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Projeto Asas auxilia pessoa com deficiência a envelhecer com autonomia e qualidade de vida

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Quem cuidará do meu filho com deficiência no futuro?

Esta é uma preocupação compartilhada por muitos pais e mães e foi a partir dela que nasceu o projeto Asas, um método que se propõe a criar, fortalecer e ampliar a rede de apoio para pessoas com deficiência, visando que elas possam envelhecer com maior autonomia e qualidade de vida.

“Se, em uma família, só a mãe é responsável pelo cuidado do filho com deficiência, o que vai acontecer quando ela não estiver mais aqui? Se o filho não tiver uma rede de apoio, se ele não tiver amigos, se não fizer parte de mais nenhum grupo, com quem poderá contar?”, questiona Viviane Machado, líder do Programa Mobilização pela Autonomia, da FEAC. A metodologia do projeto Asas foi desenvolvida no Canadá há mais de 20 anos, pelo Plan Institute, e é aplicada em diversos países. Em 2020, a ASID Brasil – Ação Social para Igualdade das Diferenças foi responsável por trazê-la ao Brasil, por meio de um projeto-piloto realizado via plataforma on-line, com 105 famílias de São Paulo (SP) e Curitiba (PR).

Agora, chegou a hora de trabalhar em rede e multiplicar impactos: a partir de maio de 2022, a ASID Brasil vai capacitar dez Organizações da Sociedade Civil (OSC) de Campinas, parceiras da FEAC, que atuam com a inclusão da pessoa com deficiência. O objetivo é repassar a metodologia Asas e auxiliar essas organizações a aplicá-la aos seus beneficiados.

Plano de vida e rede de apoio

“A assistência social, as escolas ou organizações sociais trabalham no ‘agora’ da pessoa com deficiência, mas pensam muito pouco no futuro”, avalia Pedro Ivo Toscano, líder de Novos Negócios da ASID Brasil. Em uma das atividades do projeto, por exemplo, o familiar é convidado a escrever uma “carta para o futuro”, expressando como gostaria que as pessoas tratem seu familiar com deficiência, quando ele não puder estar presente.

Além de fomentar reflexões sobre o futuro, o Asas promove a criação de um plano de vida individual para a pessoa com deficiência, visando estimular o seu “voo”. Para isso, é fundamental trabalhar para o fortalecimento de uma rede de apoio, com quem a pessoa possa contar na ausência de seus pais. “Nossos filhos vão ter que passar pela perda de familiares, mais cedo ou mais tarde. Para nós, falar sobre isso nunca foi um problema, mas durante o projeto eu vi que, em muitas famílias, esse assunto nunca veio à tona”, relata Lisabeth Aleoni Arruda, que participou do projeto-piloto. Ela é mãe de Claudio Aleoni Arruda, 37 anos, que tem síndrome de Down.

Ao todo, são 20 horas de oficina, onde a pessoa com deficiência e um familiar participam. O projeto é voltado para qualquer deficiência, mas 90% dos participantes do projeto-piloto eram pessoas com deficiência intelectual.

Isolamento da pessoa com deficiência

No Brasil, apenas 7% das sete milhões de pessoas com deficiência aptas para o mercado de trabalho estão empregadas, segundo dados de 2018 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). “Na nossa sociedade, tudo tende a fazer com que a pessoa com deficiência não esteja preparada para o envelhecimento: com frequência, elas são excluídas da escola e do mercado de trabalho, por exemplo, o que cria muitas barreiras para a rotina social”, afirma Pedro, da ASID
Brasil.

O projeto Asas busca mudar esse cenário, estimulando a pessoa com deficiência a ir além do núcleo familiar, formando novas conexões. “A rede de apoio é importante para qualquer pessoa, independentemente de ter ou não deficiência. Para a pessoa com deficiência, ela triplica o peso, porque são pessoas que, apesar de terem autonomia em vários setores, precisam de apoios”, avalia Lisabeth.

No caso do seu filho Claudio, ela o auxilia na locomoção pela cidade, levando-o até os locais, contratando um motorista ou chamando um carro pelo aplicativo. Há dois anos, eles vivem em Piracicaba (SP), cidade da família de Lisabeth. Antes, moravam em São Paulo. Em uma das atividades do Asas, os participantes realizam um mapeamento da rede de apoio, identificando possíveis parentes ou amigos para fortalecer laços. A família, então, entra em contato com essas pessoas para checar se há reciprocidade.

Durante essa atividade, Lisabeth descobriu que seu filho Claudio gostaria de morar com uma prima, quando os pais não estiverem mais aqui. “Na conversa que tivemos, ela se mostrou totalmente aberta. Em relação à rede de apoio, eu posso ficar tranquila. Claudio é uma pessoa com tanto empoderamento de sua vida, que não vai ser um peso para ninguém.”

Futuros possíveis
Rosângela Biano, assistente social e facilitadora do projeto-piloto, conta que, com o passar dos encontros, o projeto despertou novas possibilidades de futuro, acalmando o “susto inicial” dos pais ao pensar na problemática levantada. “Se amanhã eu não estiver aqui, o que posso já preparar hoje para meu filho? Eu vejo que esse é o maior impacto do projeto: os familiares enxergarem que existe uma saída”, diz.

Aos poucos, a possibilidade de uma vida mais autônoma começa a ganhar forma. “É maravilhoso quando percebemos que, apesar daquela limitação, a pessoa com deficiência pode vivenciar experiências como qualquer outra”, analisa Rosângela. O projeto-piloto atingiu as expectativas: segundo a avaliação, 65% das famílias concluíram o plano de ação familiar durante as oficinas. As demais iniciaram o processo durante os encontros.

Sobre a Fundação FEAC
A Fundação FEAC é uma organização independente que atua em Campinas (SP) com o objetivo de contribuir para criação de uma sociedade mais justa,
sustentável e com igualdade de oportunidades. Para isso, investe em ações de educação, assistência social e promoção humana com foco nas regiões e nas populações mais vulneráveis, especialmente crianças e jovens, e no impulsionamento de organizações da sociedade civil, empresas e pessoas para as causas sociais.

Sobre a ASID Brasil
A ASID é uma organização social voltada à construção de uma sociedade inclusiva por meio de projetos de responsabilidade social, como voluntariado, inclusão no mercado de trabalho e desenvolvimento de gestão de organizações parceiras. Com mais de dez anos de atividades, tem mais de 100 mil pessoas impactadas e mais de 7 mil voluntários. A ASID também possui reconhecimento a partir de prêmios nacionais e internacionais, como o Melhores ONGs Época e o United People Global. Mais informações em https://asidbrasil.org.br/

Mãe de 4: ela engravidou de gêmeos…duas vezes

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Segundo a CNN, as chances de ter gêmeos duas vezes seguidas são menores do que ganhar na loteria

Uma gestação de gêmeos não é algo tão comum na vida das mulheres, agora, passar por isso duas vezes e de forma natural, é para poucos. Segundo a CNN, as chances de ter gêmeos duas vezes seguidas são menores do que ganhar na loteria.

Foi isso o que aconteceu com Ana Cláudia Ferreira, bióloga, influencer e autora do livro “Duas vezes mãe de gêmeos: a história” (Literare Books International). Mãe de dois meninos – os gêmeos Théo e Henrique, de 5 anos – a bióloga que não planejava outra gestação, teve a surpresa de engravidar, de forma natural, de mais dois meninos.

“Fui mãe de gêmeos univitelinos (idênticos) aos 24 anos. E novamente, mãe de gêmeos univitelinos aos 29. Hoje meus gêmeos estão crescidinhos. A primeira dupla, Théo e Henrique, frutos do meu casamento anterior, completaram 17 anos em agosto de 2021. Os mais novos, Zion e Thor, filhos do meu atual marido, completaram 12 também em agosto. Ser mãe de gêmeos é uma combinação de muito trabalho e amor. Exige inspiração, disposição constante, resiliência, apoio e muito conhecimento”.

Na obra “Duas vezes mãe de gêmeos: a história“, a autora destaca os sustos e desafios de se reinventar ao descobrir a sua segunda gravidez gemelar, se apropriando de toda a experiência adquirida na primeira gestação, nas diversas fases da gravidez e do gerenciamento da vida com as duplas de gêmeos em momentos e necessidades totalmente diferentes.

 

 

 

 

SOBRE OS AUTORES
Ana Cláudia Ferreira de Deus Vieira – É casada, mãe de duas duplas de gêmeos. É Pós-graduada em Biossegurança pela Faculdade da Terra de Brasília (FTB) (2009). É Bióloga, graduada em Ciências Biológicas pela FTB (2005). Atuou por mais de 11 anos como professora de Ciências Biológicas, em diversas escolas públicas e privadas do Distrito Federal. Fez diversos cursos sobre sexologia e educação, sexualidade na escola, anatomia e fisiologia humana, enfrentamento de indisciplina e a violência na infância, relações humanas e éticas, comportamento humano, genética, análise comportamental e linguagem corporal. Estuda a temática gêmeos desde sua primeira gestação, há mais de 17 anos. Há dez anos se dedica a orientar mães de gêmeos na deliciosa e desafiadora jornada da maternidade. 

Jerônimo Araújo de Deus Vieira – É casado e pai de gêmeos. Mestrando em Governança, Tecnologia e Inovação pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Pós-graduado em Marketing (2012) pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e Bacharel em Administração pela Universidade de Brasília (UnB). Possui cursos na área de gestão de pessoas, organização, método, processos e liderança. Oficial da Polícia Militar, lidera equipes e desenvolve talentos há mais de 15 anos.

Ficha técnica
Duas vezes mãe de gêmeos: a história
Autores: Ana Cláudia Ferreira de Deus Vieira e Jerônimo Araújo de Deus Vieira
Editora: Literare Books International – 1ª edição – 160 páginas – 2021
Formato: 14 x 21 cm
Categoria: Não Ficção
ISBN do físico: 9786559221882
ISBN digital: 9786559221981
Loja Literare Books: https://bit.ly/loja-gemeos
E-book: https://bit.ly/E-book-mae-gemeos
Instagram: @duasvezesmaedegemeos / @literarebooks
À venda nas principais livrarias e plataformas digitais

SLU amplia coleta seletiva porta a porta para 32 regiões administrativas

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Expansão do serviço deve-se à contratação de 22 cooperativas de materiais recicláveis, num investimento de aproximadamente R$ 12,6 milhões

A partir de segunda-feira (16), praticamente todo o Distrito Federal passará a contar com a coleta seletiva porta a porta – recolhimento de materiais recicláveis (papel, plástico, metal) que não devem ser misturados ao lixo comum. De acordo com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), serão atendidas 32 regiões administrativas subdivididas em 23 áreas. Neste momento, apenas o Sol Nascente/Pôr do Sol ficará de fora do crescimento do atendimento.

