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Confira a agenda dos candidatos à Presidência para esta quarta (24/8)

Candidatos fazem campanha nas regiões Sul, Sudeste e Norte

Esta é a agenda dos 12 candidatos  à Presidência para esta quarta. Candidatos fazem campanha nas regiões Sul, Sudeste e Norte e têm atividades de campanha bem diversificadas.

Ciro Gomes (PDT): às 8h30, faz caminhada na Vila Nova Esperança. Às 10h30, inaugura o comitê do candidato do PDT ao governo do Paraná. Ambos os eventos são em Curitiba. Às 15h30, faz caminhada da Praça da Alfândega até a Esquina Democrática, em Porto Alegre.

Constituinte Eymael (DC): terá agenda interna.

Felipe D’Avila (Novo):  não terá compromissos públicos.

Jair Bolsonaro (PL): às 16h, participa de motociata saindo da Praça da Pampulha e comício na Praça da Liberdade em Belo Horizonte.

Léo Péricles (UP): às 7h30, fará campanha na entrada da Universidade Federal do Pará (UFPA), às 14h participará de um encontro com mulheres e às 16h30 vai conversar com a população na Praça do Operário. Todos os compromissos serão em Belém.

Lula (PT): vai gravar material para horário eleitoral.

Pablo Marçal (Pros): às 10h30, participa de sabatina a promovida pelos jornais O Globo e Valor Econômico e pela rádio CBN. Às 14h, dá entrevista para Rica Perrone e, às 17h, faz adesivaço no Rio de Janeiro.

Roberto Jefferson (PTB):  candidato está em prisão domiciliar e não tem agenda pública prevista.

Simone Tebet (MDB):  às 10h30, tem encontro com a Fundação Abrinq para assinatura do termo de compromisso do Programa Presidente Amigo da Criança. Às 15h, tem um encontro com pesquisadores e acadêmicos. Os dois eventos são em São Paulo.

Sofia Manzano (PCB):  agenda não informada.

Soraya Thronicke (União): às 10h, gravação de material de propaganda eleitoral em São Paulo. Às 19h, em Porto Alegre, participa da inauguração do comitê de campanha do candidato ao governo do estado do Rio Grande do Sul.

Vera (PSTU): às 10h30, participa de sabatina promovida pelos jornais O Globo e Valor Econômico e pela rádio CBN. Às 13h, participa de reunião com estudantes da PUC-RJ.

Prefeitura de Águas Lindas entrega mais uma escola reformada em Águas Bonitas I

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A comunidade do Águas Bonitas I recebeu, nesta segunda-feira (22), a Escola Municipal Ednalda Guedes totalmente reformada, ganhando condições de qualidade para o melhor aprendizado e o desenvolvimento das crianças.

A escola teve o espaço totalmente reformado, com trocas de piso e ampliação das salas. Além disso, ganhou conjuntos de cadeiras e mesas novas, armários para os professores, bebedouro, ar condicionado nas salas de aula e um espaço de lazer com a instalação de um mini parque, onde as crianças aprenderão que o ambiente escolar também pode ser muito prazeroso e divertido.

O prefeito dr. Lucas Antonietti destacou os avanços na educação do município. “Nós somos a única cidade do Entorno, e uma das poucas quatro cidade do estado de Goiás, onde todas as salas de aula tem ar condicionado para os nossos alunos. Estamos finalizando a entrega de uniformes. Todos os nossos alunos uniformizados de forma democrática indo para a escola. Estamos com o desafio de entregar 43 escolas reformadas, essa é a vigésima segunda”, relatou.

Para a mãe de um dos alunos, Soneide Costa, é um momento de grande alegria. “Há muitos anos nossa comunidade desejava uma escola com melhor estrutura e hoje esse sonho se tornou realidade”, declarou.

