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Câmara Legislativa aprova orçamento do GDF de R$ 57,36 bilhões para 2023

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Após a aprovação em dois turnos, redação final do texto segue agora para sanção pelo governador Ibaneis Rocha

O Distrito Federal terá, para 2023, um orçamento de R$ 57,36 bilhões. O montante, estimado pelo Projeto de Lei nº 2.992/2022 – Lei Orçamentária Anual (LOA), de autoria do Executivo, foi aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) nesta terça-feira (13). Trata-se do primeiro orçamento para a  próxima gestão do governador Ibaneis Rocha. O orçamento aprovado representa um crescimento de 18,22% em relação ao PLOA de 2022.

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) é uma das áreas em destaque nas mudanças propostas pelo GDF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

O texto foi aprovado em dois turnos, e a redação final segue agora para sanção do chefe do Executivo. Para elaborar o projeto, a equipe econômica levou em consideração o Plano Plurianual 2020-2023, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO 2023).

R$ 45 milhõesTotal destinado à recém-criada Universidade do Distrito Federal

“Fiz questão de prestigiar o trabalho dos parlamentares e acompanhar de perto a votação dessa peça orçamentária tão importante para o Distrito Federal”, afirma o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz. “Vamos priorizar as diretrizes que foram traçadas pela equipe de transição.”

Entre os destaques das mudanças propostas pelo GDF durante a tramitação do PL, há o aumento de R$ 30 milhões destinado ao Bolsa Educação Infantil, administrado pela Secretaria de Educação (SEE), e a inclusão de programações orçamentárias referentes ao Parque Tecnológico de Brasília (Biotic).

Além disso, há cerca de R$ 45 milhões destinados à recém-criada Universidade do Distrito Federal (UnDF), recursos a serem empregados em capacitação de profissionais, criação de bibliotecas e realização de eventos.

A proposta de 2023 conta com uma reserva orçamentária para que seja possível honrar contrapartidas de convênios e operações de crédito contratadas pelo Distrito Federal para assegurar investimentos públicos de interesse da população.

Fundo Constitucional

Lei Orçamentária Anual de 2023 tem 12% de dotação expandida em relação a 2021

 

 

A arrecadação da receita própria estimada para o próximo ano é de R$ 34,39 bilhões. Já o repasse do Fundo Constitucional do DF (FCDF), proveniente da União, será de R$ 22,97 bilhões para 2023, totalizando um orçamento de R$ 57,36 bilhões para o DF. A receita própria é dividida em três partes: Orçamento Fiscal, que soma R$ 23,33 bilhões; Orçamento da Seguridade Social, de R$ 9,64 bilhões, e Orçamento de Investimento, que atinge R$ 1,41 bilhão.

Os recursos do FCDF são destinados a financiar ações das áreas de Segurança Pública, Saúde e Educação. A Segurança Pública receberá R$ 10,19 bilhões, enquanto a Saúde ficará com R$ 7,14 bilhões e a Educação receberá R$ 5,63 bilhões.

Segundo o relator do projeto e presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof), deputado Agaciel Maia (PL), a LOA de 2023 apresenta uma expansão das dotações da ordem de 12% em relação a 2021. Segundo ele, há avanço no orçamento fiscal e na seguridade social, com aumento de 14,2%, e redução de 18,9% no orçamento de investimento. As despesas do Executivo com pessoal estão estimadas em 41,45% da Receita Corrente Líquida, percentual abaixo do limite prudencial.

LOA

A Lei Orçamentária Anual (LOA) detalha as receitas (previsão de recursos) que o governo vai arrecadar e fixa os gastos e despesas para o ano seguinte. É nela que o governo coloca em prática os programas e projetos previstos no Plano Plurianual (PPA) e priorizados na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Apesar de a proposição da LOA ser do Poder Executivo, ela precisa ser votada e aprovada pelo Poder Legislativo, que exerce o controle externo sobre as finanças governamentais.

O texto da LOA do ano seguinte precisa ser aprovado pelos deputados distritais até a última sessão legislativa do ano, normalmente em 15 de dezembro do ano corrente.

