Mais de 500 postos estão distribuídos por diversas regiões administrativas e atendem a candidatos com e sem experiência
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 527 vagas de emprego nesta sexta-feira (13), distribuídas por diversas regiões administrativas e voltadas a candidatos com diferentes níveis de escolaridade e experiência.
A maior remuneração é de R$ 4 mil, para o cargo de auxiliar de linha de produção, em Brazlândia, com uma vaga disponível e benefícios. Para concorrer, o candidato precisa ter experiência comprovada e ensino médio completo.
Outra oportunidade em destaque é para mecânico de veículos automotores a diesel, em Águas Lindas de Goiás, com salário de R$ 3.843,90 e uma vaga disponível. Também há uma vaga para encarregado de obras, no Setor Habitacional Arniqueiras, com remuneração de R$ 3,5 mil.
Além disso, há três vagas exclusivas para pessoas com deficiência, todas em Santa Maria. São duas oportunidades para carregador (armazém) e uma para auxiliar de estoque, com salário de R$ 1.621. Para o cargo de carregador, não é exigida experiência, mas é necessário ensino médio completo. Já para auxiliar de estoque, é preciso experiência comprovada e ensino médio completo.
Como se candidatar
Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.
Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
Fluminense e Botafogo entraram em campo para fazer o 1o. clássico carioca do brasileirão.
O Fluminense tentava jogar e o Botafogo tentava não jogar.
E o Botafogo contava com a ajuda luxuosa do soprador de apito que teve atuação horrorosa, parando a partida o tempo todo, marcando faltas inexistentes, invertendo outras e distribuindo cartões amarelos para os jogadores.
Apesar do soprador de apito, o Fluminense teve maior posse de bola, desperdiçou 2 oportunidades (Canobio), inclusive acertando a trave no final do 1o. tempo.
O soprador de apito deveria indenizar os torcedores que pagaram para ver uma partida de futebol, e ele impediu.
Voltamos para o segundo tempo e o domínio do Fluminense continuou com JK perdendo uma oportunidade inacreditável com 1 minuto.
O Fluminense continuou pressionando e aos 9 minutos, depois de um bombardeio, Acosta faz uma obra prima com direito a 1 balãozinho no goleiro.
Aos 15 minutos o soprador de apito, com a ajuda do VAR resolve coroar o festival de merdas que vinha fazendo, e expulsa Canobio.
Com 1 jogador a mais, o Botafogo avança um pouco, o Fluminense contra atacava, mas Serna estragava.
Aos 28 minutos entram Guga e Arana, saindo Samuel Xavier e Acosta.
O soprador de apito insiste em esculhambar a partida, distribuindo cartões amarelos para os jogadores do Fluminense.
Com 1 a menos, e contra uma arbitragem claramente tendenciosa, o Fluminense continuava melhor, mas JK e Serna desperdiçavam todos os contra ataques.
Aos 41 minutos entra Hércules, saindo JK.
Aos 42 minutos Serna coloca Hércules na cara do gol e ele desperdiça.
Aos 44 minutos Freytes entrega, e o Botafogo acerta a trave.
Aos 50 minutos entra Ganso, saindo Serna.
O Fluminense foi Fluminense, um time gigantesco cuja vitória é fruto de uma obra de arte desenhada por Acosta (Gol de placa) que merece uma estátua no Maracanã.
Melhor em campo: precisa dizer?
Na próxima segunda feira as 18 horas, enfrentaremos o Bangu em busca de mais uma vitória, pelas quartas de final do campeonato carioca.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Educadores reforçam acolhimento, rotinas e uso consciente da tecnologia no início letivo
Brasília, 12 de fevereiro de 2026 — O retorno às aulas representa o reencontro de estudantes e professores com o ambiente escolar após o período de férias. Para as equipes pedagógicas, entretanto, o início do ano letivo também demanda atenção à reorganização das rotinas e ao reengajamento dos alunos, especialmente diante de um comportamento cada vez mais observado: o abandono digital, caracterizado pelo afastamento das práticas e plataformas educacionais durante o recesso.
Embora o descanso seja parte essencial do calendário escolar, a interrupção completa dos hábitos de estudo, aliada ao aumento do tempo de tela voltado apenas ao entretenimento, pode impactar o ritmo de aprendizagem nas primeiras semanas de aula.
