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“O bê-á-bá da Bíblia” explica a Palavra de Deus para as crianças de forma lúdica e divertida

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Repleto de atividades, obra tem a missão de tornar o aprendizado das Escrituras uma experiência inesquecível para os pequenos

O bê-á-bá da Bíblia, lançamento da Editora Mundo Cristão, é um livro repleto de atividades que explicam a Palavra de Deus de forma lúdica para as crianças. Por meio de estratégias adaptadas para a faixa etária dos 7 aos 11 anos, a obra traz respostas sólidas através de um método divertido e curioso, que viabiliza o aprendizado por conta própria.

Terry Glaspey e Kathleen Kerr apresentam no decorrer das páginas um plano de leitura com ensinamentos, dicas, truques, charadas e piadas. São informações preciosas para desenvolver a fé cristã com alegria e naturalidade.

“Pense neste livro como um guia turístico pela Bíblia. Aqui, você vai começar a entender como todas as partes da Bíblia se encaixam. Vai perceber como pode estudar por conta própria. E também pode achar as respostas para as perguntas que você tem feito. Pronto? É hora de mergulhar!”. Terry Glaspey e Kathleen Kerr

O lançamento ajuda as crianças a descobrirem como todas as histórias da Bíblia se conectam como um grande ato de amor e salvação através de Jesus Cristo. Um recurso prático, eficaz e recreativo para proporcionar conhecimento duradouro e memórias inesquecíveis.

 

Ficha Técnica:

Livro: O bê-á-bá da Bíblia
Autores: Terry Glaspey e Kathleen Kerr
Editora
: Mundo Cristão
ISBN: 978-65-5988-031-7
Formato: 14×21
Páginas: 112
Preço: R$ 39,90
Link de venda: Amazon | Mundo Cristão

 

Sobre os autores:

Terry Glaspey é formado em História e Ministério Pastoral e é autor de vários livros.

Kathleen Kerr trabalha com publicações e é palestrante frequente em conferências em todo o território norte-americano.

Conselho de Transparência e Controle Social do DF retoma atividades

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O grupo é composto por 16 conselheiros, com direito a voto, de forma paritária entre representantes do Poder Executivo e da sociedade civil

Na tarde da quarta-feira (24) o Conselho de Transparência e Controle Social do DF (CTCS-DF) se reuniu pela primeira vez após a atualização de sua composição, que agora conta com membros do Governo do Distrito Federal para, juntos, trabalharem com representantes da sociedade civil. Foi discutido como se dará o andamento do trabalho, que permanece em reuniões mensais e híbridas.

Também foram relembradas algumas questões que constam no Decreto nº 42.323, DE 22 de julho de 2021 que institui o conselho e suas atribuições. O CTCS é composto por 16 conselheiros, com direito a voto, de forma paritária entre representantes do Poder Executivo e da sociedade civil organizada e atualmente presidido pelo controlador-geral do DF, Paulo Martins. Cabe ressaltar que a Controladoria-Geral do DF é, atualmente, o órgão que faz a gestão da transparência e do controle social no GDF.

* Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal

Câmara aprova texto-base da MP que cria Auxílio Brasil

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Parlamentares votam agora destaques ao texto

A Câmara dos Deputados aprovou hoje (25) a o texto-base da Medida Provisória (MP) 1061/2021 que cria o Auxílio Brasil. O programa, que substitui o Bolsa Família, muda alguns critérios para recebimento do benefício, com incentivos adicionais ligados ao esporte, desempenho no estudo e inserção produtiva.

A MP também cria o programa Alimenta Brasil que ficará no lugar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que atende agricultores familiares. Os deputados votam agora destaques aos texto.

Partidos da oposição firmaram um acordo para votar favoravelmente ao parecer do relator, Marcelo Aro (PP-MG). Com isso, o texto foi aprovado por 344 votos favoráveis e nenhum contrário.

O relatório apresentado trouxe uma série de modificações ao texto encaminhado pelo governo. Entre outros pontos, Aro incluiu na MP valores dos benefícios definidos por um decreto que regulamentou o programa. Para o Benefício Primeira Infância o valor apresentado foi de R$ 130 e para o Benefício Composição Familiar o valor é de R$ 65.

O texto alterado também diz que passarão a ser elegíveis para o Auxílio Brasil as famílias em situação de pobreza, cuja renda familiar per capita mensal se situe entre R$ 105,01 e R$ 210; e as famílias em situação de extrema pobreza, com renda familiar per capita mensal igual ou inferior a R$ 105.

Os valores são diferentes do previsto no decreto que regulamentou a MP, que fixou a renda da extrema pobreza até R$ 100, e da pobreza entre R$ 100,01 e R$ 200. O efeito prático da mudança é ampliar o universo de elegíveis.

Após pressão de partidos da oposição, Aro também retirou a parte que permitia aos beneficiários do programa social contratarem crédito consignado. A proposta previa que até 30% da renda fossem comprometidos.

