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ARTIGO | Pela volta à normalidade do DF

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POR JANINE BRITO
Quem é de Brasília sabe: historicamente, sofremos diretamente as consequências da conjuntura política do país. Nós, empresários, lamentavelmente, sentimos os respingos ainda mais. Isso porque as decisões de cunho político, na grande parte das vezes, interferem no consumo e nas regras do jogo, em que nós, do setor produtivo, estamos quase sempre na posição de goleiros.

Um exemplo disso foi o episódio do dia 8 de janeiro, nas sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em Brasília, que culminou no afastamento do governador do DF, eleito em primeiro turno, Ibaneis Rocha (MDB).

Janine Brito

A novidade é que o relatório da Polícia Federal divulgado nesta semana comprovou o que todos nós já sabíamos: Ibaneis não foi conivente com as invasões das sedes dos Três Poderes e, ao contrário do que foi na época amplamente disseminado pela mídia, manteve contato permanente durante o fatídico dia 8 com autoridades locais e federais para evitar o que, infelizmente, acabou ocorrendo.

A PF concluiu que, “pela análise da mídia disponível, considerando todo o exposto, de forma cronológica, a investigação não revelou atos do governador Ibaneis em mudar planejamento, desfazer ordens de autoridades das forças de segurança, omitir informações a autoridades superiores do governo federal ou mesmo de impedir a repressão do avanço dos manifestantes durante os atos de vandalismo e invasão.”

Pelo relatório, Ibaneis fez e recebeu um total de 36 ligações telefônicas entre a véspera da invasão, em 7 de janeiro, e a data dos atos terroristas, no dia 8 – o que, convenhamos, não é pouca coisa.

O fato é que precisamos voltar à normalidade, depois de um ano de eleição em que as polaridades dividiram o país.

Ibaneis Rocha tem provado, com sua visão progressista, que não está para brincadeira. Suas obras por todo o DF têm movimentado a economia local e impactarão a vida de milhares de brasilienses, que ajudam a engrenagem da cidade funcionar.

O que aconteceu em janeiro deve servir de exemplo daqui para frente, mostrando a responsabilidade que temos em morar e empreender em Brasília. Tudo que acontece aqui é vitrine não só para o Brasil, mas para o mundo. Deixem nosso governador trabalhar! O sucesso da capital de todos os brasileiros – e de tanta gente que escolheu fixar raízes aqui – depende também disso!

* CEO do Grupo Pinheiro de Brito e presidente do Lide Mulher Brasília.

Artigo | Armadilha dos juros elevados

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Por Ricardo Steinbruch

Desde o advento do Plano Real, há quase 29 anos, em julho de 1994, quando nossa moeda passou a ser mais estável e vencemos o fantasma da inflação corrosiva, temos enfrentado, de modo paradoxal, juros muito elevados, não só os básicos, como os referentes aos empréstimos no mercado financeiro. As causas do problema são polêmicas e objeto de distintas explicações: insegurança jurídica; carga de tributos sobre as operações creditícias, dificuldade de retomada dos bens em garantia; histórico de inadimplência; desequilíbrio fiscal do setor público; e concentração bancária, dentre outros fatores.

Independentemente dos motivos e das discussões e teses sobre a questão, é necessário que as taxas no Brasil sejam mais alinhadas às de outros países com características semelhantes e até mesmo alguns que têm fundamentos econômicos piores do que os nossos. Afinal, estamos diante de um fator que freia o nível de atividade, pois é inibidor dos investimentos, prejudicial aos setores produtivos e desestimulante do consumo. Por isso, a retomada consistente do crescimento do PIB demanda juros estruturalmente compatíveis com a taxa de retorno dos investimentos produtivos. Este é um desafio crucial que temos pela frente.

A indústria, cujo desempenho é fator determinante para o crescimento econômico sustentado e sustentável, é particularmente afetada pelo problema, pois seu fomento exige investimentos significativos, muitas vezes inviabilizados pelo custo exorbitante do dinheiro. Cabe lembrar — e lamentar — a queda do setor na composição do PIB nacional, de 25%, há cerca de quatro décadas, para cerca de 11%, hoje. No plano global, nosso parque fabril, que já figurou entre os 10 maiores, recuou, em outubro passado, para o 15º lugar.

