Mais de 750 famílias foram beneficiadas somente em 2023. GDF planeja o lançamento de mais 20 mil moradias até 2026
O sonho da casa própria se tornou realidade para 5.744 famílias no Distrito Federal durante a gestão Ibaneis Rocha. O governo investiu R$ 2,2 bilhões em programas habitacionais, entre 2019 e 2023, como o Morar Bem e o Melhorias Habitacionais. Somente neste ano, 754 famílias conquistaram a casa própria com o auxilio de R$ 95 milhões do GDF. O planejamento é lançar mais 20 mil unidades habitacionais nos próximos quatro anos.
Além do Morar Bem, que consiste em construir e distribuir unidades habitacionais, as pessoas em situação de vulnerabilidade contam com o programa Melhorias Habitacionais, que visa promover reformas estruturais nas residências, para garantir mais segurança e qualidade de vida.
Em 2023, foram 640 unidades habitacionais entregues pelo Morar Bem no Itapoã Parque; 70, no Residencial Horizonte, no Sol Nascente; e 44 no Residencial Maria Clara, no Riacho Fundo II.
Já o programa Melhorias Habitacionais mudou a vida de 173 famílias de baixa renda em regiões como Estrutural, São Sebastião e Sol Nascente/Pôr do Sol desde 2019. Na gestão do governador Ibaneis Rocha, o investimento no programa foi de R$ 4,3 milhões para reformar completamente as casas dos contemplados, gerando mais qualidade de vida e segurança.
De acordo com o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, o objetivo é estar cada vez mais perto da população do DF. “Esse é o papel da Codhab: entregar lares para quem mais precisa, reformar unidades de quem vive em condições precárias. Nosso foco é atender a população mais vulnerável”, defendeu.
Morar Bem
O programa é vinculado ao Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, cujo foco são as famílias com renda bruta de até 12 salários mínimos. O objetivo é tornar a política habitacional mais democrática e assegurar o direito à moradia, principalmente para faixas da população de baixa renda.
Valquíria Rodrigues Nunes, de 40 anos, trabalha como supervisora de equipe e, segundo ela, não imaginava que um dia realizaria o sonho de conquistar a sua própria casa. Ela foi uma das contempladas pelo programa Morar Bem e recebeu sua unidade em Samambaia em 2020.
“Nunca imaginava que seria tão maravilhosa essa sensação. Eu sou a prova de que esse sonho de ter a casa própria acontece, sim”, afirmou.
O apartamento de Valquíria tem 57 m², com dois quartos, banheiro e uma vaga na garagem. O valor total do imóvel é de R$ 142.513, que foi dividido em uma entrada de R$ 5 mil mais 30 prestações de R$ 618.
“Nesse valor, não encontro nem aluguel para pagar em um apartamento de dois quartos. Ficou uma parcela que consigo pagar para viver um sonho com meus filhos”, defendeu. A poucos dias de se mudar, Valquíria revela que a ansiedade está grande para já ocupar o novo espaço.
“Eu não estou nem dormindo de tão ansiosa. Ainda falta instalar algumas coisas, concluir os armários, e eu venho para cá. Estou muito ansiosa para usar tudo isso aqui. Vai ser muito bom”, compartilhou.
Melhorias Habitacionais
“Depois dessa reforma, melhorou bastante. Antes eu estava pedindo socorro, porque eu não tinha condições de ir para outro local”, diz a dona de casa Neide Maria, beneficiada pelo programa Melhorias Habitacionais | Foto: Tony de Oliveira/Agência Brasília
A dona de casa Neide Maria de Jesus, 53 anos, mora na Estrutural e foi uma das contempladas com o programa Melhorias Habitacionais. Ela se inscreveu no programa em 2019 com a expectativa de ter a reforma da casa e não sofrer mais com crises de rinite causadas pelo mofo espalhado na residência.
Em fevereiro, ela recebeu a notícia de que havia sido contemplada com o programa. Os vazamentos e a infraestrutura precária já não seriam mais um problema graças ao investimento de R$ 35 mil por parte do GDF na reforma da casa da Neide.
Hoje, ela conta com um espaço completamente novo, com readequação e reforma da estrutura, substituição da parte elétrica e até criação de área de ventilação.
“O que mais me incomodava era o mofo. Eu tenho rinite, então eu tinha muita crise. Depois dessa reforma, melhorou bastante, meu sono também está bem melhor. Isso é bem-estar. Antes eu estava pedindo socorro, porque eu não tinha condições de ir para outro local”, explicou.
Ibaneis Rocha participou da abertura da semana de acolhimento estudantil na unidade, que vai oferecer gratuitamente graduação em nove cursos superiores
Projeto sonhado desde a inauguração de Brasília, a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) iniciou, nesta terça-feira (25), o primeiro semestre letivo no Campus do Lago Norte com a inauguração da Semana de Acolhida Estudantil e da realização da aula magna. A solenidade contou com a participação do governador Ibaneis Rocha, do secretário executivo de Educação, Isaías Aparecido da Silva, e da reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck.
“Para mim é uma alegria muito grande estar aqui hoje. Foi um dia muito esperado por todos nós. É a materialização de um sonho, receber os alunos e os professores”, destacou o governador. “Tenho certeza que essa universidade ainda vai trazer grandes frutos para o Distrito Federal. Nos unimos nessa proposta para dar mais condições às pessoas de transformarem as suas vidas”, completou.
Simone Benck, reitora pro tempore da UnDF, destacou a superação de criar a universidade | Fotos: Renato Alves/ Agência Brasília
“Tenho certeza que essa universidade ainda vai trazer grandes frutos para o Distrito Federal. Nos unimos nessa proposta para dar mais condições às pessoas de transformarem as suas vidas”Ibaneis Rocha, governador
O chefe do Executivo também citou os passos para a criação da universidade, que envolveram a concepção do projeto até a sanção da Lei Complementar n° 987, em 26 de julho de 2021, que instituiu a UnDF. “Temos uma universidade que tem todas as garantias de recursos financeiros assegurada na Lei Orçamentária, então temos toda a tranquilidade de que teremos um projeto de futuro”, acrescentou Ibaneis Rocha. A ideia é expandir a quantidade de cursos, alunos e o corpo docente nos próximos anos.
À frente da instituição pública distrital, Simone Benck, reitora pro tempore, celebrou o início do novo ano letivo. “Meu coração hoje está rejubilando de alegria. Há dois anos, nós sancionávamos a lei que criava a Universidade do Distrito Federal. De lá para cá, muitos esforços foram envidados no sentido de constituir esse campus na bacia norte para atender toda essa população e para a realização do concurso público e do corpo docente”, afirmou Simone Benck.
Arte: UnDF/ Divulgação
O secretário executivo de Educação destacou que a Universidade do DF, além de um sonho, é a garantia de que os jovens que se formam no ensino médio tenham condições de dar continuidade aos estudos no âmbito superior. “Sempre sonhamos muito com esse momento. A gente tem a média de 22 mil alunos que concluem o ensino médio e a UnB (Universidade de Brasília) não absorve o quantitativo. Hoje eles terão a oportunidade de entrar na universidade pública do Distrito Federal”, comemorou Isaías Aparecido da Silva.
“A gente tem a média de 22 mil alunos que concluem o ensino médio e a UnB (Universidade de Brasília) não absorve o quantitativo. Hoje eles terão a oportunidade de entrar na universidade pública do Distrito Federal”Isaías Aparecido da Silva, secretário executivo de Educação
O Campus do Lago Norte foi inaugurado em 28 de junho de 2022 e contou com o investimento de R$ 1,2 milhão para a construção de um prédio de 6,2 mil m², com 42 salas para usos pedagógico e administrativo. O espaço espera atender, principalmente, moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Planaltina, Paranoá, Itapoã e Varjão e de cidades do Entorno, como Planaltina de Goiás.
Semestre letivo
O primeiro período na universidade pública do DF pretende atender os 360 alunos aprovados – destes, 150 já estão matriculados – para os nove cursos superiores: Gestão Ambiental, Gestão da Tecnologia da Informação, Produção Cultural, Serviço Social, Sistemas de Informação, Engenharia de Software, Gestão Pública, Matemática e Pedagogia.
360Número de alunos aprovados na UnDF
Sobre a característica diferenciada do currículo da universidade, Simone Benck explicou: “O Plano Distrital de Educação já apregoava que a universidade distrital devia trabalhar com metodologias inovadoras e problematizadoras. Nos interessava muito mesclar áreas do conhecimento mais duras e exatas com áreas mais voltadas para (as áreas de) cultura ou humanas. A ideia é que, dessa pluralidade, o DF, para os próximos 20 ou 30 anos, edifique ainda mais soluções para os problemas que a sociedade precisa”.
As aulas começam oficialmente no dia 31 de julho e serão ministradas por 60 docentes concursados que foram empossados em maio deste ano.
Integrante do corpo docente do curso de Produção Cultural, o professor Jorge Marinho compartilhou a felicidade da comunidade escolar da instituição. “Só posso dizer que estamos animadíssimos. Estamos aqui em prol dos estudantes, então chegar nesse momento é a nossa maior alegria”, comentou.
O professor Klever Corrente Silva, que vai conduzir aulas no curso de Pedagogia, disse acreditar que a universidade terá um papel transformador na vida dos estudantes. “Estamos felizes em receber nossos estudantes e ter a oportunidade de fornecer mais um espaço de educação superior para a população do Distrito Federal e da Ride (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno)”, definiu.
Expectativa dos estudantes
O jovem Caio Henrique da Silva Lopes, 18 anos, contou que ainda está sem acreditar que foi aprovado na UnDF. “Ainda não caiu a ficha. Acabei de me formar. Vi meu nome, pulei de alegria. Querendo ou não é uma grande satisfação estar aqui”, revelou. Calouro do curso de Engenharia de Software, ele pretende ajudar a família com essa oportunidade de formação.
Para Ana Luiza Alves, 23 anos, estudante do curso de Gestão da Tecnologia da Informação, entrar na UnDF foi a concretização de um esforço de anos, quando ela começou a fazer cursinho com o objetivo de ingressar em uma universidade pública. “Quando vi meu nome foi incrível”, lembrou. Sobre a escolha pelo curso, ela afirmou ter a ver com a perspectiva de futuro: “Tecnologia é uma área que está tendo muito sucesso. Todo mundo procurando e tem ótimas oportunidades de emprego”.
Como forma de incentivar os alunos aprovados, a universidade também oferta 148 vagas em auxílios financeiros para aqueles em vulnerabilidade socioeconômica. São três modalidades: auxílio-permanência de R$ 660, voltado para despesas de alimentação e moradia; auxílio-transporte de R$ 300, para estudantes que residem fora do DF; e auxílio-creche de R$ 485, para atender mães e pais com crianças menores de 5 anos.
Os benefícios integram o Programa de Assistência Estudantil (PAE/UnDF) e poderão ser acumulados com outros benefícios até o valor limite de R$ 1.953. A duração é de 12 meses.
Programação especial
A Semana da Acolhida Estudantil ocorre até sexta-feira (28). Nesta terça-feira, primeiro dia, houve a realização da Aula Magna com o tema O respeito às diferenças atravessa o direito à educação. Há de se garantir o aprender como a vocação que (des)humaniza?, conduzida pelos professores Ana Flávia e Wanderson Flor, ambos da Universidade de Brasília (UnB).
“Hoje nós abrimos as portas, junto com os docentes, para uma semana de acolhimento dos estudantes. Nós preparamos essa festa porque acreditamos que é na pluralidade e na diversidade que podemos edificar algo novo no Distrito Federal no âmbito dessa política pública superior distrital”, defendeu a reitora pro tempore.
Na programação dos próximos dias estão atividades culturais e pedagógicas, como a apresentação da Banda HeyJohnny no projeto Escola Show; e a exibição do filme Branco sai, preto fica, com roda de conversa com o diretor Adirley Queirós.
Criação da universidade
A UnDF é a primeira universidade pública criada e mantida pelo GDF. A instituição leva o nome do professor Jorge Amaury Maia Nunes, morto em 2021, que foi um dos líderes da luta pelo surgimento da entidade.
O edital do primeiro concurso da UnDF foi lançado em 22 de junho de 2022, com oferta de 350 vagas para provimento imediato e mais 1.050 para cadastro reserva, distribuídas entre os cargos de professor e tutor de educação superior. A previsão é de que mais mais docentes sejam nomeados para compor o Campus do Lago Norte e os futuros quadros dos campi de Ceilândia e Granja do Torto, estruturas ainda em fase de projeto.
Apesar do Campus de o Lago Norte ser o primeiro espaço oficialmente da UnDF, a universidade já funcionava ofertando cursos de graduação e pós-graduação nas escolas superiores de Superior de Gestão (ESG), Ciências da Saúde (Escs) e da Polícia Civil (ESPC), localizadas na Asa Norte, em Samambaia e no Riacho Fundo.
A UnDF também tem atuado em parceria com a Secretaria de Educação no sentido de oportunizar o uso dos espaços físicos de escolas públicas de Ensino Médio, no período noturno, para oferta de educação superior pública distrital vinculada à universidade.
Principal base de informações ambientais, pública e gratuita, o Sisdia é uma plataforma que armazena e atualiza dados espaciais, informações e documentos de forma pública e gratuita
Nesta quarta-feira (26), das 14h às 16h30, a Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal (Sema-DF) promove o evento Sisdia: Bases para um Futuro Sustentável, no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). O objetivo é divulgar o Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia), apresentando os Módulos Especialistas que, em breve, serão disponibilizados na plataforma ambiental.
De acordo com o secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal, Gutemberg Gomes, trata-se de momento oportuno para reforçar a importância do Sisdia como ferramenta inovadora para a elaboração e desenvolvimento de projetos sustentáveis, também para quem trabalha com planejamento urbano e para todos que tenham a necessidade de realizar pesquisas ambientais. “A disseminação de conhecimento, de modo fácil e acessível, é um dos objetivos do sistema. Nele, a pessoa encontra indicadores, mapas e dados consolidados de meio ambiente, além de referências oficiais, normas, leis e relatórios governamentais”, comentou.
O Sisdia é uma plataforma pública e gratuita que armazena e compartilha dados espaciais e informações ambientais de todo o DF, auxiliando no planejamento e gestão sustentável do território. A iniciativa conta com o apoio do Projeto CITinova – Planejamento Integrado e Tecnologias para Cidades Sustentáveis -, realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e executado pela Sema-DF, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), com recursos do Global Environment Facility (GEF).
“A disseminação de conhecimento, de modo fácil e acessível, é um dos objetivos do sistema. Nele, a pessoa encontra indicadores, mapas e dados consolidados de meio ambiente, além de referências oficiais, normas, leis e relatórios governamentais”Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal
Segundo o subsecretário de Gestão Ambiental e Territorial, Renato Santana, a plataforma foi desenvolvida a partir do trabalho árduo de muita gente comprometida com o meio ambiente. “Os dados estão divididos em três temas: ambiental, socioeconômico e territorial. Temos uma plataforma de vanguarda que serve ao Distrito Federal e servirá ao Brasil e ao mundo”, ressaltou.
Sisdia é apresentado como caso de sucesso nos EUA
Entre 9 e 14 de julho deste ano, a Sema-DF esteve em San Diego, na Califórnia, durante o Encontro Mundial de Usuários do Environmental Systems Research Institute (ESRI). Na ocasião, o Sisdia foi apresentado como um caso de sucesso. De acordo com Rogério Silva, analista de Meio Ambiente da Sema, a apresentação serviu para demonstrar que o Distrito Federal, como capital do Brasil, pode ser vitrine do ponto de vista da gestão ambiental.
Serviço
Evento: Sisdia – Bases para um Futuro Sustentável
Data: quarta-feira (26)
Horário: das 14h às 16h30
Local: Parque Tecnológico de Brasília – Biotic (Granja do Torto)
Inscrições neste endereço eletrônico.
Ex-sargento do Corpo de Bombeiros, conhecido como Suel, é investigado pelo assassinato da vereadora e outros crimes graves
Na tarde desta terça-feira (25), o ex-sargento do Corpo de Bombeiros, Maxwell Simões Corrêa, também conhecido como Suel, chegou a Brasília após ser investigado por seu possível envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco. O avião que transportou o suspeito pousou no hangar da Polícia Federal, no Aeroporto de Brasília, por volta das 17h20. A Secretaria Nacional de Políticas Penais mobilizou entre 40 e 50 homens para a operação de transferência.
Suel, que estava detido na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, foi transferido para um presídio federal de segurança máxima no Distrito Federal, após o pedido de transferência ser deferido pela 4ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, juntamente com a decretação de sua prisão preventiva. O Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou a transferência com base não apenas no envolvimento do suspeito no assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mas também em relação a outros “crimes graves e audaciosos”, incluindo a participação em uma “organização criminosa armada para exploração de ‘gatonet’ em Rocha Miranda”, no subúrbio do Rio.
Maxwell Simões Corrêa, o Suel, é suspeito de ter vigiado a vereadora meses antes de sua morte, de acordo com a delação premiada do ex-PM Élcio Queiroz. O delator também afirmou que Suel participaria da emboscada que resultou no assassinato de Marielle, mas acabou sendo substituído por Élcio na ação criminosa. Ronnie Lessa e Élcio Queiroz já estão presos desde 2019, acusados pelos assassinatos da vereadora e do motorista Anderson Gomes, e enfrentarão julgamento popular pelos crimes. A transferência de Suel para o presídio federal visa garantir maior segurança e evitar possíveis tentativas de fuga ou interferência nas investigações.
O Sesc-DF marca presença no Capital Moto Week desde esta segunda-feira (24/7). Até quarta-feira (26/7), das 10h às 17h, a carreta Saúde Mulher e a van Sesc+Saúde estarão estacionadas próximo ao palco principal para participar da janela social promovida pela organização do evento que é o maior festival de motos da América Latina.
A programação musical do festival irá dar uma pausa para abrir espaço para atendimentos gratuitos para os participantes, moradores da Granja do Torto, além das instituições sociais da Estrutural e Sol Nascente que foram convidadas pelo organizador do evento. No espaço do Sesc será possível realizar exames de Mamografia e Citopatológico, consultas com médico da família e enfermagem, inserção de DIU, orientações sobre planejamento familiar e de educação em saúde.
Levando os serviços do Sesc-DF pela segunda vez ao Capital Moto Week, o gerente das unidades móveis, André Abreu, pontuou sobre a importância da instituição se unir a eventos como esse para ajudar a retribuir para a comunidade as vantagens que o festival possui. “A importância de estarmos aqui tem a ver com o nosso objeto social. As unidades móveis são montadas para atingirmos um público que não tem fácil acesso ao Sesc, como a Granja do Torto e região norte do DF. Poder estar em todos os lugares é o nosso objetivo e em um evento como esse o nosso trabalho consegue ganhar protagonismo”, disse.
Ele ainda destacou que faz parte da missão das Unidades Móveis oferecer serviços que a população mais busca e não consegue com facilidade de forma gratuita, como o planejamento familiar e a inserção de DIU.
Como é o caso da Mirian da Silva Matos que foi até o espaço do Sesc pela primeira vez nesta segunda-feira (24). Além de fazer os preventivos, ela aproveitou a oportunidade para colocar o DIU e pontuou que o atendimento foi explicativo e rápido: “Ter o Sesc aqui é muito bom! Porque é difícil ter esse atendimento e desse jeito fica mais fácil de fazer todos os exames”.
Serviço:
Carreta da Mulher e Van Sesc+Saúde no Capital Moto Week
Dias: 24, 25 e 26 de julho
Horário: das 10h às 17h
Local: Parque de Exposições Granja do Torto
Atendimentos: exames de Mamografia e Citopatológico, consulta com médico da família, consultas de Enfermagem, inserção de DIU, orientações sobre Planejamento Familiar e de Educação em Saúde
Nutricionista explica como alimentação influencia nos desconfortos desse período
O fim dos ciclos menstruais na mulher acontece de maneira natural entre os 45 e 55 anos, mas fatores genéticos e ambientais, tal qual uma alimentação defasada em nutrientes, sedentarismo, estresse crônico e estilo de vida inadequado, podem contribuir para a antecipação desse momento. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a menopausa precoce afeta uma em cada 100 mulheres por volta dos 40 anos e uma em cada 1 mil mulheres antes dos 30. Além disso, um estudo publicado em 2020 na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia revelou que 5,6% das mulheres já conviviam com a menopausa antes dos 40 anos.
“Uma junção de fatores pode influenciar a antecedência do fim dos ciclos menstruais, principalmente o que a mulher ingere. A alimentação impacta diretamente a produção hormonal, o que explica quando a mulher apresenta um quadro de resistência à insulina, por exemplo, o que por si já afeta a produção de estrogênio nesse período”, orienta Thais Dias, nutricionista especializada em climatério e menopausa.
O declínio hormonal é um dos responsáveis por alterações importantes na saúde e bem-estar da mulher, ainda mais quando associado a falta de atividade física e uma dieta ineficiente. “A partir disso surgem as ondas de calor, insônia, inchaço, dores de cabeça e no corpo, fadiga, falta de memória, cansaço, entre outros incômodos”, completa.
Maus hábitos alimentares x sintomas da menopausa
Uma alimentação inadequada durante o climatério e a menopausa influencia bastante nas alterações intestinais, aumento dos fogachos, dificuldades para dormir e emagrecer e maior acúmulo de gordura na região abdominal. “Todos esses sintomas passam a ser agravados com uma dieta que prioriza carboidratos refinados, industrializados, frituras, excesso de açúcar e gorduras”, reforça a nutricionista. “Quem não se alimenta bem têm mais chances de desenvolver desconfortos na menopausa e um corpo em constante estado de inflamação sofre o risco de manifestar doenças crônicas e autoimunes”, salienta.
Quando há indícios da menopausa, é necessário optar pela mudança de estilo de vida e por isso orientação nutricional, além do ginecologista, é fundamental para manter o bem-estar. “A mulher no início desse período ou no climatério precisa redobrar os cuidados com a alimentação, pensando em um cardápio que ofereça todos os nutrientes necessários e em quantidades adequadas que também melhorem os sintomas”, destaca Thais. “Exercício físico, boa higiene do sono, gerenciamento de estresse e alimentação equilibrada são essenciais para a amenização dos desconfortos e manutenção da saúde nesse período”, compartilha.
Os impactos dos maus hábitos alimentares
Está comprovado que maus hábitos influenciam a data da chegada da menopausa. Em alguns casos, o fator genético é predominante, mas o excesso de consumo de álcool, o cigarro e a ingestão de uma dieta com baixo teor nutricional podem influenciar e até antecipar o fim dos ciclos menstruais. Confira os três principais:
Consumo excessivo de açúcar: não apenas em doces, mas também os que estão presentes nos produtos industrializados como torradas e iogurte. “O alto teor de açúcar vai aumentar os sintomas da menopausa e pode predispor a mulher a um quadro de resistência à insulina ou pré diabetes, causando um processo de inflamação crônica que vai abrir portas para inúmeras doenças num corpo que já está sensível devido a mudança hormonal”, indica a nutricionista.
Baixa ingestão de proteína: geralmente nesse período a mulher tem uma predisposição a consumir menos carnes e ovos, seja por gosto ou porque não está digerindo esse tipo de alimento por alterações no sistema gastrointestinal. “Uma ingestão inadequada de proteína colabora para a perda de massa muscular que já acontece durante o climatério e menopausa. Essa perda impacta na saúde óssea, imunidade e até mesmo autonomia durante o envelhecimento”, argumenta.
Falta de variedade na alimentação: “a monotonia alimentar não fornece ao organismo o que ele precisa, como um bom aporte de cálcio, antioxidantes, ferro, vitamina B12, magnésio, zinco, ácido fólico e selênio, que são conseguidos através de uma dieta variada e rica nutricionalmente”, finaliza Thais.
No total, são 11 vagas, para diversas especialidades, com salários a partir de R$ 12,2 mil. Carga horária é de 20h semanais
As inscrições para o processo seletivo de médicos do Sesc-DF vão até o próximo domingo (30/7). No total, são 11 vagas imediatas, para diferentes especializações, com salários a partir de R$ 12.210,23: cardiologista, dermatologista, endocrinologista, oftalmologista, geriatra, ginecologista, medicina da família, neurologista, oftalmologista, otorrinolaringologista, psiquiatra, ultrassonografista e urologista.
Para participar, é preciso ter diploma de graduação em medicina, especialização na área, registro ativo na categoria e experiência mínima de seis meses. A carga horária é de 20h semanais. Acesse o link de inscrições aqui.
O candidato aprovado terá como benefícios auxílio-creche, seguro de vida, vale-alimentação/refeição e vale-transporte, além de credenciamento no Sesc-DF.
O Sesc está em busca de pessoas que se identifiquem com o seu compromisso social e com uma cultura de aprendizagem contínua, articulando gestão, formação, pesquisa, prestação de serviços e que sejam comprometidos com a missão de contribuir para melhoria da vida de milhões de brasileiros, na superação das desigualdades e garantia dos Direitos Sociais. Os processos seletivos são definidos por normas e procedimentos próprios, sendo a contratação de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Confira o descritivo completo da seleção, clicando aqui.
As dúvidas surgidas poderão ser encaminhadas para o e-mail: selecao@sescdf.com.br.
Nova norma autoriza acesso gratuito ao transporte para pessoas com 60 anos ou mais e amplia direitos para pessoas com deficiência
Nesta terça-feira (25), o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), sancionou uma importante lei que amplia o benefício da gratuidade no transporte público. De autoria do deputado distrital Chico Vigilante (PT), a medida foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF) e garante o acesso gratuito ao transporte para pessoas com 60 anos ou mais, antes reservado apenas para idosos a partir dos 65 anos. Além disso, a nova norma estende o mesmo direito às pessoas com deficiência.
Com a mudança, um número maior de idosos poderá usufruir da gratuidade no transporte público, proporcionando maior acessibilidade e facilitando a mobilidade dessa parcela da população. Para usufruir do benefício, basta apresentar um documento oficial com foto que comprove a idade. Os acompanhantes de pessoas com deficiência também têm direito ao transporte gratuito.
Outro aspecto relevante da lei é que permite que o público beneficiado escolha a porta do ônibus em que deseja embarcar, garantindo mais comodidade e autonomia durante os deslocamentos.
Essa medida representa um importante avanço na busca por uma sociedade mais inclusiva e igualitária, oferecendo mais oportunidades e facilidades para idosos e pessoas com deficiência. A iniciativa do deputado Chico Vigilante demonstra o compromisso em proporcionar melhores condições de vida e mobilidade para esses grupos vulneráveis.
Com a sanção da lei, a população do Distrito Federal poderá contar com um transporte público mais acessível e inclusivo, assegurando o direito de ir e vir a todos os cidadãos, independentemente de sua idade ou condição física.
Unidade também passa por reforma na estrutura predial e manutenção do sistema de climatização central do pronto-socorro
Quem olha para o alto do edifício do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) logo percebe a movimentação. Está em andamento a instalação de aparelhos de ar-condicionado em áreas de atendimento; a manutenção do sistema de climatização central do pronto-socorro; e a reforma das calhas e dos telhados de todo o hospital.
Neste mês, a Região de Saúde Sudoeste – que abrange Águas Claras, Recanto das Emas, Samambaia, Taguatinga e Vicente Pires – recebeu 60 ares-condicionados adequados para ambientes de até 40 metros quadrados. Desse total, 20 foram destinados ao HRT. Outros 30 serão instalados em unidades básicas de saúde (UBSs), prioritariamente, e em farmácias e salas de vacina. O restante ficará no Hospital Regional de Samambaia (HRSam).
No HRT, os aparelhos são alocados em espaços de atendimento de pacientes ou de acomodação de materiais e instrumentos que necessitam de boa refrigeração. Em 15 dias, metade dos equipamentos foi instalada. Até o fim do mês todos deverão estar em pleno funcionamento. Essa é a mesma previsão para a conclusão da manutenção do ar-condicionado central do pronto-socorro da unidade.
“Queremos oferecer um ambiente cada vez mais confortável e seguro para os pacientes que estiverem sendo assistidos aqui”, explica o diretor do HRT, Felipe Motinha. As atividades de renovação foram organizadas para não prejudicar o atendimento diário do hospital.
O período de seca na capital tem sido aproveitado também para a restauração externa da estrutura predial. A atividade inclui impermeabilização e revisão dos telhados, das calhas e das juntas de dilatação de todo o hospital. Com o projeto pronto e o empenho disponibilizado, a gestão aguarda o retorno orçamentário da empresa contratada para iniciar as obras.
As adequações no HRT são possíveis graças aos contratos de manutenção regular assinados pela Secretaria de Saúde (SES) em 2022. Ao todo, a pasta fez um investimento de R$ 74 milhões para garantir o funcionamento de 297 unidades. As contratações agilizam serviços como ajustes de instalações de água e energia, pinturas, reformas de pisos, troca de janelas, entre outras necessidades.
Adasa estabelece as curvas de referência para o acompanhamento do volume útil do Descoberto e de Santa Maria até dezembro deste ano
A Resolução n° 24/2023 da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), que estabelece as curvas de referência para o acompanhamento do volume útil dos reservatórios do Descoberto e de Santa Maria até dezembro deste ano, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (24).
Os valores referenciados para cada mês são definidos anualmente após o término do período chuvoso e realização de reuniões com membros do Grupo de Acompanhamento das Curvas de Referência. As metas são estipuladas após simulações e análise de variáveis que incluem dados de chuva, vazão, evaporação e estimativa de captação de água para abastecimento humano.
De acordo com a resolução, o volume útil estabelecido para o Reservatório do Descoberto no final de julho é de 84% e de 76% para o de Santa Maria. Já em outubro, ambos mananciais podem chegar até 51%. No texto, também é possível checar a tendência para os meses de janeiro, março e maio de 2024, quando, geralmente, os reservatórios começam a recuperar sua capacidade de armazenamento.