Ao apresentar seu parecer, Aro disse que, apesar dos esforços dos governo anteriores para atender as pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, atualmente existem 17 milhões de famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza no país.

“Atualmente, temos 17 milhões de famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza. Vale salientar que a maioria se encontra, infelizmente, em situação de extrema pobreza, condição em que prevalecem a insegurança alimentar severa e a dificuldade de acesso a direitos básicos de cidadania, como o direito ao trabalho digno”, disse.

O novo programa de transferência de renda prevê diversas parcelas: uma, chamada de Benefício Primeira Infância que será paga quando houver crianças de até 3 anos; uma parcela, composição familiar, para cada integrante familiar gestante ou com idade de 3 a 21 anos; há ainda a previsão de pagar um complemento, chamado de superação da extrema pobreza se a renda familiar mensal per capita, incluídos os benefícios anteriores, não for suficiente para superar a linha da extrema pobreza.

Há ainda um complemento de transição que será dado às famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, que tiverem redução no valor financeiro total dos benefícios recebidos, em decorrência do enquadramento na nova estrutura de pagamento do benefício.

Além desses benefícios, o programa também institui os auxílios Esporte Escolar; Bolsa de Iniciação Científica Júnior; Criança Cidadã; Inclusão Produtiva Rural e Inclusão Produtiva Urbana, classificados como “incentivos ao esforço individual e à emancipação.

Segundo o governo, o valor médio do benefício é de R$ 217,18, mas haverá uma complementação para que o valor atinja o mínimo de R$ 400. Esse complementação, contudo, por decisão do governo, será temporária e valerá até dezembro do próximo ano.

Oposição

Mesmo votando favoráveis à aprovação do projeto, deputados da oposição criticaram a extinção do programa Bolsa Família. Um dos argumentos é que o novo programa não leva em consideração as políticas já estruturadas pelo Bolsa Família e que passam pelo atendimento nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS).

“[Foi desmontada] Toda uma rede de informação de cada família em cada município. Toda uma estrutura de assistência que existe há quase duas décadas. O Bolsa Família era um projeto estruturado que está vinculado à política de saúde e educação”, disse o deputado Marcelo Freixo (PSol-RJ)

Freixo criticou ainda a previsão de pagar a complementação do benefício até o final de 2022. Na avaliação do deputado, a previsão do governo de dar a complementação do auxílio somente até o final do ano próximo ano evidencia que a proposta do governo tem caráter eleitoreiro.

“Na nossa opinião, de todos os deputados da oposição, o Bolsa Família era um projeto que deveria ser ampliado. A gente deveria estar votando aqui o valor maior do Bolsa Família e a abrangência do numero de pessoas e não um pix eleitoral”, disse.

O deputado José Guimarães lembrou que o novo programa do governo vai deixar de atender uma parcela da população que recebia o auxílio emergencial. Segundo o deputado serão 23 milhões de pessoas que recebiam o auxílio emergencial e que vão deixar de receber algum benefício de transfer6encia de renda.

“São 23 milhões de pessoas que recebiam o auxílio emergencial e que vão ficar sem receber qualquer benefício, estas famílias não vão ter qualquer renda e como pagar suas contas. Como vão ficar essas famílias?”, questionou o deputado que também cobrou a elevação no valor do benefício para R$ 600 e que o programa seja permanente.

Segundo Guimarães, o valor proposto pelo governo não é suficiente para repor a inflação dos últimos anos.

Estudo mostra que pandemia intensificou uso das tecnologias digitais

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Desigualdades de inclusão digital foram acentuadas

A pandemia de covid-19, declarada pela Organização Mundial da Saúde em março de 2020, intensificou o uso de tecnologias digitais no Brasil, passando de 71% dos domicílios com acesso à internet em 2019 para 83% no ano passado, o que corresponde a 61,8 milhões de domicílios com algum tipo de conexão à rede.

Os dados são da Pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nos domicílios brasileiros (TIC Domicílios) 2020, divulgada hoje (25) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

O coordenador do CGI.br, Márcio Migon, explica que a internet e os dispositivos móveis passaram a desempenhar papel central durante a pandemia, possibilitando a continuidade de atividades empresariais com o home office, do comércio com as vendas online, prestação de serviços públicos, atividades educacionais com o ensino remoto e de saúde com as teleconsultas. Porém, ele destaca que as desigualdades sociais foram agravadas pelas diferenças no acesso à tecnologia.

“As presentes publicações apresentam um cenário atualizado da adoção da internet no Brasil durante a pandemia de covid-19 e oferece um diagnóstico detalhado dos desafios para o avanço da inclusão digital. Ao mesmo tempo, a vida digital permitiu muitas possibilidades, inclusive abrindo fronteiras para uma parcela da sociedade, por um lado. Por outro lado, a diferenças e as dificuldades de acesso se mostraram ainda mais graves, agravando as fraturas sociais e as desigualdades. É preciso diagnóstico para que possamos implementar políticas públicas que venham ao encontro de reduzir essas diferenças”.

