro. Nós estamos lutando. Enquanto a gente tiver chances matemáticas, a gente vai brigar pelo Brasileiro”, afirmou Renato Gaúcho em coletiva.
O time desembarcou em São Paulo no final na tarde de ontem (13) sem o lateral-esquerdo Filipe Luís. O jogador foi poupado pela comissão técnica, embora tenha treinado nesta semana após se reucperar de uma lesão na panturrilha. O goleiro Diego Alves também não atua neste domingo, assim como Pedro, Arrascaeta, Isla e Diego Ribas.
A boa notícia é que Éverton Ribeiro, Willian Arão e Rodrigo Caio devem começar jogando. Além deles, o time carioca deve entrar em campo com Hugo, Matheuzinho; David Luiz e Ramon; Andreas Pereira; e o trio Michael. Bruno Henrique e Gabriel Barbosa, o Gabigol.
Na próxima segunda-feira, feriado de 15 de novembro, Dia da Proclamação da República do Brasil, o Banco de Sangue de Brasília estará aberto para receber os doadores que se disponibilizarem a entrar numa grande corrente do bem pela vida, das 7h às 18h, na SGAS 915 – Asa Sul – 2º subsolo do Centro Clínico Advance I (próximo ao DF Star).
A instituição alerta que nesses períodos de feriados prolongados há uma queda acentuada nos estoques sanguíneos, pois muitas pessoas programam seu lazer, vão viajar, e se esquecem de agendar a sua doação.
Atualmente, todos os tipos sanguíneos são necessários. Por isso, o apelo é para que os doadores compareçam ao Banco de Sangue para praticar esse gesto solidário que pode salvar até 4 vidas.
O procedimento não dói e é rápido, dura em média 40 minutos e ainda sobra tempo para curtir o feriado com a família.
O Banco de Sangue de Brasília segue rigorosamente todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 e por isso conquistou o selo Covid Free de Excelência, concedido pelo IBES – Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde, em reconhecimento por manter as melhores práticas de prevenção e enfrentamento da pandemia de coronavírus.
Requisitos básicos para doação de sangue:
• Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH, etc.) em bom estado de conservação;
• Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença dos pais no momento da doação);
• Não é permitido realizar doação acompanhado de menores de 12 anos (exceto se o menor estiver acompanhado de dois adultos, sendo necessário o revezamento dos mesmos enquanto acontece a doação);
• Estar em boas condições de saúde;
• Pesar no mínimo 50 kg;
• Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
• Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas. Não é necessário estar em jejum;
• Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e língua (12 meses após a retirada);
• Não ter diabetes em uso de insulina;
• Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
• Não ter tido Doença de Chagas ou Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST);
• Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 30 dias após cessarem os sintomas para realizar doação de sangue;
• Aguardar 48h para doar caso tenha tomado a vacina da gripe, desde que não esteja com nenhum sintoma;
Consulte nossa equipe em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.
Critérios específicos para o Coronavírus:
• Se teve contato com paciente positivo ou com suspeita de COVID-19, aguardar 14 dias;
• Se contraiu COVID-19, aguardar 30 dias;
• Aguardar 48h caso tenha tomado a vacina Coronavac/Sinovac e 7 dias caso tenha tomado a Astrazeneca, Pfizer ou Janssen;
• Candidatos que viajaram para o exterior devem entrar em contato com o Banco de Sangue para entender o período que não pode doar (varia de país a país).
Serviço:
Banco de Sangue de Brasília
Endereço: SGAS 915 – Asa Sul – 2º subsolo do Centro Clínico Advance I (próximo ao DF Star)
Telefones: (61) 3011-7531 e (61) 9632 3648
Atendimento: diariamente, das 7h às 18h; incluindo sábados, domingos e feriados.
Com o feriado prolongado, aumenta o fluxo de veículos nas rodovias de todo o país. Polícia Rodoviária Federal promove operação especial
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza neste fim de semana prolongado a Operação Proclamação da República. Com a diminuição dos índices da pandemia o número de veículos deve aumentar. O engenheiro civil Alexandre Jardim saiu de São José dos Campos (SP) em direção a Sales Oliveira. Ele conta que às 16h de sexta-feira o trânsito na Anhanguera e Via Dutra já estava muito carregado. “Já reflexo do feridão”, acredita.