O setor, que até o início da década passada respondia por 2% da produção mundial, despencou para 1,28%, menor índice da série histórica, iniciada em 1990. O levantamento foi divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com base em estatísticas da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

No que diz respeito à indústria, estamos na contramão do que vêm fazendo numerosos países, que promovem seu fomento, incluindo créditos subsidiados. Precisamos de políticas eficazes para o setor, que gera empregos de qualidade, paga os melhores salários, agrega valor à pauta de exportações e é o que mais investe em tecnologia e inovação. É fundamental nos alinharmos a padrões mais avançados da atividade no mundo, para conquistarmos competitividade elevada.

Entretanto, temos hoje a Selic em 13,75%. Nossos juros reais, de 8% ano, são os maiores do mundo e muito mais altos do que os do segundo colocado nesse ranking, o México, com 2,7%, e o terceiro, a China, com 1,9%. Cabe enfatizar que grande parte das nações, como os Estados Unidos (-2%), têm até mesmo taxas negativas. Assim, se quisermos competir globalmente, é determinante equalizar esse fator, pois o custo atual do dinheiro no Brasil inviabiliza qualquer investimento produtivo.

Dentre outras questões estruturais, como impostos altos, insegurança jurídica e baixa produtividade, nossas elevadas taxas são um dos fatores responsáveis pelo baixo crescimento da economia brasileira, que foi de apenas 0,3% ao ano na década de 2011 a 2020, segundo cálculos da FGV (Fundação Getúlio Vargas). No período de 1947 a 1980, nossa média de expansão anual do PIB foi de 7,1%.

Para crescer pelo menos 3% ao ano, índice mínimo para viabilizar nossa ascensão ao patamar de nação com renda alta, são necessários investimentos equivalentes a 22% do PIB, ante cerca de 18% atualmente. Para tornar possível esse avanço, os juros dos financiamentos são um elemento crítico e fundamental. Assim, necessitamos encontrar um equilíbrio estrutural para que as taxas conciliem o controle da inflação e a viabilidade dos investimentos em infraestrutura, aporte tecnológico, incremento industrial, empreendedorismo e produtividade. Essa equação passa, necessariamente, pela sinergia entre as políticas fiscal e monetária.

Encontrar o ponto de equilíbrio é decisivo. Nesse sentido, é interessante observar que, na Ata do Copom subsequente à reunião do colegiado em 31 de janeiro e 1° de fevereiro, quando a Selic foi mantida em 13,75%, enfatiza-se que o pacote fiscal anunciado em janeiro pelo governo pode ter efeito benigno para as expectativas de inflação. É sinalizada, também, uma tendência de arrefecimento inflacionário no Brasil e no mundo. Daí, é possível inferir a possibilidade do início de um fluxo de queda das taxas.

Trata-se de meta fundamental, pois não podemos continuar comprometendo nosso desenvolvimento, como fazemos há mais de três décadas, nos distanciando do objetivo maior referente à melhoria da qualidade de vida da nossa população. Não cabem, porém, medidas voluntariosas, que nos causaram danos relevantes no passado recente. A solução, no entanto, é premente!

*Ricardo Steinbruch é presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Estudantes do CEUB criam Mapa Gastronômico Afetivo de Brasília

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Mapa é fruto do conjunto de lembranças e emoções relacionadas às experiências gastronômicas do brasiliense

Existe memória afetiva gastronômica brasiliense? A resposta é sim! Patrimônio da Humanidade, Brasília é reconhecida mundialmente por sua pluralidade cultural. Por mais que a capital não tenha uma culinária típica definida, a população elege comidas e lugares de memória, pela preferência afetiva e tradição local. Visando posicionar Brasília no cenário gastronômico mundial, as egressas do curso de Nutrição do Centro Universitário de Brasília – CEUB Bruna Louredo e Maria Fernanda Perez classificaram os espaços que compõem a identidade gastronômica da capital do país.