De acordo com o diretor-presidente do NIC.br, Demi Getschko, o núcleo detectou o grande aumento de tráfego na rede, levando São Paulo ao primeiro lugar no mundo.

“Nós passamos pela pandemia com um grande aumento de tráfego, principalmente nos pontos de troca de tráfego [PTTs]. A internet brasileira suportou essa demanda adicional, tivemos a boa informação de que o PTT de São Paulo atingiu o primeiro lugar do mundo, passando o PTT de Frankfurt, que era o líder. E estamos nos municiando para continuar atendendo as demandas com a qualidade esperada e esperando que, na verdade, o cenário seja mais promissor daqui para frente”.

Também foram lançadas hoje a TIC Educação 2020 e a TIC Kids Online Brasil 2020, além do Estudo Setorial “Educação e tecnologias digitais: desafios e estratégias para a continuidade da aprendizagem em tempos de covid-19”. Os principais dados foram apresentados no evento online Inclusão digital e desafios pós-pandemia, disponível no Youtube. Todas as pesquisas estão disponíveis no site do Cetic.br.

Uso da internet

O integrante do Cetic.br Fábio Storino destacou que a migração das atividades de ensino, trabalho, lazer e serviços públicos para o mundo online se refletiu no aumento da conectividade nos domicílios no ano passado.

“Esse aumento foi mais expressivo na classe C, onde em 2015 pouco mais da metade dos domicílios contavam com internet, passa dos 90% em 2020. Nas classes D e E, em que a diferença em relação às classes A e B era de 83 pontos percentuais, isso reduz em 2020 para 36 pontos percentuais, né? Então, mostrando ao mesmo tempo um cenário de redução das desigualdades, mas ainda em patamares desiguais entre as classes. Nós também identificamos uma redução das desigualdades entre as regiões do país, mas esse acesso nos domicílios ele ainda é desigual”.

De acordo com Storino, a pesquisa mostrou que a presença do computador se tornou uma questão relevante, com acesso muito desigual. Enquanto o equipamento está presente em 100% dos domicílios da classe A, ele está em apenas 13% das classes D e E.

Ao todo, 81% da população brasileira é usuária da internet, mas o acesso às diferentes tecnologias é muito desigual, segundo a TIC Domicílios. A presença da fibra ótica chegou a 56% das casas em 2020, sendo de 59% nos domicílios urbanos e 29% nos rurais. Por classe social, a fibra está em 83% da classe A e em 38% das classes D e E. Já o acesso exclusivamente pelo telefone celular foi de 11% na classe A e chegou a 90% nas D e E, ficando numa média geral de 58%.

Educação

A integrante do Cetic.br Daniela Costa apresentou hoje os dados da TIC Educação. Segundo a pesquisa, os gestores escolares disseram que enfrentaram diversas dificuldades durante a pandemia, como a mediação da aprendizagem realizada pelos pais e responsáveis no domicílio dos estudantes e a carga de trabalho dos professores, que aumentou com o uso de tecnologias e preparação de aulas remotas.

“Mas um dos principais desafios enfrentados pelas escolas durante este momento de aulas remotas foi justamente a falta de dispositivos e de acesso à internet nos domicílios dos estudantes, que apresentou proporções ainda maiores nas áreas rurais e nas escolas públicas estaduais e municipais”, explica Costa.

O uso de plataformas para atividades de ensino e aprendizagem nas escolas urbanas subiu de 22% em 2016 para 66% em 2020 e 82% das escolas brasileiras possuem acesso à internet, sendo de 98% nas áreas urbanas e de 52% nas rurais. Entre as regiões do país, o acesso nas escolas varia de 51% no Norte a 98% no Centro-Oeste. “A diferença também é verificada se a escola está em uma capital ou no interior e se é de maior ou de menor porte”, detalha a pesquisadora.

Para o pesquisador do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV/DGPE) João Marcelo Borges, a pandemia mostrou que o acesso à internet deixou de ser um bem importante para ser um direito essencial. E as pesquisas demonstraram que o país está longe de diminuir as desigualdades sociais.

“O que a gente aprendeu com a pandemia e as desigualdades no acesso às tecnologias de informação e comunicação é que, se nós não enfrentamos desigualdades anteriores, novos desenvolvimentos da sociedade vão não só agravar aquelas, mas reproduzir-se em novos campos. Nós vimos que as desigualdades, que são a marca principal socioeconômica da sociedade brasileira, marcaram a resposta do país à pandemia e vão marcar, necessariamente, o desenrolar dos próximos passos tanto para estudantes como para o sistema de ensino”.

Já pesquisa TIC Kids Online Brasil buscou gerar evidências sobre oportunidades e riscos associados ao uso da Internet para crianças e adolescentes de 9 a 17 anos, trazendo um relatório de análises especial com cruzamento de dados e recorte específico para a faixa etária, incluindo a questão da privacidade. Outro levantamento apresentado, o Estudo Setorial Covid faz uma reflexão sobre a pandemia e os desafios para a pós-pandemia, com artigos de especialistas e acadêmicos.

Edição: Aline Leal

Governo envia ao Congresso projeto para facilitar acesso a crédito

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O governo federal lança o Novo Marco de Garantias em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Medida altera o uso de garantias para obtenção de crédito

O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (25) projeto de lei (PL), a ser enviado ao Congresso, com mudanças relacionadas ao uso de garantias para obtenção de crédito no país. Com a medida, anunciada em cerimônia no Palácio do Planalto, será possível, por exemplo, usar o mesmo bem imóvel como garantia em mais de uma operação de crédito.

Para o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, os trabalhadores e empreendedores voltarão a ser os donos de suas finanças e garantias.

O secretário de política econômica, Adolfo Sachsida, durante o lançamento do Novo Marco de Garantias.
Adolfo Sachsida: “com o apoio do Congresso, vamos aprovar esse conjunto de medidas que pode ser traduzido em mais crédito”- Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Se pensar em empresa, quantos empresários estão precisando de crédito e não conseguem pegar crédito barato porque não têm garantia? O novo mercado de garantia torna o crédito mais barato para todos os empresários brasileiros, principalmente para os pequenos que são aqueles que não têm acesso ao banco”, disse. “Com o apoio do Congresso, vamos aprovar esse conjunto de medidas que pode ser traduzido em mais crédito, juros mais baratos, mais emprego e mais renda para a sociedade brasileira”, destacou.

O objetivo do governo com o chamado Novo Marco de Garantias é tornar mais simples, eficiente e seguro o uso das garantias de crédito para investidores, além de reduzir custo e juros de financiamentos e aumentar a concorrência no setor. O projeto cria o serviço de gestão especializada de garantias e trata do aprimoramento das regras de garantias, do resgate antecipado de letras financeiras, entre outras medidas.

De acordo com o Ministério da Economia, a operacionalização do serviço ficará a cargo das Instituições Gestoras de Garantias (IGGs) – pessoa jurídica de direito privado cujo funcionamento será autorizado pelo Banco Central (BC) a partir de critérios definidos pelo Comitê Monetário Nacional (CMN).

“Os tomadores de empréstimos passarão a ter a possibilidade de fornecer suas garantias a essas instituições para avaliação e gestão. As IGGs definirão, com base nas garantias, o limite de garantia que o mutuário poderá ter acesso em diversas instituições do sistema financeiro”, explicou a pasta, em comunicado.

Além disso, à medida que o cliente for honrando os seus pagamentos, será aberto espaço para novas operações até o limite estabelecido, sem burocracia adicional. “Com a IGG gerenciando a garantia, os bancos ficam liberados para se concentrar apenas em sua atividade bancária de empréstimo”, destacou.

Segundo a pasta, será vedado às IGGs, no âmbito do contrato de gestão de garantias, a realização de qualquer atividade típica de instituição financeira, inclusive operações de crédito, mas elas serão as responsáveis por executar a dívida em caso de inadimplência do tomador do empréstimo. “O intuito é prever a separação da entidade que recebe a garantia, neste caso a IGG, da entidade que concede o crédito, para se evitar conflito de interesse”, explicou o ministério.

Fracionamento da garantia

Para o presidente do BC, Roberto Campos Neto, a instituição da extensão da alienação fiduciária e da hipoteca, de utilização do mesmo imóvel em mais de uma operação, se traduz em prazos mais longos, taxas mais baixas quando comparado a crédito sem garantias e melhora do perfil da dívida do usuário.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, durante lançamento do Novo Marco de Garantias.
Roberto Campos Neto defende que medida possibilita prazos mais longos e juros mais baixos – Marcelo Camargo/Agência Brasil

“O Brasil tem um estoque enorme de imóveis, grande percentual que já está pago, você tem um volume de ativos fixos nas mãos das pessoas que não é usado para alavancar crédito, para gerar recursos. Esse instrumento que pode ser usado e que gera credito também gera dinheiro na economia sem ter contrapartida fiscal”, disse.

A estimativa é que o mercado imobiliário residencial urbano tem hoje cerca de R$ 800 bilhões em garantias em operações de crédito e financiamento.

Além disso, também foram propostas alterações nas regras que disciplinam a alienação fiduciária; a execução extrajudicial dos créditos garantidos por hipoteca; a execução extrajudicial em caso de concurso de credores e a impenhorabilidade dos bens de família.

Pagamento de professores

De acordo com o Ministério da Economia, o PL também deixa claro que os estados e os municípios podem utilizar qualquer instituição financeira para fazer o pagamento de professores e demais profissionais da área de educação, mesmo que os recursos sejam oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Hoje, a legislação obriga, para fins de controle, que os recursos desse fundo sejam mantidos no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal.

“Mas, para fazer o pagamento de salários, os estados e municípios passam a poder contratar qualquer instituição financeira ou de pagamentos, o que é, no entendimento da Secretaria de Política Econômica, positivo para a garantia do ambiente competitivo e de menores custos para a Administração Pública”, explicou a pasta. “Como para se efetuar os pagamentos de sua folha os recursos dos entes acabam sendo contratados por outros bancos, o PL deixa claro que o pagamento por meio dessas instituições também é possível”, completou.