A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, destaca que a volta às atividades escolares é um momento estratégico para restabelecer vínculos com o processo educativo. Segundo ela, o acolhimento e a recomposição das aprendizagens estão entre as prioridades da rede.
Na mesma linha, a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz (AECP), Ana Beatriz Goldstein, ressalta que o período pós-férias exige atenção não apenas pedagógica, mas também voltada à convivência e ao bem-estar emocional. De acordo com Goldstein, mudanças na rotina e maior exposição às telas sem orientação reforçam a necessidade de diálogo sobre respeito, responsabilidade e uso consciente das redes digitais.
Ela afirma que integrar ações pedagógicas às iniciativas de cultura de paz é fundamental para fortalecer vínculos e promover um ambiente seguro e favorável à aprendizagem.
Projetos reforçados no início do ano
Com o retorno às aulas, a Secretaria de Educação intensifica programas estruturantes voltados ao desenvolvimento acadêmico e à formação integral dos estudantes. Entre as iniciativas em destaque está o Programa Alfaletrando, que busca assegurar a alfabetização das crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental, além de fortalecer o letramento nos anos iniciais por meio de apoio pedagógico e formação continuada de professores.
Outro programa evidenciado neste início de ano é o NaMoral, voltado à promoção de valores éticos, respeito mútuo e convivência escolar. A ação passa por processo de ampliação para alcançar um número maior de unidades da rede pública.
A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, reforça que a recomposição da aprendizagem e o fortalecimento das relações no ambiente escolar orientam as estratégias adotadas neste início de ciclo. Segundo ela, o abandono digital durante as férias permanece como ponto de atenção para as equipes pedagógicas.
Participação da família
Pais e responsáveis são incentivados a colaborar nesse período de transição, com a retomada gradual dos horários de estudo, estímulo à leitura e incentivo à participação dos alunos em atividades e projetos escolares. A orientação também inclui o estabelecimento de limites equilibrados para o uso recreativo de dispositivos eletrônicos.
Ao longo do ano letivo, a rede pública do DF prevê a realização de oficinas, ações formativas e atividades culturais direcionadas à convivência escolar, mediação de conflitos e segurança no ambiente digital. As iniciativas envolvem professores e estudantes, com foco em acolhimento, responsabilidade e uso pedagógico da tecnologia.
Sobradinho estreia serviço infantil; Planaltina inicia modalidade virtual para adultos
Brasília, 12 de fevereiro de 2026 — A estratégia de modernização da assistência pública no Distrito Federal foi ampliada com a expansão da teleconsulta nas unidades de pronto atendimento (UPAs) geridas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). Nesta semana, a UPA de Sobradinho passou a oferecer teleconsulta pediátrica, enquanto a UPA de Planaltina iniciou o atendimento virtual para pacientes adultos, elevando para oito o total de unidades com teleatendimento ativo.
A iniciativa integra o plano institucional de expansão gradual do serviço, implementado desde maio de 2025. Desde o começo da operação, em 13 de maio de 2025, até 11 de fevereiro deste ano, foram realizados 15.496 atendimentos por vídeo. Entre os pacientes classificados como de baixo risco (pulseira verde), mais de 27% escolheram a modalidade virtual, com índice de resolutividade de 85%.
No período, a teleconsulta resultou em 9.434 prescrições de medicamentos, 5.112 solicitações de exames laboratoriais e 2.285 pedidos de exames de imagem. Após a triagem presencial e a classificação de risco, os usuários de menor gravidade são direcionados a consultórios equipados para atendimento remoto, com acompanhamento de técnico de enfermagem responsável pelo suporte durante toda a consulta.
Primeira experiência pediátrica em Sobradinho
Ana Vitória Martins aprovou a teleconsulta e saiu do atendimento confiando no serviço oferecido na UPA de Sobradinho
A implementação do serviço pediátrico em Sobradinho já registrou o primeiro caso. A dona de casa Ana Vitória Martins Maciel buscou atendimento para o filho, Theo Lucca Martins Medrado, de cinco meses, com sintomas respiratórios e episódios de vômito. Segundo ela, o formato inicialmente causou surpresa. “Achei diferente e fiquei sem entender no começo”, relatou. Após a consulta, no entanto, avaliou positivamente: “Foi rápido e eficiente. A médica foi atenciosa e já conhecia o histórico do meu filho”.
Para a chefe do Núcleo de Inovação e Saúde Digital do IgesDF, Amandha Roberta Dias, o modelo amplia o acesso a especialistas e fortalece a capacidade de resposta da rede. “A teleconsulta exige responsabilidade, atenção e compromisso com um atendimento humano e qualificado”, afirmou.
Planejamento para sazonalidade respiratória
A ampliação do atendimento pediátrico remoto ocorre em preparação ao período de maior incidência de doenças respiratórias, historicamente concentrado entre março e julho. A medida busca garantir maior organização e agilidade diante do aumento da demanda infantil.
Além de Sobradinho e Recanto das Emas, as UPAs de São Sebastião e Ceilândia I também devem receber a teleconsulta pediátrica. A expansão enfrenta um desafio recorrente no país: a escassez de pediatras, que afeta redes pública e privada.
O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destacou o caráter estrutural da ação. “A tecnologia faz parte de um planejamento contínuo para tornar a rede mais eficiente e preparada para os períodos críticos”, disse.
Serviço consolidado
As UPAs do Gama (3.918 atendimentos), Ceilândia II (3.942) e Vicente Pires (3.711) concentram os maiores volumes de teleconsultas até o momento. Com infraestrutura instalada nas 13 UPAs, a previsão é de ampliação progressiva até o fim de março.
O presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, ressaltou que a modalidade veio para se consolidar. “É um modelo estruturado, com monitoramento de indicadores e foco no paciente”, afirmou.
Segundo a gerente de Comando Estratégico do instituto, Lilian Santos, a tecnologia é instrumento de qualificação do cuidado. “Ela contribui para melhorar fluxos e apoiar decisões clínicas, mantendo o paciente como eixo central da assistência”, concluiu.
Programação descentralizada aproxima foliões goianos e brasilienses em diversas regiões administrativas
Brasília, 12 de fevereiro de 2026 — O Carnaval no Entorno do Distrito Federal ganha novo impulso em 2026, fortalecendo a conexão entre as tradições festivas de Goiás e da capital federal. Com base na agenda oficial do DF, que distribui blocos e desfiles por regiões administrativas como Planaltina, Gama, Brazlândia, São Sebastião e Samambaia, os municípios vizinhos passam a integrar de forma mais efetiva o circuito da folia.
Moradores de cidades como Luziânia, Valparaíso e Cidade Ocidental encontram neste ano alternativas para aproveitar o Carnaval sem necessidade de deslocamentos longos. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) estruturou atividades em oito regiões administrativas consideradas estratégicas, ampliando o acesso e favorecendo a mobilidade por rodovias que ligam o DF ao Entorno.
O fluxo entre as cidades é facilitado principalmente pelos eixos da BR-040 e BR-060, que conectam áreas como Planaltina, São Sebastião, Gama e Brazlândia a Luziânia e municípios próximos. Já Santa Maria, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga surgem como polos de atração devido à rapidez dos acessos.
Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o DF Folia 2026 foi planejado com enfoque metropolitano. Ele destacou que os investimentos em estrutura, segurança e descentralização contribuem para ampliar o direito à cultura, estimular postos de trabalho e aquecer a economia local, além de integrar territórios que compartilham dinâmicas cotidianas.
O secretário do Entorno do DF, Cristian Viana, também enfatizou a participação dos municípios vizinhos na programação. De acordo com ele, a proposta é consolidar um Carnaval metropolitano, com eventos seguros e inclusivos nas regiões administrativas do DF.
A abertura dos blocos em Planaltina (DF) está prevista para 14 de fevereiro, com atrações de rua marcadas por marchinhas e axé. Em Sobradinho, a programação ocorre entre 15 e 18 de fevereiro, incluindo apresentações gratuitas no Ginásio Nilson Ribeiro, tradicional ponto de encontro na saída Norte.
A expectativa do Governo do Distrito Federal (GDF) é de aumento expressivo de público. Entre as ações previstas estão reforço na infraestrutura urbana, instalação de iluminação LED e disponibilização de banheiros químicos, medidas que beneficiam tanto os moradores do DF quanto os foliões do Entorno.
