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Bolão de SC leva prêmio de R$ 117,5 milhões da Mega-Sena

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Bilhetes de aposta da mega-sena

Aposta feita em Blumenau tem 42 cotas

Um bolão com 42 cotas feito em Blumenau (SC) acertou as seis dezenas do Concurso 2.486 da Mega-Sena nesta quarta-feira (4) e vai receber R$ 117,5 milhões. O sorteio ocorreu na noite de hoje (31) no Espaço Loterias CAIXA, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 08 – 09 – 17 – 19 – 33 – 56. 

A aposta ganhadora, com oito números, foi feita na Loterica da Velha.

A quina teve 231 apostas ganhadoras e cada uma vai levar R$ 27.876,31 e a quadra teve 15.582 apostas ganhadoras, com prêmios de R$ 590,37.

No próximo concurso, com sorteio na quinta-feira (2), o prêmio estimado é de R$ 3 milhões.

As apostas para os concursos podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas, no portal Loterias CAIXA e no app Loterias CAIXA. Clientes do banco podem usar o Internet Banking CAIXA.

O valor de uma aposta simples na Mega-Sena é de R$ 4,50.

Declarações do IR entregues superam projeções da Receita Federal

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Governo apresentou balanço no último dia para a entrega de declaração

Até às 16 horas desta terça-feira (31), último dia para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2022, a Receita Federal já tinha recebido 34.440.125 de registros. O valor já é maior do que a previsão inicial, de que seriam entregues 34,1 milhões de declarações, e deve crescer ainda mais até o fim do prazo, com cerca de 36,5 milhões de declarações entregues.

Quem estiver obrigado a entregar a declaração e não fizer até o fim do prazo estará sujeito à multa. O valor da multa é de 1% ao mês sobre o valor do imposto de renda devido, limitado a 20% do valor do imposto de renda. O valor mínimo da multa é de R$ 165,74.

A multa é gerada no momento da entrega da declaração e a notificação de lançamento fica junto com o recibo de entrega. O contribuinte terá 30 dias para pagar a multa. Após este prazo, começam a correr juros de mora, corrigidos pela taxa Selic, atualmente em 12,75% ao ano.

O Programa Gerador da Declaração está disponível no site da Receita Federal para usuários dos sistemas Windows, iOS e Linux. Também será possível declarar online ou por dispositivos móveis, por meio do app Meu Imposto de Renda.

Segundo técnicos da Receita Federal, embora não haja ainda uma conclusão definitiva, algumas explicações podem dar pistas sobre o aumento do número de declarações. “Temos uma tabela de imposto de renda que não tem sido corrigida, então isso faz com que, anualmente, um percentual grande de pessoas passem a estar obrigadas a declarar o IRPF. Identificamos também operações em bolsa de valores, que obrigam o contribuinte a declarar”, exemplificou José Carlos Fernandes da Fonseca, auditor fiscal responsável pelo IRPF.

Em relação ao número de contribuintes, a expectativa inicial era de que 31,7 milhões entregariam a declaração, mas esse número já ultrapassou 32,1 milhões de pessoas e deve chegar a 34,1 milhões. O número de contribuintes é menor do que o número de declarações porque alguns contribuintes são obrigados a entregar mais de uma declaração.

Quem deve declarar

São obrigados a declarar o imposto os contribuintes que receberam, em 2021, rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste anual, maiores que R$ 28.559,70. Além desses contribuintes, quem recebeu no ano passado rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte em valor superior a R$ 40 mil, como rendimentos de aplicações financeiras, doações, heranças, partilha de divórcio, meação, indenizações, dividendos e juros sobre capital próprio; quem recebeu, em 2021, receita bruta anual decorrente de atividade rural em valor acima do limite de R$ 142.798,50.

Também é obrigado a declarar o imposto quem tinha, em 31 de dezembro de 2021, a posse ou propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, em valor superior ao limite de R$ 300 mil; as pessoas que obtiveram, em qualquer mês do ano passado, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência de imposto ou realizou operações em bolsa de valores.

As pessoas que tiveram lucro, em 2021, com a venda de imóveis residenciais, mas optaram por uma das situações de isenção total ou parcial de imposto de renda sobre o ganho de capital; que pretendem compensar prejuízos da atividade rural ou de operações em bolsa de valores; e quem passou à condição de residente no Brasil, no ano passado, também são obrigadas a declarar o imposto.

Números

Das declarações entregues até o momento, a Receita Federal informou que pouco mais de dois milhões já foram retidas para análise, a chamada malha fina, por algum tipo de divergência encontrada. A partir desta quarta-feira (1º), após o fim do prazo para entrega, os contribuintes já podem consultar o andamento da declaração para ver se alguma pendência foi encontrada.

As principais pendências nas declarações que caem na malha fina são: omissão de rendimentos (40%), falta de comprovação de deduções com despesas médicas (21%) e imposto de renda retido na fonte com alguma divergência (18%).

Do total de declarações já entregues, 61% são com imposto a restituir, número que se mantém estável ao longo dos anos. Outros 20% não apuram imposto a receber ou pagar, enquanto 19% das declarações apuram imposto devido.

O primeiro lote de restituição do IRPF 2022 foi pago hoje (31) pela manhã. De acordo com a Receita Federal, R$ 6,3 bilhões em créditos bancários foram destinados a 3.383.969 contribuintes nesta primeira leva, voltada àqueles que têm prioridade legal.

Os prioritários são os idosos com idade acima de 80 anos (226.934 contribuintes); contribuintes com idade entre 60 e 79 anos (2.305.412); contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (149.016); e contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (702.607).

Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar a Restituição. Os próximos lotes de restituição do Imposto de Renda serão serão pagos em 30 de junho, 29 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.

Uma das novidades na declaração este ano, que foi o acesso ampliado à declaração pré-preenchida por meio de todas as plataformas disponíveis, resultou na entrega de 2,3 milhões de declarações nessa modalidade. A declaração pré-preenchida permite que o contribuinte inicie o processo com diversas informações já no formulário, a partir de dados enviados por fontes pagadoras e outras instituições. Quem tiver os níveis de segurança ouro e prata na plataforma gov.br pode usar o modelo, que disponibiliza, de forma automática, alguns dados na declaração. Anteriormente, o recurso era limitado aos contribuintes que possuíam certificado digital.

Já o recebimento da restituição via Pix, outra das novidades deste ano, foi escolhida por 932.095 contribuintes (4,4% do total). Só pode optar pelo recebimento via Pix aquele contribuinte que possuir como chave o número do CPF. O pagamento do imposto devido também pode ser feito via Pix.

 

“Vamos abrir o Palácio para todos os líderes”, diz Mendanha aos vereadores de Goiânia

Pré-candidato ao governo de Goiás, Gustavo Mendanha ressaltou a importância da função de um vereador

Ao prestigiar a posse do vereador de Goiânia, Welton Lemos (Podemos), o pré-candidato ao Governo de Goiás, Gustavo Mendanha (Patriota), se comprometeu a abrir as portas do Palácio das Esmeraldas para todos os líderes goianos, caso seja eleito governador. A fala foi na Sessão Solene do Legislativo da capital nesta terça-feira (31).

Mendanha, que foi parlamentar em Aparecida, ressaltou a importância da função de um vereador. “Precisamos dar voz a quem convive, de fato, com os problemas do povo. Existe uma ausência de diálogo com os municípios. Nós vamos abrir o Palácio para todos os líderes”, afirmou em plenário.

Welton Lemos assume no lugar de Ronilson Reis (Brasil 35), que se licenciou para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás. Estavam presentes o pastor presidente da Igreja Esperança, Romeu Ivo, e o presidente do Ministério Bethel, Gentil Oliveira, além de Thiago Campos, representando o deputado federal João Campos (Republicanos).

O convite a Mendanha partiu do colega de partido e presidente da Câmara de Vereadores de Goiânia, Romário Policarpo (Patriota).

