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Casos graves de câncer de mama aumentam 26% no Brasil

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Levantamento inédito da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a partir de dados do DataSUS, reforça que diagnósticos não realizados na pandemia têm levado a doença se manifestar antes do que esperava a comunidade médica

Estudo inédito realizado pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) comprova aumento de cerca de 26% nos casos de câncer de mama nos estágios mais graves da doença. O artigo, publicado no International Journal Public Health (IJPH), a partir da análise de dados do DataSUS do Ministério da Saúde, demonstra que a redução do número de mamografias pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos períodos mais críticos da pandemia contribuiu para que novas ocorrências da doença se manifestassem antes do esperado pela comunidade médica. A situação também expõe a necessidade de aprimoramento da saúde pública. “Da forma como o cenário se mostra, o que se espera do Ministério da Saúde são atitudes proativas, com a implementação de um novo modelo de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer”, afirma o mastologista Ruffo Freitas-Junior, assessor especial da SBM.

O artigo “Covid-19 e o câncer de mama no Brasil”, recém-publicado  no IPJH, é o primeiro estudo no País a avaliar individualmente todas as regiões do território nacional, destacando as consequências da pandemia no diagnóstico e tratamento da doença.

Em conjunto com Aline Ferreira Bandeira Melo Rocha, Glalber Luiz Rocha Ferreira, Danielle Cristina Netto Rodrigues e Rosemar Macedo Sousa Rahal, Ruffo Freitas-Junior constatou no estudo que o número de mamografias realizadas por mulheres de 50 a 69 anos, faixa etária que constitui a população-alvo para a detecção precoce do câncer de mama, diminuiu significativamente nos períodos críticos da pandemia. Em 2020, foram feitos 1.613.119 exames no serviço público de saúde no Brasil, número 40% inferior às mamografias em 2019 (2.658.289). Em 2021, foram 2.189.734, 18% menor na comparação com 2019, indica o levantamento.

Antes da pandemia, os estadiamentos mais agressivos de câncer de mama representavam 40,8% dos casos. Entre 2020 e 2021, confirma o novo levantamento da SBM, os estágios III e IV são 51,5% dos diagnósticos, de acordo com dados analisados no DataSUS, Departamento de Informática do SUS que monitora o tratamento da doença no Brasil. “A situação, que era ruim, piorou ainda mais. Atualmente, há um avanço de aproximadamente 26% nos estágios III e IV, os mais graves”, afirma.

A análise do avanço de ocorrências nos estágios III e IV por regiões brasileiras revela que o Centro-Oeste desponta com 21,3%. O Nordeste aparece com 10,3%; o Norte, 16,6%. No Sudeste, o crescimento foi de 11,2% e 6,2% no Sul. “Em todas as regiões, exceto no Sul, o percentual de casos em estágios III e IV superou os estágios I e II durante a pandemia”, destaca.

Para o mastologista, os efeitos negativos da pandemia no diagnóstico e tratamento do câncer de mama ocorrem antes do esperado. “Quando constatamos o aumento nos estágios III e IV, consideramos consequências como mastectomias totais, gastos elevados com tratamentos por parte do governo e, o pior dos cenários, o crescimento do número de mortes”, pondera.

Na avaliação de Freitas-Junior, é preciso implementar um modelo de saúde pública totalmente renovado para o diagnóstico e tratamento de câncer no Brasil. O médico destaca que o SUS não dispõe, por exemplo, de uma ferramenta que avise as mulheres na faixa dos 50 a 69 anos sobre o momento de fazer os exames e, assim reduzir a falta de rastreamento mamográfico, meio para detectar uma doença que tem alto índice de cura quando diagnosticada precocemente.

Depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais incidente e a primeira causa de morte em mulheres de todas as regiões do Brasil. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) prevê 73.610 novos casos da doença até o fim deste ano.

“As políticas públicas são muito falhas. Enquanto isso, os profissionais de Saúde convivem com a expectativa de aumento de casos que, infelizmente, acaba se comprovando ano após ano no Brasil há várias décadas”, finaliza Ruffo Freitas-Junior.

CLDF aprova projeto de lei manda cobrar até R$ 500 mil de quem agride mulheres

Proposta do deputado distrital Ricardo Vale (PT) prevê que os criminosos arquem com os custos dos atendimentos às mulheres vítimas de violência

A Câmara Legislativa do DF avança na repressão ao machismo. O projeto de lei do deputado Ricardo Vale, que manda cobrar dos criminosos os custos mobilizados pelo poder público para atender as ocorrências de violência contra a mulher, foi aprovado, em segundo turno, nesta quarta-feira (14), em sessão ordinária. Agora, a proposta segue para sanção e a expectativa é de que a responsabilização financeira ajude a coibir os crimes dessa natureza.

De acordo com a proposta, os valentões poderão pagar multas entre R$ 500 e R$ 500 mil para cobrir os gastos que vão do deslocamento das equipes de segurança, até a oferta de serviços de assistência social e consultoria jurídica, muitas vezes necessários para que a mulher consiga romper o ciclo de abusos. O cálculo vai considerar a gravidade da agressão e a capacidade econômica do envolvido. Além disso, o texto prevê o aumento da punição, em ⅔, quando houver o uso de arma de fogo e o dobro da multa para reincidentes.

Em 2022, o Distrito Federal registrou 18 casos de feminicídio, 16.949 registros de violência doméstica e 763 crimes de natureza sexual. Nos três primeiros meses deste ano, foram 7 feminicídios contabilizados, sendo que outros estão em apuração. O número acende o alerta para a ameaça no aumento dos crimes contra a mulher na capital brasileira e desafia as autoridades que precisam diversificar a oferta de respostas para a proteção das mulheres.

Isso, além do custo social e familiar para as vítimas, tem um alto custo para a sociedade. Cabe ao agressor e não à sociedade pagar pela sua violência contra as mulheres. A lei vai somar esforços na rede de proteção feminina, que sofre com consequências do machismo.

Caiado sanciona lei que cria a Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher

Nova estrutura vai liderar diretrizes a serem seguidas no combate à violência contra à mulheres. Ela funcionará no espaço físico da 1ª e da 2ª Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deams) de Goiânia

Ronaldo Caiado sancionou, nesta quarta-feira (12/4), a lei que cria a Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (Deaem). Trata-se de mais uma ação efetiva do Estado no combate à violência contra elas.

O projeto tramitou na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) em março, tendo sido aprovado em plenário nas duas votações necessárias.

“Queremos chegar, rapidamente, à cota zero de agressão e de feminicídio em Goiás”, enfatizou o governador durante a assinatura. O texto será publicado no Diário Oficial do Estado.

Ligada à Delegacia-Geral da Polícia Civil (DGPC), a nova estrutura emerge da transformação da 1ª e da 2ª Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deams) de Goiânia.

“Para deixar claro a quem acha que pode agredir ou violentar as mulheres: não cumprimos aquele ditado popular que diz que ‘Em briga de marido e mulher, não se mete a colher’. Em Goiás, se mete algema”, pontuou Caiado. O governador ainda garantiu que a nova delegacia será uma “estrutura consolidada”, com capacidade de atendimento digno e especializado.

Deaem

A criação da Deaem tem como objetivo reduzir os índices de violência doméstica e familiar contra mulheres. Além disso, a nova unidade vai fortalecer o trabalho das já existentes Deams pelo estado, e não acarretará nenhum impacto financeiro, uma vez que aproveitará a estrutura física das delegacias extintas e terá seu efetivo policial montado por meio de remanejamento de profissionais que já integram a corporação.

Moraes dá cinco dias para PGR opinar sobre soltura de Anderson Torres

Defesa do ex-secretário de segurança do DF e ex-ministro da Justiça pediu sua liberdade

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu, nessa quarta-feira (12), prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido de liberdade feito pela defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.

Após receber o parecer da PGR, o ministro deve decidir a questão. Não há prazo para uma tomada de decisão. Na segunda-feira (10), os advogados afirmaram ao Supremo que Torres não oferece risco às investigações e pediram que a prisão fosse substituída por medidas cautelares.

Ele está preso desde 14 de janeiro em função das investigações sobre os protestos ocorridos no dia 8 daquele mês. Na ocasião, Torres estava à frente da Secretaria de Segurança do Distrito Federal. O inquérito no STF apura suposta omissão na contenção dos atos.

No pedido de soltura, a defesa também citou a situação da família de Anderson Torres. “Após a decretação da custódia cautelar do requerente, suas filhas, infelizmente, passaram a receber acompanhamento psicológico, com prejuízo de frequentarem regularmente a escola. Acresça-se a isso o fato de a genitora do requerente estar tratando um câncer. O postulante, de seu turno, ao passo que não vê as filhas desde a sua prisão preventiva, entrou em um estado de tristeza profunda, chora constantemente, mal se alimenta e já perdeu 12 quilos”, afirmam os advogados.

 

Temporada Junina 2023 aquece nas escolas públicas do Distrito Federal

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A Arte do São João nas Escolas realiza apresentações itinerantes sobre o movimento junino do DF

Com o objetivo de fomentar o valor da cultura popular e formar novos públicos, o projeto cultural “A Arte do São João nas Escolas” começa neste mês de abril, aquecendo a temporada de festas juninas em 2023. Com início no mês de abril, a ação envolve apresentações de Quadrilhas Juninas em escolas públicas do Lago Norte, Itapuã, Paranoá, São Sebastião e Varjão. O projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

A partir do estímulo e da valorização da cultura popular brasileira, proporcionando novas oportunidades de aprendizado e socialização para os alunos, professores e colaboradores das escolas, a iniciativa contribui para o desenvolvimento de habilidades importantes nos alunos, como a criatividade, a coordenação motora, o trabalho em equipe e a expressão artística.

A primeira etapa do projeto foi realizada nesta segunda-feira (03), no Centro Educacional Lago Norte, com a presença da Quadrilha Junina Coisas da Roça. A atração artística foi feita durante o intervalo, envolvendo os estudantes das turmas do Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Diante de um momento de tamanho encanto com as roupas coloridas e animação, o público pôde interagir e dançar junto com os artistas. “Foi um momento maravilhoso, a nossa escola recebeu este espetáculo de portas abertas e deu um ar de animação para a nossa comunidade”, celebrou Ana Rita, supervisora pedagógica da escola.

À frente da iniciativa, o produtor cultural e gestor de Recursos Humanos, Lucas Silva conta que a cultura junina está presente desde cedo em sua vida, e que a importância do projeto é conquistar mais e mais pessoas e promover o pertencimento cultural e artístico na vida desses estudantes: “A base das quadrilhas juninas do Distrito Federal é de escola pública. É trazer novamente as juninas para dentro das escolas e devolver à sociedade o trabalho que começou aqui. É desenvolver um bem sociocultural”, completa Lucas.

São João é o ano inteiro

Além disso, esses projetos também têm o potencial de promover a inclusão social e a diversidade cultural. Muitos alunos das escolas públicas do Distrito Federal têm pouco acesso à cultura e às artes. Por meio dos projetos culturais com quadrilhas juninas nas escolas, esses alunos têm a oportunidade de conhecer e valorizar a sua própria cultura, além de ter contato com outras manifestações culturais brasileiras e estrangeiras.
A cultura junina tem se mostrado cada vez mais importantes nas escolas públicas do Distrito Federal.

“Eles representam uma oportunidade de valorizar a cultura popular brasileira, promover a inclusão social e desenvolver habilidades importantes nos alunos, contribuindo para a formação de cidadãos mais completos e preparados para enfrentar os desafios do mundo moderno.”, arremata o idealizador do projeto cultural, Lucas Silva.

 

Sesc + Rock: Raimundos e Sepultura vão agitar o Gama

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O estacionamento do estádio Bezerrão será palco de um encontro gratuito de shows de rock’n’roll no dia 22 de abril

Brasília se prepara para receber um dos encontros mais aguardados do mês de abril: a primeira edição do Sesc + Rock! O evento, que será realizado no dia 22 de abril no estacionamento do Estádio Bezerrão, no Gama, com entrada gratuita, promete agitar a capital federal com muita música boa e diversão para toda a família.

Com uma programação repleta de atrações, o Sesc + Rock contará com shows de bandas renomadas do cenário rock nacional, como Sepultura e Raimundos, além dos shows das bandas locais “As Verdades de Anabela” e “Galinha Preta” com a participação de Gilmar Batista, vocalista da banda ARD.

O festival, que é uma realização do Serviço Social do Comércio (Sesc-DF),  contará com diversas atividades para o público, como praça de alimentação, espaço rock e muito mais. “O Sesc + Rock é mais uma oportunidade de diversão para toda população do DF e fortalece o setor cultural no nosso quadradinho”, explica Valcides de Araújo, diretor regional do Sesc.

Os ingressos já estão disponíveis e podem ser retirados mediante a doação de 1 kg de alimento, em uma das unidades do SESC – Gama, Taguatinga Norte e Setor Comercial Sul – até o dia 15 de abril (não abrirá no dia 07 de abril), das 12h às 20h, de segunda a sábado. Os alimentos arrecadados serão doados para o projeto Mesa Brasil.

A classificação indicativa é 16 anos, menores só poderão acessar o festival com a presença dos pais ou responsáveis. A abertura dos portões está marcada para às 14h. Não perca a chance de participar desse grande evento! Venha curtir o melhor do rock nacional em Brasília!

SESC + Rock
Data: 22 de abril (sábado)
Abertura dos portões: 14h
Local: Estacionamento Estádio Bezerrão (Gama)
Ingressos: Gratuito com doação de 1 kg de alimento
* Não receberemos alimentos no dia do Festival.
Retirada: Unidades SESC – Gama, Taguatinga Norte e Setor Comercial Sul
Classificação Indicativa: 16 anos

“Demos o primeiro passo”, diz Manzoni sobre resolver ocupação no DF por pessoas em situação de rua

Deputado dá primeiro passo para cumprir seu compromisso de campanha de encontrar solução para a ocupação irregular de espaços públicos de Brasília pela população em situação de rua

O deputado distrital Thiago Manzoni participou de audiência pública nessa segunda (10) para tratar da ocupação irregular de espaços públicos em Brasília pela população em situação vulnerável. O evento foi promovido por Manzoni e pelos deputados Eduardo Pedrosa (União Brasil) e Paula Belmonte (Cidadania).

Achar uma solução para a ocupação crescente de espaços públicos no Plano Piloto pela população de rua foi um dos compromissos de campanha de Thiago Manzoni em 2022. O tema é prioridade para o parlamentar pois tem tudo a ver com segurança e liberdades individuais.

Durante seu discurso, Manzoni enfatizou a importância de restaurar o vínculo familiar e de gerar emprego para que essas pessoas tenham oportunidades melhores de vida. “Enquanto nós estivermos entregando as nossas famílias e olhando para quem gera emprego e renda como se fosse vilão, nós não resolveremos os problemas da nossa sociedade”, disse o Deputado.

Dados da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) apontam que existem aproximadamente 3 mil pessoas em situação de rua no DF. Para Manzoni, o problema é complexo e não tem uma solução simples. No entanto, o Deputado acredita que a quebra do vínculo familiar é um dos primeiros motivos que agrava a situação social do DF. “Enquanto nós, como sociedade, aceitarmos que as nossas famílias sejam destruídas, nós estamos fadados ao fracasso”, disse Manzoni.

Além disso, Manzoni destacou que o trabalho traz dignidade aos cidadãos e, por isso, é preciso respeitar os empreendedores, que geram emprego e renda e contribuem para que a situação social melhore. “A nossa sociedade criminaliza quem gera emprego e renda e acha que o empreendedor é vilão. Isso é mentira. Sem empresário, não tem renda, não tem emprego, não tem dignidade para as pessoas”, enfatizou.

A senadora Damares Alves também participou da audiência e, em seu discurso, afirmou que a questão da população em situação de rua é preocupante em todo o Brasil. Ela enfatizou a importância de preservar as crianças. “Eu trago a essa mesa o meu desespero com as crianças que estão em situação de rua. […] Neste momento, a gente precisa dar respostas bem rápidas. As pessoas gritam por socorro. Eu manifesto aqui o meu empenho, o meu desejo de estar com os senhores. Esse tema não pode nos dividir, ele tem que nos unir. Ele tem que estar acima das nossas diferenças políticas, ideológicas, partidárias e religiosas”, enfatizou a senadora.

O tenente coronel Palhares representou o Subcomando da Polícia Militar do DF na audiência e falou sobre as tentativas da PM de conversar com moradores do Plano Piloto e com pessoas em situação de rua para resolver a questão. Segundo ele, os índices de criminalidade na região central de Brasília são baixos, mas muitos crimes que ainda acontecem se dão exatamente entre a população em situação de rua, por disputas de território ou por drogas.

“Em 2021, nós tivemos 4 homicídios na Asa Sul. Em 2022, foram 2 homicídios. Esses crimes não são comuns na área do Plano Piloto. E quando nós fomos observar a ocorrência desses crimes, fomos mapear e identificamos que eles estavam acontecendo entre pessoas em situação de rua”, disse o policial.

O policial destacou que se compadece com a situação de quem não tem onde morar, mas também se compadece dos moradores que convivem diariamente com a falta de segurança que esses crimes geram. Palhares sugeriu a construção de abrigos provisórios que possam dar acolhimento e dignidade às pessoas em situação de rua, mas enfatizou que é preciso agir rápido. “Nós não podemos permitir que Brasília, a nossa capital, vire uma cracolândia”, alertou Palhares.

Também participaram do evento o administrador do Plano Piloto, Valdemar Medeiros, policiais militares e representantes da sociedade, do GDF e do Ministério Público do DF.

Coluna do Fluminense | Mais uma vitória

POR RAIMUNDO RIBEIRO

Após conquistar o bicampeonato carioca, o Fluminense recebeu o Payssandu, e desde o início impôs seu estilo de jogo, criando sucessivas oportunidades de gol.

Aos 10 Lima marcou mas estava impedido.

Aí começaram as lambanças do soprador de apito Daronco.

Aos 15 minutos, pênalti em Lima que o soprador de apito não marcou, nem com a ajuda do Var.

O Fluminense continuou imprensando o adversário no próprio campo, num jogo de ataque contra defesa.

Até que aos 27 minutos, o soprador de apito não teve tempo de atrapalhar, Marcelo faz uma virada de jogo para Árias que faz um cruzamento perfeito na cabeça de Nino que faz 1×0.

Continuamos pressionando e desperdiçando chances, mas aos 34 minutos Keno faz 2×0 num belo chute de virada.

Aos 41 minutos, Felipe Melo faz 3×0 após outro cruzamento perfeito de Árias.

Os gols dos zagueiros Nino e Felipe Melo mostram que foi um primeiro tempo só no campo de defesa do Payssandu, com nosso time sufocando.

Voltamos para o segundo tempo e o desenho do jogo continuou o mesmo, com o Fluminense imprensando o adversário no seu próprio campo.

Nota-se o cansaço de Marcelo pela sequência de passes errados(4).

Aos 12 minutos, entram Guga e JK, saindo Marcelo e Felipe Melo.

Aos 17 minutos, Cano acerta a trave.

Aos 19 Árias perde uma boa oportunidade.

Aos 20 é Cano que perde.

Aos 22 minutos, entra Pirani no lugar de Keno.

Aos 35 minutos, saem Cano e Samuel Xavier para entrada de Giovani e Alexandre.

Aos 47 minutos, JK perde boa oportunidade.

Apesar do soprador de apito com uma arbitragem altamente tendenciosa, o Fluminense construiu uma boa vantagem para o jogo de volta em Belém.

No próximo sábado, as 16 horas visitaremos o América/MG, começando a caminhada no brasileirão.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Benzadeus, Jah Live, Elas que Toquem e Lupa fazem show gratuito no Cultura Candanga

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Evento gratuito acontece de 13 a 16 de abril, no estacionamento 9 do Parque da Cidade

A segunda seletiva do Festival Cultura Candanga já tem data certa para acontecer! De 13 a 16 de abril, artistas locais de música e dança, representantes das regiões do Plano Piloto, Lago Sul, Lago Norte, Jardim Botânico, São Sebastião e Paranoá, se apresentam no estacionamento 9 do Parque da Cidade.

O grupo composto por essas regiões soma mais de 30 (trinta) inscritos que farão apresentação de suas músicas e danças autorais, expondo todo o seu talento para a arte. Após isso, oito artistas, sendo quatro de música e quatro de dança, estarão classificados para seguir na disputa pelo prêmio principal.

Além da apresentação dos artistas locais, nos dias de seletiva, haverá no espaço foodtrucks para alimentação e ainda programação totalmente gratuita e variada para o público em geral, com oficinas de dança e música e ainda, shows de grandes nomes do cenário brasiliense.

Entre as diversas atrações já confirmadas, o público poderá conferir, no dia 14 de abril, o show do sertanejo Léo Costta; já no sábado, 15 de abril, é a vez do grupos de pagode Benzadeus e Elas que Toquem se apresentarem no palco do Festival e, no domingo, 16 de abril, o grupo brasiliense de reggae Jah Live a Banda Lupa, que, em 2019, se apresentou no palco do Rock in Rio, encerram o circuito de seletivas do Festival.

Outros nomes consagrados como Banda Zero 10, Banda Heat, DJ Junior Fernandes e DJ Carla Veras também integram a programação musical do evento (confira programação completa nas redes sociais do evento).

Sobre o Festival Cultura Candanga

O Festival Cultura Candanga é realizado pelo Instituto Brasileiro de Empreendedorismo, Tecnologia e Inovação (Ibeti), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e tem duração aproximada de seis meses.

 Entre as diversas atividades que serão desenvolvidas ao longo de sua duração, a principal é promover um concurso para revelar talentos locais de música e de dança autoral, de qualquer gênero, sendo elas, solo ou em grupo/banda. Os ganhadores receberão premiações em dinheiro e produtos, além de um videoclipe com toda a sua trajetória no decorrer do festival.

O Festival Cultura Candanga tem como objetivo fomentar a cultura do Distrito Federal e, por este motivo, abrange todas as Regiões Administrativas (RA ‘s).O Festival é direcionado aos diversos artistas independentes do DF e Entorno e não há idade mínima para realizar a inscrição, contudo, menores de 16 (dezesseis) anos, devem estar acompanhados por algum responsável, no momento de preencher o formulário e também durante o evento.

A grande final do Festival Cultura Candanga será realizada no dia 22 de julho no Estacionamento do Estádio Mané Garrincha.

Inscrições e Seletivas

As inscrições do Festival Cultura Candanga estão abertas e podem ser realizadas no site do Festival (https://www.festivalculturacandanga.com.br/). A participação é gratuita.

As seletivas foram divididas por grupos (lista abaixo) e já começaram a acontecer. Conforme desta a organização é importante estar atendo ao dia pré agendado para a seletiva de cada grupo.

● Grupo III – 23 a 26/03 – encerrada;

● Grupo I – 13 a 16/04 – Estacionamento 9 do Parque da Cidade;

● Grupo II – 11/05 a 14/05 – Estacionamento do Santa Maria Shopping;

● Grupo IV – 1° a 04/06 – Estacionamento Casa Cultural do Guará;

● Grupo V – 22/06 a 25/06 – Complexo Cultural de Planaltina.

Divisão de grupos

● Grupo I

Plano Piloto, Lago Sul, Lago Norte, Jardim Botânico, São Sebastião e Paranoá;

● Grupo II

Gama, Samambaia, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Candangolândia;

● Grupo III

Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, Águas Claras, Vicente Pires, Sol Nascente/Pôr do Sol e Arniqueira;

● Grupo IV

Guará, Park Way, Estrutural/Scia, SIA, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal e Núcleo Bandeirante;

● Grupo V

Fercal, Varjão, Itapoã, Sobradinho I, Sobradinho II e Planaltina.

Serviço

Segunda Seletiva do Festival Cultura Candanga

Data: de 13 a 16 de abril

Local:  Estacionamento 9 do Parque da Cidade

Programação: confira a programação completa no Instagram: @festivalculturacandanga e no site https://www.festivalculturacandanga.com.br.

Festival Cultura Candanga 

Duração: de fevereiro a julho de 2023

Período de inscrições: abertas por meio do site https://www.festivalculturacandanga.com.br.

Informações sobre divisão de grupos podem ser obtidas no edital do projeto, pelo site.

A Festa dos Bonecos e das histórias

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O Circo Boneco e Riso e Rosângela Lima vão encantar o Gama Vida e Arte Festival

Na antevéspera do aniversário de Brasília, na quarta (19/04),  o espetáculo “Bonecos em Festa”, do Circo Boneco e Riso (às 9h) e “Contos e Encantos”, com a contadora de histórias Rosângela Lima *às (10h), abrirão no Teatro Cia Lábios da Lua (Gama), o Festival de Teatro de Bonecos e de Contação de História do projeto Gama Vida e Arte Festival. 
Já na quinta (20/04), às 14h, será a vez  “Qual o sabor da Lua? e ” O pescador, o anel e o reI” , com Tio Groselha e Tia Amanda (Contação de histórias), seguido de  “Histórias Que Cabem na Mala”, com Alessandra Barros (Teatro de Bonecos), às 14h. Tudo Gratuito, livre para todos públicos, com audiodescrição e intérprete de Libras. O projeto Gama Vida e Arte Festival é realizado pela  Associação Companhia Lábios da Lua e patrocinado pelo FAC-DF. Programação disponível no site gamavidaearte.com.br ou no Instagram @cialabiosdalua
O bonequeiro e curador do Festival de Teatro de Bonecos e de Contação de História do projeto, Marco Augusto de Rezende, fala que serão realizadas 16 atividades, sendo oito espetáculos e oito contações de história.
“Fizemos um belo chamamento no início do ano e montamos uma  programação riquíssima, com espetáculos em que a magia da palavra que faz sonhar chegará ao público, capitaneados por contadores de histórias e espetáculo de teatro de bonecos empolgantes”, revela entusiasmado.

“Bonecos em Festa”

O grupo Circo, Boneco e Riso leva ao público o espetáculo Bonecos em Cena/ Festa.  O teatro de bonecos por sua vez é transmitido pela brincante Neide viúva do saudoso Mestre Zezito, que conta a história “A vingança de Cassimiro Coco e seus comediantes” e dá vida ao ventríloquo o Boneco Juquinha. Outros brincantes do grupo também se divertem dando vida a outros bonecos: o Jaraguá e a boneca gigante chamada de “Divina”, que com suas danças e histórias contadas levam alegria ao público durante o espetáculo.

Circo Boneco e Riso

A Companhia traz a mais genuína alma do circo popular brasileiro em suas intervençñes pela simplicidade com que, em seus quase 40 anos de existência, vem perpetuando números tradicionais de circo tais como: mágicas, mamulengo, entradas de palhaços, malabarismo, perna-de-pau, monociclo, ventriloquia e canções populares. Tendo influenciado muitos artistas do Distrito Federal e Goiás, bem como tem sido foco de interesse de pesquisadores da cultura popular brasileira. Atualmente, a mais representativa mostra de arte circense de Brasília nasceu levando o nome do mestre, a Mostra Zezito de Circo.
Ficha Técnica
Coordenação: Rosineide de Nazaré Ferreira Amorim
Rinaldo Feliciano Ferreira Amorim
Participação: Isabel Andréia Amorim dos Santos
Rita de Cássia Amorim dos Santos
“Contos e Encantos”, com Rosângela Lima: Um Ato Produções Culturais – A contadora inicia seu trabalho com brincadeiras cantadas como a História da Serpente que Engole Gente. Depois mostra um presente muito valioso que recebeu de sua avó: Um Pano Encantado e todos da plateia têm que cantar para o pano se transformar magicamente. Depois abre sua mala e retira dela a história Os Bichos do Meu Zoológico e pra terminar vem a história do Livro Fantoche, do Cachorro Bob.
“Qual o sabor da Lua? e ” O pescador, o anel e o rei” – Tio Groselha e Tia Amanda convidam vocês para viajar no mundo mágico do faz de conta, no mundo do era uma vez, na hora da história… Você decide, pode ir onde sua imaginação te levar! Através da contação de histórias, crianças e adultos se divertem, cantam com os personagens

e viajam no mundo da imaginação, afinal quando se trata de história, tudo é possível!
E para essa viagem, a boneca Maroca (Amanda) e o Tio Oséias convidam a todos para ouvir mais uma história, então: ERA UMA VEZ…

“Histórias Que Cabem na Mala”, com Alessandra Barros – O espetáculo conta a história de uma amizade entre uma bonequeira e seu boneco o Zezé, um grande contador de histórias, e nesse enredo de contar e brincar, vai se desenvolvendo a brincadeira, e de dentro da Mala, saem histórias, bonecos, música e encanto.
Alessandra Barros – Com mais de 20 anos de experiência como bonequeira e contadora de histórias, a artista e educadora Alessandra Barros já se apresentou em festivais, praças, bibliotecas, convenções e palcos dos mais diversos teatros e shopping centers do DF – onde executa projetos nas áreas de teatro, literatura e arte popular. Encantadora de plateias, seu trabalho já recebeu homenagens e premiações como o Prêmio MIRIAM MUNIZ Funarte e Petrobras com o espetáculo “ A Princesa de Bambuluá”  – (2007).
Próximos Espetáculos -Teatro de Bonecos e Contação de Histórias
Todos os espetáculos serão apresentados no  Teatro Cia Lábios da Lua, no Gama (Quadra 4 Lote 16 Loja C e D – Setor Sul) . Tudo Gratuito, livre para todos públicos, com audiodescrição e intérprete de Libras.
20/04 – 14h  “Qual o sabor da Lua? e ” O pescador, o anel e o reI” , com Tio Groselha e Tia Amanda (Contação de histórias)
20/04 – 15h – “Histórias Que Cabem na Mala”, com Alessandra Barros (Teatro de Bonecos)
26/04 – 9h –  “A Fada das Histórias” com Bruna Cordeiro (Contação de histórias)
26/04 – 10h –   Mamulengo Fuzuê – Thiago Francisco apresenta “Mamulengando” (Teatro de Bonecos)
27/04 – 14h-  “O circo literário da palhaça Biliska”, interpretado por Dai Siqueira (Contação de histórias)
27/04 – 15h –  Mamulengo Lengo Tengo: ”Nas Tripas da Cobra Encantada” (Teatro de Bonecos)
04/05 – 9h – Companhia Pilombetagem: “Circolengo do Pilombeta”  (Teatro de Bonecos)
04/05 – 10h – “Cordel: A Sina da Sapa Cristina”, com Letícia Mourão (Contação de histórias)
05/05 – 14h – O Encontro dos Bichos nas Florestas do Seringuete, com Rick RJN  (Contação de histórias)
05/05 – 15h –  Companhia Osviajero – O desconhecido Davi: “A história de Chico da Lua” (Teatro de Bonecos)
18/05 – 9h –   “O Barquinho”, com Maria Eliete e Elena Sansarae – Spaço Criativo (Contação de histórias)
18/05 – 10h –  Inventor de Sonhos: “Bendito Os Beneditos” (Teatro de Bonecos)
19/05 – 14h 0- – “A Peleja de Mundim contra o Dragão da Ignorância e Outras Prosas” com Lilia Diniz (Contação de histórias)
19/05 – 15h – – Mamulengo Sem Fronteiras: “As Aventuras de Baltazar”  (Teatro de Bonecos)
Gama Vida e Arte ´É um Festival multicultural contendo com várias atividades:  um festival de hip hop nas modalidades breaking, batalha de rimas e mostra de grafites, um festival de rock autoral, uma coletânea de artes visuais, um jardim de cheiros, uma exposição sensorial, um festival de teatro, um festival de bonecos e contação de histórias, um curso de elaboração de projetos culturais, e ainda, dois espetáculos com uma hora de duração cada.
Acessibilidade
O Coordenador-Geral do projeto, Geovane Batista, ressalta a importância da acessibilidade da iniciativa. “O Festival terá muitas outras atividades no decorrer deste ano e toda a programação conta com tradução em Libras, folders em braile e QR Codes espalhados em cada atividade dando o devido o acesso e respeito a quem tanto precisa”, disse.
Serviço: 
O quê e quando: “Bonecos em Festa”, do Circo Boneco e Riso (às 9h) e “Contos e Encantos”, com a contadora de histórias Rosângela Lima (10h) –  Festival de Teatro de Bonecos e de Contação de História do projeto Gama Vida e Arte Festival. Exposição Sensorial e Jardim de Cheiros abrem o Gama Vida e Arte Festival
Onde:  Teatro Cia Lábios da Lua, no Gama (Quadra 4 Lote 16 Loja C e D – Setor Sul)
Tudo Gratuito, livre para todos públicos, com audiodescrição e intérprete de Libras.
O Projeto Gama Vida e Arte Festival é realizado pela  Associação Companhia Lábios da Lua e patrocinado pelo FAC-DF