Início Site Página 1258

PL pede ao TSE para invalidar votos de modelos de urnas com inconsistências verificadas

0

Laudo de auditoria do partido indica inconsistência em 279 mil urnas. Resultado mostra a vitória ao presidente Jair Bolsonaro no segundo turno

O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, anunciou nesta terça-feira (22) que a sigla entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para anular votos de alguns modelos de urnas eletrônicas nas eleições do último dia 30 de outubro.

O documento indica que “em todas as 279.336 urnas eletrônicas dos modelos UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015, utilizadas no Segundo Turno das Eleições Gerais de 2022” foram verificadas inconsistências.

Segundo o partido, laudo técnico de uma auditoria realizada pela entidade Instituto Voto Legal, contratada pelo partido, indica que foram constatadas evidências de mau funcionamento de urnas eletrônicas, através de eventos registrados nos arquivos Logs de Urna.

 

DF é uma das cinco unidades da Federação com menor índice de informalidade

0

Estudo elaborado pelo IPEDF mostra como o mercado se divide nas categorias formal e informal

O Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), apresentou, na manhã desta terça-feira (22), o estudo Trabalho Informal no Distrito Federal, que observa como o mercado de trabalho se dividiu entre formal e informal e como a evolução desses grupos se deu ao longo do tempo. A situação foi avaliada em diferentes grupos sociais.

Brasília é a unidade da Federação com a maior renda per capita do país, o que influencia na baixa taxa de informalidade presente na região.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que a capital do Brasil passou da segunda unidade com menor número de trabalhos informais para a quarta, entre 2018 e 2022. O resultado faz o DF estar no grupo com menor informalidade, junto a estados da região Sul (Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul) e do Sudeste (São Paulo).

34,6%Percentual de homens em situação de informalidade; índice é mais reduzido entre mulheres, com 33%

Entre 2020 e 2022, a informalidade na capital aumentou 5,2 pontos percentuais, ao passar de 28,6% para 33,8%, no segundo trimestre deste ano. A justificativa para tal índice é a crise sanitária que, instaurada no país no primeiro ano da comparação, afetou direta e fortemente o mercado de trabalho. Essa evolução, assim como em outros lugares do país, foi influenciada pelo comportamento da economia nacional.

Quedas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que, em sua série histórica, houve duas fortes quedas do número de informais: 2015-2016 e 2020-2021. A diferença é que, na primeira, o número de informais retomou o patamar anterior. Já a segunda registrou aumento do número de informais além do patamar histórico.

Park Way registra 8,18% de índice de informalidade, número só observado em países ricos

Os homens são os mais afetados pela informalidade. Cerca de 34,6% das pessoas do sexo masculino estão em situação informal, enquanto as mulheres são 33%, de acordo com dados da Pnad Contínua. Esse padrão também foi observado na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad), 28,3% e 26,3% entre homens e mulheres.

As mulheres possuem menor participação nessa taxa devido ao seu nível de escolaridade, pois elas são maioria entre as pessoas que completam o segundo grau de ensino. Há também uma diferença substancial entre informais negros (cerca de 29%) e brancos (aproximadamente 13%) na capital.

Entre as regiões administrativas (RAs), também há registro de desigualdade espacial. As RAs com maior informalidade, como SCIA, Itapoã, São Sebastião, Fercal e Varjão, chegam a 40% de informais, enquanto o Park Way, região com menor nível avaliado, tem apenas 8,18%, índice observado apenas em países ricos.

A alta informalidade se concentra nas atividades não especificadas – que concentram 61,2% das pessoas -, seguida de construção (57,5%) e serviços domésticos (45,2%). Do grupo de baixíssimo índice de informalidade fazem parte as áreas da administração pública (5,13%), educação e saúde (11,1%) e comunicação e atividades financeiras (11,2%).

Confira aqui o estudo elaborado pelo IPEDF.

