Especializada na Transformação Digital da Saúde, painéis falarão sobre desafios de diversos segmentos da Saúde Digital e como podem ser solucionados.
A MV promoverá em 21 de novembro, a partir das 9 horas, o Webinar “Segurança, gestão e dados: soluções inovadoras nas instituições de saúde no Brasil” que abordará temas como a maturidade das instituições de saúde, educação corporativa e segurança de diagnósticos e desafios do setor.
A apresentação será gratuita e direcionada não só aos clientes da base da MV, mas também a profissionais de alta gestão e áreas de tecnologia, administrativas e financeiras de Operadoras de Saúde e de empresas do setor de saúde em geral.
Além de especialistas renomados da MV, participarão André Marcelo, gerente comercial da Green Soluções sem Papel; Pollyana Gama Ribeiro, supervisora de hospitalidade da Unimed Volta Redonda; Dr. Bruno Hochhegger, professor e coordenador médico em Diagnóstico por Imagem, Fábio Sinisgalli, diretor executivo da Healthcare Alliance, e Cláudio Giulliano, CEO da Folks.
As palestras serão online e os interessados em participar devem se inscrever em: Link.
Confira a programação abaixo:
Mesa 1, às 9 horas – “Transformação e maturidade digital com apoio de soluções Paperless’’
Participantes:
Andre Marcelo, gerente comercial da Green Soluções sem Papel
Fábio Sinisgalli, diretor executivo da Healthcare Alliance
Cláudio Giulliano, CEO da Folks
Mesa 2 às 11 horas – “O papel da educação corporativa nos resultados das empresas”
Participantes:
Silvio Souza, gerente da Universidade MV
Brisna Souza , coordenadora de produto da Universidade MV
Carlos Vieira, especialista em conteúdo da Universidade MV
Mesa 3 às 9 horas – Quais são as vantagens e desafios ao uso de soluções como Centros de Comando na Saúde?
Participantes:
Pollyana Gama Ribeiro, supervisora de Hospitalidade da Unimed Volta Redonda
Eduardo Souza Ceccon, gerente de projetos em Centros de Comando na Saúde MV
Mesa 4 às 16h – ”Gerenciamento de riscos dos diagnósticos por imagem: segurança, estabilidade e tendências”
Participantes:
Ralph Damazio, gerente de produto da MV
Marcelo Domingues, consultor comercial da MV
Dr, Bruno Hochhegger, professor e coordenador médico em Diagnóstico por Imagem
Serviço
Tema: “Segurança, gestão e dados: soluções inovadoras nas instituições de saúde no Brasil”
Norteada pela missão de tornar a saúde mais eficiente por meio do conhecimento de gestão e tecnologia contribuindo para uma sociedade saudável, a MV é uma healthtech brasileira que oferece, há 35 anos, tecnologias que facilitam a rotina de todo o ecossistema da saúde e contribuem para salvar vidas. Com intuito de conectar as demandas do presente sem deixar de olhar o futuro, a companhia construiu o seu legado focado na transformação da saúde digital, investindo na criação de soluções de gestão integradas para hospitais, clínicas, operadoras, centro de medicina diagnóstica, rede pública de saúde e pacientes.
O aplicativo conta com mais de 100 restaurantes parceiros e oferece descontos imperdíveis
O Yolo Club é um aplicativo que oferece 100% de desconto no segundo prato em restaurantes renomados de Brasília (DF). Após o sucesso das edições anteriores, a Black November do Yolo Club chega à capital com a sua 4ª edição. Além de promoções, a empresa vai realizar sorteios ao longo deste mês.
O mercado gastronômico de Brasília é atraente e diversificado, é neste contexto que o Yolo surge como um excelente parceiro, pois funciona como um guia gastronômico, trazendo as novidades na cidade e oferecendo grandes descontos. Os principais restaurantes parceiros são: Chicago Prime, Noru Sushi, Lake’s, Pecorino, Santé 13 e Santé Lago, Avenida Paulista, Confraria do Camarão, Dudu Bar, La Terrasse, Manatí, NOAH Garden Bar, SSide, Reduto Bar, The Queens Place, Veloce, Verona, além de mais de 30 opções de pizzarias e hamburguerias. Em todos os locais, o usuário compra um prato ou produto e ganha o segundo de igual ou menor valor.