Edição: Aline Leal

Todos por Elas: Governo de Goiás completa dois anos do Pacto Goiano pelo Fim da Violência Contra a Mulher com avanços no Estado

Ações do Governo de Goiás incluem criação de aplicativos para segurança feminina e também para denúncias, investimentos em infraestrutura e capacitação de servidores e agentes da sociedade civil, assim como adesão à campanha Dia Laranja. Além disso, Protocolo Sinal Vermelho agora é lei

O Governo de Goiás completa, neste mês de novembro, dois anos de criação da iniciativa “Todos Por Elas – Pacto Goiano pelo Fim da Violência Contra a Mulher”. Nesta quinta-feira (25/11), também é celebrado o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra Meninas e Mulheres. As ações de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar incluem ainda o Protocolo Sinal Vermelho, que se tornou lei, e a adesão ao Dia Laranja.

“Tenho certeza absoluta do quanto estamos avançando em Goiás, combatendo todos aqueles que acham que podem agredir e violentar as mulheres”, destacou o governador Ronaldo Caiado ao fazer um balanço das iniciativas implementadas.

Por meio da Rede Estadual Pelo Fim da Violência Contra a Mulher, o Governo de Goiás vem realizando diversas ações, como a criação de aplicativos para segurança feminina ou denúncias, investimentos em infraestrutura e capacitação de servidores e agentes da sociedade civil envolvidos em tudo que é relacionado à defesa e ao combate à violência contra a mulher. Também criou o Batalhão Maria da Penha, com atuação em todo o Estado, e abriu Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam).

“É o combate a todos aqueles que acham que podem, por força física ou poder, agredir uma mulher. Temos delegados e delegadas para dizer que em briga de homem e mulher não metemos a colher, mas a algema. Aqui não tem espaço para esses falsos valentões”, frisou Caiado na segunda-feira (22/11), durante inauguração da Deam na cidade de Goiás.

Outro serviço de destaque é o Centro de Referência Estadual da Igualdade (Crei), para atendimento às pessoas vítimas de qualquer tipo de violência, preconceito e discriminação, ou ainda, que estejam em situação de vulnerabilidade social. O Pacto Goiano pelo Fim da Violência Contra a Mulher é executado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds), em parceria com secretarias e vários órgãos da administração estadual, de outros poderes e de instituições da sociedade civil e religiosas

Diálogo e sensibilização

De acordo com a superintendente da Mulher e da Igualdade Racial da Seds Goiás, Rosi Guimarães, o Todos Por Elas trouxe o sentimento de união em relação ao combate à violência contra as mulheres e meninas. “O Pacto é um conjunto de ações que visam a capacitação dos servidores de todas as áreas de atendimento, como das forças policiais, dos agentes que atuam no atendimento às vítimas, apoio, suporte, acompanhamento, monitoramento, assistência social, saúde, educação”.

Ela reforça que o Governo de Goiás incentiva o diálogo e sensibilização por meio dos órgãos e parceiros do Estado junto aos respectivos órgãos municipais, e que estas ações contribuem para a redução das taxas de violência no Estado.

A superintendente lembra que, aproximadamente, 60% dos municípios goianos já estão engajados nas campanhas de prevenção e apoio às mulheres. Inclusive, nos municípios que aderiram e replicam as ações do Pacto Goiano, já foram criadas secretarias municipais de políticas para mulheres ou algum órgão que coordena as ações voltadas para a articulação da rede municipal de apoio.

“O resultado deste conjunto de ações com a rede é uma mulher mais consciente dos seus direitos e fortalecida para romper o ciclo da violência. Durante esses dois anos, e considerando a pandemia, tivemos que nos reinventar e aproximar dessas mulheres por meio virtual”, disse, ao citar a campanha estadual que cria o Protocolo do Sinal Vermelho, a campanha Dia Laranja e as mobilizações e reflexões sobre o tema. Ela completou: “As forças de segurança pública disponibilizaram atendimento virtual por meio das delegacias. Reforço ainda que a Polícia Militar sempre esteve nas ruas, e por meio da Patrulha Maria da Penha manteve o acompanhamento às mulheres assistidas por medidas protetivas”.

Para a Rosi Guimarães, ainda é preciso avançar nas políticas públicas, nos investimentos e no aprimoramento deste diálogo com a sociedade. “O resultado destes dois anos de ações concretas em meio a um desafio maior, que foi vencer a pandemia, nos motiva a encarar com firmeza os desafios e apresentarmos mais ações que culminem em um Estado mais seguro para as meninas e mulheres, sendo este o foco do governo comandado por Ronaldo Caiado e pela primeira-dama Gracinha Caiado. Em Goiás, quem agride mulher está agredindo um Estado inteiro”, concluiu.