De acordo com o secretário de Educação, Evandro Silva, é apenas o começo do grande desafio que está por vir e afirmou que o pontapé inicial foi dado. “Tem muito ainda para ser feito, mas nós estamos fazendo, temos hoje 43 escolas públicas municipais. Iniciamos o governo com 21.500 alunos matriculados na rede pública municipal. Hoje nós temos 27.077 alunos matriculados. Nós temos dado apontamento significativos, em 1 ano e 7 meses o Governo Municipal está trabalhando como se o amanhã fosse agora”, disse.

Estiveram presentes no evento o prefeito dr. Lucas Antonietti, o vice-prefeito Jorge Amaro, secretários municipais, vereadores, professores, alunos e a comunidade local que compareceu, para festejar essa grande conquista.

Educação de qualidade

A diretora da escola, Liadia de Oliveira, se emocionou ao falar da escola e lembrou da promessa de reforma ainda na época de campanha.

“No primeiro encontro que nós tivemos, o senhor frisou na educação. Essa foi a primeira escola que eu trabalhei e hoje a gente ver a diferença, uma alimentação digna. O senhor, juntamente com o nosso secretário, está fazendo esse papel. Quero agradecer em nome da comunidade esse presente que o senhor deu a comunidade de Águas Bonitas”, completou.

Ao final do evento foram entregues notebooks para todos os professores. Um dos principais compromissos da gestão é implantar no município um padrão de qualidade na área da educação.

A Prefeitura investiu cerca de R$ 886.828,59 mil para a realização desta reforma, reforçando mais uma vez o compromisso da gestão, escrevendo uma nova história com a educação do Município.

Em sabatina na Globo, Ibaneis reafirma investimentos na saúde e projeta três novos hospitais

Unidades na região Centro-Sul, no Recanto das Emas e em São Sebastião são metas para um segundo mandato do governo, que precisou investir R$ 3 bilhões na pandemia

O governador e candidato à reeleição Ibaneis Rocha (MDB) foi entrevistado por jornalistas da TV Globo/G1 nesta terça-feira (23). A sabatina foi marcada por perguntas focadas na saúde, no transporte e na área social do Distrito Federal.

Mais da metade da entrevista foi dedicada à saúde. Ibaneis reafirmou que pretende construir três novos hospitais, contratar cerca de dez mil profissionais e que foi preciso investir R$ 3 bilhões no combate à pandemia, recurso que poderia ter sido investido na estrutura e contratação de pessoal caso a covid-19 não tivesse atrapalhado os planos.

“Tivemos um investimento de R$ 3 bilhões só na pandemia, e que se não tivéssemos feito teríamos recursos para construir três hospitais no DF. Temos que construir um no Recanto das Emas, um em São Sebastião e um terceiro para região Centro-Sul, que pode ser um hospital de trauma. Isso pode ser feito no segundo mandato”, afirmou o governador.

Em três anos e oito meses, Ibaneis contratou mais de 18 mil profissionais na saúde, entre efetivos e temporários, marca que supera as últimas gestões. “Fizemos isso para dar condições para as pessoas terem as cirurgias e o atendimento hospitalar. Sabemos que temos problemas e condições de resolvê-los”, acrescentou.

O governador lembrou que sete Unidades de Pronto Atendimento, dez Unidades Básicas de Saúde e três hospitais foram entregues, todos com profissionais. “Todos os prédios abertos foram ocupados por profissionais. Nenhum foi aberto só com o prédio à disposição. Precisamos contratar pelo menos dez mil profissionais”, disse.

Ibaneis aproveitou as perguntas para elogiar os servidores da Saúde e reafirmar o compromisso de construir mais duas UPAs, uma na Estrutural e uma no Guará. “Por trás daquele jaleco tem um ser humano que se empenha muito para atender a população. Na grande maioria são grandes profissionais”, reforçou.

