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Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até hoje

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Segunda metade deverá ser depositada até 20 de dezembro

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela paga até hoje (30). A partir de amanhã (1º), o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Por causa da pandemia de covid-19, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado pelo segundo ano seguido. A primeira parcela foi paga entre 25 de maio e 8 de junho. A segunda foi depositada de 24 de junho a 7 de julho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090/1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício.

No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos um ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o décimo terceiro, incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Pandemia

A situação dos trabalhadores com contrato suspenso ou com jornada reduzida com diminuição proporcional dos salários, porque fecharam acordo durante a segunda onda da pandemia de covid-19, seguiu o modelo do ano passado. Para os contratos com jornada reduzida, o décimo terceiro e as férias devem ser pagos de forma integral.

No caso de suspensão de contratos, o período não trabalhado será descontado do décimo terceiro. No entanto, para manter a harmonia com a legislação, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro e será pago.

Os critérios para o pagamento do décimo terceiro nessas situações foram definidos por nota técnica do Ministério do Trabalho e Previdência. Embora a nota técnica não tenha força de lei, equivale à interpretação da norma pelo governo e será levada em conta pelos auditores fiscais do trabalho nas fiscalizações das empresas.

Especialista dá dicas de Direito Constitucional para o concurso da PMDF

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Uma nova oportunidade para quem sonha em seguir carreira policial vem por aí! Com estimativa de autorização para 2022, o certame da Polícia Militar do Distrito Federal PMDF, previsto na lei orçamentária, ofertará vagas não só para o cargo de Soldado, mas também para oficial.

Para quem já está se preparando, o especialista de Direito Constitucional do IMP Concursos, Cristiano Lopes, vai dar algumas dicas para estudar antes da publicação do edital.

De acordo com o professor, dar uma olhada no edital anterior é essencial, pois geralmente, salvo exceções de atualizações e mudanças de leis, não há muitas alterações no conteúdo a ser cobrado.

“No último edital do concurso para PMDF, basicamente, em Direito Constitucional, foi cobrado Direito e Garantias Fundamentais (CRFB/88, art. 5º – 17) e Segurança Pública (CRFB/88, art. 144)”, explica.

Confira as dicas:

 – Para um bom resumo de Direito Constitucional, é preciso, antes de tudo, saber o que é Direito Constitucional. Assim, o primeiro passo é marcando ou sublinhando nos seus materiais (livros, apostila ou PDF) as palavras-chaves ou os textos mais importantes antes de repassá-los para seu caderno de anotações. Caso ache mais interessante você poderá fazer esquemas, como gráficos ou tabelas, isso ajuda muito com a memorização.

– A leitura dos artigos da CRFB/88 é de extrema importância, mas gostaria de destacar dois temas como os assuntos mais importantes e que com certeza estará na prova: Direitos e Deveres Individuais e Coletivos (CRFB/88, art. 5º) e Segurança Pública (CRFB/88, art. 144).

– Para que o concursando tenha um melhor desempenho nos estudos ele (a) precisa fazer um planejamento no qual nossa mesclar a leitura da legislação (lei seca), a doutrina (livro ou apostila) e questões da banca (muitas questões – o máximo que puder fazer). O segredo para a aprovação é o exercício e persistência nos estudos.

Por que o autismo em meninas é menos comum?

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POR CLAY BRITES

As diferenças existentes normalmente quando comparamos comportamentos típicos de homens e mulheres podem fazer com que as meninas tenham o diagnóstico de autismo com mais atraso do que os meninos. Isso faz com que pais, cuidadores e profissionais procurem menos os sintomas de autismo em meninas. Elas têm mais autoconsciência, senso de empatia e tenta “se encaixar” mais socialmente que eles. Isso pode significar que elas têm a capacidade de ‘esconder’ os sintomas do autismo na infância.

Entretanto, quando ficam mais velhas e as normas sociais e as amizades se tornam mais difíceis, elas podem encontrar dificuldades para se relacionar e os sintomas passam a ficar mais evidentes. Assim, podem não receber um diagnóstico de autismo até a adolescência. Essa demora no diagnóstico alimenta o mito de que autismo não existe em meninas ou é mais raro. Vale ressaltar que mesmo sendo menos comum, a verdade é que existe, sim, autismo em garotas! Porém, elas conseguem “camuflar” os sintomas do TEA por mais tempo que os meninos.