Comidas típicas para provar no Alentejo

0

Culinária é marcada por ingredientes únicos e produzidos na própria região

Porco preto (Foto Turismo do Alentejo)

A gastronomia do Alentejo é uma das mais autênticas e deliciosas de Portugal. Os pratos alentejanos são conhecidos pela simplicidade e variedade de ingredientes que são produzidos na própria região. Além de se comer muito bem, ainda é possível provar diferentes iguarias em cada destino visitado, preparadas com ingredientes locais e a partir do conhecimento e tradição passados de geração em geração. Veja cinco comidas típicas para provar no Alentejo.

Migas
As migas são um prato típico da culinária alentejana, consumido especialmente no inverno por ser altamente calórico. Apesar de variadas versões, o pão caseiro e duro é o ingrediente principal deste prato que pode ser misturado com carne de porco, bacalhau etc. É possível experimentar as migas em praticamente todas as cidades do Alentejo.

Açorda de bacalhau
A açorda é um prato típico da região do Alentejo, que pode ser preparado de diversas formas. Sua base pode ser de vegetais, porco, frango, peixes etc. No entanto, a açorda de bacalhau é uma das preferidas e a mais comum de se encontrar nos restaurantes alentejanos. A açorda é similar a uma sopa e a sua receita leva, além do bacalhau, pão rústico e muitos temperos e condimentos, como o poejo e o coentro que adicionam uma camada extra de sabor a esta tradicional iguaria alentejana.

Porco preto
Sem dúvida, os alentejanos são especialistas no preparo de uma boa carne de porco. O porco preto do Alentejo é cozido lentamente, tem um sabor bem tenro e textura deliciosa. É uma carne muito saborosa e suculenta e quando harmonizada com um bom vinho tinto alentejano, torna-se uma refeição que você jamais se esquecerá.

Cozido de grão
Um prato muito tradicional e completo da culinária portuguesa. No Alentejo, ele é preparado com variados tipos de carne: cordeiro, borrego, porco e os tradicionais “enchidos” da região, além de vegetais e um toque de hortelã, que confere frescor e sabor singular. Em Vila Viçosa, o cozido de grão é tão tradicional que tem uma semana inteira dedicada à iguaria no mês de setembro, durante o festival gastronômico “Vila Viçosa à Mesa”.

Sericaia
Este doce português é típico da região do Alentejo e traz em seu sabor a tradicional doçaria conventual, feita com ovos, açúcar e canela, tudo em abundância. A sericaia é assada no forno e servida com ameixas locais. Embora não se saiba ao certo a sua origem, muitos acreditam que ele possa ter vindo da Índia. No entanto, foram as freiras dos conventos de Elvas e Vila Viçosa que aperfeiçoaram a técnica e transformaram o doce em uma verdadeira iguaria alentejana.

Sobre o Alentejo 

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da UNESCO e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística internacional do Alentejo é cofinanciada pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

ARTIGO | Precisamos falar sobre o câncer infantil

0

Por Alba Muniz

Temos que falar sobre o câncer infantil. Falar é essencial — um passo importantíssimo para transformações. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que, por ano, o câncer infantil afeta a vida de aproximadamente 280 mil crianças em todo o mundo.

É um tipo perigosamente agressivo, mas com alta possibilidade de cura porque o organismo das crianças — que está em pleno desenvolvimento — costuma dar boas respostas aos tratamentos.

A medicina tem condições de garantir saúde para a maioria das crianças que enfrenta o câncer. A prevenção começa no pré-natal e segue sob o olhar atento de pediatras. É preciso considerar o câncer como suspeita diagnóstica em reações não compatíveis com a idade da criança.

O desafio é identificar a doença ainda em seu estágio inicial e encaminhar os pacientes para um centro de diagnóstico e tratamento adequado, com profissionais especializados em câncer infantil — crianças têm características biológicas e orgânicas diferentes de adultos.

Dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer) reforçam essa urgência: estima que ao menos sete em cada dez crianças acometidas pelo câncer poderiam ser curadas.

Mas é preciso, concomitantemente, cuidar da família. Essa foi a lição que aprendi enquanto estive à frente do mais importante centro público para o diagnóstico e tratamento oncológico, voltado exclusivamente a crianças e adolescentes que vivem na região norte do país.

Uma experiência que durou quase sete anos, desde a inauguração do hospital, findando em julho passado. Foi marcante e absolutamente transformador.