A extensão do trabalho ocorre em função do contrato de mais 11 cooperativas de materiais recicláveis, totalizando 22, que se somam às empresas do pregão de prestação de serviço de limpeza urbana no serviço. O investimento é de aproximadamente R$ 12,6 milhões e vai beneficiar mais de 1,4 mil catadores do DF.

“Esperamos que a comunidade participe, separando o lixo. Ainda temos um número absurdo de lixo que vai misturado com a coleta, o que reduz a vida útil do nosso aterro”Francisco Mendes, assessor especial da Diretoria Técnica do SLU

A grande novidade é a inclusão de áreas que não faziam parte da coleta seletiva porta a porta. A exemplo dos condomínios horizontais no Jardim Botânico, Paranoá, Sobradinho e Park Way; e as regiões de Arniqueira, SCIA/Estrutural e Jardins Mangueiral. Também será feita a ampliação total do atendimento na Colônia Agrícola Samambaia, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), na Fercal e em Brazlândia.

“Na verdade, vamos ter uma ampliação das áreas com o porta a porta. Esperamos que a comunidade participe, separando o lixo. A população tem, no mínimo, três ganhos com esse serviço: ambiental, geração de renda para catadores e mitigação do aterro sanitário”, destaca o assessor especial da Diretoria Técnica do SLU, Francisco Mendes. “Ainda temos um número absurdo de lixo que vai misturado com a coleta, o que reduz a vida útil do nosso aterro”, classifica.

A grande novidade é a inclusão de áreas que não faziam parte da coleta seletiva porta a porta, a exemplo de condomínios no Jardim Botânico, Paranoá e Park Way

Com a incorporação das novas cooperativas, o SLU espera ter melhores resultados. O aproveitamento do material reciclável recolhido pelas cooperativas costuma ser de 87%, frente a 42% dos recolhidos pelas empresas prestadoras de serviço.

Para incentivar a separação do lixo, o SLU promove a campanha Cartão Verde, em que o órgão orienta os condôminos sobre a coleta seletiva e aplica cartões de acordo com o resultado

A outra expectativa é engajar a população na separação do lixo. “Teremos uma interação mais humana e participativa. Espero uma sensibilização, porque a população vai saber que aquele resíduo vai para um catador, o que quer dizer rendimento para famílias”, avalia Mendes.

Para incentivar a separação do lixo, o SLU promove a campanha Cartão Verde, em que o órgão orienta os condôminos sobre a coleta seletiva e aplica cartões de acordo com o resultado. Cartão vermelho define os lixos muito misturados; o cartão amarelo trata de resíduos ainda misturados, e o cartão verde é dado para condomínios onde a separação é bem-feita. Os garis avaliam a qualidade uma vez por semana e aplicam os cartões três vezes. O propósito é mostrar a importância da coleta seletiva dentro de casa.

Resíduos recicláveis que devem ser separados para coleta seletiva (coloque tudo em um saco separado – verde ou azul)

Papel e papelão
– Jornais, revistas, impressos em geral;
– Papel de fax;
– Embalagens longa-vida. Desmanchar caixas de papelão e evitar dobrar ou amassar os papéis.

Plásticos
– Garrafas, embalagens de produtos de limpeza;
– Potes de creme, xampu, condicionador;
– Tubos e canos;
– Brinquedos;
– Sacos, sacolas e saquinhos de leite;
– Isopor. Limpe rapidamente as embalagens de plástico.

Metais
– Molas e latas;
– Latinhas de cerveja e refrigerante;
– Esquadrias e molduras de quadros.

Governador Ibaneis revoga decreto de estado de calamidade pública no Distrito Federal

Decisão foi publicada na edição desta terça-feira do Diário Oficial do DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, revogou, nesta terça-feira (10), o Decreto – nº 40.924, de 26 de junho de 2020, que declara estado de calamidade pública pela pandemia da covid-19 na capital federal.

A decisão está publicada no Diário Oficial do Distrito Federal. Pela norma que estava em vigor, o governo distrital não era obrigado a cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O DF podia, por exemplo, fazer compras emergenciais sem licitação e ultrapassar metas fiscais previstas para custear ações de combate à covid-19. Além disso, podia ter acesso a recursos da União e a benefícios sociais antecipados, além de adiar o pagamento de empréstimos federais.

A revogação do estado de calamidade no DF segue ação do governo federal que, no final de abril deste ano, declarou o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), instituída em fevereiro de 2020.

Taxa de transmissão

Com 83,79% da população com o esquema vacinal completo, o número de casos, mortes e internações por covid-19 no Distrito Federal teve redução nos últimos meses.

