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Fraga diz que não dá mais para aceitar arbitrariedades e pede volta de Ibaneis

Alberto Fraga fez um discurso no plenário da Câmara ressaltando a forma democrática que Ibaneis foi eleito ainda no primeiro turno e chama decisão de afastamento de “medida ditatorial”

O deputado federal Alberto Fraga (PL-DF) disse, na tarde desta terça-feira (28), do plenário da Câmara dos Deputados, o afastamento do governador Ibaneis Rocha (MDB) é uma “medida ditatorial” do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

“Quero demonstrar a minha indignação com esse afastamento arbitrário do governador do Distrito Federal. Já se passaram quase dois meses e o governador continua afastado do cargo”, disse Fraga

Demostrando indignação, Fraga pediu o retorno do governador Ibaneis Rocha, lembrando que ele foi eleitor de forma democrática no primeiro turno das eleições de 2022. “O governador foi eleito democraticamente no primeiro turno e olha que eu sou adversário político do Ibaneis Rocha, mas não dá para aceitar essa medida ditatorial que o ministro Alexandre de Moraes impôs para o Distrito Federal”, ressaltou o parlamentar.

Fraga afirmou, ainda, que o Distrito Federal está sofrendo e que precisa do retorno do governador Ibaneis. “Bem verdade que a vice-governadora (Celina Leão) está fazendo um belo trabalho, mas nós temos que entender que quem foi eleito democraticamente foi Ibaneis Rocha. E eu quero ver até quando vai durar essa arbitrariedade.”

Veja o vídeo do discurso na integra:

Desemprego no Distrito Federal caiu 1,2 ponto percentual em um ano

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Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego, entre janeiro de 2022 e janeiro de 2023, a taxa de desemprego recuou, passando de 17% para 15,8%

O Distrito Federal mostrou que, no comparativo de 12 meses, o mercado de trabalho segue com sinais positivos, conforme aponta a Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), apresentada nesta terça-feira (28). De acordo com o levantamento, em um ano (janeiro de 2022 a janeiro de 2023), a taxa total de desemprego na capital diminuiu 1,2 ponto percentual (p.p.), ao passar de 17% para 15,8%.

Artes: IPEDF

Os números mostram que, neste período, o contingente de desempregados caiu para 255 mil pessoas. A taxa de participação (pessoas de 14 anos ou mais inseridas no mercado de trabalho) também apresentou comportamento de queda no acumulado do ano, com redução de 3,1 p.p. (65,5% para 62,4%).Tal desempenho, usual para época do ano, é resultado do decréscimo da População Economicamente Ativa (PEA), onde 53 mil pessoas saíram do mercado de trabalho, em volume superior a retração do nível ocupacional (25 mil postos a menos). O número de ocupados sofreu um declínio em quase todos os setores analisados, exceto no de serviços, que se manteve estável.

“Os dados do mercado de trabalho neste mês de janeiro nos delineiam com maior clareza um quadro de inflexão ao que vínhamos aferindo, pois gradualmente estamos nos afastando do fosso pandêmico, em relação ao qual tudo era positivo. Agora, com um movimento de elevação do desemprego motivada pela ausência de postos de trabalho, o que é usual no início do ano, e de acomodações do emprego público na troca de gestões, mas que pode ser um indício da dificuldade econômica diante de condições pouco favoráveis”Lúcia Garcia, técnica e economista do Dieese

Quando comparado com o mês anterior (dezembro 2022), essa taxa aumentou, passando de 14,8% para 15,8% da População Economicamente Ativa. Por outro lado, a taxa de participação foi reduzida de 63,6% para 62,4%. A justificativa dessa reação foi do declínio dos ocupados no mês (menos 41 mil postos), em superior ao quantitativo da PEA (menos 29 mil pessoas na força de trabalho).

Periferia Metropolitana de Brasília (PMB)

A taxa de desemprego total subiu 0,9 p.p, entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023 (de 18,2% para 19,1%). Entretanto, a pesquisa mostra que, no primeiro mês do ano, 515 mil pessoas estavam ocupadas na PMB, número 1% maior que o de janeiro de 2022.