Para orientar esses motoristas a PRF aumentou o efetivo nas vias. Com o objetivo de melhorar a fluidez e reduzir os acidentes, muitas estradas do Brasil estão com inversões e restrição de horários para a circulação de caminhões. “O objetivo é reduzir o número de acidentes e também o número de mortos e feridos, assim como ocorreu nos últimos dois feriados”, informa a policial rodoviária federal Fernanda Souza, porta-voz da instituição.
A PRF recomenda que os motoristas não ultrapassem em locais proibidos, respeitem a velocidade da via e usem o cinto de segurança. Uma outra dica é fazer a revisão no carro e conferir todos os itens de segurança, como estepe, triângulo e luzes de faróis e freios. Cuidados que foram tomados pelo professor Roberto Lemos, que vai de Brasília, no sábado (13), em direção à Varginha (MG). “Programo minhas revisões periódicas para anteceder às viagens de fim de ano e saio sem pressa para chegar no destino”, conta.
Se você também vai viajar neste feriado prolongado confira todas as dicas da PRF para uma viagem segura:
Planeje sua viagem e faça a revisão de seu veículo. É fundamental verificar a presença e o funcionamento de todos os equipamentos obrigatórios. Verifique também toda a documentação do veículo e do condutor.
Todos os ocupantes do veículo devem portar documento de identificação, inclusive crianças e adolescentes.
Respeite os limites de velocidade estabelecidos para a via e obedeça às placas de sinalização. Onde não existir sinalização ou se esta estiver prejudicada mantenha a velocidade compatível com as condições da via. Quanto maior a velocidade, maior é o risco e mais graves os acidentes.
O condutor e todos os passageiros do veículo DEVEM utilizar o cinto de segurança. Crianças menores de 7 anos e meio de idade devem estar utilizando o equipamento obrigatório compatível (bebê conforto, cadeirinha e/ou assento de elevação). Em caso de autuação o condutor será penalizado e o veículo ficará retido até a regularização da infração.
Ultrapasse sempre pela esquerda (somente em locais permitidos) e onde haja todas as condições necessárias para execução da manobra com segurança. Antes de iniciar uma ultrapassagem, certifique-se da distância e da visibilidade do veículo que pretende ultrapassar e dos que vêm em sentido contrário. Se outro veículo o estiver ultrapassando ou tiver sinalizado a intenção de fazê-lo, dê a preferência e aguarde a vez. Sinalize toda a manobra com antecedência. Redobre a atenção ao ultrapassar ônibus e caminhões. Por se tratar de veículos grandes e pesados, é preciso se certificar que há espaço suficiente para realizar uma ultrapassagem segura. Ao ser ultrapassado não acelere, não mude a trajetória do veículo e mantenha distância segura do veículo à frente.
Mantenha uma distância segura do veículo que vai à frente, a fim de se evitar colisões traseiras nos casos de freadas bruscas.
Cuidado com os pedestres, principalmente em perímetros urbanos cortados por rodovias. Redobre a atenção e reduza a velocidade sempre que verificar a presença de pedestres nos acostamentos e às margens das rodovias.
É importante também sempre levar água, frutas e alimentos não perecíveis no interior do veículo, para situações inesperadas como congestionamentos e interdições de pista.
Caso ocorra chuva durante sua viagem, acione os limpadores de pára-brisa, diminua a velocidade e aumente a distância em relação ao veículo que segue à sua frente. Evite estacionar no acostamento, caso tenha que parar, procure um local seguro afastado da pista de rolamento.
Ocupantes de motocicletas: devem sempre usar o capacete e manter distância das laterais traseiras dos veículos, eliminando assim o chamado “ponto cego”. Antes de mudar de faixa de rolamento usar os retrovisores. Não trafegue próximo a caminhões. O deslocamento de ar produzido por esses veículos pode desestabilizar a motocicleta. Sempre circule com o farol ligado, para facilitar a visualização da motocicleta pelos pedestres e pelos veículos que estão no sentido contrário.