Apesar disso, a taxa de transmissão da doença teve a sétima alta seguida e está 1,12, segundo boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (9) pela Secretaria de Saúde do DF. No início do ano, o índice estava  próximo a 0,60.

Artigo | Custo da corrupção

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Por Márcio Coimbra

O brasileiro trabalha cerca de um mês por ano apenas para pagar a conta da corrupção. O desvio de dinheiro público consome 8% de tudo que é arrecadado em nosso país. São números assustadores que explicam em grande parte as razões de nossa incapacidade de reação ao subdesenvolvimento que assola a nação há tanto tempo. Se o Brasil deseja sair desta espiral de atraso é fundamental que o combate à corrupção e o respeito às leis se tornem regra e deixem de ser apenas uma utopia ilusória.

Durante esta pandemia pudemos enxergar como é importante termos um sistema de saúde confiável e eficiente. Somente em 2020, a corrupção atingiu R$ 1,48 bilhão dos recursos destinados ao combate à COVID-19. Entretanto, isto não é privilégio destes tempos estranhos. Máfia dos sanguessugas, dos vampiros, operação fatura exposta, os exemplos são inúmeros e vem de muito tempo, circulando por vários estados. Com tantos recursos desviados, devemos nos perguntar quantas vidas poderiam ter sido salvas, quantos importantes tratamentos custeados, quantas crianças vacinadas, enquanto a corrupção drenava os recursos de sua real e mais importante finalidade.

Na educação não é diferente. As áreas de saúde e educação foram alvo de quase 70% dos esquemas de corrupção e fraude no uso de verba federal pelos municípios no período dos governos petistas, alvo de 247 operações policiais. No período houve fraude no uso de verbas em pelo menos 729 municípios ou 13% do total de cidades do País. O prejuízo causado pela corrupção no período foi estimado em R$ 4 bilhões. No governo Bolsonaro, com menor fiscalização, o controle frouxo abriu caminho para novas irregularidades, como já investigado pelo Congresso Nacional.

A corrupção também distorce as prioridades do governo. Por exemplo, entre os países de baixa renda, a parcela do orçamento destinada à educação e à saúde é um terço menor nos países mais corruptos. Ela também afeta a eficácia dos gastos sociais. Em países mais corruptos, os estudantes em idade escolar tiram notas piores nas provas. Esta é uma triste realidade que assola nosso país.

No índice da Transparência Internacional, o Brasil ficou abaixo da média da América Latina e mundial e distante da média dos países do G20 e da OCDE no tocante ao combate à corrupção. Seguimos atrás de países como Colômbia, Turquia e China, por exemplo. Segundo avaliação do órgão, no governo Bolsonaro, o país passa por um processo extremamente preocupante de desmanche de sua capacidade institucional para o enfrentamento da corrupção. A extinção da Lava Jato é um destes elementos.

O caminho para colocar o Brasil nos trilhos é simples, mas exige perseverança. Precisamos investir em níveis elevados de transparência e exame externo independente, reformar instituições, profissionalizar o serviço público, acompanhar o ritmo dos novos desafios à medida que a tecnologia e as oportunidades de delitos evoluem e aumentar a cooperação.

Reduzir a corrupção é um desafio que exige perseverança em muitas frentes, mas produz enormes dividendos. Começa com vontade política, o fortalecimento constante das instituições para promover a integridade e a responsabilidade, e a cooperação mundial. O combate à corrupção é instrumento essencial para mudarmos a face do Brasil. O mais importante passo na direção de um país mais justo para todos.

Márcio Coimbra é Presidente da Fundação da Liberdade Econômica, cientista Político, mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex-Diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal

 

Sobre a FLE

A Fundação da Liberdade Econômica (FLE) é um centro de pensamento, produção de conhecimento e formação de lideranças políticas. É baseada nos pilares da defesa do liberalismo econômico e do conservadorismo como forma de gestão. Criada em 2018, a entidade defende fomentar o crescimento econômico, dando oportunidades a todos. Nesse sentido, investe em programas para a formação acadêmica, como centro de pensamento e desenvolvimento de ideias. Ao mesmo tempo, atua como instituição de treinamento para capacitar brasileiros ao debate e à disputa política.

Fundação da Liberdade Econômica lança documento com propostas para futuros governantes do País

Brasil do Amanhã traz soluções conservadoras e liberais visando contribuir para a retomada do crescimento e combate aos entraves políticos, sociais, econômicos e ambientais do Brasil

A Fundação da Liberdade Econômica (FLE) lançou na última quinta-feira, dia 5 de maio, em Brasília, o programa “Brasil do Amanhã”. O documento, coordenado pelo presidente da entidade, o cientista político Márcio Coimbra, ex-diretor da Apex e do Senado Federal, que foi pesquisador do Instituto Friedrich von Hayek, em Viena, organizou resultados de discussões com especialistas renomados de diversos setores acerca das principais problemáticas do País. Nele, serão apresentadas propostas para o país e rumos ideológicos para candidatos a cargos proporcionais e majoritários, em nível estadual e federal, nas eleições de outubro.

O Brasil do Amanhã foi construído para lidar com os desafios do atual momento econômico, político, social e ambiental, que enfrentam problemáticas sem soluções rápidas. O conteúdo pondera os obstáculos a serem vencidos — retração econômica, crise fiscal, inflação e taxa de juros elevadas, desemprego e desigualdade de renda recordes, taxa de câmbio, nível de investimento insuficiente, população endividada, desgaste democrático, corrupção e violência excessivas, a imagem internacional do país, questões ambientais, além da crise sanitária provocada pela pandemia da Covid-19.

Pautas que demandam consenso e união do país para que possam ser adequadamente enfrentadas, visando a retomada do caminho da prosperidade socioeconômica. Esse esforço exigirá, de um lado, a construção de um ambiente de credibilidade e de previsão política, institucional e econômica, crucial para a recuperação dos investimentos estruturantes, tanto por parte do setor público quanto, sobretudo, do setor privado. De outro, requererá que o Estado brasileiro seja capaz de atuar com eficácia e eficiência na redução das imensas disparidades sociais e regionais, no combate à pandemia e no provimento de serviços públicos essenciais com qualidade.

As soluções e propostas exploradas no conteúdo são ancoradas nos dois pilares que sustentam o ideário da FLE, que está vinculada ao Partido Social Cristão (PSC): o Conservadorismo, em sua acepção clássica de valorização da prudência, da cautela e da moderação no planejamento e implementação de políticas públicas; e a Liberdade Econômica, por meio da consolidação de um mercado que potencialize a força empreendedora do povo brasileiro. E passa por questões como saúde no pós-pandemia, infraestrutura, privatizações, acordos comerciais, empregabilidade e Direitos Humanos.

O Brasil do Amanhã serve também para posicionar a sigla como um partido realmente conservador no cenário político-eleitoral. Em suma, o programa da Fundação do PSC será usado para marcar posição nas eleições deste ano e tentar aglutinar eleitores em torno dos princípios que o partido vai defender. O PSC cresceu desde as eleições de 2018 e tem ambições ousadas, especialmente amparado pelas ideias deste documento trazido pela Fundação. O objetivo é chegar a 20 deputados eleitos.

O projeto é conservador na relação institucional, norteado pelos princípios da prudência e ponderação e liberal na economia. Um documento que dialoga com todas as forças políticas e que possui orientação de centro-direita. Coimbra buscou inspiração nos partidos cristãos europeus, em especial a CDU alemã e o Partido Popular espanhol, local onde trabalhou como assessor internacional do ex-presidente José María Aznar. “Queremos trazer densidade política conservadora real ao Brasil, longe de bravatas vazias e perto de valores que norteiam os caminhos políticos da sociedade, como a estabilidade institucional e a moderação política”, acrescenta o Presidente da FLE.

“Desenvolvemos propostas em doze áreas diferentes, com soluções para questões que consideramos essenciais para o Brasil. Desde a saúde no pós-pandemia, passando pelo setor de infraestrutura, privatizações, relações internacionais, comércio exterior e soluções para a área economia. Também perpassamos propostas de amparo social, como segurança alimentar, Direitos Humanos, que são fundamentais, especialmente neste momento de transição de uma economia mais fechada para uma economia de mercado, em que as decisões estejam muito mais nas mãos dos brasileiros do que nas dos políticos”, resume Coimbra.

Pilares

Fruto de estudos aprofundados sobre os problemas e potenciais do Brasil, o documento está dividido em quatro pilares, separados em capítulos. O primeiro trata de Democracia e Governança Pública, e recupera as crises experimentadas pelo Brasil nos últimos 20 anos, nos campos econômico, político e sanitário. A análise contempla a pandemia da Covid-19, no início de 2020, período em que o País foi empurrado a um ritmo de atividade mais lento e a população acabou afetada em quase todos os setores. O texto pontua as principais vias para, nesse contexto, defender o fortalecimento da democracia, aperfeiçoamento da governança, revisão do papel do Estado e modernização da gestão pública.

O segundo capítulo, sobre Crescimento Econômico, discute soluções para resolver justamente a retração e os impactos dos períodos de recessão enfrentados pelo Brasil, que praticamente não cresceu neste século. A combinação de períodos curtos de expansão econômica, seguidos por outros tantos de redução, fez com que o país se estagnasse em termos reais. Em especial, a década de 2011-2020 foi a de menor crescimento econômico dos últimos 120 anos, com uma variação média de apenas 0,3% ao ano.

O agravamento da pandemia da Covid-19, ao longo de 2020, por sua vez, também impôs desafios adicionais ao país. Além de ter matado mais de 650 mil brasileiros, a crise sanitária paralisou a atividade econômica desencadeando aumento do desemprego, precarização do mercado de trabalho e queda da renda. Por isso, o capítulo conversa com os leitores sobre caminhos para o “Crescimento Econômico”, a “Infraestrutura”, as “Relações Internacionais e o Comércio Exterior”, a “Tecnologia e a Inovação” e o “Agronegócio”,

Cada tópico se aprofunda em debates sobre propostas para a retomada do equilíbrio fiscal de longo prazo, o aperfeiçoamento da lei de execução orçamentária, a racionalização e simplificação tributária, o aperfeiçoamento do ambiente regulatório, o rol de medidas prioritárias para destravar investimentos setoriais, a recuperação da imagem do Brasil no exterior, a defesa do livre comércio e o combate ao protecionismo, a ampliação dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), o fomento à cultura digital, a adequação da legislação trabalhista à realidade do campo, dentre outros.

Responsabilidade Social e Sustentabilidade

Na sequência, o pilar Responsabilidade Social, explora ideias e projetos para serem trabalhados nas áreas de “Saúde”, “Educação”, “Emprego e Desenvolvimento Social” e “Segurança Pública”. Propostas para o fortalecimento do SUS, erradicação ou controle de doenças transmissíveis, melhoria da gestão educacional e da qualidade do gasto com educação, redução do analfabetismo funcional, aperfeiçoamento e expansão do ProUni, retomada do ensino no pós-pandemia, retomada do nível de emprego, proteção social diante da crise econômica e sanitária, reestruturação das polícias e o aperfeiçoamento do sistema prisional estão entre os assuntos abordados.

O pilar Sustentabilidade fecha o documento lembrando que apenas 17 países no mundo são considerados, em termos ambientais, como “megadiversos”. No seu conjunto, eles congregam aproximadamente 70% de todas as espécies animais e vegetais do planeta. O Brasil figura como o campeão absoluto em matéria de biodiversidade, abrigando cerca de um terço de todas as espécies vivas conhecidas. Essa imensa riqueza ecológica resulta de um vasto território distribuído por diferentes zonas climáticas. Uma feliz combinação que produziu sete biomas com características muito particulares e especiais, que incluem desde a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, até o Pantanal, a maior planície inundável.

Porém, o entendimento consolidado ao longo das últimas décadas de que vivemos em um mundo dominado por relações complexas entre os diversos sistemas biológicos e climáticos e que a ação humana, como demonstrado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, vem colocando em xeque o delicado equilíbrio da natureza, com consequências potencialmente desastrosas para o futuro da humanidade, trouxe o Brasil para o centro das preocupações ambientais.

Dessa forma, o *Brasil do Amanhã* elenca saídas para o aperfeiçoamento da política ambiental, o favorecimento de práticas sustentáveis para potencializar a atração de investimentos, a estruturação do mercado de créditos de carbono no Brasil, a redução do desmatamento, a exploração sustentável da Amazônia e a mitigação do impacto ambiental do agronegócio
Sobre a FLE
A Fundação da Liberdade Econômica (FLE) é um centro de pensamento, produção de conhecimento e formação de lideranças políticas. É baseada nos pilares da defesa do liberalismo econômico e do conservadorismo como forma de gestão. Criada em 2018, a entidade defende fomentar o crescimento econômico, dando oportunidades a todos. Nesse sentido, investe em programas para a formação acadêmica, como centro de pensamento e desenvolvimento de ideias. Ao mesmo tempo, atua como instituição de treinamento para capacitar brasileiros ao debate e à disputa política.

Obra de R$ 33 milhões do Governo Ibaneis, viaduto do Itapoã beneficiará 30 mil motoristas

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Construção do elevado é responsável pela geração de 400 empregos e alcança 15% de execução

As obras do viaduto Itapoã/Paranoá entram, na próxima semana, na fase de fundação do solo e construção dos pilares que darão sustentação ao elevado. Sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a obra atingiu, no início de maio, o estágio de 15% de execução. A nova passagem substituirá o balão de entroncamento das rodovias DF-001 e DF-015, sentido Barragem do Paranoá.

Com um investimento do governo da ordem de R$ 33 milhões, o novo viaduto beneficiará cerca de 30 mil motoristas das duas cidades e de regiões como Sobradinho, Planaltina e redondezas. “Fizemos a escavação das alças do viaduto nos últimos dias. E, agora, entramos numa fase importante, onde se faz a perfuração para colocar as estruturas de sustentação”, explica o superintendente de obras do DER, Cristiano Cavalcante.

A obra incluirá novas faixas de rolamento e acostamento, reforma do pavimento existente, sinalização horizontal e vertical, ciclovia e ciclofaixa, além de barreiras de concreto New Jersey. “É uma construção moderna, que dará muito mais mobilidade ali onde hoje é o balão”, frisa Cavalcante. “Diferentemente deste entroncamento, o viaduto será feito em dois níveis e terá uma estrada que passa por cima e outra por baixo”, acrescenta.

Viaduto será feito em dois níveis e terá uma estrada que passa por cima e outra por baixo

Um basta no engarrafamento

A construção é executada por um consórcio de empresas terceirizadas, liderado pela Eterc Engenharia. Foram gerados 400 empregos na empreitada.

E a expectativa entre os moradores do Itapoã em ver o novo viaduto é alta. Morador do Del Lago, o servidor público Sandro Eloi, 52 anos, revela que o viaduto é um pedido de mais de 15 anos da comunidade, que sofre com a retenção no trânsito do balão.

“Eu fico diariamente cerca de 30 minutos preso em congestionamentos ali. Essa obra tem uma importância gigantesca para moradores e motoristas, pois vai resolver o problema do trânsito e dar mobilidade à nossa região”, conclui Sandro.