Transporte

Ibaneis defendeu o projeto do BRT Norte, que está pronto, e que vai buscar recursos junto aos fundos internacionais para executá-lo. A estimativa é que seja necessário R$ 1,2 bilhão para tirá-lo do papel e desafogar o transporte para a região de Planaltina. No entanto, o governador lembrou que a conclusão do Complexo Viário Governador Roriz em seu mandato e a construção do viaduto de Sobradinho – em andamento – melhoraram o trânsito na região.

O chefe do Executivo disse que pretende construir uma rodoviária no Arapoanga, região que deve virar uma cidade em um eventual segundo mandato. Um outro local que pode ser transformado em região administrativa é o de Água Quente.

Sobre o BRT Sul, o emedebista afirmou ser necessário ampliar o terminal de Santa Maria e fazer a integração de ônibus com o Entorno e o estado de Goiás, o que já vem ocorrendo.

Social

Sobre os atendimentos nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), o governador lembrou que contratou mais de mil profissionais para a área, ampliou a carga horária de 30 horas para 40 horas, abriu quatro pontos de atendimento e que outros 14 serão abertos. Outro destaque é o apoio do Corpo de Bombeiros Militar no atendimento à população.

“Nós estamos atendendo 500 mil pessoas por ano, triplicamos a capacidade de atendimento, contratamos mais de mil servidores, ampliamos os Cras, abrimos quatro pontos de atendimento. Não podemos negar o que foi feito. O pior é não ter o atendimento social, mas nós temos”, explicou.

O governador também listou os programas sociais. Citou o Cartão Prato Cheio, que hoje atende 60 mil famílias e será ampliado para 80 mil, lembrou que o Cartão Gás paga R$ 100 a cada dois meses para 70 mil famílias comprarem um botijão de gás, que o DF Social atende 60 mil famílias e que o investimento na área social passou de R$ 1 bilhão no governo anterior para mais de R$ 2 bilhões em seu governo. “Estamos ampliando exatamente porque cuidamos de quem precisa”.

Parceria entre BRB e Flamengo deve gerar mais R$ 500 milhões em novas obras do GDF

BRB já repassou nos últimos três anos quase R$ 1 bilhão ao Governo do Distrito Federal, usados para a seguridade social, obras, saúde e educação; parceria sofre ataques de fake news

A mais nova fake news política nas eleições de 2022 é de que o Governo do Distrito Federal (GDF) iria gastar centenas de milhões de reais para construção de um estádio de Futebol para o Clube de Regatas Flamengo, através de uma parceria com o Banco de Brasília S.A. (BRB).

A mentira, usada por adversários do governador Ibaneis Rocha (MDB), não se sustenta quando confrontada com a verdade. É mais um caso a ser analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) e o Ministério Público Eleitoral (MPE), e que pode gerar muitas dores de cabeça jurídicas para aqueles que estão espalhando as fake news.

A verdade dos fatos é que o BRB e o Flamengo constituíram uma empresa que está avaliada em mais de R$ 2 bilhões e estão procurando um sócio para comprar parte dessa empresa.

O Flamengo vai usar a metade dele para construir um estádio e o BRB vai usar para pagar dividendos ao Governo do DF.

Serão mais de R$ 500 milhões para o GDF que serão destinados para a seguridade social, obras, saúde e educação do Distrito Federal.

O Banco de Brasília já conseguiu nesse governo mais de R$ 1,5 bilhão em lucro e pagou R$ 775 milhões em dividendos ao GDF. Isso é mais que o dobro do governo anterior. E é fruto de uma administração séria do banco.

Sobre a parceria

O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirmou que busca um sócio para financiar a compra do terreno e a construção do estádio do clube. Ele também contou que o banco pretende ter o naming rights do futuro estádio.

“O primeiro movimento é a busca de um sócio porque ele precifica a nossa parceria, compre parcela das ações e isso gerará o resultado que o Flamengo precisa para financiar a compra (do terreno) e a construção do estádio. Além disso, o BRB como sócio quer estar junto no naming rights e vai continuar na parceria dando resultado para o Flamengo”, explicou Paulo Henrique.