Apesar de maior que no ano anterior, esse contingente é 2,5% menor que o observado no último mês de 2022. Esse decréscimo resultou na retração do setor de Serviços (-4 mil postos), mas manteve uma ligeira estabilidade na Construção (-1 mil) e permaneceu da mesma forma no Comércio e Reparação.

A técnica e economista do Dieese, Lúcia Garcia, explica: “Os dados do mercado de trabalho neste mês de janeiro nos delineiam com maior clareza um quadro de inflexão ao que vínhamos aferindo, pois gradualmente estamos nos afastando do fosso pandêmico, em relação ao qual tudo era positivo. Agora, com um movimento de elevação do desemprego motivada pela ausência de postos de trabalho, o que é usual no início do ano, e de acomodações do emprego público na troca de gestões, mas que pode ser um indício da dificuldade econômica diante de condições pouco favoráveis”.

“Dores de cabeça não podem ser banalizadas”, diz médica intervencionista em dor

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Dra. Amelie Falconi destaca que dor de cabeça não é diagnóstico. Segundo ela, existem mais de 150 tipos de dores, e, para que sejam diagnosticadas e tratadas corretamente, é necessário auxílio médico

A dor de cabeça é um problema recorrente entre a população mundial. Um grupo de cientista noruegueses mostrou recentemente, contudo, que o incômodo é mais comum do que imaginávamos. Segundo estudo, que revisou os números sobre ocorrência de enxaqueca na população global, não são 35% das pessoas que afirmam ter dor de cabeça uma vez ao ano, como se acreditava, mas 52%.

A médica intervencionista em dor, dra. Amelie Falconi, destaca a importância de o paciente procurar auxílio médico para determinar o tipo de dor de cabeça que o acomete, para que consiga o correto tratamento. “As dores de cabeça são banalizadas, tornando-se um alvo frequente da automedicação, que pode levar ao seu agravamento”, afirma.

Segundo dra. Amelie, o diagnóstico começa pela história do paciente e por exames clínico e neurológico com o objetivo de determinar as causas e as características da dor. “Alguns exames de sangue e imagem às vezes são solicitados pelo médico para a elucidação do diagnóstico”, diz. Conforme a médica intervencionista em dor, apesar de serem importantes ferramentas para determinar o tipo de dor de cabeça, os exames não são obrigatórios para o diagnóstico.

A Dra. Amelie comenta que existem mais de 150 tipos de dores de cabeça, que podem ser dívidas em cefaleias primárias e cefaleias secundárias. Ao primeiro grupo pertencem as dores de cabeça que são tanto a doença como o sintoma. São exemplos de dores de cabeça primária a enxaqueca, a cefaleia tensional e a cefaleia em salvas, que ocorre em padrões ou em conjunto.

Já as cefaleias secundárias são as dores de cabeça desencadeadas por outras patologias, ou seja, apresentam-se como sintomas de outras doenças, que podem ter causas diversas, entre as quais: infecções de vias aéreas, distúrbios visuais, aneurismas cerebrais e tumores. “A mitigação desses tipos de dor de cabeça envolve o tratamento da doença de base”, afirma a médica.

As dores de cabeça podem ser consideradas motivo de preocupação, segundo a dra. Amelie, quando são constantes. “Mesmo se forem leves, o fato de se repetirem com certa frequência já é razão para procurar tratamento, porque podem acarretar limitações diárias, por exemplo, no sono, humor, rendimento no trabalho e relacionamentos, que, por sua vez, podem levar a consequência mais sérias”, diz.

Dra. Amelie alerta que em casos de dor de cabeça forte ou dores de cabeça associadas a sintomas como febre, rigidez de nuca, convulsões, desmaios, sonolência e alterações do nível de consciência, a busca pela ajuda médica deve ser feita de maneira imediata.