Trafegue sempre com os faróis acesos, mesmo durante o dia. Isso aumenta a visibilidade aos demais condutores e principalmente aos pedestres, além de melhorar a percepção de distância aproximada.
Datas seguem modelo do Bolsa Família, com base no dígito final do NIS
A Caixa Econômica Federal divulgou o calendário de pagamento do Auxílio Brasil, que começa a ser pago na próxima quarta-feira (17). As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês, com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS).
Com valor médio de R$ 217,18 neste mês, a parcela de novembro começará a ser paga no dia 17 para os beneficiários de NIS com final 1 e terminará no dia 30 para os beneficiários de NIS com final 0. Com 17 milhões de famílias incorporadas, o Auxílio Brasil terá cerca de 2,5 milhões de famílias a mais que os 14,6 milhões atendidas pelo Bolsa Família.
O novo programa social terá três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário arranje um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.
Podem receber o Auxílio Brasil as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza. No Bolsa Família, os valores das linhas de extrema pobreza e pobreza eram, respectivamente, de R$ 89 e de R$ 178 por pessoa.
A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que ocorreu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro.
O Brasil ultrapassou, na manhã de hoje (13), a marca de 350 milhões de doses de vacina contra a covid-19 distribuídas para aplicação por estados, municípios e o Distrito Federal. A marca foi divulgada pelo Ministério da Saúde.
De acordo com o painel informativo atualizado pela pasta, a vacina mais distribuída até o momento foi a desenvolvida pelo consórcio de laboratórios internacionais Pfizer/BioNTech, com 132,8 milhões de doses. Em seguida vêm os imunizantes de Fiocruz/AstraZeneca (118,2 milhões), Butantan/Sinovac (100,9 milhões) e Janssen (4,8 milhões).
Das doses distribuídas, 294,2 milhões já foram aplicadas, de acordo com os dados oficiais. Com isso, 156,7 milhões de pessoas receberam ao menos uma dose de vacina, o equivalente a 70% da população, informou a Saúde. Dessas, 126,2 milhões completaram o esquema vacinal com duas doses ou dose única (Janssen).
O ministério atribui aos números da vacinação a melhora no quadro epidemiológico da covid-19 no Brasil. Pelos dados oficiais, desde abril houve queda de 90% na média de casos, que se encontra em 10,4 mil (média de novas notificações dos últimos 14 dias).
No caso dos óbitos, o Brasil tem média móvel de 216,36 (últimos 14 dias). Pelos números oficiais divulgados na noite de ontem (12), o país havia registrado 267 mostes provocadas pela covid-19 nas 24 horas anteriores à divulgação.
A pequena Diana, que nasceu de 33 semanas e teve a companhia da mãe Fayane Dourado nos primeiros 26 dias no Hospital Regional de Ceilândia, seguiu depois para o método canguru, medida que ajudou no bom desenvolvimento da criança | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Na pandemia, acesso de mães e pais aos bebês prematuros foi restrito. Com o arrefecimento da covid-19, “separação zero” ajuda no tratamento
Quando Augusto nasceu de 34 semanas, não houve um dia em que a professora Mayrla dos Santos tenha ficado distante do filho. Foram 83 dias com o bebê no Hospital Regional de Taguatinga. O mesmo aconteceu com a dona de casa Fayane Dourado. Ela ficou 26 dias ao lado de Diana, que nasceu de 33 semanas, de parto normal, no Hospital Regional de Ceilândia.
A realidade vivida pelas duas em 2019 não foi a mesma de algumas mães que tiveram nenéns prematuros após o início da pandemia de covid-19. Devido à doença, as mães e os pais tiveram acesso restrito aos bebês durante os períodos mais intensos da crise sanitária para evitar o risco de contaminação.