Meninas são naturalmente mais calmas e preferem brincar compartilhando coisas mais do que os meninos. Portanto, meninas preferirem ficar sozinhas pode ser sintoma de autismo. Nos meninos, comportamentos repetitivos e dificuldade em controlar os impulsos podem aparecer com mais frequência do que em meninas autistas.

Alguns dos sintomas de dificuldades de comunicação no autismo são: não responder ao seu nome por volta dos 12 meses de idade; preferir não ser segurado ou abraçado; dificuldade em explicar o que eles querem ou precisam; evitar contato visual, entre outros. Outras características do comportamento autista são rotinas rígidas e ações repetidas. Além de dificuldade para se adaptar a uma mudança na rotina; preferir lidar com objetos ou brinquedos do que pessoas; ficar se balançando de um lado para o outro.

Após as garotas autistas receberem o diagnóstico correto, elas podem receber terapia comportamental e planos de aula especializados, mas são essencialmente os mesmos serviços oferecidos a um menino na mesma situação. Mas mulheres com autismo são fundamentalmente diferentes dos homens com autismo pois elas ficam mais preocupadas com seu entorno e mais depressivas.

Os sintomas do TEA podem ser os mesmos para ambos, mas quando se cruzam com o gênero, a experiência de vida de uma mulher com autismo pode ser diferente da de um homem com a mesma condição trazendo sofrimentos diferentes e desfechos distintos. O diagnóstico precoce é sempre melhor opção. Por isso, ao notar qualquer sinal relacionado ao autismo questione o pediatra sobre a necessidade de uma pesquisa mais profunda para evitar um diagnóstico tardio.

 

(*) Dr Clay Brites é Pediatra e Neurologista Infantil (Pediatrician and Child Neurologist); Doutor em Ciências Médicas/UNICAMP (PhD on Medical Science); Membro da ABENEPI-PR e SBP (Titular Member of Pediatric Brazilian Society); Speaker of Neurosaber Institute. 

Brasília recebe empresa especializada que traz conceito inovador de customização de vestuário aliada à sustentabilidade

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No próximo dia 6 de dezembro, a franquia Restaura Jeans, presente no mercado nacional há mais de 30 anos, desembarca na Capital Federal

Imagine aquela peça de roupa que você adora, mas está manchada, desbotada ou rasgada, gostaria de deixá-la com aspecto de roupa nova? Agora será possível recuperar aquela roupa que tem valor afetivo, material ou uma peça que você considera como preferida no guarda-roupa. A Restaura Jeans, marca especializada em costura, tingimento, lavanderia e customização de roupas, calçados e peças de couro, se prepara para desembarcar na Capital Federal, no próximo dia 6 de dezembro.

A empresa que agrega em seus serviços soluções para todos os tipos de roupas, traz em sua trajetória uma responsabilidade socioambiental como premissa. A indústria da moda é responsável por 8% da emissão de gás carbônico na atmosfera, ficando atrás apenas do setor petrolífero. O poliéster, uma das fibras mais utilizadas no mercado fashion, é responsável pela emissão anual de 32 das 57 milhões de toneladas globais. Estima-se que marcas responsáveis por este abastecimento despejam cerca de 80 bilhões de peças de vestuário por ano.

Cientes de toda essa demanda e os prejuízos ambientais que uma produção industrial de roupas pode ocasionar, a Restaura Jeans, com um conceito inovador e promissor, presente no mercado de vestimenta há mais de 30 anos, tem como objetivo transformar a forma de customizar uma peça de roupa respeitando todos os processos ambientais.
“Uma roupa ao ser fabricada passa por vários processos, quando essa mesma peça é apenas renovada, isso traduz em apenas na última etapa do processo que é o tingimento. Todo esse mecanismo não agride a natureza e torna esse negócio altamente sustentável”, explica a empresária e responsável pela Restaura Jeans Brasília, Daniela Cavalcanti.

A franquia que teve a primeira unidade foi criada na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, uma cidade militar e universitária, oferece um mix de soluções especializadas a fim de cuidar do vestuário dos clientes que procuram renovar as peças que estão paradas no guarda-roupas.

Como carro-chefe, a empresa oferece o tingimento profissional, em que com ele é possível dar vida nova para as peças que estão precisando. O processo é totalmente industrial, ecológico e conta com efeitos e 20 opções de cores no catálogo.