Há diversos fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento de dor de cabeça. Conforme Dra. Amelie, eles são divididos em dois grupos: não modificáveis e modificáveis. Entre os fatores de risco não modificáveis estão a predisposição genética, o sexo (feminino), a escolaridade (baixa) e a idade. Por sua vez, os principais fatores de risco modificáveis são: uso excessivo de medicação para a fase aguda da enxaqueca; frequência das dores de cabeça; distúrbios do sono; obesidade; depressão; e eventos estressantes da vida.

Além de medicamentos, são importantes estratégias para o tratamento da dor de cabeça: procedimentos intervencionistas para controle de dor; cuidados com a saúde mental; acupuntura, e a prática regular de exercícios físicos. A médica intervencionista em dor destaca que a mudança no estilo de vida, tais como ingestão de alimentos saudáveis, manejo do estresse e cuidado com a saúde mental, higiene do sono e prática de exercícios físicos contribuem para a diminuição das dores de cabeça. “Nossa sociedade precisa começar a entender qualquer tipo de dor, inclusive a dor de cabeça, como uma doença que é interferência do estilo de vida”, diz

Dra. Amelie relata que alguns pacientes podem ter dores de cabeça desencadeadas por alimentos ou por déficits nutricionais. Já outros pacientes apresentam aumento do número de crises e exacerbação da dor provocadas por momentos de estresse. Por sua vez os distúrbios do sono são um fator de risco importante para a cronificação das dores e por desencadear crises de dores de cabeça. Segundo ela, os exercícios físicos são as medidas não-farmacológicas que apresentam mais impacto no alívio da dor.

 

Sobre a Dra. Amelie Falconi

  • Especialização em Medicina da Dor pela Santa Casa da Misericórdia de São Paulo
  • Título de Especialista em Dor pela AMB (Associação Médico Brasileira)
  • Fellow Of International Pain Practice (FIPP) pelo World Institute of Pain (WIP)
  • Fellowship de Intervenção em Dor – Clínica Aliviar / sinpain Rio de Janeiro
  • Pós-graduação em Medicina Intervencionista da Dor Guiada Por Ultrassonografia – sinpain
  • Pós-graduação em Anestesia Regional – Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês
  • Especialização em Anestesiologia MEC / SBA
  • Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF
  • Ministra aulas na pós-graduação de medicina intervencionista da dor do Hospital Albert Einstein
  • Ministra aulas na pós-graduação de medicina intervencionista da dor na Faculdade sinpain

Metrô-DF volta a funcionar

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O sistema foi restabelecido por volta de 13h15; faixas exclusivas para ônibus poderão ser utilizadas por veículos leves nas rodovias distritais e nas vias urbanas até as 23h59 de hoje

A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) informa que o sistema foi restabelecido por volta de 13h15 e já voltou a operar normalmente. Na manhã desta terça (28), a circulação de trens foi interrompida, tendo as estações sido fechadas depois da perda de sinalização causada por rompimento de cabos de fibra ótica decorrente de atos de vandalismo. Também houve furto de cabos de energia.

As faixas exclusivas para ônibus poderão ser utilizadas por veículos leves até as 23h59 de hoje, segundo o DER-DF

As faixas exclusivas para ônibus poderão ser utilizadas por veículos leves nas rodovias distritais e nas vias urbanas até as 23h59 de hoje, segundo o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF). A liberação das faixas exclusivas contemplam os corredores da Estrada Parque Taguatinga (EPTG / DF-085), da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB / DF-075), do Setor Policial, do Eixo Monumental e das W3 Sul e Norte.

Tão logo foi identificado o problema de sinalização, as equipes de manutenção e tecnologia foram acionadas para fazer a varredura do sistema e identificar as causas do problema que atingiu 135 mil pessoas – média de passageiros que circula no Metrô-DF em dias úteis.

Foi elaborada uma estratégia para restabelecimento do sistema e reparo das fibras rompidas para que os trens voltassem a circular o mais brevemente possível. Diversas equipes foram mobilizadas – dos setores de manutenção, tecnologia, energia e segurança.

A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) foi informada e, de imediato, determinou o reforço de linhas de ônibus. A Polícia Civil também foi acionada e já adotou providências, incluindo a perícia do local.

O presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral, informa que, em relação a ocorrências de vandalismo, principalmente furtos e rompimento de cabos, a companhia tem tomado uma série de providências.

“Nos últimos meses, intensificamos as rondas na parte interna e externa do sistema a pé e por meio de viaturas. Houve reforço do quadro de vigilância patrimonial, ações de roça e capina e melhorias na iluminação na via para melhorar a visualização durante as rondas preventivas e também a instalação de concertinas para inibir a entrada de pessoas estranhas ao sistema”, enumera.

Estão sendo instalados 60 mil metros de concertinas ao longo de todo o trecho e 16 mil metros de grades metálicas. Ambas as operações já estão praticamente concluídas.

Além disso, o Metrô-DF tem atuado em parceria com os órgãos de segurança pública para inibir furtos e roubos no sistema.

A Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) alerta que o vandalismo afeta a prestação do serviço de transporte, atingindo os mais de 6 milhões de passageiros que utilizam os sistemas metroferroviários diariamente, com as paralisações da circulação de trens, redução de velocidade operacional e interrupção do serviço para a restauração do material deteriorado.

Em 2021, os sistemas de transporte de passageiros sobre trilhos de todo o país registraram 3.864 ocorrências, que geraram R$ 14,5 milhões de impacto financeiro estimado, fora o desgaste operacional e para a população.

Os casos de vandalismo e furto de cabos e fios têm se mostrado um problema crescente nos sistemas metroferroviários nos últimos anos. Em 2021, entretanto, o número desses episódios aumentou muito, superando em quase três vezes (ou 300%) aqueles ocorridos em 2020.

Linhas de ônibus serão reforçadas enquanto durar reparo no metrô

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Concessionárias estão orientadas a aumentar o número de viagens nas áreas de influência do sistema metroviário

As linhas de ônibus que atendem Samambaia, Ceilândia, Taguatinga e Águas Claras em direção ao Plano Piloto serão reforçadas enquanto durar a manutenção no metrô do Distrito Federal. Além do aumento do número de viagens nos trechos e horários mais demandados, as faixas de ônibus estão provisoriamente liberadas para veículos leves. A abertura contempla os corredores da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), do Setor Policial e das vias W3 Sul e Norte.

Na manhã desta terça-feira (28), atos de vandalismo provocaram o rompimento dos cabos de fibra ótica responsáveis pelo controle e sinalização do sistema metroviário. Além disso, foi verificado o furto de condutores de energia. Equipes de manutenção trabalham no local para reparar os danos de forma que os trens voltem a circular o mais brevemente possível. As estações permanecem fechadas.

Durante a inauguração da Escola Classe 502 do Itapoã Parque, a governadora em exercício Celina Leão afirmou que o Governo do Distrito Federal (GDF) lançará uma campanha de combate à depredação do patrimônio público. E ressaltou que providências imediatas estão sendo tomadas pela Polícia Civil (PCDF) para identificar e deter o autor do furto e dos atos de vandalismo.

“A pessoa que rouba cabeamento do metrô não está roubando apenas do governo. Está roubando de todo mundo que precisa do metrô, das pessoas que dependem do transporte público todos os dias”, apontou Celina Leão. “Determinamos a abertura de um inquérito para investigar e punir com firmeza, para dar exemplo. Também determinamos ao presidente do Metrô uma melhoria na parte da segurança.”

Os casos de vandalismo e furto têm se mostrado um problema crescente nos sistemas metroferroviários nos últimos anos, em todo o país. De acordo com a Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), mais de 6 milhões de passageiros são atingidos diariamente com paralisações de trens, redução de velocidade operacional e interrupção do serviço para a restauração do material deteriorado.

Em 2021, os sistemas de transporte nacional de passageiros sobre trilhos registraram 3.864 ocorrências, número que superou em quase três vezes os casos verificados em 2020. Furtos e depredações geraram cerca de R$ 14,5 milhões de prejuízo, fora o impacto social.

