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Governador Ibaneis garante renovação da Torre de TV e da feira de artesanato

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Ibaneis visitou o local neste domingo e conversou com a população e feirantes

O governador Ibaneis Rocha visitou a Torre de TV neste domingo (11), um local que recebeu muitos cuidados e melhorias em sua gestão à frente do Distrito Federal. Tendo o Banco de Brasília (BRB) como protagonista, a fonte e o mezanino da Torre foram reabertos, e a feira foi reformada. Agora, as obras se concentram no paisagismo e irrigação do Jardim Burle Marx.

Projetada pelo arquiteto e urbanista Lucio Costa e inaugurada em 1967, a Torre de TV teve como inspiração a Torre Eiffel, de Paris (França). Seu mirante, que apresenta uma vista privilegiada de Brasília, voltou a ser referência para os brasilienses e turistas em 2020 com a sua reabertura. Na manhã deste domingo, Ibaneis foi ao local conversar com feirantes e moradores.

“Visitamos esse local importante para Brasília e que nós temos cuidado em nossa gestão. Reabrimos a torre, reformamos a feira e vamos continuar cuidando da nossa cidade. Aqui fizemos uma parceria com o BRB, tem dado certo e vamos seguir com outras obras”, afirmou o governador Ibaneis Rocha

Feirante há quase 50 anos, Mota dos Santos elogiou a gestão do governador e o tratamento com as pessoas. “Estava analisando a campanha e a gestão, não vi ele derrubando as casas dos pobres, mas os outros governadores fizeram isso. Não vi um “rapa” tomando a mercadoria dos trabalhadores de rua. Vejo um governo humano com a população. Aqui na Torre ele isentou de pagarmos impostos na pandemia e estou fechado com Ibaneis”, confirma.

A força do BRB

Responsável por cuidar de programas sociais, o BRB também é conhecido por apoiar o esporte local e o turismo. Mas, tem ido além. Com os bons números e lucros do banco, tem sido possível investir em obras pelas cidades. “Já entrou mais de R$ 220 milhões de dividendos do BRB para mantermos as obras no DF. Neste ano, o que o BRB vai depositar de dividendos nos cofres é maior do que o valor que foi depositado nos quatro anos do governo anterior”, detalha Ibaneis Rocha.

Desde 2019, o Banco de Brasília tem assumido o protagonismo no cenário econômico e social no DF. No âmbito da economia, acumula recordes e crescimentos históricos. Passou de 625 mil clientes, em 2018, para mais de 4,2 milhões de clientes, em 2022. No segundo trimestre do ano, apresentou lucro de R$ 122 milhões.

Para socorrer os empresários e empreendedores, injetou R$ 14,3 bilhões com os programas Supera-DF, Acredita-DF e Avança-DF, que auxiliaram 304 mil clientes. Já com os benefícios, foram distribuídos R$ 221 milhões apenas em 2022. Do Prato Cheio ao Cartão Gás, o banco tem sido um grande aliado para minimizar o impacto na renda das famílias mais carentes.

Abertas as inscrições para o Exame Nacional de Residência (Enare) 2022-2023

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São mais de 4 mil vagas em 90 instituições e os interessados podem se inscrever de forma online até o dia 3 de outubro

Estão abertas as inscrições para candidatos interessados na edição 2022/2023 do Exame Nacional de Residência (Enare), realizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). São mais de 4 mil vagas de residências em 90 instituições e os interessados podem se inscrever até o dia 3 de outubro acessando o site enare.ebserh.gov.br. Entre as profissões estão Medicina, Enfermagem, Farmácia, Psicologia, Biomedicina e outras.

O período para envio de documentação para análise curricular ocorrerá entre 15 de setembro e 5 de outubro e as provas objetivas devem ocorrer em 6 de novembro nas capitais de todos os estados e Distrito Federal, além de 23 grandes centros. A previsão é que o resultado final seja divulgado no final deste ano, uma vez que o período para a matrícula dos aprovados é de 10 de fevereiro a 31 de março de 2023.