Victor Thomé, sócio da empresa, explica que o Yolo é muito mais que uma plataforma de descontos. “Ele é uma forma de trazer lazer aos assinantes e fomentar a economia do comércio local. Idealizamos o negócio com o intuito de incentivar as pessoas a saírem mais de casa, a aproveitarem os momentos de lazer com amigos e familiares através de boas experiências com restaurantes locais”, ressalta.
Thomé afirma também que a proposta do aplicativo traz um fluxo extra muito interessante para os estabelecimentos, fazendo com que as empresas vejam os usuários com bons olhos e os atendam bem.
Descontos do Yolo
A segunda fase da Black November do Yolo começa no dia 16 de novembro e segue até o dia 30. O plano anual de R$215,00 sairá por apenas R$115,00, ou seja, os interessados terão acesso à plataforma por menos de R$10 por mês, um desconto de R$100 reais. O cliente paga apenas uma vez e usa o ano todo.
Além dos descontos, o aplicativo do Yolo agora é ilimitado e conta com mais de 100 restaurantes parceiros. Recentemente, 30 novos restaurantes passaram a fazer parte do aplicativo. Além da facilidade e praticidade em adquirir a assinatura, os usuários podem repetir os estabelecimentos que mais gostaram, quantas vezes quiserem.
Para adquirir e fazer parte do clube de descontos, basta baixar o aplicativo nas lojas Google Play ou Apple Store e conferir as ofertas e estabelecimentos parceiros. Para adquirir o passaporte com desconto, basta acessar o site yoloclub.com.br ou adquirir pelo próprio aplicativo.
“O valor do investimento é compensado logo nas primeiras utilizações, o que torna o produto muito atrativo, pois mesmo que seja uma pessoa que não saia com tanta frequência para comer fora, ainda assim valerá a pena”, finaliza Victor.
Serviço
Google Pay: https://play.google.com/store/apps/details?id=me.app2b.yolo
Apple Store: https://apps.apple.com/br/app/yolo-club/id1468335128
Mais informações: www.yoloclub.com.br
Unidades serão construídas em São Sebastião, Recanto das Emas, Sobradinho II e Sol Nascente
O Distrito Federal vai ganhar quatro Casas da Mulher Brasileira (CMB). As unidades, que devem começar a ser erguidas a partir de 2023, estarão localizadas em São Sebastião, Recanto das Emas, Sobradinho II e Sol Nascente. A afirmação foi feita pela secretária da Mulher, Vandercy Camargos, durante os trabalhos da comissão de transição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), nesta quarta-feira (16).
A secretária da Mulher, Vandercy Camargos (D), confirmou as novas Casas da Mulher Brasileira durante os trabalhos da comissão de transição | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília
“Temos mais quatro casas previstas com a licitação para ser homologada. Vamos ter casas em São Sebastião, no Recanto das Emas, em Sobradinho II e no Sol Nascente. Os terrenos estão garantidos e pretendemos iniciar o ano com essas casas em obras”, afirma Vandercy Camargos.
Atualmente, o DF dispõe de uma unidade em funcionamento em Ceilândia. A Casa da Mulher Brasileira é um equipamento de proteção de alta complexidade, criado para oferecer atendimento humanizado às mulheres vítimas de violência doméstica.
A casa foi interditada, em 2018, pela Defesa Civil, por problemas na edificação, e reinaugurada em 20 de abril de 2021. No primeiro ano de funcionamento, entre abril de 2021 e abril de 2022, mais de 3,7 mil mulheres passaram por algum dos atendimentos oferecidos.
Ainda segundo a titular da pasta, os locais escolhidos atendem critérios técnicos e informações obtidas junto ao Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e à Secretaria de Segurança Pública e que levam em conta o enfrentamento à violência doméstica, por exemplo.
Outras iniciativas, como o programa Jornada Zero, que tem por objetivo mobilizar a comunidade para combater as diversas formas de violência, serão mantidos pela secretaria.
A Secretaria da Mulher foi criada pela atual gestão e teve evolução orçamentária de 1.850% desde a sua obtenção de autonomia financeira, em 2020. Saiu de um orçamento de R$ 1.741.005,00, em 2019, para R$ 39.105.818,00 em 2022. Além disso, ganhou dezenas de servidores e ações de empoderamento feminino e de enfrentamento à violência.
