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BRB estará na primeira corrida automobilística em aeroporto no Brasil

Patrocinador dos pilotos brasilienses Lucas Foresti e Pedro Cardoso, banco vai participar com um carro especial

Banco oficial da Stock Car, o BRB vai marcar presença na primeira corrida automobilística comercial realizada em um aeroporto no Brasil. Neste fim de semana (9 e 10), o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, recebe a terceira etapa da Stock Car Pro Series. A iniciativa também marca as comemorações dos 70 anos do aeroporto, inaugurado em fevereiro de 1952.

O BRB, que patrocina ainda dois pilotos brasilienses da categoria, Lucas Foresti e Pedro Cardoso, vai participar com um carro especial. Cardoso, piloto mais jovem do grid, disputará a prova com um modelo nas cores vermelha e preta, representando o banco digital Nação BRB FLA, parceria do BRB com o time de maior torcida do país, o Flamengo.

“O BRB acredita no poder transformador do esporte, por isso apoia e patrocina diversas modalidades esportivas”, afirma o presidente do banco, Paulo Henrique Costa. “Participar do automobilismo, que está no DNA do brasileiro, e poder estar presente em uma corrida especial e inédita, é motivo de orgulho para todos nós.”

A Stock Car Pro Series contará, também, com a participação dos fãs do automobilismo, com o espaço Fan Push, onde o público pode ajudar a turbinar os carros dos competidores. A ideia é premiar cinco pilotos com mais um push, botão utilizado para injetar potência no motor e aumentar a velocidade do automóvel durante a corrida.

Cada pessoa pode votar em até três pilotos. A votação aberta aos fãs do esporte está disponível. Para escolher os pilotos que devem receber o benefício adicional, basta acessar o site da Stock Car.

Público Geek movimenta eventos e um mercado em franca expansão

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Muitas vezes associado a um público “nerd”, o mercado geek é muito mais abrangente e aqui cabe falar em fãs de tecnologia, mas também de mangás, animes, quadrinhos, games, cultura k-pop, séries, ficção científica, rock, heavy metal e mais uma gama de nichos. Um ótimo motivo para apostar nesse tipo de negócio é, em especial, a fidelidade do público.

Investidores do mundo do entretenimento já detectaram esse potencial. Dois bons exemplos são a franquia Harry Potter que arrecadou mais de US$ 21 bilhões em todo o planeta; e os lançamentos da Marvel Studios que, apenas com filmes de super-heróis, já ultrapassaram a marca de US$ 30 bilhões.

De acordo com estimativas, o setor de licenciamentos no País chegou a R$ 20 bilhões. Dados da Associação de Cartunistas do Brasil (ACB) apontam que o mercado de quadrinhos mobiliza cerca de 20 milhões de leitores ao mês. Dentro desse universo, estão os jogos eletrônicos, consumidos por 73,4% dos brasileiros e que alcançaram US$ 123,3 bilhões mundialmente em 2020, segundo números da Game Brasil. Para chancelar esse número, uma análise realizada pela Rakuten Digital Commerce mostrou que os amantes do universo nerd costumam gastar 40% a mais do que a média nacional. Essa é uma prova que o setor é relevante para a economia.

O aquecimento desse negócio também pode ser sentido no mercado local. Em Fortaleza, acontece o maior evento do Norte/Nordeste e um dos maiores do País no segmento nerd e geek – o Sana, com 21 anos de continuidade e mais de 40 edições no portfólio, divididas entre especiais e principais, atrai um público expressivo em todas elas. O Sana já faz parte do calendário cultural do Ceará.

“Por força das circunstâncias, nós tivemos que suspender os eventos presenciais. Para aplacar um pouco da ansiedade do público, fizemos algumas edições on-line em 2020 e 2021 e voltamos com uma edição híbrida final do ano passado. Ao anunciar o evento presencial, percebemos o quanto o público estava saudoso. Por ser um evento longevo, hoje existem pessoas que foram quando eram adolescentes e agora levam seus filhos – isso também é reflexo da fidelidade do público desse tipo de produto/evento. A faixa etária é bem ampla, justamente porque esse universo nerd/geek engloba vários gostos e aptidões”, pontua Ricardo Busgaib, diretor e idealizador do Festival.

