Semana S leva multidão ao Taguaparque e reafirma papel social do Sistema Comércio

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Foram mais de 12 mil pessoas cadastradas para utilizar os serviços, mil inscritos na corrida de rua e 16 mil ingressos distribuídos para shows com artistas locais e a cantora pop Luísa Sonza

Realizada em todo Brasil, a Semana S vai muito além da oferta de serviços e lazer. Ela fala sobre cidadania e dignidade. Nesse sábado (16/5), dia dedicado ao reconhecimento ao Sistema S do Comércio, o Distrito Federal foi prova disso.

Antes mesmo da abertura dos portões, às 9h, centenas de pessoas se aglomeravam no Taguaparque, em Taguatinga, para usufruir de quase 30 serviços gratuitos na segunda edição da semana S. Entre as opções, odontologia, inserção de DIU, corte de cabelo, city tour, passeio de roda gigante. Foram mais de 12 mil pessoas cadastradas para utilizar os serviços, mil inscritos na corrida de rua e 16 mil ingressos distribuídos para shows com artistas como Bell Lins, Taliz, Margaridas, DJ Miranda e a cantora pop Luísa Sonza. A apresentação da artista conhecida internacionalmente reuniu fãs de todas as idades e motivou um concurso de sósias que lotou o espaço comandado pela drag Harley Popstar. O evento mostrou que diversidade, inclusão e respeito também são base da Semana S no DF.

O presidente da Fecomércio, José Aparecido Freire, afirmou que a escolha do Taguaparque como local de realização da Semana S foi feita para “descentralizar o lazer, a oferta de serviços, para que toda a população pudesse participar”. “São serviços de excelência, tudo realizado com a contribuição compulsória do sistema privado. É uma enorme alegria para nós ver a importância e a amplitude do Sistema S, que existe para o comerciário, seus familiares e para toda a população”, declarou. “O Sesc está aqui para atender todas as pessoas não só dia 16 de maio, mas durante todo o ano”.

O porteiro Cícero Eldo, de 43 anos, foi um dos participantes do evento. Ele levou os dois filhos e a esposa para a atividade. Credenciado ao Sesc há 4 anos, ele andou pela primeira vez na vida em um roda gigante. “Vim hoje com a família para esse momento de lazer. Até tirei uma folga no trabalho para trazer as crianças, que estão gostando muito”, disse sorrindo.

Para o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo, “é uma honra cumprir com a missão constitucional de levar serviços de excelência à população que necessita e, muitas, vezes, não tem como acessar. Seja porque não tem recursos, seja porque não tem como se deslocar para um centro mais preparado”. “Construir uma sociedade igualitária, justa e, sobretudo, mais humana é um papel do Sesc. Cada vez que alguém entra nas nossas instalações, nos nossos eventos, mostramos essa capacidade de transformar a vida das pessoas e tudo ao seu redor”, declara.

A gerente comercial Neide Alves, de 61 anos, destacou a relevância do Sistema S em sua trajetória pessoal. “Os nossos ‘Ss’ nos trazem dignidade e a recompensa de ser comerciário. É o nosso hospital particular, é nosso atendimento, é onde a gente chega é atendida com amor, dignidade e respeito. É maravilhoso poder fazer parte desse sistema. Criei quatro filhos no Sesc, o mais velho tem 40 anos. E acabei de trazer meu neto como dependente. É maravilhoso”, diz.

A Semana S também foi marcada pela realização de sonhos. Com apenas 16 anos, Adrian Derick estava ansioso para ver a cantora Luísa Sonza. “Conheço o trabalho da Luísa desde meus 11, 12 anos, e sempre foi meu sonho ir ao show dela. Hoje estou realizando”, disse o jovem, que usava boina com estampa de onça em alusão ao último álbum da cantora pop, “Brutal Paraíso”. Ele foi ao evento acompanhado da irmã, Shayra Ferreira Santos, de 25 anos, e não poupou esforços para ser um dos que ficaram grudados no palco para ver a artista de perto.

Ao aliar serviços essenciais, lazer e cultura, a segunda edição da Semana S deixou evidente o papel do Sesc e do Senac como agentes de transformação social.

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