Para criar o Mapa Gastronômico Afetivo de Brasília, as pesquisadoras do CEUB entrevistaram 168 participantes de 18 a 37 anos, moradores do Distrito Federal. A segmentação considerou as categorias de Bares e Restaurantes, Cafeterias e Padarias, Comidas de Rua e Sorveterias e Lanchonetes. Como fruto da influência cultural de várias regiões, o mapa deve estar em constante mudança, explica uma das autoras, Bruna Louredo. “Apesar de não termos um prato típico, há estabelecimentos que nos representam e, somado a isso, temos o motivo da representação, trazendo a questão da memória afetiva, que é um campo ainda pouco estudado”, esclarece.

A categoria “Bares e Restaurantes” liderou a manifestação afetiva por meio da comida: o restaurante Beirute, por exemplo, foi citado por 18,1% entrevistados como o local que simboliza a memória gastronômica da população, seguido do Libanus (11,2%) e Xique Xique (10%). Na categoria “Comidas de Rua”, a descentralização dos pontos diferenciou os quitutes escolhidos. A pizzaria Dom Bosco é a primeira do ranking com 17,5% das menções, ao lado do Dog da Igrejinha (15%) e da Pastelaria Viçosa (10,6%). Saindo do Plano Piloto, a Hamburgueria do Geleia e as Bombas do Guará foram destaque.

Sobre os cafés, os locais preferidos estão predominantemente no centro de Brasília. O Ernesto Café leva o primeiro lugar com 18,7% das citações, na frente da confeitaria Bellini (16,8%) e da Pão Dourado (13,1%). Em relação às Sorveterias e Lanchonetes, a maioria dos estabelecimentos citados foram franquias. Os nomes que são referência para a população do DF são: Palato (16,2%), Giraffas (15%), Stonia (13,7%) e Chiquinho Sorvetes (12,5%).

Construção de memória afetiva no paladar
Durante a construção de Brasília, muitos trabalhadores foram trazidos de todo o país para tentar uma ‘vida melhor’. Essas pessoas, conhecidos como candangos, trouxeram suas culturas, tradições e hábitos alimentares, que influenciaram de forma significativa a cultura da nova capital. Nesse contexto, a pesquisa contribuiu para comprovar a grande influência de culinárias regionais em decorrência da diversidade de migrantes existente em Brasília.

Segundo pesquisa divulgada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal- CODEPLAN, a maioria da população de Brasília (55%) nasceu na capital federal e 44,5% declararam a origem de outros estados, sendo os mais predominantes: Minas Gerais (15,5%), Bahia (11,9%), Goiás (11,9%), Maranhão (11,6%) e Piauí (11,4%). As principais razões para a migração é o acompanhamento de parentes e reunião familiar (42,6%) e o trabalho (27,8%).

Como uma cidade jovem e com diversidade de costumes, Brasília se molda por gerações e locais que identificam a efervescência social da cidade. A egressa do CEUB Maria Fernanda Perez conta que desenvolver a mostra foi reviver as lembranças afetivas da geração de seus pais: “Com o mapa, podemos engajar o turismo local, a partir da divulgação das comidas exclusivas da nossa cidade”. As orientadoras do projeto, professoras de Nutrição do CEUB Alessandra dos Santos e Bruna Zacante, reforçam esse traço. “O mapa gastronômico é uma fonte de orgulho para a população local e pode ser usado para promover a identidade brasiliense”, consideram.

Em breve o mapa gastronômico será divulgado como produto, não apenas no universo turístico, mas para os próprios brasilienses. “Acredito que temos diversos locais bacanas e nem todos são de conhecimento comum. É uma boa oportunidade de explorar nossa cidade. “Pensamos em expandir o mapa, ter um número maior de participantes, fazer uma segunda edição. Quem sabe até fazer um mapa específico para cada Região Administrativa, as possibilidades são muitas e aqui o que não falta são bons estabelecimentos”, almejam.