Mais de 25 milhões de brasileiros têm origem portuguesa e podem ter direito à cidadania europeia

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Diante das novas possibilidades de visto para residir em Portugal, brasileiros podem conquistar o direito definitivo de permanecer no país, por meio do reconhecimento da cidadania portuguesa

O número de brasileiros que têm buscado Portugal como um novo país para estudar, trabalhar e estabelecer residência segue crescente nos últimos anos. Segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), entre janeiro e junho deste ano, foram emitidas 47,6 mil novas autorizações de residência para cidadãos do Brasil, o que representa um aumento superior a 23% nestes seis meses, quando comparado ao final de 2021.

Ao todo, mais de 250 mil pessoas já embarcaram nessa jornada – um número que pode ser ainda maior, uma vez que os que possuem dupla cidadania ou encontram-se em situação irregular não fazem parte dessa estatística.

Entretanto, o que muitos brasileiros desconhecem é que a possibilidade de conquistar a cidadania europeia pode estar muito mais perto do que se imagina, o que exclui a necessidade da renovação constante de visto, assim como o atendimento aos pré-requisitos para se estabelecer no Velho Continente. Mais de 10% da população brasileira – cerca de 25 milhões de cidadãos – têm origem portuguesa e podem ter direito a este passaporte definitivo.

“Trata-se de um processo legal, um patrimônio familiar. Antigamente, a cidadania portuguesa era concedida somente de pai para filhos por atribuição originária, mas atualmente o direito do neto passa a ser igual ao dos filhos, podendo transmitir aos demais descendentes, bisnetos e trinetos de nacionais portugueses”, explica o advogado Dr. Rodrigo Lopes, CEO da DNA Cidadania, assessoria jurídica que atua em processos de nacionalidade portuguesa e que viu seu número de assessorados crescer exponencialmente nos dois últimos anos.

De acordo com o especialista, a nacionalidade portuguesa por naturalização também pode ser concedida tanto para cônjuges casados quanto para companheiros em união estável. “É um passaporte definitivo que permite morar e trabalhar em Portugal ou qualquer outro país da União Europeia, ter acesso a créditos imobiliários a juros baixos e, ainda, viajar para muitas outras localidades sem a necessidade de visto. Isso sem contar que estamos falando de um país com as melhores escolas e universidades, com altos índices de segurança e qualidade de vida”, complementa.

Dr. Rodrigo ressalta, entretanto, que muitas pessoas ainda não foram em busca de sua cidadania europeia por desconhecer seus direitos, os trâmites do processo e como comprovar essa descendência com familiares de origem portuguesa. “É uma jornada que requer muito trabalho e conhecimento, por isso, contar com apoio de uma assessoria jurídica especializada pode fazer toda a diferença. São muitos documentos a serem levantados e é necessária experiência prática para facilitar o andamento. Aos que desejam estabelecer residência no país é fundamental consultar essa possibilidade”, pontua.

Sobre DNA Cidadania

A DNA Cidadania foi fundada em 2015, pelo advogado luso-brasileiro Dr. Rodrigo Lopes juntamente com sua esposa e assessora Mariana Oliveira, com o objetivo de auxiliar brasileiros descendentes de portugueses e seus cônjuges a conquistarem o passaporte europeu. A empresa presta instrução e assessoria jurídica em todas as fases do processo de nacionalidade portuguesa, desde a localização do assento de nascimento do português, busca de certidões brasileiras de toda a família, emissão de documentos, preenchimento de formulários, legalizações, entrada com pedidos em Portugal, até a conclusão da jornada, proporcionando comodidade, tranquilidade e conveniência aos que buscam seus serviços. Até hoje, mais de 1.100 famílias já foram atendidas pela DNA Cidadania e possuem a cidadania portuguesa e, com isso, o tão sonhado passaporte europeu. Para mais informações, acesse www.dnacidadania.com.br .

