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Brasília receberá seletiva para a Universíade 2023

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Evento, em junho, será classificatório para a maior competição do esporte universitário mundial em Chengdu, na China

De 11 a 15 de junho, Brasília será palco de seletiva para a Universíade 2023, que será realizada em Chengdu, na China. Para o evento esportivo  em solo brasiliense, são esperados mais de mil atletas representantes dos 26 estados mais o Distrito Federal.

“Apoiar o fomento do esporte universitário também faz parte da nossa missão. A vinda deste evento esportivo para Brasília deixará grandes legados, a exemplo do fomento da economia, turismo e geração de emprego e renda”Julio Cesar Ribeiro, secretário de Esporte e Lazer

Serão realizadas seletivas para as modalidades atletismo, atletismo paradesportivo, badminton, badminton paradesportivo, natação, natação paradesportiva, saltos ornamentais, taekwondo e judô. Entre os locais que sediarão as competições, estão o Centro Internacional de Convenções do Brasil, o Comando Militar do Planalto e a Associação dos Servidores do Banco Central.

A seletiva será realizada com o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), com recursos provenientes do Fundo de Apoio ao Esporte, totalizando R$ 700 mil. “Apoiar o fomento do esporte universitário também faz parte da nossa missão. A vinda deste evento esportivo para Brasília deixará grandes legados, a exemplo do fomento da economia, turismo e geração de emprego e renda”, destaca o secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro. “Além do mais, o desporto educacional vem ao encontro das oportunidades necessárias para inserção dos jovens no mercado de trabalho convencional”, completa.

Podem participar da seletiva os estudantes nascidos no período compreendido entre 1º de janeiro de 1996 a 31 de dezembro de 2005, que estão regularmente matriculados em instituição de ensino superior (IES) até o dia 31 de março de 2023, cursando e frequentando o semestre no ano de 2023, em nível de graduação, pós-graduação na IES de seu estado reconhecida ou autorizada pelo Ministério da Educação (MEC). Cada atleta só poderá participar de uma modalidade esportiva.

Criada em 1923, a Universíade é considerada a maior competição do esporte universitário mundial. Os jogos são organizados para atletas universitários pela Federação Internacional do Esporte Universitário (Fisu). A Universíade é realizada a cada dois anos, reunindo diversas modalidades, com até 12 mil atletas de 17 a 28 anos.

Crescimento da aviação em Goiás pode fazer a economia goiana voar mais alto

Goiás já é o 3º pólo do país em manutenção de aeronaves, possui várias características que atendem a todos os serviços aeroportuários, a principal delas é a centralidade em relação ao resto do Brasil

Ao citar os setores que são destaques na economia goiana, logo vem à mente de muitos o agronegócio, as indústrias de alimentos, mineração e farmacêutica. Mas o que muita gente desconhece, e aí incluímos os próprios goianos, é que Goiás, por sua privilegiada localização geográfica, é um dos mais importantes pólos de serviços aeronáuticos do País.

Muito além da aviação comercial, grande é a movimentação de aeronaves particulares. Goiás responde também pela quinta maior frota de aeronaves civis, são 1.409 registradas, conforme informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Para se ter uma ideia, o estado é o terceiro em número de bases de manutenção de aeronaves, são 53, segundo os dados do Relatório 2022 da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). Nesse sub-segmento da aviação, Goiás fica atrás apenas de São Paulo, com 180 bases de manutenção; e Rio de Janeiro, com 65 bases.

Ainda conforme os dados da Abag, o estado é o quarto em número de empresas que prestam serviços de agro aviação e o sétimo em quantidade de aeródromos (privados ou públicos), são 196 em operação.

“Goiás na sua centralidade em relação ao Brasil é um estado que possui muitas especificações para atender a todos os serviços e infraestruturas ligadas à aviação. Nessa área de manutenção de aeronaves, por exemplo, temos aqui muitas empresas com certificação nacional e internacional, e temos aqui uma mão de obra extremamente qualificada para esse mercado”, afirma o empresário Rodrigo Neivas, diretor comercial do Antares Polo Aeronáutico, empreendimento que está sendo construído em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital, e que será até o fim de 2024, quando deverá ser concluída a primeira fase do projeto, o mais novo e moderno hub da aviação civil brasileira.

Ele lembra que o estado está a uma hora de voo dos principais pólos de consumo e populacional do País, que compõem 65% do PIB nacional. “Mesmo as regiões consideradas mais distantes, como os extremos norte e sul do Brasil e alguns estados do nordeste, não estamos mais do que quatro horas de voo de distância. Então, quando você olha essa questão das horas voadas, que são bem menos do que as gastas por qualquer outro modal de transporte, você percebe que a aviação em nosso estado tem um potencial gigantesco”, avalia Neiva.

O empresário lembra que um aeroporto é um forte pólo de desenvolvimento econômico em qualquer lugar do mundo em que ele se instale. “Aqui em Aparecida de Goiânia, onde estamos construindo o Antares, não será diferente. Será uma infraestrutura que irá atrair grandes empresas, porque a aviação é um negócio que precisa de um contingente enorme de mão de obra diversificada e qualificada, e não são só para as empresas do setor, mas outras de áreas afins”, argumenta. Falando em mão de obra, dados do Ministério do Trabalho apontam que em Goiás o ganho médio no setor de aviação é de R$ 4.700 e a expectativa é que o Antares Polo Aeronáutico amplie as oportunidades para a área, consolidando um mercado especializado para os futuros profissionais.