Ao contrário do que muitos imaginam, um hospital oncológico infantil tem um ambiente alegre, colorido. Sabe aquela energia que só as crianças têm? Brincam, interagem, estão permanentemente inquietas. Sorriem para tudo. É assim. Há alegria até nas alas dedicadas ao atendimento de quadros mais graves.

Poucas são as crianças que têm a dimensão e o entendimento da luta que enfrentam, mas é fundamental estabelecer um diálogo honesto e transparente, tanto com os familiares quanto com os pacientes.

Não se pode deixar perguntas sem respostas. E as respostas precisam ser simples e esclarecedoras. É um direito de todo o paciente, independentemente de sua idade.

Costuma ser ingenuidade dos adultos acreditar que as crianças não são capazes de entender a complexidade e as consequências envoltas no câncer.

Lidar com a família e suas necessidades é outro desafio fundamental para o tratamento da criança doente. O impacto pode ser devastador, porque o câncer mexe com toda a estrutura familiar (social e econômica) e exige presença permanente junto à criança em tratamento.

Vi muitas e muitas mães abdicarem de tudo para acompanhar a recuperação de seus filhos. E o hospital não podia ignorar tamanho esforço e dedicação.

Tivemos um olhar profundo diante de cada situação que aparecia. E nos unimos (profissionais, pais e responsáveis) para encontrar soluções em conjunto.

Foi dessa postura humanizada que criamos iniciativas, dentro do próprio hospital, que resultaram, entre outras coisas, em renda-extra para as mães, por meio de práticas empreendedoras. Uma ação reconhecida pela ONU Mulheres, braço da Organização das Nações Unidas, que lembramos com orgulho.

Assim, o hospital contribuiu para minimizar os efeitos dessa ausência na composição da renda familiar e, consequentemente, para evitar o abandono ao tratamento que, aqui na América Latina, segundo a OMS, costuma afetar 30% dos casos totais.

Esse é apenas um exemplo, diante de tantos outros. Cada paciente levava para o hospital sua própria história, além de familiares e acompanhantes. É uma relação que derruba totalmente a ideia de divisão entre profissão e vida pessoal.

Por isso, sempre estimulamos entre os profissionais e médicos o envolvimento com os pacientes. A natureza da atuação direta ao paciente compreende o entendimento preciso sobre afetos, nascimento e fim da vida — e dessa compreensão decorre a criação de laços de atenção, carinho e respeito.

Esse contexto eleva a importância dos processos de humanização no atendimento aos pacientes, principalmente, de crianças e adolescentes que estão em tratamento oncológico, além de seus familiares. E quando falo sobre humanização, refiro-me aos direitos dos pacientes, que precisam compreender seu quadro de saúde e suas possibilidades; e ao compromisso ético dos profissionais com a vida das pessoas acolhidas.

Falar sobre o câncer infantil é vencer muitos tabus, é ampliar a percepção de que o país pode — e deve — fazer mais por suas crianças. O caminho, todos nós sabemos.

Alba Muniz é administradora hospitalar, gerenciou por sete anos o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém (PA)

Equipe de Transição apresenta resultados de 14 áreas ao governador Ibaneis Rocha

0

Com a presença de Ibaneis Rocha, secretários de Estado e demais representantes do governo apresentaram planejamento para o próximo quadriênio

Em mais uma reunião da comissão de transição do governo, nesta segunda-feira (21), secretários de Estado e representantes de 14 áreas diferentes apresentaram um primeiro feedback dos trabalhos ao governador Ibaneis Rocha. O chefe do Executivo local participou do encontro ao lado dos coordenadores da transição e ouviu de cada pasta o planejamento para o quadriênio 2023-2026. E, também, o que pode ser ampliado ou corrigido para a próxima gestão.

“Eu sempre trabalhei com a questão da segurança jurídica. Quando você coloca um planejamento de governo à disposição da sociedade, você traz tranquilidade para a população. E esse é um dos principais objetivos desse governo de transição”, pontuou Ibaneis Rocha. O encontro, realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), durou a tarde inteira.