O Enare tem como objetivo otimizar a forma de selecionar os residentes, oferecendo benefícios para as instituições e candidatos. Nas duas primeiras edições, as instituições participantes tiveram menos vagas ociosas, eliminaram os custos e a carga burocrática da realização dos exames individuais e ampliaram a qualificação da seleção. Para os candidatos, o exame unificado apresentou vantagens como custo menor, data única para a realização das provas, aplicação em todas as capitais e algumas cidades-polo, possibilidade de escolha de onde o residente queria atuar, dentre outras.

O processo seletivo contempla instituições públicas e privadas sem fins lucrativos com vagas de Programas de Residência Médica ou Programas de Residência em Área Profissional da Saúde (Uniprofissional ou Multiprofissional), reconhecidos pelo MEC e que possuam vagas autorizadas com financiamento das bolsas garantido.

Enem da Residência

O sistema de classificação do Enare é muito próximo ao Enem/Sisu, em que o candidato sai com a nota alcançada na especialidade escolhida após as provas e a utiliza para indicar onde pretende atuar. O sistema fica aberto por um tempo determinado para que cada candidato registre o local de sua preferência. As melhores notas se sobrepõem às menores, determinando, ao fechar, quem ocupará as vagas. Em seguida, ele é aberto novamente para preencher as vagas ociosas e para a formação de cadastro reserva, reduzindo muito a possibilidade de deixar vagas ociosas.

A primeira edição do exame, realizada em 2020, contou com mais de 4,1 mil inscritos disputando 304 vagas em oito hospitais da Rede Ebserh/MEC e um hospital militar. A segunda edição, realizada no ano passado, contou com mais de 32 mil inscritos para 3,2 mil vagas em 81 instituições.

Presidente Jair Bolsonaro confirma presença em funeral da rainha Elizabeth II

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Cerimônia ocorrerá no dia 19, em Londres. De lá, Bolsonaro deve viajar direto a Nova York, nos Estados Unidos, onde participa da abertura da 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas

O presidente Jair Bolsonaro confirmou presença no funeral da rainha Elizabeth II, em Londres, no Reino Unido, na próxima segunda-feira (19).

“O convite à cerimônia foi encaminhado, na noite do sábado (10), à Embaixada do Brasil em Londres. Consultado na manhã do domingo (11), o senhor presidente da República orientou o Itamaraty a responder positivamente ao convite”, informou o Ministério das Relações Exteriores, em nota.

De lá, Bolsonaro deve viajar direto a Nova York, nos Estados Unidos, onde participa da abertura da 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas. O evento está marcado para o dia 20 de setembro. Tradicionalmente, o discurso do presidente brasileiro abre a conferência.

A rainha Elizabeth morreu na última quinta-feira (8), aos 96 anos, no Palácio de Balmoral, na Escócia. No mesmo dia, Bolsonaro decretou luto oficial de três dias. Na ocasião, o presidente brasileiro disse que ela foi “uma rainha para todos nós”.

“É com grande pesar e comoção que o Brasil recebe a notícia do falecimento de Sua Majestade a Rainha Elizabeth II, uma mulher extraordinária e singular, cujo exemplo de liderança, de humildade e de amor à pátria seguirá inspirando a nós e ao mundo inteiro até o fim dos tempos”, escreveu em suas redes sociais.

Hoje, o caixão com o corpo da monarca está em Edimburgo, capital escocesa. Após uma cerimônia na Catedral de Saint Giles, o local será aberto para que o público possa preste suas homenagens.

Amanhã (13), o corpo de Elizabeth será levado a Londres. Lá, passará pelo Palácio de Buckingham, pelo Salão de Westminster, onde ocorrerá o velório público da rainha, e por fim, pela Abadia de Westminster, para o funeral de Estado, no dia 19. O corpo será, então, enterrado no Castelo de Windsor, que fica nos arredores da capital britânica.

250 bailarinos se apresentam no SESC Ceilândia entre os dias 23 e 25 de setembro

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Com apresentações de Ballet Clássico, Jazz e Danças Populares, o evento será uma grande celebração à dança

Ballet Clássico, Jazz e Danças Populares – 250 bailarinos se apresentam no SESC Ceilândia, (no teatro Newton Rossi) entre os dias 23 e 25 de setembro. o evento reunirá grupos de dança do Distrito Federal e Goiás numa grande celebração à dança. Com o objetivo de fomentar a dança na cidade, a mostra contará ao todo com convidados de 35 equipes. Os ingressos já podem ser retirados no site do Sympla clicando AQUI.  – https://bit.ly/3d4HuWO
 Haverá apresentação de trabalhos coreográficos nas seguintes estéticas: Ballet Clássico; Neoclássico; Dança Contemporânea; Danças Urbanas; Jazz; Danças Populares e Dança Moderna.
A mostra de dança é uma ação que promoverá a integração e interatividade entre artistas, do Distrito Federal e do entorno, com o público presente. Além disso, o festival ainda propicia um ambiente favorável para a criação de intercâmbio e troca de vivências e experiências, entre os profissionais da área.
Para o analista de cultura do Sesc, Paulo Marinho, o evento é essencial para os artistas de dança locais. “O Sesc é um grande incentivador cultural, e com eventos assim, abre espaços culturais para que os artistas podem mostrar seus trabalhos num ambiente acolhedor e com estrutura técnica, oferecidos pela instituição de forma gratuita”, completou o organizador do evento.

Para o público que deseja conhecer os trabalhos desses artistas, o Aberto para Balanço é gratuito e com classificação livre. O Sesc solicita apenas a doação de 1kg de alimento não perecível para o Programa Mesa Brasil, promovido pela instituição.

Campanha traz mensagem de esperança em meio à alta de estatísticas negativas no Brasil

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Número de pessoas que interromperam a própria vida cresceu entre 2000 e 2019, ao contrário do que ocorreu em todo o mundo 

Nove em cada dez casos de suicídio poderiam ser evitados, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2019, mais de 700 mil pessoas interromperam a própria vida em todo o mundo. No Brasil, são quase 14 mil casos por ano, em média trinta e oito brasileiros por dia. Os números são tristes e alarmantes, mas a campanha Setembro Amarelo traz uma mensagem de esperança: “A vida é a melhor escolha!”.

Em sua 9ª edição, o Setembro Amarelo é um movimento organizado pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM). A campanha se propõe a conscientizar sobre o valor da vida e ajudar na prevenção do suicídio, mas também convoca você a ser o agente do bem na vida daqueles que estão sofrendo e pensam nesse ato extremo como a única saída.

O portal Brasil 61 conversou com o doutor Antônio Geraldo, presidente da ABP e coordenador nacional da campanha Setembro Amarelo. O psiquiatra explicou que o suicídio é uma emergência de saúde pública e que, diante da delicadeza do tema, toda a sociedade deve agir com responsabilidade para que o objetivo principal seja alcançado: salvar vidas.

“Se você tem uma emergência agora e alguém precisa de ajuda, o que fazer? Ligar para o SAMU, porque é uma emergência médica. Se alguém está infartando, infarto é o quê? Uma emergência médica. Você liga pra onde? Serviço de Atendimento Médico de Urgência. Sempre pensar nisso: por ser uma emergência médica, nós precisamos levar a um serviço médico. Depois que a vida estiver protegida, aí sim vai encaminhar para o psiquiatra e montar a equipe multidisciplinar que vai trabalhar essa pessoa adequadamente em tudo que precisar para salvar a vida”, orienta.

O coordenador do Setembro Amarelo convida as pessoas a acessarem o site da campanha por meio do setembroamarelo.com. Lá, é possível encontrar manuais de orientação, posts para uso nas redes sociais e como abordar o tema sem estigmatizar as pessoas que têm ideias suicidas.