Potencial gigantesco

Capitaneado pelas empresas goianas Tropical Urbanismo, Innovar Construtora, CMC Engenharia, BCI Empreendimentos e Participações e RC Bastos Participações, o Antares terá, em sua primeira fase a pista de pouso com extensão de 1.980 metros e a largura passará de 45m, o que possibilitará a operação de aeronaves de maior porte. O PCN (Número de Classificação do Pavimento) suportará um Boingo 737-800. Nesta fase, também serão entregues a área de embarque e desembarque e 72 lotes entregues de 1.000m² a 1.500 m² de área, com toda a infraestrutura necessária para a instalação de hangares e serviços ligados à aviação.

Com uma área de 209 hectares, o Antares, segundo explica Rodrigo, irá atrair empresas de todos ramos da aviação como táxi aéreo, serviços aeromédicos, manutenção de aeronaves, hangaragem, escolas para formação de pilotos, cargas aéreas e outras negócios correlacionados, como: empresas de transporte e logística, distribuidoras de combustíveis, hotéis executivos e outros.

Aeroportos colapsados

Rodrigo Neiva lembra que o Brasil, por suas dimensões continentais, é um país que precisa muito do modal aéreo para ter uma verdadeira integração nacional. Mas apesar dessa necessidade, ele salienta que a aviação brasileira ainda tem um caminho gigantesco a ser percorrido, e que esses avanços podem começar agora com algumas mudanças recentes, como a privatização dos grandes aeroportos. “Aqui no Brasil, mesmo com 2.463 aeroportos e aeródromos, nós conseguimos transportar por ano apenas 50% da nossa população, ao passo que nos Estados Unidos, país com dimensões territoriais e populacionais semelhantes a nossa, transporta por ano, via aérea, o equivalente ao triplo de sua população, hoje estimada em cerca de 330 milhões de habitantes. Ou seja, o modal aeroviário lá consegue transportar quase que um bilhão de pessoas por ano”, exemplifica.

Segundo Rodrigo Neiva, aeroportos como Congonhas (SP), Viracopos (SP), o Galeão (RJ), Confins (MG),  que estão entre os mais movimentados do Brasil, além de estarem todos conscentrados na região Sudeste, estão todos praticamente colapsados, por falta de espaço e de condições de receber um número maior de operações. “Diante disso precisamos ter outras vias, o Brasil não é só o Sudeste, ou só São Paulo. Somos um país com mais de 220 milhões de pessoas e com uma extensão territorial superior a 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Um empreendimento como o Antares, mesmo não sendo um aeroporto voltado para a aviação comercial de grande porte, pegará justamente essa outra parte da aviação que engloba operações como a agro aviação, táxi-aéreo, serviços aeromédicos, a aviação regional,  transporte de carga área e vários outras”, detalha o empresário.

 

Escola de Ceilândia receberá o projeto Leitura para a Cultura de Paz

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Escola não é lugar de medo nem nunca será. Pensando nisso, será iniciado nesta quarta (19/04), das 9 às 11h e depois das 13h às 16h,  o  projeto Leitura para a Cultura de Paz.  Os professores terão uma palestra com a idealizadora do projeto, Débora Bianca Xavier Carreira, e será realizada a entrega de 20 kits, cada um com seis livros a serem trabalhados com os alunos. A proposta é sensibilizar a comunidade para lidar com a questão das violências explícitas e veladas dentro e fora do ambiente escolar. Para tanto, o projeto vai desenvolver ações de incentivo à leitura com alunos, professores e responsáveis, de 19 de abril a 21 de outubro.  A Escola Classe 46 (EC 46). de Ceilândia (EQNP 16/20 – AE no bairro SETOR P SUL) receberá todas as atividades do projeto que conta com o patrocínio do FAC-DF.
Ao todo, serão entregues 240 livros. 120 para os alunos e 120 na culminância em formato de sorteio para a comunidade. Também serão realizadas oficinas, minicursos e palestras para os educadores, bate-papo com especialista em literatura infantil, mediação de leitura e leituras compartilhadas com os alunos, rodas de conversa e apresentações artísticas e literárias para toda a comunidade escolar.
Para sair do papel, o projeto conta com um time de profissionais da área de educação e cultura. Entre eles estão Lair Franca de Oliveira, Andrea Kluge Pereira, Íris Borges, Luciano Monteiro,  Ângelo Augusto de Oliveira. Além das ações previstas, a equipe vai auxiliar no registro de dados ao longo da execução da proposta para que o projeto seja aperfeiçoado e expandido para outras unidades de ensino do Distrito Federal.
Do plano a prática – Levar às escolas um trabalho que contribui para o enraizamento de uma cultura de paz sempre foi um dos desejos da idealizadora do projeto Leitura para a Cultura de Paz, Débora Bianca Xavier Carreira, mestra em educação com pesquisa na área de violência nas escolas. E neste momento em que a violência nas escolas está, cada vez mais, evidente para a sociedade, Débora decidiu colocar em prática um projeto que tem o livro como instrumento de mediação. “Acreditamos que a prática da leitura venha amenizar a violência ao contribuir para a construção de relações pacíficas e respeitosas”, explica ela. “A arte e a cultura podem transformar espaços e afetos e o que faremos é viabilizar caminhos possíveis para que isso aconteça de forma prazerosa e significativa”, diz otimista.

A diretora da Escola Classe 46, Maria José Soares, vê na iniciativa um reforço para o Projeto Político Pedagógico da escola, que já prevê trabalhos com temáticas de combate à violência. “Devemos estimular professores, educandos, pais e comunidade a compartilharem e a vivenciarem os princípios da Cultura de Paz: respeitar a vida, rejeitar a violência, redescobrir a solidariedade, ser generoso, ouvir para compreender e preservar o planeta”, elucida Maria José.

Ninguém fica de fora – Prevendo acessibilidade, o projeto disponibilizará livros em Braille e os encontros presenciais contarão com tradução em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).

Programação
As ações serão realizadas de acordo com cada público-alvo e sempre em dois turnos, matutino e vespertino.

Com os educadores – No dia 17 de maio (9h às 11h e 14 às 16h),  o corpo docente da Escola Classe 46 vai receber um minicurso sobre formação de leitores com a colaboradora Andréa Kluge Pereira. No dia 31 de maio (9h às 10h30 e 14h às 15h30). Lair Franca ministra oficina com o tema “Os diversos significados da mediação de leitura e sua importância na construção da cultura de paz.”

Com os alunos – Nos dias 07 de junho , 08 de agosto e 06 de setembro (9h ás 10h e 14h tem contação de história e no dia 13 de setembro (9h às 12h e 14 às 17h) será realizada mediação de leitura. Essas atividades serão conduzidas pelas educadoras e escritoras Lair Franca e Débora Bianca.
Com os familiares – No dia 30 de agosto (9h às 10h30 e 14h às 15h30), Iris Borges comanda uma roda de conversa com toda a comunidade escolar. A expectativa é de que o tema “As minhas, as suas, as nossas histórias” suscite em pais e alunos o prazer em resgatar histórias da família, despertando curiosidade, interesse pela investigação e pelas narrativas, enquanto trabalha o fortalecimento de vínculos e o sentimento de pertencimento.

Encerramento – As ações do projeto “Leitura para a Cultura de Paz” serão finalizadas em um evento para toda a comunidade escolar, no dia 21 de outubro, das 9h às 12h, na Escola Classe 46. Para o encerramento da primeira experiência do projeto estão previstas duas exposições. Uma com as atividades desenvolvidas pelos estudantes e outra com os registros fotográficos dos trabalhos realizados ao longo do projeto. Na ocasião, serão sorteados mais 20 kits literários e apresentados à comunidade os dados colhidos ao longo da execução do projeto. Também será realizado um espetáculo artístico (ainda em definição).

A idealizadora – Débora Bianca

Natural de Santos (SP), Débora Bianca, veio para Brasília quando ainda era criança. É pedagoga, mestre em educação e escritora de mão cheia. Entre as obras literárias que já produziu, o livro “O menino e o gigante” recebeu destaque ao ser finalista do concurso Ler É Legal 2021, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Durante 11 anos, Débora atuou como pedagoga na equipe especializada de apoio à aprendizagem da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, onde adquiriu experiência no trabalho com crianças com deficiência. A escritora reserva um dom nato para se comunicar com crianças de todas as idades. Como contadora de histórias, já visitou mais de 150 escolas no Distrito Federal e no entorno, além de Espírito Santo, Goiás e Bahia.

Serviço:

O quê: Projeto “Leitura para a Cultura de Paz” –  Os professores terão uma palestra com a idealizadora do projeto,  Débora Bianca Xavier Carreira, e será realizada a entrega de 20 kits, cada um com seis livros a serem trabalhados com os alunos.
Quando: Início nesta quarta (19/04), das 9 às 11h e depois das 13h às 16h. O projeto segue até 21/10/2023
Onde:  Escola Classe 46 de Ceilândia – QNP 16/20, “P” Sul, Ceilândia

GDF abre inscrições para qualificação profissional em quatro cidades

A quinta edição do programa QualificaDF Móvel oferta 880 vagas em cursos gratuitos em sete áreas de ocupação. Os interessados têm até 27 de abril para se candidatar

Com o objetivo de capacitar profissionais para o mercado de trabalho, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou a quinta etapa do programa QualificaDF Móvel. São 880 vagas em cursos de qualificação em sete áreas de ocupação. Gratuitas, as inscrições estão abertas e seguem até 27 de abril por meio de cadastro no formulário disponível no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Os cursos terão carga horária de 80 horas/aula e serão ministrados nos turnos matutino (das 8h às 12h) e vespertino (das 14h às 18h) em unidades móveis montadas em Samambaia, Sol Nascente, Riacho Fundo II e Brazlândia.

Estão sendo ofertadas oportunidades de capacitação em atendente de farmácia (240), auxiliar administrativo (144), administração de serviços hospitalares (144), auxiliar de contabilidade (144), designer gráfico (112), montagem e manutenção de computadores (48) e manutenção de aparelhos celulares (48).