“Esse trabalho todo vai ser consolidado em um caderno e serão feitos ajustes a partir do que foi colhido de cada uma das secretarias, das empresas públicas que apresentaram seu trabalho”, informou o governador, ao lembrar que, ao final dos trabalhos – no início de dezembro -, o plano de ações será apresentado aos brasilienses.

A importância da integração entre todas as áreas de governo também foi ressaltada por Ibaneis Rocha. “Até mesmo porque há várias secretarias que são transversais, que transitam por vários setores do governo, como a de Ciência e Tecnologia. Então, há um projeto sendo elaborado para iniciarmos 2023 com muita firmeza”, acrescentou.

Um dos coordenadores da comissão de transição, o secretário de Governo, José Humberto Pires, disse que a reunião atendeu às expectativas e que as ideias serão aprimoradas. “Amanhã vamos continuar o trabalho com o restante das áreas. Na verdade, hoje foi feito um corte para que pudéssemos ouvir os grupos de trabalho, fazer uma avaliação preliminar e depois vamos complementá-las”, disse.

Metas para o próximo quadriênio

Catorze áreas de governo apresentaram números e o planejamento para os próximos quatro anos: Segurança; Administração Penitenciária; Justiça e Cidadania; Educação; Saúde; Desenvolvimento Social; Atendimento à Pessoa com Deficiência; Mulher; Juventude; Família; Planejamento, Orçamento e Gestão; Regiões Administrativas; Ciência e Tecnologia; Trabalho e Renda. Cada gestor teve 15 minutos para sua exposição e o trabalho deveria sugerir metas, quando será executado e recursos (como será feito).

Nesta terça-feira (22), a dinâmica dos trabalhos será a mesma, com a apresentação dos outros 14 eixos temáticos. São eles: Desenvolvimento Econômico; Cultura; Esporte e Lazer; Turismo; Mobilidade Urbana; Infraestrutura; Urbanização e Habitação; Agricultura; Meio Ambiente; Saneamento Básico; Desenvolvimento Urbano; Controladoria-Geral do DF; Procuradoria-Geral do DF; e Defensoria Pública do DF.

Cultura e esporte no DF vão receber grandes obras e reformas nos próximos anos

0

Investimentos no Teatro Nacional, na Praça dos Três Poderes, na Piscina com Ondas e a descentralização do Fundo de Apoio à Cultura são prioridades para as áreas

A cultura, o esporte e o lazer no Distrito Federal vão receber grandes investimentos nos próximos anos. Só de reformas, o governo local prevê a entrega do Teatro Nacional, da Praça dos Três Poderes, da Piscina com Ondas e de novos campos sintéticos, quadras de areia e até de um skate park.

As ações foram confirmadas pelos secretários de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, e de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, durante os trabalhos de planejamento de governo no Centro Internacional de Convenções do Brasil na sexta-feira (18).

“Vamos dar muita ênfase à periferia do DF, que hoje é um aglomerado urbano, o terceiro mais expressivo do país. Precisamos atender comunidades que não têm acesso à ajuda do governo, do dinheiro público. O FAC é para todos”Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa

O Teatro Nacional é a prioridade número um da Cultura. Após anos de imbróglio jurídico, o projeto andou, tem empresa vencedora e a reforma começará pela Sala Martins Pena, no valor de R$ 54 milhões. Além disso, o governo já trabalha para reformar a Sala Villa-Lobos em parceria com o Banco de Brasília (BRB).

“Vamos começar pela Sala Martins Pena, que é uma sala importantíssima do teatro e, com fé em Deus, nós vamos ter neste segundo mandato as obras do teatro concluídas e ele de volta ao cenário nacional”, comenta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. “A próxima obra que vem aí é a Praça dos Três Poderes. É determinação também do governador Ibaneis Rocha recuperarmos a praça”, adianta.

O secretário Bartolomeu Rodrigues afirma que a Secretaria de Cultura vai “dar muita ênfase à periferia do DF, que hoje é um aglomerado urbano, o terceiro mais expressivo do país” | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

O investimento na economia criativa, potencializando a moda, o design e a gastronomia, também será tratado com carinho pela pasta. Outra missão para os próximos anos é dar continuidade à descentralização dos recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

“Vamos dar muita ênfase à periferia do DF, que hoje é um aglomerado urbano, o terceiro mais expressivo do país. Precisamos atender comunidades que não têm acesso à ajuda do governo, do dinheiro público. O FAC é para todos”, acrescenta Bartolomeu Rodrigues, lembrando que, quando a atual gestão assumiu, havia três mil artistas cadastrados e hoje esse número está próximo de nove mil.

Segundo o secretário de Cultura, é determinação do governador Ibaneis Rocha a recuperação da Praça dos Três Poderes | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília

Esporte

Grandes obras também vão atender a Secretaria de Esporte e Lazer, que, assim, poderá ampliar o seu caráter de transformação social.

A obra da Piscina com Ondas está sendo analisada pelo Tribunal de Contas e aguarda liberação para ser licitada | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Nos centros olímpicos, por exemplo, quatro piscinas já foram reformadas e outras oito estão em processo. Há também a previsão de construção de um centro no Paranoá, que aguarda a liberação de recursos da Caixa Econômica Federal para ser licitada.

A secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, destaca os cinco eixos de atuação da pasta: “Esporte e transformação social; esporte e obras de resgate social; nossos estádios que amamos, que reformaremos; investimento no atleta; e grandes eventos esportivos” | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

Os campos sintéticos e quadras de areia também vão ganhar atenção e novos endereços no segundo governo de Ibaneis Rocha. “Já entregamos mais de dez novos campos sintéticos, reformamos mais de 40 e temos em licitação mais 29 campos. Entregamos 20 quadras de areia e vamos construir mais”, detalha a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

A aguardada obra da Piscina com Ondas está sendo analisada pelo Tribunal de Contas e aguarda liberação para ser licitada. A construção de um skate park no Parque da Cidade também é aguardada para o próximo ano.

“Nós dividimos a atuação em cinco eixos: esporte e a transformação social; esporte e obras de resgate social; nossos estádios que amamos, que reformaremos; investimento no atleta; e grandes eventos esportivos. Esses são os nossos cinco eixos”, explica Gisele Ferreira.

Ainda está prevista a criação do programa Areninha DF, no qual alunos da rede pública terão aulas de futebol nos campos sintéticos e também reforço escolar. Outros projetos de bolsa para atletas e entrega de uniformes e chuteiras serão mantidos.

Parque Tecnológico de Brasília será apresentado em seminário de inovação

0

Evento será realizado no auditório da Egov nesta terça (22), com o objetivo de discutir soluções, ideias e experiências que possam aperfeiçoar o setor público

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), subsidiária integral da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), estará presente no Seminário InovEgov: um dia para falar sobre soluções, ideias e experiências em inovação. O evento tem o objetivo de fomentar a discussão sobre novas e criativas ideias para o setor público.

O encontro está marcado para esta terça-feira (22), das 8h às 18h, no auditório da Escola de Governo do DF (Egov), e é realizado pela Secretaria de Orçamento e Planejamento do DF (Seplad), por meio da Egov. As inscrições poderão ser feitas no site da Escola de Governo, por meio deste link.

O seminário contará com a presença de gestores dos governos local e federal, que apresentarão pitches (termo em inglês para designar apresentações objetivas e concisas) de 20 minutos para expor seus projetos e com moderadores especialistas no tema para condução dos debates. A ideia do seminário é sensibilizar servidores públicos quanto ao conceito e as práticas de inovação e será dividido em quatro eixos principais: foco em pessoas e qualidade de vida, educação, laboratórios de inovação e inovação em Governo.

O gerente executivo do Biotic, Hideraldo Luiz de Almeida, vai falar sobre o tema Biotic – A cidade viva da inovação. O Parque Tecnológico de Brasília faz parte do Painel Laboratórios de Inovação, que inicia às 14h. Moderado por Gilmar Marques, da FAP-DF, o painel ainda contará com três pitches: Atuação em redes para a inovação em governo; Gestação, nascimento e primeiros passos do Inova-ANA; e Laboratório de Inovação Social.