Serviço multidisciplinar garante orientação, encaminhamento escolar e continuidade dos estudos
Brasília, 12 de fevereiro de 2026 — A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) apresentou, nesta semana, um novo serviço de atendimento educacional direcionado a pessoas privadas de liberdade e egressas do sistema prisional. A iniciativa foi oficializada durante evento no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), marcado pela publicação da Portaria Conjunta nº 31/2025, que disciplina a cooperação entre a SEEDF e a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap). Coordenadores regionais de ensino participaram da cerimônia.
Segundo a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a pasta já atua em diferentes frentes voltadas à população carcerária. Ela destacou ações como a remição de pena pela leitura e reforçou que o novo serviço amplia o papel da educação no processo de ressocialização.
O atendimento será executado por equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais da SEEDF, da Defensoria Pública do DF e por técnicos do Escritório Social da Funap. As atividades incluem acolhimento na sede da fundação, participação em audiências admonitórias no Centro de Internamento e Reeducação (CIR) e no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), além de acompanhamento na Vara de Execução Penal (Veper).
Dinâmica de atendimento
A assistente social Weila Almeida, da SEEDF, detalhou a rotina de funcionamento. De acordo com ela, os atendimentos ocorrerão na Funap e também nas unidades prisionais, com orientações sobre o direito à educação, procedimentos para matrícula e possibilidades de remição de pena por meio dos estudos.
O programa prevê encaminhamento para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), bem como informações sobre cursos técnicos profissionalizantes e o Centro de Línguas. Essas formações também podem ser consideradas para fins de remição, conforme a legislação vigente.
Além da orientação individual, a equipe promoverá ações socioeducativas intramuros, alcançando estudantes dos regimes fechado, semiaberto e aberto.
Garantia de continuidade
Um dos objetivos centrais da medida é evitar a evasão escolar após a saída do sistema prisional. A diretora do Centro Educacional 01 de Brasília, Cristiane Almeida, ressaltou que muitos alunos interrompiam os estudos ao conquistar a liberdade, priorizando demandas imediatas, como trabalho e reorganização familiar.
A proposta do novo serviço é assegurar acolhimento, encaminhamento para unidades de ensino e monitoramento da frequência e das dificuldades enfrentadas pelos estudantes.
Para a promotora de Justiça Raquel Tiveron, do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), a iniciativa fortalece a educação como ferramenta essencial de reintegração social, ao dar sequência às ações pedagógicas já desenvolvidas dentro das unidades prisionais.
A ação segue as diretrizes do Plano Pena Justa, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e complementa políticas já implementadas pela SEEDF, como projetos de leitura e atividades de qualificação profissional realizadas por custodiados.
A atualização do cadastro estudantil e a verificação da validade do cartão são essenciais para a liberação do benefício
Com o início da volta às aulas, cerca de 183 mil estudantes retomaram o uso do transporte público no Distrito Federal. Anualmente, mais de 280 mil alunos são beneficiados pelo Passe Livre Estudantil (PLE). Diante desse cenário, o BRB reforça orientações importantes para garantir o pleno funcionamento do benefício.
“O BRB Mobilidade atua para assegurar que o Passe Livre Estudantil funcione de forma contínua e eficiente, contribuindo para a mobilidade dos estudantes do Distrito Federal. Neste período de retorno às aulas, é fundamental que os usuários estejam atentos às orientações e mantenham seus dados atualizados, assegurando o uso regular do benefício”, destaca o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza.
No primeiro uso do cartão PLE em cada semestre, o estudante deve aproximar o cartão do validador do ônibus duas vezes consecutivas. Na primeira aproximação, ocorre a atualização das informações e a habilitação do cartão; na segunda, a catraca é liberada para a viagem.
É importante lembrar que a atualização do cadastro estudantil e a verificação da validade do cartão são essenciais para a liberação do benefício.
O Passe Livre Estudantil é habilitado após o envio do calendário acadêmico e da lista de matrículas pelas instituições de ensino. Mensalmente, essas instituições devem encaminhar ao BRB Mobilidade as informações sobre a frequência dos estudantes, garantindo a manutenção do benefício.
Em caso de troca de instituição de ensino, o aluno deve inserir no sistema web do Passe Livre uma declaração de escolaridade atualizada, emitida pela nova instituição nos últimos 30 dias.