Conselheiro Márcio Michel é eleito presidente do Tribunal de Contas do DF

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André Clemente foi escolhido pelo Plenário da Corte para o cargo de vice-presidente

Na sessão ordinária desta quarta-feira (14), foi realizada a eleição para a gestão do Tribunal de Contas do Distrito Federal durante o Biênio 2023/2024. O conselheiro Márcio Michel foi eleito presidente do TCDF. Ele vai gerir por dois anos ao lado do conselheiro André Clemente, escolhido pelo Plenário da Corte para o cargo de vice-presidente.
O atual presidente, Conselheiro Paulo Tadeu, vai assumir a Ouvidoria e o decano da Corte, Conselheiro Manoel de Andrade, será corregedor novamente. O regente da Escola de Contas Públicas, Conselheiro Renato Rainha, também foi reconduzido ao cargo.
Os conselheiros eleitos assumirão os respectivos cargos a partir do dia 1º de janeiro de 2023.  Com as mudanças promovidas pela Emenda Regimental nº 07, a solenidade de posse ocorrerá no primeiro dia útil do mês de fevereiro.

Atribuições 

Além de dirigir o TCDF e representá-lo em atos públicos e solenidades, o presidente é o responsável por velar pelas prerrogativas do Tribunal. Ele conduz as sessões plenárias e profere voto de desempate em processos. Também participa e tem direito a voto na apreciação de inconstitucionalidade de lei ou de ato do Poder Público naquilo que se refere a matérias de competência do Tribunal.
O vice-presidente substitui o presidente em suas ausências e impedimentos por motivo de licença, férias ou outro afastamento legal; supervisiona a edição da Revista do Tribunal e os enunciados da Súmula de Jurisprudência; e colabora com o presidente na coordenação e supervisão das atividades de controle externo e, quando solicitado, no exercício de suas demais funções. Ele também preside o Conselho Deliberativo do programa de autogestão em saúde do TCDF.
São atribuições do corregedor, entre outras: instaurar sindicâncias e processos administrativos para apurar falta grave ou invalidez de servidor do Tribunal; receber e processar reclamações contra os membros do Plenário e os servidores do Tribunal; auxiliar o presidente, nas funções de fiscalização e supervisão da ordem e da disciplina do Tribunal e de seus Serviços Auxiliares, propondo providências para acabar com irregularidades porventura constatadas; e, ainda, propor ao presidente a adoção de medidas para o aperfeiçoamento do controle sobre o andamento dos processos, a fim de evitar excesso injustificado de prazos ou a excessiva duração do processo.
O ouvidor, entre outras atribuições, organiza e dirige os serviços da Ouvidoria, supervisionando e orientando a execução das ações relativas à sua competência;  defender e representa internamente os direitos dos usuários dos serviços prestados pelo TCDF; propõe a realização de seminários e cursos relativos a controle social, transparência, defesa e  proteção de usuários de serviço público.

O regente da Escola de Contas Públicas do TCDF define as orientações estratégicas e gerais para as atividades da Escon; coordena a elaboração do Plano Bianual de Capacitação; orienta a elaboração do Projeto Político-Pedagógico; fomenta a realização de ações de formação, capacitação e aperfeiçoamento profissional do público interno e externo; promove a divulgação de produções técnicas e científicas, a gestão da informação, do conhecimento e da jurisprudência do Tribunal; entre outras atividades.

Museu Nacional da República comemora aniversário com exposição e música

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Festividades, nesta quinta-feira (15), incluem apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), o Museu Nacional da República (MuN) completa 16 anos nesta quinta-feira (15). Para comemorar a data, será inaugurada uma exposição baseada no acervo de 1.411 obras de arte moderna e contemporânea. No mesmo dia, outra mostra, com esculturas e pinturas de Antônio Poteiro, também será aberta no MuN.

Trabalho de Antônio Poteiro, um dos destaques da exposição na Galeria Térreo e na Sala 2 do MuN| Divulgação

A primeira exposição, Aqui estou – corpo, paisagem e política no acervo do Museu Nacional da República, vai ocupar o mezanino do MuN com mais de 50 peças de 161 obras selecionadas em pesquisa elaborada na reserva técnica do museu, viabilizada por meio de cooperação técnica da Secec com a Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura (Unesco).

