Beneficiários poderão retirar o cartão nas agências do BRB, seguindo a ordem de entrega pela letra inicial do nome
Os 5.847 novos beneficiários do Prato Cheio poderão retirar o cartão a partir desta terça-feira (25) para ter acesso ao crédito de R$ 250 do programa. O cartão estará disponível nas agências do Banco de Brasília (BRB), seguindo a ordem de entrega pela letra inicial do nome, conforme calendário abaixo. Para saber a data e a agência de retirada, o beneficiário deve acessar o site GDF Social.
O Cartão Prato Cheio só pode ser utilizado no comércio de produtos alimentícios | Foto: Divulgação/Sedes
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), aumentou para 100 mil o número de famílias beneficiárias do Cartão Prato Cheio. Serão 13.809 novos beneficiários. Desses, 5.847 são pessoas que nunca receberam o Prato Cheio. São essas que precisam ir até uma agência do BRB. Os demais já foram contemplados em ciclos anteriores do programa e devem utilizar o cartão antigo.
Todas as 13.809 novas famílias vão receber o crédito de abril do Prato Cheio nesta terça (25). O restante já fazia parte do programa e recebeu no início do mês. Em maio, todas as cerca de 100 mil famílias vão receber a parcela do Cartão Prato Cheio.
“O Prato Cheio não está habilitado para a função saque. Só pode ser utilizado no comércio de produtos alimentícios. O crédito de R$ 250 é depositado em nove parcelas mensais para as famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Por isso, encerrado o ciclo de nove meses, a família deve fazer uma nova solicitação no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e passar por um novo atendimento socioassistencial”, reforça a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.
Têm prioridade para receber o benefício as famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até seis anos de idade e aquelas que têm na composição familiar pessoas com deficiência ou idosas. Também têm direito ao cartão pessoas em situação de rua, acompanhadas por equipes da assistência social e em processo de saída dessa condição.
Entrega dos cartões
Confira abaixo o cronograma de entrega dos cartões do programa Prato Cheio (5.847) nas agências bancárias do BRB.
→ A a D: terça-feira (25)
→ E a K: quarta-feira (26)
→ L a M: quinta-feira (27)
→ N a Z: sexta-feira (28)
Foram mais de 5h de muito rock no Gama! Quem foi no inédito Festival Sesc + Rock resumiu a experiência e uma só palavra: inesquecível. Mais de 12 mil pessoas vibraram e se emocionaram com grandes atrações como Sepultura e Os Raimundos, além da participação de importantes bandas locais do Distrito Federal, como As verdades de Anabela e Galinha Preta. Além disso, ambientes interativos de fliperama, guitar hero e estúdio para tatuagem integraram o espaço Sesc + Rockzone.
Diferente de tudo que já foi feito na capital federal, o festival promovido pelo Sesc-DF reuniu milhares de fãs no estacionamento do estádio Bezerrão. Na semana em que Brasília completa 63 anos, a cidade conhecida como capital deste estilo musical recebeu a primeira edição do Sesc + Rock.
O diretor regional da instituição, Valcides de Araújo, celebrou mais uma iniciativa que caiu no gosto do público. “É uma satisfação enorme para nós do Sesc-DF incentivar esse ritmo musical tão rico e histórico que é o rock. Especialmente no aniversário de Brasília. São atrações nacionais e internacionais dentro de uma proposta de acesso para todos, por isso a ideia de entrada gratuita. Todos devem ter acesso à cultura”, afirma o diretor.
Na batida de Sepultura
Criada em 1984 em Minas Gerais, o Sepultura combina death metal e thrash metal com elementos típicos de músicas tribais indígenas brasileiras, além de outros estilos como da cultura japonesa e africana. A famosíssima banda engrandeceu o festival como a última atração da noite. Neste momento, fãs de diversas partes do Distrito Federal vibraram muito.
Segundo o estudante de direito Pedro Guilherme, 29 anos, o objetivo foi ficar “colado” na grade e conhecer os músicos de perto. “Está sendo uma oportunidade única para mim. Acompanho a banda desde muito novo. Foi o grupo que me alfabetizou e é a banda do meu coração. Assistir aos meus ídolos aqui em Brasília, na minha cidade, tem um sentimento especial”, afirmou ele que também é morador do Gama desde que nasceu.
