Auxílio financeiro, acolhimento para quem não tem um lar, atendimento às vítimas de violência. O GDF presta apoio integral ao público feminino com políticas focadas em suas necessidades
A família de Márcia Maria de Araújo, 29 anos, passou aperto no final de 2020. A diarista não conseguia trabalho por conta da pandemia da covid-19. Com um marido vivendo de bicos e um filho para criar, a moradora de Brazlândia decidiu que precisava agir – fez cadastro no programa DF Social e passou a receber R$ 150 mensais para auxiliar nas despesas.
“Ainda vivemos em um patriarcado que imputa às mulheres a responsabilidade pelo lar, não só no que diz respeito às tarefas domésticas, mas também à gestão da casa” Marjorie Nogueira Chaves, pesquisadora e doutoranda em Política Social pela UnB
“Meu esposo nunca se mexeu para correr atrás do benefício, ficou tudo nas minhas mãos”, lamenta. “É um dinheiro que faz diferença no nosso mês. Só assim consigo fechar as contas”, conta Márcia Maria.
O DF Social foi criado em dezembro de 2021. Apesar de ser voltado para toda a família, o público feminino compõe cerca de 90% dos cadastrados. O programa, de fato, privilegia a mulher provedora – a ajuda financeira é concedida prioritariamente a famílias monoparentais chefiadas por mulheres, com crianças de até 6 anos e renda de até meio salário mínimo. Mas esse modelo familiar retrata apenas 35,24% dos beneficiados.
“Ainda vivemos em um patriarcado que imputa às mulheres a responsabilidade pelo lar, não só no que diz respeito às tarefas domésticas, mas também à gestão da casa”, comenta a pesquisadora e doutoranda em Política Social pela Universidade de Brasília Marjorie Nogueira Chaves. “Correr atrás desses benefícios tão essenciais para a manutenção das famílias fica a cargo delas.”
90%dos cadastrados no programa DF Social são mulheres
O DF Social é apenas um dos programas assistenciais oferecidos às mulheres do Distrito Federal. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) também conta com benefícios voltados para situações pontuais ou emergenciais. É o caso do auxílio-natalidade, amparo concedido para recém-paridas em duas opções de formato.
“A mãe pode escolher entre receber o benefício em dinheiro, no valor de R$ 200 por criança nascida, ou ganhar uma bolsa-maternidade”, explica a assistente social da Sedes Kariny Alves. O kit contém body fechado, cobertor, cueiro, culote, macacão longo, macacão curto, meia, toalha, casaco com capuz, fralda descartável, lenço umedecido e pomada antiassadura.
A Casa Flor oferece 35 vagas para mulheres que precisam de local para dormir, comer e fazer higiene pessoal | Foto: Divulgação/Secti
Um teto para elas
Mulheres em situação de desabrigo também recebem atenção especial do Governo do Distrito Federal (GDF). Para aquelas que não têm filhos, a esperança pode estar na Casa Flor. A unidade, localizada em Taguatinga Sul, oferece 35 vagas para o público feminino que precisa de um local para dormir, comer e fazer a higiene pessoal.
“Temos atendimento socioassistencial feito por psicólogos, assistentes sociais e pedagogos”, detalha Kariny. “Desenvolvemos um plano de acompanhamento tanto para trabalhar as questões que levam à condição de vulnerabilidade quanto para descobrir alguma potencialidade que a mulher tem que permita sua inserção no mercado de trabalho.”
O GDF também firmou parceria com instituições da sociedade civil para garantir mais casas de acolhimento específicas para o público feminino. “São dois abrigos para mulheres com crianças, um no Guará e outro em Ceilândia, e um para mulheres solteiras sem crianças, também em Ceilândia”, informa Kariny.
Quando o assunto é violência, a presença feminina nas unidades de acolhimento ainda é majoritária
“Temos ainda as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) – mas nelas o atendimento não é exclusivo para mulheres”, informa a assistente social.
Violência de gênero
Quando o assunto é violência, a presença feminina nas unidades de acolhimento ainda é majoritária. O Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) recebe famílias que vivenciam violação de direitos ou agressão – seja ela sexual, física ou doméstica. Ainda que não seja restrito às mulheres, elas representam cerca de 80% dos atendimentos.
“Trabalhamos para que elas tenham meios de sair da situação de violência”, explica Kariny. “Muitas se submetem a um relacionamento abusivo por serem dependentes financeiramente, por exemplo. Então, focamos nossa atuação na inserção dessas vítimas no mercado de trabalho.”
Faz parte do planejamento da Sedes para 2023 a implementação do programa Agentes de Cidadania. A ideia é incentivar o protagonismo feminino, mostrar que as mulheres podem transformar não só sua própria vida, mas também sua comunidade. As participantes serão selecionadas pelas equipes do Cras e do Creas.
O projeto será composto por quatro ciclos: autoconhecimento, protagonismo dentro da sociedade, habilidades profissionais e encaminhamento para alguma ação voltada para o trabalho. O Agentes de Cidadania deve ter um ano de duração – enquanto participar do programa, as mulheres devem receber uma mensalidade no valor de R$ 300.
O Concurso 2.492 da Mega-Sena, que será realizado hoje (18) à noite em São Paulo, deve pagar o prêmio de R$ 60 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.
O último concurso (2.491), na última quarta-feira (15), não teve acertadores das seis dezenas, e o prêmio ficou acumulado.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
Diagnóstico precoce e acompanhamento multiprofissional fazem a diferença para que os autistas consigam superar dificuldades e desenvolvam habilidades
“É mais comum do que a gente gostaria”. É assim que Raquel Marinucci define a frequência com que o filho, Francisco Marinucci, 19 anos, é vítima de preconceito por ter o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A história de vida de Francisco se confunde com a de outros dois milhões de brasileiros, número estimado de pessoas com autismo no país.
Comemorado neste sábado, 18 de junho, o Dia do Orgulho Autista tem o objetivo de conscientizar a sociedade sobre o transtorno e contribuir para a queda de estigmas associados às pessoas autistas.
De acordo com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o TEA se caracteriza por atrasos e comprometimentos do desenvolvimento, seja na linguagem, seja no comportamento social. Os sintomas podem ser emocionais, cognitivos, motores ou sensoriais e o diagnóstico costuma ocorrer por volta dos três anos de idade.
Lucinete Ferreira Andrade, diretora da Associação Brasileira de Autismo Comportamento e Intervenção (Abraci), explica que, não necessariamente, um autista vai apresentar todos esses sinais. “A gente está falando de um espectro, que é amplo. Não necessariamente todos têm as mesmas dificuldades ou deficiências. Varia de quadro para quadro. Por isso, o acompanhamento vai do quadro de cada indivíduo, em geral, por meio de atividades que vão dar mais qualidade de vida”, afirma.
A dificuldade de Francisco se comunicar e o atraso na fala foram percebidos pela família Marinucci quando ele tinha entre dois e três anos. O diagnóstico de que o filho é autista se deu em meio ao nascimento de Clara, conta Raquel. A mãe lembra que a família teve que se dividir entre os cuidados que um recém-nascido exige e a atenção para Francisco. “Nosso maior temor era perder uma janela de desenvolvimento que [é importante] para qualquer criança, ainda mais para uma criança neurodiversa”, afirma.
Aprendizado
O diagnóstico de que Francisco é autista foi seguido de acompanhamento multiprofissional, que o ajudou a superar as limitações iniciais, descobrir hobbies, como natação e música, e socializar. “Gosto de ir na casa dos amigos”, declara. O jovem concluiu o ensino médio, mas agora tem dificuldade para dar o próximo passo, conta a mãe.
“Acho que agora a gente está vivendo um dos momentos mais complicados, porque tem um limbo entre alguém terminar o ensino médio e quem não está dentro do que seria o caminho para a universidade ou algum curso técnico, que pra ele não é uma possibilidade no momento. A gente não tem muitas alternativas”, diz.
Raquel conta que embora Francisco ainda sofra com discriminação por causa do transtorno, a conscientização das pessoas sobre o TEA aumentou se comparada ao que era 20 anos atrás. “As pessoas entenderam que aquele comportamento que parece estranho é um jeito diferente das pessoas [autistas] se comportarem. Entenderam que isso pode ser nomeado e como que a gente pode tornar os ambientes mais acolhedores. Faz com que quem quer ser consciente e inclusivo possa também entender as melhores maneiras de atender [essas pessoas]”, avalia.
Não apenas as pessoas ao redor, mas principalmente a família aprende com Francisco. “É uma pessoa completamente amorosa, pura, que não está muito preocupada com as convenções sociais e consegue ver a felicidade em coisas simples da vida. O autismo entrando na nossa vida fez a gente olhar o mundo, de fato, com olhar mais aberto, mais singelo, menos preocupado com o que as coisas deveriam ser ou onde que a gente teria que se encaixar. O Francisco ensina isso pra gente no dia a dia”, diz.
Acompanhamento
Lucinete explica que a análise comportamental aplicada (ABA) é a abordagem que mais se utiliza para o acompanhamento de pessoas autistas. “É uma terapia que tem uma eficiência bastante evidente com autismo. É cientificamente comprovada. Ela também produz dados efetivos sobre o desenvolvimento da criança”, diz.
Ela afirma que é importante que as pessoas com TEA tenham assistência de fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psiquiatras e outros profissionais. “Todo esse suporte precisa ser pensado desde a primeira infância da vida da pessoa com autismo”, diz.
