Secretário de Turismo defende os municípios do entorno como rotas complementares ao Distrito Federal
Cerca de 1,3 milhão de passageiros passou pelo Aeroporto JK até o fim de fevereiro, de acordo com a expectativa do Consórcio Inframérica, que administra o local. Isso aumentou a circulação de pessoas no Distrito Federal em 30%. Porém, muitos desses visitantes chegam e vão para outros lugares. O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, pretende que essas pessoas não saiam daqui.
“Quero que o turista chegue aqui e fique”, crava o gestor. “Temos muitas atrações no entorno, mas nosso objetivo é vender Brasília e oferecer esses município como rotas complementares”, completa.
Outra preocupação de Cristiano Araújo é em fortalecer o nome da capital no exterior. Segundo o chefe da pasta do Turismo, Brasília é muito pouco explorada internacionalmente. “Nó temos uma oferta muito grande de pontos turísticos, o que falta é uma divulgação do que tem na cidade, seja no aspecto esportivo, religiosos, político ou empresarial”, acredita.
De acordo com ele, foram executados mais de R$ 66 milhões no ano passado em termo de fomento ao turismo. “Porém, faltou destinar um percentual para a promoção e divulgação”, frisa.
O secretário ressalta que o turismo é bom para toda cadeia produtiva, desde o ambulante ao grande empresário.
Durante viagem à Europa nas última semanas, justamente, para conversar sobre turismo com gestores internacionais, Cristiano percebeu que os eventos antidemocráticos de 8 de janeiro ainda repercutem em outros países e isso o preocupou. “Precisamos tirar essa mácula de nossa cidade. Precisamos apagar essa imagem, pois não é isso que Brasília quer passar ao mundo”, finaliza.