OPINIÃO | Sucesso do BRB causa inveja dos achacadores de plantão

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Sem perder o caráter de banco público comprometido com o desenvolvimento social da população brasiliense, o BRB se transformou em uma instituição financeira acreditada por clientes

  • Artigo de autoria do jornalista Toni Duarte

Até janeiro de 2019, podia-se dizer que o Banco de Brasília (BRB), era uma das piores instituições financeiras do país, cujo nome seguia manchado por operações policiais, devido aos descaminhos criminosos praticados pelos seus mais altos executivos, como aqueles que tiveram pedidos de prisão acatados pela Justiça Federal, no âmbito da operação Circus Maximus.

Os que apostaram na continuidade da safadeza, custam acreditar que nos últimos quatro anos do governo Ibaneis Rocha (MDB), o Banco de Brasília, que antes vivia nos noticiários policiais, pudesse recuperar a sua imagem pública, para se transformar em uma das mais importantes e rentáveis instituições financeiras do país.

Basta verificar os lucros registrados no período. Entre 2019 e os nove meses de 2022, o BRB gerou R$ 1,7 bilhão em lucro líquido e pagou R$ 773 milhões em dividendos, mais que soma de todos o período dos 56 anos de existência do banco.

A base de clientes superou os 7 milhões, graças à parceria de banco digital com o Flamengo. O serviço já atraiu 3,5 milhões de pessoas, um negócio avaliado em mais de R$ 1,5 bilhão e que rendeu a exposição da marca do banco em todo o país, gerando nos negócios em vários estados.

É com esse arrojo, mas sem perder o caráter de banco público, comprometido com o desenvolvimento social da população brasiliense, foi que fez o BRB se transformou em uma instituição financeira acreditada entre seus clientes, presentes em todos os estados e em mais de 90% dos municípios brasileiros, além de 39 países.

E nada foi por acaso que o Banco de Brasília inicia 2023 conquistando pela terceira vez o prêmio internacional Banking Awards, na categoria “Melhor inovação em Banco de Varejo”.

O reconhecimento foi feito pela conceituada publicação International Banker, cujo foco é o setor de finanças que também premiou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que venceu na categoria “Melhor CEO de banco da América do Sul”.

A premiação é motivo de orgulho para os seus 3.280 funcionários, além dos 450 estagiários, 120 aprendizes e 705 terceirizados.

No entanto, conspirações pelo cobiçado posto de presidente do BRB existem a cada início de governos, mesmo sendo este o segundo feito pelo governador reeleito Ibaneis Rocha.

Alguns tramam de forma ilegal e prejudicial como vazamento de dados maquiados sobre supostos prejuízos financeiros, além da fantasiosa notícia que o presidente da instituição estaria de malas prontas para deixar o posto.

O governador Ibaneis Rocha sabe que Paulo Henrique Costa tirou o BRB do atoleiro da corrupção, deu visibilidade nacional e internacional e vai continuar no comando da instituição financeira do DF.

*Toni Duarte é Jornalista e editor do Radar-DF, com experiência em análises de tendências e comportamento social e reconhecido nos meios políticos da capital federal. Siga o #radarDF

BRB é o quinto banco brasileiro em concessão de crédito imobiliário

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No DF, o banco bate recorde em janeiro, com financiamento de R$ 309,5 milhões e 61,9% de participação no mercado

Há três anos na liderança da concessão de crédito imobiliário no Distrito Federal, o BRB acaba de conquistar um novo marco nacional. O banco subiu mais uma posição no ranking da Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e se tornou o quinto maior financiador imobiliário do país. Em janeiro, foram financiados R$ 309,5 milhões. No DF, também em janeiro, o BRB bateu recorde e atingiu 61,9% de participação no mercado.

“Alcançar esses marcos é motivo de muito orgulho para o BRB e reflexo de todo o trabalho de modernização dos processos que vem sendo realizado, desde 2019, para tornar o banco mais competitivo no cenário do crédito imobiliário. Seguimos oferecendo aos nossos clientes as melhores condições e experiência para realizar o sonho da casa própria”, afirma o presidente do BRB,Paulo Henrique Costa.

Ao longo dos últimos anos, o total de unidades financiadas ultrapassou 21 mil, somando R$ 8,6 bilhões em três anos, permitindo a expansão dos negócios da carteira de imobiliário.