Brasil precisa de menos partidos

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Aprovada no TSE, a federação partidária permitirá a associação de legendas

Atualmente, 33 partidos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A quantidade é motivo de muito debate pela opinião pública. Quem defende o número defende a opinião com o argumento de que o total representa a pluralidade da sociedade brasileira. No entanto, há aqueles que contrapõem esta visão, afirmando que o elevado número é apenas um entrave na hora de escolher em quem votar.

Para solucionar parte desta discussão, recentemente foi aprovada por unanimidade no TSE a instituição das federações partidárias. A medida permite que as legendas se associem para as eleições de 2022. Algo que foi bem recebido pelo cientista político Ismael Almeida.

“A federação vai permitir que os partidos formem um bloco consolidado ideológico e programático que vai dar um pouco mais de sentido à esta miscelânea partidária que nós temos no Brasil”, afirmou ele. “Ela tem a missão de aglutinar estes semelhantes para vencer a cláusula de barreira ao mesmo tempo que dá mais racionalidade ao nosso sistema”, argumentou Almeida.

Um dos problemas a ser solucionado pela nova norma, segundo o especialista, é a governabilidade. Atualmente é impossível, do ponto de vista administrativo, que um governante tenha que negociar com os mais de 30 partidos no momento de tomar as suas decisões.

“O Brasil tem muitos partidos. Após o Regime Militar, em que haviam apenas dois, tivemos a fragmentação destes em diferentes vertentes ideológicas. Não é possível que tenhamos tantas correntes de pensamento diferentes entre si a ponto de não se unirem em associações”, explicou o cientista político.

Almeida aponta como benefício da nova instrução um caminho mais facilitado para que os partidos menores consigam superar a cláusula de barreira. Por outro lado, diferente da coligação partidária, a federação determina que as legendas unidas, se eleitas, tenham de atuar juntas durante quatro anos.

“A medida contribui para que os partidos tenham acesso a tempo de propaganda e ao fundo partidário. Sem esta agregação, não seria possível a muitos alcançarem as exigências necessárias para a obtenção destas bénéfices do Estado”, concluiu ele.

O Cientista Político destacou seus pontos de vista durante o #23 episódio do podcast Liberdade em Foco. A conversa, que teve como tema “O que é federação partidária?”, foi conduzida por Márcio Coimbra, presidente da Fundação da Liberdade Econômica (FLE). Você pode ouvir o episódio no site da fundação ou no diretamente no Spotify.

 

Sobre a FLE

A Fundação da Liberdade Econômica (FLE) é um centro de pensamento, produção de conhecimento e formação de lideranças políticas. É baseada nos pilares da defesa do liberalismo econômico e do conservadorismo como forma de gestão. Criada em 2018, a entidade defende fomentar o crescimento econômico, dando oportunidades a todos. Nesse sentido, investe em programas para a formação acadêmica, como centro de pensamento e desenvolvimento de ideias. Ao mesmo tempo, atua como instituição de treinamento para capacitar brasileiros ao debate e à disputa política.

Halitose em pessoas idosas

Como o mau hálito atinge a terceira idade

A preservação da higiene bucal é essencial para qualquer faixa etária, mas os cuidados com a boca devem ser redobrados em pessoas da terceira idade. Isso porque, muitas pessoas com a idade avançada usam dentaduras e medicamentos por problemas de saúde. Desse modo, manter a higiene não beneficia apenas aos dentes e ao bom hálito, mas evita futuros incômodos como a halitose.

A Cirurgiã Dentista especialista pelo MEC no tratamento de Halitose, Ex-Presidente da Associação Brasileira de Halitose e atual conselheira consultiva, Cláudia Christianne Gobor, explica que “nos idosos, o mau hálito é comum e, na maioria dos casos, a principal causa é o alto consumo de medicamentos que são atribuídos a outras doenças por conta da idade avançada”. Medicamentos como antidepressivos e anti-hipertensivos são os que mais prejudicam a salivação, causando a halitose.

A doutora ainda afirma que, independente da idade, o tratamento para o mau hálito é muito importante. “É comum familiares de pessoas da terceira idade deixarem sempre para depois os cuidados com a saúde bucal do idoso. Porém, ela é muito importante”. Poder se comunicar com tranquilidade e não se sentir constrangido por isso é obrigatório para uma boa qualidade de vida.

Tratamento

A dentista ressalta que não é indicado usar produtos sem prescrição, como enxaguantes bucais ou remédios caseiros fornecidos no espaço virtual. “A indicação é procurar ajuda”, alerta a especialista. Posteriormente aos exames, o diagnóstico é realizado e o tratamento é personalizado de acordo da necessidade de cada paciente.

Tratamento alternativo

A odontologista também realiza tratamentos de alterações salivares como a Xerostomia (boca seca), hipersialia ou sialorréia (produção excessiva de saliva) ou assialia (redução ou ausência de produção de saliva), alterações no paladar como a Ageusia (ausência de sabor), Hipogeusia (ausência de sabor de alimentos específicos), Disgeusia (sensação de gosto desagradável na boca), clareamento dental e odontologia estética.

 

Serviço: Dra. Cláudia Christianne Gobor
Cirurgiã Dentista especialista pelo MEC no tratamento da Halitose
Ex-Presidente da Associação Brasileira de Halitose e Atual Conselheira Consultiva
website: https://www.bomhalitocuritiba.com.br/
(41) 3022-3131 | (41) 99977-7087
Instagram: @bomhalitocuritiba
Facebook: @bomhalitocuritiba

Lília Diniz faz show de lançamento de “Miolo de Pote em Cantigas e Versos”

Lília Diniz (Foto Júlio Araújo)

Álbum musical com cheiro de terra, mato e fulô

No domingo (15/05), às 19h, o Teatro Sesc Paulo Autran (Área Especial 2/3, Taguatinga Norte), recebe em apresentação única, o lançamento do álbum de poemas e músicas, Miolo de Pote em Cantigas e Versos, de Lilia Diniz. Ingressos com preços populares R$ 10 (meia entrada) e Censura Indicativa Livre. O álbum é fruto do Projeto Miolo de Pote em Cantigas e Versos, patrocinado integralmente pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal-FAC/DF.

O álbum será disponibilizado em várias plataformas digitais como Spotfy e Deezer.

“Para poder falar desse projeto temos que fazer uma viagem de volta para o ano de 2003, ano no qual a escritora Lília Diniz lançou, em Brasília, o livro Miolo de Pote da Cacimba de Beber, também patrocinado pelo FAC, em sua quinta edição”, fala Valéria Amorim, Diretora Executiva da Candiá Produções, proponente desse trabalho.

Lília Diniz afirma que esse projeto nos faz revistar espaços culturais hoje fechados, cafés que não existem mais, saraus que nutriram dezenas de poetas pelo DF inteiro e saber que a Arte pulsante nesse território é tão diversa e poética, que inventa e reinventa esquina de versos nas curvas das tesourinhas, coloca a moleira  de todos no sol radiante do nordeste, faz voar sobre as montanhas de Minas e tece uma grande colcha de retalhos, com a colorida capacidade inventiva da arte brasileira no álbum manifestada.

“O álbum de poemas e músicas, Miolo de Pote em Cantigas e Versos, foi sendo gestado ao longo dessa jornada e com influências do Brasil profundo, mesmo tendo sido bebido nas nascentes entre os babaçuais maranhenses”, diz a poeta e cantora.

Um poema recitado, um verso musicado e cantarolado, um pandeiro, um violão, pífanos, rabeca… e nascia em 2008 no teatro Ferreira Gullar, em Imperatriz-MA, o espetáculo LíteroMusical, com a participação de vários artistas da cidade e que veio a circular em vários estados brasileiros, com formatos diversos, ora com músicos, ora com a poeta sozinha e o pandeiro, e que, agora se consolida por meio da gravação fonográfica que vai ser disponibilizada em várias plataformas digitais”, explica Lília Diniz.

O álbum

Miolo de Pote em Cantigas e Versos conta com 29 faixas, com arranjos criados preciosamente pelo maestro e sanfoneiro Marcos Farias, filho da cantora Marinês e do Sanfoneiro Abdias. A direção musical é assinada pelo violeiro Cacai Nunes, no estúdio Casa do Chapéu, em Sobradinho-DF. Os músicos são alguns, dos vários, que fazem parte da trajetória de sucesso da artista. No Violão, Rene Bomfim, que é integrante dos grupos brasilienses “Forró Paraibola” e “Caco de Cuia”; na Rabeca, a musicista e pesquisadora de cultura popular, Maísa Arantes; na percussão, Chiquinho Lopes e Cássio Murilo; pífanos Kika Brandão e; colorindo os acordes, a viola de Cacai Nunes.

A produção executiva é assinada por Suene Karim, que atua como produtora do trabalho de Lília Diniz por mais de uma década. E a Candiá Produções, orgulhosamente faz parte dessa história desde o início e, agora, por meio de sua Diretora ExecutivaValéria Amorim, que é a proponente desse trabalho tão esperado tanto pelo público leitor, quanto pela artista.

O show

No palco Lília contará com os músicos convidados:  Cacai Nunes (viola brasileira e coro), Kejin do Acordeon, Rene Bomfim (violão), Maísa Arantes (rabeca e coro), Kika Brandão (coro e Pífano), Cássio Murilo (percussão) e Chiquinho Lopes (percussão).

O público terá ainda a oportunidade de adquirir o livro em PDF, fotos, documentário e áudios armazenados em PenDrive, bem como o Livro Miolo de Pote da Cacimba de Beber em formato impresso, em embalagem especial.

O site

Além da gravação nas plataformas digitais para download, no site www.liliadiniz.com.br/ logo estará aberta a pré-reserva dos produtos finais.

Serviço:

Lançamento do álbum de poemas e músicas, Miolo de Pote em Cantigas e Versos, de Lilia Diniz pelo Projeto de nome homônimo.

Domingo (15/05), às 19h

Teatro Sesc Paulo Autran (Área Especial 2/3, Taguatinga Norte)

Ingressos as R$ 10,00 (meia entrada)

O álbum é fruto do Projeto Miolo de Pote em Cantigas e Versos, patrocinado integralmente pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal-FAC/DF.

Informações:

Instagram: @liliadinizpoeta

Site: www.liliadiniz.com.br/ e

Fone: (61) 99293-6547 (Suene Karim)