A programação de três dias é gratuita e inclui diversas atividades relacionadas às mais variadas vertentes da tradição afrobrasileira, como Capoiera Regional, Angola, Maculelê, Puxada de Rede e Coco de Zambê
O II Batizado com Troca de Cordas do projeto Vivências Multicultural de Capoeira acontece entre os dias 18 e 20 de novembro, no Arena Lutas, na Colônia Agrícola Kanegae, no mês de celebração da Consciência Negra. A programação de três dias é variada e o acesso para o público é gratuito. Além de apresentações de Capoeira Angola, Puxada de Rede, Capoeira Regional, Coco de Zambê, Maculelê, com transmissões ao vivo via live do Instagram, haverá duas vivências especiais, uma com Mestre Nego Bento e a outra com Mestre Formiguinha. E para coroar a grade de atrações, Batizado e Troca de Corda das categorias infantil e adulto.
“As apresentações serão feitas pelas próprias crianças participantes de nosso projeto. O público poderá assistir tanto virtualmente – pelas lives disponibilizadas pelos links que enviaremos por nossas redes – como presencialmente, aqui em nosso espaço multicultural”, explica Hudson dos Reis, conhecido na capoeira como Taleta, diretor e professor do projeto, a respeito do acesso às atividades do evento.
Vertentes da capoeira
São muitos os braços da capoeira. Desde variações do estilo de jogo, passando por diferentes musicalidades e instrumentações, até danças e ações cênicas, compõem esse patrimônio imaterial da humanidade. Entre elas, o Arena Lutas dá destaque às seguintes:
Capoeira Angola – trata-se de uma variante de jogo, uma expressão única dessa tradição afro-brasileira. O jogo de Angola é acompanhado por uma música mais lenta, geralmente a música precedida por ladainha, tratando, quase sempre, de temas essenciais às raízes afro. Possui diferentes manifestações que incluem a dança, a música, a dramatização, a brincadeira, o jogo e a espiritualidade. Na roda, possíveis golpes poderosos transmutam-se em gestos contidos no momento do contato. A movimentação individual está diretamente relacionada aos movimentos do outro capoeirista.
Capoeira Regional – outra variante dessa manifestação cultural criada, em 1928, a partir da vertente Angola. O baiano Manoel dos Reis Machado, mundialmente conhecido como Mestre Bimba mesclou conhecimentos da Capoeira Angola e do Batuque (um tipo de luta-livre da Bahia, comum no século XIX) para criar este novo estilo. O estilo é caracterizado pela alta agilidade e velocidade de seus movimentos, bem como de floreios baseados em gingas e saltos.
Puxada de Rede – trata-se de uma expressão cênica que conta, por meio de dança e de cânticos, a realização da atividade pesqueira dos negros recém-libertos, que encontraram na pesca do “xaréu” trabalho remunerado ou apenas um modo de subsistência.
Coco de Zambê – dança de canto improvisado ou ensaiado, seguidos por tambores de pau furado cobertos com couro de animais, chamados zambê e chamá. Forma-se uma roda onde os tocadores ocupam uma posição central, entoando cantos enquanto os brincantes se revezam na entrada da roda, executando passos que assemelham-se a capoeira, afoxé e frevo.
Maculelê – dança tradicional, originada no Recôncavo Baiano, cuja dinâmica acontece com o uso de bastões de madeira, ao som de atabaques e cânticos. Em algumas oportunidades, praticantes mais experientes podem utilizar facões em lugar de bastões.
As vivências são uma ótima oportunidade para o público conhecer de perto essas expressões. “Com o mestre Formiguinha, o encontro será sobre todos os aspectos da Capoeira Angola, ou seja, música, roda, golpes, entre outros. E com mestre Nego Bento, será possível conhecer um pouco mais sobre a musicalidade na capoeira”, complementa Taleta.
Serviço:
II Batizado e Troca de Corda do Arena Lutas – Atividades de Capoeira.
Evento acontece entre os dias 24 e 27/11 com exposição de produtos, palestras, oficinas e atividades infantis
O mercado de animais de estimação vem se tornando um dos potenciais segmentos para empreender. Segundo levantamento do Instituto Pet Brasil, o setor de produtos, serviços e comércio de pets registrou alta de 27% no faturamento em 2021, quando comparado ao ano anterior, atingindo R$ 51,7 bilhões. Para contribuir com a realidade dos interessados no setor, o Conecta+ Pets promove uma feira gratuita com atrações e atividades voltadas para a temática, entre os dias 24 e 27/11, das 10h às 19h, no estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano (antiga Funarte), em Brasília.
Entre as principais atividades estão feira de adoção, exposição de produtos, apresentação para crianças, atendimento veterinário, oficinas sobre fisioterapia animal, emergência veterinária e outros temas. Além disso, os participantes vão contar com palestras para tutores e para empreendedores. Os temas variam desde produção de conteúdo e mídias sociais até bem-estar animal, cuidados e dicas importantes para pets.