Em média, os eventos presenciais movimentam um público de xxx pessoas por dia que vão movidas pelas atrações, escolhidas justamente para agradar esse público em específico, mas lá há também estandes montados, onde são comercializados produtos mais diversos: canecas, camisetas, relíquias desse universo, quadrinhos, livros e os mais diversos suvenires que remetem aos geeks e nerds.

Ao longo dos anos 20 anos, mais de um milhão de pessoas passaram pelo Sana, que teve cerca de cinco mil colaboradores durante essa jornada, gerando em média 200 empregos diretos e 2 mil empregos indiretos por ano. Apenas nos últimos 10 anos, foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos e 20 mil empregos indiretos. Cabe ressaltar que dentre os empregos, diretos ou indiretos gerados por este projeto, 50% são ocupados por minorias (mulheres, negros, indígenas e LGBTQIA+).

Para cada evento, é estimado entre venda de produtos, ingressos e negócios fechados, o Sana deve R$ 8 milhões na economia. Ou seja, apenas nos últimos 10 anos, com a realização de mais de 20 eventos, a recorrente movimentou na economia local mais de R$ 160 milhões.

“A cadeia produtiva é bem vasta, vai desde a montagem da estrutura, pessoas que trabalham no administrativo, credenciamento, segurança. Também tem os estandes de produtos e, por ser um evento que acontece durante todo o dia, faz-se necessário muitos quiosques com comida e água. Para o evento acontecer de fato, são meses de trabalho e uma grande equipe envolvida”, explica Busgaib.

O próximo Sana no formato totalmente presencial já tem data marcada: acontecerá nos dias 09 e 10 de abril, no Centro de Eventos, com o oportuno nome de Sana Reencontro e, refletindo mais uma vez a fidelidade do público, segue sendo um sucesso de bilheteria. Mas, a organização avisa: outros eventos acontecerão ainda esse ano. O público está ansioso e ávido por esse tipo de conteúdo. O mercado e a cadeia produtiva agradecem.

Sois le bienvenu, La Cabane! Conheça novo restaurante francês da capital

Empreendimento fica localizado no Jardim Botânico, e apresenta um cardápio que une os clássicos pratos francesas, bons vinhos da região de Borgonha, além de um típico café da manhã do país europeu

Croissant, Boeuf Bourguignon, Entrecôte, Foie Gras, Cassoulet e Ratatouille. Esses são algumas de várias receitas que os franceses criaram e que fazem sucesso por todo o mundo. Em Brasília, são poucos os restaurantes que seguem essa culinária, e dada essa carência a empresária Árthemis Trindade, decidiu investir no setor e dar vida ao La Cabane Café Bistrô, no Jardim Botânico.

A casa foi inaugurada em janeiro, e ficou em soft open por um período de três meses para avaliar a receptividade do público, desde seu cardápio, qualidade dos insumos, carta de vinhos e ambientes. Após este tempo, o La Cabane finalmente fará seu lançamento oficial neste mês de abril.

“Sou apaixonada pela gastronomia francesa, e percebemos que aqui em Brasília, onde fica instalada a Embaixada da França, restaurantes com essa culinária são bem poucos. Logo, decidimos nos aventurar nesse setor para contemplar essa cozinha que é considerada uma das melhores do mundo, e curiosamente, vamos dar de presentes para a capital, no mês do aniversário de Brasília. Estamos muito animados”, revela Arthemis Trindade.

Localizado no polo de artesanato do Jardim Botânico, o La Cabane conta com quatro ambientes: hall, salão, mezanino e varanda, onde os dois últimos dispõem de uma vista privilegiada para a área de preservação ambiental que dá nome a cidade, proporcionando uma experiência única entre o almoço e o jantar com vistas para as grandes árvores, folhas verdes, plantas e flores da região.

Cardápio  

Quem assina o cardápio da casa é o chef Beto Fonseca, conhecido na capital pelas suas passagens pelas operações gastronômicas do grupo Jorge Ferreira. Das entradas às sobremesas e café da manhã, a proposta do restaurante é trazer as clássicas receitas francesas aliada a alguns temperos, produtos, estilos de cocção da cozinha brasileira, além de opções de pratos infantis, vegetarianos e veganos.