Vereadores ressaltam história de Mendanha

Durante agenda na Câmara de Goiânia, o governadoriável do Patriota participou da reunião da Comissão Mista, e lá, recebeu elogios de parlamentares da capital. Pedro Azulão Jr. (PSB) ressaltou que não tem dúvidas que “Gustavo está preparado para exercer qualquer cargo a que se propor disputar”.

Os vereadores também ressaltaram a trajetória política do pré-candidato ao governo de Goiás. Gustavo Mendanha é filho do ex-vereador e ex-deputado, Léo Mendanha, e antes de ser prefeito da segunda maior cidade do Estado, foi presidente da Câmara de Vereadores de Aparecida.

Ao abrir mão de salário, Ibaneis doará até o final do ano quase R$ 1 milhão para instituições sociais

Entre as instituições beneficiadas estão a Casa do Ceará, o Centro de Reintegração Deus Proverá, a Comunidade de Renovação, Esperança e Vida Nova, o Instituto do Carinho, a Fazenda da Esperança e a Casa de Recuperação Vida Nova

O governador Ibaneis Rocha (MDB), candidato á reeleição, anunciou na manhã desta terça-feira (31), que manterá até o fim do seu governo o compromisso de campanha de abrir mão de privilégios que o cargo de governador oferece.

Esse foi um dos compromissos que assumiu ainda durante a campanha de 2018, de abrir mão do salário, residência e carros oficiais do cargo de governador. “Diante disso, destinei todo o salário que recebi até agora para instituições filantrópicas, que cuidam da nossa população”, declarou Ibaneis.

Diversas instituições já foram beneficiadas com cerca de R$ 690 mil: Casa do Ceará; Centro de Reintegração Deus Proverá; Comunidade de Renovação, Esperança e Vida Nova; Instituto do Carinho; Fazenda da Esperança; Casa de Recuperação Vida Nova.

Neste ano, devido à legislação eleitoral, o governador Ibaneis Rocha ainda não fez repasse dos valores. “O valor está sendo aplicado em uma conta bancária e será doado no fim do ano. Até o final do mandato, esse valor chegará a R$ 930 mil. Estou repassando essa remuneração com muito carinho e com a certeza de que será bem aproveitada. Continuarei trabalhando para cumprir os compromissos que assumi”, ressaltou Ibaneis.

Operação da PF coíbe contrabando de cigarros eletrônicos no DF

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Comercialização estaria sendo feita na Feira dos Importados

A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda (30), a Operação Tabaco Trend, com o objetivo de “coibir o delito de contrabando de cigarros eletrônicos no Distrito Federal”. De acordo com os investigadores, dois mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos.

Em nota, a PF informa ter identificado, ao longo das investigações, locais onde os cigarros eletrônicos estariam sendo comercializados na Feira dos Importados de Brasília.

“As evidências encontradas até o presente momento mostram indícios da prática do crime de contrabando de cigarros eletrônicos, sem descartar a possibilidade de, ao final, se comprovar que os fatos foram praticados por associação ou organização criminosa”, detalhou a PF, que seguirá nas investigações a fim de identificar os autores do delito.

Segundo a PF, comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos ou “quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar” são proibidos no Brasil por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O material apreendido será encaminhado à Receita Federal. A operação contou com o apoio da Vigilância Sanitária do Distrito Federal e das policias Civil e Militar.

Obras públicas impulsionam emprego e renda no DF

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Desde o início desta gestão, investimentos em reformas e novas construções tiveram papel importante no fomento à economia e na geração de trabalho para a população

O Governo do Distrito Federal (GDF) acumula 1,6 mil obras desde o início desta gestão. Reformas e novas construções integram a lista de melhorias. Ao todo, foram mais de R$ 3,5 bilhões aplicados em obras de infraestrutura, saúde, educação, mobilidade e segurança pública. Investimento esse que vai além dos serviços básicos, gerando emprego e renda para a capital federal.