 

“A gente tem um acervo e pode pensar a história da arte brasileira fora de matrizes praticadas no eixo Rio-São Paulo”Sabrina Moura, curadora da exposição Aqui estou – corpo, paisagem e política

 

“É uma ação institucional importante, porque vamos deixar as obras, que na maior parte do tempo ficam na reserva técnica, à mostra para o público, e vamos fazer isso a partir de um olhar fundamentado em pesquisa do acervo”, explica a diretora do MuN, Sara Seilert. A mostra, conta ela, toma o título “emprestado” da obra homônima de 2013 do artista Ralph Gehre, sul-mato-grossense radicado em Brasília desde 1962, e cuja trajetória também é parte da história da cidade.

Arte e cerrado

“A gente tem um acervo e pode pensar a história da arte brasileira fora de matrizes praticadas no eixo Rio-São Paulo”, afirma a curadora Sabrina Moura, doutora em história da arte pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em estética e história da arte pela Universidade Paris VIII (antiga Universidade de Vincennes, em Saint-Denis, França). “Vou fazer uma analogia do museu com o cerrado, que já estava aqui com sua flora, fauna e presença humana, e sobre como a coleção do MuN é capaz de produzir uma narrativa própria sobre a arte brasileira”. Sabrina foi selecionada para a curadoria por meio de chamamento público.

“Estamos muito felizes com o resultado da pesquisa no acervo e da curadoria para a exposição”, comemora a coordenadora do Programa de Pesquisa do MuN, Maíra Rangel Marinho. “É uma vitória poder investir em pesquisa e apresentar ao público o trabalho de excelência realizado, ao longo de muitos meses, pela Sabrina Moura. Esperamos que o MuN possa fortalecer sua função social e dar continuidade aos projetos de seu programa de pesquisa por muitos anos.”

“A arte de Antônio Poteiro é herdeira, continuadora e transformadora da tradição ancestral presente em sua família”Divino Sobral, curador da mostra sobre Antônio Poteiro

Antônio Poteiro

Ao mesmo tempo em que se inaugura a mostra no mezanino do museu, a Galeria Térreo e Sala 2 do local abrirá a exposição As matérias vivas de Antônio Poteiro: barro, cor e poesia, organizada pelo Instituto Antônio Poteiro, com curadoria de Divino Sobral. São obras do artista Antônio Batista de Souza Poteiro (1925-2010), nascido em Portugal e radicado no Brasil, com passagens por São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

Essa exposição reúne 53 obras pertencentes ao acervo do Instituto Antônio Poteiro, com 39 pinturas e oito esculturas de autoria dele, além de três esculturas de seu pai, Américo Batista de Souza, e outras três de seu filho, Américo Batista de Souza Neto. “Ao agregar trabalhos de três gerações, [a mostra] oferece ao público a oportunidade de ver como a arte de Antônio Poteiro é herdeira, continuadora e transformadora da tradição ancestral presente em sua família, originada numa região, em Portugal, que há séculos é conhecida pela cerâmica”, resume o curador do evento.

“É uma mistura de barroco com Karajá”, sintetiza o curador, sobre a obra de Antônio Poteiro – que passou a ter esse apelido em 1967, quando mudou-se para Goiânia (GO). Segundo Divino Sobral, o artista conviveu com o povo Iny-Karajá, presente em Goiás, Tocantins, Pará e Mato Grosso, e sofreu influências das esculturas feitas pelos indígenas. Já a influência do barroco vem da obra de Aleijadinho, que Poteiro conheceu de perto nas viagens pelo interior de Minas Gerais. “O imaginário transitou da materialidade do barro para o universo vibrante da cor”, pontua o curador da mostra.

Música

Ainda na esteira das comemorações do aniversário do museu, a quinta-feira contará com uma apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), às 19h, na galeria principal do prédio. Com base na formação de cordas e percussão, o repertório trará composições de Claudio Santoro, Tom Jobim e Vinícius de Moraes, Renato Russo e temas folclóricos, em uma espécie de diálogo com a linha curatorial da mostra.

“São peças que têm um significado para Brasília, seja pelo seu conteúdo temático musical, seja em decorrência do peso dos compositores na história da capital”, aponta o regente da orquestra, Cláudio Cohen.