Nas entradas destacam-se o Steak Tartare: Filet Mignon picado na ponta da faca com alcaparras, cebola roxa e picles de pepino temperado com mostarda Dijon, molho inglês, catchup , cebola e especiarias, acompanhado de tostada de pão na manteiga e batata chips (R$ 58); o Tartine de cogumelos com Fondue de queijo Gruyère: tostadas de pão cobertas com mix de cogumelos shimeji, shitake e Paris, salteados com alho poró, manteiga e vinho branco, com molho de  creme de leite fresco com queijos gruyère e parmesão gratinado (R$ 39); Croquete de Cordeiro com maionese de ervas (R$ 42); e o Salmão Curado com sal grosso, açúcar mascavo, beterraba e endro, finamente laminados e acompanhado com picles artesanal de cebola roxa, tomates confitados e torradinhas amanteigadas (R$ 78).

Já entre os principais, os pratos promovem uma verdadeira viagem a França, a começar pelo clássico francês da região da Borgonha, o famoso Bouef Bourguignon: cubos de carne cozidos com vinho tinto, cenouras, cebolinhas glaceadas, cogumelos paris e bacon (R$ 85). O saboroso Entrecotê também é uma das apostas da casa, o prato acompanha tiras de filet mignon regadas ao molho artesanal de mostarda ancienne e servido com batatas fritas (R$ 89); Chama atenção também o Filé de frango grelhado na manteiga com alho poró, servido ao molho cítrico de limão, laranja, gomos de tangerina e licor Cointreau, acompanhado de batata baroa e legumes orgânicos da estação (R$ 48).

Camarão à La Paillote: Clássico camarão com tempero provençal de alho e ervas grelhado na manteiga, acompanhado de arroz basmati salteado na borra do grelhado dos camarões com alho poró e perfume de curry com cebolete (R$ 110); e o Filet au Poivre Vert: Filet de Mignon grelhado e coberto com um delicioso e picante molho francês à poivre vert, servido com arroz basmati salteado com creme de leite fresco, mix de cogumelos shimeji, shitake e Paris e batatas fritas da casa (R$ 97), chamam atenção.

Um dos mais tradicionais cortes francês, magret de pato, também está no cardápio, onde é servido demi-glacê de frutas vermelhas, purê de batatas com alho assado, purê de beterraba e legumes orgânicos da estação (R$ 98); o Polvo au beurre noisette (molho com base de manteiga levemente queimada), batata sauté e aspargos (R$ 108); o Tártartouile com salada Juliana vegana: mix de folhas com rúcula, cenoura, cebola, palmito, tomate cereja e batata palha ao molho de mostarda, alcaparras e mel de engenho (R$ 42,50), e o Ravioli de espinafre com queijo, molho mornay e foie gras (R$ 72), também podem ser boas pedidas.

Por fim, entre as opções de sobremesas, cinco receitas para adoçar o paladar dos clientes: o tradicional Crême Brulee (R$ 18); Pain perdu: rabanada francesa, morangos e creme patisserie (R$ 28); Petit Gateu com sorvete artesanal de creme (R$ 29); e a Verrine de morango com calda de frutas vermelhas com creme inglês e suspiro (R$ 29); e a Fondant au Chocolat: Bolo cremoso de chocolate meio amargo com farinha de amêndoas, coberta com deliciosa calda de frutas vermelhas (R$ 29), estão entre as opções.

Café da manhã 

Aos domingos a casa conta dispõe de um saboroso café da manhã, onde um dos destaques são as quatro opções de Croissants: tradicional (R$ 10) e as recheadas com queijo (R$ 14), atum (R$ 18) ou magret de pato (R$ 32).

Os croques – típica receita dos bistrôs franceses – também fazem parte do cardápio. O madame é feito com pão de forma, queijo gruyère, presunto parma, mostarda dijon, pimenta-do-reino branca e preta, molho bechamel e ovo (R$ 28). Enquanto o monsieur segue a mesma receita, contudo, sem o ovo (R$ 24).

Os omeletes natural (R$ 12), queijo (R$ 15) e queijo e presunto (R$ 18), também estão entre as opções. Além dos Ovos Beneditinos: ovos poché servidos ao molho béarnaise e com fatias de bacon fritas sob tostadas de pães de forma na manteiga (R$ 28). As tradicionais baguetes com cinco opções de recheios também fazem parte do cardápio: atum (R$ 32), magret (R$ 32), roastbeef (R$ 32); queijo (R$ 28) e queijo e presunto (R$ 28). Entre as opções doces está o Pain au chocolate (R$ 10).