Workshop para empreendedores
No mesmo local da feira, nos dias 22 e 23/11, o espaço estará aberto para empreendedores do segmento expandirem seus conhecimentos com atividades que acontecem das 8h às 18h.
Para participar dos workshops é preciso fazer inscrição no site (http://conectamaisbsb.com.br) e garantir a vaga e o certificado de participação. Entre as atividades, estão workshop para adestramento de cães, banho e tosa em cães e gatos e palestra sobre comportamento.
Haverá transmissão dos jogos do Brasil com shows ao vivo e cervejas artesanais.
Projeto Conecta+
O projeto “Conecta+”, criado pelo Instituto de Desenvolvimento, Inclusão Social e Cultural (IDISC), com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (SDE), traz a Brasília mais uma oportunidade de desenvolvimento e crescimento econômico. O projeto visa proporcionar geração de emprego e renda, além de crescimento conjunto e capacitação da rede empreendedora local.
O Conecta+ Pets e o Conecta+ Gestantes e Crianças vão promover conhecimento e espaço de vendas para o segmento infantil e Pets. A expectativa média é de 400 visitantes por dia.
Para acessar detalhes sobre a programação e sobre as feiras, acesse o Instagram @conectamaisbsb ou o site https://www.conectamaisbsb.com.br.
Serviço
Workshop para empreendedores do segmento pet
Data: 22 e 23/11, das 8h às 18h
Local: estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano (antiga Funarte), em Brasília.
Programação e inscrições: https://www.conectamaisbsb.com.br
Feira Conecta+ Pets
Data: 24 a 27/11, das 10h às 19h
Local: estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano (antiga Funarte), em Brasília.
Programação completa: Instagram @conectamaisbsb ou https://www.conectamaisbsb.com.br
Objetivo é compatibilizar o planejamento com o Plano de Governo para o período de 2023 a 2026
O Governo do Distrito Federal (GDF) instituiu, nesta quarta-feira (16), um grupo de trabalho para realizar levantamento e revisão de atos relacionados ao Plano Estratégico do Distrito Federal. A determinação partiu do governador Ibaneis Rocha e tem por objetivo compatibilizar o planejamento com o Plano de Governo para o período de 2023 a 2026.
Por orientação do governador Ibaneis Rocha, a equipe tratará das diretrizes necessárias para elaboração dos Planejamentos Estratégicos Institucionais, Plano Plurianual, Diretrizes Orçamentárias e Orçamentos
A portaria nº 20/2022, assinada pelo secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz, institui os nomes que integram a equipe e as atribuições. O ato foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (16). O grupo tem até o dia 31 de dezembro de 2022 para conclusão dos trabalhos.
Por orientação do governador Ibaneis Rocha, a equipe tratará das diretrizes necessárias para elaboração dos Planejamentos Estratégicos Institucionais, Plano Plurianual, Diretrizes Orçamentárias e Orçamentos. Em 2023 será elaborado novo Plano Plurianual (PPA) para o período de 2024-2027. O PPA é o instrumento do governo que baliza os planejamentos seguintes: Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual.
O planejamento estratégico possibilita aos gestores levantar os desafios, problemas e oportunidades para orientar as escolhas das políticas públicas do GDF. Esse planejamento é guiado pelos eixos de Saúde, Segurança, Educação, Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Territorial, Meio Ambiente, Gestão e Estratégia.
A equipe designada pela portaria também será responsável por avaliar e propor ajuste no Modelo de Gestão Estratégica do Governo do Distrito Federal (GDF).
O Grupo de Trabalho será coordenado pelo secretário-executivo de Planejamento, Otávio Veríssimo Sobrinho, e pelo secretário-executivo de Finanças, Thiago Rogério Conde. Também integram a equipe os servidores Marco Aurélio Pinto Goulart, Joseilda de Mello, Marco Aurélio Teixeira, Adriane Freitas de Oliveira, Adriano Leal, Luciana Lopes, Melissa Normandes, Lawrence Pinto e Anna Cristina Cypriano. O prazo para conclusão dos trabalhos é 31 de dezembro de 2022.
Servidores públicos e integrantes da sociedade civil podem concorrer; interessados podem se inscrever até o dia 9 de dezembro
A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) abriu, nesta quinta-feira (17), as inscrições para o processo seletivo do Programa de Concessão de Bolsas de Estudos junto ao Centro de Ensino Unificado de Brasília (UDF), destinado aos servidores públicos distritais e egressos da rede pública de ensino. A oferta é para as turmas que se iniciam no 1º semestre de 2023. Nesta edição, são oferecidas 87 bolsas integrais. As inscrições poderão ser feitas até o dia 9 de dezembro.
Conforme o edital publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o processo de concessão das bolsas terá etapas distintas de seleção para servidores públicos e da rede pública de ensino (sociedade civil). No caso dos candidatos da administração pública, serão levados em conta o tempo de serviço, a assiduidade, o número de dependentes, a remuneração e o nível de escolaridade.
O edital contempla os 22 cursos do centro universitário, que oferece graduações em direito, administração, biomedicina, contabilidade, fonoaudiologia, pedagogia e letras, entre outras
Para os candidatos da sociedade civil, as exigências incluem a conclusão dos três anos do ensino médio em escola da rede pública de ensino do DF, participação na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2021 e média mínima obtida de 400 pontos, além da comprovação de hipossuficiência de renda familiar.
Do total de 87 vagas, são 38 para servidores e 49 para a sociedade civil. A divisão é feita por curso ofertado e período das aulas.
“Desde o início da gestão do governador Ibaneis Rocha, que restabeleceu o programa, quase 700 bolsistas foram contemplados. A iniciativa certamente contribui para a formação dos cidadãos e para a capacitação dos servidores e empregados públicos”, afirma a diretora-executiva da Egov, Juliana Tolentino.
O edital contempla os 22 cursos do centro universitário, que oferece graduações em direito, administração, biomedicina, contabilidade, fonoaudiologia, pedagogia e letras português/inglês, entre outras. O processo de inscrição é online.
Doença causou cinco óbitos em 2022. Confira os locais de vacinação
A rede pública de saúde do Distrito Federal tem mais de 80 mil doses de vacina contra a influenza (gripe) disponíveis na Rede de Frio. De segunda a sexta-feira, são mais de 100 unidades básicas de saúde (UBSs) com os imunizantes à disposição de todo o público com mais de 6 meses de idade. Na maioria desses locais, o atendimento ocorre das 8h às 17h. Para se vacinar, basta levar documento de identificação e, se tiver, o cartão de vacina.
Confira aqui a lista dos locais de vacinação contra a influenza.
“Estar imunizado com uma vacina que tem eficácia comprovada previne riscos de infecções graves, internações e morte, principalmente na população idosa”, aconselha o médico Rafael Melo de Deus, referência técnica distrital (RTD) de pneumologia da Secretaria de Saúde. De janeiro a outubro, o Distrito Federal registrou cinco óbitos causados pela influenza, sendo quatro de pessoas acima dos 70 anos e uma na faixa etária de 30 a 39 anos.
Porém, o especialista lembra que a imunização não serve apenas para evitar mortes. “A vacina não evita o quadro de gripe, ela reduz a gravidade e o tempo de sintomas”, explica. O imunizante disponível na rede pública protege contra os vírus H3N2, H1N1 e a cepa B do vírus da influenza.
O médico ressalta a segurança dos imunizantes. “Os vírus utilizados para a vacina não transmitem a doença. Eles foram preparados em laboratório apenas para auxiliar o nosso sistema imune a se defender para uma possível infecção viral no futuro. Reações adversas como febre, dores pelo corpo e dor no local da aplicação podem surgir após a aplicação, como no uso de qualquer outra vacina”, detalha. A única restrição é para quem tem alergia ao ovo de galinha.
Vacinação
Entre 4 de abril e 21 de outubro, o Distrito Federal aplicou 902 mil doses de vacinas contra influenza. Até 24 de junho, havia públicos prioritários, como professores, crianças de 6 meses a 5 anos, idosos a partir dos 60 anos e pessoas com comorbidades, entre outros grupos. A partir de 25 de junho, a vacinação foi ampliada para todas as pessoas com mais de 6 meses.
A gerente de Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Saúde, Renata Brandão, lembra que a vacina contra influenza pode ser tomada juntamente com a da covid-19. “Todos os grupos elegíveis para vacinação contra a covid-19 podem receber a vacina concomitantemente com qualquer outra vacina do calendário de vacinação”, afirma.
Crianças que forem atualizar o cartão vacinal, por exemplo, podem ser protegidas contra a influenza ao mesmo tempo. “Se for vacinação de rotina, a do calendário básico, desde o nascimento a criança pode receber mais de uma vacina no mesmo dia”, diz.