Na hipótese de mudança de endereço, é necessário anexar um novo comprovante de residência, com emissão de até 90 dias. A foto cadastrada também precisa estar atualizada, pois imagens antigas podem ocasionar falhas na identificação biométrica do estudante.
O sistema está Passe Livre disponível no site http://mobilidade.brb.com.br/passelivre , com acesso por login e senha, e pode ser utilizado para a solicitação inicial do benefício.
Em situações de perda, roubo ou furto do cartão, o bloqueio deve ser realizado imediatamente, por meio da Central de Atendimento, pelo telefone (61) 3120-9500, ou em atendimento presencial. Na sequência, o estudante deve anexar o boletim de ocorrência ao solicitar a segunda via, o que também pode ser feito presencialmente ou pelo sistema PLE.
Nos casos de cartão danificado ou extraviado, a solicitação da segunda via deve ser realizada exclusivamente pelo sistema web Passe Livre, no menu “2ª via”.
Em todos os casos, é necessária a realização do pagamento da taxa, no valor de R$ 5,40. O pagamento pode ser feito via Pix ou cartão de débito nos postos do BRB Mobilidade, ou ainda nas agências e lojas do BRB Conveniência, por meio de depósito identificado em nome do BRB, na conta-corrente nº 027-049239-9, com posterior anexação do comprovante.
O prazo para emissão do novo cartão é de até 10 dias úteis, contados a partir da data da solicitação. Após a aprovação, o estudante receberá as informações sobre o local e o agendamento para retirada do cartão.
Em caso de dúvidas sobre o uso do Passe Livre Estudantil ou outros serviços do BRB Mobilidade, os usuários podem entrar em contato por meio do chatbot disponível no site do BRB Mobilidade, pela Central de Atendimento no telefone (61) 3120-9500, ou nos postos de atendimento especializados no atendimento ao estudante.
A lista completa dos postos do BRB Mobilidade está disponível no site http://mobilidade.brb.com.br/, na aba “Pontos de atendimento”.
Estrutura especial contará com ambulâncias, motos e equipes de saúde durante os dias de folia
Para garantir mais segurança aos foliões, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu-DF) vai atuar com um esquema especial de atendimento durante o Carnaval 2026, entre sábado (14) e terça-feira (17).
Nesse período, os eventos carnavalescos ocorrem de forma descentralizada, em várias regiões administrativas, com grande expectativa de público. Por isso, o Samu-DF preparou um protocolo operacional específico, com equipes posicionadas estrategicamente para assegurar resposta rápida em situações de emergência.
Na região central de Brasília, onde está prevista maior concentração de pessoas, o serviço contará com equipes previamente alocadas no circuito dos blocos carnavalescos — entre a Biblioteca Nacional e o Museu Nacional da República — e na Cidade da Segurança Pública — centro de operações durante o Carnaval —, localizada no estacionamento superior norte da Torre de TV.
Estrutura
A estrutura de atendimento será composta por uma Unidade de Suporte a Múltiplas Vítimas (USMV), duas unidades de suporte básico (USBs) e seis motocicletas de atendimento rápido.
As equipes serão formadas por enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores preparados para atuar em casos de urgência e emergência, como mal-estar, desidratação, quedas, traumas e outras intercorrências comuns em grandes eventos.
Além disso, a Central de Regulação Médica de Urgências do Samu-DF seguirá funcionando normalmente e estará pronta para atender ocorrências em qualquer região do Distrito Federal durante o período festivo.
“Definimos locais estratégicos e uma estrutura mínima de atendimento de urgência, considerando a grandiosidade dos eventos e, principalmente, a segurança da população”, destaca a diretora do Samu-DF, Lorhana Morais.
Nos dias de folia, o Samu contará com uma Unidade de Suporte a Múltiplas Vítimas (USMV), duas unidades de suporte básico (USBs) e seis motocicletas de atendimento rápido | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF
Samu-DF
O Samu-DF integra a Política Nacional de Atenção às Urgências e realiza atendimento pré-hospitalar móvel em situações clínicas, traumáticas, cirúrgicas e psiquiátricas.
O serviço é gratuito, funciona 24 horas por dia e pode ser acionado pelo telefone 192, que oferece orientações imediatas e o envio de equipes especializadas quando necessário.
