Com abertura nesta quinta-feira (9), exposição traz recortes da 36ª Bienal de São Paulo e da 19ª Mostra Internacional de Arquitetura de Veneza
Em uma iniciativa que reafirma seu compromisso com a democratização da arte e da educação, o Sesc DF, em parceria com a Fundação Bienal de São Paulo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, traz ao Museu Nacional da República duas das mais importantes mostras do cenário artístico internacional.
A partir de 10 de abril, o público brasiliense poderá conferir, simultaneamente, as exposições:
- Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática: Itinerância da 36ª Bienal de São Paulo.
- (RE)INVENÇÃO: Itinerância da participação brasileira na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura de Veneza (pela primeira vez no Brasil).
O Protagonismo Educativo do Sesc DF
Mais do que viabilizar a chegada das obras à capital federal, o Sesc DF é o apresentador oficial do programa educativo de ambas as exposições. O programa inclui treinamentos para equipes locais, acompanhamento pedagógico, palestras e laboratórios para professores, garantindo que o impacto das mostras reverbere na rede de ensino e na comunidade local.
As Exposições
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Brasília
Com curadoria de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung e André Pitol, a mostra chega a Brasília após atrair quase 800 mil visitantes em São Paulo. O título, inspirado em versos de Conceição Evaristo, convida a uma “escuta ativa” da humanidade em deslocamento.
Serão expostas obras de Akinbode Akinbiyi, Aline Baiana, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Edival Ramosa, Ernest Cole, Leo Asemota, Malika Agueznay, Manauara Clandestina, Mao Ishikawa, Moisés Patrício, Myriam Omar Awadi, Myrlande Constant, Pélagie Gbaguidi, Rebeca Carapiá, Sadikou Oukpedjo, Sérgio Soarez, Tanka Fonta e Theo Eshetu.
(RE)INVENÇÃO – Arquitetura de Veneza para o Planalto Central Pela primeira vez na história, a representação brasileira na Bienal de Arquitetura de Veneza ganha uma itinerância em solo nacional. Curada pelos arquitetos Luciana Saboia, Eder Alencar e Matheus Seco (Plano Coletivo), a mostra propõe uma leitura sobre ancestralidade e infraestrutura, dialogando com a inteligência natural e as estratégias de ocupação do território brasileiro.
Diálogo Arquitetônico em Brasília
A ocupação do Museu Nacional da República ganha um simbolismo especial: o prédio, projetado por Oscar Niemeyer, compartilha o DNA arquitetônico do Pavilhão Ciccillo Matarazzo (sede da Bienal em SP), também assinado pelo mestre.
“Brasília, com sua própria história de utopia construída, é um lugar particularmente potente para receber esses dois projetos que questionam como a arte e a arquitetura constroem futuros possíveis”, destaca Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal.
Serviço
Abertura: 9 de abril, às 19h
Visitação: 10 de abril a 31 de maio de 2026
Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h30
Local: Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul, Lote 2, Brasília – DF)
Entrada: Gratuita
Programa Educativo: Apresentado pelo Sesc DF (Mediação e visitas em grupo disponíveis no local)