No DF, o BRB fechou 2022 como líder no crédito imobiliário em valor financiado, também segundo a Abecip. O banco concedeu R$ 2,48 bilhões em financiamentos imobiliários – esse número com 46,3% de participação – para pessoas físicas e jurídicas,

O banco segue oferecendo as melhores condições do mercado, com destaque para a taxa de juros a partir de 8,49% + TR. O BRB conta, ainda, com um simulador de financiamento imobiliário, além de ampla rede de atendimento, que abrange correspondentes imobiliários no DF e em outros estados.

As informações sobre as unidades de atendimento e o simulador podem ser acessados no site do banco.

O percentual de financiamento é de até 80% do valor do imóvel, e o prazo pode chegar a 420 meses. Desta-se também a carência de até seis meses para o pagamento da primeira prestação, a possibilidade de financiamento de custas cartorárias e Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e a possibilidade de utilização de FGTS.

Roubo de cabos paralisa serviços do metrô no Distrito Federal

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Ato de vandalismo resultou no rompimento de cabos de fibra ótica, provocando perda de sinalização no sistema

As estações de metrô do Distrito Federal amanheceram fechadas nesta terça-feira (28). A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) informou que o problema foi causado por “ato de vandalismo” que teria resultado no rompimento de cabos de fibra ótica, provocando perda de sinalização no sistema e, consequentemente, interrupção da prestação de serviço à população.

Segundo a companhia, cabos de energia foram furtados. Equipes de manutenção já estão trabalhando nas áreas afetadas na tentativa de retomar os serviços o quanto antes. A Secretaria de Mobilidade foi, de imediato, informada do problema e determinou reforço nas linhas de ônibus da cidade.

“Foi elaborada uma estratégia para restabelecimento do sistema e reparo das fibras rompidas para que os trens voltem a circular o mais breve possível. As estações permanecem fechadas”, disse a companhia.

É por meio do sistema de Sinalização e Controle que o metrô consegue acompanhar a localização dos trens, de forma a garantir a segurança das operações, evitando aproximações que possam resultar em choque.

Distrito Federal tem a maior triagem de doenças raras do país

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São 50 patologias raras testadas na rede pública e esse número pode aumentar para 70. Equipes multidisciplinares garantem tratamento de qualidade aos pacientes

O atendimento a pessoas com doenças raras no Distrito Federal é o único no país que realiza a testagem ampliada para 50 patologias raras, e esse número vai aumentar. A ampliação da testagem, que passará a identificar 70 enfermidades, é decorrente da Lei Distrital n° 6.382/2019, que garante a “todas as crianças nascidas nos hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes da rede pública de saúde do DF o direito ao teste do pezinho, na sua modalidade ampliada”.

“Atualmente, no DF, fazemos triagem de aproximadamente 50 patologias raras, com expectativas de aumentar esse número, com a inclusão das doenças lisossomais, da imunodeficiência combinada grave (SCID) e da atrofia muscular espinhal (AME)”, conta a referência técnica distrital (RTD) de triagem neonatal da Secretaria de Saúde, Kalliana Gameleira.

A RTD explica que o rápido diagnóstico pode fazer toda a diferença em uma vida: pode garantir maior efetividade nos tratamentos e mais qualidade de vida para os pacientes, evitando agravamento da saúde em decorrência da condição. “O teste do pezinho é fundamental para o diagnóstico precoce de doenças tratáveis. Ele permite iniciar o acompanhamento em tempo oportuno, antes do aparecimento dos sintomas da doença”, destaca Kalliana.

“O objetivo é, justamente, chamar a atenção da população, dos governantes e até dos profissionais de saúde para esse grupo de pacientes e, assim, incentivar a pesquisa e o avanço no acompanhamento dessas doenças, que exigem um cuidado mais especializado”Maria Teresa Alves, Referência Técnica Distrital

Atendimento no DF

O serviço de cuidados oferecidos pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e voltado para esse tipo de patologia engloba dois centros de referência em doenças raras, que oferecem atendimento a públicos distintos: o Hospital de Apoio de Brasília (HAB) e o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib).

O HAB realiza o acompanhamento de pacientes com idade maior de 10 anos, já o Hmib têm seus serviços mais voltados para a primeira infância e atende bebês e crianças de 0 a 10 anos.

“Nossa principal preocupação é evitar que a criança tenha sequelas mais graves, na maioria das vezes, neurológicas, que prejudiquem seu desenvolvimento no futuro”, reforça a médica geneticista Maria Teresa Alves, Referência Técnica Distrital (RTD) de doenças raras da Ses.

Os acompanhamentos são realizados por equipes multidisciplinares, formada por médicos geneticistas, neuropediatras, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, endocripediatras, odontopediatras e terapeutas ocupacionais. Tudo, para impedir a evolução da doença e garantir o bem-estar dos pacientes.

Dia de sensibilização e conscientização

Uma data rara, 29 de fevereiro, para o Dia Mundial das Doenças Raras. Como o 29 só ocorre a cada quatro anos, esta terça (28), marca a sensibilização sobre a existência dessas doenças e a conscientização sobre a importância do diagnóstico correto para o tratamento das enfermidades.

“O objetivo é, justamente, chamar a atenção da população, dos governantes e até dos profissionais de saúde para esse grupo de pacientes e, assim, incentivar a pesquisa e o avanço no acompanhamento dessas doenças, que exigem um cuidado mais especializado”, conta Maria Teresa Alves.

Por definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença é rara quando afeta até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes. Dados da OMS mostram que cerca de 80% dessas enfermidades são adquiridas geneticamente, enquanto os outros 20% podem ser causados de maneira degenerativa, infecciosa ou viral. Ou seja, por serem, em sua maioria, doenças de proveniências genéticas, é possível obter o diagnóstico desde cedo, em recém-nascidos ou na primeira infância.

Complexo de Reciclagem do DF também beneficiará vidro e plástico

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O CIR receberá investimentos para a implantação dos novos sistemas. Assunto foi tema de reunião nesta segunda

O Complexo Integrado de Reciclagem (CIR) receberá investimentos para a implantação de sistemas de beneficiamento de vidro, plástico e tratamento de efluentes. As iniciativas foram discutidas entre o secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, e a presidente da Central das Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do Distrito Federal e Entorno (Centcoop/DF), Aline Sousa, nesta segunda-feira (27).

Reunião entre a Secretaria de Meio Ambiente e a Centcoop/DF nesta segunda (27) | Foto: Sema

“Os novos equipamentos, que serão instalados até agosto, representam um marco na implementação das políticas de reciclagem de resíduos do Distrito Federal, com o fechamento do ciclo em se tratando do vidro e do plástico”, afirmou o secretário.

De acordo com o subsecretário substituto de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, Glauco Amorim, “a verticalização da reciclagem representará ganhos ambientais, econômicos e sociais ao Distrito Federal, proporcionando agregação de valor aos resíduos processados [beneficiados], qualificação profissional dos catadores e das cooperativas, acesso a novos mercados e incremento da renda dos catadores”.

Parceria

Aline Sousa destacou a importância da parceria com a Secretaria de Meio Ambiente para gerir o Complexo Integrado de Reciclagem, cuja operação é compartilhada ainda com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

A presidente da cooperativa aproveitou para fazer um balanço do trabalho da central. “Desde 2020, a Centcoop atua no CIR com cerca de 480 catadores em duas linhas de produção e dois turnos. Mensalmente, recebemos do SLU cerca de mil toneladas de resíduos”, detalhou.

Ela também solicitou apoio para desafios como os custos mensais com segurança, água e energia, que terminam por diminuir a renda mensal dos catadores. “Nosso trabalho também sofre repercussões com a sazonalidade do mercado e instabilidades climáticas, como o período de chuvas”, explicou.

O secretário se comprometeu em apoiar a Centcoop a partir de um trabalho conjunto entre o Governo do Distrito Federal e o Governo Federal. “Ao final da gestão, desejamos ter dado um salto de qualidade nesta área”, diz.