 

Serviço 

La Cabane Café Bistrô

Onde: Polo de artesanato do Jardim Botânico

Horário de funcionamento: terça-feira, 18h às 23h; quarta a sábado, 17h às 23h; domingo, 9h às 16h.

Para mais informações: @lacaabanebsb

Petrobras anuncia redução no preço do gás de cozinha

Queda no preço foi de R$ 0,25 por quilo

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (8), uma redução no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que é usado com gás de cozinha. A diminuição no valor foi de R$ 0,25 por quilo. Segundo a companhia, isso foi possível graças à taxa de câmbio, que tem refletido uma valorização do real frente ao dólar.

“Acompanhando a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio, que se estabilizaram em patamar inferior para o GLP, e coerente com a sua política de preços, a Petrobras reduzirá seus preços de venda às distribuidoras. A partir de 9/4, o preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg, refletindo redução média de R$ 3,27 por 13 kg”, informou a estatal.

Na mesma nota, a Petrobras reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais.

Crise hídrica: “Rollemberg recorreu a pajelança para fazer chover no DF”, lembra Celina

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A deputada brasiliense disse que a única medida que o ex-governador tomou para combater a crise hídrica, ocorrida em 2017 e 2018, foi contratar com recursos públicos o “Cacique Cobra Coral”, para fazer chover no DF

POR TONI DUARTE

A deputada federal Celina Leão (PP) disse que o único investimento feito pelo ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) para acabar com a crise hídrica do Distrito Federal foi ter recorrido à pajelança do “Cacique Cobra Coral” para fazer chover.

A reação da parlamentar se deu diante de uma manifestação feita pelo ex-governador, em suas redes sociais, de que a conclusão do Sistema de Abastecimento D’água Corumbá IV, inaugurado na última quarta-feira (06), pelos governadores Ibaneis Rocha (DF) e Ronaldo Caiado (GO), deve-se a ele.

O Sistema Corumbá IV vai atender mais de 1,3 milhão de pessoas no Distrito Federal e Entorno.

No último ano do governo Rollemberg, ocorreram várias paralisações por suspeitas de irregularidades. As obras foram retomadas em 2020 por Ibaneis Rocha.

Celina apontou que Rollemberg deveria ter vergonha de falar asneiras, por meio de suas redes sociais, como se a população do Distrito Federal tivesse memória curta.

“É pra rir. Ele pensa que ninguém se lembra do pior governo da história do DF, disse a deputada.

“Ibaneis inaugurou uma grande obra que ele, Rolemberg, não teve competência para concluir. Chegou a colocar a culpa pela falta d’água aos chacareiros que produzem alimentos em suas terras e aos moradores de condomínios do Distrito Federal que pagam os seus impostos, disse.

Celina Leão lembrou da medida inusitada, tomada pelo ex-governador, ao ter recorrido a pajelânça da Fundação “Cacique Cobra Coral”, para fazer a chuva cair.

A entidade esotérica, encomendada por Rollemberg, teria o mágico poder dos céus, por meio das almas do além, para controlar o clima, em busca de soluções para a crise hídrica que atingia a capital a época.

“Ao invés de se empenhar na conclusão das obras de Corumbá IV, Rollemberg preferiu buscar a solução por meio do cacique, que não fez a chuva cair“, lembrou Celina Leão.

*Toni Duarte é Jornalista e editor do Radar-DF, com experiência em análises de tendências e comportamento social e reconhecido nos meios jornalísticos e políticos da capital federal. 

BRB lança novos editais para venda de 11 imóveis comerciais

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Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Serão leiloadas 11 unidades, sendo nove no Distrito Federal, uma em Goiás e uma no Rio de Janeiro

O BRB lança nesta sexta-feira (8) cinco novos editais para a venda de imóveis comerciais. Desta vez, serão levadas a leilão 11 unidades localizadas no Distrito Federal (9), Goiás (1) e no Rio de Janeiro (1).

Os imóveis disponibilizados podem ser financiados pelo próprio BRB, que oferece as menores taxas de mercado – juros a partir de 7,75% a.a + TR, financiamento de até 90% do valor do imóvel, além de agilidade no processo de contratação.

As fotos e descrições dos bens levados a leilão, assim como as condições da venda e a possibilidade de agendamento de visita às unidades, estão disponíveis no site do banco.