Aniversário do Museu Nacional da República

♦ Data: quinta-feira (15), a partir das 19h, na sede do MuN – Setor Cultural Sul, próximo à Rodoviária do Plano Piloto.
♦ Programação:
→ Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro;
→ Mostra Aqui estou – corpo, paisagem e política no acervo do MuN, no mezanino do museu, em cartaz até 2 de julho de 2023;
→ Mostra As Matérias Vivas de Antônio Poteiro: Barro, cor e poesia, na Galeria Térreo e na Sala 2, em cartaz até 12 de fevereiro de 2023.
Para ambas as mostras, o horário de visitação é de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30, com entrada gratuita.

Agências do trabalhador têm 20 vagas abertas para cuidadores de idosos

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Para participar da seleção, não é necessário ter experiência na função. Total de oportunidades para esta quarta (14) é de 278

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 20 vagas abertas para cuidadores de idosos. Uma boa oportunidade para quem busca emprego. Para concorrer, não é preciso comprovar experiência, basta o ensino fundamental completo. O local de trabalho é Ceilândia e o salário é de R$ 1.339,50 mais benefícios.

Essas são apenas parte das 278 vagas ofertadas nesta quarta-feira (14), em 35 ocupações diferentes. Desse total de oportunidades, 13 são exclusivas para pessoas com deficiência (PcD). No caso, estão sendo recrutados serventes de limpeza, empacotadores e operadores de telemarketing. Os locais de trabalho são Asa Norte e também em Ceilândia.

No Guará I, há 50 vagas para costureiras, com salários que variam de R$ 2 mil a R$ 3 mil, mais benefícios. Não há pré-requisitos de escolaridade ou experiência para quem se interessar

No Sudoeste, próximo ao Plano Piloto, há três chances para cabeleireiras. O salário é de R$ 2.000, mais benefícios. Não é necessário comprovar escolaridade ou ter atuado na função anteriormente.

Destaque também para a seleção de 50 costureiras para trabalhar no Guará I. O ordenado varia de R$ 2.000 a R$ 3.000, além de benefícios. Da mesma forma, não há pré-requisitos de escolaridade ou experiência para quem se interessar.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das vagas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Trabalho.

Câmara aprova PL que amplia gastos com publicidade de empresa pública

Texto segue para o Senado

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que aumenta de 0,5% para até 2% da receita bruta operacional o limite de despesas com publicidade e patrocínio por empresa pública e sociedade de economia mista em cada exercício, além de mudar limites de gastos em ano eleitoral. O texto segue para o Senado.

Pelas regras atuais, é possível atingir os 2% por proposta da diretoria justificada com base em parâmetros de mercado do seu setor e mediante aprovação pelo respectivo Conselho de Administração.

O substitutivo aprovado pelos deputados muda também o período mínimo de desvinculação da estrutura decisória de partido político ou de trabalho vinculado à organização, estruturação e realização de campanha eleitoral para que o indicado possa tomar posse em cargo de diretoria ou de conselho de administração de empresa pública e sociedade de economia mista da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A mesma regra também foi estendida para as agências reguladoras.

Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial tem recorde de adesões nos últimos quatro anos

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Entre 2019 e 2022 foram registradas 132 novas adesões, maior número desde o início do instrumento, em 2014

O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir) teve 132 novas adesões entre os anos de 2019 e 2022. A marca representa um aumento de cerca de 163% nesta gestão, quando comparadas às anteriores, no período de 2014 a 2018, quando foram registrados 81 novos aderentes. O resultado faz parte de uma campanha realizada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e integra o rol de ações voltadas à população negra e aos povos e comunidades tradicionais, que receberam investimento de R$ 81,5 milhões nos últimos quatro anos.

Para a ministra Cristiane Britto, os números mostram o compromisso da pasta na proteção das políticas de promoção da igualdade racial. “Os dados são prova do quanto nos empenhamos e fortalecemos as políticas públicas para a população negra e para os povos e as comunidades tradicionais. Batemos recorde de adesões ao Sinapir e tivemos um investimento robusto ao longo de toda a gestão, o que possibilitou os resultados que agora atingimos”, colocou a gestora.

Confira a lista de entes federativos que aderiram ao Sinapir desde 2014

Entre as estratégias utilizadas pela Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR/MMFDH), para fomentar as adesões ao Sinapir e, dessa forma, ampliar a institucionalização da política de promoção da igualdade racial, foi o desenvolvimento da capacidade operacional de órgãos, entidades e instâncias colegiadas de promoção da igualdade racial.

Destacam-se ainda as realizações de duas Jornadas Sinapir, quando todos os Entes Federados, de todas as regiões do Brasil, participaram de debates e discussões para aprimorar e desenvolver as políticas de promoção da igualdade racial, uma no primeiro semestre e a segunda em novembro de 2022.

A iniciativa foi aperfeiçoada e institucionalizada por meio do Programa de Equipagem e Modernização da Infraestrutura dos Órgãos, das Entidades e das Instâncias Colegiadas de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos – Pró-DH, instituído pelo Decreto nº 10.509, de 6 de outubro de 2020.

O recurso aplicado na aquisição de kits de equipagem para uso dos Conselhos e Órgãos de Promoção da Igualdade Racial foi destinado de acordo com o regramento estabelecido em editais de chamamento público ou de acordo com o objeto de emendas parlamentares individuais. Ao longo da gestão, foram entregues 267 itens, como veículos (49), bebedouros (20), computadores (140), impressoras (20), refrigeradores (19) e televisores (19). Até o fim de 2022, por exemplo, a secretaria deve investir cerca de R$ 5,4 milhões em 16 estados do país em equipagem de órgãos e conselhos de promoção da igualdade racial.

“Nós somos o órgão responsável por formular, coordenar e avaliar políticas públicas afirmativas para a população negra e para os povos e comunidades tradicionais, e nesta gestão trabalhamos incansavelmente para promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”, salientou o titular da SNPIR, Paulo Roberto.

União

O enfrentamento ao racismo uniu pastas do governo federal em uma série de ações lançadas em conjunto. Os acordos foram feitos entre o MMFDH e os ministérios da Educação (MEC), da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e da Saúde (MS).

Entre os destaques estão o lançamento dos projetos Igualdade Racial nas Escolas; Segurança Pública na Promoção da Igualdade Racial; e Raça/Cor no Sistema Prisional: respeito e acesso a direitos — todos focados na qualificação de profissionais da educação, do Sistema Único de Segurança Pública e de sistemas penitenciários.

Outros projetos de cunho social também marcaram a gestão. Em 2021, o Projeto Farinhando levou desenvolvimento para a produção de mandioca e de farinha em pequenas propriedades rurais de famílias da Comunidade Quilombola do Brejão, no município de Campos Belos, localizado na microrregião da Chapada dos Veadeiros, nordeste do estado de Goiás. O projeto é fruto de uma parceria firmada entre a SNPIR e o Instituto Federal Goiano (IFG).

Atuação internacional

Em 2022, por meio do Decreto Presidencial nº 10.932, de 10 de janeiro de 2022, foi promulgada a Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância, firmado pela República Federativa do Brasil. A Convenção já havia sido ratificada em maio de 2021, por meio da assinatura da Carta de Ratificação, por parte do presidente da República. O dispositivo passou a integrar o ordenamento jurídico brasileiro, com status hierárquico equivalente ao de Emenda Constitucional.

Atuação durante a pandemia

Em resposta à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), foram atendidas 148.489 famílias indígenas e 69.137 famílias quilombolas com 403.647 cestas de alimentos. A ação teve início em 2020 e foi concluída no primeiro semestre de 2021.

Diretor presidente da Adasa é eleito governador no board do Conselho Mundial da Água

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Governadores (brasileiros) eleitos para o mandato 2023-2025 do World Water Council. Da esquerda pra direita: Marcel Sanches, Raimundo Ribeiro e Vinicius Benevides.

Na última sexta-feira (09/12), o Brasil elegeu três representantes no Conselho Mundial da Água. Foram eleitos para o mandato de três anos, o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, o presidente da ABAR, Vinicius Benevides, e o superintendente de Assuntos Regulatórios na Sabesp, Marcel Sanches.

O evento, que ocorreu em Paris, contou com a participação de representantes de países de todos os continentes. O diretor da Adasa, Felix Palazzo, completou a chapa como suplente de Ribeiro.

“Trata-se de uma vitória do Brasil, se fazer presente no maior organismo do mundo que trata da água, que entendemos não como produto mas um bem essencial para a sobrevivência humana”, destacou o diretor-presidente da Adasa.

Os eleitos exercerão o mandato de 2023 a 2025 e estarão à frente da organização do 10º Fórum Mundial da Água, que acontecerá em 2024, em Bali, na Indonésia.

Conselho Mundial da Água

O Conselho Mundial da Água é responsável pela condução coletiva da agenda global da água. Além do trabalho rotineiro inerente à posição – como a aprovação de atas, análise do contexto global, prospecção de eventos e entrada de novos membros – o Board, composto por 35 governadores, também é responsável por toda a estruturação do Fórum Mundial da Água – o maior evento internacional sobre o tema.

Organizado a cada três anos, o Fórum Mundial da Água oferece uma oportunidade única para que toda a comunidade e os principais tomadores de decisão possam colaborar com a proposição de metas a curto, médio e longo prazos a fim de solucionar os desafios globais da água.

GDF abre inscrições abertas para os cursos de verão EaD para servidores

Interessados podem se inscrever até 6 de janeiro no site da Escola de Governo; turmas vão desde atualizações na língua portuguesa à gestão de processos

Que tal iniciar o ano aprimorando conhecimento? Para estimular a capacitação, a Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) está com inscrições abertas para os cursos de verão EaD 2023.

“Estamos felizes em iniciar o ano ofertando mais turmas para o curso de verão. A expectativa é motivar e capacitar mais servidores para o início eficaz dos trabalhos no serviço público em 2023”Juliana Tolentino, diretora-executiva da Escola de Governo

As oportunidades ofertadas são para cursos e palestras de Ensino a Distância (EaD), e os interessados terão até o dia 6 de janeiro para realizar a pré-inscrição. Os cursos, com cargas horárias diversas, têm como público-alvo os servidores do Governo do Distrito Federal (GDF).

Com início em 9 de janeiro de 2023, as turmas vão desde atualizações na língua portuguesa à gestão de processos e palestras de prevenção à saúde, que fazem parte do Programa de Atenção Materno-Infantil para Servidores do DF (Proamis).

A diretora-executiva da Egov, Juliana Tolentino, explica que as turmas de verão são oportunidades extras de aperfeiçoamento. “Estamos felizes em iniciar o ano ofertando mais turmas para o curso de verão. A expectativa é motivar e capacitar mais servidores para o início eficaz dos trabalhos no serviço público em 2023”, explicou Juliana.

Arte: Escola de Governo

A chefe do Departamento de Desenvolvimento e Formação da Egov, Fabíola Salomon, destaca a oportunidade de capacitação de verão. “A ideia é que os servidores aproveitem a época, na qual há mais tranquilidade, para aumentar sua capacitação. Estamos oferecendo uma oportunidade extra para o servidor iniciar o ano com pé direito”, diz.

Além das 20 turmas de educação a distância, a instituição oferece 14 palestras do Proamis. Entre as temáticas abordadas, estão a alimentação da gestante, os cuidados com o recém-nascido e o sistema de doação de leite materno.

A pré-inscrição nos cursos à distância pode ser feita no site da Egov, na aba Formação.

Serviço

Cursos de verão 2023

Período de realização: de 9 de janeiro a 9 de fevereiro de 2023.

Horário: livre.

Modalidade: EaD.

Inscrições: até 6 de janeiro de 2023.

Governadores estudam ações para reduzir perdas com a limitação do ICMS

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Encontro ocorreu em Brasília nesta terça-feira (13), no Palácio do Buriti, para tratar de assuntos de interesse comum aos estados

Governadores de todo o país reuniram-se presencialmente e virtualmente nesta terça-feira (13) para tratar de assuntos de interesse comum aos estados, entre eles ações para reduzir as perdas com a Lei Complementar 194/2022, que limitou a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia elétrica e serviços de comunicações.

A estimativa é que todos os estados e o Distrito Federal perdem R$ 38,3 bilhões em arrecadação com o ICMS em função da lei. É justamente uma forma de repor o caixa que os governadores trataram na manhã desta terça, no Palácio do Buriti.