“Um dos objetivos da Biotic S/A é fazer do Parque Tecnológico de Brasília um bairro vibrante – com escritórios, universidades, comércios, residências, praças e parques que se harmonizam com a riqueza da paisagem circundante, unido os conceitos de um parque tecnológico com o de uma cidade inteligente para criar a cidade viva da inovação”, destaca Hideraldo Almeida.

O ecossistema de inovação do Parque Biotic é composto por espaços destinados a universidades, agências de inovação, laboratórios de pesquisa, núcleos de inovação tecnológica, hubs de captação de investimento, aceleradores, incubadoras e o coworking, como os já existentes: Sebraelab, BRB Lab, CIT Detran, Laboratório 360º do Instituto Federal de Brasília, Laboratório Include, Aceleradora Cotidiano e muitos outros projetos de apoio a empreendedores inovadores, em colaboração com múltiplas conexões de negócio.

Na programação, ainda haverá painéis sobre Inovação com foco em pessoas e qualidade de vida; inovação na educação; e inovação no governo.

Governo Ibaneis altera projeto do VLT e prevê construção de seis rodoviárias

0

Investimento para implantar Veículo Leve sobre Trilhos é de R$ 2,5 bilhões; Itapoã, Varjão, Arapoanga, Sol Nascente, Estrutural e Samambaia vão receber novos terminais

A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no Plano Piloto e a construção de seis novas rodoviárias estão no radar do Governo do Distrito Federal (GDF). A afirmação foi feita pelo secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro, durante reunião da comissão de transição do governo realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).

No caso do VLT, o projeto precisou ser reestruturado para atender às normas de tombamento do Plano Piloto. Antes, a opção seria por fiação aérea (catenárias), característica que agora foi ajustada para Alimentação Pelo Solo (APS), sistema similar ao utilizado no Rio de Janeiro. “Até o fim do mês, a empresa responsável pelo projeto o entrega, para então levarmos ao Tribunal de Contas; assim, se tudo correr bem, poderemos licitá-lo no ano que vem e iniciar as obras no final de 2023 ou início de 2024”, detalha o secretário.

Custos

O custo para implantação do VLT é estimado em R$ 2,5 bilhões. Desse total, R$ 1,5 bilhão ficam a cargo do GDF e R$ 1 bilhão da empresa vencedora da concessão, conforme o modelo escolhido para o projeto. A previsão inicial do VLT na W3 é ligar o Terminal Asa Norte (TAN), no fim da Asa Norte e próximo ao Noroeste, ao Terminal Asa Sul (TAS), próximo à Enap e à Academia do Corpo de Bombeiros, fazendo a ligação de toda a W3.

A segunda fase do projeto consiste em ligar o TAS ao aeroporto, reduzindo ao máximo o fluxo de ônibus ao longo da avenida W3. “Os ônibus que viriam para poder atender os passageiros na W3 vão desembarcar nos terminais e alimentar o VLT, para que ele possa fazer a distribuição dos passageiros ao longo da W3”, explica Valter Casimiro. “Assim, você tira as linhas circulares que passam pela W3 e passa a usar o VLT”.

Rodoviárias

O GDF também trabalha na construção de novas rodoviárias. Há terminais em andamento no Sol Nascente/Pôr do Sol, Itapoã e Varjão, e outros serão erguidos no Arapoanga, Estrutural e em Furnas (Samambaia). Além desses, foram entregues um em Sobradinho e em Santa Maria, além da reforma já concluída em Brazlândia e a em andamento no Gama.

Ainda no âmbito dos terminais, o GDF vai construir outras estruturas de integração do BRT em Planaltina, Sobradinho, Riacho Fundo, Recanto das Emas e Samambaia. “Estamos com projeto pronto e queremos colocar a rodoviária do Terminal de Furnas, que é uma integração com metrô e ônibus para possibilitar uma integração”, adianta o titular da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob).

Gama

A reforma da Rodoviária do Gama está em andamento, com 20% da obra executada. Por lá foram concluídas as instalações hidrossanitárias, de incêndio, elétrica e de Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), enquanto a cobertura e o pavimento rígido já começaram a ser feitos.