Os amantes e adeptos ao couro podem renovar sapatos, jaquetas, calças, casacos, saias, bolsas, carteiras, pastas executivas, roupas de motociclista e qualquer outro tipo de peça desse material.

Se aquela peça que tem um valor sentimental em seu guarda-roupa, rasgar, a Restaura Jeans Brasília oferece o serviço de costura e pode recuperar a peça por meio da customização.

Além disso, a marca traz tecnologia de última geração e profissionais especializados e visa garantir maior comodidade para sua vida com o serviço de lavanderia.

A Restaura Jeans Brasília terá seu funcionamento de segunda à sábado, exceto domingos e feriados, das 8h às 18h, de segunda à sexta-feira e sábado, das 8h às 12h. A unidade de Brasília está localizada na Rua 19 Norte lotes 6/8 loja 12B – Duo Residence Mall – Águas Claras.

Serviço: Brasília recebe empresa especializada que traz conceito inovador de customização de vestuário aliado à sustentabilidade
Endereço: Rua 19 Norte lotes 6/8 loja 12B – Duo Residence Mall – Águas Claras
Whatsapp: (61) 99666 9900
Instagram: @restaurajeansbrasilia
Dias e Horários de Funcionamento: de segunda à sábado, exceto domingos e feriados, das 8h às 18h e sábado das 8h às 12h
Formas de Pagamento: cartões de débito e crédito, pix e dinheiro

Da arquitetura para o mundo feminino da maquiagem: durante a pandemia, jovem da Capital Federal transforma paixão em profissão e promete qualificar pessoas vulneráveis do DF

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Lucas Costa, com apenas 18 anos, resolve ousar e alçar voos, transformando seu amor pelo universo da maquiagem em profissão. A pandemia da Covid-19 abriu portas para a definição da área profissional do jovem rapaz, que já começa a ver frutos do seu trabalho

A pandemia da Covid-19 se tornou um terreno fértil para que muitos projetos saíssem do papel e se transformassem em realidade. O jovem empresário de apenas 18 anos, Lucas Costa é exemplo real disso. Com uma sensibilidade e talento nato, Lucas ousou e resolveu deixar o desejo de cursar Arquitetura para apostar no mundo sensível e apaixonante das maquiagens. O rapaz se tornou maquiador profissional com certificação. “A minha apresentação ao mundo da maquiagem iniciou-se já muito cedo. Por volta de 7 anos, comecei a desenhar alguns “croquis” femininos como forma de expor meu lado artístico e já meu interesse pelo universo denominado, socialmente como “feminino”. Baseado nisso, eu acessava sites de jogos que me proporcionavam a liberdade de fazer maquiagens e criar roupas”, relembra.

Com apoio integral de sua mãe, o maquiador começou a fazer suas makes de forma autoral, mas logo se profissionalizou ao investir em cursos na área. Com isso, a procura foi acontecendo até o ponto de Lucas ministrar cursos de automaquiagem para mulheres que tinham interesse em aprender a cuidar da aparência do rosto. A aposta deu certo e o objetivo é expandir para quem tem o desejo de aprender e também para quem busca uma qualificação profissional. “Atualmente, meus projetos e metas são baseados no meu conhecimento e como posso passá-los ao máximo de pessoas possíveis. Ministro meu curso presencial de automake, onde ensino de técnicas de olhos básicas às técnicas mais avançada, tais como cuidados na maquiagem, rotina pré-maquiagem e preparação de pele”, explica.

O maquiador que começou o projeto em um pequeno atelier, situado em sua casa no Guará, promete expandir esse conhecimento. Ele deseja levar seu conhecimento para áreas mais vulneráveis de Brasília a fim de incentivar os jovens da cidade a terem uma profissão e fonte de renda.

Atualmente, o curso é realizado em uma tarde, pelo valor de R$200,00 reais com a emissão de um certificado ao ser concluído. Futuramente, o profissional pretendo investir em cursos on-line para melhor acesso de qualquer lugar e, posteriormente, abrir sua própria marca e lançar seus produtos.