O presidente do BRB contou que a busca por esse sócio está sendo feita pelo banco e que contratou o BTG para comandar a operação de procura por esse parceiro: “Contratamos um assessor financeiro que é BTG, que conduz a operação. E estamos no momento em que a gente busca acessar os investidores para ver quem vem com a gente”.

Paulo Henrique Costa afirmou que o BRB soltou um Fato Relevante na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dizendo ter iniciado as providências, e foi aprovada a criação de uma nova empresa que vai receber o Nação BRB FLA, que é o banco digital constituído pelo BRB e pelo Flamengo.

O Fato Relevante está disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A empresa Nação BRB FLA é uma plataforma que oferece contas digitais e cartões de débito e crédito pré-pago, além de investimentos, produtos previdenciários e de capitalização.

Com validade de três anos, prorrogável por mais dois, o acordo estabelece a divisão de lucros igualitária entre o BRB e o time do Rio de Janeiro. Ou seja: 50% para cada.

A parceria de sucesso vem sendo atacada com fake news, mas autoridades eleitorais já tomaram conhecimento das mentiras que vem sendo espalhadas.

Concursos: Senado lança edital; salários chegam a R$ 33,4 mil

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Provas estão marcadas para o dia 6 de novembro em todas as capitais

A Fundação Getulio Vargas (FGV) publicou nesta terça (23) os editais para o concurso do Senado Federal a ser realizado no dia 6 de novembro. Segundo a publicação, o órgão disponibilizará 22 vagas em caráter de preenchimento imediato, com outras 992 vagas de cadastro reserva.

Do total de vagas oferecidas, 20% são reservadas para negros, enquanto outras 5% são reservadas para pessoas com deficiência. Para o cargo de analista legislativo, são 11 vagas de preenchimento imediato; para policial legislativo, são 7 vagas imediatas; para consultor legislativo, 2 vagas; analista legislativo de registro e redação terá uma vaga. Para o cargo de advogado, a instituição também fará apenas uma convocação imediata.

O prazo de validade do certame é de dois anos, prorrogáveis por mais dois anos, de acordo com a necessidade do Senado. O processo seletivo tem diferentes etapas, de acordo com o cargo escolhido. As provas objetiva e discursiva serão aplicadas em todas as capitais brasileiras no dia 6 de novembro, exceto para os cargos de advogado e consultor legislativo, que terão um cronograma com algumas diferenças.

Para essas duas carreiras, apenas a prova objetiva será aplicada em 6 de novembro. A prova discursiva será aplicada em 27 de novembro. As outras etapas do concurso – quando previstas no edital da carreira – serão realizadas em Brasília.

Confira as vagas e as remunerações para cada carreira:

Cargo Vagas para convocação imediata Valor da inscrição Valor da remuneração
Analista legislativo – diversos 11 R$ 73 R$ 25.897,76
Analista legislativo – registro e redação 1 R$ 73 R$ 25.897,76
Advogado 1 R$ 94 R$ 33.461,68
Consultor Legislativo 2 R$ 94 R$ 33.461,68
Técnico Legislativo – Policial Legislativo 7 R$ 55 R$ 19.427,79

 

A FGV disponibilizou um telefone e um e-mail para tirar dúvidas e esclarecer informações sobre o certame. Para consultar a instituição sobre o concurso, o telefone é 0800-283-4628 e o e-mail é concursosenado22@fgv.br.

Do DVD no Marco Zero ao palco do Rock in Rio: João Gomes chega para agitar o festival na cidade maravilhosa

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Artista marca presença na Arena Itaú by TikTok

Dia 4 de setembro é dia de piseiro no Rock in Rio, bebê! Isso mesmo! João Gomes é uma das atrações da Arena Itaú Tik Tok e traz toda sua originalidade para um dos maiores festivais do Brasil.