O programa prioriza a população negra, mulheres, jovens, pessoas com deficiência, migrantes e demais minorias. O QualificaDF Móvel também dá preferência às pessoas em situação de vulnerabilidade e aos residentes das cidades onde as unidades móveis atuarão

“O QualificaDF Móvel conta com quatro carretas, com capacidade para 220 alunos cada. São cursos presenciais em localidades onde não temos estrutura física”, explica o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. De acordo com o titular da pasta, as etapas são iniciadas a cada 30 dias. Lançado no final do ano passado, o programa qualificou 548 pessoas em 2022.

Requisitos da participação

Para concorrer às vagas, o candidato deve ser brasileiro nato ou naturalizado ou estrangeiro em situação regular no país, ser maior de 16 anos, beneficiário do seguro desemprego, desempregado, trabalhador informal ou cidadão idoso de até 70 anos.

O programa prioriza a população negra, mulheres, jovens, pessoas com deficiência, migrantes e demais minorias. O QualificaDF Móvel também dá preferência às pessoas em situação de vulnerabilidade e aos residentes das cidades onde as unidades móveis atuarão.

Quem precisar de auxílio para o preenchimento do formulário eletrônico pode ir até uma das 14 agências de atendimento ao trabalhador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, e sábado, das 8h às 12h.

Início das aulas

O resultado final e a convocação dos candidatos serão divulgados no site da secretaria a partir de 28 de abril. Os convocados devem apresentar, entre os dias 2 e 5 de maio, os documentos comprobatórios originais nas agências do trabalhador ou em tendas instaladas nas unidades móveis. A previsão é de que os cursos tenham início em 8 de maio.

Os qualificandos que cumprirem a frequência mínima de 70% da carga horária, com aproveitamento de no mínimo 50%, terão direito ao recebimento de certificado ao final dos cursos.

Vagas do QualificaDF Móvel

Samambaia: QN 423, Samambaia Sul – próximo à creche pública Azulão
→ Auxiliar administrativo (24, matutino e 24, vespertino)
→ Atendente de farmácia (24, matutino e 24, vespertino)
→ Administração de serviços hospitalares (24, matutino e 24, vespertino)
→ Auxiliar de contabilidade (24, matutino e 24 vespertino)
→ Design gráfico (14, matutino e 14 vespertino).

Sol Nascente: Trecho 2, VC 311 – no estacionamento da administração regional
→ Atendente de farmácia (48, matutino e 48 vespertino)
→ Auxiliar de contabilidade (24, matutino e 24, vespertino)
→ Administração de serviços hospitalares (24, matutino e 24 vespertino)
→ Design gráfico (14, matutino e 14, vespertino).

Riacho Fundo II: QS 15, próximo ao terminal de ônibus
→ Auxiliar administrativo (24, matutino e 24, vespertino)
→ Auxiliar de contabilidade (24, matutino e 24, vespertino)
→ Atendente de farmácia (24, matutino e 24, vespertino)
→ Montagem e manutenção de computadores (24, matutino e 24, vespertino)
→ Design gráfico (14, matutino e 14, vespertino).

Brazlândia: Praça da Bíblia, na Vila São José
→ Administração de serviços hospitalares (24, matutino e 24, vespertino)
→ Auxiliar administrativo (24, matutino e 24, vespertino)
→ Atendente de farmácia (24, matutino e 24, vespertino)
→ Manutenção de aparelho de celulares (24, matutino e 24, vespertino)
→ Design gráfico (14, matutino e 14, vespertino).

Governador de São Paulo cancela compromisso após passar por cirurgia

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Cirurgia de Tarcísio de Freitas é complemento de procedimento anterior feito em Londres

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, cancelou sua participação na solenidade de passagem do cargo de comandante militar do Sudeste, nesta segunda-feira (17) pela manhã. Segundo a assessoria de imprensa do governador, o cancelamento ocorreu por recomendação médica, após Freitas passar por um procedimento cirúrgico no sábado (15). O governador passa bem e seguirá agendas internas no Palácio dos Bandeirantes durante a semana.

A cirurgia foi feita em complementação à realizada no final de março em Londres, na Inglaterra, quando foi internado devido a um cálculo renal. Na ocasião, Freitas cumpria agenda internacional, quando passou mal e interrompeu os compromissos. Com sintomas de crise renal, o governador foi atendido por uma equipe médica e passou a noite no hospital.

JUSTIÇA | STJ inocenta ex-chefe da Civil e ex-secretário de Educação do DF

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Sem provas, Superior Tribunal de Justiça não encontrou nenhum indicio que envolvesse Valdetário e João Pedro Ferraz aos fatos

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pela inocência do ex-chefe da Casa Civil do Governo do Distrito Federal, Valdetário Monteiro e para o ex-procurador do Trabalho e ex-secretário de Educação do DF, João Pedro Ferraz.

O tribunal determinou a restituição dos itens apreendidos na busca e apreensão. A decisão foi motivada por ausência de provas que pudesse envolver Monteiro ou Ferraz.

Outra três pessoas também foram inocentadas. Elas foram acusadas pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de envolvimento em irregularidades na licitação de merenda escolar na rede pública de ensino do DF.

A operação aconteceu em 2020, deflagrada pela Polícia Civil do DF e o MP.

Também foram alvos da operação, José Alberto Pinto Bardawil, Andrea Cristina Zimmermann e Fernanda Curti.

Da casa de Valdetário a “operação” apreendeu um notebook, um aparelho celular iPhone, um chip telefônico e muitos documentos.

Todos os objetos foram devidamente analisados e periciados pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil.

Segundo o portal Radar DF, do jornalista Toni Duarte, nenhum indício foi encontrado que pudesse ligar Valdetário ao suposto crime de corrupção na estrutura da Secretaria de Educação.

Também nada ficou constatado qualquer envolvimento do então secretário da pasta, João Pedro Ferraz.

O ministro do STJ, Ribeiro Dantas, relator do processo, destacou em sua decisão:

[…“não há razoabilidade de manter custodiado os objetos apreendidos sem indício mínimo de autoria e materialidade do ora recorrente aos fatos criminosos. Realmente, no IP 38/2019, a autoridade policial consignou a ausência de provas da participação do ora recorrente aos crimes investigados”.

E por fim decidiu: “Ante o exposto, conheço do agravo para dar provimento ao recurso especial a fim de determinar que sejam restituídos ao recorrente os itens apreendidos nos autos da IP 38/2019”.

VEJA DECISÃO STJ E INQUÉRITO DA PCDF ABAIXO:

https://radardf.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Aresp2262306-STJ.pdf

https://radardf.com.br/wp-content/uploads/2023/04/RELATORIO-DA-POLICIA.pdf

ABBP promove encontro com portais de notícias da Paraíba para organizar o segmento

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Entidade que representa nacionalmente veículos da mídia alternativa digital vai reunir profissionais da imprensa paraibana durante essa semana em João Pessoa

A Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP) fará durante esta semana uma série de reuniões em João Pessoa, capital da Paraíba. A entidade vem percorrendo os estados brasileiros organizando o segmento.

Fundada em 2014 na capital da República com o objetivo de organizar os veículos que atuam no jornalismo digital do País, a ABPP é a responsável por cobrar das autoridades o cumprimento da lei distrital que estabelece que 10% dos recursos da publicidade governamental, no âmbito da Administração Direta e Indireta, sejam destinados para os veículos da mídia alternativa. Com isso, os sites e portais da capital federal e dos municípios da região do Entorno do DF passaram a ser vistos e reconhecidos pelo mercado publicitário.

De acordo com o presidente da ABBP, o jornalista José Fernando Vilela, além de promover o encontro com os profissionais da Paraíba, a entidade tem como objetivo estabelecer uma coordenação regional no estado para fortalecer e profissionalizar os portais de notícias e blogues.

“Queremos oferecer condições para valorizar os blogues, sites e portais de notícias da Paraíba. Vamos trabalhar juntos com os veículos paraibanos para que seja implementada uma legislação que fomente a mídia alternativa nos moldes da que existe no DF e que já está em processo de implementação em outros estados”, destacou o dirigente.

O encontro com profissionais da imprensa paraibana será na próxima terça-feira, dia 18 de abril, às 16h, no Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.

Serviço:
Encontro da ABBP na Paraíba
Dia: 18 de abril de 2023 (terça)
Horário: 16h.
Local: Tribunal de Contas do Estado da Paraíba

Mais informações:
83 – 9 9362-4730 – Ricardo Callado
61 – 9 8622-9879 – José Fernando Vilela
61 – 9 8313-1255 – Toni Duarte

A nova cara de Brasília: conheça quem se destaca e faz o nome da cidade

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A capital federal, que já projetou artistas como Renato Russo e Patrícia Pillar, agora vive a ascensão de outras personalidades que se tornaram relevantes no quadradinho e fora dele

Há mais de seis décadas, quando Juscelino Kubitschek sonhou com a construção de uma capital no centro do país, o presidente vislumbrou um caminho para a descoberta de um novo Brasil. Prestes a completar 63 anos, Brasília renova a cada geração esse desejo de JK ao criar uma cultura própria que pouco a pouco ultrapassa as barreiras do quadradinho.

A cidade que já projetou nomes como Renato Russo, Cássia Eller, Patrícia Pillar, Welder Rodrigues, Alexandro Carlo, Dinho Ouro Preto e tantos outros vive um novo momento, com uma leva de artistas e personalidades que representam Brasília para além do Distrito Federal.

A Agência Brasília conversou com alguns desses nomes para saber o que Brasília representa para eles e o quanto a capital federal os inspira. Confira.

Inspiração visual

Nos últimos anos, o branco tão característico da arquitetura de Brasília foi se transformando em um mural para artistas visuais. Entre tantos grafiteiros que vão deixando a arte pelas ruas, está a designer gráfica Camilla Siren, conhecida por trabalhos com paleta de cores bem saturada e colorida em que a figura feminina é o foco.

Já são quase nove anos que ela se dedica a projetos pelas ruas do DF. “Enxergo a cidade como um laboratório cheio de possibilidades. A arquitetura me inspira, com suas formas orgânicas, concreto e branco que quase brilham como uma tela. A minha imaginação fica a mil pensando no tanto de cores que meu coração gostaria de colocar nesses monumentos, mas, ao mesmo tempo, é esse mesmo branco brilhante que me permite respirar e me inspirar a criar”, filosofa.

É essa inspiração que ela também leva para os murais que faz em outros estados e países. “Busco sempre pintar algo que faça referência a Brasília, o degradê do nosso pôr-do-sol, as linhas orgânicas e limpas da nossa arquitetura, elementos dos azulejos e até a nossa flora. É notório como são elementos e cores muitos singulares”, afirma.

Traços contemporâneos

Os traços modernistas de Oscar Niemeyer inspiram Natália Miti | Foto: Marcela Gonçalves/ Divulgação

São os traços modernistas de Oscar Niemeyer e a funcionalidade do urbanismo de Brasília que inspiram a designer e fundadora da marca brasiliense Miti Shoes, Natália Miti. “Essas influências da cidade dão o tom do meu desenho e dos aspectos de versatilidade dos nossos produtos”, explica. Fundada em 2012, hoje a marca trabalha com calçados, acessórios e roupas.

Apesar de ser paulista, Natália tem o coração brasiliense, já que Brasília foi o local onde a marca nasceu e criou seu DNA. Para ela, a cidade significa muito mais do que um sonho de Juscelino: “Brasília é fruto de um projeto multidisciplinar executado com excelência”.

Com mais de uma década de existência, a etiqueta ganhou o Brasil e o mundo levando características da cidade nos produtos. “Gosto de poder transmitir um pouco do legado dos atributos da cidade e espalhar funcionalidade e contemporaneidade para além das fronteiras do nosso quadradinho”, defende.

Batuque candango

Larissa Umaytá já tocou com Ellen Oléria, Hamilton de Holanda, Teresa Cristina, Dilsinho e Luedji Luna | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília

Nascida e criada em Sobradinho e com a carreira impulsionada pelo movimento cultural do Boi de Seu Teodoro, por meio do qual foi apresentada à percussão, a musicista Larissa Umaytá acabou de rodar o país ao lado do grupo brasiliense de pagode Menos é Mais. A experiência é só mais uma entre as tantas da artista, que já tocou com Ellen Oléria, Hamilton de Holanda, Teresa Cristina, Dilsinho e Luedji Luna e praticamente todos os nomes que ainda estão na cena brasiliense, como Letícia Fialho, Dhi Ribeiro e Teresa Lopes.

Para Larissa, Brasília é um espaço-escola de conexão entre culturas. “Acho que a cidade influencia no meu trabalho pela capacidade que tem de se comunicar com diversas linguagens. Isso me faz querer mergulhar de cabeça na vivência, na música, na cultura e no ritmo dos outros”, diz a artista, que passeia pelos estilos da música popular brasileira.

Sobre a oportunidade de rodar o Brasil levando o nome de Brasília, ela afirma ser algo que lhe traz satisfação: “Quando eu viajo para algum lugar e digo que sou uma percussionista de Brasília, as pessoas sempre ficam impressionadas. É um verdadeiro orgulho levar a palavra de Brasília para outros lugares. Agora, só acho que Brasília precisa se reconhecer também. Muitas vezes, a gente valoriza tanto a cultura de outro lugar e acaba deixando de lado o que é produzido aqui dentro”.

Produção multicultural

Guilherme Tavares: “A produção criativa do DF é uma verdadeira escola de referências” | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília

Uma cidade criada a partir de várias culturas, Brasília ostenta até hoje a influência dos outros estados brasileiros. Essa multiculturalidade dá o tom da produção local. É o que explica o comunicador Guilherme Tavares, um dos idealizadores do festival Favela Sounds.

“A produção criativa do DF é uma verdadeira escola de referências, com gente de todo o país fazendo ecoar manifestações de importância ímpar. É esse movimento de troca entre pessoas, sotaques e temperos que faz do DF esse coração de mãe de um país inteiro”, afirma.

Nascido em 2016, o festival já reuniu mais de 20 mil pessoas em Brasília e também tem circulado o mundo compartilhando a experiência das edições, graças ao reconhecimento que a produção local vem ganhando. “Brasília ocupa hoje posição de prestígio diante do mercado de música nacional e global, porque chegou a um volume de projetos e iniciativas de reconhecimento público que realmente impressionam gestores culturais e agentes do mercado em todo o canto. Hoje a cidade faz frente à oferta do eixo dominante [Rio-São Paulo] sob os pontos de vista de inovação, visibilidade e criatividade”, diz Tavares.

Cenário ideal

Fabiane Guimarães levou a literatura brasiliense para todo o país | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília

A escritora Fabiane Guimarães, 31, se mudou para o Distrito Federal quando tinha 17 anos. Vinda de Formosa (GO), apaixonou-se pela cidade e firmou morada por aqui, onde deu os primeiros passos profissionalmente na escrita ao lançar os dois romances: Como se fosse um monstro e Apague a luz se for chorar, obras que a projetaram nacionalmente.

A cidade é apontada por ela como o local em que encontrou a paz necessária para o ofício da escrita. Mais do que isso, Brasília virou os cenários de suas histórias. “Por muito tempo, achei que a literatura não teria lugar para mim, que ninguém gostaria de ler algo que se passasse nessa terra. Mas descobri que essa é a geografia perfeita para minha ficção. Essa foi uma cidade inventada que, às vezes, ainda me parece ser de mentira, mas que também é muito verdadeira e cheia de delicadezas. Viver aqui é uma experiência que abastece minha criatividade”, destaca.

A notoriedade que a autora tem tido fora do DF a faz formular outro desejo como escritora de Brasília: “Meu propósito é sempre trazer outros olhares para a capital, um olhar novo e muito distante do centro político”.

Temperos gastronômicos

Quem vive em Brasília sabe que, ao longo das seis décadas, o quadradinho se expandiu e é representado por todas as 35 regiões administrativas do Distrito Federal. É na Praça da Bíblia em Ceilândia, a cidade mais populosa da capital, que o chef Karl Max mostra a força da gastronomia local oferecendo na rua uma infinidade de pratos que vão de macarrão a churrasco. “A cidade me influencia por ter uma diversidade de temperos, abrindo um leque de possibilidades para criação de novos pratos e cardápios temáticos”, conta.

Atuando hoje em uma tenda, Max foi chef de cozinha do Hotel Nacional por 16 anos e tem no currículo o fato de já ter cozinhado para grandes autoridades – do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governador Ibaneis Rocha. Mas você pensa que ele quer voltar às cozinhas tradicionais? De jeito nenhum – até porque os próprios políticos vão à praça só para degustar as receitas do chef brasiliense.

“Me orgulho muito quando pessoas de outros estados estão de passagem em Brasília e vêm nos conhecer, apreciar nossos pratos e levá-los consigo na memória e no paladar. É muito gratificante esse reconhecimento, principalmente, quando somos comentados além das fronteiras do Distrito Federal e do nosso país”, ressalta.

Supremo pode julgar na quinta-feira revisão do FGTS pela inflação

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Potencial de ganhos para quem tem carteira assinada é significativo

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a quinta-feira (20) o julgamento que deve definir a taxa de correção monetária do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com potencial de ganhos significativos para os trabalhadores com carteira assinada.

Na ação, aberta pelo partido Solidariedade, os ministros podem determinar que os valores nas contas do FGTS deveriam ter sido corrigidos sempre pela inflação, e não pela Taxa Referencial (TR), como ocorre desde o início dos anos 1990. A ação tramita desde 2014 no Supremo.

O julgamento tem grande relevância tanto para os trabalhadores quanto para o próprio Judiciário, que, ao menos nos últimos 10 anos, viu-se inundado com centenas de milhares de ações individuais e coletivas reivindicando a correção do saldo do FGTS por algum índice inflacionário.

Desde 2019, o andamento de todos os processos está suspenso por decisão do ministro Luís Roberto Barroso, relator do assunto no Supremo. Ele tomou a decisão depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em 2018, depois de receber milhares de recursos, unificar o entendimento e manter a TR como índice de correção do FGTS, em decisão desfavorável aos trabalhadores.

Isso criou o risco de que as ações sobre o assunto fossem indeferidas em massa antes de o Supremo se debruçar sobre o tema, razão pela qual o relator determinou a suspensão nacional de todos os processos, em qualquer instância, até a decisão definitiva do plenário do STF.

Esta é a quarta vez que a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sobre o assunto entra na pauta de julgamentos do plenário do Supremo. As outras foram em 2019, 2020 e 2021. Em todas as ocasiões, houve uma corrida para a abertura de ações individuais e coletivas, na expectativa de se beneficiar de uma possível decisão favorável aos trabalhadores.

Segundo estimativas do Instituto Fundo de Garantia, grupo que se dedica a evitar perdas no FGTS por seus associados, chegam a R$ 720 bilhões, no período de 1999 a março de 2023, as perdas dos trabalhadores com a correção pela TR no lugar do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – um dos índices oficiais de inflação.

O instituto disponibiliza uma calculadora em que é possível saber qual seria a diferença no saldo do FGTS em caso de correção pela inflação.

Jurisprudência favorece trabalhadores

A expectativa da comunidade jurídica é que o Supremo decida que a aplicação da TR para a correção do saldo do FGTS é inconstitucional, estabelecendo algum outro índice inflacionário como taxa de correção — o INPC ou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

“O Supremo já decidiu pela inconstitucionalidade da TR como taxa de correção monetária de depósitos trabalhistas e também de dívidas judiciais. Portanto, há esses precedentes que levam a crer em uma decisão similar sobre o FGTS”, disse o advogado Franco Brugioni, do escritório Raeffray e Brugioni Advogados, à Agência Brasil.

Em 2020, o Supremo considerou inconstitucional aplicar a TR para correção monetária de débitos trabalhistas. O entendimento foi de que a forma de cálculo da TR, que é definida pelo Banco Central, leva em consideração uma lógica de juros remuneratórios, não tendo como foco a preservação do poder de compra, que é objetivo central da correção monetária.

A maior reclamação dos trabalhadores com carteira assinada é que a TR costuma ficar sempre abaixo da inflação, o que, na prática, corrói o poder de compra do saldo do FGTS. Pela sua forma de cálculo, a TR ficou zerada por longos períodos, em especial entre os anos de 1999 e 2013. A taxa voltou a ficar zerada por longos períodos, como em 2017 e 2019, por exemplo.

“A TR não é um índice capaz de espelhar a inflação. Logo, permitir a sua utilização para fins de atualização monetária equipara-se a violar o direito de propriedade dos titulares das contas vinculadas do FGTS”, argumenta o Solidariedade, partido autor da ação sobre o assunto no Supremo.

Quem tem direito? 

Em tese, se o Supremo decidir pela aplicação de algum índice inflacionário, todos os cidadãos que tiveram carteira assinada de 1999 para cá teriam direito à revisão do saldo do FGTS, explica Brugioni. Contudo, o mais provável é que haja alguma modulação para amenizar o imenso impacto sobre os cofres da União, avaliou o advogado.

“É possível que o Supremo vá modular a questão de forma a não permitir novas ações, daqui para a frente. Talvez nem abarque quem entrou agora, talvez coloque uma linha temporal. O contrário também é possível”, disse Brugioni.

A Defensoria Pública da União (DPU) entrou como interessada na ação, devido ao grande volume de trabalhadores de baixa renda que procuram atendimento em busca da revisão do FGTS. A DPU chegou a soltar nota pública orientando os interessados a aguardar a análise pelo Supremo antes de acionar o Judiciário.

A DPU informou que, desde 2014, move uma ação civil pública sobre o assunto na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, e que esse processo já teve o âmbito nacional reconhecido. Em caso de desfecho favorável no Supremo e na JF, “deve ser publicado um edital a fim de comunicar os interessados para que proponham ações individuais com o objetivo de executar a decisão favorável”, disse a Defensoria Pública na nota.

Sobre o FGTS

O FGTS foi criado em 1966 como uma espécie de poupança do trabalhador com carteira assinada. Antes facultativa, a adesão ao fundo se tornou obrigatória a partir da Constituição de 1988. Pela regras atuais, todos os empregadores são obrigados a depositar 8% do salário de seus funcionários no fundo. Isso se aplica aos empregados urbanos, rurais e, desde 2015, também aos domésticos. O dinheiro permanece sendo do trabalhado e fica vinculado a uma conta, gerida pela Caixa Econômica Federal, e somente pode ser sacado em condições previstas em lei, sendo uma das principais delas a demissão sem justa causa. Hoje o fundo serve para financiar diferentes políticas públicas, em especial o Sistema Financeiro Habitacional.

Workshop em Goiás debate tecnologias para segurança na indústria farmacêutica e de biotecnologia

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Fornecedora de válvulas para processos estéreis GEMÜ apresenta solução inovadora para envase customizado

Antes da produção de um medicamento ou insumo biotecnológico, existe toda uma cadeia voltada à garantia da segurança do usuário final. E para isso todos os elos produtivos devem cumprir com boas práticas de fabricação, estabelecer controles de processos e obedecer às regras de composição, limites de contaminantes e de rotulagem.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mas de 420 mil pessoas no mundo morrem em decorrência de intoxicação alimentar ou medicamentosa todos os anos. No Brasil, entre os anos de 2000 e 2017 foram cerca de 240 mil casos entre internações e óbitos. Os números falam por si da importância do maquinário e componentes que são utilizados nos processos fabris.

Para atualizar empresas e profissionais a respeito das novidades e cases de sucesso na área de assepsia industrial, nos próximos dias 27 e 28 de abril acontece na cidade de Anápolis (GO) o Workshop de Processos Assépticos e Boas Práticas de Fabricação. Entre os participantes, a GEMÜ Válvulas, líder mundial de mercado em soluções para aplicações estéreis, abordará o tema “Válvulas P&D (Plug Diaphragm) – Novas Tecnologiasde Envase em Soluções Customizadas (Válvulas multivias tipo Bloco)”, em apresentação do gerente de desenvolvimento de negócios Marcio Zanatta.

Segundo Zanatta, as válvulas Plug Diaphragm e do tipo Bloco são soluções aplicadas para empresas de PFB (Pharma, Food e Biotech). “As válvulas tipo Plug Diaphragm são muito utilizadas em processos de envase e controle, possuem excelente controle da vazão e muita velocidade em seu acionamento. Já as Válvulas M600 (multivias tipo Bloco) são utilizadas para proporcionar ao cliente maior flexibilidade em seu processo, sendo possíveis quase infinitas configurações”, explica.

A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) e o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) sinalizam perspectiva de crescimento para ambos os setores em 2023 – mas, para isso, todos os fornecedores precisam estar alinhados ao compromisso dos fabricantes com a segurança dos produtos. O consumidor agradece.

 

Sobre a GEMÜ do Brasil – Com fábrica em São José dos Pinhais (PR) desde 1981, a GEMÜ do Brasil produz válvulas e outros equipamentos de alta tecnologia para diversos setores. Na divisão Industrial, fornece produtos para os setores de siderurgia, mineração, fertilizantes, bem como para integrar sistemas de geração de energia, entre outros. Na divisão PFB (Farmacêutica, Alimentícia e de Biotecnologia), é líder mundial em soluções para sistemas estéreis, que incluem a fabricação de vacinas, remédios e novas aplicações de envase de alimentos e bebidas.

Sobre o Grupo GEMÜ – O Grupo GEMÜ é um dos líderes mundiais na fabricação de válvulas, sistemas de medição e controle. Desde sua fundação em 1964, a empresa alemã com foco global se estabeleceu em importantes setores industriais, graças a seus produtos inovadores e soluções personalizadas para controle de processos. A GEMÜ é líder mundial no mercado de aplicações de válvulas estéreis nas indústrias farmacêutica e de biotecnologia. O Grupo GEMÜ emprega mais de 2 mil pessoas em todo o mundo, com plantas na Alemanha, Suíça, China, Brasil, França e EUA. A rede de distribuidores está presente em mais de 50 países nos cinco continentes. Veja mais no site.