Sol Nascente

No Sol Nascente, a construção está 76% executada, atualmente nas etapas de pavimento rígido, piso de alta resistência da plataforma e urbanização. A Rodoviária do Varjão atingiu 48% de execução e está passando por finalização da drenagem profunda e serviços de instalações hidrossanitárias, incêndio, de SPDA. Também será iniciada a construção da estrutura metálica.

Itapoã

No Itapoã, a obra está com 10% de execução, o que abrange atualmente as obras do reservatório de águas pluviais, instalações hidrossanitárias e a rede de drenagem. Na sequência, será iniciada a execução da fundação da estrutura metálica.

Arapoanga e Estrutural

As rodoviárias de Arapoanga e da Estrutural aguardam a liberação do terreno para que os projetos sejam elaborados. Com relação à Rodoviária de Furnas, por sua vez, o processo licitatório para contratação da empresa para executar a obra está nos trâmites finais, com vistas à publicação do edital.

BRT

Sobre o BRT (sigla, em inglês, de ônibus de trânsito rápido), no de Santa Maria, o governo trabalha na elaboração de projeto de arquitetura, para ampliação do terminal, e na regularização do terreno. Depois, serão elaborados os projetos de engenharia que possibilitam instruir o processo de licitação de contratação de empresa especializada para execução da obra. O BRT Norte tem os projetos em elaboração junto ao DER, enquanto os projetos referentes ao BRT Sul, abrangendo os trechos 3 e 4, se encontram em readequação.

Força-tarefa do GDF socorre famílias do Sol Nascente prejudicadas pelas chuvas

0

Ação conjunta reúne Defesa Civil, Bombeiros, DF Legal, Polícia Civil e Secretaria de Governo; áreas de risco vêm sendo monitoradas desde sexta-feira (18)

Moradores de áreas de risco do Sol Nascente receberam, neste fim de semana, a visita de equipes das secretarias DF Legal e de Governo, durante ação conjunta com a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), a Polícia Civil (PMDF) e a administração regional local. A iniciativa teve como principal objetivo prestar ajuda a famílias que sofreram danos em virtude das fortes chuvas desses últimos dias.

De caráter emergencial, a força-tarefa foi determinada pelo governador Ibaneis Rocha, que, no sábado (19), esteve no local para avaliar a situação e mobilizou órgãos do governo para auxiliar na remoção das famílias, encaminhadas para locais mais seguros. Desde sexta-feira (18), a Defesa Civil, que coordenou os trabalhos, está monitorando toda aquela área.

Equipes seguem de prontidão na região, prontas para qualquer emergência

“A DF Legal, alinhada à principal diretriz da gestão do governador Ibaneis Rocha, de que o GDF é um só governo e deve andar integrado, tem procurado ser mais do que fiscalização e auditoria, imperando a sua maior premissa: cuidar das cidades é cuidar das pessoas”, afirmou o titular da pasta, Cristiano Mangueira.

Remoção

Durante a ação, a população que foi prejudicada pelas chuvas pôde contar com acompanhamento das equipes de trabalho das secretarias, que enviaram caminhões e ajudaram as pessoas a reunir móveis e demais pertences para serem levados a destinos que, em sua maioria, foram sugeridos pelos próprios moradores.

“Nas primeiras horas de sábado (19), técnicos da Defesa Civil chegaram ao local para levantamento das áreas de risco e avaliação das residências que foram invadidas pelas águas, após as fortes chuvas da madrugada na região”, relata o coordenador de Operações da Defesa Civil, tenente-coronel Gabriel Motta.

Por ordem do governador Ibaneis Rocha, as pastas envolvidas na ação permanecerão monitorando a área até que a situação esteja sob controle e possa ser confirmado que a população esteja em segurança. A Defesa Civil segue fazendo o cadastramento de todas as famílias que sofreram prejuízos com as chuvas.

Um terço dos inscritos no Enem faltou às provas

0

No total, cerca de 3,4 milhões estavam inscritos

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), após 2 anos de pandemia, volta a patamares de ausências considerados dentro da normalidade histórica, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O exame, aplicado nos últimos domingos, dias 13 e 20, contou com a participação de cerca de 2,5 milhões de estudantes no primeiro dia de prova e com aproximadamente 2,3 milhões no segundo dia. No total, cerca de 3,4 milhões estavam inscritos.