ChatGPT, IA e Metaverso: especialistas comentam sobre as movimentações dos gigantes da Tecnologia

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Entenda como o investimento na IA do ChatGPT coloca a Microsoft como uma grande aposta para dominar o metaverso

Para Marcell Almeida, CEO da escola de produtos digitais PM3, uma das principais discussões que se têm levantado é a potência da Microsoft em disputar com a Meta, que apostou em uma grande transformação por meio do metaverso, que não se consolidou até agora. O executivo aponta que as estratégias de negócio a colocam como uma grande cotada para ganhar o mercado de metaverso, uma vez que a Microsoft possui grande capilaridade de B2B para fazer uma adoção dessa ferramenta de forma mais eficiente, enquanto a Meta possui maior capilaridade B2C.

“Tomamos como exemplo o processo de adoção dos computadores, ainda em sua versão desktop. Tudo começou com uma necessidade profissional, ter computadores no escritório. A partir disso, começamos a olhar aquela ferramenta como uma oportunidade de entretenimento, ou seja, para jogos, salas de bate-papo, dentre outros usos da época. Nesse sentido, se a Meta continuar investindo em RA (Realidade Aumentada) ou RV (Realidade Virtual) mas para criar um metaverso para as empresas, talvez os óculos de realidade virtual, que serão utilizados para o trabalho, possam, eventualmente, se tornar um óculos de uso pessoal, para divertimento e entretenimento. Aí sim esse mercado vai começar a se desenvolver, ou seja, começando no B2B antes de chegar ao B2C”, aponta o especialista.

Já para Guilherme Silveira, diretor de educação da Alura, o metaverso como revolução mundial ainda é uma aposta. Por exemplo, a população brasileira em linhas gerais não possui acesso a computador, mas sim a dispositivos móveis e deverá esperar uma geração muito mais barata de dispositivos bons de VR e VA, ou da evolução de tais tecnologias nos dispositivos móveis. Enquanto isso para a Microsoft, a aposta é em uma geração de inteligências artificiais que deixam de ser usadas como analisadoras de dados, e passam a ser criadoras de conteúdo – as inteligências artificiais gerativas. Elas geram imagens, áudios, vídeos e textos. Todos esses são produtos que empresas e pessoas precisam gerar no dia a dia. A utilização é imediata, e com interfaces como a do ChatGPT a adoção é trivializada. .

“Microsoft não deve diminuir seus investimentos em Inteligência Artificial. Provavelmente, invistam até mais, considerando que é possível observar rápidos retornos em diversas tarefas automatizáveis – a empresa já começou a integrar a tecnologia da OpenAI ao Microsoft Teams. Agora, no caso da Meta e sua aposta no metaverso, vai depender muito dos próximos meses, se eles demonstrarem alguma ação de adoção do Metaverso ao mercado como estão tentando, fora do ambiente de entretenimento onde consoles de videogame se destacam. ”, avalia.

Enquanto para Adriano Almeida, COO da Alura e líder da unidade de negócios Alura Para Empresas, diante de um contexto em que novos produtos chegam ao público com maior frequência e com maior potencial de impacto nos players de mercado, as empresas precisam começar a se movimentar para aderir a inteligências artificiais como o ChatGPT.

“Desde o momento em que o atual CEO da Microsoft assumiu o cargo a empresa subiu muito de patamar, deixando de ser uma empresa dependente do Windows e do Office, e mirado a diversificação de portfólio – seja por meio de desenvolvimento interno como o próprio Xbox, ou seja por meio de aquisições. Portanto, ao olharmos para o caso Microsoft, vemos uma empresa muito bem diversificada, dominante no seu setor de base e que tem toda uma gama de suportes para sustentá-la durante as flutuações do mercado. Mas esse não é o caso da Meta, com o Facebook crescendo de maneira muito mais esparsa, com o Instagram tendo que disputar anunciantes com vários outros players do mercado – como o Tiktok, o Kwai e o próprio Youtube -, e o Whatsapp que sempre foi uma plataforma complicada de monetizar. E todo esse processo leva à uma reflexão interna por parte das empresas para seus negócios de base e sobre como crescer de forma a se resguardar do mercado”, pontua.

Para compreender melhor o impacto da inteligência artificial em diferentes esferas do mercado, gostaria de colocar à sua disposição os especialistas destacados na pauta em caso de dúvidas ou eventuais oportunidades de entrevista.