Palco de grandes atrações internacionais e artistas nacionais consagrados, o Rock In Rio é mais um sonho para o garoto de Serrita (PE) e ele reforça: “Acabei de gravar um DVD grandioso no Recife, no Marco Zero. Ainda estou em êxtase por isto e, agora, recebi a noticia de que iria me apresentar no Rock In Rio. Mais uma promessa de Deus se cumprindo em minha vida. É o que sempre digo: nunca deixem de sonhar. Só Deus sabe onde podemos chegar”.

É a primeira vez que o Rock in Rio recebe o gênero em suas apresentações e a expectativa para este espetáculo é unânime entre os espectadores. O anúncio das atrações da Arena Itaú será feito em duas datas diferentes.

Nesta segunda-feira (22), foi feito o anúncio da ação de votação no app, onde foi revelado alguns nomes do line-up (incluindo João Gomes). A votação vai ser encerrada no dia 28 de agosto e o anúncio das músicas vencedoras será feito no dia 29 de agosto. No dia 30, durante o evento teste do Rock in Rio, vai ser revelado o restante do line-up.

“Quero aproveitar e convidar todos os meus fãs para votarem na música que querem que eu inclua no setlist. Vai ser um show totalmente interativo e com participação do inicio ao fim do público” finaliza João.

Opinião | Oposição apresenta discursos vazios, velhos clichês e muitos ataques

Falta seriedade no debate político. A população esperava mais. Mas, o que se vê, dá vergonha 

POR RICARDO CALLADO

As Eleições 2022 no Distrito Federal vem sendo marcada como a mais vazia de conteúdo a ser apresentado a população brasiliense. Os candidatos de oposição ao governador Ibaneis Rocha (MDB) resumem suas falas a velhos clichês, ataques, ódio e discursos vazios.

Sem proposta para apresentar ao eleitor, candidatos de esquerda e de extrema esquerda partem para o ataque, na tentativa de descontruir a imagem do atual governador.

A questão é que enquanto Ibaneis apresenta obras e realizações de seu governo, a oposição se resume a um discurso de quinta série, tipo “feio, bobo e chato”.

Falta seriedade no debate político. A população esperava mais. Mas, o que se vê, dá vergonha.

As soluções para o Distrito Federal nos próximos anos não fazem parte do debate da oposição.

Alguns, como os candidatos do PT, Leandro Grass (PV) e Keka Bagno (PSOL) estão mais preocupados em pedir votos para o ex-presidente Lula, do que para si mesmos.

O deputado distrital Grass chega ao ponto de vir as redes sociais se orgulhar de ter sido o primeiro a entrar com pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (PL). Mas será que é isso que interessa ao eleitor.

Não seria melhor ir ao que realmente interessa: o futuro do DF. O mentor do candidato parou no tempo. A velha esquerda raivosa não tem mais lugar na política. Mas Grass é convencido que assim conseguirá algum voto. Ledo engano.

Paulo Octávio (PSD) faz uma campanha para eleger o filho, André, a deputado federal. E também conseguir manter sua aproximação com o Palácio do Buriti. E pode desistir no meio do caminho.

Izalci Lucas (PSDB) não quer repetir o erro de Reguffe (sem partido) e ficar 8 anos escondido no Senado. Sua campanha é mais para aparecer no jogo político e não ser esquecido pelo eleitor. Seu foco mesmo são as eleições de 2026.

O mesmo vale para Leila do Vôlei. Ambos não tem o que perder. Ainda irão usufruir mais quatro anos de mandato no Senado Federal.

O comportamento dos candidatos de oposição já foi percebido pelo eleitor. A maior prova disso são as mais recentes pesquisas eleitorais publicadas pela imprensa e registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em todos os levantamentos, Ibaneis se aproxima da vitória em primeiro turno. Em alguns, mostra cenário de que não haveria segundo turno.

Quem perde é a população do DF que assiste a espetáculos grotescos, políticos que visam mais uma projeção pessoal ou que fazem campanha para o Palácio do Planalto, dando as costas para o Distrito Federal.

O nível dos candidatos dessa campanha é um dos mais baixos da história política de Brasília. Lamentável.

Editorial Correio da Manhã | Um linchamento injusto

A primeira grande fake news desta eleição

Por Cláudio Magnavita

É estarrecedor a velocidade com a qual uma mentira se propaga quando atende os objetivos da mídia de oposição e da desconstrução do atual presidente. Uma das regras de Joseph Goebbels, apoiado pela Gestapo, era repetir uma mentira com intensidade até ela se transformar em verdade. É exatamente isso que está ocorrendo no caso da notícia de Guilherme Amado, no site Metrópoles, sobre o apoio de empresários a um golpe de estado no caso da vitória de Lula. Os desdobramentos, que inclui até um ministro do STF, ocorrem sobre uma tese fantasiosa e não sobre um fato. É claro que todos irão condenar a hipótese de “empresários defendendo um golpe”. Se isso tivesse ocorrido seria suicida, como afirmou o ministro Dias Toffoli.  Só que este suicídio coletivo não ocorreu, porque não houve um grupo formado por renomados empresários para articular o rompimento institucional.

Toda esta pirâmide invertida de indignação tem como base frases e rompantes pinçados aleatoriamente em conversas de um grupo de bate papo informal, sem estar atrelado a nenhuma instituição do rito golpista. Seria a mesma coisa de pinçar frase de uma roda de bar de jornalistas e levar a sério impropérios que são ditos. Já teve gente da esquerda dizendo nas redes sociais que preferia Jair Bolsonaro morto, mas isso não os transformam em assassinos. A não ser que esteja ligado ao estaqueador Adélio ou criando álibi para ele no Congresso.

O pavio deste barril de pólvora começou a ser aceso com a correspondência enviada pela coluna aos participantes do grupo: “meu nome é Edoardo Ghirotto, sou repórter da coluna do Guilherme Amado, no portal Metrópoles. A coluna acompanhou nos últimos meses as mensagens trocadas no grupo de WhatsApp Empresários & Política. Vamos citar mensagens enviadas pelo senhor em uma reportagem e gostaríamos de lhe oferecer a oportunidade de se posicionar a respeito delas“.

A transcrição é literal. Nela o repórter afirma de forma soberba “gostaríamos de lhe oferecer a oportunidade de se posicionar a respeito delas…” e continua:

“Numa delas, o senhor defendeu um golpe de Estado como uma alternativa melhor do que a volta do PT ao poder.”   É esse o ponto central do ápice da pirâmide invertida. A partir de uma declaração de que “preferia um golpe à posse de Lula “, através de uma declaração chula e pinçada no meio de uma narrativa que começa essa fake news que virou tsunami e que levou o midiático senador Randolfe Rodrigues a surfar na onda criada pelo fato e até pedir a prisão dos participantes do grupo.

Se o repórter acompanhou e participava do grupo, por que colocou as seguintes questões na tentativa de construir uma narrativa barril de pólvora? Edoardo Ghirotto , que fica em São Paulo, pergunta por escrito aos participantes:

“Por que o senhor defende isso? De que forma esse golpe ocorreria? O senhor conversou sobre o assunto com algum integrante do governo federal ou com o próprio presidente Jair Bolsonaro?” Não é preciso reler novamente para perceber  que nunca existiu nada de concreto sobre um golpe e ele tenta vincular isso ao próprio presidente da República. Na verdade, ele estica a corda em favor de uma opinião tentando transformar em fato.

Exaurido o tema do “golpe em curso”, ele passa a questionar uma ideia, por sinal esdrúxula e contraposta, no próprio grupo: “o senhor mencionou ainda que achava uma boa ideia pagar bônus aos funcionários da empresa que votassem de acordo com seus interesses. Pretende manter essa ideia?“

No final, ele questiona a distribuição de bandeirinhas do Brasil que um dos empresários promete fazer no Dia da Independência.

É exatamente este o pivô desta tsunami que tomou conta do noticiário e resultou no linchamento público de empresários que foram listados e tiveram sua minibiografia publicado com direito a foto.

A tese de ter “empresários golpistas “ é boa demais para quem quer ver o circo de Bolsonaro pegar fogo, para que receba a devida dose de verdade. Até boicote às marcas foram propostas.

Existe também um áudio de uma conversa entre o administrador do grupo de bate papo, Daniel Fux com o jornalista Guilherme Amado no qual ele tenta passar a pequena dimensão deste espaço no WhatsApp e a informalidade das conversas, afirmando que tendo a coluna acompanhada as conversas saberia que nunca houve espírito confabulatório contra a democracia. Na conversa, ela fala da sua relação com a mídia e se identifica como filho do conceituado jornalista Moyses Fux, um dos mais democráticos nomes de grandes redações.

Pavio aceso e o super dimensionado de um simples espaço opinativo explodiu o barril da insanidade, colocando nomes relevantes da vida empresarial em um injusto pelourinho público. Um linchamento sem lógica é utilizado de forma torpe por algumas publicações na busca de vender silêncio.

Lamentável ver no coro do “nonsense” um jornalista do quilate de Ascânio Seleme defendendo a crucificação de empresários, entre eles, um que conhece muito bem e é parceiro do seu veículo. A própria diretoria do Jornal O GLOBO sairia na defesa e como avalista de alguns desses nomes pela histórica relação.

Anotem: é a primeira grande fake news desta eleição e outras virão. Esta equação que une a manipulação da verdade, uma mídia de oposição sedenta para derrubar Bolsonaro e um TSE que transforma um discurso de posse em declaração de guerra, como afirmou o corregedor do TRE do DF, será um terreno propício a outros linchamentos midiáticos.

*Claudio Magnavita é diretor de redação do Correio da Manhã

Mudança no trânsito na Esplanada durante Bicentenário da Independência

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Como alternativa aos motoristas, a Polícia Militar do DF recomenda a circulação pelas vias S2 e N2, localizadas atrás dos ministérios, além da L2 Sul

Os motoristas devem ficar atentos com a alteração no trânsito durante a cerimônia de recepção e exposição do coração do imperador D. Pedro I, nesta terça-feira (23), na região entre o Palácio do Planalto e o Ministério de Relações Exteriores (MRE).

A partir das 14h30 até às 18h30, as vias S1 e N1, na Esplanada dos Ministérios – entre a Avenida José Sarney e a L4 – serão interditadas para o trânsito de veículos; havendo, inclusive um desvio na S1 para L2 Sul.

Como alternativa aos motoristas, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) recomenda a circulação pelas vias S2 e N2, localizadas atrás dos ministérios, além da L2 Sul.

Toda a movimentação será monitorada pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF).

Artigo: Fuga de unicórnios? O que está havendo com as startups brasileiras?

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Por Daniel Maffessoni Passinato Diniz

Nos últimos meses, várias startups unicórnio – startups avaliadas em ao menos US$ 1 bilhão, sem terem capital na Bolsa de Valores – tais como Olist, Ebanx, QuintoAndar, Zak, Vtex, Favo e Mercado Bitcoin, realizaram grandes dispensas no quadro de funcionários. As demissões em massa – chamadas pelo mercado de lay offs – são os primeiros reflexos do aumento da taxa básica de juros (SELIC) e da consequente falta de investimentos em startups.

Já é de conhecimento geral que startups precisam de investimento para que possam sobreviver e crescer. Assim como nós, elas também possuem um ciclo de vida, com várias etapas, e cada etapa acaba por contribuir – a depender do tipo de investimento – para o seu crescimento, para a sua estabilidade ou até mesmo, para o seu crescimento exponencial. As startups unicórnios são famosas por já terem vencido todas as etapas, e sobretudo, por terem passado por inúmeros desafios – inclusive pelo temido vale da morte[1] – e por, apesar de tudo isso, conseguirem chegar até o décimo dígito.

Assim, entende-se que o combustível para as startups é a injeção de capital por parte de investidores e fundos de investimento. Entretanto, estes investidores, no intuito de auferir lucro, somente investem em startups que entendem ser promissoras.

Há até um ano, quando a taxa SELIC era mais baixa –  aproximadamente 3% – os investidores optaram por investir em ações e, principalmente, em negócios mais arriscados, como startups. Com a taxa de juros mais baixa, certamente o negócio seria promissor. Esse era o momento do boom das startups.

Durante a pandemia, o setor de tecnologia –  e consequentemente, das startups – explodiu, gerando um crescimento acelerado, mas também muita instabilidade. Trata-se de um crescimento que não conseguiu se sustentar, e que fez muitas empresas reverem seus resultados por estarem com dificuldade de crescer. Além disso, o boom de investimentos que acompanhou várias startups tornou o setor muito mais concorrido, fator que dificulta ainda mais o crescimento.

Em 2022, com a taxa SELIC a 13%, o cenário é outro. Frente à maior crise de inflação já vivida nas últimas quatro décadas, e ainda contando com incertezas globais, os investidores não têm mais incentivo para arriscar. O plano mudou. A palavra da vez é poupar. Tira-se dinheiro da economia e coloca-se na poupança popular – estratégia que gera competição com os fundos de venture capital. Além disso, os investidores encontraram alternativa, alocar seu capital em investimentos de renda fixa – isto é, no tesouro –  com altíssima segurança e um ganho, nas devidas proporções, elevado.

Em razão do contexto macroeconômico, as startups unicórnio estão tendo de mudar a estratégia voltada ao âmbito microeconômico. Nesse sentido, estão abdicando do crescimento a todo custo, e aderindo à preservação de caixa. Ou melhor, à sobrevivência. Assim, sem investimento e sem burn rate, o plano é fazer o capital durar mais.

Essa mudança de estratégia envolve, em primeiro lugar, cortes das unidades de negócio, que são ramificações do negócio/ ideia principal da startup, o que, num plano maior, acaba por acarretar as demissões em massa – para tentar equilibrar as contas – e no efeito dominó, no que se refere às empresas num plano geral.

Muitas startups têm optado pela demissão, pois durante o período de grandes aportes – o famoso boom – muitas startups investem na ampliação do quadro de funcionários, e, num momento de crise – acarretada principalmente por fatos externos, como o ambiente macroeconômico atual – acabam não suportando a manutenção de todos os funcionários.

Outra figura que pode ser afetada, além dos funcionários, são os investidores de fundos de Venture Capital. Com a promulgação do Marco Legal das Startups, alguns meios de celebração dos contratos de Venture Capital foram reconhecidos pelo legislador, como o contrato de mútuo conversível, que, com o advento dos fatos expostos até aqui, corre o risco de potencial frustração.

O mútuo consiste em um contrato típico que parte da possibilidade de o investidor receber o seu capital investido em participação societária, e só o faz pois reconhece o potencial do negócio e a viabilidade de rendimento. No entanto, o que acontece com esses investidores, agora que a estratégia das referidas startups não volta-se mais ao crescimento, e sim à preservação de caixa? É visto que há uma potencial frustração para esses investidores, que investem pensando no lucro e viabilidade de rendimento do capital investido – fatores que não serão mais tão atrativos, pelo menos por enquanto.

Momentos de crise existem para todos, até mesmo para as startups unicórnios, que eram tidas como imunes. O questionamento que fica é: Será que existe mais um vale da morte depois do jardim do Éden? Isto é, a startup pode vir a morrer mesmo depois de ter se tornado unicórnio?

* Daniel Maffessoni Passinato Diniz é Advogado. Sócio do escritório Passinato & Graebin – Sociedade de Advogados. Professor de M&A, Arbitragem e Direito para Startups na FAE Business School.