“A gente precisa ajudar as pessoas que pedem ajuda ou que dão sinais, ou demonstram sintomas de que estão adoecendo e você tem ali tudo gratuitamente, explicadinho pra você já captar, baixar, fazer download e usar ou pra você aprender e levar o conhecimento para outras pessoas. Mas lembrem-se: se você falar errado, informar errado, tudo muda”, alerta.

Durante a entrevista, o psiquiatra também ressaltou que o Brasil vem na contramão do que se observa em todo mundo quando o assunto é suicídio. Enquanto a taxa global diminuiu 36% entre 2000 e 2019, na região das Américas, as taxas aumentaram 17% no mesmo período.

Como forma de enfrentar esse grave problema de saúde pública, ele aponta para a urgência de fortalecer a rede de assistência, já que quase 100% das pessoas que tentaram contra a própria vida tinham algum transtorno mental, como depressão ou ansiedade, principalmente não diagnosticados ou tratados incorretamente.

Confira a entrevista abaixo: 

Fonte: Brasil 61

Os impactos da atualidade na saúde mental

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* Por Kalil Duailibi 

Nunca, em toda a história humana, falar sobre saúde mental – e zelar por ela – foi tão necessário e desafiador. Vivemos um período de excruciante rotina diária de trabalho, sem limites entre o início e fim do expediente, crise econômica, alto índice de desemprego, polarização, insônia, ansiedade, superexposição nas redes sociais, aumento do abuso de substâncias como o álcool e a maconha e, para fechar com chave de ouro, uma pandemia mundial. Não à toa, notamos uma explosão de novos casos de jovens com doenças mentais.

Neste contexto, destaco a importância da campanha deste mês, a Setembro Amarelo. Criada pela Sociedade Brasileira de Psiquiatria em 2014, esta data tem o objetivo de relembrar a essencialidade do esforço conjunto da comunidade médica e da sociedade na luta contra o suicídio e contra o estigma que esta questão carrega – muitas vezes, fazendo com que as pessoas deixem de buscar atendimento médico e tratamento psiquiátrico adequados logo aos primeiros sinais de que sua saúde mental não está bem. Segundo a OMS, em estudo publicado em 2019, 700 mil suicídios acontecem, anualmente, em todo o mundo – se considerarmos a subnotificação, podemos facilmente estimar mais de 1 milhão de casos. No Brasil, o registro é de cerca de 14 mil por ano – 38 por dia! Embora os números estejam em queda na maior parte do mundo, aqui na América Latina eles não param de aumentar. E, em 90% dos casos, as pessoas apresentavam doenças mentais, muitas não diagnosticadas ou tratadas de forma errada.

É fundamental ampliar o acesso a tratamentos psiquiátricos e informação.

Recentemente, o burnout foi incluído pela OMS na nova Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Traduzida como síndrome ocupacional crônica, o burnout é uma condição mental relacionada ao trabalho. Em uma era acelerada como esta pela qual passamos, com uma redução consistente de direitos trabalhistas em todo o mundo em razão da crise econômica, as pessoas têm sofrido demais para atender aos prazos e às exigências de suas funções, que não param de crescer, além de terem que lidar com o estresse alheio. Esses excessos impactam diretamente na qualidade de vida, nos cuidados com a saúde física e com a saúde mental – que até pouco tempo atrás nem faziam parte da lista de prioridades de nenhuma organização. Mas o mundo evolui, e hoje as empresas e o mercado já perceberam que pessoas sem segurança psicológica não produzem da mesma forma e isso traz impacto econômico para qualquer negócio.

O acúmulo de trabalho é uma das situações negativas neste cenário. Mas há também outros estressores mentais, que podem inclusive levar a pensamentos suicidas ou ao próprio suicídio, como o assédio ou bullying, grandes mudanças (demissão, separação ou a perda de alguém querido, por exemplo), pequenas e repetitivas situações do cotidiano (o trânsito caótico das grandes cidades é uma ótima ilustração disso) e situações de tensão crônica, causadas por relacionamentos abusivos na vida pessoal ou no ambiente profissional. A sensação de desamparo e impotência frente aos estressores da vida, em todos os sentidos, é uma condição básica para a desesperança, que pode elevar o risco de suicídio.