“Tive apoio de toda a minha família. Sentia saudade de casa, mas ao mesmo tempo ela precisava de mim”Fayane Dourado, dona de casa
Por isso, durante o Mês da Prematuridade, celebrado em novembro, a intenção é resgatar essa relação de proximidade entre prematuros e família, parte importante do tratamento. “Estamos preconizando o resgate ao que sempre teve: a separação zero das mães e o acesso livre dos pais. Esse é o tema da campanha deste ano. A família é de extrema importância para o tratamento da criança, para que ela consiga sobreviver e tenha um vínculo familiar”, explica a pediatra Miriam Santos, coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano do DF.
Essa importância da presença materna é reforçada pelas mães de bebês prematuros. “Tive apoio de toda a minha família. Sentia saudade de casa, mas ao mesmo tempo ela precisava de mim”, conta Fayane Dourado. A dona de casa lembra que, após o período na UTI neonatal, Diana foi para o método canguru, em que o bebê é colocado em contato pele a pele, de forma gradativa, com os pais.
“Lembro do momento do toque parado, que é quando colocamos as mãos para que o bebê sinta que há alguém por perto. Depois teve o aconchego do método canguru. É importante para a criança se sentir acolhida, porque ela fica ali dentro da caixinha da incubadora”Mayrla dos Santos, professora
O tratamento canguru foi um momento de emoção para Mayrla, já que Augusto passou por uma série de intercorrências durante a internação, como convulsão, hemorragia e parada cardiorrespiratória. “Lembro do momento do toque parado, que é quando colocamos as mãos para que o bebê sinta que há alguém por perto. Depois teve o aconchego do método canguru. É importante para a criança se sentir acolhida, porque ela fica ali dentro da caixinha da incubadora”, comenta.
Prematuridade
O Mês da Prematuridade nasceu a partir do Dia Mundial da Prematuridade, lembrado em 17 de novembro. O período é conhecido também como Novembro Roxo. A cor foi escolhida por representar a sensibilidade e a individualidade do prematuro, além de simbolizar transmutação e mudança. Ao longo do mês, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal terá ações de conscientização nas unidades, com ensaios de bebês internados e palestras sobre os cuidados.
É considerado prematuro o bebê que nasce antes da 37ª semana de gestação. Aqueles que vêm ao mundo com menos de 28 semanas são classificados como prematuros extremos. O atendimento e o tipo de tratamento dos bebês dependem da gravidade. Há bebês que precisam de assistência ventilatória, hidratação venosa, nutrição parenteral e antibioticoterapia e suplementação de vitamina. O tratamento leva em conta a idade gestacional e o peso.
4.754nascimentos prematuros foram registrados no DF até setembro de 2021
No DF, os casos mais graves são encaminhados para as UTIs neonatal no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Hospital Regional de Ceilândia (HRC), Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).
Os demais casos são atendidos no Hospital Regional de Planaltina (HRP), Hospital da Região Leste (Paranoá) e Hospital Universitário de Brasília (HUB/UnB). Também há centros de reabilitação para atendimento das crianças que atingiram o seu potencial.
Até setembro de 2021, o Distrito Federal registrou 4.754 nascimentos prematuros, destes 3.376 nascidos de mães residentes da capital federal. Em relação ao mesmo período do ano passado, o número teve queda. “Tivemos um número menor de prematuros, entretanto, temos que ver se tivemos um número menor de nascimentos. O que sabemos é que, quando comparamos aos dados nacionais, o DF tem a prematuridade maior que a média nacional. A média está em 11% e estamos com 12,2%”, revela Miriam dos Santos.
Precaução
A pediatra Miriam Santos alerta para a necessidade de conscientização dos pais. Ela diz que é de extrema importância um planejamento familiar, para que as mulheres engravidem num momento de decisão própria. “Para isso, ela precisa ter acesso à informação em relação a métodos contraceptivos para que possa engravidar quando desejar”, afirma.
O planejamento também pode resultar no início rápido do pré-natal, momento em que as equipes médicas podem identificar problemas que possam propiciar um parto prematuro, como diabetes, infecção urinária, entre outros.
No próximo dia 20, o GDF promoverá uma grande ação de mobilização, com o intuito de aumentar o número de pessoas vacinadas contra a covid-19 | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF
Aumento do índice de pessoas com a imunização em dia contribui para reduzir transmissão da doença, óbitos e internações
O Distrito Federal alcançou a marca de 70,20% da população vacinável com as duas doses ou a dose única da vacina contra a covid-19. Ao todo, 1.751.562 pessoas receberam duas doses e 58.363, a dose única. Os dados são divulgados diariamente na página do Vacinômetro. “O objetivo do Governo do Distrito Federal é aumentar ainda mais a população totalmente imunizada”, afirma o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.
“A Secretaria de Saúde não tem medido esforços para oportunizar a vacina a toda a população. É um avanço a ser comemorado alcançar esse percentual de imunizados, mas sabemos que temos que continuar intensificando o nosso trabalho de convencimento da população para que busque a primeira dose e não se esqueça de voltar para tomar a segunda”, acrescenta Valero.
1.809.925pessoas tomaram as duas doses ou a dose única
O GDF estimula a vacinação por meio de campanhas nas mídias sociais e divulga em seus canais oficiais os efeitos positivos alcançados com a imunização. A queda na taxa de transmissão da covid-19, hoje em 0,69, redução do número de casos e óbitos e baixa nas internações pela doença (hoje a taxa de ocupação de leitos de UTI está em 48,21%) são exemplos da eficiência da vacina no combate ao novo coronavírus.
Dia D
No próximo dia 20, o GDF promoverá uma grande ação de mobilização, com o intuito de aumentar o número de pessoas vacinadas contra a covid-19. O Dia D levará a vacina a pontos estratégicos do DF, como feiras populares e a Rodoviária do Plano Piloto. O objetivo é alcançar o maior número possível de pessoas que ainda não se vacinaram e aumentar, assim, a cobertura vacinal.
Com o Dia D, o GDF espera alcançar o maior número possível de pessoas que ainda não se vacinaram e aumentar, assim, a cobertura vacinal
“Vamos levar a vacina para mais perto ainda da população. Sairemos da rotina da vacina apenas nas unidades de saúde e a disponibilizaremos em locais de grande movimentação de pessoas”, destaca Divino Valero.
No Dia D também haverá aplicação da segunda dose e doses de reforço e adicional. No entanto, os imunizantes para esse público, além da primeira dose para adolescentes, serão aplicados nas unidades básicas de saúde.
Balanço
A primeira dose foi aplicada em 2.265.422 pessoas, cuja cobertura vacinal atingiu 87,86%. De acordo com as faixas etárias, a procura pela primeira dose foi maior nos grupos com 70 anos ou mais, alcançando o percentual de 100%.
A segunda dose ou a dose única alcançou 100% do público com 65 anos ou mais e a faixa etária de 50 a 59 anos
Nos indivíduos entre 60 e 69 anos, o percentual é de 99%. A procura pela vacina é maior que 80% nos grupos de 40 a 49 anos e de 12 a 29 anos. A faixa etária que menos foi aos pontos de vacinação para iniciar o ciclo vacinal é a dos adultos entre 30 e 39 anos, cuja procura está em torno de 77,2%.
A segunda dose ou a dose única alcançou 100% do público com 65 anos ou mais e a faixa etária de 50 a 59 anos. O percentual de segunda dose maior que o da primeira nesses grupos ocorre porque algumas pessoas do DF receberam a primeira dose em outros estados e a segunda em solo brasiliense, ou pelo fato de pessoas de outros estados terem recebido a segunda dose no DF.
Quem tomou a primeira dose de Pfizer-BioNTech ou AstraZeneca pode receber a segunda após 56 dias. Já para aqueles que foram vacinados com a CoronaVac, o prazo é de 14 a 28 dias, conforme marcação no cartão de vacina. A dose de reforço é aplicada em idosos com 60 anos ou mais e profissionais de saúde que receberam a segunda dose há pelo menos seis meses. Até o momento, 156.004 pessoas receberam o reforço.
A dose adicional é aplicada em pessoas com imunossupressão grave que receberam a segunda dose há pelo menos 28 dias. Os locais de vacinação são divulgados diariamente no site da Secretaria de Saúde.