BRB: Fundo vai investir R$ 50 milhões em startups

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Objetivo do BRB é incentivar o empreendedorismo e novas tecnologias em diversas áreas de negócios, como serviços financeiros, agronegócio e administração pública

Em mais uma iniciativa voltada à inovação, o BRB lança seu próprio fundo de venture capital, uma das modalidades de investimentos que mais crescem no mundo. O investimento inicial programado é de R$ 50 milhões.

O banco é protagonista no incentivo à inovação: em maio de 2021, inaugurou o BRB LAB, o seu centro de inovação tecnológico, localizado no Parque Tecnológico Biotic, em Brasília

O BRB Venture Capital foi criado para investir em startups das mais diversas áreas de negócios, como serviços financeiros, agronegócio, seguridade, inteligência artificial, blockchain e administração pública, em todo o país. O fundo será gerido pelas empresas KPTL e Bossanova Investimentos, vencedoras da seleção lançada com objetivo de estruturar, selecionar e administrar os recursos.

“Investir em startups com potencial de crescimento, potencializar o ecossistema de empreendedorismo, acelerar a transformação digital do BRB e proporcionar a melhoria da experiência dos nossos clientes estão entre os objetivos da criação do fundo. Estamos felizes em dar mais um passo no sentido de tornar ainda mais robusto o portfólio de produtos e serviços do BRB e de atuar em prol do desenvolvimento econômico, social e humano”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O banco é protagonista no incentivo à inovação: em maio de 2021, inaugurou o BRB LAB, o seu centro de inovação tecnológico, localizado no Parque Tecnológico Biotic, em Brasília. O objetivo da instituição é seguir estimulando o ecossistema de empreendedorismo e inovação local e buscar novas tecnologias e soluções voltadas para o sistema financeiro, governo e cidadãos. Em relação às startups localizadas no Distrito Federal, o BRB já apoiou, entre outros, o investimento na Auvo, empresa destaque no portfólio do Fundo Criatec 2 e da qual o banco é investidor.

O BRB possui mais de 5,2 milhões de contas ativas, considerando sua rede física de atendimento e os bancos digitais Nação BRB FLA e AmericaBRB, além de presença em 92% de todo território nacional, em 39 países e nos 6 continentes.

Parcerias

A KPTL é uma gestora com quase 20 anos de atuação e que já acumula mais de 110 empresas investidas. Destas, 67 estão atualmente no portfólio, que conta com iniciativas sólidas de inovação e tecnologia em segmentos como agronegócio, saúde, finanças, energia, ciências da vida, varejo e IoT, entre outros. Sediada em São Paulo (SP), a empresa tem equipes nos principais centros de inovação do Brasil e segue em busca de startups com consistência e grande potencial de crescimento (seed).

Já a Bossanova é uma das instituições mais ativas na indústria de venture capital brasileira, investindo em startups no estágio pré-seed, com alcance nacional. Atuante neste mercado desde 2011, já fez mais de 1.520 investimentos em startups.

Biografia mostra faceta emocionante de Edson, o homem simples por trás do Rei do futebol

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Maurício Oliveira revela trechos inéditos de entrevista com Pelé e detalha impressões e memórias das conversas com o jogador

O ano de 2022 estava prestes a se encerrar quando a notícia da morte de Pelé, aos 82 anos, abalou o mundo. A comoção em torno do maior astro que o futebol já viu deixou uma certeza: a de sua imortalidade. Em Pelé, O Rei Visto de Perto, primeira biografia publicada após a morte de Edson Arantes do Nascimento, o jornalista Maurício Oliveira faz um relato panorâmico da trajetória do Rei, acrescido de impressões e lembranças pessoais dos contatos que teve com ele.

Autor de mais de 30 livros e especialista em temas históricos, o escritor publica agora, no lançamento da Matrix Editora, trechos inéditos de uma entrevista feita com Pelé em 2013 para um projeto editorial. Na época, o trabalho envolveu, também, conversas com pessoas ligadas à trajetória do jogador que consolidou o futebol brasileiro e moveu uma legião de fãs. Muitos, talvez, desconheçam o Edson, o Dico, o homem simples e suas memórias.

Os destaques da conversa com Pelé trazem à tona o ser humano, aquele que atende ligação do filho em frente ao jornalista e mostra pulso firme ao negar um pedido; o pai falando em relação às filhas fora do casamento e sobre os motivos para não ter contato com uma delas; a criança atingida pela catapora no dia em que ganhou uma bola e chorou abraçada ao objeto por uma semana, até se recuperar; o menino que treinou sem parar e aprendeu a usar ambas as pernas no futebol, dica do pai, Dondinho, também jogador, a quem admirava demais.

A primeira coisa que fiz ao encontrar Pelé foi transmitir esses recados. Eu disse que, quando as pessoas sabiam que eu iria encontrá-lo, sempre mandavam um abraço pro Pelé. ‘Não me pergunte como, mas até o Biro-Biro!’, completei, sorrindo. A resposta dele, em tom melancólico, me surpreendeu: – Pois é. Pro Pelé todo mundo manda abraço, mas pro Edson ninguém manda. Evidenciava-se, assim, a faceta dramática da célebre cisão de si mesmo em duas personas. (Pelé, O Rei Visto de Perto, pág. 28)

O prefácio da obra é do ex-jogador Clodoaldo, o Corró, parceiro no Santos e na Seleção Brasileira. Ele recorda do respeito, carinho e atenção de Dico – apelido de infância de Edson -, com seus admiradores. A humildade do Rei o acompanhou durante toda a jornada, pois sabia a importância da equipe e sempre foi um jogador de grupo. “Algumas vezes, ao longo da vida, eu disse pra ele o quanto o amava e perguntei se ele tinha noção de tudo o que ele havia feito, se ele sabia o tamanho imenso que tinha para o mundo”, declara.

A narrativa de Pelé, O Rei Visto de Perto desperta emoção mesmo em quem não teve a oportunidade de acompanhar a carreira dessa grande estrela do esporte. Mostra o anônimo por trás de obras voltadas à educação de crianças e ao amparo de idosos e o homem comum em visitas a pacientes em hospitais, a pedido de amigos. É o resgate da trajetória fenomenal do atleta reconhecido mundialmente e também um retrato do homem que irá continuar a inspirar pessoas no mundo todo.

Ficha técnica

Título: Pelé, O Rei Visto de Perto
Autor: Maurício Oliveira
Editora: Matrix Editora
ISBN: 978-65-5616-318-5
Formato: 16x1x23cm
Páginas: 160
Preço: R$ 40,00
Onde encontrarMatrix Editora e Amazon

Sobre o autor

Nascido em 1972, no Rio de Janeiro, o jornalista e escritor Maurício Oliveira é autor de mais de 30 livros, a maior parte sobre temas históricos, como Amores Proibidos na História do Brasil; Garibaldi, Herói dos Dois Mundos; Patápio Silva, o Sopro da Arte; e Toma Lá, Dá Cá – Como a troca de favores moldou a sociedade e o jornalismo no Brasil. É também autor de diversos livros-caixinha da Matrix Editora, como Puxa-Conversa Futebol, Escrita Criativa e Exercícios de Virtudes (os dois últimos em parceria com Juliana De Mari). Tem mestrado em História Cultural e doutorado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Sobre a Matrix Editora

Apostar em novos talentos, formatos e leitores. Essa é a marca da Matrix Editora, desde a sua fundação em 1999. A Matrix é hoje uma das mais respeitadas editoras do país com mais de 900 títulos publicados e oito novos lançamentos todos os meses. A editora se especializou em livros de não-ficção, como biografias e livros-reportagem, além de obras de negócios, motivacionais e livros infantis. Os títulos editados pela Matrix são distribuídos para livrarias de todo o Brasil e também são comercializados no site www.matrixeditora.com.br.

Governo vai retomar obras de 37 mil unidades do Minha Casa, Minha Vida

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Em Luziânia, em Goiás, o Residencial Almirante Vermelho Monarca recebe 192 novos moradores. Construções foram contratadas entre 2012 e 2014 e estão paralisadas

O governo federal pretende retomar ainda neste ano as obras de 37,5 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida que estão paralisadas. Segundo levantamento, 170 mil unidades não foram concluídas pelos governos anteriores, sendo que 80% das obras foram contratadas entre 2012 e 2014.

Será avaliada a necessidade de aporte de recursos para viabilizar a retomada ou conclusão das obras.

Há a intenção ainda de se retomar, neste ano, 32 mil unidades com “entraves complexos”, como ocupações irregulares e problemas de infraestrutura.

Somente hoje (14) serão entregues, de forma simultânea, 2,7 mil unidades habitacionais em nove municípios de seis estados. Os investimentos totalizam R$ 206, 9 milhões.

Em Santo Amaro, no Recôncavo Baiano, serão entregues dois conjuntos habitacionais com o total de 684 apartamentos. As unidades habitacionais na cidade foram contratadas inicialmente em 2013 e chegaram a ser praticamente concluídas. No entanto, ficaram abandonadas por alguns anos e tiveram que ser reformadas.

Em Aparecida de Goiânia, em Goiás, os moradores receberão as chaves de 300 apartamentos do Residencial Chácara São Pedro II, que teve R$ 18,7 milhões em investimentos.

Em Contagem, Minas Gerais, serão entregues 600 unidades habitacionais do Residencial Icaivera 1 e 2, com R$ 54 milhões em investimentos.

Em Salvador, capital baiana, recebem as chaves 159 novos moradores do Residencial Paraguari I e II.

Em João Pessoa, serão entregues 160 unidades do Residencial Vista Alegre 1, que recebeu R$ 12,3 milhões.

Em Lauro de Freitas (BA), ficam à disposição dos novos moradores 206 apartamentos do Residencial Morada Tropical.

No Paraná, em Cornélio Procópio, são 238 unidades do Conjunto Habitacional José Benedito Catarino III.

Em Pernambuco, em Santa Cruz do Capibaribe, é entregue o Residencial Cruzeiro, com 206 unidades.

Em Luziânia, em Goiás, o Residencial Almirante Vermelho Monarca recebe 192 novos moradores.

Hélio Doyle é nomeado novo presidente da EBC

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Confirmação saiu no Diário Oficial desta terça-feira

A nomeação do jornalista Hélio Doyle como presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União. Ele estava ocupando cargo de assessoria na empresa.

Hélio Doyle trabalhou como repórter, editor e chefe de redação em veículos como Correio BrazilienseO Estado de S. PauloJornal de Brasília, Opinião, Folha de S.Paulo, Rede Globo, Veja, Isto É, Brasil Extra, Zero Hora e Jornal do Brasil. Durante 28 anos, foi professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). Atuou ainda como chefe da Assessoria de Imprensa no Governo do Distrito Federal. É autor dos livros Assim é a velha política e Interregno – o feitiço de Tobago.

No último dia 26, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, havia anunciado que Doyle seria o novo presidente da EBC.

Doyle vai assumir definitivamente o cargo, após a gestão de transição da jornalista Kariane Costa, representante dos empregados no Conselho de Administração da empresa desde 2021. Por um mês, ela comandou a empresa com o objetivo de retomar o caráter público dos veículos da EBC e valorizar os quadros da casa.

Transição

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Paulo Pimenta, dá posse à representante dos empregados no Conselho de Administração (Consad) da EBC, Kariane Costa, como presidente da empresa.
Kariane Costa toma posse como presidente da empresa. (Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Na cerimônia de posse, em 16 de janeiro, Kariane havia dito que sua gestão seria dedicada ao renascimento da comunicação pública. O decreto com a nomeação de Kariane e com as mudanças na diretoria da EBC foi publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em edição extra do Diário Oficial da União, em 13 de janeiro.

Graduada em Jornalismo, a ex-presidenta da EBC Kariane Costa Silva Oliveira tem 41 anos e mais de 18 anos de experiência na área. Concursada da EBC desde 2012, foi jornalista da ouvidoria, repórter da Rádio Nacional, sendo setorista do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional. Foi finalista em 2018 do prêmio Vladmir Herzog pela reportagem O Povo Venezuelano e a Crise.

Durante a gestão de Kariane Costa, a empresa retomou sua missão pública e o diálogo com os trabalhadores. O Comitê de Equidade de Gênero e Raça vai reiniciar suas atividades nesta terça-feira. A diretoria de transição estabeleceu um compromisso com o fim do assédio moral e lançou as bases de uma campanha em prol da saúde mental dos empregados. No jornalismo, foram realizadas coberturas sobre as investigações dos atos golpistas e sobre os direitos dos povos indígenas, da população negra e da comunidade LGBTQIA+.

Haná Restaurante Japonês aposta em receitas leves, criativas e promoções de bebidas para o Carnaval

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O Carnaval está chegando, e a festa está garantida, com direito a samba, bloquinho de rua,  saída com amigos e muita diversão, sem deixar de lado, é claro, a boa gastronomia! E como saco vazio não para em pé, a boa pedida, antes da curtição ou até para quem quiser passar as festividades com os amigos ou família, de forma mais tranquila, é apostar nas delícias oferecidas pelo Haná Restaurante Japonês (408 sul): iguarias leves de dar água na boca e bons drinques.

Para beber com moderação!

Quem disse que você não pode fazer o esquenta por lá? A casa reservou duas promoções especiais para os dias 18, 19, 20 e 21 de fevereiro.

Para quem não dispensa bons drinques, uma das opções é a dose dupla de caipirinha (R$15,90), caipiroska (R$18,90) ou japarinha (R$25,90) para quem desfrutar do Rodízio Premium ou do Buffet Light. A promoção está disponível no almoço, de 12h às 15h e no jantar das 18h30 às 20h30 (*consultar sabores disponíveis com o garçom).

Os cervejeiros de plantão, que também consumirem as duas modalidades de serviços (Rodízio Premium ou Buffet Light), podem desfrutar, tanto no almoço, como no jantar, durante todo o período de funcionamento,   do baldinho de long neck  (R$59,60), da Heineken, composto por quatro cervejas, sendo que a quinta vai de cortesia.

Comeu, partiu!

Antes de sair para curtir o fervo do feriado, a boa pedida, são pratos leves. Por isso, quem passar pelo Haná, vai poder degustar uma infinidade de sabores que convergem com a culinária japonesa, e com outros elementos orientais da gastronomia árabe, coreana, indiana, malaia, chinesa, sem deixar de lado a cozinha brasileira. São eles:

Buffet Light: com mais de 40 peças de sushis e cerca de 11 pratos quentes expostos no buffet para que todos possam se servir à vontade. Para essa modalidade, é cobrado o valor de R$94,90 por pessoa, todos os dias, tanto no almoço como no jantar.

Rodízio Premium: aqui, o diferencial é que além de todas as delícias dispostas no buffet, o comensal conta ainda com sashimis e carpaccios variados, robatas, temakis,  grelhados e especiaizinhos do chef que vão até à mesa. Nessa segunda opção, é estabelecido o preço de R$114,90 no almoço de segunda a quinta, e R$124,90 no almoço de sexta, sábado, domingo e todos os dias no jantar.

Serviço – Haná Restaurante Japonês

Endereço: SCLS 408 Bloco B Loja 35 – Asa Sul

Telefone: 61  3244-9999

Horário de funcionamento presencial: Almoço: Segunda a

sexta-feira das 12h às 15h/ Sábados e domingos das 12h às 16h

Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h/ Sexta e

sábado das 18h30 à 0h00

Instagram: @hanajapones

Facebook/restaurantehanabsb

Para Chico Vigilante, Ibaneis foi vítima do sistema e defende retorno imediato

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Um dos mais respeitados quadros do PT no Distrito federal, parlamentar afirmou que está na hora do governador voltar

Com o pedido do governador Ibaneis Rocha (MDB) para voltar ao governo do Distrito Federal, o deputado distrital e presidente da CPI dos Atos Antidemocráticos Chico Vigilante (PT) acredita que não há mais motivos para manter o afastamento do chefe do Executivo Local.

Ao CB.Poder — parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília —, Vigilante disse que Ibaneis Rocha “está muito mais para vítima do próprio sistema que tragou ele”.

“No meu ponto de vista, se o ministro Alexandre de Moraes não tiver em mãos outras informações (para manter o afastamento), está na hora do governador voltar”, disse o deputado ao jornalista Vinicius Doria.