 

Sabor e valor nutricional! Estudantes ajudam a escolher cardápio de 2022

Os estudantes fizeram degustação do desjejum e das principais refeições servidas durante o dia | Fotos: Álvaro Henrique/Secretaria de Educação

Pesquisa realizada entre alunos da rede pública servirá de referência para confecção da merenda escolar no próximo ano letivo

Entre a última segunda-feira (22) e a quarta (24), 240 estudantes de três escolas públicas do Distrito Federal participaram de uma degustação da merenda planejada para o ano letivo de 2022. A partir da opinião deles, a Diretoria de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação (SEE) fará a classificação sobre o preparo e os alimentos preferidos e os que as crianças e jovens rejeitam. A análise será publicada nos próximos dias e servirá para a escolha final do cardápio do ano que vem.

O teste de aceitabilidade ocorreu no Centro de Ensino Médio 7 de Taguatinga, no Centro de Ensino Fundamental 113 do Recanto das Emas e no Centro Educacional 619 de Samambaia. Os estudantes puderam provar desde o café da manhã até o último lanche do dia. Depois, responderam um questionário dando as impressões sobre a comida.

“Vamos mapear as respostas dos testes de aceitabilidade e deixar o cardápio e as receitas bem saudáveis e gostosas”Fernanda Melo, diretora de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação

A diretora de Alimentação Escolar da SEE, Fernanda Melo, explica que essa prova de cardápios é importante para aprimorar o nível da merenda nas escolas. Segundo ela, além de garantir a variedade, o trabalho vai permitir que as receitas estejam também de acordo com as expectativas dos alunos. “A opinião dos nossos estudantes é importante, e fazemos tudo para preparar as melhores opções para eles. Vamos mapear as respostas dos testes de aceitabilidade e deixar o cardápio e as receitas bem saudáveis e gostosas”, conta.

A nutricionista Juliene Santos, responsável técnica pelo programa Alimentação Escolar do DF, também vê ganhos em ouvir a opinião dos alunos. “Percebemos que os estudantes estão tendo acesso a um lanche equilibrado nutricionalmente, mas também muito saboroso. Isso é bem gratificante”, diz.

A alimentação escolar na rede pública de ensino atende 430 mil crianças e adolescentes em todo o Distrito Federal. Por ano, são servidas mais de 84 milhões de refeições e distribuídas aproximadamente 746 toneladas mensais de alimentos, montante do qual fazem parte 59 diferentes tipos de produtos.

Além de garantir a variedade, a prova de cardápios vai permitir que as receitas estejam também de acordo com as expectativas dos alunos

No CEM 7 de Taguatinga, Maria Fernanda Rodrigues, que cursa o segundo ano do ensino médio, aprovou o estrogonofe de frango com arroz e salada, um dos pratos propostos para o ano que vem. “A ideia desse projeto é muito boa”, comentou, feliz por participar da pesquisa. “Gostei do estrogonofe, muito saboroso. Atendeu as expectativas”.  Mas a colega Aide Camille, da mesma série, lembrou que alguns itens ainda devem ser acrescentados no cardápio: “Faltou algum molho ou suco para completar”.

Kaynan de Souza cursa o sexto ano no CEF 113 do Recanto das Emas. Ele afirma não gostar de todas as opções oferecidas no cardápio – cita, como exemplo, o pão com carne –, mas diz apreciar diferentes opções, coo vitamina de banana, estrogonofe, frango, galinhada e peixe, este último servido no dia em que ele participou da prova. “O peixe está muito bom, bem-temperado. Eu nem estava com fome, mas comi tudo porque estava muito bom”, disse.

Carlos Eduardo Bezerra, estudante CED 619 de Samambaia, conta que se sentiu valorizado e ouvido com a possibilidade da prova de cardápios na escola. “Eu gosto da merenda, acho que é importante para todos nós. A merenda ajuda em muitos aspectos, inclusive na concentração”, afirmou.

Merendeira desde 2011 no CEF 113 do Recanto, Vera Lúcia de Olinda Nogueira, 40 anos, revelou que nessa escola os pratos preferidos são galinhada, farofa e estrogonofe. “Quando tem isso, não sobra nada”, divertiu-se. “Sou apaixonada por estar na escola. Meu sonho era ser professora e não consegui, mas estar na cantina para mim é um presente de Deus”.

Atletas goianos conquistam 11 medalhas no primeiro dia das Paralimpíadas Escolares 2021

Goiás tem 51 inscritos na competição, que acontece em São Paulo. Todos contam com o apoio integral de logística e transporte do Governo Estadual, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer. Evento retoma calendário do paradesporto nacional após dois anos, quando Estado teve quarta melhor campanha entre federações

No primeiro dia das Paralimpíadas Escolares, que acontecem em São Paulo, atletas de Goiás conquistaram 11 medalhas para delegação, todas no atletismo. Foram quatro de ouro, quatro de prata e três de bronze. O evento volta ao calendário do paradesporto nacional após dois anos. Em 2020, não foi realizado por conta da pandemia de Covid-19.

Dos medalhistas goianos, destaques para Beatriz Alves e Rafaela Souza, que conquistaram a medalha de ouro nos 75 metros, respectivamente nas categorias T38 e T11. Outros atletas que frequentaram o pódio mais alto foram Francisco Graboski, que ficou com o ouro no lançamento de pelota e a prata nos 60 metros, categorias F55 e T55, além de Micaela Melo, que levou o ouro no arremesso de peso e prata nos 100 metros, categorias F12 e T12.

Atletas individuais, que já têm experiência em Paralimpíadas Escolares, também estrearam com vitória, como João Gabriel Carbajal, no parabadminton, e Luiz Felipe Oliveira, no tênis de mesa. Nas modalidades coletivas, o destaque ficou com o futebol de 5, que começou a sua trajetória no torneio vencendo Ceará por 2 a 0. “O esporte é motivador. Ele faz com que o jovem atleta se encante com o desafio. Estamos trabalhando para que eles se sintam motivados a continuar buscando resultados para Goiás”, afirma o governador Ronaldo Caiado.

Goianos
Nesta edição, 51 atletas goianos estão na disputa da competição, que este ano tem 900 inscritos. O evento, que começou na terça-feira (23/11), com a chama paralímpica, vai até esta sexta-feira (26/11), com paratletas de 11 a 16 anos, de 24 estados, mais o Distrito Federal, que competem no Centro de Treinamento do Comitê Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP).

Das 13 modalidades em disputa nas Paralimpíadas Escolares, nove contam com representantes goianos (atletismo, natação, parabadminton, paratekwondo, tênis de mesa, bocha, vôlei sentado, futebol de 5 e futebol de 7).

Inclusão
Na última edição, em 2019, Goiás conquistou a quarta melhor campanha da competição. Neste ano, considerando a comissão técnica e staff, 89 integrantes estão na delegação do Estado na capital paulista. Todos contaram com o apoio integral de logística e transporte do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel).

O titular da pasta, Henderson Rodrigues, comemorou a boa representatividade goiana. “No nosso trabalho de fomento ao esporte, o paradesporto tem um lugar muito especial. Nas Paralimpíadas de Tóquio tivemos 14 representantes goianos, inclusive, medalhistas no vôlei sentado. Podemos formar mais paratletas de alto rendimento, inclusive, levando para eventos como as Paralimpíadas Escolares. No entanto, mais importante do que isso, é proporcionar a esses jovens uma garantia de inclusão e convivência social”, frisou o secretário.

A superintendente de Paradesporto e Fomento Esportivo da Seel, Roberta Wendorf, acompanha a delegação goiana e ressalta as políticas públicas para desenvolver os atletas. “O paradesporto goiano vive um momento especial, e o futuro dele está aqui, nas Paralimpíadas escolares. Temos em nosso Estado jovens talentos, em diversas modalidades, que são descobertos e lapidados. Esperamos que o apoio e o suporte do Governo de Goiás, ao trazer esses adolescentes para uma competição de nível nacional, possa fazer do paradesporto uma grande experiência de vida para eles”, concluiu.

Foto: Marcelo Zambrana/CPB

Setores de hospedagem e alimentação fora do lar aderem à Black Friday deste ano

FBHA apóia iniciativa, que busca dar um fôlego aos negócios que tanto sofreram na pandemia

Uma data que tem se tornado cada vez mais importante para o varejo está se aproximando, a Black Friday. E este ano, muitas empresas dos segmentos de alimentação fora do lar e hotelaria estão aderindo às promoções, o que promete movimentar o mercado esta semana, já que o epicentro da data promocional ocorre nesta sexta-feira, dia 26.

Para a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), esta é uma oportunidade para alavancar negócios que ainda estão se recuperando da crise instalada pela pandemia. “Apoiamos ideias que ajudem nossas empresas a captarem mais clientes e melhores resultados. Se a adesão à Black Friday for estratégica para a empresa, este pode ser um caminho bastante interessante”, afirma Alexandre Sampaio, presidente da FBHA.

No Rio, o restaurante asiático Makan, com unidade no shopping Downtown, na Barra da Tijuca, está com produtos com até 30% de desconto, entre os dias 25 e 28 de novembro. É a primeira vez que o empreendimento adere à ação. “Estamos otimistas com a data e nossas promoções valerão tanto para a compra em loja quanto para pedidos online”, explica Henrique Martins, sócio do Makan, lembrando que o público são consumidores que buscam novos sabores para quebrar a rotina, com certa agilidade.

Outro exemplo é a cidade de Caxambu, em Minas Gerais, onde os hotéis têm forte atuação durante a Black Friday, com a ajuda da VOA Hotéis, plataforma de reservas muito utilizada na região. “Os descontos chegam a 40% e os empreendimentos obtiveram muito retorno, em anos anteriores”, afirma Amaro Gadbem, vice-presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Caxambu e Região – SIGAH Caxambu.

Sobre a FBHA – A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) é uma entidade sindical patronal constituída com a finalidade de coordenação, defesa administrativa, judicial e ordenamento dos interesses e direitos dos empresários da categoria e atividades congregadas. Integra a chamada pirâmide sindical, constituída pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pela própria FBHA, pelos Sindicatos e pelas empresas do setor.

É uma das maiores entidades sindicais do país e tem representação nos principais órgãos, entidades e conselhos do setor empresarial e turístico do Brasil, tais como o Conselho Nacional de Turismo (CNT), do Ministério do Turismo, ou o Conselho Empresarial do Turismo (Cetur) da CNC. Está presente em todas as regiões, através de 67 sindicatos filiados. Representa em âmbito estadual e municipal cerca de 940 mil empresas, entre hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares.

Brasília recebe sommelier certificado internacionalmente que traz novas experiências gastronômicas sobre o mundo da cerveja

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Paulista de nascimento, mas brasiliense de coração, André Elias Marques é Sommelier de Cervejas formado pela Bräu Akademie/SP, Cicerone Beer Server Certified pelo Cicerone Certification Program (Chicago/EUA) e Cervejeiro Caseiro formado pela Escola Bräuhaus/GO

Uma paixão mais que nacional, a cerveja entrou na trajetória do sommelier André Marques desde os seus 15 anos de idade. Desde 1999, o especialista procurava estudar cervejas de forma autoral, buscando experienciar e conhecer novos rótulos e novas cervejarias. São mais de 20 anos nesse universo da cerveja. “Minha curiosidade com cervejas começou ainda na adolescência, quando eu já trabalhava e, com meu salário, buscava novas cervejas para conhecer sabores e aromas do mundo todo”, relembra. E é com toda essa bagagem que o expert no mundo da cerveja desembarca no centro do país para apresentar, de forma diferenciada, tudo que engloba uma das bebidas mais bem quistas pelos brasileiros.

André relembra que o que era paixão, começou a tomar um ar profissional em 2008, ao frequentar um PUB próximo à sua residência, e ao conhecer e ficar amigo do dono, começou a experimentar novas cervejas e juntamente com ele e a equipe a decidir quais cervejas seriam escolhidas para compor o cardápio da casa.

A partir daí, André resolveu se especializar e estudar sobre a cerveja. Em 2017, fez o curso de cervejeiro caseiro para produzir a sua própria cerveja. Logo em seguida no ano de 2018, decidiu profissionalizar toda essa história de paixão pela cerveja. “Fiz o curso de sommelier, registrei minha marca e em 2019 peguei a certificação internacional de serviços na área de cervejas”, conta.

Após 12 anos em terras goianas, André adotou Brasília, há 3 anos, como sua cidade do coração e já mostrou que chegou na Capital Federal para mostrar toda a sua bagagem e experiência quando o tema é cerveja.
Atualmente, o especialista trabalha como Sommelier de Cervejas do restaurante especialista em carnes elaborados na parrillla, Assados do Fred. André elabora cardápios harmonizados para bares e restaurantes, faz o treinamento de brigada (equipe) de bares e restaurantes, ministra cursos e palestras sobre cervejas e realiza workshops com parceiros da área de gastronomia, harmonizando pratos bem elaborados com diversos estilos de cervejas.
Dono da marca Cervejistico no Instagram, em que realiza até hoje reviews das cervejas que consome, André desmistifica alguns padrões já enraizados sobre as combinações de cervejas com determinados pratos do universo gastronômico. “As harmonizações de cervejas com comidas atendem a algumas regras básicas: as cervejas mais leves acompanham comidas mais leves, assim como as cervejas mais intensas acompanham as comidas mais intensas”, esclarece.

Cerveja combina com que?

Segundo ele, há três grandes tipos de harmonização: por semelhança, quando você encontra uma mesma característica no alimento e na cerveja. Por exemplo, uma cerveja ácida com ceviche. A acidez da cerveja casa muito bem com a acidez do prato. Por contraste, quando você escolhe características opostas entre o alimento e a cerveja. Por exemplo, uma cerveja de trigo adocicada, com um prato mexicano apimentado e a última harmonização se dá por complemento, quando se cria um terceiro sabor ao juntar uma cerveja com um prato. Por exemplo, uma cerveja do tipo Stout com pudim de leite. Essa combinação remete, imediatamente, ao sabor do café com leite de toda manhã.

André explica que o importante é experimentar, criar novos sabores e sensações e, para isso, o sommelier é fundamental, pois ele conhece cada estilo de cerveja, seus insumos e, com isso, saberá encontrar todos os equilíbrios que uma boa harmonização pedirá. “Harmonizar cervejas com comidas é transformar uma simples refeição em uma experiência única e que ficará na sua memória”, enaltece o sommelier.

Serviço: Brasília recebe sommelier certificado internacionalmente que traz novas experiências gastronômicas sobre o mundo da cerveja
Instagram: Cervejístico
Contato: (62) 98282 4429