Além dos veículos, 17 conselhos tutelares também receberam recursos do senador, para a compra de kits que incluem equipamentos como bebedouro, ar-condicionado e smart tv
No Dia do Conselheiro Tutelar (18), o senador Izalci Lucas (PSDB) parabenizou os profissionais, lembrando do trabalho essencial que realizam para garantir os direitos das crianças e adolescentes.
Os conselhos tutelares atendem crianças, adolescentes, pais ou responsáveis em situação de ameaça ou violação de direitos, aconselham e encaminham para programas e tratamentos, podendo para isso requisitar serviços públicos.
“Justamente por conhecer as dificuldades e o trabalho valoroso realizado pelos conselheiros tutelares no Distrito Federal, destinei recursos para a compra de veículos para 27 conselhos, sendo três adaptados para pessoas com deficiência. E a boa notícia é: todos já foram entregues e estão sendo utilizados. Foi uma forma de retribuir, pelo menos um pouco, todo trabalho e dedicação desses profissionais”, afirmou o senador.
Além dos veículos, 17 conselhos tutelares também receberam recursos do senador, para a compra de kits que incluem equipamentos como bebedouro, ar-condicionado, smart tv, entre outros.
Atualmente, o Distrito Federal conta com 40 Conselhos Tutelares espalhados em todas as cidades. Cada um deles é composto por equipe administrativa e cinco conselheiros tutelares eleitos pela comunidade.
A função foi criada em julho de 1990, junto com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Já o Dia do Conselheiro Tutelar foi instituído em 2007 para homenagear esses profissionais.
Mostras paralelas e discussões sobre o audiovisual brasileiro compõem programação do FBCB de 2022
O dia 15 de novembro foi feriado, mas também foi dia de cinema para quem acompanha a 55ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB). Marcado pelo início dos debates e das mostras paralelas, a terça-feira de festival contou com a exibição de curtas e longas-metragens e com a realização de importantes discussões sobre o audiovisual brasileiro.
O evento, que segue até o próximo domingo (20), é promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) em parceria com a organização da sociedade civil (OSC) Amigos do Futuro.
Neste que foi o segundo dia do FBCB, chamou a atenção a presença marcante dos brincantes, bonecos mamulengos, palhaços e super-heróis. Numa noite em que o público lotou o Cine Brasília para conferir a estreia da Mostra Brasília, fantasia e alegoria deram o ar da graça por meio de produções com narrativas criativas, divertidas e pitadas de non sense.
Com diversas poltronas ocupadas por crianças, o curta Super-Heróis, de Rafael de Almeida, criou empatia imediata com o público infantil e adulto a partir da história de um personagem glutão e atrapalhado. Despretensioso, o filme trabalha com signos afetivos que marcaram toda uma geração e que vão desde brinquedos a vilões marcantes, como o temido Dr. Gori do seriado Spectreman. Os conflitos de uma relação na terceira idade foram o tema da comédia dramática Desamor, de Herlon Kremer, que comove o público com a história de Heloísa e Alfonso.
Cine Brasília lotado
Já o primeiro longa da Mostra Brasília apresentado nesta 55ª edição do FBCB foi o terno Capitão Astúcia, de Filipe Gontijo, que estreita os laços afetivos entre um jovem frustrado e seu avô sonhador apaixonado pela aventura e pela vida. Destaque para a bela atuação do veterano ator Fernando Teixeira, em papel que foge das atuações carrancudas que marcaram sua carreira. O filme, vale pontuar, é uma das obras do festival que contou, na produção, com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC).
A jornada de exibições continuou com a Mostra Competitiva, que está sendo exibida no Cine Brasília, mas também, e gratuitamente, no Complexo Cultural de Planaltina e no Complexo Cultural de Samambaia. O primeiro curta da noite foi o carioca Nossos Passos Seguirão os Seus…, de Uilton Oliveira.
Com narrativa experimental, o filme aposta no revisionismo histórico para contar a trajetória do operário brasileiro Domingos Passos, militante grevista dos anos 1920. “O filme fala da experiência de trabalhadores marginalizados na história do movimento operário”, destacou o diretor, chamando atenção para a reivindicação de luta que o projeto suscita.
Exibido em seguida, o curta Anticena, produção do DF dirigida pela dupla Tom Motta e Marisa Arraes, traz uma engenhosa trama metalinguística ao acompanhar a trajetória de um motoboy que tem o hábito de registar suas peripécias pelas ruas da cidade.
Já o longa pernambucano Espumas ao Vento, de Taciano Valério, discute o enfraquecimento e a banalização da arte popular por meio da trajetória de uma trupe de teatro de mamulengos de Caruaru. Nas entrelinhas desse drama reflexivo, que começou empolgando a plateia, estão questões como medo, perda e resgate da arte genuína do povo.
Público marca presença no Cine Brasília no segundo dia do FBCB 2022
Reexistências
A terça-feira (15) também foi marcada pelo início da mostra paralela Reexistências, que reuniu o público do Cine Brasília para assistir ao documentário O Cangaceiro da Moviola (MG/RJ). O filme narra a trajetória de Severino de Oliveira Souza, popularmente conhecido como Severino Dadá, que iniciou sua trajetória no cinema brasileiro ainda na década de 1960 e segue em plena atividade, tornando-se uma verdadeira referência no audiovisual.
A história foi dirigida pelo cineasta e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Luís Rocha Melo, e mescla imagens atuais e de acervo, além de depoimentos e participações especiais para retratar a relação de amor entre Dadá e o cinema. Após a exibição do filme, o diretor participou de debate com os espectadores e contou um pouco sobre a sua trajetória no universo cinematográfico brasileiro.
Luís Rocha também falou da relação profissional e de amizade que mantém com Dadá e frisou a relevância da função de montador. “Eles precisam ter sangue frio para saber o que cortar e o que não cortar”, pontuou. Segundo ele, as pessoas assistem a um filme e geralmente elogiam a fotografia, o roteiro, as performances dos atores, mas não pensam de forma mais abrangente, com tudo o que a sétima arte envolve.
Natural de Belém (PA) e cinéfila de carteirinha, a advogada Maria de Fátima Santos Luz acompanhou a exibição e o debate sobre O Cangaceiro da Moviola. Ela conta que acompanha o Festival de Brasília desde a década de 1990 e que estava contando as horas para a volta presencial do evento.
“Já tinha vindo a Brasília para acompanhar outras edições do festival e agora moro aqui há quatro anos. A pandemia infelizmente prejudicou a realização desse momento tão aguardado por quem é cinéfilo. Ficar em casa vendo streaming ou filme em televisão não é a mesma coisa e eu já não estava satisfeita com isso. Estava com saudade do festival e fico feliz pela sua retomada e por poder estar aqui”, celebrou.
Debates
Como já é tradição no FBCB, nas manhãs que se seguem à Mostra Competitiva ocorrem os fundamentais debates, tão acalorados e polêmicos quanto as projeções dos filmes na tela do Cine Brasília na noite anterior. Assim, a manhã de terça-feira recebeu o primeiro debate desta edição, com Mato Seco em Chamas (DF), Big Bang (MG/RN) e Ave Maria (RJ).
Acompanhado por Joana Pimenta, codiretora do filme, e de parte da equipe de Mato Seco em Chamas, o cineasta Adirley Queirós falou sobre o trabalho com atores não profissionais, o desafio das impactantes direção de arte e fotografia, os bastidores de cenas e o processo de criação e desconstrução do roteiro que flertou, como já é conhecido no estilo da dupla, entre o documental e a ficção.
Queirós também destacou o desafio de legitimar os espaços periféricos dentro de uma narrativa autoral. “Trabalhamos sem roteiro, com a liberdade de errar muito, mas o erro foi fundamental para que pudéssemos acertar”, registrou. “O cinema é uma aventura que discute nossas contradições.”
Formativas e debates também integram a 55ª edição do FBCB | Foto: Marina Gadelha
Protagonista do singelo e incisivo curta Big Bang, de Carlos Segundo, o ator paulista Giovanni Venturini, portador de nanismo, destacou o trabalho de construção do personagem marginalizado por sua condição física. “Atuei como palhaço e em espetáculos infantis, mas resolvi fechar as portas para esse tipo de papel e buscar personagens mais densos”, contou.
Diretora do outro curta, o drama familiar Ave Maria, Pê Moreira não escondeu o nervosismo como realizadora debutante e a audácia sobre realizar um filme a respeito da condição de pessoas binárias de gênero. Também destacou a força do elenco majoritariamente feminino, destacando a atuação da atriz Cyda Moreno, que interpreta sua avó, Gina, falecida recentemente. “Essa personagem é um alívio no filme em relação aos outros que são tão tensos”, comparou Pê Moreira.
Formativas
Ainda durante a manhã deste segundo dia do FBCB, Marianne Macedo, primeira assistente de direção e continuísta, realizou, de forma virtual e gratuita, a segunda etapa da Oficina de Assistência de Direção, tendo como foco profissionais que já possuem alguma experiência no mercado audiovisual.
Marianne falou sobre as divisões dos trabalhos para quem é primeiro, segundo e terceiro assistente de diretor (AD) e utilizou o filme O Sofá (2017), em que atuou como primeiro AD, para exemplificar as atividades da equipe.
Ela também destacou a importância do trabalho realizado por esses profissionais. ‘‘Acredito que o AD é o braço direito do diretor ou da diretora. Esse é o profissional que coordena a obra, controla os tempos para que a filmagem seja realizada, faz a dinâmica de atuação dos atores e mantém o relacionamento das equipes, respeitando as complexidades, os deslocamentos, entre outros’’, comentou.
Na parte da tarde, o Hotel Grand Mercure recebeu o primeiro painel da 1ª Conferência do Cinema Nacional, tendo como tema a reconstrução do audiovisual brasileiro. O encontro discutiu o atual cenário do mercado e procurou estabelecer metas para a reconstrução do setor, reunindo representantes da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (Apan), Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte e Nordeste (Conne), Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Cinematográfica e do Audiovisual (Sindcine), Brasil Audiovisual Independente (Bravi), além do diretor Adirley Queirós.
Na plateia lotada, estava o indígena Marcelo Cuhexê, diretor do filme Levante pela Terra, destaque da programação desta quarta-feira (16) na Mostra Brasília. “É muito importante esse encontro, porque a gente sonda o cenário que a gente tem para produzir trabalhos que tragam retorno à sociedade”, salientou. “Temos que incluir nessa direção os mais diversos povos, indígenas, de matriz africana… O Brasil é composto por essa diversidade”, defendeu.
A mediadora do painel, Cíntia Domit Bittar, representando a Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro (API), achou que as discussões foram bastante produtivas, com propostas que vão contribuir na construção de uma carta de intenções.
“Será uma documentação simples, com poder de registro, construída com os pontos em comum para que o governo de transição saiba que estamos cuidando, pensando a gestão como gestão”, explicou a diretora, produtora e roteirista, sócia da Novelo Filmes. “Será um documento objetivo, curto, muito certeiro e assertivo para demonstrar os nossos interesses, o que a gente encara como desafio e urgência.”
Ainda entre as atividades do dia, os cinco selecionados para a Clínica de Projetos promovida pelo FBCB 2022 receberam consultorias individualizadas de seus projetos com Krishna Mahon. Um dos grandes nomes do setor audiovisual brasileiro, Krishna acumulou os prêmios Promax, APCA e Emmy ao longo de seus 30 anos de carreira. Ela foi incumbida de preparar os participantes para a difícil tarefa de defender publicamente seus projetos nos Pitchings Abertos, que ocorrem nesta sexta-feira (18), com grandes players do mercado.
Mesmo diante do desafio, Krishna Mahon vibra e se emociona com cada projeto: “Eu me apaixono pelas ideias, me deixo levar pelas emoções e, então, fico muito na torcida. Me sinto muito feliz de virar a madrinha de tantos projetos. Poder fazer essas pontes e ajudar nesses laços é muito importante para mim, porque o audiovisual é isso: a gente transforma pessoas que transformam o mundo. E aqui no Festival de Brasília eu vi projetos muito bons que merecem ser feitos e chegarem ao maior número de pessoas”.
Uma das contempladas para a integrar a atividade, que faz parte do Ambiente de Mercado do Festival, foi a cineasta Carina Bini, com o projeto de Pajés, série documental contemplada pelo FAC-DF, que narra oito histórias inspiradoras sobre pajés mulheres de oito etnias indígenas brasileiras.
“Estar participando da Clínica com Krishna Mahon é um privilégio que o FBCB nos proporciona. Eu sou uma fã do trabalho dela, uma mulher que inspira muitos cineastas”, destacou. “É muito importante conseguirmos entender como funciona o mercado, a indústria, de forma a negociar e vender nossos projetos. E a Krishna tem um olhar de quem já ouviu, avaliou e participou de muitos pitchings, o que é muito bacana. Isso faz com que a gente amadureça os projetos.”
Serviço
55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
De 14 a 20 de novembro
Local: Cine Brasília
Exibições também no Complexo Cultural de Planaltina e Complexo Cultural de Samambaia Confira aqui a programação completa
Ingressos nas bilheterias