A diretora da Abraci também destaca a importância de que as políticas públicas, que já estejam postas em lei, sejam cumpridas. “Que a legislação tenha aplicabilidade no sentido de que, uma vez que você receba o diagnóstico, tenha esses direitos fundamentais, como educação e saúde, garantidos”, pede.
Rede
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 282 Centros de Atenção Psicossocial Infantil (CAPS iJ), 47 oficinas ortopédicas e 2.795 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Há também 263 Centros Especializados em Reabilitação (CER). Esses locais compõem a atenção especializada da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência e oferecem assistência às pessoas autistas.
Secretário da Pessoa com Deficiência destaca os avanços e as políticas públicas voltadas para PCDs, como o centro de atendimento, o cadastro único e o programa habitacional
Estima-se que em torno de 150 mil pessoas com variadas deficiências vivam no Distrito Federal, segundo a Codeplan. Quase 5% da população, o segmento ganhou um olhar diferenciado do GDF com a criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD) em 2019. Pasta que, inicialmente, atuava na articulação com as outras secretarias, passou a criar as próprias políticas públicas.
Desde o início da gestão, há várias ações para comemorar e projetar que Brasília possa se tornar modelo de qualidade de vida e de políticas voltadas para as pessoas com deficiência. Foi lançado o Cadastro Único, que reúne informações e garante a concessão de duas carteiras que comprovam a condição, inclusive, para a inclusão em ações sociais e econômicas do governo. Também foi inaugurado o primeiro Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência, na estação de metrô 112 Sul. Além disso, o governo inovou ao divulgar uma política habitacional específica para PCDs, para que o sonho da casa própria fique mais próximo.
“Diria que a vida das pessoas com deficiência era uma e agora é outra desde a criação desta secretaria. Creio que Brasília será uma grande referência para as pessoas com deficiência”, analisa o secretário Flávio Pereira dos Santos.
Os próximos passos são no sentido de melhorar o Bolsa Atleta e implantar mais uma escola bilíngue e uma Central da Intermediação em Libras online, além da realização de grande evento com foco em acessibilidade e tecnologia assistida. Em entrevista, o titular da pasta enumera as ações e a importância delas.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Qual é a importância do governo ter um olhar específico para a pessoa com deficiência?
Um dos grandes sonhos do segmento era ter uma secretaria de governo que pudesse entender essa temática e buscar alternativa para qualidade de vida com programas e políticas públicas verdadeiramente voltadas para a pessoa com deficiência. Diria que a vida das pessoas com deficiência era uma e agora é outra desde a criação desta secretaria. Creio que Brasília será uma grande referência para as pessoas com deficiência.
“Um dos grandes sonhos do segmento era ter uma secretaria de governo que pudesse entender essa temática e buscar alternativa para qualidade de vida com programas e políticas públicas verdadeiramente voltadas para a pessoa com deficiência”
Quais políticas públicas já foram implementadas desde então?
Inicialmente, a secretaria tinha um papel de articulação entre os órgãos do governo, mas entendemos que seria necessário implantar ações de atendimento direto desse público. Criamos o Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência. Fizemos em parceria com a TCB (Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília) o DF Acessível, vans adaptadas para um transporte especializado de pessoas com deficiência e limitação de mobilidade muito severa. Temos a nossa Central de Interpretação de Libras, que presta uma assistência direta às pessoas surdas no atendimento junto aos órgãos públicos ligados ao GDF. Temos um núcleo de inclusão profissional, que trabalha no encaminhamento ao mercado de trabalho. Em parceria com a Secretaria de Saúde, temos a entrega das cadeiras de rodas. A nossa secretaria conseguiu adquirir mais de 1,2 mil unidades.
Outra ação que implantamos, em parceria com a Secretaria de Economia, foi o 156 acessível para surdo, um atendimento específico de intérprete de Libras. Temos uma parceria com a Ouvidoria-Geral e a Controladoria-Geral com o programa Mais Acessibilidade nas ouvidorias. Criamos também materiais gráficos importantes, como a cartilha de evento acessível, uma parceria com a Secretaria de Cultura. Apoiamos também o projeto Turismo Acessível, da Secretaria de Turismo, para tornar os pontos turísticos mais acessíveis para as pessoas com deficiência.
O senhor citou o primeiro Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência. Como funciona a unidade?
“A gente já consegue identificar as cidades que se destacam pelo número de pessoas com deficiência e também as especificidades. Hoje, por exemplo, Ceilândia e Planaltina são cidades com demanda para o nosso trabalho itinerante”
Tem um objetivo bem específico, que é dar total assistência às pessoas com deficiência nas suas necessidades. Trabalhamos em parceria com o Passe Livre (do BRB Mobilidade) dando assistência aos usuários naquilo que eles precisam, como documentos e acesso à informações. Também orientamos sobre o BPC (benefício de prestação continuada), a aposentadoria, as isenções e os encaminhamentos diversos. Era um sonho do segmento ter um local onde as pessoas pudessem ser atendidas e direcionadas para as suas necessidades, inclusive para os diversos programas que o DF oferece. O centro de atendimento serve de referência para conduzir as pessoas, orientando e fazendo encaminhamentos.
Outro grande avanço foi a criação do cadastro único da pessoa com deficiência. Qual é o objetivo deste cadastramento?
O Cadastro Único é um sistema de cadastramento para pessoas com deficiência que oferece dois tipos de identificação: a carteira de identificação da pessoa com deficiência e a carteira do autista. O propósito também é estabelecer políticas públicas por meio das informações obtidas no cadastro, bem como oferecer às pessoas com deficiência acesso a programas e ações de cunho social e econômico. O cadastro vai se tornar uma grande referência para atender inúmeros órgãos do governo no que se diz respeito ao atendimento das pessoas com deficiência.
“Eu diria que a acessibilidade não é apenas voltada para as pessoas com deficiência. Acessibilidade é para todos, porque, em algum momento da vida, a pessoa poderá ter alguma limitação física que vai exigir um pouco mais de acessibilidade, nem que seja na velhice”
Ainda temos uma demanda pequena, em torno de quatro mil inscrições. É um número que está se expandindo a cada dia, porque as pessoas estão começando a entender a importância dessa carteira, que tem o objetivo de formalizar e oficializar para a pessoa com deficiência sua qualificação para que possa ter os benefícios que lhe são de direito garantidos. Basta apenas acessar o nosso site e preencher, inclusive anexar os documentos pelo sistema. Toda essa documentação é analisada por uma equipe técnica e médica. Contudo, a gente também entende que a grande maioria de pessoas com deficiência é de baixa renda e que tem pouco acesso às tecnologias, então a gente disponibiliza o cadastro na nossa central de atendimento.
Com o início desse cadastro, o que já pôde ser identificado?
A gente já consegue identificar as cidades que se destacam pelo número de pessoas com deficiência e também as especificidades. Por meio dessas informações, a gente está tentando priorizar o atendimento nessas cidades. Hoje, por exemplo, Ceilândia e Planaltina são cidades com demanda para o nosso trabalho itinerante.
Como funciona esse programa itinerante?
Buscando sair das quatro paredes, a Ação Inclusiva é uma oferta dos serviços da secretaria junto à comunidade. Vamos até a cidade para atender as pessoas com deficiência nas suas necessidades. Estivemos em Planaltina, onde tivemos cerca de 300 famílias sendo atendidas no Centro de Ensino Especial, tanto para aquisição da carteira de autista e da carteira da pessoa com deficiência, quanto também várias ações voltadas ao BPC, orientações sobre aposentadoria e outras ações que a secretaria oferece. Já fomos em Brazlândia, Ceilândia e Estrutural e iremos para Samambaia e Riacho Fundo.
O governo anunciou recentemente uma política habitacional para as pessoas com deficiência. Qual é a importância dessa nova proposta?
É uma necessidade muito grande do segmento, principalmente as pessoas de baixa renda. Estamos facilitando a inscrição para dar celeridade à aprovação para que essas pessoas possam mais rápido ter acesso e se habilitarem a conseguir o seu imóvel dentro dos programas que estão sendo oferecidos pela Codhab. Iniciamos esse atendimento no dia 30 de maio e não vai haver tempo para encerramento, enquanto tiver pessoas com deficiência que necessitem serem inseridas no programa, ele continuará atendendo. Iniciamos sem prazo determinado para encerrar.
O GDF também tem investido na acessibilidade no transporte público. Como tem sido a experiência?
Eu diria que a acessibilidade não é apenas voltada para as pessoas com deficiência. Acessibilidade é para todos, porque, em algum momento da vida, a pessoa poderá ter alguma limitação física que vai exigir um pouco mais de acessibilidade, nem que seja na velhice. O transporte é o instrumento onde há deslocamento da pessoa para até mesmo o seu autodesenvolvimento: vai trabalhar, estudar, se cuidar em nível de saúde, vai ter o lazer. Como esse público tem as suas carências – financeiras ou sociais -, o transporte público e agora o DF Acessível são essenciais para que as pessoas com deficiência se desenvolvam. Dentro dessa visão, a acessibilidade é fundamental para que possam usufruir do transporte e crescer como pessoa.
Brasília é referência no esporte paralímpico. Como a cidade chegou a esse patamar?
O esporte é um grande instrumento de transformação social e pessoal. Sou prova disso, sou atleta há mais de 40 anos. Brasília hoje é uma grande referência. Possui muitos atletas convocados para seleções brasileiras e, dentro do paradesporto, várias equipes se destacam. Isso é fruto dos programas que o GDF oferece para as pessoas com deficiência. Nós temos o Compete Brasília, um programa de passagem para as pessoas viajarem tanto no Brasil, quanto no exterior. Temos a Bolsa Atleta e os centros olímpicos e paralímpicos e inúmeras outras leis que abrangem o desenvolvimento do esporte para a pessoa com deficiência. Também temos uma parceria importante com a Secretaria de Esporte: a implantação, no calendário esportivo de Brasília, da realização dos jogos paradesportivos. Uma necessidade de muitos anos no paradesporto. Já está no calendário e possivelmente neste ano vamos realizar. Investir no esporte é investir nas pessoas.
“Também temos uma parceria importante com a Secretaria de Esporte: a implantação, no calendário esportivo de Brasília, da realização dos jogos paradesportivos. Uma necessidade de muitos anos no paradesporto. Investir no esporte é investir nas pessoas”
Quais serão as próximas ações da SEPD?
Estamos apoiando a reformulação da Bolsa Atleta, que é um programa muito importante para o paradesporto. Por iniciativa da Secretaria de Esporte vai haver uma reformulação onde vai se equiparar os valores das bolsas: a pessoa com deficiência vai receber o mesmo valor que uma pessoa sem deficiência. Uma grande conquista, porque mostra inclusão, igualdade, justiça e principalmente mais cidadania.
Estamos em processo de implantação, em parceria múltipla com as secretarias de Educação, Governo e Desenvolvimento Social, da primeira escola bilíngue para atendimento de pessoas surdas e outras estruturas de atendimento na área de cultura e esporte no Plano Piloto e a segunda do DF. Era um sonho antigo, porque Taguatinga (onde está a outra escola) fica num extremo da cidade, então quem reside em lados opostos tinha dificuldade de acesso. Com a implantação no centro de Brasília, poderemos atender toda Brasília. A gente imagina que vai facilitar bastante.
Também queremos implantar uma Central de Intermediação em Libras online para que as pessoas surdas possam ser atendidas, em qualquer órgão do governo, por um aplicativo com um intérprete para fazer a interlocução com o atendente. Queremos implantar o banco de cadeiras e de acessórios de acessibilidade e realizar um evento em Brasília, que já acontece em outros estados, que é uma feira de acessibilidade, tecnologia assistida e reabilitação.
Depois de dois anos, a quadrilha Arroxa o Nó voltará a se apresentar na Praça Central do Paranoá | Foto: Divulgação/Quadrilha Arroxa o Nó
Quem estava com saudade de festa junina vai ficar feliz com os vários arraiais gratuitos que serão realizados pelo DF. Confira a programação
Muita folia, comilança e diversão. A chegada dos meses de junho e julho em todo o Brasil é sinônimo de festa garantida e animação de montão. No DF, claro, não será diferente, com a alegria pipocando em arraiais de regiões administrativas. Nesta sexta (17), por exemplo, o arraial vai ser animado, das 16h às 20h, no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) do Recanto das Emas.
As festividades juninas também se estenderão aos outros COPs do DF. As unidades de Samambaia e São Sebastião ainda vão definir uma data para a realização do evento.
“A promoção de esporte e lazer por meio dos nossos Centros Olímpicos e Paralímpicos é uma forma de oportunizar saúde e qualidade de vida para a população” Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer
“A promoção de esporte e lazer por meio dos nossos Centros Olímpicos e Paralímpicos é uma forma de oportunizar saúde e qualidade de vida para a população. Os festejos juninos são sempre alegres, divertidos e um bom momento para confraternizar”, destaca a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira. “Dentro das nossas unidades esportivas, os eventos são realizados para o desenvolvimento social e do bem-estar da comunidade”, afirma.
Neste sábado (18), os encontros vão acontecer nos COPs do Gama e do Riacho Fundo, com atrações como brinquedos infláveis, pesca com brindes, cachorro-quente, canjica e pipoca. Tudo de graça. “É uma grande alegria receber essa festa junina tão especial no Riacho Fundo, graças à parceria em prol de mais lazer, saúde e qualidade de vida em nossa cidade junto com a equipe do COP e da Secretaria de Esportes”, agradece a administradora Ana Lúcia Melo.
“Depois da pandemia e do retorno às aulas é o primeiro grande evento realizado no espaço para a comunidade carente, é um momento de confraternização importante”, salienta o coordenador do COP do Riacho Fundo, Wagner Alquimim.
DF terá vários eventos gratuitos para celebrar o São João | Foto: Kléber Lima/SescDF
O forró vai correr solto também em outros locais, com apoio das administrações regionais. No dia 25 de junho, na Praça Central do Paranoá, a tradicional quadrilha do Arroxa o Nó promete animar um público estimado de 10 mil pessoas. Com mais de 140 integrantes, o grupo celebra mais de 20 anos de estrada na cidade.
“Depois de dois anos só de live, ter agora presença do público é superpositivo”, comenta o gerente de cultura e esporte e lazer do Paranoá, Wagner Teixeira Lima. “Está todo mundo voltando para matar a saudade, comer canjica, beber quentão e dançar um bom forró com banda ao vivo, quadrilha é isso, esse calor, essa energia”, emenda o gestor, também marcador da quadrilha Arroxa o Nó.
Ainda no Paranoá, só que na Quadra 12 da cidade, nos dias 9 e 10 de julho, acontece o badalado Arraiá Brilho do Luar, com mais de três décadas de tradição na cidade. No fim de semana seguinte, nos dias 15 e 16, o frevo vai comer solto na Quadra 23, no famoso arraiá da Dona Ivonete.
No Itapoã, em celebração aos 17 anos da cidade, que será comemorado no próximo dia 7 de julho, acontece, entre os dias 1 e 3 do mês, das 18h às 23h, o Arraiá Expo Artesan. “É um evento da comunidade que acontece pelo segundo ano consecutivo e ele marca o início dos festejos do aniversário da cidade. Vamos passar o mês inteiro comemorando com algumas atividades, e essa é uma delas”, anuncia o administrador Marcus Cotrim. “Vários comerciantes terão uma barraquinha, podendo mostrar seus produtos e fazer uma grande festa com a comunidade”, detalha.
Confira abaixo a programação de festas juninas no DF.
Recanto das Emas Data: sexta (17)
Horário: das 16h às 20h
Onde: COP do Recanto das Emas
Gama Data: sábado (18)
Horário: das 16h às 20h
Onde: COP do Gama
Riacho Fundo Data: sábado (18)
Horário: das 8h às 12h
Onde: COP do Riacho Fundo
Planaltina Data: 24 de junho
Horário: das 14h às 18h
Onde: COP de Planaltina
Estrutural Data: 25 de junho
Horário: das 8h às 12h
Onde: COP da Estrutural
Santa Maria Data: 25 de junho
Horário: das 16h às 20h
Onde: COP de Santa Maria
Paranoá Quadrilha Arroxa o Nó
Data: 25 de junho
Horário: das 19h às 2h
Onde: Praça Central
Arraiá Brilho do Luar
Data: 9 e 10 de julho
Horário: 19h às 2h
Onde: Quadra 12 da cidade
Arraiá da Dona Ivonete
Data: 15 e 16 de julho
Horário: 19h às 2h
Onde: Quadra 23
Itapoã Data: 1 a 3 de julho
Horário: das 18h às 23h
Onde: Km 2,5 da DF-250 (estacionamento em frente ao residencial Novo Horizonte)
O governo federal entregou nesta sexta-feira (17), em Natal, um serviço de conexão à internet de alta velocidade na Praça Mãe Peregrina, no bairro Pitimbú. O evento contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro das Comunicações, Fábio Faria, e de outras autoridades estaduais e federais.
A iniciativa é parte do programa Infovia Potiguar, que prevê a implantação de pontos públicos de acesso à internet de alta velocidade por meio de fibra ótica. Ao todo, quase 50 pontos serão instalados no Rio Grande do Norte, beneficiando uma população de cerca de 2 milhões de pessoas. Os investimentos totais somam R$ 40 milhões.
“Esta é uma praça que hoje está recebendo fibra ótica, internet de graça. Nesta e em mais 48 praças, nós vamos fazer a Infovia Potiguar, que são 1,2 quilômetros de fibra ótica, com 206 quilômetros entregues e 994 em construção”, detalhou o ministro Fábio Faria.
Ainda no Rio Grande do Norte, os municípios de Caicó e Mossoró serão os primeiros a participar do programa Internet Brasil, que vai distribuir acesso gratuito à internet em banda larga móvel aos estudantes da educação básica da rede pública de ensino de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
Na primeira etapa, devem ser entregues até 700 mil chips. Além de Caicó e Mossoró, estão incluídas as cidades de Campina Grande, na Paraíba, Caruaru e Petrolina, em Pernambuco, e Juazeiro, na Bahia.
Assentados
Durante o evento, também foram entregues documentos para assentados da reforma agrária no estado. Segundo o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo Melo Filho, de 2019 a 2022, foram emitidos cerca de 362 mil títulos. A maioria é de documentos provisórios que reconhecem as famílias como integrantes de áreas de assentamento rural pertencentes à União.
O evento em Natal também incluiu a assinatura de contratos para instalação de dessalinizadores de água marinha e perfuração de poços artesianos no estado.
De acordo com a agenda oficial, após o evento na capital potiguar, o presidente viaja a Belém, onde participará de um culto em uma igreja evangélica, na noite desta sexta. .
Bolsonaro defende investigação sobre diretoria e conselho da empresa
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (17) que pretende propor ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a diretoria e o conselho da Petrobras. A afirmação foi feita após a estatal anunciar hoje um reajuste nos preços da gasolina e do diesel, em vigor a partir de sábado (18).
“Conversei agora há pouco, há poucos minutos, com Arthur Lira. Ele está neste momento se reunindo com líderes partidários. E a ideia nossa é propor uma CPI para investigarmos o presidente da Petrobras, seus diretores e também os seus conselhos administrativos e fiscal”, disse o presidente, durante uma entrevista ao programa Meio-Dia RN, transmitida ao vivo em suas redes sociais. “Nós queremos saber se tem algo errado nessa conduta deles. Porque é inconcebível se conceder um reajuste com o combustível lá em cima e com os lucros exorbitantes que a Petrobras está tendo.”
Para o presidente, a cúpula da Petrobras traiu o povo brasileiro, e o lucro da estatal é uma “coisa que ninguém consegue entender”. “Ela lucra seis vezes mais do que a média das petrolíferas do mundo. As petroleiras fora do Brasil reduziram sua margem de lucro, continuam tendo lucro, para exatamente atender os anseios da sua população no momento de crise, porque isso tudo é fruto de uma guerra longe do Brasil”, disse. “A Petrobras só no primeiro trimestre deste ano lucrou R$ 44 bilhões e você tem como reduzir essa margem de lucro, porque está previsto na Lei das Estatais que ela tem que ter um fim social.”
Nesta sexta-feira, a Petrobras anunciou o reajuste de 5,2% no preço da gasolina e de 14,2% no preço do diesel a partir de sábado. Segundo a empresa, o último reajuste da gasolina havia ocorrido há 99 dias e o do diesel, há 39 dias. O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, não sofreu reajuste. Em nota para divulgar os aumentos, a Petrobras afirmou que tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio.
Também nesta sexta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou que a Petrobras deverá enviar ao Supremo documentos internos que justificaram a formação de preços dos combustíveis. Ele também decidiu que as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devem ser cobradas de forma uniforme pelos estados. A decisão começará a valer em 1º de julho.
Ministro da Cidadania Ronaldo Vieira Bento falou sobre programa
O programa Brasil Fraterno, que incentiva as doações de alimentos por empresas, resultou na entrega de mais de 3,5 milhões de cestas de alimentos, o que corresponde a R$ 200 milhões, afirmou nesta sexta (17), durante o programa A Voz do Brasil, o ministro da Cidadania, Ronaldo Vieira Bento.
Bento disse que o Brasil Fraterno é uma rede de fraternidade. “É bem interativo”, disse, destacando que tanto os interessados em doar, sejam empresas ou pessoas físicas, quanto os beneficiários, precisam se cadastrar no site do Ministério da Cidadania. “A partir dali eles ficam habilitados a doar, as empresas, e a receber, os beneficiários. Eles podem ser tanto rede de alimentos, que são os bancos de alimentos que são cadastrados pelo Ministério da Cidadania, como também as entidades sócio-assistenciais que estão pelo Brasil afora fazendo um trabalho voltado para a população em situação de vulnerabilidade.”
O ministro disse que as empresas, além de fazerem uma caridade também tem benefícios, como isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) daquela mercadoria. “Na hora que faz o cadastro que faz aquela doação, o Ministério da Cidadania emite uma certidão de doação eventual que ele apresenta junto à Receita Federal e vai poder abater o seu imposto sobre circulação de mercadorias. Então o cadastro é necessário por conta disso.”
Bento destacou que todas as entidades socioassistenciais estão georreferenciados no site e a empresa vai doar para aquela entidade que está mais próximo de sua empresa. “Então ele vai lá e entrega até o último dia do prazo de validade”.
Segundo o ministro são mais de 80 empresas que participam do programa de maneira regular, desde grandes doadores, como Nestlé, Bauducco, e Danone, até pequenos doadores. “Qualquer doação é importante e a gente incentiva que todos doem, principalmente aqueles que estão ali com os produtos se aproximando do prazo de validade, porque ao invés de estar acionando a indústria pela cadeia reversa para poder destruir esse alimento, a gente faz com que ele chegue às mãos de quem mais precisa.”
O ministro também destacou o programa Alimenta Brasil, em que o governo federal compra a produção dos pequenos produtores locais. No ano passado mais 55 mil produtores foram beneficiados e este ano a meta é ultrapassar este número.
Rede de estética quer demonstrar o conceito de autocuidado inserido nos produtos, serviços e processos. Durante a feira, a marca vai oferecer gratuitamente um ritual de beleza com massagem facial, corporal e até lipo sem cortes para fazer o visitante ter a sensação de como é empreender em um belo negócio. A rede estima movimentar mais de R$100 milhões com o evento
Brasil, junho de 2022: A rede de beleza e estética Ad Clinic marca novamente presença na maior feira de franquias do mundo, a ABF Franchising Expo. Nesta edição, a clínica aterriza no Pavilhão Azul, Rua F091, com um stand de 76m². O espaço aberto ao público vai oferecer um roteiro completo de beleza.
O espaço contará com uma sala especial na feira, que vai reproduzir o interior das unidades, com todos os equipamentos disponíveis para degustação.
Entre as novidades que a franquia irá expor durante o evento estão o lançamento de produtos da marca própria e o AdFina, um procedimento não invasivo, indicado para diminuir a gordura e definir o abdômen em 30 dias. O procedimento foi desenvolvido para reduzir até 30% do percentual de gordura, através do poder do gelo, em apenas uma única sessão .
Mas além do corpo, o rosto também estará em alta nos lançamentos. O destaque do procedimento para a face, o mais esperado “Protocolo Harvard”, é feito com o uso da bioplacenta animal para rejuvenescimento facial. O procedimento foi desenvolvido pela fundadora da franquia, Aline Medici, durante o curso em Harvard. “Ele ajuda a clarear manchas, fechar os poros, diminuir linhas de expressões e melhorar a flacidez. Nos EUA, um método parecido ficou conhecido como o “Queridinho das Kardashians”. Afirma a empresária.
Mas antes de frequentar as salas de aula da universidade mais antiga dos Estados Unidos, a biomédica percorreu um grande percurso. Iniciou sua carreira ao lado do seu marido, Rodrigo Nunes. Enquanto ela aplicava botox em uma casa simples, ele panfletava nas ruas para atrair clientes.
No período pós pandemia, o casal transformou R$5 mil reais em uma rede de franquias de estética com 106 unidades espalhadas pelo país e já anuncia 600 operações até 2024, sendo 10 unidades internacionais.
Rodrigo Nunes atua hoje como CEO da marca e é responsável pelo crescimento exponencial da rede. “A cada 5 minutos uma pessoa realiza um procedimento estético nas nossas unidades, gerando mais de 50 mil atendimentos mensais. Fomos do zero a 106 unidades e agora estamos participando da ABF para impulsionar o empreendedorismo”, comenta Nunes.
A afirmação do Rodrigo está embasada em números. O segmento de franquias de Beleza e Bem-estar foi o segundo que mais cresceu em 2021. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising, os negócios do setor faturaram R$38 milhões, um crescimento de 10,5% em relação ao ano anterior.
Para o visitante que quiser algo maior que uma experiência sensorial ou degustação de tratamentos e equipamentos no estande, a franquia vai massagear o bolso do empreendedor com a venda de um modelo de negócio, que somente durante a feira será comercializado pelo valor de taxa de franchising de R$65.000,00, destinado para uma unidade de 70m², com lucro médio de R$130.000 por ano, por um investimento de apenas R$300 mil.
Serviço:
AD CLINIC NA ABF/SP:
Data: De 22 a 25 de Junho
Stand – Rua F091 – Pavilhão Azul
Local: Expo Center Norte – São Paulo
Sobre a AD CLINIC
A Ad Clinic é uma rede de franquias de clínicas de estética fundada em 2014 na região Sul do Brasil, contando hoje com mais de 100 unidades distribuídas nas principais cidades e capitais, que vem crescendo de forma exponencial e conquistando o mercado de beleza, sendo reconhecida pelo uso da alta tecnologia em seus procedimentos.
A empresa trabalha com uma grande variedade de tratamentos estéticos faciais e corporais para o público masculino e feminino como harmonização, botox, preenchimento, depilação a laser e tratamentos mais específicos como lipo sem cortes e massagens. Destaque ainda para o programa de emagrecimento com método exclusivo, no qual é possível eliminar 15kg em apenas 60 dias. Além de proporcionar mais do que protocolos de beleza, a Ad Clinic oferece um tempo de bem-estar e conta hoje com a Ticiane Pinheiro como embaixadora da marca.
Mendonça também cobrou explicação da Petrobras sobre preço
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça decidiu hoje (17) que as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devem ser cobradas de forma uniforme pelos estados. A decisão começará a valer em 1º de julho.
Mendonça também determinou que a Petrobras deverá enviar ao Supremo documentos internos que justificaram a formação de preços dos combustíveis.
De acordo com a decisão, a base de cálculo do imposto deverá ser fixada conforme a média de preços praticados nos últimos 60 dias. Além disso, os estados deverão observar um intervalo mínimo de 12 meses entre a primeira fixação e o primeiro reajuste das alíquotas e de seis meses para os reajustes subsequentes.
A liminar foi motivada por uma ação protocolada pela Advocacia-Geral da União (AGU) para suspender uma resolução do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que trata da cobrança do ICMS.
As regras estabelecidas deverão ter vigência até que o Confaz edite novas regras conforme as balizas definidas pelo ministro.