Na verdade, a realidade humana, que evoluiu tanto até aqui, ainda precisa dar muitos passos em direção à valorização da saúde mental das pessoas. Não podemos deixar de lado as políticas públicas que auxiliam a população a ter acesso a tratamentos adequados quando se trata deste tema. Esse, sem dúvida, é o nosso papel enquanto comunidade médica e sociedade. Enquanto essa preocupação não for lugar-comum, ainda estaremos longe de não precisarmos de uma campanha como a Setembro Amarelo.

* Kalil Duailibi é psiquiatra e professor do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro

Veja a agenda dos candidatos à Presidência nesta segunda-feira (12/9)

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Campanha começou no dia 16 de agosto

Confira as agendas dos candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira (12):

Ciro Gomes (PDT): às 10h, em São Paulo, participa de encontro com jovens no Centro de Integração Empresa Escola (CIEE).Às 17h, participa, em Brasília, da posse da ministra Rosa Weber na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).

Constituinte Eymael (DC): não divulgou sua agenda.

Felipe D’Ávila (Novo): não divulgou sua agenda.

Jair Bolsonaro (PL): participa de gravação de podcast em São Paulo, às 19h.

Léo Péricles (UP): não divulgou sua agenda.

Lula (PT): às 11h, concede entrevista coletiva à imprensa no escritório político da coligação Brasil da Esperança, em São Paulo, acompanhado da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Às 20h, concede entrevista para a CNN Brasil.

Padre Kelmon (PTB): cumpre agenda em Macapá, onde assina às 19h30, o Pacto pela Cristandade em defesa do orgulho de ser cristão, de Deus, da pátria, da família e da liberdade, com correligionários.

Simone Tebet (MDB): às 10h30, participa de caminhada pelo centro de Montes Claros, em Minas Gerais. Às 11h30, tem reunião com empresários e lideranças no Auditório da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Montes Claros. Às 15h, em Feira de Santana (BA), participa de caminhada no Mercado Popular e, às 16h30, visita o Hospital da Mulher do município.

Sofia Manzano (PCB): não divulgou sua agenda.

Soraya Thronicke (União): às 9h, participa de reunião com a equipe de Assessoria de Imprensa e Comunicação da campanha eleitoral, em São Paulo. Às 15h, em Brasília, participa de gravação de sabatina /entrevista para a Rede Vida. Às 17h, estará presente à cerimônia de posse da ministra Rosa Weber como presidente do STF.

Vera Lucia (PSTU): às 15h, participa de gravação do podcast Mulheres Públicas. Às 18h, participa do programa de entrevistas Prelúdio, via YouTube. Às 20h, participa de live no Instagram com o Bombeiro Rafa, do Rio de Janeiro, sobre proteção de crianças e adolescentes, educação globalizada e cultura infantojuvenil.

Ibaneis entra na briga pelo reajuste da Polícia Civil

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Candidato à reeleição que criou o plano de saúde e o auxílio-uniforme para a categoria reforçou apoio à recomposição salarial

 O trabalho do governador Ibaneis Rocha (MDB) pela Polícia Civil foi reconhecido em um almoço com delegados e profissionais da categoria, neste sábado (10), no clube da Associação de Delegados da Polícia do DF (Adepol). Na ocasião, foi reforçado o pedido de  recomposição salarial, que depende de aprovação do Congresso Nacional.

Ibaneis agradeceu o empenho dos policiais civis e se prontificou, em um segundo mandato, a buscar mais um aumento da remuneração da categoria, que em 2019 foi contemplada com 8% de reajuste. “Fizemos todas as contas juntos, com a participação dos sindicatos e associações e você saber que tem condições de ter reajustes e não conseguir dar porque depende dos outros. Ficamos na dependência dos outros estados, que têm as suas políticas salariais”, lembrou.

Segundo o governador, em um segundo mandato será necessário lutar pela independência na gestão do Fundo Constitucional. “Está passando da hora de conseguir força no Congresso Nacional para aprovar uma medida que transfira a responsabilidade da gestão do Fundo Constitucional para o DF. Essa talvez seja a nossa grande libertação em relação a tudo o que precisa acontecer”, disse o emedebista ao lembrar que mudanças na remuneração dos profissionais das forças de segurança dependem da Câmara Federal.

No almoço, o governador assinou uma carta de intenções se comprometendo a lutar pela reestruturação da carreira e recomposição salarial, o pagamento de pecúnias, a regularização do clube da Adepol e outras demandas.

Por outro lado, a criação do plano de saúde, do auxílio-uniforme, do Serviço Voluntário Gratificado (SVG) durante o governo Ibaneis foram reconhecidos pelos policiais. “A principal palavra é de agradecimento, a gente sabe que a grande demanda é a justa e merecida recomposição salarial ainda, que não veio, mas sabemos que houve iniciativa dentro da Polícia Civil, entidades de classes, chegou até a área federal, mas acabou não saindo”, lembrou o presidente da Adepol, Amarildo Fernandes, ao agradecer o que já foi feito pelo governo Ibaneis. “Outra questão foi a melhoria nas nossas condições de trabalho, seja com as obras e equipamentos. Nosso auxílio-alimentação também foi majorado. Somando isso tudo já dá uma enorme conquista”, complementou.

O chefe do Executivo também falou do bom relacionamento com os servidores públicos. “Esse é um governo de avanços, não só pelas obras e questões sociais, mas é o avanço do trato. Esse talvez tenha sido o governo com menor número de greves da história do DF, exatamente pelo diálogo que existiu com todos”, afirmou Ibaneis Rocha.

 Adesivaço no Guará

Antes do almoço, Ibaneis Rocha participou de um adesivaço com apoiadores, no Quiosque da Jô, no Guará II. Ele cumprimentou a população e pediu votos para a coligação Unidos pelo DF.

Ministério da Cidadania vai revisar o cadastro do Auxílio Brasil

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Decisão foi explicada pelo ministro Ronaldo Bento no Brasil em Pauta

O Ministério da Cidadania vai fazer uma revisão no cadastro do Auxílio Brasil. O objetivo é cumprir os requisitos do programa e evitar o pagamento às famílias que tenham renda superior ao limite estabelecido. “Estamos com uma política muito forte nesse batimento de dados, nesse cruzamento de dados para fazer com que o recurso realmente chegue nessas famílias que necessitam”, afirmou o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, em entrevista ao programa Brasil em Pauta, apresentado pelo jornalista Paulo La Salvia, que vai ao ar neste domingo (11), na TV Brasil.

O trabalho de fiscalização envolve um conjunto de órgãos, como Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-Geral da União (CGU) e Polícia Federal. O cruzamento de informações no Cadastro Único (CadÚnico) perpassa 34 fontes de dados.

Os pagamentos do Auxílio Brasil, no valor de R$ 600, começaram em agosto a famílias que se enquadram no perfil de vulnerabilidade social previsto no programa. Essas famílias também tiveram direito ao Vale Gás no valor de R$ 110. Esses valores são resultados de Emenda Constitucional, promulgada pelo Congresso Nacional, que ampliou o volume de benefícios destinados à população de baixa renda no país.

O ministro explicou que o Auxílio Brasil busca promover uma mudança social alicerçada na autonomia das pessoas de forma que os incentivos possam ser também uma alavanca, uma porta de saída. “O principal eixo do programa é trazermos oportunidades para as famílias, com essas oportunidades elas conseguem gerar renda própria e renda é sinônimo de liberdade”, disse.

Segundo o ministro, hoje, todas as famílias na pobreza e na extrema pobreza estão recebendo o benefício. Ele explicou que as famílias que ainda não recebem o benefício devem se dirigir a um Centro de Referência em Assistência Social (Cras), nos municípios, para serem inscritas no CadÚnico, banco de dados que é uma porta de entrada para os programas sociais. O pré-cadastro também pode ser feito por meio do aplicativo Cadastro Único. A projeção do Ministério da Cidadania é chegar a 21 milhões de famílias recebendo o Auxílio Brasil até o final do ano.

Ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, é o entrevistado no programa Brasil em Pauta
Ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, é o entrevistado no programa Brasil em Pauta – Valter Campanato/Agência Brasil

Segurança alimentar

Durante a entrevista, Ronaldo Bento falou ainda sobre o programa Alimenta Brasil, que tem como finalidade ampliar o acesso à alimentação para a população em situação vulnerável e incentivar a produção de agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais.

“O programa visa combater a insegurança alimentar fomentando a produção local de alimentos. Isso faz com que a gente tenha um alimento saudável sendo entregue a essa população de maneira mais rápida”, disse o ministro. “A gente garante a compra desses produtos para fins de entrega a bancos de alimentos e, a partir dali, vai para a merenda escolar, vai para toda essa rede de segurança alimentar. É um sistema de segurança alimentar que nós temos”, completou.

Ainda sobre o assunto, o ministro da Cidadania ainda comentou sobre a importância do Brasil na produção de alimentos em escala mundial, sendo o país um dos maiores produtores do planeta. “Produzimos um a cada cinco pratos de alimento no mundo. Sem o Brasil hoje o mundo passa fome”, destacou Ronaldo Bento.

Eleições 2022: desistências de candidaturas superam as de 2018

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A um dia do prazo para que a Justiça Eleitoral julgue todos os registros de candidatura, o número de candidatos que desistiram da disputa nas Eleições 2022 chegou a 799, superando a quantidade de desistentes nas eleições gerais de 2018, quando 770 candidatos abandonaram a campanha.

As desistências deste ano representam 25,3% de todos as candidaturas consideradas ineptas. Até o momento, 876 (51,35%) tiveram o pedido de registro negado pela Justiça Eleitoral por não atenderem aos critérios da legislação eleitoral ou apresentarem algum impedimento, incluindo os previstos da Lei da Ficha Limpa.

São os casos, por exemplo, das duas candidaturas à Presidência da República negadas até o momento: a de Pablo Marçal, que pretendia concorrer pelo Pros, mas não comprovou o apoio partidário necessário; e Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, que foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa por sua condenação no caso do Mensalão.

Outro motivo para uma candidatura ser considerada inapta é quando o registro foi cancelado pelo partido, o que ocorreu 13 vezes até o momento. É possível ainda que o pedido sequer seja conhecido pela Justiça Eleitoral, em geral devido alguma irregularidade formal que impede seu julgamento. Neste ano, esse foi o caso de 15 registros.

Há ainda as situações em que houve morte de candidato. Desde o início da campanha, três candidatos às eleições deste ano morreram. Todos disputavam uma vaga de deputado federal.

São eles o empresário Ilson Baiano (Solidariedade-BA), que morreu de causas naturais não declaradas; o aposentado Adair Ferreira de Souza (Patriota-RO), que teve um ataque cardíaco; e o advogado Antonio Weck (PSC-RS), que morreu em acidente de trânsito na BR-116.

Em todos os casos – seja por indeferimento, cancelamento, não conhecimento ou morte – o partido ou federação correspondente tem até 10 dias corridos para apresentar um substituto.

Números consolidados

Os números finais ainda devem ser consolidados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que atualiza os dados ao menos três vezes ao dia. De acordo com a atualização mais recente, às 14h deste domingo (11), ainda há, por exemplo, 2.515 candidaturas aguardando julgamento.

Neste ano, há um recorde de pedidos de registro de candidatura em eleições gerais, que chegou 29.163. Desses, a Justiça Eleitoral já deferiu ao menos 24.440.

O prazo para que a Justiça Eleitoral julgue todos os pedidos se encerra amanhã (12), incluindo recursos. Não raro, porém, esse prazo pode ser extrapolado em situações complexas, em que o candidato pode inclusive recorrer à Justiça comum para garantir seu nome na urna, nas chamadas candidaturas sub judice, ou seja, com pendências judiciais.