O balanço do Enem foi divulgado hoje (21) pelo Inep. “De maneira geral, foi um exame de sucesso, tivemos poucos casos de reaplicação, as taxas de abstenção foram dentro da normalidade histórica. Sabemos que durante a pandemia tivemos taxa de abstenção um pouco maior, mas que já voltou [a patamares normais]”, avaliou o ministro da Educação, Victor Godoy.

Ao todo, 3.476.226 participantes estavam inscritos no exame, 3.409.682 para a versão impressa e 66.544 para a digital. Desses participantes, 2.490.880 fizeram as provas no primeiro dia e 2.351.513, no segundo. O Enem registrou, no ano passado, a abstenção recorde, quando mais da metade dos inscritos faltaram no segundo dia de prova.

A média histórica de abstenção no Enem, segundo o Inep, é de cerca de 27%. Este ano, as faltas foram de 26,7% no primeiro dia e 32,4% no segundo dia. “Do primeiro dia para o segundo dia houve uma variação de mais ou menos 137 mil pessoas [no Enem impresso], o que é um número baixo considerando geralmente aquele aluno que não vai bem no primeiro dia de prova e acaba se desestimulando para a segunda prova”, disse o ministro.

Problemas

Segundo o Inep, 5.126 participantes foram eliminados das provas por desrespeitarem as regras do exame, ou seja, por portarem equipamentos eletrônicos, não atenderem às orientações dos fiscais, utilizarem materiais impressos ou ausentarem-se do local de prova antes do horário permitido.

A autarquia registrou que, durante a realização do exame, pelo menos 193 estudantes foram afetados por problemas logísticos como emergências médicas durante a realização das provas, interrupção temporária de energia elétrica e problemas com abastecimento de água. Desses, 162 estavam fazendo o Enem impresso e 31, o digital.

Em relação aos estudantes afetados por conflitos e operações policiais como os que ocorreram neste final de semana no Rio de Janeiro, em Manguinhos e Jacarezinho, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, o ministro da Educação, Victor Godoy, disse que os casos serão analisados. Pelas redes sociais, ontem (20), estudantes moradores desses locais relataram que, por conta de tiroteios, não conseguiram comparecer às provas.

“Ainda não chegou [ao Inep], mas se chegar vamos avaliar. Se os estudantes não tiverem culpa e, por decorrência de alguma atuação do estado, certamente faremos todo o possível para que não sejam prejudicados e sejam encaminhados para a reaplicação”, informou.

Enem digital

O Enem digital registrou o maior número de ausências. Mais da metade dos estudantes inscritos nessa modalidade não compareceram ao exame. De acordo com Godoy, isso mostra que o Enem digital “ainda não pegou”.

“O Brasil é muito extenso, com muitos locais de aplicação de prova, e esse modelo de levar computado para a sala de aula, para o aluno fazer a prova com o computador, não é muito escalável. Tem que achar um modelo que seja escalável, que tenha atratividade e que mantenha a segurança do exame”, defendeu o ministro.

Futuro do Enem

Segundo o presidente substituto do Inep, Carlos Moreno, a autarquia está desenvolvendo as matrizes do Enem 2024, que deverá ser adaptado do novo ensino médio. “Isso será aplicado em 2024, mas ainda este ano queremos divulgar e publicar o cronograma do Enem do próximo ano, de 2023, para que as pessoas possam se programar com antecedência”, disse.

Resultados

O Inep divulgou também o cronograma das próximas etapas do Enem. Os gabaritos das provas objetivas serão disponibilizados às 18h de quarta-feira (23) no portal do Inep. Os resultados finais serão divulgados no dia 13 de fevereiro de 2023 na Página do Participante.

O espelho da redação, com os detalhes das correções, será divulgado apenas em abril, junto com as notas dos participantes treineiros, ou seja, daqueles que ainda não concluíram o ensino médio e fizeram o exame apenas para testar os conhecimentos. O tema deste ano foi “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”.

Após a divulgação dos resultados do Enem serão abertas as inscrições para os processos seletivos que utilizam a avaliação como forma de ingresso no ensino superior, em data ainda a ser divulgada.

O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Inep.