Serviço: Da arquitetura para o mundo feminino da maquiagem: durante a pandemia, jovem da Capital Federal transforma paixão em profissão e promete qualificar pessoas vulneráveis do DF
Contato– Maquiador Lucas Costa – (61) 98270 0618

Construção Civil do Distrito Federal aquece mercado na retomada da economia pós-pandemia

Setor deve registrar, em 2021, o maior crescimento dos últimos 10 anos

Apesar da retração econômica causada pela pandemia da Covid-19, a construção civil se destacou e deve registrar, em 2021, o maior crescimento dos últimos 10 anos. A análise faz parte do levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

A expectativa é que o setor tenha uma alta de de 5% no Produto Interno Bruto (PIB) este ano e, para os próximos seis meses, de acordo com a CBIC, todas as expectativas do setor permanecem positivas: nível de atividade, novos empreendimentos, compras de insumos e contratações (número de empregos).

No Distrito Federal não é diferente. O cenário é positivo e a construção já ajuda na retomada econômica com o mercado aquecido.

Setores como o Noroeste são exemplos do bom resultado do setor, na opinião do presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira.

“O setor da construção tem grande potencial para induzir crescimento pela geração de emprego formal e renda. Antes da pandemia, nosso setor empregava 58 mil pessoas, hoje são 82 mil trabalhadores”, pontua Aroeira.

Geração de empregos

Dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho, mostraram que a construção civil gerou, de janeiro a agosto de 2021, quase 238 mil novos postos de trabalho com carteira assinada.

Com estes números, a indústria da construção registra o melhor patamar de mão de obra desde o final de 2015, chegando a 2,5 milhões de trabalhadores com carteira assinada em agosto deste ano.

Mesmo durante a pandemia, a geração de emprego e contratação de mão de obra não parou durante a pandemia na construtora Lotus. Um dos proprietários da empresa, Ruy Hernandez, explica que a crise não se manteve em relação à compra de imóveis.

A construtora já conta com 8 empreendimentos no portfólio de lançamentos e entregas desde que foi lançada, em 2018. “Apesar da crise, o mercado residencial teve certa resiliência e crescimento real. O mercado para moradia está aquecido e percebemos que continuará”, avalia Hernandez.

Segundo outro proprietário da Lotus, Luiz Fernando Hernandez, as obras não pararam em 2020 e 2021 e estão a todo vapor, tanto no Noroeste quanto em outros locais de Brasília e fora do Brasil. Durante a pandemia, a construtora iniciou sua primeira obra fora do país, em Miami, Flórida, nos Estados Unidos. “E acabamos de dar início a um empreendimento comercial, o Lotus prime na QL 8 do Lago Sul. Esse prédio comercial possui o que há de mais atual em arquitetura, tecnologia e sustentabilidade”, ressalta Hernandez.

“Consideramos o momento muito favorável para a construção civil. Continuamos otimistas com o mercado e vamos continuar com nosso planejamento de expansão”, informa.

Mercado imobiliário

A expectativa é de uma alta no setor imobiliário, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário. A estimativa é que o valor geral de vendas, em todo o país, deve chegar a R$ 99 bilhões neste ano. O montante é 12,5% maior que o registrado no ano passado.

“A construção tem sido carro-chefe na cadeia de negócios e acreditamos que a expectativa é ainda melhor para os próximos anos”, finaliza Hernandez.

O valor geral de lançamentos imobiliários, apenas no segmento residencial, atingiu neste ano R$ 3,2 bilhões, aumento de 65% em relação a 2020, com geração de 24 mil empregos.

Principal resposta contra variante Ômicron é vacinação, diz ministro da Saúde

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(Foto Tomaz Silva)

Cuidado da vigilância em saúde no país permanece o mesmo, segundo Marcelo Queiroga

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (29) que a principal resposta contra a variante Ômicron é a vacinação. “Esse contrato assinado com a farmacêutica Pfizer é a prova cabal da programação do Ministério da Saúde para enfrentar não só essa variante Ômicron como as outras que já criaram tanto problema para nós”, completou.  

Em Salvador, ele afirmou que o cuidado da vigilância em saúde no país permanece o mesmo adotado desde o começo da pandemia. “É uma variante de preocupação, mas não é uma variante de desespero porque temos um sistema de saúde capaz de nos dar as respostas no caso de uma variante dessa ter uma letalidade um pouco maior. Ninguém sabe ainda”.

Réveillon e carnaval

Questionado sobre a retomada de festas de réveillon e carnaval, Queiroga lembrou que o tema não é pauta do ministério e que a definição é feita pelos municípios. “Esse é um momento de vigilância, de observar o que vai acontecer em função dessa nova variante que foi descrita. O Ministério de Saúde está vigilante, preparado para essa emergência e para outras que possam surgir”.

Dose de reforço

Mesmo diante da identificação da Ômicron, o ministro descartou, pelo menos por enquanto, a possibilidade de reduzir o intervalo de cinco meses exigido atualmente pela pasta para a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19. A exigência, segundo ele, permanece a mesma.

“Ainda não há evidência na ciência pra isso. Não se pode querer uma ciência self-service. Pra umas coisas, se quer evidência científica de nível A. Pra outras, não tem nenhuma evidência, só opinião de um secretário municipal. Não pode ser assim. A partir de cinco meses, já pode ser aplicada a dose de reforço naqueles com mais de 18 anos.”

OMS

Queiroga disse ainda que conversou ontem (28) com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, sobre os possíveis impactos da nova variante no cenário brasileiro. “Estamos trabalhando com a perspectiva de, no Brasil, com a situação epidemiológica mais controlada, não deixarmos ter retrocesso em relação ao que já conseguimos”.

Artigo | A inflação a seu favor

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POR FÁBIO FERREIRA

A inflação sempre foi um dos grandes vilões da economia nacional. E a pandemia, associada a fatores político-econômicos internos e externos, fez com que ela ganhasse um vigor corrosivo, que vem destruindo o poder de compra das famílias brasileiras. Para agravar, o país enfrenta uma crise hídrica que compromete o desempenho da agricultura e da pecuária, e a desvalorização do Real frente ao dólar força a elevação dos preços de diversos produtos.

A começar pelos combustíveis. Nos últimos 12 meses, em meio à assustadora sequência de altas, o litro da gasolina subiu 42,72% nas bombas, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve como um dos medidores da inflação. Com base no IPCA até o mês de outubro, o etanol teve alta de 67,41% no acumulado de 12 meses, enquanto o gás veicular subiu 39,58% e o óleo diesel elevou-se em 41,34%.

Também neste período, o botijão de gás aumentou 37,86%, a energia elétrica residencial superou os 30,2% e as passagens aéreas ficaram 50,1% mais caras. Sem falar nos itens mais essenciais, os alimentos, que tiveram altas que superam até os 85%. O índice, em geral, revela uma inflação acumulada de 10,67% entre os meses de outubro de 2020 e de 2021. Em suma, é factível afirmar que o Brasil ficou um país bem mais caro.

Mas há outro prisma com o qual se pode contemplar a inflação, e que se ampara bem na máxima de que ‘se não pode vencê-lo, junte-se a ele’. Pois não só é possível como também seguro e, o melhor, rentável colocar a alta dos preços a favor do bolso. O mercado oferece boas opções de ativos indexados ao IPCA que permitem ganhos reais, ou seja, acima da inflação. Eles são acrescidos de um percentual que torna a aplicação atraente.

O mais conhecido, e que de certa forma já caiu no gosto dos brasileiros, são os títulos do Tesouro Direto. Entre os papéis pós-fixados, os rendimentos são variáveis, já que dependem exatamente da performance da inflação. Trata-se de uma modalidade que precisa ecoar com maior intensidade em forma de educação financeira, pois, diferentemente da famigerada caderneta de poupança, não existe risco de ver as aplicações se corroerem, embora não tenha a mesma liquidez nem as mesmas condições em caso de antecipação do resgate.

Os pequenos investidores de Tesouro Direto costumam tomar o hábito saudável de montar o próprio portfólio e de acompanhar com freqüência o desempenho dos seus ativos. Mas investidores mais leigos também dispõem do acesso aos títulos atrelados ao IPCA, recorrendo aos chamados fundos de inflação, focados na superação do índice por meio de uma ampla diversificação de produtos, e conduzidos por profissionais do mercado.

Se é que se pode chamar assim, a grande desvantagem desses fundos é a impossibilidade dos membros de acompanharem os rendimentos de cada ativo. Seu papel é apenas de observar os ganhos, o que já não é mau negócio. E, em se tratando de ganhos, é possível potencializá-los também com base na inflação. É o que ocorre com quem investe em debêntures, que funcionam como um empréstimo feito a companhias num médio ou longo prazo. Neste caso, as empresas pagam juros maiores do que oferecem outras modalidades, mas os riscos também são mais elevados.