Um dos integrantes da banda Sepultura, Andreas Kisser, emocionou diversas pessoas que nunca o viram pessoalmente antes. Isso, para ele, não teve preço. “Estamos muito felizes em participar de uma inicativa do Sesc que leva rock nacional e internacional para todas as pessoas, até para aquelas que não tem condições de pagar por um ingresso. O time do rock reuniu um público muito bonito neste sábado. Vimos muitas famílias, pessoas mais novas e mais velhas e isso mostra nossa força”.
Calangos do cerrado
Complicada e perfeitinha. Cantando esse e vários outros grandes sucessos da banda Os Raimundos não teve quem ficasse parado. O tradicional e histórico grupo do Distrito Federal incendiou o público com muita animação e energia. E para quem nunca entrou na roda que se forma nos shows não tem como não sentir aquele rush de adrenalina tomando conta. É o que garante o grupo de amigos moradores do Gama, Andressa Oliveira, 58 anos, Ivone Chaves, 58, Ana Paula, 37 e Pedro Henrique, de 18 anos.
Fãs de Raimundos e Sepultura, eles também chegaram cedo para garantir o melhor lugar. “Tem que valorizar mais a música do rock e os artistas que a gente tem. E nisso tiramos o chapéu para o Sesc-DF que sempre contempla culturas e profissionais diferentes”, disse Andressa.
Raimundos é uma banda atemporal, não segue tendências e se mantém firmes e fiéis ao estilo singular que criaram. Para o vocalista Digão, o momento foi significativo. “Fortaleçam as bandas de Brasília. Ajudem seus amigos e sempre os incentivem. Infelizmente perdemos o Canisso e esse show vai para ele. Obrigado ao Sesc-DF por nos proporcionar essa oportunidade. Tenho uma relação especial com essa cidade e foi incrível poder tocar aqui”, contou.
Durante o show, o ex-integrante de Os Raimundos, José Henrique Campos Pereira, mais conhecido como Canisso, foi brilhantemente homenageado pelo público presente. O célebre baixista brasileiro faleceu este ano e integrou parte da formação original do grupo.
Ao final da programação, o público aplaudiu as atrações. Para o engenheiro Paulo Vilhena, a segurança e a saída de forma organizada foram um dos pontos positivos do evento. “São anos comemorando o Rock e ver o estacionamento do estádio lotado é satisfatório. Foram famílias e amigos que vieram de diversos bairros da capital e até mesmo de comunidades, só para prestigiar o evento e fazer parte disso tudo. É a cena local sendo fortalecida e reconhecida”, agradeceu Paulo.
Usuários podem utilizar o canal para críticas, sugestões, denúncias ou elogios
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) informa que, entre esta segunda-feira (24) e sexta (28), a Ouvidoria da empresa atenderá, provisoriamente, pelo telefone (61) 3029-8429. A Ouvidoria funciona em horário comercial, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
A atuação da Ouvidoria da Caesb se dá como canal de segundo nível, após esgotadas as possibilidades de atendimento junto aos demais canais.
Para críticas, sugestões, denúncias ou elogios, o público pode falar diretamente com a Ouvidoria da Caesb. O atendimento pelo formulário eletrônico permanece ativo, bastando este link.
Projeto Canomama estimula a prática da canoagem entre mulheres que sobreviveram à doença
Vamos de dragon boat? A expressão parece até uma dica ou sugestão de filme chinês, mas não. O dragon boat salva e transforma vidas de mulheres ao redor no mundo. E aqui no Distrito Federal não é diferente.
O projeto Canomama, com 53 atletas, tem apoio do Compete Brasília | Fotos: Divulgação/Projeto Canomama
O dragon boat é o esporte oficial das remadoras que sobreviveram ao câncer de mama. Em Brasília, a modalidade é praticada por mulheres do projeto Canomama, idealizado pela atleta Larissa Lima em 2017, para estimular a prática da canoagem entre mulheres que tiveram a doença. O projeto conta hoje com 53 atletas que sobreviveram ao câncer de mama; dessas, 12 representaram o time na competição do Panamá, ocasião em que a categoria câncer de mama foi reconhecida pela Confederação Brasileira de Canoagem.
A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) apoia o projeto por meio do programa Compete Brasília. O time disputou as provas de 200 m e 500 m com outros representantes do Brasil, Panamá, Canadá, Colômbia e Argentina. A equipe do DF ficou em terceiro lugar na prova de 500 m e em segundo lugar na prova de 200 m, além de ter sido eleita a revelação do campeonato.
O programa Compete Brasília tem como objetivo incentivar a participação de atletas e paratletas de alto rendimento de diversas modalidades em campeonatos nacionais e internacionais, por meio da concessão de transporte aéreo ou transporte terrestre.
“A equipe Canomama segue focada e treinando muito para poder seguir escrevendo essa história de superação, além de levar a mensagem de que há vida após o câncer. O time é formado por mulheres que reescreveram suas histórias depois do diagnóstico do câncer de mama e se tornaram atletas porque acreditaram que podiam transformar suas vidas através do esporte”, disse Larissa.
“Se não fosse o Compete Brasília, a oportunidade não teria acontecido. Então é um dos maiores e melhores projetos porque oferece subsídio fundamental para viabilizar a nossa participação em competições esportivas”, completou a atleta, ao falar sobre a importância do programa e apoio da pasta.
Diante da conquista, o secretário interino de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, comemora a posição do projeto no campeonato e destaca o apoio do Compete Brasília para as modalidades que contemplam pessoas que já superaram ou foram curadas de doenças como o câncer.
“Apoiar o esporte é apoiar a vida. Sabemos o quanto as atividades esportivas podem ajudar no processo de reabilitação de uma grave doença, e as meninas e grandes atletas da Canomama só reforçam nossa ideia de fomentar todo e qualquer tipo de esporte no DF”, declara.
Inaugurado no ano de nascimento da cidade, o maior centro hospitalar público do Centro-Oeste é um lugar de esperança, um gigante que salva vidas
A história do Hospital de Base (HB) se mistura com a de Brasília. Eles foram construídos simultaneamente, e o Base abriu as portas cinco meses depois da inauguração da cidade. Assim, em 12 de setembro de 1960, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e idealizado pelo presidente Juscelino Kubitschek, nascia o que hoje é um dos mais importantes hospitais do Brasil. Neste aniversário de 63 anos da capital federal, contamos um pouco da história daquele que foi pioneiro da saúde pública no Distrito Federal.
O projeto inicial tinha como objetivo criar “uma unidade de saúde revolucionária para o país” e um centro de referência na área, o que de fato aconteceu. Atualmente, o Base, maior centro hospitalar público do Centro-Oeste, com 64.696,67 metros quadrados de área construída, é modelo na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de alta complexidade em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia.
“O hospital é um marco nessa cidade. É um gigante que realiza pesquisas, ensina e forma centenas de profissionais anualmente. Sempre digo para a minha família que, se eu tiver um acidente grave, me leve para o Base”Julival Ribeiro, diretor-geral do Hospital de Base
Em tantos anos de existência, o hospital garantiu a saúde de milhões de pessoas e conquistou o coração de milhares de profissionais que lá estão. O infectologista Julival Ribeiro, 69 anos, é um desses trabalhadores. O baiano chegou a Brasília, em 1980, segundo ele por escolha do destino. “Amo esse lugar, Deus me trouxe para Brasília e para trabalhar no Base”, declara.
Na cidade e nos corredores do Hospital de Base, o médico construiu quase toda a trajetória profissional. “Vim para o Base logo depois da morte de Tancredo Neves [referindo-se ao falecimento do ex-presidente, em abril de 1985], um momento muito triste. Me aposentei, voltei como voluntário e estou até hoje, à frente do setor de controle de infecção hospitalar”, relembra.
Diretor-geral do Hospital de Base, Julival Ribeiro começou a trabalhar na unidade de saúde em 1985 | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Nesses 38 anos diários no hospital, o infectologista chegou ao cargo de diretor-geral do HB e lembra de muitos acontecimentos que contribuíram para o desenvolvimento do centro de referência. “Me orgulho muito desse período. Criamos a Unidade Neurocardiovascular, específica para atender casos de AVC e infarto; reestruturamos o setor de trauma; integramos o Samu (Serviço Móvel de Urgência) e criamos nesse período o primeiro serviço oncológico do DF”.
Entusiasta do SUS e do Base, o médico acredita que o local cumpre muito bem o papel que cabe a ele. “O hospital é um marco nessa cidade. É um gigante que realiza pesquisas, ensina e forma centenas de profissionais anualmente. Sempre digo para a minha família que, se eu tiver um acidente grave, me leve para o Base”, pontua Julival.
O Hospital de Base recebe alunos de graduação em medicina, enfermagem e outros cursos da área de saúde, bem como profissionais graduados pleiteando vagas nos programas de residência médica e profissional. Atende, no campo de estágio, a vários convênios da Secretaria de Saúde com instituições de ensino superior e médio do DF.
“Realizamos em média de 10 mil a 12 mil atendimentos de trauma no último ano. Aqui definimos a vida de um paciente. É tudo muito incerto, podemos iniciar o plantão e não ter nenhum paciente em estado grave, como pode surgir um gravíssimo, e precisamos agir rapidamente. Devolver esse paciente com saúde para a família me encanta e dá ânimo para continuar”Renato Diniz Lins, chefe do Centro de Trauma do HB
Especialista em salvar vidas
Unidade referência para atendimento de casos complexos e graves, a missão diária dos profissionais que atuam no HB é salvar vidas. À frente do Centro de Trauma, o médico cirurgião Renato Diniz Lins, 43, entrou para fazer a residência médica no Base há 21 anos e nunca mais saiu.
“Muita coisa mudou de lá para cá, passamos por momentos piores e melhores, assim como a medicina evoluiu. O fato é que estamos aqui 24 horas preparados para atender os pacientes. Fazemos tudo o que é necessário para salvar uma vida, independentemente dos recursos que tivermos. O ano de 2019 foi a virada de chave do hospital, nos tornamos instituto, o que nos possibilitou ampliar o Centro de Trauma, contratar de maneira célere e o setor de raio-x, por exemplo, passou a funcionar 24h”, conta.
Em 2019, o hospital passou por uma ampla reforma administrativa. O HB começou a ser gerido pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que tem como finalidade desburocratizar a gestão da saúde.
Chefe do Centro de Trauma, Renato Diniz Lins afirma que “o ano de 2019 foi a virada de chave do hospital, nos tornamos instituto, o que nos possibilitou ampliar o Centro de Trauma, contratar de maneira célere e o setor de raio-x, por exemplo, passou a funcionar 24h” | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF
Segundo o cirurgião, os traumas são a maior causa de mortes de adultos jovens atualmente no DF, e o setor relacionado a essa área é a principal especialidade do Base. “Realizamos em média de 10 mil a 12 mil atendimentos de trauma no último ano. Aqui definimos a vida de um paciente. É tudo muito incerto, podemos iniciar o plantão e não ter nenhum paciente em estado grave, como pode surgir um gravíssimo, e precisamos agir rapidamente. Devolver esse paciente com saúde para a família me encanta e dá ânimo para continuar”, declara Diniz.
“É um hospital de todos, e em um momento de gravidade, com ou sem dinheiro, se precisar, ele estará aqui para atender e salvar uma vida e o brasiliense sabe disso. Somos o único hospital público que capta órgãos para fazer transplantes e o único com pronto socorro 24h para transplantados. Estamos aqui para resolver o que nenhum outro hospital conseguir”Cristhiane Gico, chefe da Unidade de Nefrologia e Transplante
Um hospital de retaguarda
Filha e neta de candangos, a chefe da Unidade de Nefrologia e Transplante, Cristhiane Gico, 47 anos, tem uma relação afetiva com o Base. “Meu pai e meu avô ajudaram a construir Brasília e, hoje, fazer parte dessa instituição nessa cidade é muito importante. Há mais de 12 anos, entrei como residente e agora, gerencio a nefrologia. Estamos conseguindo implantar o primeiro programa de diálise não planejada em pacientes agudos, isso em um hospital público do DF, o que também é histórico. O Base transforma o médico e a gente se apaixona por ele” afirma.
Além da atuação diária, o HB é o hospital de retaguarda em todos os grandes eventos realizados na capital federal, preparado para receber grandes contingentes de pacientes, como nas festividades e em feriados, como o da Independência e o aniversário de Brasília, e até mesmo eventos mundiais, a exemplo da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
Chefe da Unidade de Nefrologia e Transplante, Cristhiane Gico é filha e neta de candangos: “Meu pai e meu avô ajudaram a construir Brasília e, hoje, fazer parte dessa instituição nessa cidade é muito importante” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
“Me lembro bem quando nos preparávamos para a Copa do Mundo, o Base era a principal retaguarda em Brasília, fizemos treinamento e conseguimos perceber, naquele momento, como o hospital é estratégico, pela localização, no centro da cidade, pelas especialidades que possui e a rápida capacidade de mobilização”, relembra a nefrologista.
Para a médica, o Base está no coração do brasiliense, que sabe da importância do hospital em casos graves. “É um hospital de todos, e em um momento de gravidade, com ou sem dinheiro, se precisar, ele estará aqui para atender e salvar uma vida e o brasiliense sabe disso. Somos o único hospital público que capta órgãos para fazer transplantes e o único com pronto socorro 24h para transplantados. Estamos aqui para resolver o que nenhum outro hospital conseguir”, finaliza Cristhiane Gico.
O Fluminense recebeu o Atlhetico num Maracanã com mais de 40 mil tricolores e se impôs desde o inicio da partida.
Logo no início Cano acertou na trave, e aos 11 minutos Lima fez 1×0.
O Fluminense continuou imprensando o adversário no seu campo defensivo, e aos 33 André marca, mas Keno estava 1 mm. adiantado, e o gol foi anulado.
A pressão continuou num jogo de ataque contra defesa, em que o adversário não conseguia passar do meio campo com o Fluminense tendo 74% da posse de bola.
Voltamos para o segundo tempo contra um adversário diferente, avançando suas linhas e ocupando nosso campo ofensivo, equilibrando a partida.
Aos 22 minutos, Nino acerta uma cabeçada no ângulo fazendo 2×0.
Aos 26 minutos entram Vitor Mendes e Thiago Santos, saindo Felipe Melo e Lima.
Aos 33 saem Ganso e Keno para entrada de Pirani e Lelê.
Aos 41 minutos, Cano perde uma grande oportunidade e cede o lugar para JK.
Mantida a liderança do Brasileirão, agora, é virar a chave, visitar o Payssandu pela copa do Brasil, em busca de mais uma vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Esta reflexão se faz apenas para que ninguém se surpreenda com uma possível, e provável mudança na “jurisprudência “ que no Brasil, nos tempos atuais é volátil e fugaz
No dia 08/01, quando vândalos invadiram a sede física dos 3 poderes da República, num ato criminoso mas não inédito no Brasil haja vista o passado recente de movimentos marginais cujo modus operandi é por demais conhecido, e useiros e vezeiros praticantes de tais atos que apelidam de “ocupações “, o STF afastou um governador reeleito com maioria absoluta (aqui fato inédito na história do DF) e mandou prender o ex-ministro da Justiça (ainda preso).
A ilegalidade do ato judicial, a incompetência do juízo e a ausência de objeto já não se discute mais em razão da covardia e omissão de alguns agentes públicos pagos para zelar pela legalidade, principalmente dos atos praticados em nome do estado.
Obviamente pelos fundamentos retro entendemos, rogando as vênias de estilo às vozes dissonantes, e apenas por amor ao contraditório, imperioso indagar porque o STF, por coerência e homenagem à “jurisprudência “ decorrente dos fatos mencionados, AINDA não afastou o chefe do executivo e mandou prender o ministro cujas funções são exatamente as mesmas do ex-ministro, ora preso?
Esta reflexão se faz apenas para que ninguém se surpreenda com uma possível, e provável mudança na “jurisprudência “ que no Brasil, nos tempos atuais é volátil e fugaz.
Brasília, 21 de abril de 2023.
Acilino de Almeida Neto
Alberto Jorge Leite
André Luís Gomes
Cacy Vera de Araújo
Dulce de Morais
Fátima Bispo
Guilherme Pontes
Ivan Rocha
Lisbeth Bastos
Márcia Camargo
Mário Sérgio Ramos
Raimundo Ribeiro
Ricardo Callado
Ronan Ramirez
cidadãos conscientes
A medida antecipa em 50% o tempo que cada militar precisa cumprir no posto ou graduação antes de ser promovido
O Governo do Distrito Federal (GDF) autorizou, por meio de decreto, a redução do interstício para promoção de oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). A medida diminui em 50% o tempo que cada bombeiro precisa cumprir no posto ou graduação antes de ser promovido.
O Decreto nº 44.458/2023, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de quinta-feira (20), permite a redução de tempo para os seguintes cargos do quadro de oficiais de bombeiro militar: combatentes – 1º e 2º tenente; médicos – 1º tenente; complementares – 1º tenente; intendentes – capitão; condutores e operadores de viaturas – capitão, 1º e 2º tenente; músico – capitão; e manutenção – 2º tenente.
Em janeiro deste ano, o GDF promoveu 158 militares do CBMDF e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) a partir de um interstício publicado em dezembro
A autorização da redução de interstício passa a valer a partir desta sexta-feira (21). A ação tem previsão legal e ocorre na existência de vagas para promoção, além de previsão orçamentária.
Em janeiro deste ano, o GDF promoveu 158 militares do CBMDF e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) a partir de um interstício publicado em dezembro. Só nesta gestão, mais de oito mil militares foram beneficiados pelo gesto, que é visto como uma valorização aos profissionais das forças de segurança.
Advogado pagará multa de R$ 2,4 mil por utilizar ChatGPT
O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu multar em R$ 2,4 mil um advogado que protocolou petição redigida no programa de inteligência artificial ChatGPT.
Na decisão, o ministro considerou que o profissional agiu de má-fé ao tentar ser admitido no processo no qual o tribunal avalia a conduta do ex-presidente Jair Bolsonaro durante reunião realizada, em 2022, com embaixadores para atacar o sistema eleitoral. O profissional não é ligado a nenhuma parte da investigação.
O advogado apresentou ao TSE argumentos redigidos pelo ChatGPT como justificativa para participar do processo como “amicus curiae“, termo jurídico que significa amigo da Corte – um interessado que contribui com esclarecimentos para o julgamento de uma causa.
O documento admite que seria inadequado o TSE seguir as orientações de um programa de inteligência artificial, mas a “inteligência emocional da Constituição cidadã” recomendaria a condenação de Bolsonaro à inelegibilidade.
“Fábula”
Ao avaliar a petição, Benedito Gonçalves afirmou que o advogado enviou uma “fábula” para o tribunal.
“Causa espécie que o instituto [amicus], que exige que o terceiro demonstre ostentar representatividade adequada em temas específicos, tenha sido manejado por pessoa que afirma explicitamente não ter contribuição pessoal a dar e, assim, submete ao juízo uma fábula, resultante de conversa com uma inteligência artificial”, escreveu o ministro.
Além disso, o magistrado disse que o advogado, por ser um profissional da área jurídica, tinha conhecimento sobre a inadequação da petição. Uma resolução do TSE não prevê a intervenção de amicus curiae em matéria eleitoral.
“Ademais, expressões utilizadas ao final da petição deixam entrever o objetivo de que, com a juntada dessa manifestação a autos de grande relevo, o protesto ganhasse palco impróprio”, concluiu o ministro.
Além de aplicar multa de R$ 2,4 mil ao advogado, cuja identidade não foi revelada, o ministro determinou que o valor seja pago em 30 dias.
Demanda é maior nas áreas administrativas e de tecnólogos. Para se candidatar, é necessário ter registro ativo nos conselhos profissionais; outras regiões também disponibilizam vagas
Na próxima segunda-feira (24), o Hospital Regional de Sobradinho (HRS) receberá inscrições para o programa de profissional voluntário. A oportunidade permite enriquecer o currículo, adquirir experiência e colaborar com a saúde pública do Distrito Federal.
As inscrições são feitas de forma presencial, a cada semestre. Para tanto, é necessário apresentar documentação original e cópia (veja a lista completa de documentos ao final desta matéria), além de preencher o termo de adesão e a declaração de não servidor. Os interessados devem se dirigir ao auditório do bloco administrativo do HRS, no dia 24 de abril, das 8h às 12h.
A voluntária e médica aposentada, Geovanna de Melo, em atendimento a gestante | Foto: Arquivo pessoal
Podem participar da seleção: profissionais formados em qualquer área de formação de nível superior ou técnico, que tenham registro no conselho de classe. Pessoas que concluíram o ensino médio também poderão se candidatar para voluntariado nas vagas destinadas às atividades administrativas.
“O voluntário obtém experiência profissional, um algo a mais, tão importante em contratações no setor privado”Fabiane Bontempo, chefe do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps)
A chefe do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps), Fabiane Bontempo, destaca que o propósito do programa é atender melhor à população e diminuir a sobrecarga de trabalho. “Essa iniciativa traz uma melhora no atendimento, uma vez que há aumento de profissionais qualificados para a prestação de serviços”, explica. Para ela, os ganhos também são pessoais: “O voluntário obtém experiência profissional, um algo a mais, tão importante em contratações no setor privado”, lembra.
Ao concluir o programa, o voluntário recebe certificado emitido pela Secretaria de Saúde (SES) com o total de horas prestadas e a descrição das atividades exercidas. O documento serve como comprovante de experiência para ingressar no mercado de trabalho. O serviço prestado não é remunerado.
Após atuar por quase 30 anos na Secretaria de Saúde (SES), a ginecologista e obstetra Geovanna de Melo se aposentou em 2022. A médica, contudo, escolheu ser voluntária da unidade hospitalar em Sobradinho. “Acredito na proposta de atendimento. Amo meu trabalho no pré-natal de alto risco do HRS. Como atendi no hospital por muitos anos, tendo apoio de todos, decidi continuar”.
Semanalmente, o voluntário precisa cumprir uma carga horária mínima de seis horas, sem ultrapassar o total de 40 horas por semana. O programa tem duração de um ano, podendo ser prorrogável por igual período
Profissionais de todas as formações podem participar da seleção e colaborar. Os setores administrativos e de assistência são os mais ofertados. “Qualquer área é bem-vinda: enfermagem, nutrição, técnicos em enfermagem. Neste semestre, contudo, há uma demanda maior para as funções de atendimento ao público e de serviço administrativo. Estamos precisando muito de administradores, educadores físicos, biomédicos e tecnólogos em gestão das áreas hospitalar, pública e recursos humanos”, ressalta Fabiane.
Os voluntários irão colaborar tanto na área administrativa, quanto na assistência do HRS, do Hospital Regional de Planaltina, das unidades básicas de saúde e dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), todos da região Norte.
Semanalmente, o voluntário precisa cumprir uma carga horária mínima de seis horas, sem ultrapassar o total de 40 horas por semana. O programa tem duração de um ano, podendo ser prorrogável por igual período.
Os selecionados serão informados por e-mail. A previsão é de que as atividades dos novos voluntários sejam iniciadas na primeira quinzena de maio. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: cvolhrs@gmail.com ou ao Neps do HRS.
Outras regiões
O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) conta com quase 100 voluntários, entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, técnicos em radiologia, odontólogos, nutricionistas, farmacêuticos e psicólogos. Além disso, há o voluntariado social, com contadores de história, manicures, cabeleireiros, entre outros.
Para atuar no voluntariado do Hran, não há data pré-definida de inscrições. Quem se interessar, deve enviar currículo para o e-mail cvolhran@gmail.com. Em seguida, há uma entrevista para direcionar o voluntário ao setor que melhor se adequa ao perfil. O tempo mínimo é de quatro horas ao dia e o máximo, 40 horas semanais.
Já no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), a regra segue um caminho parecido. É preciso ser maior de 16 anos e também não há prazo específico para envio de currículos. Para se candidatar, é necessário encaminhar um e-mail para voluntarioshrt@gmail.com. A unidade responderá com instruções para cadastramento. À medida que a demanda for surgindo, os voluntários correspondentes são acionados.
Confira algumas das vagas disponíveis para o voluntariado profissional no dia 24 de abril. Lembrando que a inscrição é presencial:
Hospital Regional de Sobradinho
→ Administrativo – nível médio: 50 vagas
→ Biomedicina: 10 vagas
→ Enfermagem: 6 vagas
→ Farmácia: 10 vagas
→ Nutricionista: 2 vagas
→ Tecnologia da informação: 5 vagas
→ Técnico em enfermagem: 20 vagas
→ Técnico em nutrição: 2 vagas
→ Tecnólogo em recurso humanos, gestão hospitalar e gestão pública: 5 vagas
Se interessou pela oportunidade em Sobradinho? Estes são os documentos necessários para realizar a inscrição (original e cópia):
→ Cédula de identidade
→ CPF e declaração de CPF regular atualizada do site da Receita Federal;
→ Comprovante de residência em nome do candidato ou comprovante de residência e declaração assinada pelo dono do imóvel;
→ Diploma do curso técnico ou superior referente ao cargo pretendido;
→ Carteira do conselho de classe;
→ Certidão negativa do conselho de classe;
→ Certidão criminal negativa emitida pelos tribunais regionais federais 1ª Região e Tribunal de Justiça do Distrito Federal;
→ Cartão de vacina.
Serviço
Para mais informações sobre voluntariado nas unidades das demais regiões administrativas, entre em contato a Gerência de Voluntariado, por meio dos seguintes canais: