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Pesquisa Correio/Opinião: 48,4% aprovam gestão de Celina Leão no DF

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Terceira rodada ouviu 1.121 eleitores em 31 regiões administrativas e registra oscilação dentro da margem de erro de três pontos

Da Redação

A terceira rodada da pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política aponta que 48,4% aprovam e 38,6% desaprovam a gestão da governadora Celina Leão (PP). No levantamento anterior, divulgado em 5 de agosto, a aprovação era de 51,9% e a desaprovação de 33,7%.

Nesta rodada, 2,8% dos entrevistados não responderam e 10,2% não souberam avaliar.“A governadora oscilou dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para cima ou para baixo”, disse Alexandre Garcia, CEO do Opinião Inteligência Política.

Celina está à frente do governo há cinco meses, após suceder Ibaneis Rocha (MDB), e divide a agenda oficial com a campanha à reeleição pelo PP. Desde a segunda rodada, participou de dois debates e de sabatinas com diferentes setores. A governadora tem dito que herdou problemas do governo anterior.

Ao mesmo tempo, segue as tratativas para destravar o empréstimo com o Fundo Garantidor de Créditos para o Banco de Brasília, no acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal, e medidas para reduzir o déficit orçamentário deixado pela gestão anterior.

Na avaliação da gestão, 29,6% consideram o governo ótimo ou bom, 35,1% regular, 8,6% ruim e 19,7% péssimo. Outros 6,9% não souberam avaliar. Na rodada anterior, 32,2% consideravam o governo ótimo ou bom, 35% regular, 7,3% ruim e 16,2% péssimo.

A pesquisa ouviu 1.121 pessoas com 16 anos ou mais em 31 regiões administrativas, de forma presencial, entre 20 e 31 de agosto de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-04936/2026.

 

PoderData aponta que Flávio Bolsonaro está à frente de Lula no segundo turno

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Levantamento ouviu 3 mil eleitores entre 30 de agosto e 2 de setembro e também testou cenários com Zema, Caiado e Renan Santos

Da Redação

A pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (3) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na principal simulação de segundo turno da eleição presidencial.

O parlamentar aparece com 45% das intenções de voto e o petista com 44%. A diferença de um ponto fica abaixo da margem de erro do levantamento. Votos em branco e nulos somam 8%, e os eleitores que não souberam ou não quiseram responder representam 3%.

O levantamento foi realizado no período em que vieram a público novas informações do caso Master, envolvendo Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, após o relator André Mendonça retirar o sigilo da ação que apura troca de mensagens entre o empresário e o magistrado.

Na pesquisa anterior, do final de agosto, Lula marcava 45% contra 44% de Flávio.

O instituto testou outras três simulações de confronto direto. Contra Romeu Zema (Novo-MG), Lula registra 44% e o ex-governador 42%, com 12% de brancos e nulos e 2% de indecisos.

Contra Ronaldo Caiado (União-GO), o quadro se repete: Lula tem 44% e Caiado 42%, com 11% de brancos e nulos e 2% de indecisos.

Contra Renan Santos (Missão), Lula aparece com 44% e o adversário com 39%. Neste cenário, brancos e nulos sobem para 15% e os indecisos ficam em 3%.

A pesquisa PoderData/Aya ouviu 3.000 pessoas em 716 municípios das 27 unidades da federação, entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi feito com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07561/2026.

 

Zanin relata ADI de Celina contra regra que muda o Fundo Constitucional

Ação Direta de Inconstitucionalidade pede liminar para suspender dispositivo da Lei Complementar 235/2026 que muda atualização dos recursos

Da Redação

Foi distribuída ao ministro Cristiano Zanin a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela governadora do Distrito Federal, Celina Leão, no Supremo Tribunal Federal, contra dispositivo de lei que pode impactar o cálculo das atualizações do Fundo Constitucional do DF.

Segundo Celina, o projeto que deu origem à Lei Complementar federal 235/2026 foi apresentado com o objetivo de mitigar os impactos econômicos sobre os combustíveis decorrentes do conflito no Oriente Médio.

Durante a tramitação da proposta, o Congresso incluiu uma regra fiscal que, segundo ela, afeta a forma de atualização dos recursos destinados ao FCDF. Para a governadora, a competência do Congresso Nacional para estabelecer normas gerais de finanças públicas e adotar medidas de sustentabilidade da dívida não autoriza o esvaziamento de uma obrigação constitucional de custeio da segurança pública do DF.

A estimativa do GDF é de redução de R$ 1,8 bilhão no Fundo Constitucional no próximo ano. Celina argumenta que a redução dos recursos poderá comprometer a prestação de serviços públicos no Distrito Federal. Ela pediu a concessão de liminar para suspender o dispositivo que afeta a capital.

 

Michelle, Bia Kicis e Wellington Luiz organizam mutirão de fraldas

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Ação marcada para 16 de setembro visa atender instituição do Lago Sul que recebe cerca de 100 internos e usa 800 fraldas por dia

Da Redação

As candidatas do PL ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, e o deputado distrital Wellington Luiz (MDB), presidente da Câmara Legislativa e candidato à reeleição, participaram na quarta-feira (2) da organização de um mutirão para arrecadar fraldas destinadas à Vila Pequenino Jesus, no Lago Sul.

A instituição acolhe pacientes com incapacidade física e psiquiátrica. Atende cerca de 100 internos de diferentes idades. Grande parte dos leitos tem características de semiUTI. A demanda média é de 800 fraldas por dia.

“Eu e Michelle temos um projeto forte de apoio à Vila Pequenino Jesus. Ajudamos há muitos anos. Eles fazem um trabalho extraordinário. Fora dos padrões”, afirmou Wellington.

Segundo o parlamentar, a instituição acolhe os pacientes com profissionalismo, carinho e respeito.Após a organização do mutirão, previsto para 16 de setembro, os três gravaram um vídeo de campanha no qual Michelle chamou Wellington de “careca do bem”. A gravação circulou nas redes sociais.

Doações e informações sobre o mutirão podem ser feitas pelos telefones (61) 3526-0506 e 98140-0198 (Jorge) ou pelo e-mail contato@viladopequeninojesus.com.br.

 

Presidente da Adasa fala sobre estiagem e uso da água no Vozes da Comunidade

Entrevista ao vivo às 10h no YouTube e em rádios comunitárias aborda reservatórios, esgoto e consumo consciente no Distrito Federal

Da Redação

O diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal, Raimundo Ribeiro, é o convidado do programa Vozes da Comunidade nesta sexta-feira (4).

Apresentada ao vivo pelo jornalista Toni Duarte no YouTube e retransmitida por rádios comunitárias do DF e do Entorno, a entrevista tratará das ações do órgão para enfrentar a estiagem no Distrito Federal.

Com os reservatórios sob monitoramento, Ribeiro deve reforçar a necessidade de cooperação entre a população e o setor produtivo para evitar o desperdício de água.

O presidente da Adasa deve abordar a política de preservação das bacias, a intensificação da fiscalização e o consumo consciente em residências como linha de defesa contra a escassez.

O público poderá acompanhar, a partir das 10h, no canal Vozes da Comunidade, esclarecimentos sobre regulação de poços artesianos, expansão da rede de esgoto e restrições de horários para irrigação agrícola.

 

TRE-DF mantém propaganda de Celina Leão que cita Caixa de Pandora

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Juiz entende que conteúdo se refere a fatos públicos e que intervenção em material eleitoral deve ser excepcional para preservar liberdade de expressão

Da Redação

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal negou pedido de liminar protocolado pela equipe de José Roberto Arruda (PSD) contra propaganda que faz críticas à trajetória do candidato. Com a decisão, o material da campanha de Celina Leão (PP) pode continuar a ser veiculado.

A propaganda da governadora mostra matérias sobre a Operação Caixa de Pandora, escândalo que provocou a cassação do mandato de Arruda em 2010. A operação investigou um esquema de corrupção no governo do Distrito Federal entre 2006 e 2009.No vídeo, exibido em 29 e 30 de agosto, a equipe da candidata à reeleição afirma que colocar o adversário no governo novamente é como “colocar raposa para cuidar de galinheiro”.

“Arruda foi preso duas vezes, tem sete condenações, está inelegível. E atenção, deve 594 milhões aos cofres do DF. E agora, pasme, ele quer ser governador de novo. Quer voltar a cuidar do dinheiro de Brasília. É ou não é colocar a raposa para cuidar do galinheiro?”, diz o vídeo.

A defesa de Arruda alega que a propaganda divulgou “afirmações e imagens consideradas ofensivas à honra e alegadamente inverídicas”.A Coligação Resgatar Brasília, representada pelo candidato, defende ainda que “inexiste condenação cível ou por improbidade administrativa transitada em julgado que autorize a afirmação de que possuiria sete condenações ou que deveria R$ 594 milhões ao erário”.

A equipe pede ainda a concessão de direito de resposta, que seria veiculado no horário destinado à propaganda de Celina.

Na decisão, o juiz Carlos Alberto Martins Filho afirma que seria necessário comprovar a falsidade das informações para que a propaganda seja classificada como irregular.

“No caso concreto, as declarações e vídeo impugnados guardam relação com fatos efetivamente existentes e amplamente divulgados na esfera pública, notadamente processo judicial decorrente da investigação denominada Operação Caixa de Pandora, em ação de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios”, afirma o processo.

O magistrado aponta ainda que a intervenção jurídica nos materiais de campanha deve ser feita de maneira excepcional, preservando a liberdade de expressão do candidato.

 

Alcolumbre defende Alexandre de Moraes e ataca Flávio Bolsonaro

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Davi Alcolumbre afirma que pediram R$ 130 milhões ao dono do Banco Master para obra sobre Jair Bolsonaro e que ainda fará relato sobre o tema

Da Redação

Ao defender o ministro Alexandre de Moraes, envolvido no escândalo com o banqueiro Daniel Vorcaro, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), mencionou de forma indireta o patrocínio ao filme “Dark Horse” ao responder a cobranças de senadores para que abrisse processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal.

Os pagamentos do dono do Banco Master para a obra de biografia de Jair Bolsonaro (PL) foram feitos a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. “Apenas um comentário, no momento adequado eu vou falar. Todo mundo esqueceu que pediram R$ 130 milhões para a mesma pessoa para fazer um filme. E agora o culpado sou eu e o ministro Alexandre de Moraes”, atacou  Alcolumbre no plenário na sessão desta quarta-feira (2).

Ele acrescentou que ainda fará um relato de tudo que quer falar a respeito desse tema. “Vou voltar para a pauta, senão eu vou ter que responder muitas agressões que como presidente do Senado Federal eu estou recebendo nos últimos dias.

”Nesta terça-feira (1º), o ministro André Mendonça, relator do processo do Banco Master, suspendeu o sigilo de um relatório da Polícia Federal que revelou as ligações de Moraes com Vorcaro. Em reação, Flávio e outros senadores aumentaram a pressão pelo impeachment de Moraes.

 

Esplanada terá mudança no trânsito no sábado para ensaio do 7 de Setembro

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Via N1 será interditada para o ensaio do desfile de 7 de Setembro

Neste sábado (5), das 6h às 11h, em razão do ensaio para o evento de 7 de Setembro, haverá interdição da via N1 e S1, na Esplanada dos Ministérios.

Arte: Divulgação

 

Os agentes de trânsito farão o bloqueio dos acessos à N1, pela L4 Norte, via Palácio Presidencial e vias de ligação com a S1, próximas à Catedral. Durante o evento, as equipes atuarão nas imediações para garantir a segurança e a fluidez no trânsito. A previsão é que a via seja liberada às 11h.

Agências do trabalhador oferecem mais de 1,3 mil vagas nesta quinta

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Oportunidades estão em diversas regiões administrativas; pessoas interessadas devem cadastrar o currículo em aplicativo ou ir a uma agência, das 8h às 17h, durante a semana

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.363 vagas abertas nesta quinta-feira (3). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho.

Entre as vagas disponíveis, a de mecânico de automóveis e caminhões chama a atenção pela remuneração. O cargo oferece salário de R$ 5 mil, além de benefícios, e conta com três vagas em Ponte Alta. O cargo que concentra o maior número de vagas é o de operador de caixa, com 303 oportunidades. A remuneração é de até R$ 1,7 mil, além dos benefícios.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.

TRE-DF pode confirmar nesta quinta-feira inelegibilidade de Arruda

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Sessão discute aplicação da Lei da Ficha Limpa e conexão entre condenações da Operação Caixa de Pandora 

Da Redação

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal julgará nesta quinta-feira (3) o pedido de registro da candidatura de José Roberto Arruda (PSD) ao cargo de governador do DF.

A Corte deve examinar se a alteração na Lei da Ficha Limpa se aplica ao caso e se há conexão entre as seis ações de improbidade nas quais o ex-governador foi condenado em segunda instância. Os processos decorrem da Operação Caixa de Pandora, que resultou na prisão de Arruda quando ele era governador do DF, em 2010.

A Procuradoria Regional Eleitoral no DF impugnou a candidatura e pediu que o TRE-DF indefira o registro. Segundo o procurador Francisco Guilherme Vollstedt Bastos, a inelegibilidade de Arruda vence somente em dezembro de 2030, de forma que ele só poderia concorrer novamente no DF em 2034.

O candidato defende que está elegível em razão de mudanças promovidas pela flexibilização da Lei da Ficha Limpa, sancionada em 2025.

A defesa argumentou que as condenações tratam de fatos conexos, de modo que o prazo de inelegibilidade teria começado em 2014 e se encerrado em 2026. “Da forma que o MP pretende, seria pena perpétua”, disse o advogado de Arruda, Francisco Emerenciano.