O Brasil avançou muito nas duas últimas décadas em relação à educação financeira, e hoje se tem acesso com mais facilidade às boas opções do mercado. Driblar a inflação é só uma das formas de fazer do limão uma limonada. Conhecer todos os produtos que oferecem rendimentos é uma boa forma de entender que a alta dos preços continuará acontecendo, mas que dá pra explorar ao menos parte do potencial desse inimigo a seu favor.

O autor é Fábio Ferreira, sócio-diretor da Atrio Investimentos – assessoria@atrioinvestimentos.com.br

Ministério da Saúde faz acordo que permitirá compra de 1 milhão de doses de vacina para 2022

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Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

Pfizer deve iniciar entrega de imunizantes no primeiro trimestre

O Ministério da Saúde e a farmacêutica Pfizer assinaram nesta segunda-feira (29) contrato para a compra de 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para aplicação em 2022. A expectativa, segundo a pasta, é que os imunizantes comecem a ser entregues nos três primeiros meses do ano.

O contrato prevê ainda a aquisição de mais 50 milhões de imunizantes caso haja necessidade. As doses devem ser entregues de forma trimestral, sendo 20 milhões até março; 25 milhões até junho.; 35 milhões até setembro e 19,9 milhões no último trimestre.

“O contrato ainda contempla qualquer mudança na composição das doses conforme o surgimento de novas variantes da covid-19, se houver necessidade”, destacou o ministério, por meio de nota.

Em 2021, o governo federal e a Pfizer firmaram acordos para aquisição de 200 milhões de doses. As entregas pela devem ser finalizadas até dezembro deste ano. Desse total, mais de 139 milhões, segundo a pasta, já foram distribuídas aos estados e ao Distrito Federal.

De acordo com o ministério, a expectativa é disponibilizar cerca de 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 ao longo de 2022. Além dos 100 milhões de doses da Pfizer, estão incluídos no montante 120 milhões de doses da AstraZeneca, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), das quais 60 milhões com IFA nacional; e 134 milhões de doses de contratos firmados em 2021 e que ficarão de saldo para o próximo ano.

Segundo a pasta, o investimento total é de R$ 11 bilhões.

Balanço

Conforme dados do ministério, em 2021 o governo federal adquiriu mais de 550 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, das quais 372 milhões foram entregues aos estados e ao Distrito Federal e mais de 300 milhões, aplicadas.

Os números mostram que foram vacinados com a primeira dose 90% do público-alvo e que 76% estão com a vacinação completa. Segundo o ministério, em novembro, houve  queda de 92% na média móvel de mortes por covid-19, na comparação com o pico da pandemia. A média móvel de casos também continua em queda, registrando 87,6% menos casos desde o pico.

“O cenário atual, de casos e óbitos no país, é o menor registrado desde o início da pandemia”, destacou o ministério.

Dose de reforço

Em novembro, a pasta ampliou a aplicação das chamadas doses de reforço para toda a população acima de 18 anos que já tenha completado o ciclo vacinal há pelo menos cinco meses.

Sabatina de André Mendonça é marcada para quarta-feira no Senado

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André Mendonça foi indicado a uma vaga no STF pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 13 de julho. A mensagem com a indicação chegou à CCJ no dia 18 de agosto.

Será na próxima quarta-feira (1º) , a partir das 9h, a sabatina do ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União, André Mendonça,  para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ela será realizada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e terá como relatora a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), indicada pelo presidente da comissão, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“Vou me pautar por informações e também pela boa técnica legislativa, sem qualquer preconceito político, ideológico e muito menos religioso. O que importa neste momento é o currículo e a capacidade técnica do indicado”, disse a parlamentar.

André Mendonça foi indicado a uma vaga no STF pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 13 de julho. A mensagem com a indicação chegou à CCJ no dia 18 de agosto.

A demora de Alcolumbre em agendar a sabatina foi questionada por diversos parlamentares, fato que gerou incômodo e foi classificado como um “embaraço” pelo presidente da comissão.

Segundo Alcolumbre, a definição sobre a pauta das comissões e do plenário cabe aos presidentes e a escolha não tem a ver com religião ou ideologia.