Vinculado à Secretaria de Saúde (SES-DF), o Samu-DF conta com ambulâncias, motocicletas e helicóptero aeromédico para garantir atendimento ágil e salvar vidas.
Instituto soma 145 estudos em andamento em 2025 e amplia parcerias nacionais e internacionais; atuação feminina impulsiona avanços que impactam diretamente pacientes e equipes
Dentro dos hospitais e unidades de pronto atendimento (Upas) do Distrito Federal, pesquisas científicas vêm ajudando a salvar vidas, aprimorar tratamentos e tornar o atendimento mais seguro. No Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o conhecimento produzido na rotina das unidades se transforma em estudos que orientam decisões clínicas, aperfeiçoam protocolos e fortalecem a qualidade da assistência prestada à população.
Em 2025, o Instituto contabiliza 145 pesquisas em andamento, sendo que 29 delas são patrocinadas. Os estudos têm foco em áreas como segurança do paciente, doenças crônicas e infecciosas, alta complexidade, inovação em processos e gestão em saúde.
As pesquisas não patrocinadas são desenvolvidas a partir das demandas da própria rede pública, conduzidas por profissionais do Instituto e voltadas para necessidades reais do Sistema Único de Saúde (SUS). Já os estudos patrocinados contam com apoio de instituições parceiras e da indústria, o que permite acesso a novas tecnologias, tratamentos e métodos capazes de ampliar possibilidades terapêuticas e qualificar ainda mais o cuidado.
O avanço ganha destaque nesta quarta-feira (11), quando é celebrado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015. A data busca ampliar a representatividade feminina nas áreas científicas e reforçar a importância da igualdade de oportunidades na pesquisa e na inovação.
Pesquisa que nasce da assistência
À frente da articulação científica no IgesDF está a Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), responsável por fortalecer a produção científica aplicada à realidade do SUS, incentivar práticas baseadas em evidências e ampliar a qualificação profissional.
O avanço ganha destaque nesta quarta-feira (11), quando é celebrado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015 | Fotos: Divulgação/IgesDF
“Celebrar essa data representa o reconhecimento do papel fundamental das mulheres na produção do conhecimento científico e na transformação da saúde pública. Para o IgesDF e para a Diep, é também um compromisso com a valorização da equidade e com o fortalecimento de uma cultura institucional que reconhece a diversidade como fator essencial para inovação e qualidade assistencial”, afirma Emanuela Dourado, diretora da Diep.
Segundo a gerente de Pesquisa do Instituto, Ana Carolina Lagoa, o diferencial dos estudos desenvolvidos na rede pública de saúde é a conexão direta com o cotidiano hospitalar. “A pesquisa no IgesDF nasce da prática assistencial. Os resultados contribuem para aprimorar protocolos, qualificar decisões clínicas, otimizar fluxos de atendimento e promover um cuidado mais seguro, eficiente e baseado em evidências”, explica.
Ela destaca que transformar uma ideia em projeto científico exige planejamento e cumprimento rigoroso das normas éticas.“O processo se inicia com a submissão do projeto à Gerência de Pesquisa, por meio do Núcleo de Apoio ao Pesquisador (Napes). A aprovação institucional ocorre após anuência do Conselho Científico e da Diep. Em seguida, o projeto deve ser submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa do IgesDF (CEP/IgesDF). Somente após as duas aprovações a pesquisa pode ser iniciada”, detalha.
“Celebrar essa data representa o reconhecimento do papel fundamental das mulheres na produção do conhecimento científico e na transformação da saúde pública”
Emanuela Dourado, diretora da Diep
Ana Carolina também reforça que o Instituto incentiva a divulgação dos resultados por meio de publicações científicas e participação em congressos e eventos acadêmicos.“A instituição reconhece a importância da disseminação do conhecimento como parte do processo científico e como ferramenta de qualificação da assistência”, completa.
Parcerias que conectam o DF ao mundo
O crescimento da pesquisa no IgesDF também é impulsionado por parcerias estratégicas com instituições reconhecidas no Brasil e no exterior. Atualmente, o Instituto mantém cooperação com o Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, além da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Brasília (UnB).
Há ainda parcerias internacionais com instituições como a Monash University, Universidade de Melbourne, Behrn University, além de organizações e empresas como GSK, Takeda e Amgen, entre outras.
Essas conexões permitem que o Distrito Federal participe de estudos de ponta e contribuem para que novas soluções cheguem ao SUS com mais rapidez e qualidade. Na prática, cada pesquisa pode significar diagnósticos mais precisos, protocolos mais eficientes, menos complicações e mais chances de recuperação para os pacientes atendidos na rede pública.
Para a diretora da Diep, as alianças reforçam o papel do Instituto como referência em inovação dentro do SUS. “Nós atuamos de forma estratégica na articulação entre pesquisa, ensino e assistência, promovendo apoio técnico aos projetos, incentivo à produção científica, capacitações e acompanhamento ético e metodológico. Essas ações contribuem para a qualificação dos profissionais e para a incorporação de práticas baseadas em evidências na rede pública de saúde”, afirma Emanuela.
Mulheres que transformam perguntas em esperança
Entre as pesquisadoras que representam esse avanço está a médica gastroenterologista e hepatologista Liliana Sampaio Costa Mendes, que atua no Hospital de Base desde 2001 e desenvolve pesquisas desde 1999. Doutora em gastroenterologia pela USP, ela coordena estudos patrocinados desde 2014 e desenvolve linhas voltadas à cirrose, doenças raras e câncer hepático.
“Meu interesse pela pesquisa e pela ciência surgiu muito cedo, quando percebi que apenas através dessas perguntas, que ainda não têm respostas, é que a gente poderia trazer algum tipo de consolo e propriedade para tratar os pacientes que sofriam de moléstias que ainda não têm muitas perspectivas de tratamento”, conta.
“Meu interesse pela pesquisa e pela ciência surgiu muito cedo, quando percebi que apenas através dessas perguntas, que ainda não têm respostas, é que a gente poderia trazer algum tipo de consolo e propriedade para tratar os pacientes que sofriam de moléstias que ainda não têm muitas perspectivas de tratamento”
Liliana Sampaio Costa, médica gastroenterologista e hepatologista
Liliana explica que a ciência permite rever conceitos consolidados ao longo do tempo.“Com o passar dos anos, a gente viu que a fibrose da cirrose também pode reverter. Muitos dogmas vão sendo desconstruídos e, com isso, passamos a enxergar melhores perspectivas para a vida de pacientes portadores de cirrose”, afirma.
Segundo a pesquisadora, a ciência ajuda a salvar vidas justamente porque permite identificar riscos antes que o quadro se agrave. “Em uma das pesquisas em que participei, descobrimos que um tipo de descompensação da cirrose, que antes era visto como mais leve, podia ser tão perigoso quanto quadros mais graves. Isso fez com que a gente passasse a agir mais cedo, protegendo mais pacientes e aumentando as chances de recuperação”, explica.
Ciência também é organização e persistência
Conciliar assistência, pesquisa e rotina hospitalar exige disciplina. Para Liliana, o tempo dedicado ao estudo precisa ser respeitado com a mesma seriedade que o tempo dedicado ao paciente.
“A pesquisa exige tempo protegido. Algumas horas semanais ou até um turno inteiro precisam ser reservados para garantir que as metas sejam cumpridas”, diz.
Ela reconhece que o esforço é grande, mas destaca que os resultados compensam. “Você precisa se apaixonar pelo que está pesquisando, colocar dedicação e acreditar que aquilo é relevante. Mesmo cansado da rotina, você vai para a pesquisa e fica ali duas, três horas diante de um computador fazendo coleta de dados, por exemplo”, afirma.
Ciência como resposta para o SUS
Para o IgesDF, investir em pesquisa também significa buscar soluções mais eficientes e sustentáveis para a saúde pública. “Na saúde pública, a importância da ciência é enorme, porque ela pode trazer respostas mais adequadas e mais acessíveis, que possam ser aplicadas em larga escala. Os estudos de custo-efetividade são exemplos disso”, explica Liliana.
Além dos números e protocolos, a data também reforça o papel de inspirar novas gerações. Para Ana Carolina, a presença feminina na pesquisa é cada vez mais expressiva dentro do Instituto.
Liliana (ao centro, de verde) com a equipe do Núcleo de Pesquisa Clínica (Nupec) e os monitores do estudo de doença hepática da Takeda, durante a visita de iniciação do estudo
“O que mais me orgulha é acompanhar o comprometimento e a responsabilidade com que essas mulheres conduzem suas pesquisas. Elas conseguem transformar a vivência diária nos serviços de saúde em conhecimento científico de qualidade, com impacto direto na assistência e na gestão. Ver esse retorno para a população atendida pelo IgesDF é, sem dúvida, o mais gratificante”, afirma.
Já Liliana deixa um recado às futuras cientistas: “Vocês são meninas superpoderosas. Se apaixonem pelo que querem fazer, se organizem e coloquem suas metas no papel”.
Emanuela também reforça que incentivar meninas na ciência é fortalecer o futuro da saúde pública. “A ciência precisa de diversidade, e a presença de mulheres é essencial em todas as etapas do processo científico. Precisamos de mais mulheres pesquisando, liderando projetos e participando das decisões, porque isso fortalece a ciência e torna o conhecimento mais diverso, ético e conectado com as necessidades da sociedade, no IgesDF, ciência também é cuidado e cada vez mais tem voz de mulher”, conclui.
Termo de colaboração fortalece unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira no DF, com previsão de aproximadamente 70 mil atendimentos ao longo de um ano
A Secretaria da Mulher (SMDF) firmou, nesta quarta-feira (11), termo de colaboração com a Ação Social Renascer para fortalecer a gestão dos centros de referência da mulher brasileira (CRMBs). A iniciativa representa um novo avanço na política de enfrentamento à violência contra a mulher no DF e prevê a prestação de aproximadamente 70 mil atendimentos ao longo de um ano, consolidando os centros como portas de entrada estratégicas da rede de proteção.
“Qualificar, melhorar e ampliar o que já foi construído faz parte da nossa prioridade, que é o acolhimento e a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade”
Celina Leão, vice-governadora
O acordo amplia e qualifica o atendimento humanizado e contínuo nas quatro unidades localizadas em São Sebastião, Sol Nascente, Sobradinho II e Recanto das Emas, inauguradas em 2025. A gestão compartilhada garantirá o fortalecimento da estrutura existente, a ampliação dos serviços ofertados e a qualificação da assistência prestada às mulheres em situação de violência.
“Ao longo do trabalho realizado nas unidades, identificamos a necessidade de ampliar o acompanhamento psicológico contínuo e expandir as oportunidades de capacitação profissional em diversas áreas”, explica a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A assinatura deste termo nos auxilia justamente nesse contexto. O foco é assegurar o pleno funcionamento dos serviços de acolhimento e o acompanhamento integral às mulheres em situação de violência de gênero.”
Acolhimento aprimorado
A vice-governadora Celina Leão enfatiza: “Nos últimos anos, temos transformado o atendimento à mulher no Distrito Federal. Qualificar, melhorar e ampliar o que já foi construído faz parte da nossa prioridade, que é o acolhimento e a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade. Essas iniciativas são essenciais para reduzir os índices de violência”.
O reforço ocorre após os primeiros meses de funcionamento das unidades, período que possibilitou avaliar demandas prioritárias e identificar a necessidade de ampliação dos serviços. Os CRMBs também poderão ofertar novas ações, a serem definidas pela SMDF, com foco no fortalecimento da autonomia feminina e na qualificação profissional. O atendimento não se restringe às moradoras das regiões administrativas onde essas unidades estão instaladas, podendo contemplar mulheres de todo o Distrito Federal.
A SMDF será responsável pelo treinamento e pela capacitação contínua da equipe envolvida na execução do termo de colaboração. A formação permitirá um atendimento com olhar especializado e sensível às especificidades da violência de gênero, além de assegurar o acompanhamento, o monitoramento e a presença ativa da SMDF durante toda a vigência da parceria, garantindo qualidade e alinhamento às diretrizes da política pública.
A diretora financeira da Ação Social Renascer, Pamela Cristina Felix, lembra que a formalização da parceria amplia o suporte oferecido às vítimas, já que o acolhimento segue do primeiro contato com o Centro de Referência da Mulher Brasileira com o devido acompanhamento. “Estamos fortalecendo os serviços para nos tornarmos referência no atendimento às mulheres em situação de vulnerabilidade no DF”, aponta a gestora.