Os imóveis a serem leiloados já estão abertos para recebimento de lances, de acordo com a avaliação mínima estabelecida. O encerramento dos lances ocorrerá em 25 de abril.

O leilão é aberto a todas as pessoas – físicas e jurídicas – que apresentem as condições previstas nos editais.

*Com informações do BRB

 

Ibaneis entrega a praça do Bosque de cara nova para os 17 mil moradores da Candangolândia

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Cidade recebeu cerca de R$ 8 milhões em investimentos nos últimos três anos; entrada da cidade e primeiro ponto de táxi de Brasília também foram reformados

Os 17 mil moradores da Candangolândia receberam, nesta sexta-feira (8), mais duas obras concluídas: a Praça do Bosque e a entrada sul da cidade, onde está instalado o primeiro ponto de táxi de Brasília, um dos primeiros projetos de Oscar Niemeyer. Ambas foram completamente reformadas e se somam à lista de outros equipamentos públicos recuperados nos últimos três anos na região administrativa.

O primeiro ponto de táxi de Brasília, um dos primeiros projetos de Oscar Niemeyer, também foi reformado | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

“A Candangolândia tem em seu DNA a história de Brasília. Reformamos a entrada da cidade e o primeiro ponto de táxi de Brasília. E, depois, entregamos a Praça do Bosque, onde as famílias se reúnem e se divertem. A cidade estava abandonada e agora está renovada” – Governador Ibaneis Rocha

Com investimento de R$ 500 mil, a praça passou por diversas melhorias nas churrasqueiras, campo sintético, pista de skate, quadra de areia, parquinho infantil e quadra poliesportiva. O equipamento, que estava degradado há pelo menos dez anos, foi devolvido à comunidade com a presença do governador Ibaneis Rocha, em agenda pela cidade.

“A Candangolândia tem em seu DNA a história de Brasília. Reformamos a entrada da cidade e o primeiro ponto de táxi de Brasília. E, depois, entregamos a Praça do Bosque, onde as famílias se reúnem e se divertem. Aqui tem tudo, tem churrasqueiras, pista de skate, quadra poliesportiva e banheiros. A cidade estava abandonada e agora está renovada”, afirmou o governador.

“A praça ficou largada. Passaram muitos governos e só agora o espaço foi recuperado. Entregamos ela totalmente reformada”, aponta o deputado distrital Hermeto, autor da emenda parlamentar que financiou a obra.

Ponto de táxi

Quem trabalha no ponto de táxi elogia a iniciativa do governo de recuperá-lo. Seja pela história que ele reúne ou pelo fato de ter ficado muitos anos sem reforma. Segundo o taxista Valderi Bezerra, de 73 anos, o fato de o local estar abandonado afetava o seu trabalho.

“O antes e depois é fantástico, uma grande transformação foi feita aqui. A estrutura é tombada, é um projeto de Oscar Niemeyer, mas que estava há muitas décadas sem reforma. Trabalhar em um ambiente assim motiva. Tenho 73 anos e estou cheio de gás”, diz.

Com investimento de R$ 500 mil, a praça passou por diversas melhorias nas churrasqueiras, campo sintético, pista de skate, quadra de areia, parquinho infantil e quadra poliesportiva | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Cidade transformada

Há pouco mais de um mês, o governador Ibaneis Rocha entregou outros três importantes equipamentos públicos na cidade. O Salão Comunitário e a biblioteca foram reformados, e uma quadra de basquete foi construída ao lado do Salão. A Escola da Natureza foi outro presente que a cidade ganhou, recentemente. Mais um espaço bucólico na cidade para receber desde crianças até idosos.

“A Candangolândia tem recebido uma atenção especial, ela vinha sem nenhuma grande realização e agora temos visto o desenvolvimento, com uma obra após a outra”, afirma o administrador da cidade, Pablo Valente.

As benfeitorias encorpam a lista de outras melhorias. A maior delas é a reforma da Feira Permanente da Candangolândia, que contou com investimento de R$ 2,2 milhões e foi a primeira a ser entregue pela atual gestão. Quatro quadras poliesportivas, localizadas nas QR 1A, 4, 5 e 7, o campo de grama sintética da QR1A, a recuperação asfáltica de um trecho da DF-003 e a passarela da Candangolândia também agregam à lista.

 

 

CAESB: ‘Teremos três obras de melhoria com investimento de R$ 230 milhões’

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Presidente da Caesb fala sobre as ações para garantir a segurança hidrossanitária do DF, que é referência no tratamento terciário da água e monitoramento de mananciais

Esta semana, o esperado Sistema Produtor de Água do Corumbá saiu do papel. Depois de pegarem uma obra com pouco mais de 50% de execução, os governos do Distrito Federal e de Goiás inauguraram uma moderna estrutura que vai garantir água tratada a cerca de 1,3 milhão de pessoas, entre essas, 500 mil moradores do DF.

 Trata-se de uma obra de alta complexidade que capta água no reservatório de Corumbá IV, próximo a Luziânia, e distribui para cidades do DF, como Gama e Santa Maria, e municípios goianos. Mas, não para por aí. A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) já tem o projeto para estender o abastecimento do Gama –onde há um grande reservatório – até a região de São Sebastião, beneficiando Jardins Mangueiral, Tororó e áreas vizinhas.

 Em entrevista, o presidente da Caesb, Pedro Cardoso, explica os benefícios que o Sistema Corumbá trará para o fornecimento de água do DF e destaca o alto investimento feito pela companhia para ampliar o acesso a água encanada e levar esgotamento sanitário às casas da capital: já são R$ 677 milhões.

 Cardoso também conta como é o trabalho desempenhado pela Caesb para garantir a chegada de água potável de qualidade às torneiras dos brasilienses, e ressalta a contribuição da empresa na preservação do meio ambiente.

 Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.

Esta semana, o governo inaugurou o Sistema Produtor de Água do Corumbá, um dos maiores empreendimentos de saneamento do país. Quais os benefícios para a população?

Essa obra significa segurança hídrica para o Distrito Federal. Ela permite que tenhamos um uso mais racional dos nossos outros sistemas produtores de água [Descoberto, Santa Maria, Sobradinho-Planaltina, Brazlândia e São Sebastião]. Com o ingresso do manancial Corumbá, a gente consegue dar mais mobilidade e um reforço no fornecimento que faz o Descoberto, por exemplo, em períodos de menor oferta de água. É uma obra grandiosa, de cerca de R$ 500 milhões, em parceria com a Saneago [Companhia Saneamento de Goiás] e que vai dar tranquilidade ao DF por cerca três décadas em relação ao abastecimento da água.  Agora, com esse novo sistema em operação, vamos fazer uma nova extensão para levar água a partir do reservatório que temos no Balão do Periquito, no Gama, para São Sebastião, Crixás, Jardins Mangueiral, Tororó e condomínios vizinhos. A Caesb vai licitar, em breve, essa ampliação até a área de São Sebastião.

“Em um primeiro momento, vamos beneficiar pelo menos 90 mil pessoas. Isso significa acabar com o esgoto a céu aberto em uma cidade que vem se desenvolvendo muito, aonde o GDF tem levado asfalto, equipamentos públicos e saneamento básico”

Quais as principais dificuldades de uma obra dessa magnitude?

A rede que leva energia até a nova estação de tratamento de água vem de Furnas, em Samambaia, e vai descendo até lá.  São 97 torres usadas nessa distribuição.  Só quem trabalhou nisso sabe a dificuldade que foi chegar com essa rede à margem do Corumbá IV para fazer o bombeamento.  Foi instalado um conjunto de motobombas de captação muito potente, equipamentos modernos.  Além disso, foram 27 km de tubulação adutora construídos para um sistema que terá uma capacidade de 2,8 mil litros/segundo. Então, é um sistema que envolve uma engenharia grande desde a busca dessa água, lá no Corumbá, até a chegada, no Gama.  Foi um trabalho de centenas de profissionais que se empenharam para que isso fosse possível.

“A água de Brasília é excelente, e a Caesb prima pelo tratamento constante dela. A companhia possui um laboratório de ponta de que muitas universidades federais com um curso de química ainda não dispõem”

A Caesb fez um investimento de R$ 677 milhões ao longo dos três últimos anos. Quais foram as melhorias realizadas?

Desde 2019, a companhia investiu alto para modernizar o sistema de abastecimento de água e o sistema de esgotamento sanitário em toda a capital, além de melhorias nas estações de tratamento de água [ETAs], como a ETA Brasília, onde implantamos dois reservatórios apoiados. Fizemos a setorização das redes em diversas cidades do DF, o que é fundamental para evitar a perda de água na distribuição. Vale lembrar que a Caesb vem executando nesses últimos anos a rede de esgoto no Sol Nascente/Pôr do Sol. Estão sendo erguidas seis estações elevatórias e construídos cerca de 330 mil metros de redes coletoras de esgoto na região administrativa. Em um primeiro momento, vamos beneficiar pelo menos 90 mil pessoas. Isso significa acabar com o esgoto a céu aberto em uma cidade que vem se desenvolvendo muito, aonde o GDF tem levado asfalto, equipamentos públicos e saneamento básico. Desse montante de investimentos de R$ 677 milhões, cerca de R$ 285 milhões foram usados para ampliar e modernizar o esgotamento sanitário de todo o DF. Para entender esse trabalho da Caesb de forma bem simples: a companhia colhe água no meio ambiente, trata e leva para os lares. Por outro lado, pega o esgoto, trata e devolve nas melhores condições para o meio ambiente.

Brasília já alcançou a meta nacional de levar água potável a mais de 90% da população, estabelecida por lei. Como é a qualidade da água da capital? 

A água de Brasília é excelente, e a Caesb prima pelo tratamento constante dela. Fazemos, em média, 300 testes laboratoriais por dia. A companhia possui um laboratório de ponta de que muitas universidades federais com um curso de química ainda não dispõem. Entre as empresas de saneamento do país, somos referência no tratamento terciário da água, no monitoramento de mananciais. E a nossa água chega realmente com muita pureza às torneiras da população –inclusive, se necessário, ela pode ser ingerida direto da torneira. O único cuidado que o morador deve ter é com a higiene das caixas-d’água. No próprio site da Caesb, há orientações sobre como fazer o manejo adequado das caixas-d’água, e o cidadão pode pesquisar lá. Ademais, temos profissionais bem-capacitados para entregar uma água boa e de qualidade que contribui para a saúde pública do Distrito Federal.

“Temos um engajamento e uma preocupação grande com a preservação ambiental. Buscamos a água e também devolvemos o esgoto com o melhor tratamento possível”

Quais são os projetos importantes para esse ano? Estão previstas novas obras?

Além dessa extensão do abastecimento de água do Gama até São Sebastião – que vamos fazer a partir da conclusão do sistema Corumbá –, temos dois projetos a serem executados para atender melhor a população. O primeiro é a construção de uma elevatória, um reservatório e uma rede adutora no Paranoá Norte, para reforçar o fornecimento de água para Sobradinho, Planaltina e Paranoá. E o segundo é uma obra para a captação de água no córrego Olaria, em Brazlândia, que vai beneficiar a região. Depois, vamos modernizar as estações de tratamento de esgoto em algumas cidades.
É preciso lembrar que Brazlândia e Planaltina têm uma atividade agrícola intensa; e, no período de estiagem, a oferta de água é reduzida nessas localidades. É uma sazonalidade, e essas reformas serão importantes nesse sentido. Nessas três intervenções, o investimento será de cerca de R$ 230 milhões.

Com relação ao meio ambiente, que tipo de trabalho ou campanhas a Caesb desenvolve?

A empresa faz um trabalho cíclico nessa área. São campanhas nas escolas orientando as crianças acerca da importância da preservação do meio ambiente, do que se não se pode lançar nos esgotos. Temos o ônibus Expresso Ambiental, que apresenta em seu interior o Ciclo do Saneamento aos estudantes, usando uma maquete. Nossos técnicos fazem um trabalho de orientação e fiscalização hidrossanitária em todo o DF, alertando a população para que não jogue óleo na rede coletora, nas pias e vasos sanitários. Então, temos um engajamento e uma preocupação grande com a preservação ambiental. Buscamos a água e também devolvemos o esgoto com o melhor tratamento possível, feito pelos técnicos da Caesb.

DF| Pró-desporto Escolar diminuirá evasão nas escolas e formará atletas de alta performance

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Projeto de Delmasso será discutido na Câmara e poderá se tornar Lei no Distrito Federal

O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos-DF), protocolou o projeto de lei Pró-desporto Escolar, que tem o objetivo de promover atividades esportivas nas escolas de educação básica. Para a execução do projeto, será criado o Plano Anual de Desenvolvimento do Desporto Escolar, no qual serão estabelecidas as diretrizes, como a implantação de núcleos para formar atletas, o apoio às equipes esportivas de Brasília e a realização de campeonatos com o apoio do poder público.
O Pró-desporto Escolar terá princípios estabelecidos, que vão nortear o programa. Inclusão social e estímulo à frequência e aproveitamento escolar são exemplos. Além disso, o mantimento de atletas de alto rendimento também é um fundamento do projeto. “Este projeto oferece alternativas ocupacionais e educacionais aos participantes, que são crianças, jovens e adultos, através da prática do desenvolvimento cultural, reduzindo a evasão escolar, violência urbana, e implementando formas de geração de renda aos envolvidos”, disse Delmasso.

Para o deputado, problemas comuns da sociedade como a criminalidade e evasão escolar podem ser vencidos com o esporte nas escolas: “acreditamos que através do esporte bem direcionado nos estabelecimentos de educação básica conseguiremos criar ambientes favoráveis para combater a criminalidade e o uso das drogas, dificuldades no estudo, brigas familiares, violência, tendo como objetivo o desenvolvimento integral do indivíduo, utilizando a formação esportiva como ferramenta”, afirmou. Para manter o projeto, serão destinados recursos públicos estabelecidos pelo Governo, além de emendas parlamentares próprias para esta finalidade, desde que cumprido os critérios para a implementação.

Foto: Rogério Lopes

PIX DOS CARTÓRIOS: Congresso Nacional tem até 1° de junho para debater MP que cria Sistema Eletrônico de Registros Públicos

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Considerado o Pix dos cartórios, Serp permitirá à população fazer registros digitalmente sem precisar sair de casa

O Congresso Nacional tem até 1° de junho para debater e aprovar a Medida Provisória 1.085/2021, que cria o Sistema Eletrônico de Registros Públicos (Serp). Caso perca o prazo, a MP perde a validade e o sistema não entra em vigor. Com a medida, diversos processos poderão ser realizados de forma totalmente on-line, como registro de imóveis e entrada em casamentos. Por sua eficácia e agilidade, o Serp é considerado o “Pix dos cartórios”.

O mestre em Direito Constitucional Econômico Rafael Brasil afirma que “boa parte dos cartórios brasileiros sequer tem um site com as informações básicas. Agora, com todos os cartórios interligados, qualquer cidadão poderá fazer um requerimento ou acessar informações on-line, sem a necessidade de ir até um cartório”.

Além da comodidade, o Serp também pode reduzir as dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que atrapalham o crescimento do país, o chamado Custo Brasil, como destaca o presidente da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, deputado federal Alexis Fonteyne (Novo-SP).

“A criação do Sistema Eletrônico de Registros Públicos contribuiu muito para a redução do Custo Brasil. Primeiro, porque ele cria a segurança jurídica de que qualquer consulta feita sobre um imóvel ou um bem é feita de forma definitiva e centralizada. O segundo ponto é que também diminui demais aquela correria de ir nos cartórios para conseguir essas certidões. E, muitas vezes, quando se consegue a última certidão, a primeira já está vencida, ficando em um ciclo vicioso sem fim.”

Outra burocracia que o Serp promete reduzir é a necessidade de ir a um cartório para reconhecer firma, processo que todo brasileiro que já vendeu ou comprou algum bem, por exemplo, conhece bem. No caso de empresas, essa burocracia impacta ainda nos custos do negócio.

“Nós temos também a possibilidade de fazer o fim daquele reconhecimento de firma por autenticidade ou presencial, porque nós vamos poder ter assinatura eletrônica de forma até certificada digital, o que reduz o Custo Brasil enorme novamente”, acrescenta o parlamentar.

Rafael Brasil afirma que a desburocratização gerada pela MP dos cartórios pode até mesmo gerar emprego e renda para a população.

“Além da redução dos custos operacionais, essa medida provisória impacta diretamente na desburocratização e vem para obedecer a lei de liberdade econômica, fazendo com que o ambiente de empreendedorismo brasileiro cresça ainda mais e com isso haja maior geração de emprego e renda.”

Padronização dos emolumentos

Para Rafael Brasil, há espaço para avanços na lei, como a delimitação legal para os emolumentos – taxas remuneratórias dos custos de serviços de cartórios.
“Com a unificação desses procedimentos, também é possível que, em um futuro próximo, poderá haver a unificação dos emolumentos cartorários, o que aumentaria ainda mais a segurança jurídica e reduziria a distância das informações entre os cartórios por todo o país”, defende.