“O futuro desse país depende muito da unidade dos governadores eleitos para caminharmos em paz e termos êxito no próximo mandato”, disse o governador Ibaneis Rocha durante o Fórum de Governadores.

No encontro, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e DF (Comsefaz) apresentou, por meio do presidente Décio Padilha, três sugestões para mitigar essa perda.

Foi sugerida a derrubada ao veto do artigo 14 da Lei Complementar 194/2022, o que, segundo a Comsefaz, pode ser feito por meio de um decreto assinado pelo presidente da República. O artigo em questão previa que as perdas dos estados com educação e saúde devido à limitação de arrecadação de ICMS fossem compensadas pelo governo federal no patamar anterior à sanção da lei em questão.

O Comsefaz também pediu permissão para construir uma proposta de convênio nacional para redução, em bloco, de 10% do benefício fiscal nos estados. A terceira medida é um estudo de qual percentual os estados devem adotar como reajuste na alíquota do ICMS para compensar as perdas com a Lei Complementar 194/2022.

“É importante pautarmos a derrubada do veto ao artigo 14 da Lei Complementar 194/2022 junto ao presidente do Senado, o senador Rodrigo Pacheco. Quanto aos benefícios fiscais, acredito que seria viável um estudo junto ao Comsefaz e aos procuradores-gerais dos estados para avaliarmos essa questão”, pontuou Ibaneis Rocha.

Agradecimento

Ao abrir o Fórum de Governadores, Ibaneis Rocha parabenizou os governadores e governadores eleitos, reeleitos e os que deixam o cargo em 31 de dezembro.

“Quero agradecer a parceria desses últimos quatro anos. Foram quatro anos de muito trabalho e muita dedicação. Tivemos um evento extraordinário que foi a pandemia e causou uma dificuldade muito grande, mas eu acho que graças à união dos governadores, independentemente das colorações partidárias, conseguimos manter uma pauta organizada durante todo esse período”, disse Ibaneis Rocha.

O governador do DF também manifestou o interesse de os eleitos voltarem a se reunir o mais breve possível, com a presença do governo federal, para tratar das pautas comuns aos estados. A intenção é que isso ocorra na primeira quinzena de janeiro de 2023, a depender da disponibilidade do governo federal.

O fortalecimento do Fórum de Governadores e o andamento da reforma tributária também foram discutidos na reunião.

Governadores presentes em Brasília:

1) Governador do Distrito Federal e coordenador do Fórum, Ibaneis Rocha
2) Vice-governador do Distrito Federal, Paco Britto
3) Vice-governadora eleita do Distrito Federal, Celina Leão
4) Vice-governadora eleita do Pará, Hana Ghassan
5) Governador eleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues
6) Governador do Maranhão, Carlos Brandão
7) Governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira
8) Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra
9) Governador da Paraíba, João Azevêdo

Governadores e autoridades presentes em videoconferência:

1) Secretário da Casa Civil do Acre, Jonathan Donadoni
2) Governador de Alagoas, Paulo Dantas
3) Governador do Amazonas, Wilson Lima
4) Governadora do Ceará, Izolda Cela
5) Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande
6) Governador do Mato Grosso, Mauro Mendes
7) Governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja
8) Governador eleito do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel
9) Governador de Minas Gerais, Romeu Zema
10) Vice-governadora eleita de Pernambuco, Priscila Krause
11) Governadora do Piauí, Regina Sousa
12) Governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro
13) Governador de Rondônia, Cel. Marcos Rocha
14) Governador de Roraima, Antônio Denarium
15) Governador de São Paulo, Rodrigo Garcia
16) Governador de Sergipe, Belivaldo Chagas
17) Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa
18) Governador de Santa Catarina, Carlos Moisés
19) Governador eleito do Sergipe, Fábio Mitidieri
20) Secretário-geral do Governo de Goiás, Adriano da Rocha Lima
21) Governador eleito do Piauí, Rafael Fonteles
22) Secretário de Fazenda do Paraná, Renê Garcia Júnior

Convidados:

1) Presidente do Comsefaz, Décio Padilha
2) Presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa.