Inscrições de processo seletivo para médicos do Sesc-DF são prorrogadas
Festival de Inverno Sesc-DF arrecada 3,6 toneladas de alimentos
Por meio do programa Mesa Brasil Sesc, cerca de 630 famílias em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas
A primeira edição do Festival de Inverno Sesc-DF foi um sucesso absoluto. Durante quatro dias, mais de 15 mil pessoas assistiram a shows de grandes nomes da música brasileira: Fernanda Abreu, Zélia Duncan, Fernanda Takai e Zeca Baleiro. Para isso, precisaram apenas doar um quilo de alimento não-perecível.
Além de promover a cultura de forma acessível à população do DF, o Sesc também arrecadou 3.643,00 kg de alimentos. Por meio do programa Mesa Brasil, cerca de 630 famílias (2.500 pessoas) em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas. Confira as instituições atendidas:
-Associação SOS Vida Saudável;
-Instituto Social do Distrito Federal (ISDF);
-Obras de Assistência e de Serviço Social da Arquidiocese de Brasília (OASSAB);
-Associação Família Sagrada (AFS);
-Associação Casa de Apoio à Comunidade de Ceilândia (ACAC);
-Associação Viva Vida Alan Kardec;
-Associação Crescer.
Mais sobre o programa
O programa Mesa Brasil atende prioritariamente pessoas em situação de vulnerabilidade social e nutricional assistidas por entidades sociais cadastradas. São 20 anos contribuindo para a segurança alimentar no Brasil. No Distrito Federal, só no mês de junho deste ano, o programa atendeu 128 mil pessoas. Atualmente, há 335 instituições cadastradas e cerca de 170 parceiros doadores.
Por meio de acordos de parceria com grandes indústrias, empresas e redes de supermercado, utiliza-se de alimentos que perderam o valor comercial, sem perder o valor nutricional. Esses alimentos são coletados e distribuídos para as doações. Atualmente, o Mesa Brasil é a maior rede de bancos de alimentos da América Latina.
Tribunal de Contas do DF anuncia concurso com 23 vagas e salários de até R$ 19 mil
TCDF abre oportunidades para auditores e analistas com inscrições entre setembro e outubro
Nesta quarta-feira (2), o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) divulgou o edital de concurso público visando o preenchimento imediato de 23 vagas, além de formação de cadastro de reserva. As oportunidades contemplam cargos com salários variando entre R$ 11 mil e R$ 19 mil. A publicação oficial saiu no Diário Oficial do DF.
As inscrições estarão abertas no período entre 20 de setembro e 10 de outubro, e os interessados devem realizar o processo por meio do site do Cebraspe, instituição responsável pela organização do certame.
O edital prevê as seguintes vagas:
- 10 vagas imediatas para auditor de controle externo na área de auditoria;
- 3 vagas para auditor de controle externo especializado em tecnologia da informação (orientação de sistemas de TI);
- 10 vagas para analista administrativo de controle externo.
O salário inicial para o cargo de analista será de R$ 11.282,45, enquanto o cargo de auditor contará com vencimentos iniciais de R$ 19.235,88.
O processo seletivo contará com provas objetivas de múltipla escolha e uma avaliação discursiva, ambas de caráter eliminatório e classificatório. As avaliações serão realizadas em Brasília, em diferentes datas:
- 19 de novembro: prova para o cargo de analista administrativo de controle externo;
- 3 de dezembro: prova para o cargo de auditor de controle externo na área de tecnologia da informação;
- 10 de dezembro: prova para o cargo de auditor de controle externo na área de auditoria.
O horário das provas será das 8h às 18h. O concurso terá validade de 24 meses, contados a partir da data da publicação da homologação dos resultados finais no DODF, e poderá ser prorrogado por igual período, uma única vez.
O edital também prevê reserva de vagas para diferentes grupos: 20% das vagas serão destinadas a pessoas com deficiência, 20% aos candidatos que concorrerem às cotas para negros, e 10% para hipossuficientes.
Acesse o site do Cebraspe
Código Eleitoral completa 58 anos de vigência, consolidando as principais regras do Direito Eleitoral
Norma instituiu voto obrigatório, permitiu votação no exterior e criou a Corregedoria-Geral para inspecionar serviços eleitorais
Neste mês de julho, o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) celebrou 58 anos de vigência, consolidando as principais regras e normas relacionadas às eleições e aos eleitores. Esse conjunto de leis funciona como um verdadeiro manual de Direito Eleitoral no Brasil.
Entre as mudanças trazidas pelo atual código, destacam-se a instituição do voto obrigatório para homens e mulheres sem distinção, a possibilidade de votação no exterior para os cargos de presidente e vice-presidente da República e a criação da Corregedoria-Geral para inspecionar os serviços eleitorais em todo o país.
Para entender a história do Código Eleitoral, a advogada do escritório QVQR Advocacia Camilla Ramos, pós-graduada em Direito Público e Direito Eleitoral, explica que antes de sua aprovação em 1965, outros instrumentos foram editados para organizar o sistema eleitoral brasileiro.
Em 1932, o Código Eleitoral da época trouxe o avanço do voto feminino, mas com restrições: apenas mulheres que possuíam trabalho remunerado podiam votar. Além disso, esse código garantiu autonomia à Justiça Eleitoral em relação às Justiças estaduais.
Em 1945, um novo Código Eleitoral restabeleceu as prerrogativas da Justiça Eleitoral que haviam sido suspensas pelo regime do Estado Novo, reconhecendo-a como órgão especial do Poder Judiciário. Posteriormente, o Código Eleitoral de 1950 trouxe a adoção da cédula única para o voto e normatizou a constituição e atividade dos partidos políticos. Por fim, o Código de 1965 conferiu competência ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para normatizar e gerenciar o processo eleitoral.
Entretanto, durante o regime da ditadura militar, os tribunais eram limitados a cumprir os atos institucionais determinados pela Constituição de 1967 e pela emenda de 1969. Somente a partir de 1985, a Justiça Eleitoral ganhou a liberdade de seguir o Código Eleitoral.
O Código de 1965 possui 383 artigos, o dobro do primeiro Código de 1932, que tinha 144 itens. Esse conjunto de leis abrange temas diversos, como inscrição eleitoral, registro de candidatos, propaganda eleitoral, seções eleitorais, fiscalização, votação, apuração e crimes eleitorais, divididos em cinco partes.
Além disso, a legislação estabeleceu as atribuições dos juízes eleitorais em cada localidade e impôs restrições às campanhas eleitorais nos três meses anteriores ao pleito, contribuindo para a organização e transparência do processo eleitoral no Brasil.
Parceria entre GDF e governo federal promove a contratação de mulheres
As contratadas irão trabalhar nos órgãos federais por meio de contratos terceirizados
A Secretaria da Mulher do DF (SMDF) celebrou, nesta terça-feira (1º), com os ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGISP) e das Mulheres (MMFDH) um acordo de cooperação para a contratação de mulheres vítimas de violência trabalharem com contratos terceirizados nos órgãos federais.
Pelo acordo, a SMDF deve fornecer informações de acordo com a nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) para viabilizar o processo de contratação. De acordo com essa legislação, órgãos públicos devem exigir que, no mínimo, 8% da mão de obra contratada por empresas terceirizadas seja composta por mulheres vítimas de violência.

No Distrito Federal, essa iniciativa já está em prática desde 2017 e a SMDF possui sete acordos de cooperação com órgãos públicos, como Senado, Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Câmara Legislativa, Procuradoria-Geral da República (PGR) e Senado Federal.
A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressaltou a relevância desse acordo para oferecer suporte às mulheres em situação de violência. “Quando o Estado incentiva a mulher a denunciar, também devemos considerar o pós-denúncia. Ela voltará para casa convivendo com o agressor? É preciso criar novas possibilidades e o emprego formal representa isso. Os desafios são enormes e diários. Esse acordo representa um pacto federativo em prol de todas as mulheres, um marco para fortalecer e apoiar aquelas que mais necessitam”, afirmou.
“Os desafios são enormes e diários. Esse acordo representa um pacto federativo em prol de todas as mulheres, um marco para fortalecer e apoiar aquelas que mais necessitam”Celina Leão, vice-governadora do DF
Atualmente, entre 2% e 5% das vagas são ocupados por mulheres vítimas de violência, o que já proporcionou o emprego formal, com carteira assinada, a 45 mulheres. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a iniciativa é um passo importante para romper o ciclo de violência. “A independência financeira é um fator importante para que as mulheres busquem ajuda e se libertem de ambientes agressivos. Além do emprego formal, por meio dos nossos equipamentos públicos, essas mulheres recebem acompanhamento para garantir que não retornem a situações de violência”, destaca.
O Distrito Federal e o Rio Grande do Norte são as primeiras unidades da federação a participar dessa iniciativa federal, fornecendo os dados necessários para viabilizar a contratação das mulheres. Essa medida é fruto de um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 8 de março deste ano, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
A relevância dessa medida está na assistência que será oferecida às mulheres vítimas de violência para que superem suas adversidades e conquistem uma vida mais independente e digna. A Secretaria da Mulher do Distrito Federal reforça seu compromisso em fortalecer essa parceria com o governo federal, garantindo o cumprimento da legislação e assegurando que os direitos das mulheres sejam valorizados e protegidos.
Seleção feminina brasileira é eliminada na fase de grupos da Copa do Mundo
Empate contra a Jamaica resulta na despedida do Brasil do Mundial feminino de futebol
Nesta quarta-feira (2), o Brasil encarou seu principal desafio na Copa do Mundo feminina de futebol e, infelizmente, não obteve o resultado necessário para avançar às oitavas de final. Em uma partida sem gols contra a Jamaica, em Melbourne, a seleção comandada por Pia Sundhage deu adeus ao torneio, marcando a primeira vez desde 1995 que a equipe não passa da fase de grupos. Com quatro pontos, o Brasil ficou em terceiro lugar no grupo F, atrás da própria Jamaica (cinco pontos) e da líder França (que venceu o Panamá por 6 a 3 e chegou a sete pontos).
A partida decisiva exigia uma vitória para garantir a classificação, pois um empate dependeria de uma combinação de resultados. Pia Sundhage promoveu a escalação de Marta como titular, buscando uma mudança de impacto no time. Entretanto, as coisas se tornaram mais difíceis quando a França abriu o placar contra o Panamá, o que tornou a vitória obrigatória para o Brasil.
Apesar do domínio na posse de bola, a seleção brasileira não conseguiu exercer a pressão esperada sobre a defesa da Jamaica. A equipe brasileira apostou em jogadas aéreas, mas esbarrou na falta de criatividade e nos erros de passe. As jamaicanas, focadas na defesa, mantiveram o seu gol intacto e garantiram a classificação inédita para as oitavas de final.
Com o apito final, a decepção tomou conta das brasileiras, que se despedem da competição, enquanto a França conquista a liderança do grupo F. A seleção francesa aguarda o segundo colocado do grupo H para o próximo confronto nas oitavas de final, em Adelaide (Austrália). A Jamaica também aguarda o adversário nas oitavas, que será o primeiro colocado do grupo H, com o jogo marcado para Melbourne (Austrália) na próxima terça-feira (8).
A fase de grupos da Copa do Mundo feminina se encerra nesta quinta-feira (3) com os dois últimos jogos do grupo H. Coreia do Sul enfrenta a Alemanha em Brisbane (Austrália), enquanto Colômbia e Marrocos se encontram em Perth (Austrália). A Colômbia lidera o grupo com seis pontos, seguida por Alemanha e Marrocos com três pontos cada, e a Coreia do Sul ainda não somou pontos.
Coluna do Fluminense | Empate bom

Por Raimundo Ribeiro
O Fluminense foi a Buenos Aires visitar o Argentino Jrs, e começou o jogo muito confuso, sem conseguir impor seu estilo de toques rápidos.
O time da casa foi se impondo e aos 15 minutos fez 1×0 após troca de passe na nossa área defensiva.
Após levar o gol, o Fluminense conseguiu equilibrar a partida e passou a ocupar mais o setor ofensivo tendo 2 finalizações.
Apesar disso, o Fluminense ainda levou susto com Fábio fazendo milagre em 2 oportunidades, ambas por falhas individuais de nossos jogadores.
Alguns detalhes chamam a atenção:
1. Porque escalar Felipe Melo?
2.Qual a razão de tantos erros de passe do nosso setor defensivo quando joga fora de casa?
3. Porque um jogador experiente como Ganso erra tantos passes de ligação?
Voltamos para o segundo tempo um pouco melhor e logo aos 6 minutos Ganso, por excesso de preciosismo perde mais uma boa oportunidade.
Aos 9 minutos André acerta a trave e perde gol feito no rebote.
Aos 11 minutos, num lance acidental, sem qualquer intenção, ao se livrar de 3 marcadores, Marcelo é expulso por atingir o adversário. O próprio Marcelo parou o jogo e imediatamente pediu auxílio dos médicos para socorrer o jogador adversário atingido. Um castigo imerecido do futebol para Marcelo.
Aos 15 minutos, sai Ganso para entrada de Diogo Barbosa.
Aos 20 minutos, Keno também acerta a trave.
Aos 30 minutos, Cano lança Diogo Barbosa que é atingido pelo goleiro adversário e com isso é expulso também.
Aos 35 minutos, entram Léo Fernandes e Martineli para saída de Felipe Melo e Keno.
Ao invés de servir para motivar o Fluminense, a expulsão do adversário parece que assustou nosso time, até que Samuel Xavier acerta um chutaço no ângulo e empata o jogo, aos 42 minutos.
Aos 50 minutos sai Árias entrando Yony González.
Aos 52 minutos, Léo Fernandes faz ó segundo mas estava impedido.
Foi uma apresentação fraca, mas o resultado foi bom porque dependemos de uma vitória simples no Maracanã.
Agora é virar a chave e no próximo sábado, às 21 horas receber o Palmeiras em busca de mais uma vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Cartão BRB Mobilidade poderá ser carregado por meio de Pix
Novidade começa a valer nesta terça (1º), oferecendo mais agilidade e comodidade aos mais de 280 mil usuários do aplicativo do BRB Mobilidade, operador do sistema de bilhetagem automática do DF
O BRB Mobilidade, operador do sistema de bilhetagem automática do Distrito Federal, dá mais um passo, a partir desta terça-feira (1º), em prol da melhoria da experiência dos usuários de transporte público. Agora, é possível fazer a recarga do Cartão Mobilidade por meio de Pix.
Com a novidade, os mais de 280 mil usuários do aplicativo BRB Mobilidade poderão adquirir créditos de transporte de maneira mais rápida e com mais comodidade. O pagamento via Pix ocorre no próprio app, e o valor fica disponível para ser utilizado nos validadores online em, no máximo, cinco minutos.
A troca dos validadores offline em adaptação à nova tecnologia está sendo realizada gradualmente e já foi finalizada em relação ao metrô e aos ônibus da Viação Marechal e da TCB.
“A atuação do BRB na operacionalização do serviço de transporte público do DF reforça o papel de banco público voltado para o desenvolvimento econômico, social e humano da região”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. “Seguiremos investindo em melhorias para a população, com foco em um atendimento cada vez mais ágil e moderno”.
Benefícios
Desde a criação do BRB Mobilidade, em 2019, foram implementados vários benefícios ao público, além da construção de novas unidades de atendimento, aumentando a capilaridade. No ano passado, foi disponibilizado o pagamento por aproximação com cartões de débito e crédito no Metrô-DF.
Em breve, estão previstas mais implantações, como o pagamento de tarifas de ônibus diretamente nos veículos por meio de cartões de crédito e débito, que já está em fase de testes junto à população, e a aquisição de créditos de transporte via cartão de débito.
A rede de atendimento do BRB Mobilidade conta, no total, com 13 postos de atendimento próprios, que se somam aos canais digitais e às 108 lojas do BRB Conveniência, aos 27 guichês no Metrô DF e aos quatro pontos de atendimento nas agências do Na Hora.
GDF destaca importância do aleitamento materno durante evento na OMS
Secretária de Saúde participou da abertura da Semana Mundial da Amamentação e ressaltou a necessidade de evitar fórmulas lácteas e dar prioridade ao aleitamento materno para a saúde das crianças
A secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, participou da abertura da Semana Mundial da Amamentação, nesta segunda-feira (31), na sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Brasília. Durante o evento, ela reforçou a importância dos bancos de leite e comemorou a coleta de mais de dez mil litros de leite nos seis primeiros meses de 2023.
“Não posso deixar de registrar o trabalho valoroso do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, que bate em cada porta e faz a busca ativa. Mesmo com o bom resultado, é preciso continuar incentivando a doação. Temos uma média de 300 crianças na UTI que precisam desse leite todos os meses”, ressaltou.
Lucilene Florêncio ainda destacou a importância da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e dos preceptores e formadores dos futuros médicos evitarem as fórmulas lácteas. “Não há um país com crianças fortes e protegidas com leite artificial. Não só nos primeiros meses, as desordens alimentares que os pediatras presenciam em seus consultórios acontecem durante toda a vida dessas crianças”, disse a gestora.
Carla Graziella Souza, 37 anos, servidora pública, é mãe de Sarah Vitória, de apenas 10 meses. Ela participou do evento para apoiar a campanha de amamentação. “Sempre amamentei a Sarah e percebo que foi um diferencial na questão do adoecimento. Ela é uma criança muito forte, quase nunca fica doente. Inclusive, nessa época de viroses sazonais, ela ficou bem resistente”, contou.
Ela acrescenta que o período de licença-maternidade, a participação do pai e a disponibilização de um espaço no trabalho para fazer a coleta do leite foram fundamentais para estabelecer um vínculo com o bebê e ter estrutura para amamentar com tranquilidade. “Tudo aquilo que o bebê come nos primeiros mil dias vai fazer diferença para o seu futuro”, afirmou a mãe.

Salas de amamentação nas UBSs
A partir de agora, as salas de amamentação farão parte dos projetos de construção das unidades básicas de saúde (UBSs). Um projeto-piloto do Ministério da Saúde está em fase de implantação desses espaços também em unidades que já estão em funcionamento, começando em cinco estados: Distrito Federal, Paraná, Pará, Paraíba e São Paulo. A iniciativa visa apoiar mães que trabalham fora, especialmente aquelas que estão no mercado informal e não têm o amparo da legislação.
A medida foi anunciada para celebrar o mês da amamentação, cujo tema neste ano é Apoie a amamentação: faça a diferença para mães e pais que trabalham. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, lembrou que o aleitamento tem a mesma importância da vacinação quando se trata da proteção das crianças. “O aleitamento é comprovadamente responsável pela redução da mortalidade infantil em muitos países, assim como no Brasil”, declarou a ministra.
Agosto Dourado
A campanha do aleitamento materno celebrada durante o mês de agosto, intitulada Agosto Dourado, tem o objetivo de reduzir a mortalidade infantil. Em 2001, em razão das evidências da superioridade do leite humano, a OMS passou a adotar como recomendação o aleitamento materno exclusivo por seis meses. Cerca de seis milhões de vidas são salvas, a cada ano, por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade, de acordo com a OMS e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
A Secretaria de Saúde (SES) vai oferecer uma programação variada para a população do DF acerca da importância do aleitamento materno. Um dos destaques do cronograma de eventos é o ato público alusivo à Semana Mundial de Amamentação, que será realizado na Câmara dos Deputados, no dia 10 de agosto, às 13h.
Confira abaixo o cronograma de atividades

Para mais informações sobre a doação de leite materno, acesse o site Amamenta Brasília.