“Fomentando a construção civil, você gera emprego e renda e melhora a qualidade de vida dos cidadãos da cidade” Ciro de Avelar, economista

“Fomentando a construção civil, você gera emprego e renda e melhora a qualidade de vida dos cidadãos da cidade”, avalia o economista Ciro de Avelar, da GWX Investimentos. O presidente do Conselho de Economia (Corecon-DF), César Augusto Bergo, concorda. “As despesas com urbanismo e habitação apresentam um fator positivo. São ferramentas importantes para a dinamização da economia local. Isso aumenta o emprego, faz acréscimo na renda e acarreta em um fator positivo para o crescimento econômico”, explica.

O casal Frederico Antônio de Brito e Margarida Joana de Brito trabalha há 12 anos na Feira Permanente da M Norte, em Taguatinga, e viu a rotina mudar após o equipamento público ser reformado pela Novacap. O investimento de R$ 300 mil do GDF já vem dando frutos para os comerciantes.

Recuperação da Feira Permanente da M Norte integra um programa da Novacap para recuperar 38 feiras em todo o DF, com investimento de R$ 30 milhões | Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

“Essa reforma foi muito boa para a feira e para nós, porque passou a ter uma circulação de pessoas que não vinham antes, o que nos fez vender mais”, destaca Frederico. Ele estima um aumento de 30% nas vendas depois da reforma.

“Buscava um local em que pudesse vender melhor. Eu tinha vindo na feira (Permanente da M Norte) no ano passado depois da reforma e fiquei apaixonada. Minhas vendas melhoraram muito aqui. Tenho atraído mais clientes. Já vendo 70% a mais do que vendia em casa” Analina Fonseca de Carvalho, comerciante

Quem também obteve melhorias nos resultados foi a comerciante Analina Fonseca de Carvalho Gomes, 43 anos. Durante a pandemia, ela empreendeu vendendo perfumes e cremes até que decidiu abrir uma loja fixa na Feira Permanente da M Norte.

“Buscava um local em que pudesse vender melhor. Eu tinha vindo na feira no ano passado depois da reforma e fiquei apaixonada. Minhas vendas melhoraram muito aqui. Tenho atraído mais clientes. Já vendo 70% a mais do que vendia em casa”, conta. O sucesso é tanto que ela sonha lançar uma filial em outra feira do DF. “Quero ajudar outras mulheres, quem sabe empregar uma delas”, completa.

Daniel Eustáquio da Silva sempre trabalhou vendendo peixes. Em abril deste ano, inaugurou uma peixaria na feira da M Norte e tem visto o negócio – antes administrado na casa do sócio – se expandir e consolidar. Se no passado apenas ele e o amigo trabalhavam com a atividade, agora ele gera mais quatro empregos com o box em Taguatinga.

A reforma da W3 Sul trouxe nova vida à avenida: investimento de R$ 21,7 milhões contemplou a melhoria do sistema viário, estacionamentos, paisagismo e troca da iluminação | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília

“A ideia de levar a peixaria para a feira veio porque era algo que não tinha aqui. Aproveitamos a oportunidade. A venda tem sido muito boa. Vendemos muito na Semana Santa. Hoje temos quatro pessoas trabalhando aqui”, revela o comerciante.

A reforma do equipamento público integra um programa da Novacap para recuperar 38 feiras em todo o DF com investimento de R$ 30 milhões. “O grande problema das feiras – e ainda é porque estamos concluindo as obras – é o abandono em que se encontravam, com instalações deterioradas. Em condições de impedir que as famílias frequentassem. Na medida que elas se restabelecem, você cria um ambiente favorável para ser frequentado e provoca de imediato a melhoria da atividade comercial”, destaca o presidente da Novacap, Fernando Leite.

O empresário Miguel Galvão celebra a recuperação da W3 Sul: “Sou morador da W3 há 12 anos e posso falar que nunca uma gestão priorizou a avenida como agora”

Comércio aquecido

Após muitos anos de abandono, a avenida W3 Sul passou por uma reforma entregue em dezembro do ano passado. Foram investidos R$ 21,7 milhões, contemplando a melhoria do sistema viário, estacionamentos, paisagismo e troca da iluminação, além de gerar cerca de 800 empregos.

Os serviços foram financiados pela Agência de Desenvolvimento (Terracap) em trabalho conjunto com as secretarias de Obras, Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e de Governo (Segov), Novacap, Companhia Energética de Brasília (CEB) e Departamento de Trânsito do DF (Detran).

“Essa gestão colocou em marcha diversas obras grandiosas e complexas, há anos engavetadas, graças à habilidade do governo de lidar com esses bastidores e executar com eficiência as obras até sua conclusão e entrega”, destaca o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Sócio-criador do Infinu, complexo colaborativo, gastronômico, cultural e econômico na 506 Sul, Miguel Galvão celebra a reforma feita na avenida e destaca a importância para a área comercial. “A gente tem que saber dar os méritos quando eles acontecem. Sou morador da W3 há 12 anos e posso falar que nunca uma gestão priorizou a avenida como agora. A gente agradece bastante”, afirma.

“Essa parte de recuperação de calçadas e da limpeza [da W3] foi muito importante, porque deixa mais prático para o consumidor final. Foi um empurrão muito válido. Os lugares são mais seguros se têm vida. Se o comerciante está indo bem, ele cuida da fachada, da calçada. A nossa defesa é de que o processo de revitalização não fique só na mudança visual, mas também nos conceitos”, completa. Para ele, é preciso pensar hoje como serão os próximos 62 anos da W3 Sul, que tem uma veia comercial e cultural a depender da localidade.

Com bastante movimento, o Infinu conta com 17 estabelecimentos, entre restaurantes, lojas de roupa e estúdio de tatuagem, além de 30 empresas diferentes participando da loja colaborativa. Na W3 Sul desde 2020, espaço comercial participa do projeto Adote Uma Praça, coordenado pela secretaria de Projetos Especiais (Sepe), em que a área pública foi recuperada pelos responsáveis pelo empreendimento comercial.

 

Sobrecarga, falta de tempo e preconceito: os desafios de empreender durante a maternidade no Brasil

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Empreender em um mercado de trabalho onde as mães são discriminadas é um desafio para as mulheres que sonham com abrir seus negócios.

No Brasil, apesar delas  trabalharem, em média, três horas a mais por dia que os homens, recebem apenas 80% dos rendimentos deles, segundo dados do IBGE. A carga horária mais pesada se deve ao fato de que, por aqui, elas sofrem com a tripla jornada, tendo que realizar atividades profissionais, afazeres domésticos e cuidados com os filhos e demais familiares.

Por isso, empreender em um cenário como esse é especialmente desafiador. Não à toa, apesar das mulheres representarem mais da metade da população, no Brasil, elas comandam apenas 34% de todos os donos de negócios do país, de acordo com dados do Sebrae. A pandemia, no entanto, se mostrou um grande impulsionador para as mulheres que sonhavam com seus próprios negócios, conforme aponta a pesquisa “O voo delas”, realizada em parceria pelo Movimento Aladas e o Sebrae São Paulo.

Durante o período, das 1,1 mil mulheres entrevistadas por terem aberto seus próprios negócios durante a pandemia, 46% afirmaram terem tomado essa iniciativa com objetivo ter mais autonomia e flexibilidade para ficar com a família. A maternidade, nestes casos, figura no topo das motivações.

“Fato é que ser mãe não diminui a nossa energia. A maternidade nos torna mais produtivas, focadas e jamais incapazes de dar conta do recado”, analisa Daniela Graicar, fundadora do Aladas.

A análise também teve como objetivo explorar o dia a dia e os desafios do público feminino ao empreender e gerir seus negócios. Entre as barreiras enfrentadas por elas, o acesso ao crédito para empreender se revela como um abismo que separa o desejo da realização. Mesmo sendo consideradas mais adimplentes que os homens, o financiamento bancário parece ainda uma realidade distante para as empreendedoras: 78% das mulheres entrevistadas abriram seus negócios com recursos próprios e apenas 6% contaram com a ajuda do banco.

“Se conseguem, acabam aceitando juros mais elevados – segundo o BMI, 3,5% a mais que os homens – pela dificuldade de negociar a condição oferecida”, afirma Daniela.

Para superar esses tabus e incentivar que mais mulheres sigam o plano de empreender, reunimos depoimentos de duas empreendedoras que contam suas experiências antes, durante e depois de terem seus filhos. Nos relatos, a superação da tripla jornada e a constante busca pelo equilíbrio se mostram presentes como uma realidade comum entre aquelas que figuram no cenário empresarial nacional.

Monique Lima, diretora da MIMO

“Quando eu pensei em fundar a Mimo Live Sales era começo da onda da Covid-19 e, pouca gente sabe, mas eu estava grávida de seis meses. Sempre li várias histórias de empreendedores no começo e, quando chegou minha vez, não tive dúvida. Como meu empreendimento foi todo on-line e durante a pandemia, procurei não expor minha gravidez, muitas pessoas nem souberam não só que eu não estava grávida, mas também já tinha parido. Isso porque sabemos que a maternidade, por conta da nossa cultura, que já vem de gerações anteriores, oferece essas barreiras para a mulher mãe, pois há muito questionamento se conseguiremos dar conta.

Eu sei que tem muita mãe que fica ressabiada de empreender por conta dos filhos, mas eu sempre penso no exemplo bacana que eu dou para eles quando eu realmente corro atrás das coisas que eu quero. Acordo, às vezes, cansada e falo: vamos! Esse ‘vamos’, claro, tem uma força muito maior por conta deles, porque eu sei do exemplo que eu quero dar. E eu quero deixar esse legado para os meus filhos. Então é preciso ter muito mais força e eu canalizo muito essa força também dos meus filhos.

Eu diria que o principal desafio da mãe empreendedora é encontrar tempo para a própria mãe empreendedora. Porque temos que se desdobrar entre trabalho e os filhos e acaba esquecendo também da gente. É preciso ter um tempo pra ler ou até mesmo não fazer nada, um período para meditar e cuidar da gente”.

Camila Salek, CEO da Vimer

A Vimer acabou se tornando a minha primeira filha. E, dentro desse processo de planejamento da Vimer, quando eu decidi empreender, eu tracei  algumas metas pra que eu pudesse engravidar por volta dos meus 30 anos, que também era um grande objetivo da minha vida.

A maternidade e o empreendedorismo sempre andaram juntos e eram indissociáveis para mim: a Vimer tem 15 anos e minhas filhas têm 13. Mas ao longo desse período nem todos viam que essa junção não só era possível como também fundamental. As cobranças e comentários de pessoas perguntando como é que eu iria dar conta das minhas filhas sendo que trabalho muito, enfim. Foi, de certa forma, um preconceito velado.

Todo mundo acha que tem uma formulazinha pronta, apesar dessa fórmula não existir. Qualquer mulher que empreende com certeza se sente muito sobrecarregada por mais que ela tenha a melhor rede de apoio possível. A partir do momento que a mulher trabalha efetivamente no seu negócio e que é dedicada como mãe, como muitas de nós somos, a gente se sente assim sobrecarregada.

O tempo é cada vez mais escasso e escolher como a gente vai usar é um desafio. Muitas vezes a mulher acaba tendo que abdicar de outros aspectos importantes da vida dela por estar vivendo essa sobrecarrega. O autocuidado com saúde, por exemplo, e de uma série de outras coisas que não envolvem ser mãe ou ser empreendedora, mas os teus outros inúmeros papéis, que vão muito além de cuidar de uma casa ou cuidar de crianças ou de uma empresa.

Brasil se destaca em segurança energética, diz ministro

Ministro da Ciência e Tecnologia Paulo Alvim participou de seminário

O olhar do mercado internacional sobre o Brasil na questão de segurança energética mudou, nos últimos anos, e o país já é visto como importante no cenário mundial. A avaliação é do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, que participou nesta segunda (30), de forma virtual, do Seminário Energia: Desenvolvimento, Desafios e Oportunidades, promovido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e o Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro (CTN-RJ).

Segundo o ministro, o Brasil tem o compromisso com a produção de energia sustentável, renovável e limpa, principalmente a baseada em biocombustíveis, o que, na visão de Alvim, não é apenas um discurso, mas uma prática. De acordo com o ministro, os movimentos e questões relacionadas à energia a partir da guerra da Rússia e Ucrânia mostram a importância da segurança energética do mundo.

“Quando se fala de player [jogador, em tradução livre] importante em segurança energética, que virou fator de soberania tecnológica, o Brasil passa a ser olhado como um ator chave no jogo. Se com as perspectivas para 2050, o Brasil é visto como player fundamental, quando se fala em soberania na área de alimentos para atender à demanda mundial, quando se fala em soberania energética em nível de planeta, já se fala do Brasil como um player, principalmente em matriz mais limpa menos baseada em óleo, gás e carvão”, disse.

Para o ministro, esses são potenciais que o Brasil precisa trabalhar cada vez mais e, por isso, o papel da pesquisa em desenvolvimento e as contribuições da ciência e tecnologia brasileiras que têm sido importantes ao longo dos anos, se amplia de maneira significativa.

Alvim destacou a integração dos ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovações, de Minas e Energia, da Economia e da Agricultura, que permite ações para viabilizar insumos e meios de produção sustentável de energia no país.

Como exemplo, citou o estudo referente a combustível do futuro e hidrogênio, realizado no CT de Energia, que é o Fundo destinado a financiar programas e projetos na área de energia, especialmente na área de eficiência energética no uso final.

Segundo o ministro, a produção de hidrogênio é uma agenda que vem sendo demandada pelo presidente Jair Bolsonaro e que será um diferencial que vai se somar às diversas alternativas energéticas e limpas de energia do Brasil.

“Combustíveis do futuro é uma demanda discutida no âmbito do Conselho Nacional de Política Energética que estamos trabalhando de forma muito concreta e em breve com recursos do FNDCT, Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, a Finep estará operando três chamadas envolvendo os CTs, empreendedores e startups, ou seja, o país já pensa o futuro do ponto de vista energético e sempre dentro de uma produção limpa”, comentou.

Rio de Janeiro

Na visão do ministro, com certeza o estado do Rio de Janeiro tem um papel diferenciado para a produção de novos combustíveis e energia limpa e, dessa forma, não pode perder essa nova janela de oportunidades que se apresenta.

“Não dá para dissociar energia do estado do Rio de Janeiro, nas suas diversas formas de geração. Energia tem a ver com Rio de Janeiro, que não pode perder esses desafios e transformar os desafios em oportunidades”, apontou.

Solar e eólica

Ainda no seminário, Alvim destacou o esforço de aumento da produção de energia solar e eólica no Brasil para garantir matrizes alternativas ao país, sem, no entanto, abandonar a energia nuclear.

“Não só como alternativa de geração de energia, mas como aplicação das tecnologias nucleares na área de saúde, na área de alimentos, ou seja, na sua diversidade de benefícios que traz para a sociedade”, completou.

Transição energética

O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo César Magalhães Domingues, que estava presente, apresentou o desempenho do Brasil no mercado internacional, como o sétimo maior produtor de petróleo e a mesma posição como maior exportador. Mostrou ainda o volume crescente de investimentos que vem ocorrendo em diversas áreas, em especial, após a realização de leilões.

“Quando o mundo trata hoje de transição energética, o Brasil já está muito à frente”, completou referindo-se à estratégia do país em avançar em energias limpas e renováveis.

O secretário também fez referência à produção de hidrogênio, que conforme explicou tem uma sinergia grande com a produção da eólica offshore (no mar). “A eólica offshore associada à produção de hidrogênio, que é extremamente eletrointensivo, é bastante interessante. Tem a eólica offshore, produz hidrogênio, uma parte dessa energia fica no Brasil e outra parte é transformada em hidrogênio tanto para uso interno como para a exportação”, revelou.

“Estamos criando todo o arcabouço legal, regulatório e jurídico para permitir o crescimento dessas fontes no Brasil”, concluiu.

Gás natural

O diretor-geral da ANP, almirante Rodolfo Saboia, indicou que o mercado de gás natural no Brasil tem passado por uma transformação ainda maior que o de petróleo, mas esbarra na necessidade de uma estrutura maior para se desenvolver.

“O Brasil carece enormemente de infraestrutura de gás natural. Temos algumas centenas de vezes menos quilômetros de gasodutos que os Estados Unidos e do que a Argentina, por exemplo”, indicou, acrescentando que a situação tem melhorado nesse aspecto a partir da aprovação da lei do novo mercado de gás, no ano passado.

“A gente já está vendo uma dinâmica diferente no mercado de gás natural. A gente está caminhando de um mercado que saiu do monopólio de fato da Petrobras, até recentemente, para um outro em que já há a entrada de um grande número de players com simplificações regulatórias, porque o regime agora não é mais de concessões”, observou.

A diretora de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Heloísa Esteves, destacou a importância da biomassa para a produção de energia, que já ultrapassou a utilização da cana para obter o etanol e passou a utilizar outros produtos. “A gente tem a quarta maior produção agrícola do mundo. Isso tem uma sinergia muito grande com o nosso potencial de bioenergia”, afirmou.

Brasil quer criar banco de dados geológico

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O diretor de Geologia e Recursos Minerais do Serviço Geológico do Brasil, Marcio Remédio.

Plataforma deve servir para transformação digital do setor mineral

Sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), o Serviço Geológico do Brasil, dentre outras entidades, busca criar um banco de dados geológico. A proposta é que a ferramenta sirva como estrutura básica para transformação digital do setor mineral brasileiro.

“Uma parceria estabelecida agora pela coordenação do MME para trazer as informações geradas nos últimos 100 anos pela iniciativa privada a compor o mesmo banco de dados geocientífico do Serviço Geológico do Brasil. Um grande banco de dados geológico nacional. Isso vai trazer um enorme conhecimento, que nunca foi integrado”, explicou o diretor de Geologia e Recursos Minerais do Serviço Geológico do Brasil, Marcio Remédio.

Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, ele lembrou que cerca de 27% de todo o território nacional está mapeado em escala adequada. A consolidação do banco de dados, de acordo com o MME, deve propiciar um salto qualitativo do conhecimento do território brasileiro.

Plano Nacional de Mineração

Durante o programa, o diretor destacou que o Brasil é sexto maior produtor mineral do mundo. “Temos ainda um grande potencial a ser descoberto”, avaliou.

Sobre a elaboração do Plano Nacional de Mineração, ele classificou como fundamental a participação do Serviço Geológico do Brasil.

“Será um instrumento que poderá orientar e dar diretrizes pro desenvolvimento nos próximos 30 anos, trazendo uma avaliação técnica que permita o melhor desenvolvimento da atividade, que é muito rentável para o país, gera muitos empregos e hoje é uma atividade que consideramos importantíssima para as questões ambientais, pra transição energética e sem a qual om mundo não vai conseguir fazer essa mudança.”

Assista ao programa:

Festa Junina do Sesc-DF traz show da artista Lucy Alves neste sábado em Ceilândia

O Sesc-DF traz para as Festas Juninas apresentações ao vivo de bandas e quadrilhas, brincadeiras, gincanas, barracas de comidas e bebidas.

O destaque desta edição ficará por conta do show da artista Lucy Alves que se apresentará no dia 4 de junho no Sesc Ceilândia.

As festas vão ocorrer também nas unidades do Guará, Gama, Taguatinga Sul e Norte, 913 Sul e 504 Sul.

A entrada para comerciários, conveniados e dependentes é franca (apresentar credencial atualizada); idosos, professores e estudantes pagam R$ 10; e público em geral R$ 20,00 (mediante a doação de 1kg de alimento é meia entrada R$ 10,00).

A retirada dos ingressos gratuitos vai ocorrer no dia da festa. Já para as entradas pagas, o público poderá adquirir na bilheteria ou ainda nas unidades uma semana antes do evento.

Mais informações: www.sescdf.com.br.